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Professores são super-heróis do cotidiano

Olá pessoal! Na nossa coluna de ontem, o texto principal é uma relato de experiência (gênero bem conhecido no meio pedagógico, não é?). A assinatura é da estagiária de Jornalismo do jornal O Diário, Kamila Yohanna. De tanto ouvir falar nas ações de Educomunicação, a jovem quis ver de perto como são as capacitações pedagógicas. […]

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“NICOLAU, O MENINO AZUL” FOI INSPIRADO POR UMA FOTO DO DIÁRIO

Olá pessoal! Na edição de hoje circula a nossa coluna O Diário na Escola, no Caderno D+. Para quem ainda não leu o Diário do Norte do Paraná hoje, apresentamos três trabalhos maravilhosos desenvolvidos nas cidades de São Jorge do Ivaí e Marialva. Linguagem jornalística desafia os alunos A turma do 4ºC da professora Simone Carbone,  de São Jorge do […]

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EXTRA! EXTRA!

Olá pessoal!

Passamos por aqui para avisar que nossa coluna de amanhã, terça-feira, está em produção! Não percam, lá no Caderno D+ do Diário do Norte do Paraná.

AVISO

Em virtude do feriado de Nossa Senhora da Glória, padroeira do município de Maringá, os jornais que seriam entregues na quarta-feira, terão entrega antecipada.

Desejamos a todos uma excelente semana!

Abração da Equipe O Diário na Escola

#16ANOS

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Dia dos Pais “sem trauma” foi assunto na coluna de quarta-feira

Olá pessoal!

Na Coluna do Diário na Escola do dia 9, falamos sobre como a comemoração de datas comerciais precisam ser manejadas com cuidado no ambiente escolar.

Especificamente sobre o Dia dos Pais, listamos sete erros que podem causar constrangimento para as crianças e adolescentes.

Por que refletir?

Vale lembrar que milhões de crianças não têm a figura paterna presente (nem mesmo quando o pai está dentro de casa).

Outros 11,6 milhões de famílias brasileiras são compostas apenas por mães e filhos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2015).

Experiência positiva

E nós também falamos sobre a forma como a turma da Escola Reynaldo Redher Ferreira (APAE Maringá) utiliza o jornal em sala de aula.

A professora Márcia Belluzzi trabalhou o tema “dengue”. A doença, o contágio e os sintomas. Na avaliação dela, o jornal foi uma ferramenta eficaz.

“A reportagem ajudou a estimular a participação dos alunos e o envolvimento deles no assunto. No final da aula, também usamos o jornal para formar as palavras que definem os sintomas da dengue”, comentou.

Confira a reportagem AQUI

Na semana que vem a gente traz mais novidades!

Acompanhem o programa também pelo Facebook.

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Você leu o Jornal O Diário hoje? Tem coluna fresquinha no Caderno D+

Olá pessoal!

A segunda-feira, 7, foi super produtiva em Sarandi. A oficina pedagógica começou cedo para o primeiro grupo de professores e foi até o finalzinho da tarde para a segunda turma.

Professores participam da capacitação para Prova Brasil (Foto: João Cláudio Fragoso)

Foi uma experiência maravilhosa!

A prática da professora Alethéia Braga despertou muito interesse entre os profissionais da Educação. A maioria procura entender melhor os descritores (conteúdos) para que os alunos estejam bem preparados para a Prova Brasil:

“Os professores estão muito motivados e perguntam como podem ajudar o aluno a entender as questões de língua portuguesa ou matemática, quais estratégias avaliativas aplicar. No encontro nós levantamos as questões práticas sobre a avaliação e procuramos sanar na oficina”, afirma Alethéia.

Matéria do dia:

A edição de terça-feira da Coluna O Diário na Escola fala sobre o registro em cartório dos animais de estimação. A novidade que permite até colocar o sobrenome da família no pet, está disponível em Maringá. Você pode ler a matéria na íntegra na edição impressa do Diário 😉

Novidade chegando

Os alunos da Escola Reynaldo Rehder Ferreira (APAE/Maringá) são o destaque na edição dessa quarta-feira, 9. Eles utilizaram o jornal em sala de aula para uma aula multidisciplinar sobre dengue.

Para ler a reportagem sobre a atividade pedagógica desenvolvida na turma da professora Márcia Beluzzi, acompanhe a matéria na página D2 do Caderno D+

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Infográfico celebra as conquistas da comunidade escolar

Ola pessoal! Na edição de quarta-feira, 26, da Coluna O Diário na Escola, o tema foi o conjunto das iniciativas de professores e alunos de Sarandi a partir do jornal em sala de aula. Contamos em um infográfico, sete anos de conquistas! E teve de tudo um pouco: incentivo à leitura e produção de textos, alunos conquistando […]

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Alunos e estudantes ganham acesso ao jornal em sala de aula

Olá pessoal! A nossa página de terça-feira tem notícia fresquinha! Recomeçou a distribuição de exemplares de O Diário para alunos e professores da rede municipal de Sarandi. Serão 1.360 jornais para atividades pedagógicas em sala de aula. Quase três mil crianças serão beneficiadas. Ação transformadora Pedagoga há mais de 20 anos, a diretora de ensino da […]

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Ensinamentos do impresso

O estudo dos gêneros textuais é a base da aprendizagem do ensino fundamental. E um material que tem somado à didática dos professores dentro dos espaços escolares, é o jornal. Rico em diversidade de textos, o impresso apresenta os conteúdos que estão em estudo nos livros didáticos, mas em seu suporte original, o que torna a atividade mais real e prazerosa.

Por exemplo, é muito mais interessante para a criança aprender sobre a estrutura de uma notícia folheando as páginas do Diário, do que ver uma cópia reduzida do impresso no livro escolar. Por isso, cada vez mais os professores têm levado o jornal para a sala de aula como suporte de ensino.

Foto AbreNa Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, a professora Rosângela da Silva Oliveira já tem utilizado essa didática. Para cumprir o cronograma curricular de conteúdos, Rosângela levou exemplares do Diário e apresentou aos alunos os gêneros textuais presentes nesse veículo de comunicação, que neste caso além de informar, ensina.

“Eu precisava repassar o conhecimento às crianças sobre os diferentes tipos de textos que temos. Nessa proposta o jornal me auxiliou bastante, pois em um único material encontrei tudo o que precisava. Isso torna não só o meu trabalho mais fácil, como o aprendizado dos estudantes também”, enfatiza Rosângela.

Para iniciar a aula, a professora entregou os exemplares do Diário para os alunos do quarto ano e deixou que eles folheassem para conhecer o material que tinham em mãos. “Fui intervindo para apontar a estrutura, os assuntos e principalmente a diversidade textual”, diz.

Dentro do gênero notícia, que foi o foco da aula, Rosângela apresentou aos estudantes a manchete, ou seja, o título do texto. Em seguida, cada criança recortou as manchetes que mais lhe chamou a atenção e a classe toda montou um cartaz com as informações retiradas do jornal.

Em seguida, a turma do quarto ano leu as matérias do Diário e interpretou os conteúdos, sempre observando a estrutura do texto em estudo. A parte prática, também foi desenvolvida. Os alunos receberam o desafio de produzir manchetes, e a partir do momento que a professora percebeu o domínio da tarefa, eles foram motivados a produzir notícias sobre a cidade em que vivem.

“Apesar das crianças ainda terem pouco contato com o impresso e dificuldade em reconhecer os gêneros, essas atividades foram muito importantes para o aprendizado efetivo. É mais fácil o reconhecimento do texto dentro do seu suporte original”, comenta a professora.

“Preciso ler mais o Diário, com tantas informações tive mais gosto em fazer a tarefa escolar”, ressalta a aluna Raiane de Paula Souza. O colega de turma José Daniel Ramanhk de Jesus acrescenta que “o contato com o jornal nos faz ter mais interesse pela leitura e torna o trabalho em prazer.”

Nas aulas seguintes, Rosângela ainda ensinou às crianças sobre os outros gêneros vistos no impresso, como: carta do leitor, artigo, enquete, resumo, horóscopo e outros. Além de desenvolver trabalhos com enfoque nos anúncios e nas charges.

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Brincando de matemática

O Colégio Estadual Cyro Pereira, de Iguaraçu, recebeu a visita do Departamento de Matemática da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para a realização de um dia voltado ao conhecimento da matemática, cujo objetivo foi o de suscitar a curiosidade e o interesse pelo ensino da disciplina a partir de atividades diferenciadas presentes no dia a dia dos alunos, bem como promover o envolvimento entre a comunidade escolar e a Universidade.

Foto AbreO trabalho foi realizado por meio das seguintes oficinas: Jogos e Desafios Matemáticos, cujo objetivo era explorar conteúdos já trabalhados no contexto escolar por meio de jogos e desafios que levassem os alunos a analisar as situações, se posicionar diante delas e resolvê-las com agilidade. Gincana Matemática, que tinha por finalidade promover a reflexão dos conteúdos por meio de dinâmicas que exigiam o pensamento rápido e o trabalho em equipe. Matemágicas, que apresentava como intenção demostrar como a matemática está presente em truques de mágica e fazer com que os alunos percebam a aplicação de alguns conceitos que parecem não ter significado, porém estão presentes nas mais diversas atividades do contexto social. Pipas Tetraédricas de Graham Bell, que buscou proporcionar aos alunos uma discussão histórica, filosófica e conceitual da matemática na construção de um brinquedo tão popular entre crianças e jovens em nosso país e, por fim, a Exposição Matemática, que tinha como principal objetivo levar os alunos a conhecerem jogos, tabuleiros e diversos materiais que envolvem muitos conceitos matemáticos para existirem e serem manipulados.

A pedagoga Solange Cristina D’ Antonio foi quem solicitou à Universidade a realização do Projeto no colégio de Iguaraçu e relata que foi um dia muito interessante, dia em que alunos e professores quebraram alguns tabus a respeito da disciplina e perceberam que metodologias diferentes e a contextualização são chave de um trabalho significativo no ambiente escolar.

“Os estudantes forma divididos em grupos e horários que possibilitaram sua participação em várias das oficinas e ficaram encantados em perceber que existe outra maneira de aprender a matemática e encontrá-la na organização de coisas tão simples, mas que só acontecem com um planejamento bem elaborado e com muitos cálculos e conceitos dessa disciplina. Os professores das diversas áreas também se encantaram com o trabalho e decidiram elaborar no colégio um laboratório com jogos, pois perceberam que os alunos mais dispersos estavam completamente encantados com as atividades”, conta Solange.

A aluna, Ana Catarina da Silva Cilião enfatiza que o trabalho realizado foi muito legal, uma vez que ela teve contato com os professores e alunos da UEM, e eles se dedicaram a atender ela em todas as dificuldades, “a gente se divertiu muito com as provas da gincana, os jogos, quebra cabeças e todas as atividades que fizemos”, diz.

O estudante, Guilherme Henrique Fonseca relata que gostou muito do trabalho, porque foi diferente de tudo o que faz no dia a dia do colégio. “As oficinas me chamaram muito atenção pelos desafios que proporcionaram e os conteúdos ali trabalhados.”

A professora do colégio, Ana Carolina Ulian disse que as oficinas foram muito bacanas e que os alunos ficaram muito interessados e se divertiram bastante. A colega de trabalho, professora Maria Ângela Garcia de Almeida comenta que ainda não tinha presenciado os estudantes tão concentrados para resolver os desafios que eram propostos. “Senti que os desafios elencados cativaram a participação e a vontade dos alunos, sem nenhum tipo de competitividade, e sim, prazer em aprender.”

A professora Sandra Regina D’ Antonio, que leciona na Universidade e é uma das coordenadoras do projeto, diz ter ficado muito contente em perceber que o objetivo central da ação foi alcançado entre a comunidade escolar e a UEM. “Mais importante do que essa abertura é perceber que a extensão entre a pesquisa e o trabalho de campo é de suma importância para os alunos da graduação, professores do departamento, educadores, funcionários e estudantes do colégio. Esse trabalho demonstra que a união entre Universidade e Escola contribui para uma melhor qualidade de ensino em nosso país.”

 

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