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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal “Alô Marchesini” foi uma ação conjunta dos períodos matutino e vespertino da Escola Municipal Professor José Marchesini, com a finalidade de tornar-se um instrumento de divulgação das atividades pedagógicas e dos conteúdos que são trabalhados na instituição. Assim, o trabalho foi direcionado em ações jornalísticas que partem de uma perspectiva de envolvimento da comunidade escolar, garantindo a visibilidade das ações e dos acontecimentos mais significativos.

“Na proposta de envolver os estudantes em todas as etapas, desde a escolha do título, até sua divisão e elaboração, foram desenvolvidas visando garantir a participação e o engajamento dos membros da comunidade escolar”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Amilton Costa.

A escolha do nome do jornal foi através de um concurso com a participação dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos do período letivo de 2014. Entre os vários títulos sugeridos, quatro chegaram à final: Alô Marchesini, A minha escola, Notícias Escolares e Gazeta Marchesini. As opções foram apresentadas e votadas pelos estudantes de todas as séries, tendo como vencedor, Alô Marchesini.

Para a elaboração do jornal escolar foram trabalhados, no laboratório de informática, diversos modelos de informativos impressos e online. “O acesso a este tipo de material visava a familiarização das crianças com esses veículos de comunicação, com o objetivo de explorar o formato de suas notícias, como elas são apresentadas – manchetes e corpo de texto – e demais colunas, temas e assuntos que são componentes típicos dos jornais”, conta a professora do AEI, Cristiane Barbosa.

O Alô Marchesini em suas duas edições de 2014 tratou de diversos temas abordados em sala de aula, tais como: copa do mundo, escravidão, ocupação do espaço paranaense, folclore, literatura, receitas, classificados, caça-palavras, entre outros. Deve-se destacar que, diversos textos produzidos pelos alunos em seu cotidiano pedagógico, ganharam visibilidade dentro da comunidade escolar através dos espaços de publicações oferecidos no jornal escolar.

“Como retorno deste trabalho didático-pedagógico, notamos que, ao longo do processo de elaboração do Alô Marchesini ocorreu uma ativa participação dos alunos em diversos aspectos, sejam quanto a disponibilidade em digitar os materiais editoriais, ou as pesquisas referentes às produções e, principalmente, interesse em observar e ler o que foi escrito pelos colegas.  Assim, concluímos que novas habilidades e competências estão sendo aprofundadas e desenvolvidas pelos nossos estudantes através da utilização deste rico material, o jornal”, enfatizam Amilton e Cristiane.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO propósito do trabalho com o jornal na sala de aula é mostrar que a leitura e a escrita, por ser uma prática social, não se restringe apenas a textos fragmentados, e sim, um processo abrangente e dinâmico. “É nesse contexto que o jornal como recurso didático se torna um importante instrumento para se trabalhar de forma pedagógica e permite uma reflexão sobre as diferentes situações sociais e culturais proporcionando ao educando inúmeras formas de compreender o mundo”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Gabriel França.

Atuando na Escola Municipal Professor Renato Bernardi, em Maringá, Gabriel foi o responsável pela produção do jornal escolar da instituição. “A partir da proposta da Secretaria da Educação, foi possível divulgar os trabalhos e atividades realizadas por cada escola. Dessa forma, foi proposto aos alunos do 4º Ano e 5º Ano, a elaboração de um impresso com trabalhos realizados em sala de aula pelos alunos dos 1º, 2º e 3º ano”, conta.

As atividades foram todas registradas em cadernos individuais e por disciplinas, obedecendo ao currículo escolar. O professor regente de cada turma disponibilizou esses trabalhos para que fossem descritos no jornal, objetivando a divulgação para a comunidade escolar.

Toda a produção do jornalzinho foi feito em conjunto com o professor do AEI, supervisão e orientação educacional, que fornecem as condições para que os alunos dos quartos e quintos anos tivessem subsídios e matérias para publicação. O impresso recebeu o nome de “Bom dia Sanenge”, em homenagem ao nome do bairro residencial Sanenge, onde fica localizada a escola.

“A dinâmica utilizada durante as etapas de confecção do material propiciou a integração entre as turmas e comunidade escolar”, ressalta, Gabriel.

 

PESQUISA NA WEB

Em parceria com as professoras regentes dos quintos anos, foi realizada uma pesquisa no AEI sobre o gênero textual: Cartum, para assim, auxiliar os trabalhados solicitados no planejamento escolar. Confira o que os alunos encontraram na internet e que também foi conteúdo do jornal “Bom dia Sanenge”:

SIGNIFICADO DE CARTUM

O cartum é um texto humorístico que usa a linguagem não verbal, combinada ou não com a verbal. Normalmente, retrata situações universais e atemporais, satirizando os costumes humanos.

Imagem - cartum

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarCom um trabalho voltado para a divulgação dos acontecimentos do espaço escolar, “O Diário da Escola Municipal Professor José Aniceto”, de Maringá, contou com a colaboração de toda equipe e estudantes dos quartos e quintos anos.

“O objetivo principal é mostrar aos alunos como é constituído um impresso e sua importância como veículo de comunicação para a sociedade”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Andrea Rúbia Ferreira.

Nas manchetes do jornal escolar é possível conhecer sobre as festividades que ocorrem dentro da escola e ainda um pouco de cultura nas chamadas sobre o Folclore e as diferentes comidas típicas brasileiras.

Das receitas culinárias aos conceitos sobre cada personagem folclórico, os estudantes tiveram participação efetiva nas páginas do impresso por eles produzido. “Inicialmente fizemos uma análise do jornal ‘O Diário do Norte do Paraná’ observando a organização, sequências e estrutura. Em seguida, foram estabelecidas as etapas para a realização do trabalho, bem como a divisão de tarefas por grupos. Cada equipe ficou responsável por uma seção do jornal”, conta Andrea.

A matéria de capa do jornal escolar remete a um dos eventos mais animados da escola, a Festa Junina. Para entenderem que a festa também pode ser um momento de aprendizado, um dos alunos ficou incumbido de criar uma matéria sobre a importância desta celebração.

“O resultado foi muito positivo, despertou nas crianças o gosto pela leitura e o interesse em se fazer pesquisas nos meios de comunicação impressos e online. A partir disso, o jornal tem feito parte da rotina dos estudantes. Como recompensa senti o quanto os alunos se sentiram valorizados quando viram suas publicações no jornalzinho”, enfatiza a professora.

Os pais ficaram surpresos com a qualidade da proposta e confirmaram a mudança de hábito dos filhos em relação à curiosidade sobre fatos noticiosos.

 

FESTA JUNINA

O aluno, Jhonata Harry Teixeira fez uma produção contando sobre a história e festividades juninas. Confira um trecho do texto:

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Na Escola Municipal Professor José Aniceto todos os anos é realizada festa junina somente para os estudantes da escola. Os alunos se vestem a caráter, tem danças e comidas típicas.

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Jornal Escolar é tema de formação

jornalOs professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá têm um grande desafio até o final do ano letivo, a confecção de um jornal escolar para a instituição de ensino em que lecionam. Em seu segundo ano, o projeto tem apresentado ótimos resultados. Com a colaboração das equipes pedagógicas e a participação efetiva dos estudantes nos processos de produção, o trabalho tem caminhado para mais um edição de sucesso.

Com o objetivo de auxiliar os professores nessa tarefa, a jornalista e coordenadora do O Diário na Escola, Loiva Lopes ministrou uma formação para o grupo que está responsável pela realização do jornal escolar. Cerca de 50 educadores participaram do encontro pedagógico que apresentou toda a estrutura do impresso, sugestões de matérias a serem publicadas, opções de jornais temáticos e ainda dicas de diagramação.

“As informações serviram para clarear dúvidas e repensar caminhos, especialmente na separação de cadernos e assuntos”, conta a professora, Sandra Regina D’Antonio. A colega de profissão, Aúdrea Alice da Costa completa, “a formação nos trouxe conhecimentos teóricos e práticos a serem aplicados nas etapas de desenvolvimento e finalização do jornal escolar.”

A assessora de informática educacional Patrícia Gongora destaca que o encontro referente a estrutura do jornal foi positivo e produtivo, pois oportunizou uma interação dinâmica e construtiva com subsídios para se obter bons resultados no desenvolvimento da prática pedagógica.

“A proposta referente ao jornal escolar desenvolvido no (AEI) desempenha um papel fundamental, aproximando os alunos da leitura e da escrita, desenvolvendo o senso crítico deles e possibilitando a inserção como cidadão no convívio social da escola e da comunidade, por meio da publicação de suas matérias. Além disso, propicia à crianças o conhecimento dos princípios de responsabilidade, autonomia, criatividade e respeito”, enfatiza a também assessora de informática, Sandra Mara Milak.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarA Escola Municipal Pioneiro Manuel Dias da Silva Martins, caprichou na produção do primeiro jornal escolar da instituição. O “Manuel Notícias” – nome escolhido pelos alunos – contou com o trabalho de toda a equipe para ser realizado. No material foram divulgadas as atividades anuais realizadas em sala, e todos os eventos promovidos.

A ideia inicial teve por objetivo apresentar aos estudantes como é a estrutura de um jornal impresso, e fazer com que eles vivenciassem a rotina dos profissionais que produzem os exemplares, diariamente. “O sucesso do trabalho dependia de entusiasmo e colaboração dos alunos, professores, funcionários e equipe pedagógica. Algo que não faltou a nenhum deles”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Rute Maria da Silva.

Durante as aulas, foram comparadas edições de veículos de comunicação impresso e online. As crianças também assistiram a vídeos sobre o conteúdo, realizaram pesquisa na internet e estudaram os diferentes tipos de textos que poderiam ser publicados.

“Toda a escola foi mobilizada, as professoras do ensino regular ficaram incumbidas de repassar as atividades que acreditavam ser importante estar no jornal. Em seguida, os alunos digitavam os trabalhos no ambiente informatizado, registravam fotos e digitalizavam imagens para, assim, dar início a diagramação do impresso”, conta Rute.

A professora do AEI relata que o desenvolvimento do jornal foi um trabalho árduo, porém, gratificante. Na escola, cada pessoa tinha uma função durante o processo de produção. Depois dos conteúdos prontos, o “Manuel Notícias” foi impresso na própria instituição e entregue para os estudantes.

“A comunidade escolar ficou orgulhosa. O resultado final foi um sucesso, os pais ficaram ansiosos para ler os exemplares e muitos deles se admiraram ao ver a produção de seus filhos estampadas no jornal escolar”, comemora Rute.

 

PRODUÇÃO

Após estudos sobre o sistema solar na disciplina de Ciências, os alunos do 4° ano B criaram um poema enfatizando o que foi aprendido. Este gênero textual também fez parte do conteúdo de Língua Portuguesa, tornando a atividade interdisciplinar. A produção esta lá, no “Manuel Notícias”.

SISTEMA SOLAR

Nossa casa é o planeta terra

Nossa estrela é o sol

Via láctea é a galáxia

Viver aqui é muito legal.

 

Nosso satélite natural

É a lua prateada

Cheia, minguante, nova, crescente

São as fases por ela apresentadas.

 

O nosso planeta gira como pião

Nele, dias e noites vem e vão

Quando é dia aqui no Brasil

É noite lá no Japão.

 

Girando em tono do sol

A terra demora um ano

Inverno, primavera, verão e outono

São as estações que vão resultando.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarPara um bom resultado, nada melhor do que um trabalho em equipe, não é mesmo? E foi assim que se desenvolveu o “Gazeta Geraldo Meneghetti”. O jornal escolar da instituição que teve duas edições e contou com a participação de toda a equipe e alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Durante a preparação do jornal, os estudantes da Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti tiveram contato com jornais impressos e online, produziram notícias em relação às atividades realizadas na escola, criaram tirinhas e ainda entrevistaram a pedagoga da instituição e uma moradora antiga do bairro, para conhecer um pouco mais sobre a história da vizinhança.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Marizeti Campos conta que as crianças também foram a campo. A dengue, que era um problema sério da região em que a escola é situada, deixava todos preocupados. Para tentar conscientizar a população, os alunos foram às casas próximas à escola e informaram os moradores sobre os cuidados que se deve ter para que o mosquito transmissor não se prolifere. Para finalizar a atividade, os estudantes escreveram uma reportagem sobre este projeto.

A segunda edição do “Gazeta Geraldo Meneghetti” foi temática. Os conteúdos tiveram como assunto o Folclore, e cada turma trabalhou um conteúdo diferente. O primeiro ano estudou sobre as cantigas de roda, o segundo com as fábulas, o terceiro as lendas, o quarto as parlendas e adivinhas, e o quinto ano com as manifestações culturais. Com o desafio de transformar todos esses conteúdos curriculares, em notícia.

“Para que tivessem uma participação efetiva durante a produção do jornal escolar, os alunos das séries iniciais produziram conteúdos que foram corrigidos e editados por estudantes das séries finais do fundamental. Assim, todos puderam contribuir para o sucesso do trabalho”, destaca Marizeti.

 

RESULTADO

Confira o poema que a aluna Letícia Eduarda fez para uma das páginas do “Gazeta Geraldo Meneghetti” e, assim, levar cultura aos leitores.

 

O LUGAR ONDE VIVO

Chegando da escola

Os vizinhos me amolam

Ouço barulho na praça

Ao redor da minha casa.

 

Meu bairro é bonito

Apesar do que tem acontecido

Minha cidade é tranquilinha

E é muito bonitinha.

 

Ver os prédios nas alturas

Dá impressão de bravura

No parque ver gente

No sol muito quente.

 

Acho linda as florestas

É como dar uma festa

Adoro Maringá

É onde nasci

É onde eu quero ficar.

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA produção do “Tanaka News” mobilizou toda a comunidade escolar. “Os pais nos parabenizaram pela iniciativa e trabalho realizado, e acreditam que a partir deste projeto foi plantada uma sementinha para o interesse pela leitura de notícias e conhecimento dos fatos que acontecem na sociedade”, enfatiza a diretora, Rosângela Aparecida Tait Vareschini.

O jornal da Escola Municipal Padre Pedro Ryô Tanaka, de Maringá, gerou tantos resultados na instituição, que foram realizadas duas edições. Sob a orientação dos professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Antonio Martins e João Gasparim, o Tanaka News teve como objetivo a divulgação das atividades pedagógicas desenvolvidas na escola, na perspectiva do olhar dos alunos.

Com estudantes dedicados, a Pedro Tanaka forma crianças que buscam por um futuro de qualidade. Exemplo disso são as matérias de capa do jornal escolar. Uma delas apresenta os alunos que foram candidatos a vereadores mirins de Maringá, dos quais dois foram eleitos e já participam das reuniões na Câmara para defender ideais e uma cidade cada vez melhor. E a outra, destaca os vencedores do “Prêmio Estudante Seara” no qual alunos do quinto ano criaram objetos para a prática de esportes e exercícios físicos ou mentais, a partir de resíduos recicláveis.

O resultado de crianças tão ativas, foi o grande envolvimento na produção do jornal escolar. Mas antes de iniciar os trabalhos, os estudantes assistiram a vídeos para conhecer o processo de produção do impresso e leram diversos exemplares para identificar a estrutura textual.

A escolha do que seria publicado, também foi em equipe. Na reunião de pauta, os alunos debateram quais fatos que ocorreram dentro do ambiente escolar e que mereciam destaque. Depois das notícias escolhidas, as crianças foram em busca de informações para a criação das matérias. Nesta etapa contaram com os depoimentos dos professores e da direção da escola, para compor os textos.

Com os exemplares do Tanaka News já impressos, na semana cultural da Pedro Tanaka os pais puderam ter conhecimento do material. Nos relatos, as crianças destacaram o quanto se sentiram valorizadas e já se mostram ansiosas para o produção da próxima edição.

 

TRAVA LÍNGUA

Quantas vezes nos vemos enrolando a língua com palavras difíceis de se falar rapidamente? Pois bem, os alunos da Pedro Tanaka te desafiam! Tente ler o trava língua abaixo. Mas atenção, não pode gaguejar:

atividade - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Odete Ribaroli Gomes de Castro o principal objetivo para o desenvolvimento do jornal escolar foi contribuir para o gosto pela leitura de textos jornalísticos e, assim, aprimorar o senso crítico e a criatividade dos estudantes.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado, Margareth Aparecida Grou conta que para iniciar as atividades foi realizado um bate-papo com as crianças para saber o conhecimento prévio de cada uma a respeito dos gêneros textuais presentes no impresso.

“Utilizei exemplares do Diário para explorar os conteúdos, a exemplo da parte estrutural, como os cadernos e as seções. As manchetes em destaque, e os diversos formatos de se escrever uma notícia, também foram assuntos em debate”, diz Margareth.

Durante o estudo foram apresentados sites de jornais onlines, para demonstrar uma nova maneira que as pessoas encontraram de se manterem informadas. Nesta proposta os alunos puderam reconhecer as diferenças entres os meios de comunicação impresso e online.

Na prática, as crianças foram divididas em duplas e sugeriram nomes para o jornal a ser produzido. Depois da votação foi eleito, “Diário da Tarde”. A partir deste momento, iniciaram a criação dos textos publicados. O primeiro desafio foi escrever uma matéria sobre o histórico da escola, através de pesquisas e entrevista com funcionários.

“Além do cognitivo, cultural e social, a construção do jornal possibilitou um ensino-aprendizagem mais dinâmico e significativo, pois se trata de um gênero que permite vários tipos de abordagem e proporciona um olhar crítico sobre os acontecimentos diários”, destaca a professora, Alzeni Sales Pontes Gandolfo.

Margareth fala que durante as aulas foram trabalhados diferentes textos. Os alunos tiveram conhecimento do que é a reportagem, a crônica, o editorial, a carta do leitor, os classificados e exploraram também a parte de entretenimento do Diário, a exemplo do horóscopo, caça palavras e charges. “O objetivo não era só fazer com que os estudantes identificassem e compreendessem a função dos principais gêneros jornalísticos, mas promover a interação das crianças com a realidade em que vivem.”

A professora Lúcia Aparecida Minotti finaliza, “o trabalho com o impresso estimulou à leitura e o acesso às informações. Desta forma, contribuiu no processo da escrita, desenvolvimento do raciocínio e criatividade.”

 

ENTRETENIMENTO

Os alunos da Odete Ribaroli também produziram conteúdos para divertir os leitores do jornal escolar. Se desafie a preencher a palavra cruzada abaixo:

atividade - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNada melhor para se apaixonar pelo seu ambiente de estudo, do que conhecer a história de construção dele, não é mesmo? E este foi o destaque do jornal escolar produzido pela equipe da Escola Municipal Dr. João Batista Sanches, de Maringá.

O professor do Ambiente Educacional Informatizado, Eliandro Fernandes Vega em parceria com os educadores regentes, os alunos e a comunidade escolar, fizeram um ótimo trabalho durante a produção do “Notícias da Escola”.

A matéria destaque do impresso apresenta a história da construção da instituição de ensino, quem foi o pioneiro que deu nome à escola, e ainda o depoimento de uma moradora que acompanhou toda a evolução do espaço escolar desde 1990.

Durante as aulas, os alunos aprenderam sobre os gêneros notícia, classificados, informativos e publicidade. Para explorar o imaginário, o professor desafiou as crianças a criarem um produto que ajudasse no combate à proliferação do mosquito da dengue. As melhores propostas foram divulgadas no jornalzinho.

“As atividades mostraram o envolvimento das pessoas e o entusiasmo de todos nas etapas de confecção do ‘Notícias da Escola’. As crianças perceberam que cada um que ajudou tem papel fundamental para os bons resultados alcançados”, destaca Eliando.

O jornal escolar é composto por uma variedade de assuntos, desde textos literários, campanhas de conscientização e até a divulgação dos eventos que os alunos participaram.

 

A INFORMÁTICA

Confira a matéria produzida pela estudante, Bianca Loraine Nunes dos Santos sobre a importância do uso adequado do Ambiente Educacional Informatizado dentro das escolas.

Geração Informatizada

A informática é uma tecnologia avançada para pesquisa. Antigamente não existiam computadores, apenas algumas pessoas que podiam comprar. Havia livros grossos que usavam para estudar e eram chamados de “enciclopédia”, muito preciosos.

Hoje existem sites de pesquisa, rápidos e fáceis de acessar como o Google e redes sociais: Facebook e outros sites como Youtube.

A informática pode acrescentar algumas informações especiais, e como dizem: “se sentem em um mundo diferente, livre!” Podemos aprender se divertindo.

Pode ser até um pouco difícil entender essa tecnologia no começo, mas depois nos acostumamos. As pessoas usam essa tecnologia para estudar, exemplo, sua professora pede para estudar sobre a segunda guerra mundial, se você tiver um computador com internet você poderá pesquisar e aprender.

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Jornal Escolar – Eu Fiz!

capa - jornal escolarO bom trabalho de hoje foi realizado na Escola Municipal Dr. Heleton Borba Cortes, de Maringá, sob a orientação da professora Márcia Mitiko. “Desde o início o objetivo era conhecer o material e confeccionar um jornal da turma”, conta.

A professora comenta que as atividades começaram com a organização dos textos jornalísticos a serem publicados. “Nesta etapa se desenvolveu a função da escrita como suporte do pensamento e a competência sociocomunicativa de expressar por escrito suas ideias, como também compreender a importância da leitura para estar atualizado com as notícias do momento.”

Durante as aulas foram desenvolvidas propostas didáticas com diversos gêneros textuais presentes no impresso, visando a construção de um jornal através da utilização de tecnologias como ferramentas de aprendizagem. Na sala de ambiente educacional informatizado as crianças utilizaram a internet para pesquisa de informações e imagens, fator que proporcionou um momento não só de entretenimento, mas de muito conhecimento.

“Os alunos gostaram da experiência, pois se sentiram motivados a querer conhecer novos desafios e explorar assuntos diferentes, serem os produtores dos textos com assuntos que estavam relacionados ao dia-a-dia e ao seu próprio interesse, e também o reconhecimento do que foi escrito estampado em uma página do jornal”, enfatiza Márcia.

A professora ficou feliz com a realização do jornal escolar e com o envolvimento dos alunos durante as aulas. E ainda tive uma grata surpresa ao receber um bilhete dos pais de uma aluna elogiando o trabalho realizado.

“Boa tarde professoras, gostaria de parabenizar o ótimo conteúdo e a ideia da confecção de um jornal escolar. Eu adorei e meu marido também. A nossa filha, Evellyn gostou tanto que diz estar ansiosa pela próxima edição. A atividade a estimulou a ler e a escrever, foi algo muito importante para a minha filha. Obrigada!”, elogia a mãe, Gislene Regina do Carmo da Silva.

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