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Segurança na Web

leo_pachecoO advogado Leonardo Pacheco pontua algumas dicas às crianças para que não sofram com as consequências do uso indevido da internet:

– No controle de privacidade do facebook restrinja ao máximo as pessoas que podem visualizar suas publicações;

– Evite divulgar fotos com poses sensuais, roupas íntimas, biquínis e pijamas;

– Não faça comentários públicos que tenham cunho ofensivo, mesmo que se trate de uma brincadeira com o colega;

– Pessoas podem te pressionar para que envie fotos ousadas ou vídeos, não se deixe levar pela conversa. Uma mensagem enviada, não tem como ser pega de volta;

– Converse com seus pais, sempre, antes de adicionar alguém em seu perfil. Mesmo que a pessoa seja um conhecido da família;

– Não exponha a sua rotina de vida;

– Escolha um adulto de confiança para conversar sobre estes assuntos, ele saberá te aconselhar;

– Não dê informações pessoais a um estranho e não marque encontros, mesmo que seja em locais públicos não se arrisque;

– Lembre-se: tudo o que você faz na internet pode ser fiscalizado, sim!

– Repasse as senhas de suas contas na web para seus pais. Não é invasão de privacidade, é segurança!

 

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Perigo: Direito digital é tema de palestra para crianças

Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam as consequências ainda mais perversas. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada. E o que é pior, muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.

Engana-se quem pensa que a internet é um mundo a parte ao real e acredita que todo o conteúdo publicado ou divulgado, nunca sofrerá repreensão. Na realidade, a situação é bastante diferente. “Felizmente o código penal nos possibilita punição para os crimes, sejam eles cometidos pessoalmente ou de forma virtual”, destaca o advogado especialista em assuntos relacionados à internet, Leonardo Pacheco.

Foto Abre 01Preocupado com o número de casos que recebe em seu escritório envolvendo crianças e redes sociais, Leonardo desenvolve um trabalho voluntário, em parceira com o Conselho Tutelar de Maringá, e ministra palestras sobre Direito Digital em instituições de ensino da cidade.

Durante o bate-papo com os estudantes, o ministrante enfatiza a velocidade com que a sociedade está mudando e o quanto a internet tem contribuído para isso. “A cada dia mais a população precisa vencer preconceitos e estar atenta as questões de segurança no campo real – casa e carro – como também no quesito virtual – sites acessados, informações publicadas e pessoas desconhecidas”, comenta.

Uma foto divulgada nas redes sociais pode expor os bens materiais de valor que você tem em casa, a rua onde mora, a placa e o modelo do carro da família e a rotina de vida que levam. Isso auxilia o trabalho de pessoas más intencionadas que se aproveitam das oportunidades em que não haverá ninguém na residência, por exemplo, para realizar um assalto.

Leonardo alerta as crianças sobre o uso do aplicativo FourSquare, no qual a pessoa informa onde está naquele momento, seja um restaurante, a casa de um amigo ou a própria escola. “Esta ferramenta possibilita ao bandido ou ao pedófilo saber em que local você está e muitas vezes até as companhias, desta forma a pessoa se torna presa fácil. Aos pais, eu aconselho que não deixem seus filhos usar o aplicativo.”

A internet é um campo sem fronteiras, o que “cai” na rede, não tem mais controle de privacidade ou resgate de material. Enfim, o que você publica, já não é mais seu. O palestrante apresentou aos alunos diferentes exemplos de pessoas que estão sofrendo processo judicial, perderam o emprego e até foram investigados pela Polícia Federal, por publicações de ameaça, racismo ou ofensas. Os casos mais recentes são em relação às eleições e ao destrato com o povo nordestino. Como Leonardo citou, mesmo que seja um crime de internet este pode ser julgado, sim e a pessoa inclusive condenada à prisão.

Lembrando que, quem compartilha ou repassa um vídeo ou imagem que está expondo alguém, também pode ser considerado culpado.

O conselheiro tutelar de Maringá, Vandré Fernando comenta que até os 12 anos a responsabilidade da infração cometida é de responsabilidade dos pais, a partir desta idade até os 17 anos o adolescente já pode ser apreendido e fica em reclusão no Centro de Socioeducação (Cense). Após os 18 anos completos atinge a maioridade penal e é encaminhado para a penitenciária.

“O assunto discutido pelo Leonardo é fundamental dentro do espaço escolar. Os riscos da internet são tantos e tão comentados, que acaba se tornando algo comum e rotineiro, isso não pode acontecer! Pais e crianças devem estar sempre atentos. O fato de vir alguém diferente na escola e conversar com a gente sobre casos que acontecem aqui na cidade, de certa forma, assusta a todos. Percebemos que essa triste realidade está muito próxima de nós”, conta a vereadora mirim de Maringá, Carolina Herreiro.

O estudante Lucas Violin ressalta já ter identificado nas redes sociais perfis de jogos, mulheres e crianças que na verdade, são falsos. “Algumas dessas pessoas já me adicionaram, porque veem minha foto de criança e imaginam que vai ser mais fácil me alienar. Todo o cuidado, ainda é pouco.”

Sonia Maria Sguarezi é psicóloga e acompanhou o bate-papo com o advogado. “O interessante do tema em debate é que se mostrou algo muito próximo da realidade dos alunos, eles passam parte do dia conectados. Alguns coordenadores pedagógicos ficaram surpresas com a atenção e o silêncio dentro do auditório enquanto Leonardo apresentava as informações. Acredito que, além do momento de orientação, todo o conteúdo serviu de aprendizado também aos professores e àqueles que tem perfis na rede”, diz.

Ao final da palestra Leonardo aconselha, “o direito à crítica não te oportuniza uma ofensa. Pensem nisso!”

Quem pode ajudar?

Problemas envolvendo crianças e o mau uso da internet tem crescido muito, um dos órgãos públicos que luta diariamente para evitar estes casos, é o Conselho Tutelar. Criado a partir do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) tem a função de tomar providências em casos de ameaças ou violação de direitos.

O Conselho Tutelar tem à disposição serviços públicos que efetuam as avaliações necessárias e executam medidas aplicáveis. Sem uma rede de serviços e programas, o Conselho Tutelar pode fazer pouco por uma criança ou adolescente em situação de risco.

A primeira sede de um Conselho Tutelar no Brasil foi o de Maringá, atualmente há na equipe dez conselheiros que, diariamente, buscam a defesa dos pequenos. “Diferente do que muitos pensam, não temos a missão de repreender, mas sim, de requisitar serviços que ofereçam qualidade de vida, a exemplo de vagas em creches e consultas médicas. Quando alguma de nossas solicitações não é atendida encaminhamos o caso para o judiciário, sempre em busca de uma solução”, destaca o conselheiro tutelar, Vandré Fernando.

Denúncias e orientações em Maringá podem ser feitas pelos telefones 3901-2276 / 3901-1966, na sede do órgão localizado na Rua Joaquim Nabuco, nº 485 ou mesmo pelo 190. Lembrando que, quando solicitado, a identidade de quem procura os conselheiros é mantida em sigilo. “Estamos de portas abertas para atender a população com o dever de zelar por nossas crianças e adolescentes”, diz Vandré.

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LBV incentiva a permanência de crianças na escola

Lugar de criança é na escola. Parece óbvio, mas existem ainda no Brasil mais de três milhões sem acesso à educação. Os dados são do movimento Todos pela Educação (TPE).

A meta do TPE, de toda criança estar alfabetizada até os 8 anos de idade, não foi atingida. Mas como nem tudo está perdido, a proposta de todo jovem brasileiro concluir o ensino fundamental até 16 anos é uma realidade e o ensino médio até os 19 anos é uma meta superada.

A Legião da Boa Vontade (LBV) está com uma campanha de permanência das crianças na escola e como incentivo, os coordenadores da instituição vão entregar kits completos de material escolar. Vamos apoiar esta ideia que remete à inclusão educacional e ao desenvolvimento das crianças.

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LBV abre vagas para crianças

 

A Legião da Boa Vontade está com vagas abertas para o Programa LBV – Criança: Futuro no Presente! Neste programa são atendidas crianças com idade entre 6 e 11 anos, que estejam matriculadas no ensino fundamental (1ª à 4ª série) da rede pública, cujas famílias se encontram em situação de vulnerabilidade social.

 

Na LBV as crianças participam de várias atividades, oficinas lúdicas e recreativas, atividades esportivas e tem o acompanhamento de profissionais durante todo o tempo de permanência na Instituição. Também são oferecidos uniforme, alimentação balanceada e kit de material pedagógico completo.

 

Para se inscrever, pais ou responsáveis devem procurar o Centro Comunitário de Assistência Social da LBV, localizado na Rua Peroíbe, 338 – Parque das Grevíleas III, portando documentos pessoais e da criança.

Informações pelo telefone (44) 3263-2316.

 

Fonte: Paulo de Araujo/LBV

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Pesquisa revela a influência das crianças sobre o consumo dos pais

“Já faz tempo que não preparo alimentos que tenho vontade, o cardápio lá em casa é sempre voltado para as meninas”, conta Débora Thaís Ideriha, mãe de três garotas com idades entre seis e 14 anos. Débora compra, no supermercado, o que as filhas preferem comer e abdica de suas preferências. A experiência dela ratifica o resultado da pesquisa “O poder da influência da criança nas decisões de compra da família”, realizada em 11 países, entre eles o Brasil, concluindo que a opinião dos mais novos é decisiva na rotina familiar.

 

O estudo foi publicado pela Viacom, dona do canal Nickelodeon, e ouviu 15.600 pessoas, entre crianças de nove a 14 anos e pais com filhos de seis a 14 anos. A conclusão pode ser vista facilmente com a chegada do fim de ano, época em que eles interferem no destino da viagem, no prato principal da ceia e nos presentes de Natal. A pesquisa apontou que 60% dos jovens acreditam que suas opiniões são levadas em consideração pela família. Eles opinam e sabem do poder de persuasão que têm sobre o comportamento dos pais.

 

Nos 11 países estudados, as informações das crianças sobre produtos e marcas advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente

Os adultos levam mesmo em conta o que pensam os filhos, pelo menos foi o que disseram 51% dos entrevistados. As crianças palpitam, por exemplo, na cor e modelo do carro novo da família e os pais consideram o que elas disseram na hora da escolha. Adriana de Souza Garcia está grávida de cinco meses e é mãe do pequeno Augusto, de três anos. Ela faz parte de outra parcela da pesquisa, os 49%, que disseram decidir a rotina familiar em comunhão com os filhos. Adriana explica que a influência de Augusto sobre sua opinião existe, mas tem limites.

 

“Não deixo que ele simplesmente mude minha ideia, pois 80% das vezes ele impõe o que quer. Eu faço quando tenho certeza que vou beneficiá-lo e não apenas agradá-lo”, ressalta Adriana. As crianças estão cada vez mais precoces no quesito poder de escolha, o que preocupa é qual a origem das influências de comportamento e consumo dos mais novos. Conforme a pesquisa, as informações advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente. Os jovens confiam na mídia para buscar informações sobre produtos e marcas, e reproduzem, o que descobriram, aos pais.

 

A mamãe de Lauren, de um ano e meio, Juliana Yoshiumi, contou que ultimamente tem dado menos ouvido aos pedidos da filha. A tarefa não é fácil, mas pode ser extremamente educativa, uma vez que a mãe a ensina a ouvir a temida palavra “não”. “Conforme eu sempre dizia sim, ela foi ficando muito mimada”, explica Juliana, que é a favor de ouvir as crianças, mas considera os pais, as melhores pessoas para definir o que é bom ou não para a vida dos filhos.

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Notícias são fonte de reflexão sobre o trânsito

Que as crianças são as grandes multiplicadoras de boas ações ninguém duvida e, bem por isso, muitos apostam que as próximas gerações serão mais conscientes e responsáveis em relação às questões sociais como o trânsito e o meio ambiente. Ainda na infância, eles obtêm os valores necessários para lidar com a realidade atual. A professora da 4ª “A”, Stela Cristiane de Souza Magalhães, da Escola Municipal Iroí, de Presidente Castelo Branco, acredita nesta ideia e tem trazido as questões sociais para dentro da sala de aula, com a ajuda das matérias do jornal O Diário. A instituição participa do Diário na Escola por meio do patrocínio da Concessionária Viapar.

“O objetivo foi desenvolver o senso crítico e a cidadania por meio das notícias. No decorrer das aulas percebi o interesse na leitura e a compreensão e participação das crianças nas atividades”, explicou Stela, que está entusiasmada com a aceitação dos alunos no trabalho com o jornal. Com base nas matérias jornalísticas, a professora discutiu o trânsito, levando em conta as leis, os perigos, a educação e as formas de prevenir acidentes.  As atividades tiveram caráter lúdico e resultaram em produções textuais e desenhos. Um dos destaques é foi o desenho de Jhonathan Luiz Pereira, que traz toda a representatividade de quem burla as leis e não respeita o próximo.

 

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Nenhuma criança nasce para morrer

A campanha Por Todas as Crianças será apresentada durante coletiva de imprensa na próxima quarta-feira na sede da Fundação Abrinq – Save the Children às 14 horas. O lema é “Nenhuma Criança Nasce para Morrer” e a ação acontece em 25 países. Números recentes sobre mortalidade infantil, na infância e materna serão apresentados na ocasião, a fim de mostrar a meta até de 2015.

Os números são assustadores, apenas em 2009, 50.033 crianças de 0 a 5 anos morreram, o que corresponde a 137 por dia, segundo o Ministério da Saúde. O que mais preocupa é que  33.604 faleceram por causas evitáveis. Por esta razão e disposta a lutar pela diminuição desses números, a Fundação Abrinq – Save the Children desenvolveu a campanha Por Todas as Crianças, iniciativa que apresenta a necessidade de uma diminuição na taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos por doenças facilmente evitáveis.

Fonte: Andi

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Seca, fome e morte

 

Mais de 29 mil crianças já morreram

 

FOME. Não falaremos sobre dietas, educação alimentar e perda de peso. Falaremos sobre fome, desespero e morte. Mais de 29 mil crianças de até cinco anos já morreram de fome na Somália, segundo dados divulgados pelos Estados Unidos.
Até o final do ano toda a região do Sul do país vai ser atingida pela crise de fome, que já tem feito muitas vítimas, principalmente nos últimos três dias. A Unidade de Análise de Nutrição e Segurança Alimentar da Somália (FSNAU), órgão da ONU, afirmou que a desnutrição aguda e mortes ligadas à inanição aumentaram nos últimos dias em alguns distritos e em campos de refugiados nos arredores de Mogadíscio.
A falta de chuva e as mudanças climáticas são as responsáveis pela onda de fome no Chifre da África, como é chamada a região onde fica a Somália. Mais de 11 milhões de pessoas foram afetadas. Na Somália, onde a situação é mais grave, metade da população, isto é, 3,7 milhões de pessoas não têm o que comer. Desse número, 2,8 milhões vivem no sul do país.
A rede BBC Brasil afirma que é a pior seca dos últimos 60 anos.

 

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Crianças invisíveis

É como se elas não existissem. O Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) verificou através do Censo de 2010 que há 599.204 crianças, de até 10 anos, sem registro no Brasil. A maioria está em São Paulo, são 81.352 crianças sem documentação, enquanto no Espírito Santo são 2.478. Foi a primeira vez que o Censo levantou dados como esses.
Especialistas afirmam que é ainda maior o número de pessoas sem registros, se somado o número de adultos e a população ribeirinha. O registro é o primeiro ato civil da pessoa, pode ser feito logo após o nascimento. O prazo legal é de 15 dias depois do nascimento da criança; quem vive a mais de 30 km do cartório tem até três meses. Caso o tempo legal tenha sido ultrapassado, ainda é possível solicitar a certidão de nascimento em qualquer idade.

 

Mais de 500 mil crianças não existem oficialmente

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Acidentes domésticos: descobertas nada boas

Um típico dia de semana, com aquela correria de sempre envolvendo trabalho, casa, filhos e marido. Sandra Santos – nome fictício – chegou em casa às pressas, deixou o troco da compra dos pães francês em cima da mesa central da sala, jogou a bolsa sobre o sofá e colocou o filho João Vitor – nome fictício – em pé no tapete. Entre abrir as janelas da casa e ligar o computador, Sandra optou pela segunda opção, para depois dar continuidade a sua rotina. Após conectar a internet, colocar a senha do e-mail de trabalho e checar se algum novo recado havia chegado, Sandra retornou à sala para abrir as janelas e preparar o lanche do filho. O que a mãe de 33 anos viu foi o menino de três anos e dois meses com dificuldades para respirar, estirado no chão já com o rosto roxo.

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