jornal escolar



É da Escola

Foto AbreHá anos trabalhando com exemplares do Diário do Norte do Paraná em sala de aula a professora Valéria Nunes, que leciona na Escola Municipal Alfredo Sofientini, em Astorga, decidiu que mais do que ler um jornal que chega à escola toda semana, era o momento dos estudantes criarem seu próprio impresso com fatos próximos à realidade em que vivem.

E foi assim que surgiu o “Jornal é da Escola”. Um informativo todo escrito, diagramado e editado pelos alunos do quinto ano e distribuído para os colegas. Mas antes do resultado final, muitas etapas foram realizadas.

De início a professora apresentou todas as partes que compõem um impresso, desde os gêneros textuais presentes até a separação dos cadernos de notícias. Essa aula é fundamental, pois orienta as crianças sobre tudo o que elas vão precisar criar quando chegar o momento de pensar no jornal da escola.

Em seguida a turma foi divida em grupos, no caso, em equipes de reportagem que se reuniram para a primeira reunião de pauta. Neste momento as crianças têm a oportunidade de viver a realidade diária dos jornalistas. Elas são motivadas a debater sobre o que querem produzir, citar os fatos que merecem destaque, escolher qual a melhor forma de estruturar as páginas, entre tantos outros detalhes. E, assim, se sentirem parte do projeto idealizado pela professora.

“Trabalhar com a produção do jornal foi uma realização minha e esse sentimento foi repassado para toda a turma. Os estudantes vivenciaram, na prática, a rotina de uma redação, com isso conseguimos criar algo atual e produzido a partir da vivência deles”, destaca Valéria.

A aluna Tatiane Talita Machado conta que pensar e escrever um impresso foi uma experiência incrível. “Nosso material é educativo, interessante, divertido e ainda faz com que toda a escola fique por dentro das notícias escolares.”

Ana Lucia Burin é mãe de aluno e ressalta que a criação de um jornal fez com que as crianças se mostrassem responsáveis e comprometidas com a tarefa escolar, “essa proposta foi tão boa, que deveria ser repetida anualmente.”

Como resultado final Valéria ressalta que mais do que páginas impressas, foi constatado o poder de criação, cooperação e dedicação que há dentro de cada criança. “Também percebi um grande enriquecimento de vocabulário e melhora na produção textual.”

 

 

NOTÍCIA

Confira a nota escrita pelas alunas repórteres Gabriely, Heloysa, Maria Eduarda e Nathália, que foi publicada no “Jornal é da Escola”.

 

PROJETO DE LEITURA: UMA TURMA MALUQUINHA

O projeto tem o objetivo de incentivar os alunos na leitura prazerosa através das obras de Ziraldo, visando melhorar o desempenho na leitura e escrita. O projeto também promove atividades em educação musical, artes, dramatização, entre outras. Os alunos estão bastante motivados e participativos. Segundo a professora Valéria Nunes o encerramento será em novembro e em grande estilo. Esse projeto de leitura está sendo desenvolvido com as demais turmas da escola, porém com o estudo de autores literários diferentes.

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Jornal é fonte de conhecimento

O Diário na Escola atende escolas que oferecem tanto o ensino regular, como as instituições de educação especial. A exemplo da Apae de Itambé, que participa do Programa há três anos e ao longo desse período tem constatado boa evolução dos estudantes nas propostas em que há como suporte o uso do jornal impresso.

Foto AbreNa Apae de Itambé o ensino é estendido aos alunos da Educação para Jovens e Adultos (EJA) na modalidade de educação especial. Ao sentir o crescimento didático das turmas, as professoras Neusa Maria de Oliveira e Rosangela Machado Cajueiro da Silva desafiaram os estudantes a produzirem um jornal mural.

Para a proposta ser realizada várias etapas antecederam o processo. De início os alunos leram as matérias publicadas no Diário, impresso que eles têm contato semanalmente. E assim puderam reconhecer a estrutura de uma notícia, as partes que compõem um jornal, e os fatos em destaque.

“O jornal é um meio de comunicação muito importante, é através dele que as pessoas ficam sabendo o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Ele também é fundamental em nossa escola, pois nos ajuda a desenvolver a leitura e adquirir maior conhecimento. Eu, por exemplo, gosto de ler as notícias que envolvem o nosso estado e a editoria de Esportes”, destaca o aluno João Pedro dos Santos.

Depois de verificar os fatos publicados no Diário, os estudantes ilustraram as reportagens. Na sequência, as professoras lançaram o desafio para eles criarem textos noticiosos com assuntos da cidade em que vivem.

“O trabalho com jornal é significativo em turmas de alfabetização, uma vez que os alunos necessitam de modelos de material para entenderem a função da escrita, sendo estimulados a ler e a escrever no seu cotidiano. Por isso as propostas com o impresso propiciam maior variedade de informações para que a classe faça seus próprios textos jornalísticos”, enfatiza Rosangela.

Para comtemplar os bons resultados adquiridos após essa atividade, foi confeccionado um jornal mural com todas as produções dos estudantes. Uma ótima ideia, porque é uma forma de valorizar a dedicação dos alunos, não necessita de muitos recursos e os conteúdos ficam em exposição para o conhecimento de todos.

“Nas aulas em que temos o impresso como suporte didático os estudantes revelam maior interesse pela leitura, isso devido ao fato de trazer temas do dia a dia. Durante a etapa prática desta atividade eles se sentiram parte de uma equipe de reportagem, pois tiveram a oportunidade de explicar oralmente as matérias do Diário, ilustraram os textos e ainda viram os resultados divulgados no jornal mural”, expõe a professora Neusa.

A pedagoga Valdilene de Oliveira Silva Vieira comenta que o jornal é um excelente instrumento para divulgação das atividades pedagógicas e conteúdos trabalhados nas áreas do conhecimento. “Os alunos se sentem muito mais motivados quando veem as atividades desenvolvidas em sala publicadas nas páginas do impresso. Aqui na Apae realizamos propostas que contemplam a vivência dos estudantes, a exemplo dos classificados que vendem os artesanatos confeccionados por eles, selecionamos também notícias para que eles possam ilustrá-las e escreverem comentários, entrevistamos alunos para conhecer a opinião deles sobre diversos assuntos e divulgamos o resultado através de gráfico, semelhante aos do Diário. Enfim, a criatividade e dedicação de todos tem ajudado a construir uma boa formação para os estudantes.”

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA criação do “Jornal do Miltinho” foi um trabalho realizado pelos alunos da Escola Municipal Professor Milton Santos, de Maringá, com objetivo de possibilitar ao educando o contato com os mais diversos tipos e gêneros textuais, o inserindo no convívio social da escola e da comunidade. Para, assim, o conduzir a criação e a elaboração das notícias a partir de acontecimentos cotidianos do espaço escolar, bem como a produção do conhecimento relacionada a conteúdos e atividades propostos no currículo.

O Jornal do Miltinho contou com a publicação de propostas didáticas realizadas pelos alunos de terceiro a quintos anos, no Ambiente Educacional Informatizado (AEI) supervisionado pela professora Tereza Maria Arenso e toda a equipe pedagógica da escola. “No início os alunos tiveram o conhecimento teórico sobre o conceito de jornal, como se produz, qual a estrutura, as partes que o compõe e por último, produção e montagem do impresso”, explica Tereza.

Todo esse processo foi acompanhado de pesquisas, exemplos práticos, explanação sobre as mídias, bem como criação do nome do jornal e das atividades publicadas. Lembrando que tudo foi realizado coletivamente com os alunos.

O desenvolvimento das atividades produzidas na edição um do jornal ocorreu durante o primeiro semestre. Os alunos foram desafiados a realizarem várias atividades contempladas no planejamento que enfocaram a produção textual de conteúdos históricos como: A fundação da Escola Professor Milton Santos; o Dia Internacional da Mulher, a Inconfidência Mineira, a Páscoa, entre outros temas relacionados ao cotidiano da escola.

No segundo semestre a elaboração do conteúdo do Jornal do Miltinho deu ênfase ao tema “Folclore”, destacando as manifestações folclóricas: danças, comidas típicas, lendas, parlendas, ditos populares, advinhas e charge. “Todo o trabalho foi buscando promover o desenvolvimento das competências comunicativas, do trabalho em equipe e do uso das novas tecnologias”, ressalta Tereza.

 

 

RESULTADO

Confira o texto da aluna Beatriz Victória Bequer Reis, que foi nota publicada no Jornal do Miltinho:

 

O que é um jornal?

É uma publicação periódica constituída por uma série de folhas grandes de papel dobrados em cadernos, onde são impressas notícias, reportagens, crônicas, entrevistas, anúncios e outros tipos de informação de interesse público.

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Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Dr. Osvaldo Cruz, em Maringá, também teve jornal escolar. Sob a orientação da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Nilva Regina Cordiolli, os alunos foram instigados a produzir um impresso para a instituição em que estudam.

“O Diário é um suporte de interação entre os estudantes e tem se tornado um importante veículo de comunicação para o ambiente escolar. A participação na construção do nosso jornal foi efetiva. Durante as aulas foram realizadas reuniões de pauta entre os alunos para serem definidas as matérias publicadas”, destaca Nilva.

Nos conteúdos do “Notícias em Pauta” – nome dado ao jornal escolar – podemos ver os excelentes resultados conseguidos na avaliação do Ideb (na qual a média obtida estava prevista a ser alcançada somente em 2021), a história da instituição que já tem mais de 60 anos, textos de conscientização sobre os perigos do trânsito e produções escritas pelas crianças, em sala de aula.

Os professores que têm produzido os jornais escolares contam que este tem sido um excelente meio que promove o saber-fazer, além de valorizar o trabalho em equipe e, sobretudo, pôr em prática a utilização da Língua Portuguesa em situações reais de comunicação. Utilizando a palavra escrita, os alunos poderão expressar o que pensam e desejam da escola, manifestar as suas inquietações e críticas, e debater temas ou questões que os preocupem.

 

 

DIVERSÃO

No “Notícias em Pauta” também teve coluna de entretenimento! Desafio você a solucionar este caça-palavras produzido pelos alunos:

Box - Jornal Escolar

 

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Jornal Escolar – Eu fiz

capa - jornal escolarNa Escola Municipal Professora Nadyr Maria Alegretti, em Maringá, a produção do jornal escolar ficou sob a responsabilidade da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Vera Gobatto. A partir do planejamento elaborado para a construção do impresso com os alunos dos quartos e quintos anos, e após algumas aulas teóricas e interativas a respeito do jornal como meio de comunicação, ela iniciou o desafio de criar o jornal da escola.

“Como a instituição oferece ensino integral e o material seria desenvolvido durante as aulas do ensino regular, no período da manhã, ficou decidido que o nome seria Jornal da Manhã”, conta Vera.

A partir disso, começou o trabalho. Na primeira folha, que é a capa do jornal, seguindo as orientações da professora os alunos escreveram o título e todas as informações básicas que um impresso deve conter.  Na aula seguinte, a turma da sequência dava continuidade, editando o que já havia sido feito. A exemplo do tamanho das letras, fonte, negrito, itálico, sempre prosseguindo o trabalho já iniciado.

Em sua primeira edição, o jornal trouxe o histórico da escola. Os alunos então iniciaram as produções primeiro pela pesquisa e leitura na internet, em seguida coletaram informações e imagens sobre a instituição, juntamente com depoimentos conseguidos na própria escola.

“Desta forma foi possível construir um texto coletivo e tópicos informativos, que eram passados no quadro, depois copiados pelos alunos e posteriormente editados pela turma do dia, ou pelos próximos que viriam, de acordo com o cronograma das aulas”, diz Vera.

Houve ainda a publicação de textos produzidos pelos estudantes, realizados em sala de aula, em que após a leitura de uma notícia do jornal O Diário, os alunos escreviam uma resenha. Após essa etapa, um desses textos foi escolhido para cópia e edição durante as aulas de informática e posteriormente publicado no Jornal da Manhã.

Na segunda edição do jornal escolar, o tema abordado foi o folclore. Para isso foram necessárias algumas aulas explorando o assunto em sua diversidade, uma vez que é bastante abrangente. Assim como na primeira edição, a turma começou pela capa do jornal e seguiu para a elaboração dos conteúdos a serem trabalhados: lendas, provérbios, cantigas e brincadeiras.

Após a elaboração dos textos, começaram os trabalhos com as tirinhas, em que utilizaram os personagens folclóricos para criar diálogos e situações humorísticas. No final foram selecionados algumas para serem diagramadas e publicadas no jornalzinho.

“Ao finalizar o impresso, ainda no computador, todos visualizaram a edição que foi enviada para correção e apreciação da supervisão e orientação escolar. Após os ajustes necessários, o jornal foi impresso e exposto na Mostra de Trabalhos”, comenta Vera.

 

RESULTADO

Olha que bacana a tirinha produzida pelas alunas Amanda Evellyn Silva Dourado e Giovanna Rafaela Benate Zanatto sobre o tema folclore:
Box - jornal escolar

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA equipe da Escola Municipal Professora Piveni Piassi Moraes, de Maringá, caprichou na produção do “Jornal da Escola Piveni”. Sob a orientação da professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Cintia Valério Romanini os alunos desenvolveram conteúdos relacionados ao tema manifestações culturais.

No impresso escolar é possível encontrar fábulas, cantigas, trava-línguas, receitas e as principais tradições populares. Todas as publicações foram produzidas pelos próprios estudantes. Para integrar o trabalho, foram convidados a participar as crianças desde o primeiro ano do ensino fundamental até o quinto.

“Na prática do ensino os professores buscam diferentes formas de abordar os conteúdos com o objetivo de facilitar o conhecimento para o aluno. Existem inúmeros materiais que podem ser utilizados para atingir esta proposta e o jornal é, talvez, o principal deles. O impresso torna o estudante um ser participativo da realidade social e forma leitores competentes”, destaca Cintia.

O fim da produção do jornal escolar foi de muita comemoração. Equipe pedagógica, professores e alunos estavam orgulhosos do desafio vencido. Para divulgar o bom trabalho, a entrega dos exemplares foi realizada para toda a comunidade de pais na Semana Cultural da escola.

 

 

HORA DA DIVERSÃO

As adivinhações fazem parte do folclore brasileiro. Por isso, foi proposto aos alunos do 4° Ano a pesquisa e seleção de alguns exemplos que foram organizados e digitados por eles no Ambiente Educacional Informatizado.

 

O que é, o que é?

Com A seu nome começa

Passa seu tempo a voar

O mel que guarda em casa

Não deixa ninguém roubar.

 

O que é, o que é?

Ele é muito curioso

Gosta de tudo enxergar

Começa com O o seu nome

Que é fácil de adivinhar.

 

O que é, o que é?

Entra duro na água

E sai fervendo e mole?

 

O que é, o que é?

Quando cai na água

Não se molha?

 

O que é, o que é?

Quanto mais se tira

Maior fica?

 

O que é, o que é?

Nasce grande

E morre pequeno?

 

Respostas: Abelha, Olho, Macarrão, Sombra, Buraco, Lápis.

 

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal escolar apresentado hoje é bastante temático. Com o nome de Jornal Mirim, em sua primeira edição os alunos optaram por conteúdos que homenageiam a história da própria instituição, a Escola Municipal Professora Lídia Ribeiro Dutra da Silva, de Maringá.

“As crianças foram desafiadas a conseguirem o máximo de informações possíveis sobre o que mudou desde que a escola foi inaugurada, para isso, contaram com a ajuda da equipe e da comunidade vizinha”, conta a professora Rute Rocha.

Entre as notícias do impresso, estão: o porquê do nome da escola, quando ofereceu o primeiro dia de aula, qual a estrutura atual e funcionários que nela trabalham. A proposta despertou a curiosidade dos alunos, a vontade em pesquisar e, com isso, os resultados foram excelentes.

Todo o trabalho foi realizado no Ambiente Educacional Informatizado (AEI), assim os alunos já podiam escrever os textos e procurar imagens na internet. “A dificuldade maior foi com relação à formatação. Os estudantes dos quartos e quintos anos ainda têm pouca habilidade nesta etapa. O professor precisava auxiliar constantemente”, destaca a educadora, Maria Aparecida Cavalher Ferreira.

Na segunda edição do jornal neste mesmo ano, o tema foi sobre o folclore. As atividades divulgadas foram realizadas pelos alunos dos terceiros, quartos e quintos anos. Englobou todas as manifestações do folclore: danças, comidas típicas, lendas, ditados populares, adivinhas.

Depois de pronto, foi entregue um exemplar para cada estudante das turmas que produziram o jornal. Foi impresso uma cópia colorida e em tamanho maior, que ficou exposta em mural para que todos os alunos e comunidade pudessem ler.

Para este ano, as professoras Rute e Maria Aparecida estão confeccionando o jornal numa edição anual, dispondo de maior tempo para trabalhar com as crianças os recursos da digitação e diagramação dos textos para o impresso.

Os professores que atuam no AEI receberam uma formação sobre como produzir um jornal escolar, com a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes. “As informações repassadas neste curso nos ajudaram muito a melhorar um trabalho que inicialmente era tão complexo e que este ano se tornou mais simples, por isso esperamos ainda mais resultados”, enfatizam.

 

 

CHARGE

Em jornal escolar também tem charge! Por ser um gênero um pouco mais difícil de ser produzido pelas crianças, elas pesquisaram na internet produções prontas sobre o folclore, e olha que bacana o que encontraram:

charge - box

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarPara começar a produção de um jornal escolar o primeiro passo é pensar em um nome para o impresso. E foi dessa forma que a professora Maria Aparecida Cavalher Ferreira, iniciou as atividades na Escola Municipal Professora Miriam Leila Palandri, em Maringá.

Alunos do quarto e quinto ano foram os responsáveis pela produção do jornal e, por isso, tiveram a oportunidade de sugerir nomes para o informativo. Foram várias opções e para a escolha, nada mais justo, do que o voto democrático. Ao final, o nome escolhido foi “Jornal da Cultura Escolar”.

Nesta primeira edição o tema central foi o folclore brasileiro, assunto trabalhado amplamente com os alunos em sala de aula e no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). “Como é um tema muito rico, os alunos tiveram a oportunidade de manusear o computador utilizando vários recursos, a exemplo da pesquisa na internet, vídeos, inserção de figuras, digitação de textos, desenhos. Os terceiros anos contribuíram com a pesquisa e produção de publicidade sobre lendas, os quartos anos estudaram as parlendas, trava-línguas, ditados populares e adivinhações. Já os quintos anos escreveram sobre comidas típicas de cada região do Brasil, uma das propostas de melhor resultado”, destaca Maria Aparecida.

É importante ressaltar que o trabalho realizado no AEI tem contribuído muito com o aprendizado do estudante, podemos observar isso semanalmente nos jornais escolares que têm sido publicados no O Diário do Norte do Paraná. Principalmente na questão da digitação de textos, que oportuniza aos alunos perceberem seus erros ortográficos e corrigi-los. Outro fator enriquecedor é o acesso que eles têm às diversas imagens que completam os textos, facilitando a interpretação.

A professora conta que muitas dificuldades foram enfrentadas para a realização do jornal escolar. Mesmo com a assessoria da coordenação de informática da secretaria da educação do município, que ofereceu as orientações e os temas a serem trabalhados, ela precisou pesquisar e adquirir novos conhecimentos para orientar os alunos. “Era preciso ensinar o conteúdo, fazer o registro utilizando os recursos da informática e o mais difícil, colocar os trabalhos produzidos no jornal, ou seja, fazer a diagramação”, diz.

Depois de tanto esforço, vieram os resultados. O Jornal da Cultura Escolar deixou de ser apenas um projeto e saiu do computador para as folhas de papel. Todo produzido e impresso no AEI, o jornal escolar foi um sucesso na instituição. Cada aluno que participou das atividades pode levar um exemplar para casa e comemorar com os pais. Uma cópia em tamanho maior ficou em exposição na escola, para que toda a comunidade pudesse reconhecer o bom trabalho realizado.

“O diferencial da produção de um jornal escolar, é que é um processo. Percebi que para ensinar, antes é preciso aprender, mesmo aquilo que a gente pensa que já sabe. Aprender é sempre gratificante, tanto para o aluno como para o professor”, conclui, Maria Aparecida.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarForam meses de muito trabalho até a entrega dos exemplares do Jornal RPP, impresso desenvolvido pelos professores e alunos da Escola Municipal Rosa Palma Planas, de Maringá. A partir da proposta da secretaria de educação, as educadoras do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Michelle de Carvalho e Alessandra Neves Moreno, aceitaram o desafio de confeccionar um jornal escolar.

“A iniciativa foi desenvolvida com a participação direta dos alunos dos quartos e quintos anos que ocuparam a posição de editores, repórteres e fotógrafos, mas teve também a participação indireta das outras turmas, que em conjunto com as professoras regentes, professoras de arte, inglês e educação física, se empenharam contribuindo com as matérias para nosso jornal a partir das atividades realizadas em sala”, destaca Michelle.

As educadoras contam que a motivação das crianças foi constante, desde a escolha do nome para o jornal até o desenvolvimento dos conteúdos a serem publicados, o que fez com que se sentissem ainda mais responsáveis pela produção.

Com esse projeto escolar do AEI, os alunos puderam conhecer e trabalhar mais com os diversos gêneros textuais que compõem um impresso, instigando-os assim a produzirem o jornal da escola. Durante as aulas também aprenderam a identificar as diferenças entre jornais impressos, online e blogs, fator que colaborou para ampliar conhecimentos e estimular a leitura em variados suportes.

“Conseguimos ir além dos objetivos iniciais. A exemplo da oportunidade dos alunos serem editores e repórteres, utilizarem novas tecnologias como ferramentas de aprendizagem, e com isso o estudante foi capaz de ler, analisar, compreender, interpretar e desenvolver o senso crítico incentivado pela ansiedade de viver novas pesquisas e descobertas”, ressalta Alessandra.

“Todo o trabalho foi muito gratificante, pois houve um enorme reconhecimento por parte da escola, da comunidade, da secretaria de educação, mas principalmente por parte dos alunos que se sentiram extremamente valorizados”, comemora Michelle.

 

 

CURIOSIDADE

O brigadeiro é um dos doces preferidos da criançada. Pensando nisso, uma equipe de repórteres mirins escreveu para a coluna de variedades do Jornal RPP, mais do que a receita dessa delícia, mas também a origem do doce. Algo curioso que eles constataram que os colegas não tinham conhecimento. E você, sabe como o brigadeiro se popularizou?

 

O brigadeiro é um dos doces mais famosos do Brasil, sendo conhecido praticamente só aqui. Era chamado antigamente de negrinho, ganhou esse nome em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da república em 1940. Para promover a candidatura, eram feitos esses doces, que eram entregues ao povo junto com um santinho do Brigadeiro.

Isadora e Vinícius – 5º C

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarUm jornal escolar de sucesso exige o comprometimento de toda uma equipe, e na Escola Municipal Zuleide Samways Portes, de Maringá, foi exatamente isso que aconteceu. As professoras responsáveis pelo projeto, Sandra D’Antonio e Suzana Moran contam que em cada etapa da produção a comunidade escolar esteve envolvida. “Desde o início, todos ficaram muito animados e se dispuseram a ajudar no trabalho. O primeiro passo foi pensar em um nome e projeto gráfico para o jornalzinho”, relatam.

De forma bastante democrática “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi o título vencedor, nascendo assim, o nome do impresso a ser produzido. Para ilustrar ‘a voz’ os estudantes optaram por incluir o símbolo de uma boca na logomarca e assim deixar a marca mais criativa.

O assunto de boa parte das matérias publicadas teve como base as manifestações culturais, tema que já estava sendo abordado em sala de aula e também no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). Fator que auxiliou nas etapas de pesquisa para as pautas jornalísticas.

“A união do trabalho dos professores e dos alunos concretizou na elaboração das páginas do nosso jornal, que foram voltadas à cultura e as diferentes manifestações populares ocorridas em nosso Estado e nas demais regiões do Brasil”, comenta Sandra. A colega de profissão, Suzana, acrescenta “o objetivo foi deixar claro que vivemos imersos e somos origem dessas manifestações, bem como da mistura de raças, culturas e credos.”

O “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi entregue à comunidade na semana cultural da escola. As professoras relatam que os pais ficaram extremamente contentes com o resultado e elogiaram a oportunidade de divulgação do trabalho de seus filhos. “Ficou o desejo e o gostinho de quero mais, de continuar o projeto, esta é uma forma especial de expor parte das atividades que ocorrem dentro da espaço escolar”, destacam Sandra e Suzana.

 

TEXTO PROFISSÕES

Entrevistando minha mãe

Maria Helena tem 45 anos, mora no Jardim Alvorada e sua profissão é promotora de vendas. Ela vende: Avon, Boticário,Tupperware, Evomel, Jequeti, Hermes, Quatro Estações, Natura, Fuller e Pierre Alecsander. Minha mãe gosta muito do que faz e se sente realizada, esta bem neste trabalho.

Na verdade ela passou por várias profissões, tais como: balconista, recepcionista, cozinheira, auxiliar de cozinha, garçonete, babá, diarista, doméstica, boia-fria, atriz, projetora de programas artísticos, promoções e eventos, auxiliar de dicção de vozes e gerente de restaurante. Ela percebeu diante de tudo isso que gostava de motivar as pessoas, treiná-las, capacitá-las e encaminhá-las, e isto me dava prazer ao vê-la melhorando também.

Ela é feliz com sua profissão e consegue fazer as pessoas crescerem intelectualmente, profissionalmente e financeiramente, trabalha com a autoestima e se torna uma pessoa ativa sabendo lidar com seus problemas e dos outros sem consequências negativas.

Você só melhora quando melhora a vida dos outros.

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