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LBV incentiva a permanência de crianças na escola

Lugar de criança é na escola. Parece óbvio, mas existem ainda no Brasil mais de três milhões sem acesso à educação. Os dados são do movimento Todos pela Educação (TPE).

A meta do TPE, de toda criança estar alfabetizada até os 8 anos de idade, não foi atingida. Mas como nem tudo está perdido, a proposta de todo jovem brasileiro concluir o ensino fundamental até 16 anos é uma realidade e o ensino médio até os 19 anos é uma meta superada.

A Legião da Boa Vontade (LBV) está com uma campanha de permanência das crianças na escola e como incentivo, os coordenadores da instituição vão entregar kits completos de material escolar. Vamos apoiar esta ideia que remete à inclusão educacional e ao desenvolvimento das crianças.

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LBV abre vagas para crianças

 

A Legião da Boa Vontade está com vagas abertas para o Programa LBV – Criança: Futuro no Presente! Neste programa são atendidas crianças com idade entre 6 e 11 anos, que estejam matriculadas no ensino fundamental (1ª à 4ª série) da rede pública, cujas famílias se encontram em situação de vulnerabilidade social.

 

Na LBV as crianças participam de várias atividades, oficinas lúdicas e recreativas, atividades esportivas e tem o acompanhamento de profissionais durante todo o tempo de permanência na Instituição. Também são oferecidos uniforme, alimentação balanceada e kit de material pedagógico completo.

 

Para se inscrever, pais ou responsáveis devem procurar o Centro Comunitário de Assistência Social da LBV, localizado na Rua Peroíbe, 338 – Parque das Grevíleas III, portando documentos pessoais e da criança.

Informações pelo telefone (44) 3263-2316.

 

Fonte: Paulo de Araujo/LBV

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Pesquisa revela a influência das crianças sobre o consumo dos pais

“Já faz tempo que não preparo alimentos que tenho vontade, o cardápio lá em casa é sempre voltado para as meninas”, conta Débora Thaís Ideriha, mãe de três garotas com idades entre seis e 14 anos. Débora compra, no supermercado, o que as filhas preferem comer e abdica de suas preferências. A experiência dela ratifica o resultado da pesquisa “O poder da influência da criança nas decisões de compra da família”, realizada em 11 países, entre eles o Brasil, concluindo que a opinião dos mais novos é decisiva na rotina familiar.

 

O estudo foi publicado pela Viacom, dona do canal Nickelodeon, e ouviu 15.600 pessoas, entre crianças de nove a 14 anos e pais com filhos de seis a 14 anos. A conclusão pode ser vista facilmente com a chegada do fim de ano, época em que eles interferem no destino da viagem, no prato principal da ceia e nos presentes de Natal. A pesquisa apontou que 60% dos jovens acreditam que suas opiniões são levadas em consideração pela família. Eles opinam e sabem do poder de persuasão que têm sobre o comportamento dos pais.

 

Nos 11 países estudados, as informações das crianças sobre produtos e marcas advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente

Os adultos levam mesmo em conta o que pensam os filhos, pelo menos foi o que disseram 51% dos entrevistados. As crianças palpitam, por exemplo, na cor e modelo do carro novo da família e os pais consideram o que elas disseram na hora da escolha. Adriana de Souza Garcia está grávida de cinco meses e é mãe do pequeno Augusto, de três anos. Ela faz parte de outra parcela da pesquisa, os 49%, que disseram decidir a rotina familiar em comunhão com os filhos. Adriana explica que a influência de Augusto sobre sua opinião existe, mas tem limites.

 

“Não deixo que ele simplesmente mude minha ideia, pois 80% das vezes ele impõe o que quer. Eu faço quando tenho certeza que vou beneficiá-lo e não apenas agradá-lo”, ressalta Adriana. As crianças estão cada vez mais precoces no quesito poder de escolha, o que preocupa é qual a origem das influências de comportamento e consumo dos mais novos. Conforme a pesquisa, as informações advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente. Os jovens confiam na mídia para buscar informações sobre produtos e marcas, e reproduzem, o que descobriram, aos pais.

 

A mamãe de Lauren, de um ano e meio, Juliana Yoshiumi, contou que ultimamente tem dado menos ouvido aos pedidos da filha. A tarefa não é fácil, mas pode ser extremamente educativa, uma vez que a mãe a ensina a ouvir a temida palavra “não”. “Conforme eu sempre dizia sim, ela foi ficando muito mimada”, explica Juliana, que é a favor de ouvir as crianças, mas considera os pais, as melhores pessoas para definir o que é bom ou não para a vida dos filhos.

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Notícias são fonte de reflexão sobre o trânsito

Que as crianças são as grandes multiplicadoras de boas ações ninguém duvida e, bem por isso, muitos apostam que as próximas gerações serão mais conscientes e responsáveis em relação às questões sociais como o trânsito e o meio ambiente. Ainda na infância, eles obtêm os valores necessários para lidar com a realidade atual. A professora da 4ª “A”, Stela Cristiane de Souza Magalhães, da Escola Municipal Iroí, de Presidente Castelo Branco, acredita nesta ideia e tem trazido as questões sociais para dentro da sala de aula, com a ajuda das matérias do jornal O Diário. A instituição participa do Diário na Escola por meio do patrocínio da Concessionária Viapar.

“O objetivo foi desenvolver o senso crítico e a cidadania por meio das notícias. No decorrer das aulas percebi o interesse na leitura e a compreensão e participação das crianças nas atividades”, explicou Stela, que está entusiasmada com a aceitação dos alunos no trabalho com o jornal. Com base nas matérias jornalísticas, a professora discutiu o trânsito, levando em conta as leis, os perigos, a educação e as formas de prevenir acidentes.  As atividades tiveram caráter lúdico e resultaram em produções textuais e desenhos. Um dos destaques é foi o desenho de Jhonathan Luiz Pereira, que traz toda a representatividade de quem burla as leis e não respeita o próximo.

 

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Nenhuma criança nasce para morrer

A campanha Por Todas as Crianças será apresentada durante coletiva de imprensa na próxima quarta-feira na sede da Fundação Abrinq – Save the Children às 14 horas. O lema é “Nenhuma Criança Nasce para Morrer” e a ação acontece em 25 países. Números recentes sobre mortalidade infantil, na infância e materna serão apresentados na ocasião, a fim de mostrar a meta até de 2015.

Os números são assustadores, apenas em 2009, 50.033 crianças de 0 a 5 anos morreram, o que corresponde a 137 por dia, segundo o Ministério da Saúde. O que mais preocupa é que  33.604 faleceram por causas evitáveis. Por esta razão e disposta a lutar pela diminuição desses números, a Fundação Abrinq – Save the Children desenvolveu a campanha Por Todas as Crianças, iniciativa que apresenta a necessidade de uma diminuição na taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos por doenças facilmente evitáveis.

Fonte: Andi

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Seca, fome e morte

 

Mais de 29 mil crianças já morreram

 

FOME. Não falaremos sobre dietas, educação alimentar e perda de peso. Falaremos sobre fome, desespero e morte. Mais de 29 mil crianças de até cinco anos já morreram de fome na Somália, segundo dados divulgados pelos Estados Unidos.
Até o final do ano toda a região do Sul do país vai ser atingida pela crise de fome, que já tem feito muitas vítimas, principalmente nos últimos três dias. A Unidade de Análise de Nutrição e Segurança Alimentar da Somália (FSNAU), órgão da ONU, afirmou que a desnutrição aguda e mortes ligadas à inanição aumentaram nos últimos dias em alguns distritos e em campos de refugiados nos arredores de Mogadíscio.
A falta de chuva e as mudanças climáticas são as responsáveis pela onda de fome no Chifre da África, como é chamada a região onde fica a Somália. Mais de 11 milhões de pessoas foram afetadas. Na Somália, onde a situação é mais grave, metade da população, isto é, 3,7 milhões de pessoas não têm o que comer. Desse número, 2,8 milhões vivem no sul do país.
A rede BBC Brasil afirma que é a pior seca dos últimos 60 anos.

 

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Crianças invisíveis

É como se elas não existissem. O Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) verificou através do Censo de 2010 que há 599.204 crianças, de até 10 anos, sem registro no Brasil. A maioria está em São Paulo, são 81.352 crianças sem documentação, enquanto no Espírito Santo são 2.478. Foi a primeira vez que o Censo levantou dados como esses.
Especialistas afirmam que é ainda maior o número de pessoas sem registros, se somado o número de adultos e a população ribeirinha. O registro é o primeiro ato civil da pessoa, pode ser feito logo após o nascimento. O prazo legal é de 15 dias depois do nascimento da criança; quem vive a mais de 30 km do cartório tem até três meses. Caso o tempo legal tenha sido ultrapassado, ainda é possível solicitar a certidão de nascimento em qualquer idade.

 

Mais de 500 mil crianças não existem oficialmente

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Acidentes domésticos: descobertas nada boas

Um típico dia de semana, com aquela correria de sempre envolvendo trabalho, casa, filhos e marido. Sandra Santos – nome fictício – chegou em casa às pressas, deixou o troco da compra dos pães francês em cima da mesa central da sala, jogou a bolsa sobre o sofá e colocou o filho João Vitor – nome fictício – em pé no tapete. Entre abrir as janelas da casa e ligar o computador, Sandra optou pela segunda opção, para depois dar continuidade a sua rotina. Após conectar a internet, colocar a senha do e-mail de trabalho e checar se algum novo recado havia chegado, Sandra retornou à sala para abrir as janelas e preparar o lanche do filho. O que a mãe de 33 anos viu foi o menino de três anos e dois meses com dificuldades para respirar, estirado no chão já com o rosto roxo.

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Sites educativos para crianças!

No site Educar para Crescer é possível encontrar sugestões de sites educativos para crianças, mas resolvemos oferecer aqui também a fim de facilitar a vida dos nossos leitores! Então, lá vai:

  • Atividades educativas: dispõe várias atividades para os jovens, é como se fosse uma “enciclopédia interativa”. Voltado para crianças acima de nove anos;
  • Cocoricó: o seriado da Tv Cultura que as crianças adoram reúne vários jogos, quebra-cabeças e pinturas para colorir. Entre cinco e oito anos;
  • Guia dos Curiosos: Curiosidades mais voltadas para adolescentes, “é informação com entretenimento saudável”;
  • Saúde animal: trata de assuntos relacionados aos animais domésticos e selvagens.  Tem como público alvo qualquer pessoa que adore as animais.

 

Que tal agora sugerir  para seu pimpolho um site bem legal?

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67 milhões de crianças fora da escola

 

Parece incabível pensar no número de crianças sem acesso à educação espalhadas pelo mundo.

O relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), “A crise oculta: Conflitos Armados e Educação”, é enfático ao apontar que isso ocorre especialmente em países com “taxa de natalidade elevada e alvos de conflitos armados”.

Além do impacto emocional gerado pelos conflitos, eles também são os responsáveis pela destruição de várias escolas. O estudo ainda analisa o impacto das guerras civis no processo (ou não) de formação das crianças. Em 12 anos de guerrilhas, cerca de 28 milhões de crianças tiveram que deixar os estudos. O texto completo aqui

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Mortes de crianças indígenas subiram 513%

A quantidade de mortes de crianças indígenas por desassistência subiu 513% em 2010 em relação ao ano anterior. Os dados são do Cimi (Conselho Indigenista Missionário).

Segundo o relatório anual “Violência contra os Povos Indígenas no Brasil”, 92 crianças menores de cinco anos morreram de doenças facilmente tratáveis em áreas indígenas no país, contra 15 em 2009.

Dois episódios puxam a cifra: as 19 mortes ocorridas no vale do Javari (AM), 5 por água contaminada durante uma estiagem e 14 por falta de assistência médica em casos de malária e hepatite; e 61 mortes por doenças infecciosas, respiratórias e desnutrição em uma única terra indígena xavante no município de Campinápolis (MT).

“De 100 crianças nascidas vivas, 60 morreram”, disse o bispo do Xingu e presidente do Cimi, d. Erwin Kräutler. “Não tem outra explicação que não o descaso.”

 

Fonte: Folha de São Paulo

Descaso pode ser explicação para a morte de crianças indígenas

 

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Uma infância sem racismo

Cada região tem lá suas características próprias. Diferenças na cor da pele ou no modo de falar que constituem o Brasil e a sua diversidade. O Fundo das Nações Unidas para a Infância, UNICEF, elaborou 10 maneiras de contribuir para a infância sem racismo. Vejamos cada uma delas….

 

1 – Eduque as crianças para o respeito à diferença;

2 – Piadas e expressões podem estigmatizar outras crianças. Quando o adulto perceber a atitude preconceituosa pode contextualizar e sensibilizar;

3 – Não classificar pela cor da pele;

4 – Toda criança tem o direito de crescer sem racismo, mas se ocorrer com seu filho, o informe que as diferenças existem, abrace-o e apóie-o

5 – Denuncie, racismo é crime!

6 – Estimule a convivência de crianças de diferentes culturas, raças e etnias;

7 – Valorize o comportamento respeitoso em relação às diferenças;

8 – Existem empresas revendo sua política de seleção. Informe se a sua empresa participa dessa iniciativa;

9 – Órgãos públicos de saúde e de assistência social têm trabalhado sem descriminação na rotina de atendimento;

10 – A escola é um espaço de aprendizagem, apropriada apara aprender e respeitar histórias e culturas.

 

Qualquer pessoa pode agir de acordo com algum  item acima, é só tentar!!!

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Internet em alta, água potável não

O Censo da Educação Básica de 2010 está em destaque novamente, com algumas revelações recentes, como a situação da água potável nas escolas brasileiras. Das 200.876 escolas ouvidas em todo o país pela pesquisa, pelo menos 9.621 disseram não oferecer água filtrada para os alunos beberem. A maioria dessas instituições se concentra na Zona Rural, totalizando sete mil escolas municipais, o restante é estadual e particular. Apenas o Distrito Federal não entra na lista dos estados; o Paraná tem, no total, 819 instituições sem acesso a água potável, enquanto o Pará lidera com mais de duas mil escolas na lista.

Mais de nove mil escolas não têm água potável para oferecer para as crianças

Outra realidade trazida pelo Censo foi o acesso à internet comparado às quadras de esportes. Nos primeiros anos do Ensino Fundamental, 71% dos alunos têm acesso à internet, enquanto nem a metade é beneficiada por quadras de esportes. No Ensino Médio, 94,8% dos estudantes acessam freqüentemente a internet, sendo que apenas 79,9% têm acesso a quadras de esporte. O mais preocupante é que a inclusão digital supera não apenas o acesso à quadra de esportes, mas também a biblioteca, acessibilidade para os alunos especiais e laboratório de ciências.

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Um dia estará no livro, hoje está no jornal

Maly Benatti, prefeita de Nova Esperança, cidade participante do Diário na Escola

Maly Benatti, prefeita de Nova Esperança, foi entrevistada hoje pelo Diário na Escola. A pauta discorreu, entre outros assuntos, sobre a relevância de democratizar o acesso ao jornal para os estudantes da rede municipal. Segue um trecho da entrevista que tem relação direta com o fato histórico ocorrido hoje: o casamento real.

 

 

“É de extrema importância que, o quanto antes,  a criança tenha acesso à leitura de livros e jornais. Os dois acrescentam – e muito – ao desenvolvimento de cada uma delas. Por exemplo, os pequenos moram aqui, mas estão conectados ao que ocorre mundo afora, como o casamento do príncipe Willian, que um dia estará nos livros, como parte do conteúdo de história, mas hoje está nos jornais. Por isso, é preciso que elas tenham acesso, também, ao que ocorre hoje, ao que ocorre agora!”

Maly Benatti

 

 

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