educação



Canais infantis incitam o consumo

Olá pessoal! No dia 13 de agosto, último domingo, a reportagem da jornalista Pauline Almeida falou da publicidade e da propaganda direcionadas às crianças para estimular o consumo. Sem o acompanhamento dos responsáveis, os pequenos estão sujeitos a um “bombardeio” de informação. Além disso,  as propagandas não estão apenas no intervalo da programação. A matéria alerta os […]

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“NICOLAU, O MENINO AZUL” FOI INSPIRADO POR UMA FOTO DO DIÁRIO

Olá pessoal! Na edição de hoje circula a nossa coluna O Diário na Escola, no Caderno D+. Para quem ainda não leu o Diário do Norte do Paraná hoje, apresentamos três trabalhos maravilhosos desenvolvidos nas cidades de São Jorge do Ivaí e Marialva. Linguagem jornalística desafia os alunos A turma do 4ºC da professora Simone Carbone,  de São Jorge do […]

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EXTRA! EXTRA!

Olá pessoal!

Passamos por aqui para avisar que nossa coluna de amanhã, terça-feira, está em produção! Não percam, lá no Caderno D+ do Diário do Norte do Paraná.

AVISO

Em virtude do feriado de Nossa Senhora da Glória, padroeira do município de Maringá, os jornais que seriam entregues na quarta-feira, terão entrega antecipada.

Desejamos a todos uma excelente semana!

Abração da Equipe O Diário na Escola

#16ANOS

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Você leu o Jornal O Diário hoje? Tem coluna fresquinha no Caderno D+

Olá pessoal!

A segunda-feira, 7, foi super produtiva em Sarandi. A oficina pedagógica começou cedo para o primeiro grupo de professores e foi até o finalzinho da tarde para a segunda turma.

Professores participam da capacitação para Prova Brasil (Foto: João Cláudio Fragoso)

Foi uma experiência maravilhosa!

A prática da professora Alethéia Braga despertou muito interesse entre os profissionais da Educação. A maioria procura entender melhor os descritores (conteúdos) para que os alunos estejam bem preparados para a Prova Brasil:

“Os professores estão muito motivados e perguntam como podem ajudar o aluno a entender as questões de língua portuguesa ou matemática, quais estratégias avaliativas aplicar. No encontro nós levantamos as questões práticas sobre a avaliação e procuramos sanar na oficina”, afirma Alethéia.

Matéria do dia:

A edição de terça-feira da Coluna O Diário na Escola fala sobre o registro em cartório dos animais de estimação. A novidade que permite até colocar o sobrenome da família no pet, está disponível em Maringá. Você pode ler a matéria na íntegra na edição impressa do Diário 😉

Novidade chegando

Os alunos da Escola Reynaldo Rehder Ferreira (APAE/Maringá) são o destaque na edição dessa quarta-feira, 9. Eles utilizaram o jornal em sala de aula para uma aula multidisciplinar sobre dengue.

Para ler a reportagem sobre a atividade pedagógica desenvolvida na turma da professora Márcia Beluzzi, acompanhe a matéria na página D2 do Caderno D+

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Jogos Escolares deixam marca positiva

Olá pessoal! Vocês leram a Coluna O Diário na Escola dessa terça-feira, dia 1 de agosto? A gente conta as experiências recentes de Floraí com o jornal em sala de aula. A escolha de temas de interesse dos alunos é sempre um estímulo a mais para quem participa de um projeto multidisciplinar. Capacitação e propostas inovadoras As […]

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O Diário na Escola está em Floraí!

Olá pessoal!

Hoje estamos com os profissionais da Educação de Floraí para uma tarde de troca de saberes e experiências!

É mais uma oficina promovida pelo programa O Diário na Escola, sob coordenação de Ricardo Pastoreli.

A oficina “Os Descritores: um convívio diário” faz parte da capacitação docente para a Prova Brasil!

Nessa tarde vamos falar sobre vários temas, veja alguns:

  • procedimentos de leitura;
  • enunciador na compreensão de textos, intertextualidade;
  • localizar informações;
  • identificar o tema;
  • distinção entre fato e opinião.

Estaremos aí das 13 às 17 horas em parceria com a prefeitura do município! Gostou?

Ah, e por falar em oficina…

O pessoal de Ivatuba participou do encontro com a professora Alethéia semana passada. Olha só a avaliação da Secretária de Educação do município, Nadir Valentini:

“A parceria formada com o Programa O Diário na Escola vem contribuindo significadamente com a formação continuada de nossos professores. A cada oficina novas práticas pedagógicas são aprimoradas. E ao fazer uso do jornal como ferramenta de aprendizagem nossas crianças são estimuladas a novas descobertas e os conteúdos são aprendidos de forma prazerosa”.

 

Obrigada por nos receber professora Nadir!

Logo tem mais e a gente conta tudo por aqui e no Diário na Escola no Facebook

Até logo!

Equipe O Diário na Escola

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Jornal O Diário recebe visitantes mais que especiais

Olá pessoal!

No dia 12 de julho recebemos aqui no Diário os alunos da Escola Dinâmica Centro de Educação Especial de Maringá. A turma veio acompanhada pela professora Roseane Gimenes e a diretora da instituição, Eunice Costa de Freitas.

Recebidos pelo coordenador do Programa O Diário na Escola, Ricardo Pastoreli, os alunos puder ver de pertinho como funciona o jornal que já faz parte do dia a dia em sala de aula.

O nosso encontro foi registrado na coluna de terça-feira, dia 18. Sobre a visita, a diretora da escola, Eunice, afirmou que pelo fato dos alunos já conhecerem o jornal, existe uma conexão entre eles e ver como tudo funciona traz para o aluno uma visão mais ampla do que o jornal representa.

“Quando você faz uma visita como essa, você oferece novos elementos para essa experiência. O aluno pode atribuir novos significados ao que sabia sobre o tema, levar para casa novas perspectivas”, afirma.

Gostou? Para ler a matéria na íntegra é só clicar na miniatura.

Coluna do Diário na Escola do D+ de 18 de julho

A gente adorou a visita pessoal!
Abração da equipe O Diário na Escola

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‘Educar é amar’, diz Nezo

foto-abreNa última semana cerca de 300 profissionais da educação de Maringá, e de mais dezesseis municípios da região norte do estado, participaram do encontro de encerramento anual do Programa Educacional O Diário na Escola. A partir do tema “O professor diante da carreira: o olhar sobre si, sobre a educação e sobre os alunos” o educador e jornalista, especialista em Psicopedagogia, mestre em Letras e doutorando em Educação, Ronaldo Nezo falou sobre os desafios da carreira.

Antes de debater sobre qualquer tema, o palestrante enfatiza que a primeira coisa que precisamos conseguir responder é: Quem sou eu? Ele diz que quando a gente se conhece, tudo na vida fica mais fácil de lidar. “Quando olhamos para nós, problematizamos algumas questões. Na vida docente, a principal indagação deve ser: Por que escolhi ser professor? Educar é algo nobre, abrimos caminhos para além daquilo que um dia as pessoas poderiam ir”, fala.

Outro apontamento de Ronaldo aos participantes é: Por que ensino? Alguns conteúdos realmente são apenas para que o aluno consiga passar no vestibular, mas, em boa parte dos outros, se contribui com a formação cidadã do sujeito. O professor precisa relacionar o assunto em estudo com algo que tenha importância na vida do estudante.

E você, professor, como se vê? O palestrante ressalta que é preciso se analisar. Será que você tem segurança em sala de aula? Se considera competente? Essa autoafirmação te deixa com melhor postura e domínio perante os educandos.

“Saber como a sua família, amigos e alunos te veem como professor é bastante importante. Infelizmente a sociedade não valoriza essa profissão tão nobre e por isso, devemos avaliar se somos vistos como alguém dedicado ou competente, e caso não seja, tire proveito disso para ser melhor, é preciso aprender a ouvir as críticas, se corrigir e mudar atitudes”, ressalta Ronaldo.

A preparação das aulas também foi discutida na palestra. O professor precisar saber sobre o que está falando e acreditar no que ensina, pois confiar no que você transmite é fundamental para fazer a diferença na vida do aluno. O preparo dos conteúdos a serem lecionados exige tempo, planejamento e dá trabalho, mas o resultado final do aprendizado é satisfatório.

“Trabalhamos com metas, com sonhos, sempre para alcançar nossos objetivos. Sem essa motivação a rotina diária perde o sentido e a empolgação com a profissão acaba. Nós, educadores, temos o papel de contribuir com a sociedade. Precisamos cuidar além do corpo, do físico, mas investir no nosso intelecto, em conhecimento”, comenta o palestrante.

Os alunos

Ronaldo conta que o professor que entra em sala de aula descrente na capacidade do estudante, consequentemente não irá fazer uma boa explicação. O mesmo acontece com a receptividade, se o mestre entra com educação, será bem recebido.

“Conhecer a realidade de vida do aluno ou os desafios que ele enfrenta é preciso para que se consiga somar a ele. Nosso papel é de contribuir, de ajudar. Vivemos em uma sociedade em que cada um é por si, na escola não pode ser assim. O estudante de hoje, é o profissional do amanhã. Eles serão nossos futuros médicos, arquitetos ou mesmo professores”, explana o palestrante.

Algo a ser lembrado é que a criança não chega à escola como uma lousa branca a ser escrita. Ela trás consigo uma história, uma formação, uma lição já rascunhada na vida dela. É preciso aprender a lidar com as particularidades de cada um.

Para pensar

Em toda a sua fala, Ronaldo fez os professores refletirem sobre a profissão que exercem. Afinal, ensinar exige ética, os estudantes aprendem pelo exemplo, por aquilo que se fala em sala de aula, inclusive sobre o que se fala dos colegas de trabalho.

“O educador deve ser ousado, teimoso (sem desrespeito), aceitar o novo, o diferente e ser contra qualquer forma de discriminação para que não se forme alunos com preconceitos. Já dizia Paulo Freire que ser professor é aceitar que as coisas podem piorar, mas também podemos intervir para melhorar. Não perder a esperança! Educar é amar”, conclui otimista o palestrante.’

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Ensinamentos do impresso

O estudo dos gêneros textuais é a base da aprendizagem do ensino fundamental. E um material que tem somado à didática dos professores dentro dos espaços escolares, é o jornal. Rico em diversidade de textos, o impresso apresenta os conteúdos que estão em estudo nos livros didáticos, mas em seu suporte original, o que torna a atividade mais real e prazerosa.

Por exemplo, é muito mais interessante para a criança aprender sobre a estrutura de uma notícia folheando as páginas do Diário, do que ver uma cópia reduzida do impresso no livro escolar. Por isso, cada vez mais os professores têm levado o jornal para a sala de aula como suporte de ensino.

Foto AbreNa Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, a professora Rosângela da Silva Oliveira já tem utilizado essa didática. Para cumprir o cronograma curricular de conteúdos, Rosângela levou exemplares do Diário e apresentou aos alunos os gêneros textuais presentes nesse veículo de comunicação, que neste caso além de informar, ensina.

“Eu precisava repassar o conhecimento às crianças sobre os diferentes tipos de textos que temos. Nessa proposta o jornal me auxiliou bastante, pois em um único material encontrei tudo o que precisava. Isso torna não só o meu trabalho mais fácil, como o aprendizado dos estudantes também”, enfatiza Rosângela.

Para iniciar a aula, a professora entregou os exemplares do Diário para os alunos do quarto ano e deixou que eles folheassem para conhecer o material que tinham em mãos. “Fui intervindo para apontar a estrutura, os assuntos e principalmente a diversidade textual”, diz.

Dentro do gênero notícia, que foi o foco da aula, Rosângela apresentou aos estudantes a manchete, ou seja, o título do texto. Em seguida, cada criança recortou as manchetes que mais lhe chamou a atenção e a classe toda montou um cartaz com as informações retiradas do jornal.

Em seguida, a turma do quarto ano leu as matérias do Diário e interpretou os conteúdos, sempre observando a estrutura do texto em estudo. A parte prática, também foi desenvolvida. Os alunos receberam o desafio de produzir manchetes, e a partir do momento que a professora percebeu o domínio da tarefa, eles foram motivados a produzir notícias sobre a cidade em que vivem.

“Apesar das crianças ainda terem pouco contato com o impresso e dificuldade em reconhecer os gêneros, essas atividades foram muito importantes para o aprendizado efetivo. É mais fácil o reconhecimento do texto dentro do seu suporte original”, comenta a professora.

“Preciso ler mais o Diário, com tantas informações tive mais gosto em fazer a tarefa escolar”, ressalta a aluna Raiane de Paula Souza. O colega de turma José Daniel Ramanhk de Jesus acrescenta que “o contato com o jornal nos faz ter mais interesse pela leitura e torna o trabalho em prazer.”

Nas aulas seguintes, Rosângela ainda ensinou às crianças sobre os outros gêneros vistos no impresso, como: carta do leitor, artigo, enquete, resumo, horóscopo e outros. Além de desenvolver trabalhos com enfoque nos anúncios e nas charges.

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