leitura



Jornal em sua forma e conteúdo

Na Escola Municipal Padre Mateus Elias, em Doutor Camargo, as remessas de jornais que chegam semanalmente à instituição têm sido muito bem exploradas pelas professoras Edilaine Ghiraldi Poletine e Maria de Fátima Bortolucci, que lecionam para as turmas de quintos anos.

Foto AbreAlém da leitura e interpretação dos fatos publicados, as educadoras propõem atividades em classe que levam os estudantes ao conhecimento das regras gramaticais da Língua Portuguesa e a reflexão sobre temas de interesse social.

Edilaine conta que costuma começar as propostas em sala de aula com uma breve discussão sobre as notícias, já aproveitando a atenção dos alunos para apresentar exemplos de tempos verbais, grafia, vocabulário e os gêneros textuais presentes nas páginas do Diário.

“Em um de nossos momentos com o jornal, entreguei às crianças a narrativa ‘A convenção das jararacas’ para que eles tentassem aliar o lúdico da história que estavam lendo, com o real, que são as matérias publicadas. Desafiei-as a escreverem uma notícia sobre as jararacas, para que pudessem misturar os dois tipos de textos que tinham em mãos”, ressalta Edilaine.

A professora enfatiza o sucesso dessa proposta didática, pois os alunos criaram reportagens a partir de algo lúdico, que era a história da jararaca. Em algumas matérias fictícias a cobra foi presa por estar rastejando em alta velocidade, e em outras, a personagem se tornou atleta da seleção brasileira de basquete e participou dos jogos olímpicos do Rio.

Com tantas boas produções, Edilaine convidou as crianças a formarem um círculo em sala, apresentaram as notícias criadas sobre a jararaca e produziram um painel nas paredes dos corredores da escola para que toda a comunidade tivesse conhecimento do trabalho realizado.

A turma da Maria de Fátima também fez bonito no trabalho com o jornal. Preocupada com os fatos sobre acidentes de trânsito na região em que mora, a professora optou por utilizar os textos jornalísticos para realizar uma proposta de conscientização com os estudantes.

“Fizemos uma seleção de todas as notícias encontradas no Diário sobre as colisões no trânsito. Em seguida, debatemos o assunto e elegemos as causas para que houvesse um aumento tão significativo do número de acidentes. No quadro criamos uma lista das possíveis soluções para que se diminuam essas estatísticas tão ruins. E o desafio final foi solicitar às crianças a produção de uma letra de rap que alertasse os motoristas e motociclistas sobre os riscos da imprudência no trânsito, focando nas mensagens de proteção à sua vida e à do próximo”, enfatiza a professora.

Edilaine e Maria de Fátima concordam que o trabalho com o jornal em sala de aula possibilita um maior interesse dos alunos no momento da escrita, pois eles se sentem parte das notícias e gostam de produzir sobre aquilo que é real na vida deles. “As propostas didáticas com o impresso tornam as crianças cidadãos mais conscientes, com certeza teremos um futuro de adultos responsáveis”, afirmam.

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Capa do jornal, um convite à leitura

A professora Orlani de Carvalho Veronez leciona na Escola Municipal Monsenhor Celso, em Astorga, e preparou uma proposta didática para que seus alunos pudessem explorar os conteúdos do Diário. “Meu objetivo foi fazer com que as crianças conhecessem o jornal e a partir da capa pudessem encontrar, ler e discutir as notícias dos cadernos”, conta.

Para realizar a atividade Orlani usou como base textos do livro didático da turma em que se explanavam todos os itens que compõe a estrutura de um impresso. Desta forma, mais do que conhecer as definições apresentadas no livro, os alunos poderiam também identificar cada parte dentro do suporte original, as páginas do Diário.

Foto Abre“Ficou muito mais fácil aprender com o jornal em sala se aula, pois quando pego um exemplar na mão já consigo identificar o que me interessa entre os conteúdos e escolho as páginas que vou ler”, aponta a aluna, Ana Júlia Cheron Zanin.

A diretora da escola, Roseli Baizin Malaquias destaca que o impresso além de ser um importante meio de comunicação, é também um excelente instrumento pedagógico. “Os temas trabalhados envolvem fatos reais, provocando nos estudantes um olhar mais crítico da realidade e, assim, possibilita uma reflexão diante das atitudes que devem tomar enquanto cidadãos.”

Orlani aproveitou os exemplares do Diário para ensinar sobre o gênero textual notícia e a estrutura do “lide” – termo que resume a função do primeiro parágrafo que é introduzir o leitor no texto e prender sua atenção – a partir das perguntas: o quê, quem, quando, como, onde, por quê.

“Depois dessa proposta didática os alunos mostraram maior interesse pelo jornal, visto que muitos não têm contato com esse tipo de mídia. Percebi que as crianças sentiram facilidade em manusear o material e encontrar o que gostam de ler, fator que me ajuda na realização de um bom trabalho pedagógico possibilitando o ensino de diferentes áreas do conhecimento, interdisciplinaridade e aprimoramento da leitura e da escrita”, enfatiza a professora.

A coordenadora pedagógica da escola, Lucilene Galhardo Molinari ressalta que a participação da instituição no Diário na Escola proporciona o contato com um material que oferece subsídio e vem ao encontro da filosofia que diz que deve ser ofertado ao estudante em seu ambiente alfabetizador, a aquisição de um pensamento crítico e de ampla visão de mundo.

 

 

PRODUÇÃO

 Os alunos do 5º ano “D” com o auxilio da professora Orlani escreveram uma poesia sobre o trabalho com o Diário em sala de aula. Olha que bacana!

 

 

O jornal na escola

 

Hoje na escola

Os alunos aprenderam a ler jornal

A professora orientou-os

Começando pela página inicial

 

O nome dele é:

“O Diário do Norte do Paraná”

Sua edição é publicada

Na cidade de Maringá

 

A turma estudou o que é

Manchete, fotografia, lide e chamada

Onde o leitor poderá

Primeiramente dar uma olhada

 

E assim que abrir os cadernos

A notícia vai encontrar

É só ler os acontecimentos

Com desejo de se informar

 

Toda semana, na sala de aula,

Para a nossa alegria

O Diário na Escola estará

E será uma boa companhia.

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Ler para aprender a escrever

Na Escola Municipal São Jorge, em São Jorge do Ivaí, os estudantes participaram de um projeto anual que resultou na produção de livros. O ‘Ler para Aprender’ foi desenvolvido com o intuito de motivar as crianças a conhecer e gostar de obras literárias. “A leitura é algo indispensável, o aluno que lê desenvolve suas capacidades de pensar, agir e criar”, destaca a professora Rosângela da Silva Oliveira.

Foto - AbreEntre as etapas do trabalho, os estudantes pesquisaram a biografia de grandes escritores, a exemplo de Monteiro Lobato e Vinícius de Moraes. Já contextualizados sobre a esfera literária, eles receberam o desafio de criarem suas próprias obras.

Para ajudar no momento da inspiração, toda semana as crianças têm acesso às notícias publicadas no jornal O Diário, os fatos em destaque serviram de base para as produções. A matéria com a manchete “Homem morre vítima de dengue hemorrágica” comoveu os pequenos e alguns deles se uniram para fazer um livro de poemas sobre a importância em se conscientizar e prevenir a proliferação do Aedes Aegypti.

Em um dos trechos de sua obra, a estudante Julia Hernandes Granzotto mencionou: “se você não cuidar; ele vai te pegar e dano vai trazer; manchas vermelhas, febre e dor de cabeça, você vai ter.” O colega Gabriel Visentin Alexandre, em outro verso, acrescenta, “a dengue pode matar; em qualquer pocinha o mosquito pode botar, vamos cuidar! Ele pode picar.”

Livros de diferentes temas foram produzidos, com uma participação efetiva da equipe escolar e dos familiares, Rosângela garante que os resultados foram bastante satisfatórios. No encerramento, os alunos apresentaram suas obras para toda a instituição.

“Adorei o projeto, pois aprendi muitas coisas novas. Além de me sentir motivado a ler mais, hoje consigo produzir textos com maior facilidade”, ressalta o aluno Paulo Gabriel Ragni.

A diretora Sueli Sisti Crubelati afirma sobre o quanto o hábito da leitura é necessário na rotina das pessoas. “Ela estreita caminhos para ampliar nossos conhecimentos e possibilita a aquisição de novas linguagens. Na apresentação final do projeto, os alunos do quinto ano da professora Rosângela nos repassaram amplas informações sobre os escritores que estudaram. Foi brilhante o trabalho deles.”

 

 

RESULTADO

Olha que bacana o poema da aluna Samara da Silva Santos que fui publicado no livro produzido pela turma, para alertar os leitores sobre os riscos da dengue.

 

 

Mosquitinho Esperto

 

O mosquito é esperto

Não podemos descuidar,

Fique atento

Pois ele está no ar.

 

O mosquito da Dengue

Não é difícil de encontrar

Em água parada

Ele vai botar crescer e até te picar.

 

Febre alta

Manchas vermelhas pelo corpo

Não se engane

O mosquito já te pegou.

 

Vamos cuidar dos quintais minha gente!

Porque os mosquitos vão se reproduzir

Não deixe água parada, é o que ele quer.

Para sua casa construir.

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Comunicação é meio de estudo

A comunicação está mais presente na vida em sociedade do que imaginamos. Além de todos os veículos midiáticos existentes, como o jornal e a televisão, por exemplo, dar uma aula, assistir a um filme, ler um livro ou receber uma revista em casa pelo correio são atos de troca de informação. Acreditando que estruturas comunicativas como essas fazem parte da cultura contemporânea e não podem ser ignoradas pela escola, a professora da Escola Municipal Vania Maria Simão, de Atalaia, Maria Fernanda de Souza Torrente preparou uma aula sobre a importância e a evolução dos meios de comunicação em nossas vidas.

Foto AbrePara iniciar a proposta, Maria Fernanda apresentou aos seus alunos do quarto ano o texto “O que é comunicação”, no qual foi relatada a evolução dos meios e formas de se transmitir ou trocar informações. A estudante, Giovana Vitória de Souza Mazzi conta que depois da leitura do texto eles ainda pesquisaram os diferentes tipos de comunicação para estudar o assunto com maior profundidade.

Em seguida, para valorizar o material que as crianças têm contato todas as semanas, os estudantes foram instigados a lerem as notícias publicadas no Diário do Norte do Paraná e selecionar uma das matérias que mais despertasse a atenção deles. “A professora fez um varal de informações com todas as páginas do jornal e explicou cada uma das editorias. Gostei muito dessa parte, pois percebi que têm colunas interessantes no impresso que eu ainda não tinha prestado atenção”, ressalta Giovana.

Na etapa seguinte, os estudantes produziram cartazes informativos sobre os conteúdos publicados em cada uma das páginas do Diário, e deixaram em exposição nos corredores da escola para que toda a comunidade tenha acesso a um tema de tanta importância. “O foco do trabalho foi proporcionar a atualização constante do que é notícia, desenvolver o senso crítico e despertar o pensamento de tentar solucionar os problemas que nos rodeiam”, enfatiza, Maria Fernanda.

A professora relata que depois da realização dessa proposta, a motivação para folhear as páginas do jornal cresceu bastante entre a turma, assim como o interesse e a curiosidade pela leitura. “É muito gratificante perceber que uma atividade teve bons resultados entre os alunos, desta forma é possível inibir a indisciplina e desmotivação.”

 

 

Interpretando a notícia

Proponha aos alunos uma atividade coletiva. Peça que leiam as páginas do Diário e escolham uma notícia que achem interessante para contar na classe. Depois, solicite a montagem de um painel com textos e imagens sobre os acontecimentos relatados.

No momento da exposição oral, aproveite para estimular a reflexão sobre o fato noticiado e faça perguntas como:

“Por que será que isso aconteceu?”

“Que consequências terá esse fato?”

“O que você entendeu dessa notícia?”

“O que podemos fazer para ajudar?”

Liste as soluções encontradas pelas crianças para o problema evidenciado no jornal. Exponha estas soluções juntamente com o painel confeccionado pelos alunos. No momento de socialização do painel converse com eles sobre o meio de comunicação utilizado na atividade. Isso fará com que eles conheçam melhor o material que estão trabalhando e ainda tenham criticidade sob as notícias publicadas diariamente.

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Jovens poetas são premiados

O primeiro concurso de poesias promovido pelo Diário na Escola teve grande adesão dos participantes do Programa. Foram recebidas cerca de 600 produções de alunos das redes municipais de ensino de Maringá e mais 14 cidades da região.

As crianças foram desafiadas a criarem uma poesia a partir de qualquer notícia publicada no jornal O Diário do Norte do Paraná. Em sala de aula, os estudantes receberam orientações sobre o gênero textual a ser produzido e deixaram a imaginação fluir no momento da escrita. Cada professor selecionou as três melhores obras de sua turma, e enviou para a equipe do Programa.

11822840_1122616377752612_3288407699000780417_nA escolha dos poemas vencedores foi realizada pelas escritoras maringaenses, Angela Ramalho, Maria Cristina Vieira e Vera Lúcia Margutti. Cada aluno ganhador levou para casa uma bicicleta novinha, e o professor que orientou a produção, também foi premiado.

“Como tivemos que escolher apenas três, decidimos pelas poesias que nos passaram maior encantamento logo na primeira lida, pois o poema estava ali se mostrando através de figuras de linguagens que a criança mesmo sem conhecer soube expressar. Poesia é isso, é arte por excelência, é a expressão subjetiva por meio da linguagem, das palavras que humanizam e que reagem sensivelmente a todas as manifestações e ações”, destaca, Vera.

A escritora comenta que alguns alunos até a surpreenderam pela capacidade de poetizar se inspirando em notícias tristes, duras e frias, abstraindo dali alguma inspiração para a produção de um poema.

A cerimônia de premiação foi realizada na sede do grupo O Diário e contou com a presença dos alunos e professores vencedores, pais, representante das escolas ganhadoras e as escritoras juradas do concurso. Os três melhores poemas foram reproduzidos em banners que serão expostos no pátio das instituições de ensino que tiveram seus estudantes premiados.

“Não esperava ser uma das ganhadoras. Quando recebi a notícia, eu nem acreditei, perguntei duas ou três vezes para a professora se era a minha poesia mesmo que tinha sido escolhida”, brinca a aluna vencedora, Caroliny Vitoria Farias dos Santos.

A educadora premiada, de Maringá, Suely Martins Gomes de Oliveira que leciona para o vencedor, Lucas Eduardo Custodio Rossetti conta que desde que recebeu a proposta do concurso achou desafiador, mas o que auxiliou o trabalho é que o gênero em estudo do bimestre era justamente, o poema. “Para um bom resultado sugeri às crianças leituras de poesias, deveres de casa e produções sobre alguns temas antes de fazer a que seria enviada ao Diário na Escola. Hoje, com a premiação, reafirmei a certeza do quanto o esforço diário em ensinar nossos alunos é recompensador.”

O pai, Fernando José da Silva é só elogios para a filha Maria Eduarda, “essa menina é meu orgulho, sempre estudiosa, adora escrever e em casa tem como momento de lazer, em boa parte do tempo, a leitura. Ela fez por merecer esse prêmio.”

“Nosso objetivo foi criar um Concurso que trouxesse uma reflexão nova acerca da leitura do jornal, despertar um olhar diferente do aluno sobre os acontecimentos diários, com a intenção de sensibilizá-los. Ficamos muito satisfeitos com o resultado, embora a proposta tenha sido um desafio para os educadores, todos se sentiram motivados a enviarem as produções dos estudantes. No próximo ano, pensamos em incluir no calendário uma oficina específica para trabalharmos os gêneros Notícia e Poesia”, enfatiza a coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

CONCURSO DE POEMAS O DIÁRIO NA ESCOLA anuncio 29,7 x 18,5

 

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Feira do Livro em Floraí

10685375_10206471690420630_633729048938968064_nNesta sexta-feira (10) a Escola Municipal Elena Maria Pedroni, de Floraí, realiza a 11ª edição da Feira do Livro. O evento acontecerá nas dependências da própria Escola, das 13h30 às 20h00, com representantes de editoras de todo o do país que irão expor seus títulos e novidades no mercado literário. Com preços promocionais a partir de R$ 1,00, os visitantes poderão adquirir lançamentos e obras pedagógicas, literárias e coleções.
“A Feira é uma grande oportunidade de promover o hábito da leitura, além de proporcionar diferentes eventos que aproximam ainda mais os nossos alunos da vida literária”, ressalta a professora e diretora da Escola, Vania Ganaza.
A renda obtida será revertida em compras de livros a serem utilizados pelos alunos da rede municipal.

Fonte: Assessoria de Imprensa de Floraí

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Tendas estimulam a leitura em Maringá

Aquele programa, desejado por muitos, de poder ler uma poesia ou história sentado no gramado de uma praça, já acontece aqui em Maringá. As escritoras Vera Margutti e Ângela Ramalho são as responsáveis pelo Projeto Tendas Literária que tem por objetivo incentivar a leitura e a escrita, através de atividades com o uso de materiais lúdicos e pedagógicos.

Todos os domingos, na praça em frente ao Parque do Ingá, as escritoras oferecem oficinas de poesia, contação de histórias e atividades com pinturas e fantoches. “Foi um grande sucesso desde a inauguração. Recebemos fluxo de crianças e até de adultos que já tem o hábito de frequentar o espaço para as atividades físicas e aproveitaram para participar e interagir diretamente com manuseios de livros, tanto infantis e juvenis, quanto de poesias”, destaca Vera.

No espaço, os visitantes encontram as “Sacolas da Leitura” que contém a biografia, poemas e atividades pedagógicas sobre algum escritor. Lembrando que é possível conhecer obra de grandes autores brasileiros, como também de maringaenses que se destacam na literatura.

“Eu adoro ler, por isso todo domingo peço para minha mãe me trazer aqui. Quando eu crescer quero ser escritor”, faz planos o pequeno Arthur Silva Yaedo, de cinco anos.

Colchonetes, almofadas, e mesas e cadeiras infantis compõem o espaço. Prateleiras de livros ficam expostas para que as pessoas se sintam chamadas à leitura, pra que assim, o momento de aprendizado seja prazeroso.

“Minha filha está encantada com as tendas. O trabalho das escritoras é de extrema importância, pois além do incentivo à leitura, nas atividades de pintura, por exemplo, se desenvolve a coordenação, na contação de histórias a concentração, como também a oportunidade de interagir com a cultura”, enfatiza a administradora, Renata Schendorf.

Ângela comenta que as histórias contadas, lidas e até cantadas ao ritmo do violão chamam a atenção de todos que transitaram por ali. “As pessoas não resistem, chegam movidos pela curiosidade e vão parando, sentando e acabam participando desse momento lindo da literatura no centro da nossa cidade canção.”

Outra iniciativa das responsáveis pelo projeto é a “Poesia na Bandeja”, na qual são distribuídos cerca de 400 fragmentos de poesias, ao público que aproveita o domingo para passear.

“Estas tendas são fascinantes. É uma oportunidade que as pessoas têm de deixar a internet de lado e viver a experiência da leitura em seu suporte mais tradicional, o livro”, conta a professora, Carla Nunes Agostinho.

As escritoras Ângela e Vera estão fazendo agendamentos para as crianças e adolescentes que queiram declamar poesias ou contar histórias. É só ir até o espaço e informar o nome do participante. As tendas estarão montadas no Parque do Ingá até o primeiro domingo do mês de maio. Quem não conhece as atividades do Projeto, ainda está em tempo.

CULTURA. Contação de histórias com fantoches conquista crianças e também adultos que passeiam pelo Parque.

CULTURA. Contação de histórias com fantoches conquista crianças e também adultos que passeiam pelo Parque.

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Manchete sobre violência surpreende estudantes

IMAG0253Dentro da coluna Notícias Breves do caderno de Polícia do Diário, os alunos da Escola Municipal Guiti Sato, de Marialva, se atentaram à manchete: “Criança de 10 anos participa de assalto”. A professora Tanize Aparecida Geraldo André conta que sempre motiva as crianças a lerem o jornal todo, de forma livre, para que em seguida elas opinem sobre o que encontraram de mais interessante no impresso.

Na matéria destacou-se o fato de uma menina de 10 anos e dois adolescentes terem assaltado um supermercado no município de Cambé. Um dos garotos estava com um revólver e disparou a arma depois que um cliente reagiu, por sorte ninguém ficou ferido. Com R$ 700, o trio entrou em um carro e fugiu.

“A sociedade está cada dia mais perigosa, não podemos mais confiar nem na ingenuidade de uma criança. Como foi apresentado na notícia, até os menores de idade estão cometendo crimes”, ressalta a aluna Thaissa Cristina de Souza Oliveira.

O fato noticiado se tornou tema de debate em sala de aula. “Os estudantes queriam falar, contar experiências, apresentar novas informações. Temas polêmicos sempre geram boas discussões em classe”, comenta a professora.

Depois da leitura da notícia Tanize solicitou às crianças que realizassem uma produção textual opinativa sobre a violência na infância. “A conversa em sala foi importante para nos ajudar com argumentos no momento da atividade escrita”, conta a aluna Thais Leal.

“Na escola temos o compromisso de conscientizar os estudantes sobre os riscos das drogas e da criminalidade, por estarmos localizados em um bairro de periferia eles têm contato com esta realidade e, por isso, sempre lembramos que este não é o melhor caminho a seguir”, ressalta a coordenadora pedagógica Jaqueline Aparecida Fernandes.

A professora enfatiza que trabalho com o uso do Diário é sempre desafiador para os alunos. “Se exige boa leitura e compreensão, mas como resultado eles têm novos conhecimentos e maior suporte para a construção de textos. Nesta atividade, em especial, o resultado foi muito satisfatório, pois identifiquei maior dedicação no que foi proposto em sala de aula”, diz.

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Notícia proporciona aula interdisciplinar

Os alunos da Escola Municipal Alberto Bonini – em Tupinambá, distrito de Astorga –  recebem o jornal semanalmente para a realização de atividades. A coordenação da instituição está desenvolvendo o projeto “Dengue: cidade limpa, comunidade feliz” e aliou o conteúdo da notícia publicada no Diário com a manchete “Dengue leva Astorga a decretar emergência” para realizar atividades de conscientização nas disciplinas de Língua Portuguesa e Matemática.

“Trabalhamos a oralidade a partir do relato das crianças sobre as experiências vividas depois de terem sido picadas pelo mosquito transmissor da doença, e finalizamos a conversa com a leitura da reportagem”, destaca a professora Christiane Sene Miguel.

Na matéria do Diário foram identificadas as informações e os dados apresentados através da interpretação textual e o gênero notícia. “Nesta proposta os alunos puderam ampliar vocabulários e fazer a análise linguística com o auxílio do dicionário”, conta Christiane.

Foto Submanchete 02 - AstorgaAtravés do gráfico da reportagem a professora trabalhou a Matemática. Os estudantes utilizaram a calculadora para fazer um balanço dos casos da epidemia e, assim, verificar quais medidas devem ser tomadas para que a dengue não se prolifere.

“Adorei a atividade que fizemos sobre a dengue. Com o apoio do texto do jornal a proposta se tornou simples e eu pude conhecer, inclusive, o que os governantes de Astorga têm feito para evitar mais casos da doença”, ressalta a aluna Yasmin de Oliveira Piza.

“Foi uma aula dinâmica e que trouxe um aprendizado diferente para as crianças. Durante todo o trabalho a turma interagiu e se comprometeu em colaborar para que não apareçam novas larvas do mosquito”, destaca Christiane.

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Trabalho com charge revela criticidade de aluna

A Escola Municipal Zuleide Samwais Portes, de Maringá, recebe o jornal semanalmente para desenvolver atividades em sala de aula. Em uma das propostas repassadas aos alunos, a professora do 4º ano, Simone Gonzáles Verrengia, solicitou que a partir da leitura e interpretação da charge publicada em O Diário os estudantes recriassem uma outra charge, com temática livre. “A ideia surgiu porque estamos trabalhando histórias em quadrinhos neste bimestre, e a charge é um gênero semelhante que desperta o senso crítico da criança”, destaca Simone. Confira o resultado do trabalho desenvolvido pela aluna Talita Silva Machado que fez uma charge sobre a corrupção no Brasil, tema de uma das matérias divulgadas em O Diário.

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