Itambé



Manifestações é tema de aula

Ações políticas também se debatem na escola, sim! Como futuros cidadãos que representarão nosso país, os estudantes estão cada vez mais atentos ao que acontece no cenário político. A turma de alunos do quinto ano da Escola Municipal Prof. Domingos Laudenir Vitorino de Itambé, mesmo em seu primeiro contato com o jornal e antes mesmo de folhear as páginas de conteúdo, se expressaram ao ver a reportagem estampada na página do Diário com a manchete “Maringá tem dia histórico nas ruas”, a qual se refere aos manifestos que reuniram quase 50 mil pessoas na cidade, na luta contra a corrupção.

As crianças fizeram comentários sobre o fato ocorrido na cidade vizinha em que moram, assim como em outras regiões do Brasil, alguns disseram que vieram até Maringá e participaram do protesto, outros falaram que viram notícias semelhantes na televisão e na internet. Enfim, a empolgação foi tanto diante do assunto, que a professora Suelena Jaqueta decidiu explorar o tema com a turma.

Foto SubmanchetePara iniciar o trabalho os estudantes leram a reportagem e conheceram a fundo sobre do que se tratava a notícia. Na sequência, cada opinião emitida e informações apontadas, foram transcritas para o quadro e depois do levantamento de dados e muita discussão sobre o que conhecem a respeito do assunto, em duplas, as crianças produziram pequenos textos apontando o porquê os manifestos estão acontecendo, quem tem participado e por o quê as pessoas estão lutando.

“Todo esse problema começou quando a população confiou na presidente Dilma e depois de um tempo percebeu que ela não estava cumprindo com o que prometeu. Uma multidão foi às ruas, em diferentes estados, protestar contra o desemprego e os baixos salários”, contam as alunas Julia Maniezo e Ludmyla Soares.

Os estudantes Yuri Lima e Gabriel Senhem apoiam os manifestos e a vontade do povo em falar o que pensa. “Muitas pessoas pedem o impeachment da Dilma e a prisão do ex-presidente Lula. Todos estão nervosos com as calúnias apresentadas pelo governo. Sem falar na conta de luz, que mesmo a gente economizando, vêm com o valor nas alturas e ainda o aumento dos impostos em tudo que consumimos diariamente.”

Suelena ficou satisfeita com os resultados. “Meus alunos são bastante expressivos, com isso, os textos são baseados em informações e cheios de argumentos que sustentam o que eles escrevem. Quando um assunto repercute dessa forma, o melhor é esgotá-lo, é trabalhar com ele. Assim as crianças têm a oportunidade de falar tudo o que tem vontade, aprendem com a partilha de conhecimento dos colegas e conseguimos dar continuidade aos conteúdos.”

“Adoramos fazer essa atividade, pois além de lermos o jornal também tivemos a oportunidade de falar e escrever sobre um assunto que está na mídia, que as pessoas conversam na rua e em casa, com a família. Estamos preocupadas e queremos o melhor para o nosso Brasil”, dizem otimistas as alunas Ana Paula Rodrigues e Sandy Guimarães.

“O Diário nas minhas aulas tem muita importância, porque com ele os alunos adquirem conhecimento sobre o dia a dia do país e principalmente dos municípios da nossa região. Com ele, na nossa escola, a acessibilidade às informações é bem melhor, pois posso explorar várias disciplinas utilizando o jornal, facilitando ainda mais o aprendizado dos educandos”, conclui a professora.

 

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Água, uma riqueza limitada

Imagem - AbreNo último dia 05 foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Um assunto sempre em pauta dentro das instituições de ensino, não poderia deixar de ser discutido em uma data tão importante. Nas mídias, muito se fala da falta da água, em especial no estado de São Paulo. Tendo em vista que a água é um bem comum e o mau uso pode afetar a vida de todos, a professora Susany Aparecida Lucca que leciona na Escola Municipal Prof. Domingos Laudenir Vitorino, em Itambé, desenvolveu atividades de interpretação e produção textual com seus alunos do quinto ano, sobre o tema em destaque.

“A introdução deste assunto teve por objetivo a necessidade da preservação e cuidados que devemos ter com a água, enfatizando o desperdício com o uso indevido e a escassez por parte dos problemas ambientais. Assim, despertar no aluno a consciência para melhorar essa situação”, conta Susany.

De início foram debatidas questões que envolvem o meio ambiente. Destacando a preocupação que os moradores de Itambé estão tendo em relação ao aterro sanitário do município, que poderá receber lixo de outras cidades da região.

Introduzido o assunto, as crianças iniciaram os estudos da disciplina de Ciências e trataram de temas como a importância da água para o ser humano, como tem ocorrido a contaminação, o mau uso, a importância das matas ciliares, o desmatamento, e as estações de tratamento.

“Por causa de pessoas que não cuidam do planeta, todos nós estamos passando por essa crise ambiental. E ainda tem gente que acha que quando falamos que um dia a água vai acabar acham que é mentira, que é brincadeira. Temos que nos conscientizar que sem água não há vida”, ressalta a estudante, Isadora Messias.

Para fixar o conteúdo aprendido, os alunos assistiram a vídeos e ouviram músicas que remetem ao tema da atividade. Na disciplina aula de Língua Portuguesa, Susany estimulou a interpretação e produção textual. Para finalizar, depois de todo o embasamento que os alunos tiveram, cada um deles foi desafiado a escrever um sobre a importância da água.

“Este trabalho resultou em grande aprendizagem por parte das crianças. O tema possibilitou a conscientização e a efetiva participação para uma mudança de hábitos, elas perceberam que uma simples atitude pode fazer toda a diferença. Ações essas que alguns estudantes já relataram estar colocando em prática”, comemora a professora.

 

RESULTADO

Depois de muito estudo e conhecimento compartilhado, os alunos expressam no papel tudo o que aprenderam. Confira a produção da estudante, Stefhany Souza Santos:

A poluição

A água é muito importante para todo ser vivo. Já sabemos que ela está acabando, então vamos economizar tomando banhos curtos, deixando juntar uma quantidade de roupa para ligar a máquina de lavar e fechando bem as torneiras.

Será que a água do nosso Planeta é a mesma de sempre? Muitas pessoas jogam lixo em rios e lagos. Será que vai ter água para o nosso futuro? Estão passando veneno nas plantações perto de rios e poluindo a água. E essa água? Vai estar boa para o consumo humano?

Então pense nisso, vamos melhorar o nosso Planeta e não piorá-lo!

 

DICA DE AULA

Professor, gostou do tema trabalhado pela professora Susany? Aqui vão as fontes dos materiais que ela usou, aproveite e faça a proposta com a sua turma:

VÍDEOS (Youtube):

  • Chaves em desenho animado: vamos cuidar da água
  • Planeta Terra, Planeta Água
  • A real situação da água no Brasil
  • Estação de tratamento de água Sabesp

MÚSICAS:

  • Água: turminha do Tio Marcelo
  • Planeta água – Guilherme Arantes

TEXTOS:

  • A herança da criança – Paulo César Dantas de Oliveira
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Aprendizado através das cifras

DSCN9466Cerca de 25 alunos do Programa de Iniciação Artística (Projeto Piá) e da Escola Municipal Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé, foram selecionados para o 34º Festival de Música de Londrina.

“Participar do evento foi uma oportunidade extremamente significativa para as crianças e também para a escola, pois o interesse pela música aumentou e, assim, despertou em outros estudantes a vontade de fazer parte do Projeto Piá”, destaca a diretora da Escola Municipal, Selma Pelisson dos Santos.

O Festival ofereceu estruturas pedagógicas e artísticas com a missão de privilegiar todos os tipos de música, em especial, a brasileira. Com cursos ministrados por professores reconhecidos no Brasil e no exterior, a organização propôs alternativas para a educação musical, sempre valorizando a diversidade entre as culturas. Foram ofertadas diversas aulas práticas, entre elas: Cursos de Regência, Instrumentos, Voz, Estruturação Musical, Música Popular, Cursos para Crianças e Jazz.

“Acredito que a música, quando bem trabalhada, tem papel fundamental na educação, pois auxilia no desenvolvimento da memória, concentração e coordenação motora. Além disso, em uma semana percebi o quanto as crianças mudaram de comportamento, mostraram uma disciplina impecável”, enfatiza Lucinéia Camargo da Silva, mãe da estudante Giovana Eduarda da Silva Pinheiro.

DSCN9515A professora de música Lucimeire Severo da Silva Lima está satisfeita com os resultados. “Essa experiência oferece muitos benefícios aos alunos no que se refere à ordem cultural e social, eles se tornaram participantes ativos e perceberam como as atividades musicais são significativas.”

Durante os dias de Festival, os alunos se reuniam na sede do Projeto Piá “Maria Aparecida Mollo Jorge”, para enfrentar uma viagem de quase duas horas até Londrina. Silvana Beltrame da Rosa, pedagoga do Projeto, conta que todo o cansaço da estrada era recompensado quando eles começavam as aulas de canto e flauta. “Foram dias de muito aprendizado, é uma bagagem que ficará para o resto da vida”, enfatiza.

Lucinéia comenta que a filha chegava em casa, e mesmo depois da longa viagem, ainda continuava o estudo musical. “O Festival despertou interesse e melhorou a autoestima da Giovana.”

No último dia do evento os estudantes de Itambé se apresentaram no Colégio Mãe de Deus e no Shopping Royal, em Londrina. “No fim dessa jornada toda, pude ver o brilho nos olhos das crianças. Era uma recompensa do esforço realizado e também por terem sido reconhecidos como pequenos artistas”, comemora Silvana.

A pedagoga comenta que de volta às aulas, os alunos continuam a rotina de ensaios e estudos sobre tudo o que aprenderam no Festival, “a meta agora é o aperfeiçoamento da técnica.”

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Manchete do Diário incentiva projeto sobre dengue

Com a temporada de chuvas, as chances de se acumular água em lixos, vasos e pneus aumentam, elevando também os casos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti. De acordo com o último relatório divulgado pela secretaria de saúde de Maringá, já foram registradas 2.927 suspeitas de dengue no município, além de 648 casos positivos e duas mortes. Esse assunto tem preocupado a população e foi destaque de capa no jornal O Diário do Norte do Paraná.

A partir disso, a professora Suelena Yoshi Giraldelli Jaqueta, que leciona na Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino em Itambé, criou um projeto com o objetivo de conscientizar alunos e pais sobre as consequências sofridas por aqueles que são picados pelo mosquito.

“A matéria publicada no Diário apontou os casos de dengue nos municípios que compõem a 15ª Regional de Saúde, o que inclui Itambé, cidade que já notificou 16 casos da doença. No ano passado tive vários alunos que foram picados pelo mosquito e percebi que era o momento de fazer algo para que o atual número não aumente”, conta a professora.

Suelena convidou a enfermeira do Posto de Saúde da cidade, Mara Leopoldino do Carmo Nardi, para realizar uma palestra com as crianças sobre como prevenir a proliferação do Aedes Aegypti. Mara apresentou vídeo informativo, panfletos e também um adesivo escrito “Detetive da Dengue”, para que assim as crianças se sintam motivadas a buscarem todos os focos de larvas e eliminá-los.

“Na atividade de leitura livre eu escolhi a matéria do Diário com a manchete ‘Saúde confirma duas mortes e 648 casos de dengue no ano’, com isso, quando começou a palestra pude tirar minhas dúvidas e até compartilhar de alguns exemplos que estavam na notícia, como por exemplo, o número de notificações da doença aqui em Itambé”, relata a aluna Ana Paula Pereira.

Na sala de informática os estudantes pesquisaram na internet todos os sintomas de quem é picado pelo mosquito e as formas de se prevenir da dengue.

“Fui picado no ano passado, enquanto eu lia sobre o assunto nos sites lembrei de tudo o que senti no período em que fiquei doente, realmente é horrível, não quero ser vítima esse ano novamente, por isso vou cuidar do quintal da minha casa e alertar meus vizinhos”, ressalva o aluno Douglas Amaral Rodrigues.

Depois de tantas informações relacionadas ao tema, os estudantes foram desafiados a produzirem um texto sintetizando tudo o que leram, ouviram e pesquisaram. E como tarefa de casa buscaram imagens e frases de efeito para a produção de cartazes.

“Decidi elaborar algo que ultrapassasse os muros da escola. Diariamente conscientizamos as crianças, mas é preciso mais do que isso. Os adultos, em especial, são os que devem fazer a diferença, por isso os cartazes confeccionados serão colados nas paredes do comércio da cidade visando chamar a atenção dos moradores de Itambé”, destaca Suelena.

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

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“O Mágico de Oz” em Itambé

O Grupo Tem Teatro, da Escola Estadual Professor Giampero Monacci, de Itambé, apresentou na Casa da Cultura do município a peça “O Mágico de Oz”. O texto do escritor norte-americano Lyman Frank Baum conta a história de Doroty, uma menina do Kansas que é levada por um ciclone, junto com seu cão Totó, a uma terra desconhecia chamada Oz.

Lá, ela conhece seres fantásticos: fada, bruxa, macacos voadores, e faz três amigos: um espantalho, um homem de lata e um leão. Com estes, Doroty procura o Mágico de Oz.

A adaptação da história para o teatro foi feita coletivamente pela professora, Denizia Moresqui, e por alunos de 11 a 14 anos, participantes do Projeto Tem Teatro.

“Trazer a magia da obra de Baum para o palco não foi fácil. Como a história acontece em vários lugares diferentes e no teatro tudo precisa ser feito rapidamente, para cada local foi feita uma cortina de fundo de cor diferente. Por exemplo, quando a Doroty estava no Kansas, a cortina de fundo era azul, na transição para Oz, a cortina de fundo tinha as cores do arco-íris, representando que ela havia chego à terra existente além do arco-íris”, conta Denizia.

O Grupo ainda construiu uma casa de papelão para que fosse carregada pelo ciclone até a terra encantada, além das cortinas: verde para a Cidade das Esmeraldas, vermelha para os aposentos do Mágico de Oz e preta para o castelo da bruxa. Não faltou nem a estrada de tijolos amarelos – que faz parte de um dos capítulos da história – para isso foi estendido um tecido no corredor da Casa da Cultura, onde os personagens ficaram bem próximos da plateia. Sem contar que as trocas de cenários foram todas feitas pelos próprios atores, para serem ágeis, ensaiaram durante um mês e meio.

Após a peça “O Mágico de Oz”, os espectadores ainda puderam assistir as apresentações de dança, canto ao som de teclado e de um grupo de violonistas, formado por alunas adolescentes.

O Projeto Tem Teatro é apoiado pela Secretaria de Educação do Estado e pela Prefeitura Municipal de Itambé.

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A mídia na educação

“Acredito que as atividades propostas pelo programa O Diário na Escola e que são desenvolvidas pelo professor em sala de aula, são muito relevantes para o aprendizado do aluno, pois vão ao encontro do currículo escolar, são pedagogicamente adequadas e vinculadas à realidade da criança. O contato com o jornal traz para a sala de aula a possibilidade da observação da realidade do cotidiano e proporciona a sistematização desta informação. Porém, confio na ideia de que, o grande mérito do Programa, está no trabalho contínuo e de longo prazo que este realiza. Pois é uma proposta que vem se desenvolvendo e se aperfeiçoando ao longo de vários anos e, em uma sociedade em que quase tudo é transitório e descontinuado, este trabalho possui o grande diferencial que é a constância e a solidez, por isso traz resultados tão bons”. – Maria Eliza Spineli, secretária de educação de Itambé.

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Apresentações de teatro envolvem alunos de Itambé

O Grupo Tem Teatro preparou duas peças que foram apresentadas no encerramento do 2º Bimestre escolar da cidade. Os alunos da Escola Estadual Giampero Monacci vão encenar “A Comédia do Cheiro”, escrita pela professora Denizia Moresqui, e “A Formiguinha e a Neve”, baseada na obra de João de Barro (Braguinha).

A primeira peça é a história de um gambá que se muda para uma floresta. Lá ele tenta fazer amizade com vários animais, mas é rejeitado por causa do seu mau cheiro e expulso do local. Tempos depois, caçadores invadem a floresta e aprisionam todos os bichos. Quando o gambá fica sabendo do fato decide ajudar a libertar os animais, mesmo não tendo recebido a amizade deles.

Já a segunda conta a história de uma formiguinha que fica presa por um floco de neve. Ela pede ajuda ao Sol para que o derreta, mas o sol diz que não pode por causa do muro. Então pede a ajuda do muro, que também não pode. E assim, ela pede a ajuda de todos, mas apenas Deus atende ao seu pedido.

As sessões aconteceram na Casa da Cultura. Estima-se que mais de 700 alunos assistaram às apresentações.

 

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Mural de Trabalhos

Com base nas reportagens do jornal O Diário em relação às ocorrências de muitos casos de dengue em Maringá e região, a Escola Professor Domingos Laudenir Vitorino, de Itambé, realizou junto aos alunos o projeto: Comunidade Escolar Unidos Contra a Dengue.

Na primeira etapa foi esclarecido sobre o que é a dengue, além da leitura das notícias as crianças assistiram um desenho animado que explica o que é a doença, os cuidados que temos que ter com o ambiente onde moramos, os sintomas ocasionados pela doença e como combater os criadouros do mosquito. Em seguida foram realizadas atividades em sala de aula relacionadas ao assunto, como: caça-palavras, palavras cruzadas, ilustrações, recortes e cartazes, sendo estes colados no pátio da escola.

Na segunda etapa os professores passaram um vídeo do Doutor Drauzio Varella, mostrando que os cuidados precisam ser coletivos, apresentando assim os sintomas e os medicamentos que não podem e os que podem ser ingeridos em casos da suspeita da doença, no qual o médico afirma que somente o próprio organismo pode se curar através da hidratação e assim, apresenta a receita do soro caseiro.

Um aluno que possui a muda da citronela e a armadilha caseira que prende e mata o mosquito da dengue, feito de garrafa pet, trouxe para o conhecimento dos demais.

Como o projeto continua ao longo das próximas semanas, foi pedido para a EMATER do município mudas da citronela, assim que as mudas chegarem os alunos irão plantá-las no pátio.

As crianças também vão aprender a fazer o repelente natural, para maior segurança de todos, vão confeccionar a armadilha caseira. Além da montagem de gráficos da situação do município em relação às suspeitas e casos confirmados. E por fim, uma produção textual para avaliação do projeto.

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Recital de poesia em Itambé

Os alunos da Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino, apresentaram na Casa da Cultura do município o 6º Recital de Poesias com o tema, Cultura Brasileira. A apresentação foi resultado do projeto desenvolvido pelos professores dos 3º, 4º e 5º anos, focado na variação cultural das cinco regiões brasileiras. Os poemas produzidos e recitados serão lançados, em breve, na 6ª  Edição do livro “Poemas para ler e brincar”.

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Uma escola novinha para os alunos de Itambé

Amanhã vai ser um dia muito especial para a população de Itambé, a 42 Km de Maringá. O motivo é a inauguração da Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino, às 20h, com a presença de toda a comunidade local, dos prefeitos da AMUSEP e representantes do Governo Estadual. As novas instalações vão receber mais de 500 alunos, parte oriunda da Escola Municipal Padre Aldo Lourenço Matias e o restante advindo da Escola Municipal Domingos Laudenir.
Até o fim do ano letivo de 2011 as duas escolas ficavam instaladas em prédio de Colégios Estaduais; a opção pelo nome se deu por meio de um plebiscito, que ocorreu no ano passado e ouviu toda a comunidade de Itambé. As aulas que têm início na semana que vem vão acontecer no espaço onde há 11 salas de aula, biblioteca, refeitório, laboratório de informática e quadra de esportes.
Maria Eliza Spineli, secretária de Educação, explica que toda a comunidade ganha com a realização deste projeto, mas a maior conquista é mesmo das crianças. “Elas são as maiores beneficiadas, além de melhorar as condições de trabalho dos professores, também esperamos oferecer melhor qualidade de ensino”, enfatiza.

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