jornal escolar

Concurso premia escola com 3 mil reais

É isso mesmo. A escola que produzir o melhor jornal escolar com o tema Liberdade de Imprensa receberá 3 mil reais. Para participar, a instituição de ensino deve fazer parte de um programa de Jornal e Educação, da Associação Nacional de Jornais, PJE/ANJ. O concurso é uma realização da referida entidade e tem o apoio institucional da Associação Mundial de Jornais, WAN-IFRA.

Essa promoção visa comemorar o dia 3 de maio, que é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. As inscrições poderão ser feitas, juntamente com envio dos jornais, até o dia 31 de maio de 2011. Todas as escolas participantes de O Diário na Escola, de Maringá e região, poderão participar, inclusive contar com o apoio da equipe do programa para realização de oficinas com alunos e educadores sobre o tema.

“O presente concurso tem como objetivo estimular o debate a respeito do tema Liberdade de Imprensa em escolas e ambientes educativos diversos, e mostrar a importância da imprensa livre para a democracia de um país. Para isso, elegerá o melhor jornal produzido acerca do tema”, informou a coordenação do programa Jornal e Educação.

Para obter mais informações, entre em contato com a equipe do Diário na Escola, através do telefone 3221-6050 ou pelo e-mail odiarionaescola@odiario.com

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Cidadania no Colégio Olavo Bilac, Sarandi

O projeto de educomunicação do Colégio Estadual Olavo Bilac, de Sarandi, em parceria com estudantes de jornalismo da Faculdades Maringá, originou um jornal escolar, a Gazeta do Estudante, mas não parou por aí. A iniciativa que consistiu em dois meses de oficinas de leitura crítica da mídia, cidadania, identidade, conscientização e produção de pautas, textos, fotos e anúncios do jornalzinho, acabou por contagiar quase que todos os 1.700 alunos da instituição de ensino. Nos vídeos abaixo o relato de duas alunas do Olavo Bilac envolvidas com o projeto, a opinião do estudante de jornalismo, um dos responsáveis pela iniciativa e também da professora de língua portuguesa que colaborou na realização e evolução do projeto.

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Encontro discute elaboração de Jornal Escolar

Professores e equipe pedagógica da Escola Municipal Tisuro Tsuji B. Cunha, de Sarandi, estiveram reunidos ontem, das 17:30 às 20:00, na referida instituição, para participarem da oficina “O Jornal Escolar promovendo a leitura e a escrita”, ministrada pelo prof. Ricardo A. Pastoreli. O encontro realizou-se a pedido da coordenação pedagógica da instituição e teve como objetivo tecer discussão teórica e técnica sobre a elaboração do jornal escolar.

A intenção dos educadores é produzir, juntamente com os alunos, textos que circulem também na comunidade e que estimulem os estudantes a perceberem a importância da comunicação na e para educação. Inicialmente foram apresentados conceitos sobre a Educomunicação e a prática do Diário na Escola. Houve também uma retomada do contexto histórico, que trouxe à tona discussões que giraram em torno de dois pedagogos precursores na produção de jornais escolares produzidos inteiramente por alunos, no início do século XX. Trata-se do francês Célestin Freinet e do polonês Janusz Korczak.

Para encerrar as atividades, foram analisados alguns jornais escolares e, em equipes, cada grupo recebeu uma apostila com os elementos que compõem um jornal escolar ( elementos gráficos e elementos editoriais) que foram discutidos e apresentados posteriormente pelos docentes.

Além dos encontros realizados frequentemente aos docentes participantes do “Diário na Escola”, outras atividades, como a descrita acima, podem ser solicitadas através do telefone: (44) 3221-6050. Participe!

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Oficina aborda notícia, jornal escolar e HQs

É na tarde de hoje, no salão da terceira idade, em Flórida, que O Diário na Escola ministra a oficina

leitura crítica: interage o leitor com o jornal

‘Estudando com o jornal’. O objetivo do encontro é inspirar professores de Flórida e Ângulo, que também estarão presentes, a usar O Diário de forma educativa, a fim de democratizar a leitura de textos de circulação social e incentivar o hábito da ler. Serão, no total, 50 profissionais da educação que terão acesso ao conteúdo que se divide em três tópicos: notícia, jornal escolar e história em quadrinhos (HQs). O conteúdo da oficina vai de encontro às necessidades das duas cidades, que foram apontadas pela diretora da Escola Municipal Duque de Caxias, Adriana Favarim.

Os fatos reais são a base das atividades desenvolvidas com os professores. Do planejamento à exposição de conteúdo e à prática pedagógica, as notícias do Diário, de domingo, oito de agosto, são fonte de análise, leitura e discussão. A matéria ‘As histórias dos outros’, do Viva Maringá, é foco de leitura crítica. Através da atividade, os leitores conseguem identificar as técnicas jornalísticas utilizadas no texto e, também, criar hipóteses sobre as intenções e preferências do repórter. Uma leitura mais aprofundada que interage o leitor com o jornal. Em outro ponto, os participantes identificam o lead (as questões quem?, como?, onde? quando? por quê? e para quê?) da notícia, possibilitando maior entendimento do fato anunciado.

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Jornal Escolar contribuindo com a Educação e Comunicação

Diante da artificialidade vista atualmente no ensino da Língua Portuguesa, que muitas vezes é baseado em práticas tradicionais e de produções de textos pautadas na escrita e não no texto como discurso, sugere-se a produção do jornal escolar a fim de tornar a escrita mais significativa e prazerosa.

A produção de jornais escolares, feitos inteiramente por alunos, tem registros a partir de práticas norteadas pelos pedagogos Célestin Freinet (francês) e pelo polonês Janusz Korczak, no início do século XX.

Marco Aurélio Sobreiro pôde concluir em 2006, em sua pesquisa de Mestrado pela Faculdade Cásper Líbero, que 1) “O jornal escolar é um instrumento que oferece liberdade de expressão aos alunos e motiva-os a trabalhar em grupo”; 2) “a produção do jornal escolar estimula o espírito de cidadania entre alunos, professores e jornalistas envolvidos. O processo motiva os jovens a interagirem com a realidade interna e externa da escola”; 3) “ao confeccionarem seu próprio jornal, os alunos exercitam, na prática, conhecimentos teóricos recebidos dentro da sala de aula”; 4) “o jornal escolar precisa de orientação especializada para atingir boa qualidade e cumprir todos estes objetivos”.

Célestin Freinet: um dos pedagogos pioneiros no trabalho que prioriza a confecção de jornal escolar com estudantes

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Saiba como fazer um jornal escolar

Produzir um jornal escolar, mural ou impresso, é mais do que transmitir informações. É, na verdade, uma excelente atividade em grupo, que pede poder de síntese, liderança, conhecimento prévio da realidade, isto é, a verificação dos problemas, dos acontecimentos, da cultura, das preferências e das necessidades da escola.

Para o educador é uma das maneiras de trabalhar produção textual e leitura. Para o aluno, eis um exercício diferente e atrativo de cidadania. O Diário na Escola elaborou algumas dicas para você professor elaborar o seu jornal escolar:

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