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Os jovens e as redes sociais

A relação dos jovens de 15 a 24 anos com as redes sociais é tema do [n] jovem, do Núcleo Jovem da Editora Abril. Os resultados mostram que 34% dos entrevistados conhecem alguém que já teve informações violadas ou roubadas na web. Em todas as idades estudadas, o Twitter,  orkut e  facebook são as redes mais acessadas. Para os pesquisados, música é o tema mais interessante. A sondagem mostra o comportamento, as tendências e os hábitos dos jovens brasileiros frente à internet.  Veja a sondagem completa aqui

 

 

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O olhar dos jovens sobre as drogas

Não é de hoje que os veículos de comunicação têm trazido notícias sobre o aumento do consumo e tráfico de drogas. Crianças e adolescentes recebem as mensagens e muitas vezes não param para pensar sobre elas. A professora Lilian Favaro Alegrâncio, do Colégio Estadual São Vicente de Paula, de Nova Esperança, se preocupou com isso e utilizou o tema em várias disciplinas do currículo escolar. Conquistou  excelentes resultados tanto no quesito conscientização, como no de produção textual. Separamos dois cordéis produzidos pelos alunos do segundo ano, do curso Técnico em Informática Integrado.

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UEM oferece tratamento aos jovens obesos

A partir do dia 28 de fevereiro, o Núcleo de Estudos Multiprofissionais da Obesidade (Nemo), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), vai atender adolescentes obesos para tratamento com base na mudança de hábitos, dieta e atividade física. No primeiro encontro, os pais e os jovens podem tirar dúvidas e analisar o tratamento, que consiste em três encontros semanais com médicos, nutricionista, profissionais de educação física e psicóloga. Informações podem ser obtidas pelo telefone (44) 3041-5026, ou pelo e-mail [email protected] ou ainda se dirigir ao laboratório no Bloco M-05, Sala 4-A, no Departamento de Educação Física da UEM.

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Você lê jornais?

Fazemos parte de um novo cenário da comunicação. Atualmente, muito se especula sobre o futuro da comunicação, inclusive sobre a extinção do jornal impresso, a redução de leitores de jornal, que têm preferido ler manchetes e notas sobre determinados assuntos, prezando pela quantidade no lugar da qualidade. Não se aprofundam e também não decodificam as noticias, apenas leem, se dizem informados e passam para outro tópico.

Desconsideram o tema de ontem e vislumbram o que se diz ‘de amanhã’. A corrida pela informação pode ser confundida com o menosprezo por ela, já que a cada minuto, novas notícias estão prestes a surgir e concomitantemente outras serão descartadas. O Diário na Escola vem na contramão disso tudo, afinal, o jornal impresso é visto pelos participantes e organizadores como foco de libertação ou manipulação, dependendo da postura do leitor.

A ideia de formar leitores críticos serve para democratizar o acesso à informação, mas não apenas isso, pois ler implica em conhecer, saber para, então, poder agir. Crianças que crescem reconhecendo o lugar onde moram estão mais habilitadas a verificar os problemas e, logo, encontrar as soluções, do que as que leem apenas o livro didático. O Diário na Escola, assim como outros projetos de leitura oriundos de jornais brasileiros, visa a formar leitores, considerando que no Brasil cerca de 70% da população não domina a leitura.

É preciso ter iniciativa e unir forças para transformar a realidade brasileira, seja pela educação, pela comunicação ou através das duas ciências juntas. Para enfim ajudarmos a formar jovens que tenham repostas surpreendentes para as perguntas do autor Moacir Gadotti, feitas no livro ‘O jornal na escola e a formação de leitores’: “O jovem em busca de emprego sabe que vão lhe perguntar se sabe ler. E a pergunta seguinte é: o que você lê? O que você está lendo hoje? Que livro você está lendo? Você lê jornais?”

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A mídia influencia o jovem ou ao contrário?

Para sentir-se parte do grupo, conectado às inovações ou em contato com a aldeia global, o jovem toma para si, e domina, as tecnologias. O conteúdo implícito pode mesmo influenciar o comportamento dos jovens? Pesquisas apontam que são eles os responsáveis por dar a reposta final sobre a compra das tecnologias para a família. Então são eles que influenciam a mídia?

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Para os jovens, educação e saúde são prioridades

Educação e saúde, respectivamente com 15% e 14% dos votos, são os temas de maior importância para os estudantes do Ensino Médio e Superior, que votaram no último domingo e foram consultados entre agosto e setembro pela pesquisa ‘Eleições 2010’, desenvolvida pelo Centro de Integração Empresa Escola (CIEE). No total, foram ouvidos 5.562 jovens divididos entre menores e maiores de 18 anos, os quais afirmaram que o principal motivo para deixar de votar em um candidato é  envolvimento em corrupção, a ‘Ficha Suja’.

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HQs e orientação sexual

Educação sexual através de História em Quadrinhos (HQs). Este foi o método encontrado pelo Ministério da Saúde para dialogar sobre sexo com os jovens. De acordo com o ministro  José Gomes Temporão, “o jovem tem uma linguagem própria e muitas vezes nossas campanhas não chegam à realidade dele”.

Todas as escolas que participam do projeto Saúde e Prevenção nas Escolas irão receber, na próxima semana, a um CD de auxílio na educação sexual e as seis primeiras edições das HQs.

Trecho das HQs que serão distribuídas aos adolescentes:

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Jovens têm menor poder de concentração

Uma pesquisa realizada pelo Journol of Neuroscience, na semana passada, constatou que o cérebro adolescente é mais confuso do que o dos adultos. Ainda segundo o estudo, os jovens de até 18,8 anos têm maior dificuldade de concentração, o que exigiu mais do cérebro no momento de focar nas atividades  propostas pela pesquisa.

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