jornal escolar

Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarCom um trabalho voltado para a divulgação dos acontecimentos do espaço escolar, “O Diário da Escola Municipal Professor José Aniceto”, de Maringá, contou com a colaboração de toda equipe e estudantes dos quartos e quintos anos.

“O objetivo principal é mostrar aos alunos como é constituído um impresso e sua importância como veículo de comunicação para a sociedade”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Andrea Rúbia Ferreira.

Nas manchetes do jornal escolar é possível conhecer sobre as festividades que ocorrem dentro da escola e ainda um pouco de cultura nas chamadas sobre o Folclore e as diferentes comidas típicas brasileiras.

Das receitas culinárias aos conceitos sobre cada personagem folclórico, os estudantes tiveram participação efetiva nas páginas do impresso por eles produzido. “Inicialmente fizemos uma análise do jornal ‘O Diário do Norte do Paraná’ observando a organização, sequências e estrutura. Em seguida, foram estabelecidas as etapas para a realização do trabalho, bem como a divisão de tarefas por grupos. Cada equipe ficou responsável por uma seção do jornal”, conta Andrea.

A matéria de capa do jornal escolar remete a um dos eventos mais animados da escola, a Festa Junina. Para entenderem que a festa também pode ser um momento de aprendizado, um dos alunos ficou incumbido de criar uma matéria sobre a importância desta celebração.

“O resultado foi muito positivo, despertou nas crianças o gosto pela leitura e o interesse em se fazer pesquisas nos meios de comunicação impressos e online. A partir disso, o jornal tem feito parte da rotina dos estudantes. Como recompensa senti o quanto os alunos se sentiram valorizados quando viram suas publicações no jornalzinho”, enfatiza a professora.

Os pais ficaram surpresos com a qualidade da proposta e confirmaram a mudança de hábito dos filhos em relação à curiosidade sobre fatos noticiosos.

 

FESTA JUNINA

O aluno, Jhonata Harry Teixeira fez uma produção contando sobre a história e festividades juninas. Confira um trecho do texto:

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Na Escola Municipal Professor José Aniceto todos os anos é realizada festa junina somente para os estudantes da escola. Os alunos se vestem a caráter, tem danças e comidas típicas.

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Jornal Escolar é tema de formação

jornalOs professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá têm um grande desafio até o final do ano letivo, a confecção de um jornal escolar para a instituição de ensino em que lecionam. Em seu segundo ano, o projeto tem apresentado ótimos resultados. Com a colaboração das equipes pedagógicas e a participação efetiva dos estudantes nos processos de produção, o trabalho tem caminhado para mais um edição de sucesso.

Com o objetivo de auxiliar os professores nessa tarefa, a jornalista e coordenadora do O Diário na Escola, Loiva Lopes ministrou uma formação para o grupo que está responsável pela realização do jornal escolar. Cerca de 50 educadores participaram do encontro pedagógico que apresentou toda a estrutura do impresso, sugestões de matérias a serem publicadas, opções de jornais temáticos e ainda dicas de diagramação.

“As informações serviram para clarear dúvidas e repensar caminhos, especialmente na separação de cadernos e assuntos”, conta a professora, Sandra Regina D’Antonio. A colega de profissão, Aúdrea Alice da Costa completa, “a formação nos trouxe conhecimentos teóricos e práticos a serem aplicados nas etapas de desenvolvimento e finalização do jornal escolar.”

A assessora de informática educacional Patrícia Gongora destaca que o encontro referente a estrutura do jornal foi positivo e produtivo, pois oportunizou uma interação dinâmica e construtiva com subsídios para se obter bons resultados no desenvolvimento da prática pedagógica.

“A proposta referente ao jornal escolar desenvolvido no (AEI) desempenha um papel fundamental, aproximando os alunos da leitura e da escrita, desenvolvendo o senso crítico deles e possibilitando a inserção como cidadão no convívio social da escola e da comunidade, por meio da publicação de suas matérias. Além disso, propicia à crianças o conhecimento dos princípios de responsabilidade, autonomia, criatividade e respeito”, enfatiza a também assessora de informática, Sandra Mara Milak.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarA Escola Municipal Pioneiro Manuel Dias da Silva Martins, caprichou na produção do primeiro jornal escolar da instituição. O “Manuel Notícias” – nome escolhido pelos alunos – contou com o trabalho de toda a equipe para ser realizado. No material foram divulgadas as atividades anuais realizadas em sala, e todos os eventos promovidos.

A ideia inicial teve por objetivo apresentar aos estudantes como é a estrutura de um jornal impresso, e fazer com que eles vivenciassem a rotina dos profissionais que produzem os exemplares, diariamente. “O sucesso do trabalho dependia de entusiasmo e colaboração dos alunos, professores, funcionários e equipe pedagógica. Algo que não faltou a nenhum deles”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Rute Maria da Silva.

Durante as aulas, foram comparadas edições de veículos de comunicação impresso e online. As crianças também assistiram a vídeos sobre o conteúdo, realizaram pesquisa na internet e estudaram os diferentes tipos de textos que poderiam ser publicados.

“Toda a escola foi mobilizada, as professoras do ensino regular ficaram incumbidas de repassar as atividades que acreditavam ser importante estar no jornal. Em seguida, os alunos digitavam os trabalhos no ambiente informatizado, registravam fotos e digitalizavam imagens para, assim, dar início a diagramação do impresso”, conta Rute.

A professora do AEI relata que o desenvolvimento do jornal foi um trabalho árduo, porém, gratificante. Na escola, cada pessoa tinha uma função durante o processo de produção. Depois dos conteúdos prontos, o “Manuel Notícias” foi impresso na própria instituição e entregue para os estudantes.

“A comunidade escolar ficou orgulhosa. O resultado final foi um sucesso, os pais ficaram ansiosos para ler os exemplares e muitos deles se admiraram ao ver a produção de seus filhos estampadas no jornal escolar”, comemora Rute.

 

PRODUÇÃO

Após estudos sobre o sistema solar na disciplina de Ciências, os alunos do 4° ano B criaram um poema enfatizando o que foi aprendido. Este gênero textual também fez parte do conteúdo de Língua Portuguesa, tornando a atividade interdisciplinar. A produção esta lá, no “Manuel Notícias”.

SISTEMA SOLAR

Nossa casa é o planeta terra

Nossa estrela é o sol

Via láctea é a galáxia

Viver aqui é muito legal.

 

Nosso satélite natural

É a lua prateada

Cheia, minguante, nova, crescente

São as fases por ela apresentadas.

 

O nosso planeta gira como pião

Nele, dias e noites vem e vão

Quando é dia aqui no Brasil

É noite lá no Japão.

 

Girando em tono do sol

A terra demora um ano

Inverno, primavera, verão e outono

São as estações que vão resultando.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarPara um bom resultado, nada melhor do que um trabalho em equipe, não é mesmo? E foi assim que se desenvolveu o “Gazeta Geraldo Meneghetti”. O jornal escolar da instituição que teve duas edições e contou com a participação de toda a equipe e alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Durante a preparação do jornal, os estudantes da Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti tiveram contato com jornais impressos e online, produziram notícias em relação às atividades realizadas na escola, criaram tirinhas e ainda entrevistaram a pedagoga da instituição e uma moradora antiga do bairro, para conhecer um pouco mais sobre a história da vizinhança.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Marizeti Campos conta que as crianças também foram a campo. A dengue, que era um problema sério da região em que a escola é situada, deixava todos preocupados. Para tentar conscientizar a população, os alunos foram às casas próximas à escola e informaram os moradores sobre os cuidados que se deve ter para que o mosquito transmissor não se prolifere. Para finalizar a atividade, os estudantes escreveram uma reportagem sobre este projeto.

A segunda edição do “Gazeta Geraldo Meneghetti” foi temática. Os conteúdos tiveram como assunto o Folclore, e cada turma trabalhou um conteúdo diferente. O primeiro ano estudou sobre as cantigas de roda, o segundo com as fábulas, o terceiro as lendas, o quarto as parlendas e adivinhas, e o quinto ano com as manifestações culturais. Com o desafio de transformar todos esses conteúdos curriculares, em notícia.

“Para que tivessem uma participação efetiva durante a produção do jornal escolar, os alunos das séries iniciais produziram conteúdos que foram corrigidos e editados por estudantes das séries finais do fundamental. Assim, todos puderam contribuir para o sucesso do trabalho”, destaca Marizeti.

 

RESULTADO

Confira o poema que a aluna Letícia Eduarda fez para uma das páginas do “Gazeta Geraldo Meneghetti” e, assim, levar cultura aos leitores.

 

O LUGAR ONDE VIVO

Chegando da escola

Os vizinhos me amolam

Ouço barulho na praça

Ao redor da minha casa.

 

Meu bairro é bonito

Apesar do que tem acontecido

Minha cidade é tranquilinha

E é muito bonitinha.

 

Ver os prédios nas alturas

Dá impressão de bravura

No parque ver gente

No sol muito quente.

 

Acho linda as florestas

É como dar uma festa

Adoro Maringá

É onde nasci

É onde eu quero ficar.

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA produção do “Tanaka News” mobilizou toda a comunidade escolar. “Os pais nos parabenizaram pela iniciativa e trabalho realizado, e acreditam que a partir deste projeto foi plantada uma sementinha para o interesse pela leitura de notícias e conhecimento dos fatos que acontecem na sociedade”, enfatiza a diretora, Rosângela Aparecida Tait Vareschini.

O jornal da Escola Municipal Padre Pedro Ryô Tanaka, de Maringá, gerou tantos resultados na instituição, que foram realizadas duas edições. Sob a orientação dos professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Antonio Martins e João Gasparim, o Tanaka News teve como objetivo a divulgação das atividades pedagógicas desenvolvidas na escola, na perspectiva do olhar dos alunos.

Com estudantes dedicados, a Pedro Tanaka forma crianças que buscam por um futuro de qualidade. Exemplo disso são as matérias de capa do jornal escolar. Uma delas apresenta os alunos que foram candidatos a vereadores mirins de Maringá, dos quais dois foram eleitos e já participam das reuniões na Câmara para defender ideais e uma cidade cada vez melhor. E a outra, destaca os vencedores do “Prêmio Estudante Seara” no qual alunos do quinto ano criaram objetos para a prática de esportes e exercícios físicos ou mentais, a partir de resíduos recicláveis.

O resultado de crianças tão ativas, foi o grande envolvimento na produção do jornal escolar. Mas antes de iniciar os trabalhos, os estudantes assistiram a vídeos para conhecer o processo de produção do impresso e leram diversos exemplares para identificar a estrutura textual.

A escolha do que seria publicado, também foi em equipe. Na reunião de pauta, os alunos debateram quais fatos que ocorreram dentro do ambiente escolar e que mereciam destaque. Depois das notícias escolhidas, as crianças foram em busca de informações para a criação das matérias. Nesta etapa contaram com os depoimentos dos professores e da direção da escola, para compor os textos.

Com os exemplares do Tanaka News já impressos, na semana cultural da Pedro Tanaka os pais puderam ter conhecimento do material. Nos relatos, as crianças destacaram o quanto se sentiram valorizadas e já se mostram ansiosas para o produção da próxima edição.

 

TRAVA LÍNGUA

Quantas vezes nos vemos enrolando a língua com palavras difíceis de se falar rapidamente? Pois bem, os alunos da Pedro Tanaka te desafiam! Tente ler o trava língua abaixo. Mas atenção, não pode gaguejar:

atividade - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Odete Ribaroli Gomes de Castro o principal objetivo para o desenvolvimento do jornal escolar foi contribuir para o gosto pela leitura de textos jornalísticos e, assim, aprimorar o senso crítico e a criatividade dos estudantes.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado, Margareth Aparecida Grou conta que para iniciar as atividades foi realizado um bate-papo com as crianças para saber o conhecimento prévio de cada uma a respeito dos gêneros textuais presentes no impresso.

“Utilizei exemplares do Diário para explorar os conteúdos, a exemplo da parte estrutural, como os cadernos e as seções. As manchetes em destaque, e os diversos formatos de se escrever uma notícia, também foram assuntos em debate”, diz Margareth.

Durante o estudo foram apresentados sites de jornais onlines, para demonstrar uma nova maneira que as pessoas encontraram de se manterem informadas. Nesta proposta os alunos puderam reconhecer as diferenças entres os meios de comunicação impresso e online.

Na prática, as crianças foram divididas em duplas e sugeriram nomes para o jornal a ser produzido. Depois da votação foi eleito, “Diário da Tarde”. A partir deste momento, iniciaram a criação dos textos publicados. O primeiro desafio foi escrever uma matéria sobre o histórico da escola, através de pesquisas e entrevista com funcionários.

“Além do cognitivo, cultural e social, a construção do jornal possibilitou um ensino-aprendizagem mais dinâmico e significativo, pois se trata de um gênero que permite vários tipos de abordagem e proporciona um olhar crítico sobre os acontecimentos diários”, destaca a professora, Alzeni Sales Pontes Gandolfo.

Margareth fala que durante as aulas foram trabalhados diferentes textos. Os alunos tiveram conhecimento do que é a reportagem, a crônica, o editorial, a carta do leitor, os classificados e exploraram também a parte de entretenimento do Diário, a exemplo do horóscopo, caça palavras e charges. “O objetivo não era só fazer com que os estudantes identificassem e compreendessem a função dos principais gêneros jornalísticos, mas promover a interação das crianças com a realidade em que vivem.”

A professora Lúcia Aparecida Minotti finaliza, “o trabalho com o impresso estimulou à leitura e o acesso às informações. Desta forma, contribuiu no processo da escrita, desenvolvimento do raciocínio e criatividade.”

 

ENTRETENIMENTO

Os alunos da Odete Ribaroli também produziram conteúdos para divertir os leitores do jornal escolar. Se desafie a preencher a palavra cruzada abaixo:

atividade - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNada melhor para se apaixonar pelo seu ambiente de estudo, do que conhecer a história de construção dele, não é mesmo? E este foi o destaque do jornal escolar produzido pela equipe da Escola Municipal Dr. João Batista Sanches, de Maringá.

O professor do Ambiente Educacional Informatizado, Eliandro Fernandes Vega em parceria com os educadores regentes, os alunos e a comunidade escolar, fizeram um ótimo trabalho durante a produção do “Notícias da Escola”.

A matéria destaque do impresso apresenta a história da construção da instituição de ensino, quem foi o pioneiro que deu nome à escola, e ainda o depoimento de uma moradora que acompanhou toda a evolução do espaço escolar desde 1990.

Durante as aulas, os alunos aprenderam sobre os gêneros notícia, classificados, informativos e publicidade. Para explorar o imaginário, o professor desafiou as crianças a criarem um produto que ajudasse no combate à proliferação do mosquito da dengue. As melhores propostas foram divulgadas no jornalzinho.

“As atividades mostraram o envolvimento das pessoas e o entusiasmo de todos nas etapas de confecção do ‘Notícias da Escola’. As crianças perceberam que cada um que ajudou tem papel fundamental para os bons resultados alcançados”, destaca Eliando.

O jornal escolar é composto por uma variedade de assuntos, desde textos literários, campanhas de conscientização e até a divulgação dos eventos que os alunos participaram.

 

A INFORMÁTICA

Confira a matéria produzida pela estudante, Bianca Loraine Nunes dos Santos sobre a importância do uso adequado do Ambiente Educacional Informatizado dentro das escolas.

Geração Informatizada

A informática é uma tecnologia avançada para pesquisa. Antigamente não existiam computadores, apenas algumas pessoas que podiam comprar. Havia livros grossos que usavam para estudar e eram chamados de “enciclopédia”, muito preciosos.

Hoje existem sites de pesquisa, rápidos e fáceis de acessar como o Google e redes sociais: Facebook e outros sites como Youtube.

A informática pode acrescentar algumas informações especiais, e como dizem: “se sentem em um mundo diferente, livre!” Podemos aprender se divertindo.

Pode ser até um pouco difícil entender essa tecnologia no começo, mas depois nos acostumamos. As pessoas usam essa tecnologia para estudar, exemplo, sua professora pede para estudar sobre a segunda guerra mundial, se você tiver um computador com internet você poderá pesquisar e aprender.

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Jornal Escolar – Eu Fiz!

capa - jornal escolarO bom trabalho de hoje foi realizado na Escola Municipal Dr. Heleton Borba Cortes, de Maringá, sob a orientação da professora Márcia Mitiko. “Desde o início o objetivo era conhecer o material e confeccionar um jornal da turma”, conta.

A professora comenta que as atividades começaram com a organização dos textos jornalísticos a serem publicados. “Nesta etapa se desenvolveu a função da escrita como suporte do pensamento e a competência sociocomunicativa de expressar por escrito suas ideias, como também compreender a importância da leitura para estar atualizado com as notícias do momento.”

Durante as aulas foram desenvolvidas propostas didáticas com diversos gêneros textuais presentes no impresso, visando a construção de um jornal através da utilização de tecnologias como ferramentas de aprendizagem. Na sala de ambiente educacional informatizado as crianças utilizaram a internet para pesquisa de informações e imagens, fator que proporcionou um momento não só de entretenimento, mas de muito conhecimento.

“Os alunos gostaram da experiência, pois se sentiram motivados a querer conhecer novos desafios e explorar assuntos diferentes, serem os produtores dos textos com assuntos que estavam relacionados ao dia-a-dia e ao seu próprio interesse, e também o reconhecimento do que foi escrito estampado em uma página do jornal”, enfatiza Márcia.

A professora ficou feliz com a realização do jornal escolar e com o envolvimento dos alunos durante as aulas. E ainda tive uma grata surpresa ao receber um bilhete dos pais de uma aluna elogiando o trabalho realizado.

“Boa tarde professoras, gostaria de parabenizar o ótimo conteúdo e a ideia da confecção de um jornal escolar. Eu adorei e meu marido também. A nossa filha, Evellyn gostou tanto que diz estar ansiosa pela próxima edição. A atividade a estimulou a ler e a escrever, foi algo muito importante para a minha filha. Obrigada!”, elogia a mãe, Gislene Regina do Carmo da Silva.

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Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarPreocupados em incentivar a leitura dentro dos espaços escolares, a secretaria da educação de Maringá participa há anos do Programa O Diário na Escola. Na Escola Municipal Diderot Alves da Rocha Loures, a cada período letivo os educadores já esperam pelos exemplares e pelas formações oferecidas a respeito do uso do jornal em sala de aula.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Áudrea Alice conta que o trabalho com o Diário ultrapassou o quadro negro e o giz, e auxiliou os alunos também nas atividades na sala de informática.

Com o objetivo de criar um jornal escolar as crianças conheceram as editorias presentes no impresso e as características das páginas. “A partir das ferramentas tecnológicas dos computadores, aos poucos, fomos produzindo o nosso próprio impresso”, conta a professora.

O “Jornalzinho da Escola Diderot” foi organizado pela equipe dos quartos e quintos anos e apresenta uma diversidade de conteúdos. Desde matérias sobre os eventos que aconteceram dentro da escola, até assuntos da cultura brasileira e estrangeira.

“Com os exemplares prontos percebi a satisfação dos alunos e de toda a comunidade escolar. Reconheci que o trabalho com o jornal em sala de aula é uma importante ferramenta pedagógica que contribui para o desenvolvimento da aprendizagem do aluno, bem como, para a formação da sua cidadania”, enfatiza Áudrea.

 

PRODUÇÃO

O cuidado em preservar o meio ambiente é um assunto sempre em debate nas escolas. Para tornar a conscientização uma atividade mais divertida, a professora Áudrea aliou a disciplina de Ciências com o gênero textual Receita, confira o resultado que foi publicado no jornal escolar:

 

A FOTOSSÍNTESE

UMA RECEITA DE SUCESSO

Ingredientes:

Água

Luz solar

Gás carbônico

Primeiramente, pegue uma planta de preferência com bastante clorofila. Segundo passo: encha um regador com água e regue a planta cuidadosamente, mas nunca com muita água. Depois disso a raiz vai extrair a água até o caule e do caule vai para as folhas.

Terceiro passo: coloque a planta exposta ao Sol, (tempo a gosto), daí é que a planta recebe o gás carbônico que realiza a glicose, o alimento dela. É dali que a planta realiza a fotossíntese.

 

Produção da aluna: Beatriz Gomes da Silva 4º ano B

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Jornal Escolar – Eu Fiz!

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Célestin Freinet, em Maringá, a produção do jornal escolar envolveu todas as disciplinas e turmas. Afinal, a essência da confecção deste material é essa mesma, “dar voz” à comunidade.

“Toda a equipe de profissionais da Célestin se uniu para que o resultado fosse o melhor possível. Além das atividades realizadas dentro do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), os professores de Artes, Educação Física e Inglês contribuíram com conteúdos para o nosso informativo”, destaca a professora responsável pelo jornal escolar, Sueli Maria Bofete.

As propostas realizadas no AEI envolveram diversos gêneros textuais, entre eles, entrevista, classificados, tirinhas, curiosidades e outros assuntos que ampliaram o conhecimento dos alunos e melhoraram a escrita. Além de despertar neles o interesse e o gosto pela leitura.

“Os resultados foram os melhores possíveis. Conseguimos fazer a impressão colorida, e na Mostra Cultural da escola entregamos os exemplares. Os estudantes, os pais e a equipe da secretaria da educação de Maringá nos elogiaram bastante e, com isso, este ano decidimos produzir um novo jornal escolar”, comemora a supervisora, Fátima da Luz Pinheiro.

 

RESULTADO

Conheça uma das matérias publicadas no “Célestin Informa”:

Alunos pesquisam adivinhas

As adivinhas, também conhecidas como “o que é, o que é?” são perguntas em formato de charadas que fazem parte da cultura popular e do folclore brasileiro. Este foi um dos conteúdos trabalhados no 3º bimestre com o 4º ano no Ambiente Educacional Informatizado. Com auxílio da professora Sueli Maria Bofete, os alunos fizeram pesquisa das perguntas e depois das imagens para representar as respostas. Confira algumas:

A)    O que é, o que é? Surdo e mudo, mas conta tudo?

B)    O que é, o que é ? Quando a gente fica em pé, ele fica deitado, e quando a gente fica deitado, ele fica em pé?

C)    O que é, o que é? Nasce grande e morre pequeno?

 

Respostas:

a)       O livro.

b)       O pé.

c)       O lápis.

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Jornal Escolar – Eu fiz

capa jornal escolarA Escola de Maringá em destaque hoje fez não apenas uma, mas duas edições de jornais escolares. As professoras da Escola Municipal Campos Salles, Jane Candino e Márcia Mitiko não mediram esforços para realizar o trabalho.

“O primeiro passo foi a exploração do jornal O Diário nas versões impressa e online. Afinal, este é um veículo de comunicação da cidade e também sempre presente dentro da sala de aula”, destaca Márcia.

A primeira edição foi impressa antes das férias de julho e a distribuição foi restrita para os alunos que haviam produzido os conteúdos, mas o sucesso foi tão grande que a comunidade escolar queria ver mais, os estudantes estavam animados e como resultado, em dezembro uma nova versão foi feita e desta vez a entrega abrangeu todas as turmas da escola.

“O trabalho com o impresso amplia o universo cultural das crianças e a informação aliada à reflexão, proporciona o debate e a tomada de consciência. Fatores que desenvolvem a capacidade de ler, argumentar e expressar opiniões”, ressalta Jane.

Os conteúdos das duas edições dos jornais da Campos Salles foram os mais variados, ilustrações, poemas, quadrinhas. Para que conheçam parte dos resultados, separamos uma entrevista que os alunos realizaram com a diretora da escola.

ENTREVISTA

Lucília Tomazini Hoffmeister é diretora da Escola Campos Salles desde fevereiro de 2011 onde juntamente com a equipe desenvolve um trabalho exclusivamente voltado para a melhoria da qualidade de ensino e efetiva aprendizagem dos alunos.

Alunos – 1) Como a senhora avalia o desempenho dos alunos em relação ao último IDEB?

Lucília: O desempenho dos alunos em relação ao último IDEB foi excelente porque conseguimos subir consideravelmente. Ultrapassamos a meta esperada e isso representa o reconhecimento do nosso trabalho e do esforço dos alunos em querer aprender mais.

2) A que a senhora atribui a elevação da nota da escola?

Foi um trabalho coletivo com compromisso. Acredito que esta é a palavra certa; compromisso de todos os funcionários, e isso compreende a escola como um todo.

3) De que forma a avaliação do IDEB contribui para a melhoria das ações na escola?

Da seguinte maneira. Como a escola ofereceu um trabalho de contra turno para os alunos e deu certo, este ano além do o 4º ano que irá participar do próximo IDEB, também estamos oferecendo o mesmo apoio para as demais turmas para que estas estejam bem preparadas no futuro.

4) O IDEB ainda é um desafio? Em que sentido? 

Mesmo com todo esforço o IDEB ainda representa um desafio para todos da escola, pois exige muito trabalho, força de vontade, colaboração e compromisso. Para que tudo melhore é preciso investir muito na educação.

5º ANO B

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Jornal Escolar – Eu fiz!

Capa - jornal escolar“Foram seis meses de muito trabalho”, destaca a professora Priscila Carolina Mantovani que leciona no ambiente informatizado da Escola Municipal Ayrton Plaisant, em Maringá. Ciente de que o jornal é uma importante ferramenta pedagógica que possibilita ao aluno o contato com os mais diversos gêneros textuais, Priscila não teve dúvidas da ótima oportunidade que tinha em mãos quando recebeu o convite da secretaria da educação da cidade, para desenvolver um jornal escolar com seus alunos dos quartos e quintos anos.

“Minha primeira escolha foi a de fazer com que as crianças se sentissem verdadeiros repórteres e editores, para isso, todos participaram e foram ativos durante os processos de produção”, conta a professora.

Os alunos, que já tinham o contato com o impresso nas aulas de Língua Portuguesa aprovaram a proposta e se dedicaram para que as ideias fossem para o papel. “Eles estiveram motivados em todas as aulas e se empenharam a realizar um trabalho cada vez melhor”, diz Priscila.

Os pais também ajudaram na construção do jornal escolar. As atividades se estenderam para além dos muros da instituição de ensino. Nas matérias com relação ao folclore brasileiro, como dever de casa, as crianças questionaram seus responsáveis sobre lendas, mitos, receitas populares e danças típicas que eles conhecem. Com isso, a turma toda voltou para a sala de aula com bastante conteúdo.

Assim como nas redações jornalísticas, a escolha do que seria publicado no jornal foi feita durante uma reunião de pauta. Os alunos, neste caso denominados editores, se reuniram para decidir, em meio a tantas informações, o que realmente deveria receber espaço nas páginas do “Notícias da Escola” – nome dado ao jornal escolar da Ayrton Playsant.

No Ambiente Educacional Informatizado, os estudantes desenvolveram a função dos diagramadores e redigiram textos, editaram fotos e com a ajuda da professora sugeriram a melhor diagramação para o impresso. “Neste processo as crianças conheceram ferramentas da informática que as auxiliou a criarem, inclusive, panfletos de divulgação”, enfatiza Priscila.

A diretora da escola, Raquel Silva Maneta comprova os bons resultados do jornal escolar. “Todo trabalho que envolve prática surge maior efeito, pois os alunos se dedicam mais e consideram a atividade significativa. Com isso, a participação dos pais é automática, os estudantes acabam repassando o que produzem em sala para a família e elas contribuem com conhecimento.”

Produção 

As alunas Danielle Mayumi Ito e Juliane Pereira Faria escreveram uma poesia para o espaço de cultura do “Notícias da Escola” e ainda digitaram e ilustraram a página no ambiente informatizado.

Há flores e flores

De todas as cores

Vermelho, rosa e azuis variantes

Que deixam meu jardim mais bonito que antes!

Rosas, Margaridas, Violetas e Tulipas

São flores que alegram a minha vida!

Lilás e roxo podem ser iguais,

Mas nas minhas flores elas são especiais!

Há flores e flores,

São todas bonitas,

Mas você é a minha preferida!!!

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Jornal Escolar – Eu fiz!

A partir de hoje será publicado o resultado de um trabalho anual desenvolvido por professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá, em parceria com a equipe da secretaria da educação da cidade. Foram meses de muita dedicação para a produção de jornais escolares, com diferentes temas e abordagens. Alunos e professores das escolas de Maringá se empenharam na produção de matérias e imagens, diagramação, impressão e entrega dos exemplares. Todas as terças-feiras, você poderá conferir um pouco do resultado desta iniciativa.

Capa - jornal A.M.Na primeira coluna vamos apresentar o “Informativo A.M.”, realizado pelas turmas de quarto e quinto da Escola Municipal Ariovaldo Moreno.

“Quando recebemos o desafio de produzir um jornal escolar percebemos que nossa tarefa seria árdua, porém compensadora. E que o trabalho contribuiria para o desenvolvimento da capacidade da leitura e domínio da linguagem, fatores importantes para a formação do cidadão”, destacam as professoras do AEI, Jane Candido Mendes e Vera Lúcia Simões.

Orientadas pelas assessoras pedagógicas de informática educacional da secretaria da educação de Maringá, Patrícia Rosa e Sandra Milak, as professoras começaram o trabalho incentivando os alunos a percepção da linguagem jornalística, identificação dos gêneros textuais, editorias e matérias publicadas.

Na sequência, em grupos, os estudantes receberam a tarefa de produzir os conteúdos do jornal escolar. Com o apoio das educadoras, as crianças pesquisaram na internet o que poderia ser notícia, analisaram imagens e os detalhes que compõem a diagramação do impresso.

A escolha do nome do jornal foi bastante democrática. Entre as sugestões apresentadas pelas crianças, se definiu a mais votada. E este é um grande momento, pois os estudantes se sentem pertencentes ao trabalho que estão realizando.

Depois de tudo pronto, os jornais foram impressos e entregues para toda a comunidade escolar. “A produção do material ganhou reconhecimento de todos por valorizar a capacidade de nossos alunos, suas produções textuais e artísticas, assim como o trabalho do AEI e toda a equipe de profissionais da educação”, comemoram Jane e Vera.

 

Olha que bacana o anúncio que os alunos realizaram para o Informativo A.M.

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ONG auxilia produção de jornais escolares

O jornal escolar, prática incentivada pelo Diário na Escola e já inserida na rotina de muitas instituições de ensino, faz parte da educação desde 1920, impulsionada pelo educador francês Celestin Freinet. Por acreditar nos benefícios ao estimular a produção desse tipo de informativo por alunos, a Organização Não Governamental (ONG) Comunicação e Cultura criou o “Portal do Jornal Escolar” que tem a missão de contribuir para a disseminação de jornais escolares e a qualificação do seu uso, como instrumento de uma proposta pedagógica que permite à escola assumir as mudanças produzidas pelo desenvolvimento da comunicação. Na coluna do Diário na Escola de hoje você confere uma entrevista com o coordenador geral da ONG, Daniel Raviolo.

  1. O DIÁRIO NA ESCOLA: Sociólogo por formação, em que momento da sua carreira surgiu o estímulo para o auxílio no trabalho da produção de jornais escolares?

Foto entrevistado - opção 01DANIEL: Fundamos o Comunicação e Cultura em 1988 para trabalhar com jornais comunitários em Fortaleza. Esse projeto deu muito certo, e com a circulação desses jornais, estudantes e professores começaram a entrar em contato conosco, solicitando apoio. A partir de 2002 começamos a apoiar uma escola, dentro de um projeto comunitário, e em 2005 entramos de cheio em toda a área escolar.

  1. Conte aos nossos leitores alguns dos resultados que você já acompanhou após os professores inserirem a mídia impressa em suas aulas.

É um relato muito comum dos professores o aumento do interesse das crianças pela escrita, o que é bem compreensível. A escrita na escola é apenas um exercício, pois as produções não saem do caderno, não tem vida real. O único leitor é o professor. Ao escrever no jornal, o estudante participa de uma comunicação real, vai ser lido na comunidade educativa. Os estudantes, mesmo crianças, entendem perfeitamente a diferença e o interesse pela escrita aumenta espontaneamente. Ela ganha um significado.

  1. O senhor acredita que o desenvolvimento de textos para um jornal oportuniza ao aluno a liberdade de expressão? Podendo, assim, crianças e adolescentes exteriorizarem necessidades, sentimentos e tendências?

Foto AbreSempre digo que a melhor maneira de “matar” um jornal escolar é fazer que seja o mais parecido possível com um exercício escolar, obrigando os estudantes a escreverem sobre os temas que os professores escolhem. Ao contrário, sua pergunta sugere a abordagem correta: fazer da expressão da criança, de seus interesses e inquietações, um ponto de partida para o domínio da escrita. Isto, além do todo, traz um tremendo benefício, pois a escola passa a ser identificada pelos alunos como um lugar onde são respeitados como sujeitos pensantes.=

  1. O jornal escolar pode ser uma alternativa para a indispensável ligação Escola-Pais?

Não diria uma alternativa, no sentido de ser excludente de outras possibilidades, mas certamente é uma grande contribuição. Isto tem de ser explicado, o que interessa não são as informações institucionais – para isso basta a direção escrever um pequeno informativo – mas o que o jornal mostra, através das produções dos alunos, como resultado do espírito pedagógico da escola e de seus valores. Nesse sentido, o jornal é uma espécie de “relatório vivo” da escola. Claro que os pais dos alunos que tiveram textos escolhidos sentem uma grande satisfação, mas o alcance da comunicação estabelecida pelo jornal com os pais é bem maior.

  1. A partir desta semana centenas de professores participantes do Programa Educacional O Diário na Escola passarão a receber exemplares de jornais para o trabalho de educomunicação em sala de aula. Que mensagem o senhor deixaria para eles?

Eu diria para essas professoras que a comunicação é a dimensão mais importante da cultura contemporânea, e que a pedagogia não pode ignorar esse fato. Para mim uma escola que não fala da comunicação é como se não falasse do meio ambiente ou da saúde, por exemplo. A influência dos meios de comunicação na vida de cada um de nós é muito grande, seja através dos conteúdos editorais ou da publicidade. Precisamos aprender a navegar e ser protagonistas desse mundo.

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Concurso premia escola com 3 mil reais

É isso mesmo. A escola que produzir o melhor jornal escolar com o tema Liberdade de Imprensa receberá 3 mil reais. Para participar, a instituição de ensino deve fazer parte de um programa de Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais, PJE/ANJ. O concurso é uma realização da referida entidade e tem o apoio institucional da Associação Mundial de Jornais, WAN-IFRA.

Essa promoção visa comemorar o dia 3 de maio, que é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. As inscrições poderão ser feitas, juntamente com envio dos jornais, até o dia 31 de maio de 2011. Todas as escolas participantes de O Diário na Escola, de Maringá e região, poderão participar, inclusive contar com o apoio da equipe do programa para realização de oficinas com alunos e educadores sobre o tema.

“O presente concurso tem como objetivo estimular o debate a respeito do tema Liberdade de Imprensa em escolas e ambientes educativos diversos, e mostrar a importância da imprensa livre para a democracia de um país. Para isso, elegerá o melhor jornal produzido acerca do tema”, informou a coordenação do programa Jornal e Educação.

Para obter mais informações, entre em contato com a equipe do Diário na Escola, através do telefone 3221-6050 ou pelo e-mail odiarionaescola@odiario.com

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