educomunicação



Por que o jornal na educação?

Pesquisa realizada com os profissionais da educação, participantes de “O Diário na Escola”, em novembro e dezembro deste ano, aponta que o jornal tem sido utilizado nos projetos pedagógicos da escola. De acordo com os educadores de Maringá e região, o trabalho com os impressos despertou nos alunos: 1) mais interesse pela leitura; 2) maior interesse pelos temas do cotidiano; 3) melhor qualidade na produção de texto; 4) melhor interpretação de texto; 5) maior participação nas aulas; 6) melhor relacionamento interpessoal; 7) mais autonomia e autoconfiança; e 8) melhor raciocínio lógico-matemático. De forma geral, os principais pontos positivos ressaltados foram os seguintes:

1-     Assessoria pedagógica (oficinas, palestras, reuniões etc) prestada aos educadores.

2-     Assiduidade e pontualidade com que o jornal chega à escola.

3-     Realização de concursos (promoções culturais) com premiação, que é um fator motivacional.

4-     Publicação de eventos culturais e educacionais das escolas e municípios; publicação dos trabalhos de alunos e professores na coluna do programa.

5-     Propiciar o debate, a criticidade, a análise do cotidiano e contribuir com o ensino-aprendizagem nas diversas disciplinas.

Veja o que dizem os educadores sobre o trabalho realizado:

“Espero que a equipe do Diário na Escola continue fazendo este trabalho excelente nas escolas, melhorando a formação dos professores com os cursos oferecidos que são ricos em conteúdo.” Prof.ª Kelly Cristina de Aguiar – Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade – Sarandi

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Leitura e Cidadania

Com os constantes avanços tecnológicos, cada vez mais os meios de comunicação estão presentes na vida das pessoas, seja na família, no trabalho, nas salas de aula etc. Essa rapidez da informação é uma das características do pós-modernismo. Se acontece algo do outro lado do mundo, em questão de minutos já é notícia aqui em nossa cidade. Assim, vivemos “bombardeados” por informações de todos os lados (na televisão, na internet, no celular, nos jornais impressos etc.). A escola, por sua vez, não pode fechar os olhos diante desse fato, cabe a ela trabalhar esses conteúdos de forma analítica e crítica diante das versões mediadas, ou seja, contadas pelos veículos de comunicação, a fim de formar estudantes mais críticos e informados sobre a realidade em que vivem.

Assim, desde 2001, o programa educacional “O Diário na Escola”, desenvolvido pelo Jornal O Diário do Norte do Paraná e alinhado ao modelo nacional dos Programas “Jornal e Educação”, da Associação Nacional de Jornais, ANJ, em parceria com as Secretarias da Educação da região e com a de Maringá (SEDUC) e empresas, visa a desenvolver, juntamente com os professores de Maringá e região, uma reflexão teórico-prática sobre a utilização do jornal em sala de aula. Para isso, realiza frequentes encontros para maximizar e discutir metodologias de atividades que contemplem a interdisciplinaridade, a leitura crítica e a discussão da cidadania através de assuntos veiculados nas páginas do jornal impresso, tendo a “Educomunicação” como referencial teórico para o desenvolvimento do trabalho.

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Escritos sobre Educomunicação…

Interessante o paranorama trazido pelo site Portal Aprendiz, no artigo “A educomunicação e suas contribuições na educação integral”, escrito pela jornalista Daniele Próspero.

Para se ter uma ideia do número de pessoas envolvidas em projetos que envolvam a Comunicação e a Educação, o artigo explica que “em 2011, mais de 4200 instituições escolares, em 842 cidades, estão desenvolvendo atividades educomunicativas com cerca de 825 mil alunos participantes”.

O Diário na Escola trabalha em 2011 com o jornal na sala de aula de mais de 10 mil alunos, de 116 instituições educacionais. Os resultados destas práticas ressaltam que a Educomunicação tem sido um instrumento de luta para a emancipação dos sujeitos envolvidos.

Abaixo um trecho do artigo “A educomunicação e suas contribuições na educação integral”:

Diante dos novos desafios da sociedade contemporânea, a educação, cada vez mais, precisa ampliar os espaços, tempos e oportunidades educativas, o que busca justamente a promoção de uma educação integral, ou seja, a formação dos alunos nas suas multidimensões. Isso passa, necessariamente, pela possibilidade de converter-se num espaço privilegiado para garantir às novas gerações os conhecimentos e as habilidades indispensáveis, para que se comuniquem com autonomia e autenticidade.

Sendo assim, não há como não falar em comunicação. Essa aproximação entre comunicação e educação se torna essencial. É o que chamamos de educomunicação, ou seja, um conjunto das ações voltadas ao planejamento e implementação de práticas des-tinadas a criar e desenvolver ecossistemas comunicativos abertos e criativos em espaços educativos, garantindo, dessa forma, crescentes possibilidades de expressão a todos os membros das comunidades educativas.

Diversas experiências e práticas educomunicativas têm alcançado resultados im-portantes no processo de aprendizagem das crianças e jovens. Algumas, inclusive, avançaram e se tornaram políticas públicas, como o projeto Educom.radio, em São Pau-lo. O governo federal percebeu o valor da proposta e sua importância para a busca de uma nova educação e inseriu, pela primeira vez, como política pública nacional – no Programa Mais Educação -, o conceito e pressupostos da educomunicação como uma forma de agregar à busca constante por uma educação integral.

Leia completo aqui

 

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Educomunicação que atravessa fronteiras

Apaixonados por Educomunicação podem comemorar, a iniciativa realmente tem atravessado muitas fronteiras, conquistado adeptos e obtido resultados surpreendentes. Vejam esta novidade internacional:

O Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) da Escola de Comunicação e Arte da Universidade de  São Paulo (ECA/USP) foi à Guiné-Bissau para inaugurar uma turma do curso a distância “Mídias na Educação”, que será administrado pelo Núcleo em parceria com três mil professores do Estado de São Paulo, por meio de recursos da educação a distância com atividades presenciais.

O “Mídias na Educação” é um projeto do MEC direcionado a professores de todo o país. Sua aplicação no estado de São Paulo se faz mendiante uma parceria entre o NCE-USP e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Vai ser a primeira formação de educomunicadores na Guiné-Bissau, país lusófono localizado na África Ocidental.

Conheça o trabalho de Educomunicação na Guiné-Bissau aqui

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Participe do Encontro Brasileiro de Educomunicação!

Formas de aprender, estudar e ensinar com e sobre a mídia serão reveladas no III Encontro Brasileiro de Educomunicação, que acontece dias dois e três de dezembro de 2011, em São Paulo. O evento acontece no Campus Butantã, da Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). O objetivo é comemorar a década de Educomunicação, que iniciou em 2001 com o aumento das práticas, e promover o Curso de Especialização em Educomunicação oferecido pela Universidade. Quem não puder participar das discussões e palestras pessoalmente, mas quiser contribuir com o encontro pode postar os trabalhos de educomunicação nas redes sociais e disseminar ainda mais as áreas de intervenção da interface de Comunicação e Educação. Mais aqui

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Práticas de Educação para a Mídia

Resolvi compartilhar um dos textos do Confibercom – I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana – que aconteceu entre os dias 31/07 e 04/08, em São Paulo-SP. Achei interesse o ponto de vista trazido pela Lígia Beatriz de Almeida. Depois vocês me contam o que acharam!!

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Iniciativa de Educomunicação é premiada no Expocom

Os profissionais da comunicação dentro do espaço educativo têm realizado grandes iniciativas a fim de melhorar o processo de aprendizagem e de emancipação humana. Os resultados são sempre maravilhosos, como já foi, muitas vezes, pauta do Diário na Escola.

Acadêmicos de jornalismo de Maringá se uniram ao corpo docente e a diretoria do Colégio Estadual Olavo Bilac, de Sarandi, e mobilizaram os alunos do Ensino Médio em torno de temas como cidadania, meio ambiente, ética, respeito etc. Produziram a Gazeta do Estudante, vencedor do Congresso de Ciências da Comunicação da Região Sul ( Intercom Sul ), na categoria jornal avulso.

Agora o trabalho de Wilians Zanchim vai concorrer ao prêmio nacional no XXXIV Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, que em 2011 acontece na Universidade Católica de Pernambuco, de dois a seis de setembro, em Recife.

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Alunos de Marialva visitam Grupo O Diário

Turma da 4ª série da tarde da Escola Municipal Maria dos Santos Severino, de Marialva

Para que cada prática de Educomunicação seja singular e respeite as características e necessidades de cada grupo, é fundamental aproximar os receptores do modo como a disseminação de informação acontece e quem faz isso. Os alunos da 4ª série da Escola Municipal Maria dos Santos Severino, de Marialva, vieram conhecer o Grupo O Diário e entenderam como funciona o processo de produção do jornal impresso e os programas de rádio.

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Educomunicação ou Mídia-educação???

Ele é uma referência teórica e prática em Educomunicação. Jornalista, Doutor em Comunicação pela ECA/USP e pós-doutor com a Marquette University, Wi, USA. Ismar de Oliveira Soares é quem pode explicar a diferença entre Educomunicação e Mídia-educação e se ela existe. Enquanto uns optam pelo primeiro termo, outros preferem o segundo. Vamos ler o que Ismar pensa sobre isso, com aquela propriedade de sempre…

"Inclusive existe um termo, um conjunto de termos como “mídia e educação” que tem sido muito usado em diversos lugares por pessoas que desenvolvem práticas educomunicativas, porém, não gostam do termo “educomunicação”. Nada contra. Cada um denomina a sua prática como quiser. A única questão é que quando se fala em “mídia e educação” há a presença de dois substantivos que têm dentro de sua raiz conceitual alguns paradigmas. Por exemplo, a educação é um paradigma iluminista; a comunicação é um paradigma funcionalista. E se não qualifico isso, vou estar unido o iluminismo ao funcionalismo o que significa falar em uma educação tradicional ou comunicação tradicional – não avançamos. Então, a educomunicação propõe reverter esses paradigmas e entende que tem de superar a visão tradicional das tecnologias educativas".

Para ler mais sobre Educomunicação, acesse aqui

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Educomunicação em Marialva

O coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação (NCE) do Departamento de Comunicações e Artes da ECA-USP, Ismar de Oliveira Soares, escreveu o artigo Educomunicação: um campo de mediações. Ao descrever as inter-relações entre educação e comunicação, Soares disse que  a área da educação para a comunicação é constituída, também,  pelas reflexões em torno da relação entre os pólos vivos do processo de comunicação (…), bem como,  no campo pedagógico, pelos programas de formação de receptores autônomos e críticos frente à mídia.

Com o propósito de formar estes receptores é que O Diário na Escola realiza as capacitações com os professores participantes, a fim de que eles sejam os mediadores e supervisores entre a criança e o jornal impresso. Abaixo as fotos da última oficina pedagógica, ministrada pelo coordenador do programa, Ricardo Pastoreli, na última quinta-feira, dia 31/03, em Marialva.

 

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