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Impresso desenvolve senso crítico em estudantes

IMG_2776Durante a visita da equipe do Programa à Escola Municipal Rocha Pombo, no município de Ourizona, o relato de uma aluna chamou a atenção. “Esta semana minha mãe estava me contando que o apresentador de TV, Pinga Fogo sofreu um problema de saúde e está internado. Ela achou que seria uma novidade, mas eu disse que já sabia, pois tinha lido sobre o assunto no Diário. Minha mãe ficou surpresa!”, relata Maria Clara Costa Calvo.

Para que momentos como este aconteçam mais vezes nas conversas em família, a equipe do Diário na Escola esteve com os estudantes de Ourizona apresentando todos os elementos que compõem o impresso, entre eles: manchete, texto chamada, foto, legendas, cadernos e lide.

Depois do bate-papo sobre a estrutura do jornal, os estudantes aplicaram a teoria na prática. Divididos em grupos receberam o desafio de encontrar a manchete principal do Diário, realizar a leitura da reportagem e ainda identificar: título, subtítulo, o que a foto representa, legenda e o lide da notícia.

A partir da manchete “Jardineiro entrega filho adolescente suspeito de matar vizinho de 83 anos” os estudantes desenvolveram as atividades acima e produziram um texto opinativo destacando se concordavam ou não com a atitude do pai do acusado, e qual pena o garoto de 16 anos deveria sofrer por ter matado um homem.

“A manchete é assustadora e atrativa ao mesmo tempo, isso desperta o interesse das crianças em ler a notícia completa. O diferente é que nestes casos eles não reclamam nem do tamanho do texto, pois estão curiosos em conhecer mais sobre o fato”, conta a professora Cícera Aparecida Tassoli.

Há cinco anos Cícera utiliza o jornal O Diário como suporte de ensino aos estudantes do 5º ano. Ela destaca que o impresso contribui muito em suas aulas, “além de aprofundar os conteúdos das disciplinas obrigatórias, melhora o rendimento dos estudantes e diversifica a minha rotina de trabalho”, conta.

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Manchete do Diário incentiva projeto sobre dengue

Com a temporada de chuvas, as chances de se acumular água em lixos, vasos e pneus aumentam, elevando também os casos de proliferação do mosquito Aedes Aegypti. De acordo com o último relatório divulgado pela secretaria de saúde de Maringá, já foram registradas 2.927 suspeitas de dengue no município, além de 648 casos positivos e duas mortes. Esse assunto tem preocupado a população e foi destaque de capa no jornal O Diário do Norte do Paraná.

A partir disso, a professora Suelena Yoshi Giraldelli Jaqueta, que leciona na Escola Municipal Professor Domingos Laudenir Vitorino em Itambé, criou um projeto com o objetivo de conscientizar alunos e pais sobre as consequências sofridas por aqueles que são picados pelo mosquito.

“A matéria publicada no Diário apontou os casos de dengue nos municípios que compõem a 15ª Regional de Saúde, o que inclui Itambé, cidade que já notificou 16 casos da doença. No ano passado tive vários alunos que foram picados pelo mosquito e percebi que era o momento de fazer algo para que o atual número não aumente”, conta a professora.

Suelena convidou a enfermeira do Posto de Saúde da cidade, Mara Leopoldino do Carmo Nardi, para realizar uma palestra com as crianças sobre como prevenir a proliferação do Aedes Aegypti. Mara apresentou vídeo informativo, panfletos e também um adesivo escrito “Detetive da Dengue”, para que assim as crianças se sintam motivadas a buscarem todos os focos de larvas e eliminá-los.

“Na atividade de leitura livre eu escolhi a matéria do Diário com a manchete ‘Saúde confirma duas mortes e 648 casos de dengue no ano’, com isso, quando começou a palestra pude tirar minhas dúvidas e até compartilhar de alguns exemplos que estavam na notícia, como por exemplo, o número de notificações da doença aqui em Itambé”, relata a aluna Ana Paula Pereira.

Na sala de informática os estudantes pesquisaram na internet todos os sintomas de quem é picado pelo mosquito e as formas de se prevenir da dengue.

“Fui picado no ano passado, enquanto eu lia sobre o assunto nos sites lembrei de tudo o que senti no período em que fiquei doente, realmente é horrível, não quero ser vítima esse ano novamente, por isso vou cuidar do quintal da minha casa e alertar meus vizinhos”, ressalva o aluno Douglas Amaral Rodrigues.

Depois de tantas informações relacionadas ao tema, os estudantes foram desafiados a produzirem um texto sintetizando tudo o que leram, ouviram e pesquisaram. E como tarefa de casa buscaram imagens e frases de efeito para a produção de cartazes.

“Decidi elaborar algo que ultrapassasse os muros da escola. Diariamente conscientizamos as crianças, mas é preciso mais do que isso. Os adultos, em especial, são os que devem fazer a diferença, por isso os cartazes confeccionados serão colados nas paredes do comércio da cidade visando chamar a atenção dos moradores de Itambé”, destaca Suelena.

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

CONEXÃO. A partir das informações adquiridas na leitura do jornal os estudantes foram para sala de informática dar continuidade às pesquisas

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Conhecendo a estrutura do jornal impresso

Este foi o tema da oficina pedagógica ministrada aos alunos dos quartos e quintos anos da Escola Municipal Afrânio Peixoto, de Ivatuba. As crianças trabalharam as estruturas jornalísticas que compõem a capa do jornal: cabeçalho, manchete, texto chamada e foto.

Cada grupo de alunos ficou responsável por encontrar no jornal um dos itens citados acima e colar em cartazes explicativos produzidos pela equipe de O Diário na Escola, que continham as definições de cada estrutura da capa.

Nesses cartazes também foram coladas duas fotos, nas quais os alunos deveriam recriar legendas a partir do que a imagem representava para eles. Em seguida cada grupo apresentou sua temática e foi comparado se as legendas originais das fotos tinham relação com o que os alunos escreveram.

A próxima atividade foi uma Palavra Cruzada composta por palavras relacionadas às mídias e ao jornal impresso. A partir de dicas eles foram encontrando as respostas que se encaixavam adequadamente nos quadrinhos, facilitando a memorização do conteúdo.

DEPOIMENTOS

“Eu gostei muito da aula de hoje com “O Diário na Escola”. Nós trabalhamos muitas coisas divertidas. Achei um pouco difícil a cruzadinha mas gostei, e achei muito bonito meu trabalho e dos meus colegas porque fizemos coisas novas e diferentes.” – Lívia F.

“A aula foi muito legal. Me diverti muito e aprendi mais sobre o jornal, coisas que eu não sabia.” – Marcos Rogério Cano Jr.

“A aula de hoje foi muito boa. Nós aprendemos muito e trabalhamos em equipe.” – Ana Beatriz

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