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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarForam meses de muito trabalho até a entrega dos exemplares do Jornal RPP, impresso desenvolvido pelos professores e alunos da Escola Municipal Rosa Palma Planas, de Maringá. A partir da proposta da secretaria de educação, as educadoras do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) Michelle de Carvalho e Alessandra Neves Moreno, aceitaram o desafio de confeccionar um jornal escolar.

“A iniciativa foi desenvolvida com a participação direta dos alunos dos quartos e quintos anos que ocuparam a posição de editores, repórteres e fotógrafos, mas teve também a participação indireta das outras turmas, que em conjunto com as professoras regentes, professoras de arte, inglês e educação física, se empenharam contribuindo com as matérias para nosso jornal a partir das atividades realizadas em sala”, destaca Michelle.

As educadoras contam que a motivação das crianças foi constante, desde a escolha do nome para o jornal até o desenvolvimento dos conteúdos a serem publicados, o que fez com que se sentissem ainda mais responsáveis pela produção.

Com esse projeto escolar do AEI, os alunos puderam conhecer e trabalhar mais com os diversos gêneros textuais que compõem um impresso, instigando-os assim a produzirem o jornal da escola. Durante as aulas também aprenderam a identificar as diferenças entre jornais impressos, online e blogs, fator que colaborou para ampliar conhecimentos e estimular a leitura em variados suportes.

“Conseguimos ir além dos objetivos iniciais. A exemplo da oportunidade dos alunos serem editores e repórteres, utilizarem novas tecnologias como ferramentas de aprendizagem, e com isso o estudante foi capaz de ler, analisar, compreender, interpretar e desenvolver o senso crítico incentivado pela ansiedade de viver novas pesquisas e descobertas”, ressalta Alessandra.

“Todo o trabalho foi muito gratificante, pois houve um enorme reconhecimento por parte da escola, da comunidade, da secretaria de educação, mas principalmente por parte dos alunos que se sentiram extremamente valorizados”, comemora Michelle.

 

 

CURIOSIDADE

O brigadeiro é um dos doces preferidos da criançada. Pensando nisso, uma equipe de repórteres mirins escreveu para a coluna de variedades do Jornal RPP, mais do que a receita dessa delícia, mas também a origem do doce. Algo curioso que eles constataram que os colegas não tinham conhecimento. E você, sabe como o brigadeiro se popularizou?

 

O brigadeiro é um dos doces mais famosos do Brasil, sendo conhecido praticamente só aqui. Era chamado antigamente de negrinho, ganhou esse nome em homenagem ao Brigadeiro Eduardo Gomes, candidato a presidente da república em 1940. Para promover a candidatura, eram feitos esses doces, que eram entregues ao povo junto com um santinho do Brigadeiro.

Isadora e Vinícius – 5º C

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarUm jornal escolar de sucesso exige o comprometimento de toda uma equipe, e na Escola Municipal Zuleide Samways Portes, de Maringá, foi exatamente isso que aconteceu. As professoras responsáveis pelo projeto, Sandra D’Antonio e Suzana Moran contam que em cada etapa da produção a comunidade escolar esteve envolvida. “Desde o início, todos ficaram muito animados e se dispuseram a ajudar no trabalho. O primeiro passo foi pensar em um nome e projeto gráfico para o jornalzinho”, relatam.

De forma bastante democrática “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi o título vencedor, nascendo assim, o nome do impresso a ser produzido. Para ilustrar ‘a voz’ os estudantes optaram por incluir o símbolo de uma boca na logomarca e assim deixar a marca mais criativa.

O assunto de boa parte das matérias publicadas teve como base as manifestações culturais, tema que já estava sendo abordado em sala de aula e também no Ambiente Educacional Informatizado (AEI). Fator que auxiliou nas etapas de pesquisa para as pautas jornalísticas.

“A união do trabalho dos professores e dos alunos concretizou na elaboração das páginas do nosso jornal, que foram voltadas à cultura e as diferentes manifestações populares ocorridas em nosso Estado e nas demais regiões do Brasil”, comenta Sandra. A colega de profissão, Suzana, acrescenta “o objetivo foi deixar claro que vivemos imersos e somos origem dessas manifestações, bem como da mistura de raças, culturas e credos.”

O “A voz da comunidade Zuleide Portes” foi entregue à comunidade na semana cultural da escola. As professoras relatam que os pais ficaram extremamente contentes com o resultado e elogiaram a oportunidade de divulgação do trabalho de seus filhos. “Ficou o desejo e o gostinho de quero mais, de continuar o projeto, esta é uma forma especial de expor parte das atividades que ocorrem dentro da espaço escolar”, destacam Sandra e Suzana.

 

TEXTO PROFISSÕES

Entrevistando minha mãe

Maria Helena tem 45 anos, mora no Jardim Alvorada e sua profissão é promotora de vendas. Ela vende: Avon, Boticário,Tupperware, Evomel, Jequeti, Hermes, Quatro Estações, Natura, Fuller e Pierre Alecsander. Minha mãe gosta muito do que faz e se sente realizada, esta bem neste trabalho.

Na verdade ela passou por várias profissões, tais como: balconista, recepcionista, cozinheira, auxiliar de cozinha, garçonete, babá, diarista, doméstica, boia-fria, atriz, projetora de programas artísticos, promoções e eventos, auxiliar de dicção de vozes e gerente de restaurante. Ela percebeu diante de tudo isso que gostava de motivar as pessoas, treiná-las, capacitá-las e encaminhá-las, e isto me dava prazer ao vê-la melhorando também.

Ela é feliz com sua profissão e consegue fazer as pessoas crescerem intelectualmente, profissionalmente e financeiramente, trabalha com a autoestima e se torna uma pessoa ativa sabendo lidar com seus problemas e dos outros sem consequências negativas.

Você só melhora quando melhora a vida dos outros.

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Da sala de aula para a comunidade

Foto AbreA Escola Municipal Dr Eurico Jardim Dornellas de Barros, de Marialva, está em festa. Professoras e estudantes do quinto ano realizaram a entrega dos exemplares do jornal escolar da instituição.

O trabalho realizado em sala teve início com a apresentação da estrutura e organização das páginas do Diário, impresso que as crianças têm contato semanalmente. Na sequência foi proposta a realização de um jornalzinho com a missão de informar parte dos fatos ocorridos na escola.

De forma democrática, o nome do impresso foi escolhido a partir de votação. Várias ideias foram sugeridas e as mais votadas foram: Jornal Estudantil com nove votos e Jornal Escolar com 14. Matheus Reine, votou no título campeão e explicou, “este nome é o que mais se adequa, pois as notícias fazem parte da escola”.

Nas aulas de produção de conteúdo, as professoras Luciana da Silva Biazotto, Ana Carolina Gandolfi Felber e Andréia dos Santos Gallo debateram com suas turmas sobre

a importância de um jornal e quais as possibilidades de desenvolvimento a partir deste trabalho, em cada aluno.

“O jornal traz muitos conteúdos do dia-a-dia, assim estamos sempre bem informados. Eu gostei de trabalhar com o impresso, ainda mais agora que aprendi como usar”, conta o aluno, João Eduardo Contini Bueno.

Entre as notícias em destaque, foram divulgadas as etapas de produção das poesias criadas com matérias do Diário, a serem enviadas para o Concurso do Diário na Escola, “Noticias em Versos”. Como também as atividades realizadas sobre a temática meio ambiente, e a preparação para a festa junina da escola.

“O trabalho realizado com o impresso proporcionou momentos de descontração. Os estudantes puderam ler uma grande variedade de textos que contribuiu tanto no aprendizado, como em produções textuais que enriqueceram o vocabulário de cada criança. Esse projeto é muito importante, pois não deixa o indivíduo alheio perante a sociedade”, destaca a professora Andréia.

As educadoras responsáveis pela produção do material agradecem a família Dr Eurico pela participação da equipe na festa junina que aconteceu no mesmo dia em que o Jornal Escolar foi colocado em circulação.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolar“As diversas atividades que envolvem a construção do jornal escolar são extremamente importantes, pois colocam os educandos diretamente em contato com os processos de oralidade, leitura e escrita, evidenciam de forma muito clara a utilização de recursos tecnológicos no processo de produção e divulgação do conhecimento e, por consequência, enaltecem ainda mais a importância da disciplina de informática educacional nas escolas”, destaca o professor da Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Jair José Gregório Junior.

Jair leciona na Escola Municipal Dr. Luiz Gabriel Guimarães Sampaio, em Maringá, e foi um dos educadores da rede desafiados a produzir um jornal escolar com as crianças. Ele conta que, assim como proposto pela secretaria de educação do município, o impresso foi organizado pelos alunos dos quartos e quintos anos. Nesta proposta, os professores regentes dos primeiros, segundos e terceiros anos, junto com os das disciplinas de inglês, arte e educação física realizaram pesquisas e atividades com os estudantes a fim de publicá-las no jornalzinho. Mas quem fez todo o trabalho de seleção e edição do conteúdo, foram as turmas responsáveis pelo projeto.

“É importante salientar que o processo de confecção do jornal escolar não ficou restrito apenas a mera reprodução de atividades já produzidas por outras turmas. Isso foi apenas uma parte do trabalho. Cabia também aos alunos organizadores, dos quartos e quintos anos, a produção de textos relatando fatos acontecidos na escola como, por exemplo, apresentações artístico-culturais, reuniões, aulas de campo, entre outros. Essas produções foram realizadas muitas vezes de forma coletiva e com a mediação dos professores”, explica Jair.

Após a conclusão do trabalho no ambiente informatizado foram impressas várias cópias do jornal a serem entregues para a comunidade escolar. Para que um maior número de pessoas tivesse acesso ao trabalho realizado, alguns exemplares ficaram expostos nos murais de atividades produzidas na escola. O professor responsável pelo projeto disse que a satisfação dos resultados foi bastante grande, além dos elogios recebidos por parte equipe da secretaria municipal de educação, que propôs a ele o desafio.

 

ENQUETE

Os alunos dos quarto ano realizaram uma enquete com os do primeiro para saber qual a cantiga de roda preferida da turma. Após a apuração dos dados, os estudantes produziram um gráfico no ambiente informatizado que ilustrou o resultado e foi publicado no jornal escolar.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO jornal “Alô Marchesini” foi uma ação conjunta dos períodos matutino e vespertino da Escola Municipal Professor José Marchesini, com a finalidade de tornar-se um instrumento de divulgação das atividades pedagógicas e dos conteúdos que são trabalhados na instituição. Assim, o trabalho foi direcionado em ações jornalísticas que partem de uma perspectiva de envolvimento da comunidade escolar, garantindo a visibilidade das ações e dos acontecimentos mais significativos.

“Na proposta de envolver os estudantes em todas as etapas, desde a escolha do título, até sua divisão e elaboração, foram desenvolvidas visando garantir a participação e o engajamento dos membros da comunidade escolar”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Amilton Costa.

A escolha do nome do jornal foi através de um concurso com a participação dos alunos dos 3º, 4º e 5º anos do período letivo de 2014. Entre os vários títulos sugeridos, quatro chegaram à final: Alô Marchesini, A minha escola, Notícias Escolares e Gazeta Marchesini. As opções foram apresentadas e votadas pelos estudantes de todas as séries, tendo como vencedor, Alô Marchesini.

Para a elaboração do jornal escolar foram trabalhados, no laboratório de informática, diversos modelos de informativos impressos e online. “O acesso a este tipo de material visava a familiarização das crianças com esses veículos de comunicação, com o objetivo de explorar o formato de suas notícias, como elas são apresentadas – manchetes e corpo de texto – e demais colunas, temas e assuntos que são componentes típicos dos jornais”, conta a professora do AEI, Cristiane Barbosa.

O Alô Marchesini em suas duas edições de 2014 tratou de diversos temas abordados em sala de aula, tais como: copa do mundo, escravidão, ocupação do espaço paranaense, folclore, literatura, receitas, classificados, caça-palavras, entre outros. Deve-se destacar que, diversos textos produzidos pelos alunos em seu cotidiano pedagógico, ganharam visibilidade dentro da comunidade escolar através dos espaços de publicações oferecidos no jornal escolar.

“Como retorno deste trabalho didático-pedagógico, notamos que, ao longo do processo de elaboração do Alô Marchesini ocorreu uma ativa participação dos alunos em diversos aspectos, sejam quanto a disponibilidade em digitar os materiais editoriais, ou as pesquisas referentes às produções e, principalmente, interesse em observar e ler o que foi escrito pelos colegas.  Assim, concluímos que novas habilidades e competências estão sendo aprofundadas e desenvolvidas pelos nossos estudantes através da utilização deste rico material, o jornal”, enfatizam Amilton e Cristiane.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarO propósito do trabalho com o jornal na sala de aula é mostrar que a leitura e a escrita, por ser uma prática social, não se restringe apenas a textos fragmentados, e sim, um processo abrangente e dinâmico. “É nesse contexto que o jornal como recurso didático se torna um importante instrumento para se trabalhar de forma pedagógica e permite uma reflexão sobre as diferentes situações sociais e culturais proporcionando ao educando inúmeras formas de compreender o mundo”, destaca o professor do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Gabriel França.

Atuando na Escola Municipal Professor Renato Bernardi, em Maringá, Gabriel foi o responsável pela produção do jornal escolar da instituição. “A partir da proposta da Secretaria da Educação, foi possível divulgar os trabalhos e atividades realizadas por cada escola. Dessa forma, foi proposto aos alunos do 4º Ano e 5º Ano, a elaboração de um impresso com trabalhos realizados em sala de aula pelos alunos dos 1º, 2º e 3º ano”, conta.

As atividades foram todas registradas em cadernos individuais e por disciplinas, obedecendo ao currículo escolar. O professor regente de cada turma disponibilizou esses trabalhos para que fossem descritos no jornal, objetivando a divulgação para a comunidade escolar.

Toda a produção do jornalzinho foi feito em conjunto com o professor do AEI, supervisão e orientação educacional, que fornecem as condições para que os alunos dos quartos e quintos anos tivessem subsídios e matérias para publicação. O impresso recebeu o nome de “Bom dia Sanenge”, em homenagem ao nome do bairro residencial Sanenge, onde fica localizada a escola.

“A dinâmica utilizada durante as etapas de confecção do material propiciou a integração entre as turmas e comunidade escolar”, ressalta, Gabriel.

 

PESQUISA NA WEB

Em parceria com as professoras regentes dos quintos anos, foi realizada uma pesquisa no AEI sobre o gênero textual: Cartum, para assim, auxiliar os trabalhados solicitados no planejamento escolar. Confira o que os alunos encontraram na internet e que também foi conteúdo do jornal “Bom dia Sanenge”:

SIGNIFICADO DE CARTUM

O cartum é um texto humorístico que usa a linguagem não verbal, combinada ou não com a verbal. Normalmente, retrata situações universais e atemporais, satirizando os costumes humanos.

Imagem - cartum

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarCom um trabalho voltado para a divulgação dos acontecimentos do espaço escolar, “O Diário da Escola Municipal Professor José Aniceto”, de Maringá, contou com a colaboração de toda equipe e estudantes dos quartos e quintos anos.

“O objetivo principal é mostrar aos alunos como é constituído um impresso e sua importância como veículo de comunicação para a sociedade”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Andrea Rúbia Ferreira.

Nas manchetes do jornal escolar é possível conhecer sobre as festividades que ocorrem dentro da escola e ainda um pouco de cultura nas chamadas sobre o Folclore e as diferentes comidas típicas brasileiras.

Das receitas culinárias aos conceitos sobre cada personagem folclórico, os estudantes tiveram participação efetiva nas páginas do impresso por eles produzido. “Inicialmente fizemos uma análise do jornal ‘O Diário do Norte do Paraná’ observando a organização, sequências e estrutura. Em seguida, foram estabelecidas as etapas para a realização do trabalho, bem como a divisão de tarefas por grupos. Cada equipe ficou responsável por uma seção do jornal”, conta Andrea.

A matéria de capa do jornal escolar remete a um dos eventos mais animados da escola, a Festa Junina. Para entenderem que a festa também pode ser um momento de aprendizado, um dos alunos ficou incumbido de criar uma matéria sobre a importância desta celebração.

“O resultado foi muito positivo, despertou nas crianças o gosto pela leitura e o interesse em se fazer pesquisas nos meios de comunicação impressos e online. A partir disso, o jornal tem feito parte da rotina dos estudantes. Como recompensa senti o quanto os alunos se sentiram valorizados quando viram suas publicações no jornalzinho”, enfatiza a professora.

Os pais ficaram surpresos com a qualidade da proposta e confirmaram a mudança de hábito dos filhos em relação à curiosidade sobre fatos noticiosos.

 

FESTA JUNINA

O aluno, Jhonata Harry Teixeira fez uma produção contando sobre a história e festividades juninas. Confira um trecho do texto:

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades que ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Como o mês de junho é a época da colheita do milho, grande parte dos doces, bolos e salgados, relacionados às festividades, são feitos deste alimento. Pamonha, curau, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca, bolo de milho são apenas alguns exemplos.

Na Escola Municipal Professor José Aniceto todos os anos é realizada festa junina somente para os estudantes da escola. Os alunos se vestem a caráter, tem danças e comidas típicas.

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Jornal Escolar é tema de formação

jornalOs professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá têm um grande desafio até o final do ano letivo, a confecção de um jornal escolar para a instituição de ensino em que lecionam. Em seu segundo ano, o projeto tem apresentado ótimos resultados. Com a colaboração das equipes pedagógicas e a participação efetiva dos estudantes nos processos de produção, o trabalho tem caminhado para mais um edição de sucesso.

Com o objetivo de auxiliar os professores nessa tarefa, a jornalista e coordenadora do O Diário na Escola, Loiva Lopes ministrou uma formação para o grupo que está responsável pela realização do jornal escolar. Cerca de 50 educadores participaram do encontro pedagógico que apresentou toda a estrutura do impresso, sugestões de matérias a serem publicadas, opções de jornais temáticos e ainda dicas de diagramação.

“As informações serviram para clarear dúvidas e repensar caminhos, especialmente na separação de cadernos e assuntos”, conta a professora, Sandra Regina D’Antonio. A colega de profissão, Aúdrea Alice da Costa completa, “a formação nos trouxe conhecimentos teóricos e práticos a serem aplicados nas etapas de desenvolvimento e finalização do jornal escolar.”

A assessora de informática educacional Patrícia Gongora destaca que o encontro referente a estrutura do jornal foi positivo e produtivo, pois oportunizou uma interação dinâmica e construtiva com subsídios para se obter bons resultados no desenvolvimento da prática pedagógica.

“A proposta referente ao jornal escolar desenvolvido no (AEI) desempenha um papel fundamental, aproximando os alunos da leitura e da escrita, desenvolvendo o senso crítico deles e possibilitando a inserção como cidadão no convívio social da escola e da comunidade, por meio da publicação de suas matérias. Além disso, propicia à crianças o conhecimento dos princípios de responsabilidade, autonomia, criatividade e respeito”, enfatiza a também assessora de informática, Sandra Mara Milak.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarA Escola Municipal Pioneiro Manuel Dias da Silva Martins, caprichou na produção do primeiro jornal escolar da instituição. O “Manuel Notícias” – nome escolhido pelos alunos – contou com o trabalho de toda a equipe para ser realizado. No material foram divulgadas as atividades anuais realizadas em sala, e todos os eventos promovidos.

A ideia inicial teve por objetivo apresentar aos estudantes como é a estrutura de um jornal impresso, e fazer com que eles vivenciassem a rotina dos profissionais que produzem os exemplares, diariamente. “O sucesso do trabalho dependia de entusiasmo e colaboração dos alunos, professores, funcionários e equipe pedagógica. Algo que não faltou a nenhum deles”, destaca a professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Rute Maria da Silva.

Durante as aulas, foram comparadas edições de veículos de comunicação impresso e online. As crianças também assistiram a vídeos sobre o conteúdo, realizaram pesquisa na internet e estudaram os diferentes tipos de textos que poderiam ser publicados.

“Toda a escola foi mobilizada, as professoras do ensino regular ficaram incumbidas de repassar as atividades que acreditavam ser importante estar no jornal. Em seguida, os alunos digitavam os trabalhos no ambiente informatizado, registravam fotos e digitalizavam imagens para, assim, dar início a diagramação do impresso”, conta Rute.

A professora do AEI relata que o desenvolvimento do jornal foi um trabalho árduo, porém, gratificante. Na escola, cada pessoa tinha uma função durante o processo de produção. Depois dos conteúdos prontos, o “Manuel Notícias” foi impresso na própria instituição e entregue para os estudantes.

“A comunidade escolar ficou orgulhosa. O resultado final foi um sucesso, os pais ficaram ansiosos para ler os exemplares e muitos deles se admiraram ao ver a produção de seus filhos estampadas no jornal escolar”, comemora Rute.

 

PRODUÇÃO

Após estudos sobre o sistema solar na disciplina de Ciências, os alunos do 4° ano B criaram um poema enfatizando o que foi aprendido. Este gênero textual também fez parte do conteúdo de Língua Portuguesa, tornando a atividade interdisciplinar. A produção esta lá, no “Manuel Notícias”.

SISTEMA SOLAR

Nossa casa é o planeta terra

Nossa estrela é o sol

Via láctea é a galáxia

Viver aqui é muito legal.

 

Nosso satélite natural

É a lua prateada

Cheia, minguante, nova, crescente

São as fases por ela apresentadas.

 

O nosso planeta gira como pião

Nele, dias e noites vem e vão

Quando é dia aqui no Brasil

É noite lá no Japão.

 

Girando em tono do sol

A terra demora um ano

Inverno, primavera, verão e outono

São as estações que vão resultando.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa  - jornal escolarPara um bom resultado, nada melhor do que um trabalho em equipe, não é mesmo? E foi assim que se desenvolveu o “Gazeta Geraldo Meneghetti”. O jornal escolar da instituição que teve duas edições e contou com a participação de toda a equipe e alunos do primeiro ao quinto ano do ensino fundamental.

Durante a preparação do jornal, os estudantes da Escola Municipal Pioneiro Geraldo Meneghetti tiveram contato com jornais impressos e online, produziram notícias em relação às atividades realizadas na escola, criaram tirinhas e ainda entrevistaram a pedagoga da instituição e uma moradora antiga do bairro, para conhecer um pouco mais sobre a história da vizinhança.

A professora do Ambiente Educacional Informatizado (AEI), Marizeti Campos conta que as crianças também foram a campo. A dengue, que era um problema sério da região em que a escola é situada, deixava todos preocupados. Para tentar conscientizar a população, os alunos foram às casas próximas à escola e informaram os moradores sobre os cuidados que se deve ter para que o mosquito transmissor não se prolifere. Para finalizar a atividade, os estudantes escreveram uma reportagem sobre este projeto.

A segunda edição do “Gazeta Geraldo Meneghetti” foi temática. Os conteúdos tiveram como assunto o Folclore, e cada turma trabalhou um conteúdo diferente. O primeiro ano estudou sobre as cantigas de roda, o segundo com as fábulas, o terceiro as lendas, o quarto as parlendas e adivinhas, e o quinto ano com as manifestações culturais. Com o desafio de transformar todos esses conteúdos curriculares, em notícia.

“Para que tivessem uma participação efetiva durante a produção do jornal escolar, os alunos das séries iniciais produziram conteúdos que foram corrigidos e editados por estudantes das séries finais do fundamental. Assim, todos puderam contribuir para o sucesso do trabalho”, destaca Marizeti.

 

RESULTADO

Confira o poema que a aluna Letícia Eduarda fez para uma das páginas do “Gazeta Geraldo Meneghetti” e, assim, levar cultura aos leitores.

 

O LUGAR ONDE VIVO

Chegando da escola

Os vizinhos me amolam

Ouço barulho na praça

Ao redor da minha casa.

 

Meu bairro é bonito

Apesar do que tem acontecido

Minha cidade é tranquilinha

E é muito bonitinha.

 

Ver os prédios nas alturas

Dá impressão de bravura

No parque ver gente

No sol muito quente.

 

Acho linda as florestas

É como dar uma festa

Adoro Maringá

É onde nasci

É onde eu quero ficar.

 

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