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Artistas gráficos têm espaço garantido no Jornalismo

Olá pessoal! Antecipamos no último post um bate-papo com o infografista, ilustrador e artista gráfico, Welington Vainer. Ele trabalha na redação do jornal O Diário e desenvolve capas especiais e os infográficos que ilustram as reportagens dos mais diversos segmentos: tabelas esportivas, infográficos sobre cinema, gastronomia, economia e até política. Em uma entrevista exclusiva para a Equipe […]

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarA criação do “Jornal do Miltinho” foi um trabalho realizado pelos alunos da Escola Municipal Professor Milton Santos, de Maringá, com objetivo de possibilitar ao educando o contato com os mais diversos tipos e gêneros textuais, o inserindo no convívio social da escola e da comunidade. Para, assim, o conduzir a criação e a elaboração das notícias a partir de acontecimentos cotidianos do espaço escolar, bem como a produção do conhecimento relacionada a conteúdos e atividades propostos no currículo.

O Jornal do Miltinho contou com a publicação de propostas didáticas realizadas pelos alunos de terceiro a quintos anos, no Ambiente Educacional Informatizado (AEI) supervisionado pela professora Tereza Maria Arenso e toda a equipe pedagógica da escola. “No início os alunos tiveram o conhecimento teórico sobre o conceito de jornal, como se produz, qual a estrutura, as partes que o compõe e por último, produção e montagem do impresso”, explica Tereza.

Todo esse processo foi acompanhado de pesquisas, exemplos práticos, explanação sobre as mídias, bem como criação do nome do jornal e das atividades publicadas. Lembrando que tudo foi realizado coletivamente com os alunos.

O desenvolvimento das atividades produzidas na edição um do jornal ocorreu durante o primeiro semestre. Os alunos foram desafiados a realizarem várias atividades contempladas no planejamento que enfocaram a produção textual de conteúdos históricos como: A fundação da Escola Professor Milton Santos; o Dia Internacional da Mulher, a Inconfidência Mineira, a Páscoa, entre outros temas relacionados ao cotidiano da escola.

No segundo semestre a elaboração do conteúdo do Jornal do Miltinho deu ênfase ao tema “Folclore”, destacando as manifestações folclóricas: danças, comidas típicas, lendas, parlendas, ditos populares, advinhas e charge. “Todo o trabalho foi buscando promover o desenvolvimento das competências comunicativas, do trabalho em equipe e do uso das novas tecnologias”, ressalta Tereza.

 

 

RESULTADO

Confira o texto da aluna Beatriz Victória Bequer Reis, que foi nota publicada no Jornal do Miltinho:

 

O que é um jornal?

É uma publicação periódica constituída por uma série de folhas grandes de papel dobrados em cadernos, onde são impressas notícias, reportagens, crônicas, entrevistas, anúncios e outros tipos de informação de interesse público.

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ANJ promove concurso “A entrevista dos meus sonhos”

A Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA) está organizando o concurso que é voltado a escolas do mundo inteiro que tenham parceria com jornais associados à WAN-IFRA e associações nacionais de jornais.

As instituições interessadas devem dividir os alunos em equipes de quatro a seis crianças, que vão escolher uma pessoa importante que gostariam de entrevistar. A função do jornal local é auxiliar esses alunos a selecionar o melhor conjunto de perguntas e ajudar a equipe a fazer a entrevista.

O concurso visa ensinar sobre entrevistas jornalísticas e competências linguísticas, incentivando o aluno a pesquisar mais sobre o tema da sua entrevista. Ao trabalhar em grupos, os alunos aprendem o que é pluralidade e liberdade de expressão, assim como tolerância e democracia.

Em março serão distribuídos pelos jornais o Guia de Entrevista para os professores. De abril a junho será o lançamento do projeto (os jornais terão até o final de maio para enviar as duas entrevistas de duas escolas). Em julho o júri decide quais duas entrevistas são as vencedoras e fará o anúncio dos ganhadores. Em outubro, as duas entrevistas vencedoras ganharão viagem para a cerimônia de premiação no “Media Port” durante a WAN-IFRA Expo, em Madrid, Espanha, nos dias 29 e 30/10, para o professor da turma vencedora e dois alunos.

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O jornal e o jornalista de amanhã

Artigo escrito pelo jornalista Luciano Martins Costa e publicado na Revista Comunicação e Educação aponta as tendências em jornalismo. Até aí tudo ok, se não fosse a data da publicação do artigo: 1998. Costa faz observações que condizem à época, mas que também têm muita relação com os dias de hoje. Leia alguns trechos de ‘O jornal e o jornalista de amanhã’ que reforçam os ideais de uma comunicação educativa e voltada à cidadania :

 

“A palavra de ordem na imprensa regional é: foco na comunidade. Dependentes das agencias noticiosas pertencentes aos jornais de São Paulo e do Rio de Janeiro, esses jornais descobriram que não precisam repetir as manchetes da chamada grande imprensa para merecer a atenção dos seus leitores: a vida comunitária tem seus atrativos e o editor regional perde o medo de parecer provinciano”. (p.18)

 

“Trata-se da visão segundo a qual o jornal é um negócio de educação, não apenas um empreendimento de comunicação.” (p.19)

 

“Trata-se de substituir a visão meramente mercadológica de que se impregnou a imprensa no final dos anos 80, por uma atitude voltada para a sociedade, ou seja, o leitor não pode mais ser visto meramente como consumidor do produto jornal, mas tratado em sua inteira cidadania, como parceiro na elaboração das reflexões produzidas pelos fatos noticiados, também gerador de ideias que contribuam para o processo civilizatório” (p.19)

 

 

“O profissional precisa se educar para agir nesse ambiente mutante, a partir de uma sólida formação ética, deve entender o espírito das mudanças tecnológicas e de gestão e buscar aprendizado que o torne capaz de filosofar sobre o negócio jornal.” (p.20)

 

A referência para quem quiser ler na íntegra:

 

COSTA, Luciano Martins. O jornal e o jornalista de amanhã. Revista Comunicação e Educação, São Paulo, nº 11, p. 17-21, 1998.

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Lutas da profissão..

Compromisso com a verdade, ética, liberdade de imprensa, questões em constante debate no universo da comunicação. Infelizmente, o cenário do jornalismo não se faz  apenas de batalhas morais, pois em alguns casos a luta vai além do exercício da profissão, tem relação com a própria vida, com a sobrevivência.

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) divulgou, hoje, que 35 profissionais da comunicação foram assassinados na América Latina em 2010, sendo 14 mexicanos, nove hondurenhos e sete colombianos. O Brasil contabilizou dois homicídios. A ideia de servir à sociedade acaba incomodando muita gente fazendo com que o exercício da profissão se torne cada vez mais perigoso. Para saber mais clique aqui

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Elementos jornalísticos são tema de oficina

Oficina promovida pelo Programa para os professores de Sarandi discutiu os gêneros jornalísticos a fim de fundamentar o trabalho em sala de aula

Os elementos jornalísticos e o trabalho pedagógico foram o tema da oficina realizada pelo coordenador do Diário na Escola, Ricardo Pastoreli, com os professores do Ensino Fundamental de Sarandi. O encontro aconteceu na Faculdade Cidade Verde na quarta e na quinta-feira, em que os participantes foram divididos por turmas em quatro períodos.

Autonomia na sala de aula: professores desenvolvem, na oficina, atividades com os gêneros jornalísticos

A escolha do tema se deu pela equipe do Programa devido à importância do professor conhecer as principais nomenclaturas do jornalismo para trabalhar de forma mais autônoma com os alunos. Entre os diversos conceitos abordados, foram explicadas as definições de manchete, editorial, entrevista, chamada, charge, artigo etc.

Lead ou lide

Os professores também aprenderam o significado de lead ou lide que corresponde as principais respostas que compõem a notícia. “Lendo o começo da matéria e identificando o lide pude conhecer o fato e se eu tiver interesse posso continuar lendo o texto, caso contrário, já tenho as principais informações”, explicou a professora Luzia Vita Teófilo de Araújo, durante a oficina de quarta-feira de manhã.

Após a fundamentação teórica, teve início a parte prática. Durante as atividades, a professora Maria Aparecida Pereira escolheu com seu grupo assuntos que despertavam maior e menor interesse sobre o conteúdo do jornal do dia e para desenvolver a oralidade apresentou aos demais participantes. “Localizamos no jornal alguns assuntos que chamaram muito a atenção, como o assassinato de cigano, afinal ele faz parte de um povo unido. Não tivemos interesse em ler a matéria sobre o contrato da Sanepar, afinal moramos em Sarandi e nossa água não depende dessa empresa. E também não tivemos curiosidade sobre os servidores fantasmas da câmara de Maringá, infelizmente esse assunto já está banalizado, estamos cansados desses escândalos políticos”, disse Maria Aparecida.

Significados contraditórios

Pastoreli esclarece que o objetivo foi de “trabalhar conceitos e práticas dos elementos que constituem o jornal impresso para que isso seja levado para sala de aula”. Durante o curso os participantes foram apresentados aos apontamentos do professor Juvenal Zanchetta Jr. a fim de aprofundar o estudo sobre o jornal impresso.  “Diversos autores, inclusive Zanchetta, colocam que há significados contraditórios sobre os gêneros jornalísticos, como o lide”, afirmou. Mais do que discussões pertinentes sobre o jornalismo que cada vez mais faz parte da rotina escolar, o encontro pedagógico visou desenvolver as habilidades textuais.

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