maringá



Cores vivas, primeiros traços

A Legião da Boa Vontade (LBV) promove constantemente em suas unidades de atendimento diversas atividades que reforçam o desenvolvimento da criatividade e protagonismo. Pensando nisso, a Instituição promoveu uma exposição com artes produzidas pelas crianças e adolescentes atendidos e inspiradas nas obras de Romero Britto, renomado pintor e artista plástico brasileiro.

Após conhecerem a vida e obra do artista Romero Britto, os beneficiados deram asas à imaginação, aprimorando suas habilidades artísticas e apresentaram seus trabalhos numa exposição aberta ao público.

A exposição fez parte do projeto “Pintando, Criando e Recriando” e foi realizada nas dependências da LBV, em Maringá. Os próprios artistas mirins recepcionaram o público e explicaram as telas.

Além da contribuição pedagógica da arte, outro resultado positivo foi o despertar de sentimentos de “amor, compaixão, boa vontade e alegria”, como afirmou Gustavo Buzeli Arroyo, que teve seu trabalho exposto. Uma das etapas do projeto incluiu pesquisas sobre o estilo e a história de vida do artista. “Eu gostei da atividade porque tem muitos desenhos diferentes do Romero Britto, uns são xadrez, outros de pontinhos e eu adoro as obras dele. São sempre compostas por cores muito vivas, não tem nenhuma cor clara”, completou o atendido.

Com trabalhos apresentados na exposição, Geovana dos Santos Souza comentou que “o Romero Britto não deixa nada em branco, ele preenche todo espaço da tela. Arte é muito boa, a nossa mente não fica vazia e a gente pinta cada coisa bonita que vai formando paz e amor dentro de nós. Ela me deixa mais calma, mais leve.”

“Trabalhar com as obras de Romero Britto foi gratificante, pois a linguagem utilizada por ele desperta nos atendidos a curiosidade e o encantamento. Durante todo o desenvolvimento do projeto a participação foi ativa, uma vez que, o autor traz em suas obras reflexões sobre a amizade, a solidariedade, o amor, a fraternidade e tantos outros temas que fortificam a formação crítica e solidária das crianças e dos adolescentes através da arte”, ressalta a educadora social da LBV e responsável pela atividade, Norayama da Silva Falcão.

Foto AbreEtapas

Durante o projeto “Pintando, Criando e Recriando” várias atividades foram realizadas. Primeiro foi apresentada a biografia do artista e pintor brasileiro Romero Britto e sua trajetória. A educadora Norayama Falcão e os atendidos fizeram uma pesquisa sobre o significado das cores e a importância delas para uma obra de arte. Na sequência os atendidos conheceram algumas das obras do artista. Crianças e adolescentes foram à prática ao fazerem uma releitura de algumas pinturas de Romero, para isso, utilizaram material reciclado, crepom, EVA e massa de modelar. Também confeccionaram máscaras utilizando balões e jornal, e as pintaram inspirados nas técnicas utilizadas por Romero Britto. Por fim, produziram escultura de mãos com gesso e pintaram utilizando as técnicas do artista. Criaram quadros utilizando o jornal como suporte. E para finalizar o projeto, as obras produzidas pelas meninas e meninos foram para uma “exposição” que foi apreciada pela família e pela comunidade.

“É evidente que o desenvolvimento pleno do ser humano é marcado pelas relações que estabelecemos com o meio e as pessoas que convivemos cotidianamente, se apropriar dos bens culturais, das manifestações artísticas produzidas historicamente pela humanidade é nosso dever enquanto sujeitos históricos. A arte preenche os vazios, nos liberta, nos transporta para outros lugares, é uma viagem maravilhosa. Esse tipo de arte é como se fosse um livro, dá a oportunidade de subjetivamente cada um criar histórias, imaginar, se recriar, se rever, além da estética que é agradável”, aponta Norayama Falcão.

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LBV em clima olímpico

A Olimpíada do Rio de Janeiro só será realizada em agosto, mas o clima do evento esportivo já tomou conta do Centro Comunitário de Assistência Social da LBV na cidade canção e acendeu o espírito olímpico entre os atendidos. A chama olímpica estava pronta para ser “acesa”, e as delegações participaram devidamente caracterizadas. E como esse não é um torneio qualquer, o nome das equipes são para lá de especiais. Nessa competição, as crianças e adolescentes defenderam o amarelo da Fraternidade, o branco da Paz, o vermelho do Amor, o verde da Amizade, o laranja da Solidariedade e o azul da Harmonia.

Foto AbreA abertura do evento seguiu todo o protocolo de uma competição esportiva oficial, sendo iniciada com a execução do Hino Nacional Brasileiro e a apresentação das bandeiras do Brasil, Paraná, Maringá e da LBV.

“Enxergamos o esporte como uma importante ferramenta educacional e de compartilhamento de valores, além de ser uma ótima forma para manter a boa saúde do corpo e da mente. Por isso, acrescentamos uma série de atividades físicas em nosso cronograma”, destaca a assessora de comunicação da LBV, Vilma Araújo.

Todo o trabalho foi direcionado pela educadora social Soraia Camila Jardim, que realizou uma série de atividades com os atendidos durante o projeto. “Busquei fazer com que eles vivenciassem o esporte desenvolvendo propostas e jogos de caráter lúdico com o objetivo de auxiliar no desenvolvimento da coordenação motora promovendo uma socialização entre as crianças e adolescentes. Além de ressaltar a importância do cumprimento das regras para um convívio proveitoso e saudável, promovendo o reforço de valores morais adequados e hábitos que valorizam a qualidade de vida”, enfatiza Soraia.

Para introduzir o trabalho, a educadora social realizou um diálogo sobre os Jogos Olímpicos e a importância deles para a união dos povos. Em seguida, para despertar o interesse do educando, foi utilizado dinâmicas sobre o tema abordado despertando assim, a curiosidade nos atendidos.

Em uma roda de conversa crianças e adolescentes escolheram as modalidades que gostariam de participar. Soraia solicitou que eles descrevessem suas relações com os esportes e os Jogos Olímpicos. Nessa etapa foi utilizado a estratégias de recorte e colagens de imagens e de palavras relacionadas com o tema.

Por fim, a partir da troca de informações entres os atendidos e suas experiências com os esportes, a educadora propôs a pratica esportiva coletiva e individual, em alguma modalidade como: futebol, voleibol, handebol, basquetebol, ginástica rítmica, ginástica artística e atletismo. Iniciando efetivamente os jogos olímpicos na instituição.

DSC_0841“Eu gostei muito de participar desse evento, o esporte é fundamental para nosso crescimento, traz vários benefícios à vida. Aprendi a valorizar o outro, a respeitar às regras e percebi como o outro é importante, pois o trabalho em equipe é essencial para conseguir um bom resultado. Além disso, vi que o esporte vai além das limitações do corpo e que qualquer pessoa pode praticar, pode ser uma criança, um jovem ou um idoso, assim como pessoas que possuem deficiência de qualquer ordem. O esporte tem a capacidade de unir pessoas e povos”, aponta a atendida, Thais Vitória Silva Souza.

A educadora social, Soraia conta que as crianças e os adolescentes deram um show e demostraram como é agir com o espírito esportivo, mantendo a postura respeitosa, independente do resultado obtido. “Esse é um reflexo do nosso trabalho diário, no qual eles aprendem sobre a importância do trabalho em equipe desenvolvendo ainda atitudes necessárias para a integração social e a formação do indivíduo.”

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Crianças alertam sobre dengue

Diante do aumento de casos de dengue, zika vírus e de febre chikungunya em várias regiões do Brasil, incluindo o Paraná, as crianças atendidas pela Legião da Boa Vontade, em Maringá, aprendem que ações simples podem prevenir o nascimento do mosquito.

Estamos vivendo um cenário desafiador no combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, que tem causado muitos males. Diante dessa situação, a LBV não ficou de braços cruzados e mobilizou os seus atendidos para uma caminhada de conscientização. A ação teve como principal objetivo alertar a população sobre os perigos da proliferação do mosquito e os riscos que representa à saúde.

Foto Abre 02Antes mesmo da caminhada, a educadora Aparecida Nonato realizou diversas atividades e oficinas para as crianças e adolescentes, orientando-os sobre os cuidados que devem ser tomados para combater o mosquito. “Iniciamos com uma explanação sobre o que é cada um dos vírus que podem ser transmitidos pelo Aedes. Alertei o que é mito e verdade sobre a dengue e então apresentei a notícia do Diário com a manchete, “40 cidades estão em epidemia” para que os atendidos percebessem a importância da prevenção”, destaca Aparecida.

“Quando li a matéria do jornal fiquei bastante triste. São muitas cidades em epidemia, com isso, diversas pessoas são atingidas pela dengue e o que é pior, muita gente pode morrer. A sociedade tem que se conscientizar que somente ela é capaz de destruir de vez o mosquito a partir de atos simples, como colocar o lixo em local apropriado, por exemplo”, ressalta a atendida, Geovana Moraes da Silva..

As crianças e adolescentes receberam um folder da Secretaria de Saúde de Maringá com informações sobre o vírus, com isso tiveram o dever de casa de fazer uma vistoria em sua residência, assim como observar no caminho de casa até a instituição, se havia algum foco do mosquito.

Por fim, os atendidos produziram cartazes e panfletos que foram entregues para a comunidade com dicas de simples atitudes que podem ajudar a eliminar os criadouros do Aedes e realizaram uma caminhada de conscientização no bairro Parque das Grevileas III, intermediações do Centro Comunitário de Assistência Social da LBV.

Geovana espera que com a caminhada que realizaram mais pessoas fiquem atentas e reforcem os cuidados para que consigamos eliminar de vez a dengue, zika vírus e a febre chikungunya. “Vamos dar um basta ao mosquito Aedes aegypti e dar um viva a vida”, comemora.

 

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Novos vereadores mirins já atuam em Maringá

A Câmara Municipal de Maringá empossou os novos vereadores mirins no plenário Ulisses Bruder. Na última semana, os eleitos realizaram a primeira sessão ordinária da legislatura 2015/2016.

Nesta terceira edição do Programa, estavam inscritos 118 alunos, do 5º ao 9º, de escolas municipais, estaduais e particulares da cidade. No entanto, somente 74 participaram da seleção em que foi feita a escolha dos vereadores. Cada candidato recebeu três minutos para justificar seu interesse utilizando o microfone na tribuna da Câmara. A banca examinadora foi composta de servidores da Casa e vereadores. Os critérios de seleção foram argumentação e desenvoltura. Os 15 eleitos foram empossados na nova função legislativa e os demais concorrentes serão suplentes e poderão assistir às sessões ordinárias da Câmara Mirim.

“A cada ano temos procurado inovar na Câmara Mirim, tanto no processo de seleção, quanto na realização das atividades. O resultado tem sido muito bom, porque conseguimos fazer com que os vereadores eleitos e até mesmo os suplentes frequentem as sessões e discutam os problemas da cidade. Outra coisa que temos que reconhecer é o apoio do Poder Executivo, respondendo a todas as solicitações da Câmara Mirim. Além disso, há sempre um diálogo entre as crianças e os vereadores. Muitas matérias têm sido utilizadas pelos vereadores adultos para a realização dos seus trabalhos. Prova do sucesso da iniciativa é o número de inscritos no processo de seleção. No primeiro ano, tivemos 15 inscritos. No segundo, 55 e no terceiro ano, 118”, destaca o coordenador de projetos especiais da Câmara, Joaquim dos Santos.

 

 

Foto Submanchete

ELEITOS

Abaixo a lista dos vereadores mirins de Maringá que atuarão na legislatura 2015/2016:

 

Amandha Oberst Jacinto (Colégio Mater Dei)

Ana Beatriz Cazeloto Fidelis e Silva (Colégio São Francisco Xavier)

Bianca de Lima Kazoni (E. M. Dr. João Batista Sanches)

Eduardo Alexandre Magrini (Colégio Santo Inácio)

Heros dos Santos Nascimento (Colégio João XXIII)

Isadora Cadari Bariani (E. M. Odete Alcântara Rosa)

Júlia Maestri Vilhena (Colégio Marista de Maringá)

Larissa Jhenifer Alves Feitosa (E. M. Gabriel Sampaio)

Lorena Beatriz Ávila da Silva (E. M. Diderot Alves Rocha Loures)

Miriam Silva Machado (Colégio Santa Cruz)

Morgana Pietra Barazetti Merino (Colégio Cristão Integrado de Maringá)

Natália Hazbun Hernandez (Colégio Dom Bosco)

Nicole Costa Garcia (E. M. Midufo Wada)

Raphael Esteves Moribe Filho (Colégio Platão)

Vitor Damasceno Oliveira (Instituto de Educação de Maringá)

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Mais do que pessoas, cidadãos

Foto AbreA oficina “Identidade. Quem eu sou?” foi realizada com os atendidos da Legião da Boa Vontade (LBV) Maringá e teve por objetivo possibilitar a construção da formação cidadã da criança, a partir das relações sociais e culturais. “Os pequenos têm seu jeito próprio de compreender o mundo e é partindo de observações e estabelecendo relações com a realidade e com o meio que eles aprendem ,e assim, seguem na construção de sua personalidade”, destaca a responsável pela oficina, a educadora Andréa Siqueira Gonçalves.

O trabalho desenvolvido integrou as crianças e oportunizou a apropriação da escrita e valorização do nome próprio, bem como o resgate da cidadania, através do fortalecimento da cultura e do restabelecimento da autoestima.

Em um primeiro momento meninas e meninos atendidos pela LBV foram fotografados e com suas fotos em mãos puderam ver seus retratos e se reconhecerem em cada traço. “Nunca tinha prestado muita atenção em uma foto minha, olhei cada detalhe do meu rosto e os traços que lembram alguém da minha família”, conta a pequena, Isabely Santos Braga.

Na sequência eles tiveram contato com suas certidões de nascimento. “Nessa etapa percebi que muitos não conheciam o documento e muito menos sabiam da importância dela para sua vida, e que, além de ser um registro de identificação é a primeira garantia de cidadania e direito a todos os brasileiros”, comenta Andréa. O atendido Victor Hugo Reis Moreira, completa “os pais devem registrar seu filho logo quando nasce, assim a criança tem seus direitos garantidos.”

Muitas crianças ainda não tem a carteira de identidade (RG), por isso a educadora preparou uma proposta, com uma arte que simula um RG de verdade, na qual cada atendido preencheu os dados com seu nome e de familiares, e desenhou seu rosto para ficar semelhantes às fotos. “Foi muito legal, aprendi coisas importantes como por exemplo, o que é a palavra ‘filiação’ no documento”, ressalta a atendida, Gabrielly Flores Silva.

Para estarem atentos aos seus direitos e deveres, Andréa debateu com a turma os termos do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). “A construção de identidade não se evidencia do que digo sobre mim. Ela está presente nas minhas atitudes, ações, escolhas e no meu comportamento em geral. Os atendidos aprenderam muito com essa dinâmica”, comemora a educadora.

A proposta foi finalizada com uma exposição, nos corredores da instituição, das várias etapas desenvolvidas. Assim, todas as crianças e adolescentes que fazem parte da LBV tiveram conhecimento de um assunto que é de interesse em comum e prestigiaram o trabalho dos colegas.

“Após essa atividade foi despertado nos atendidos a vontade em conhecer melhor os documentos, como a carteira de identidade e a certidão de nascimento, e proporcionou uma reflexão sobre como cada um se vê. Eles perceberam que são seres únicos, especiais e diferentes. Assim, compreenderam que têm uma personalidade, um nome próprio e uma história de vida. Entendendo que a construção do seu ‘eu’ se dá de forma gradativa e através das interações sociais”, conclui a assessora de comunicação da LBV, Vilma da Silva Araújo.

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Apae mobiliza alunos no combate à dengue

Temas que envolvem a proteção do meio ambiente e a escassez da água, estão sempre em debate dentro das instituições de ensino. No caso das Apaes, de Maringá, não tem sido diferente. O conteúdo já é algo que faz parte da grade curricular da educação especial. Para iniciar as atividades, as escolas Diogo Zuliani e Reynaldo Rehder Ferreira fizeram uma exposição para comemorar a Semana do Meio Ambiente e apresentar de maneira criativa uma forma de refletir sobre a importância e necessidade de cuidarmos da natureza, com um olhar especial para o uso adequado no consumo da água. Maquetes, jogos e atividades representaram os efeitos causados pela devastação do meio ambiente, além de sugestões sobre a necessidade de preservação dele.

Foto AbreLembrando que a água contribui para a proliferação do mosquito transmissor da dengue, a equipe pedagógica da instituição ampliou o projeto para alertar os riscos da doença, que nesta época de inverno, começa a ser esquecida devido ao menor número de casos.

“Já adotamos a prática da limpeza do entorno das Apaes que são feitas pelos próprios estudantes. Nesta ação, crianças e adolescentes recolhem tudo o que possa virar foco do mosquito e, assim, memorizam a importância de não deixar papeis de bala no chão, tampinhas de garrafa, ou qualquer outro objeto que acumule água”, destaca a coordenadora pedagógica, Sara Gonçalves dos Santos Nogueira.

Em parceria com esta iniciativa a secretaria municipal de saúde, de Maringá, disponibilizou cartazes, panfletos e potes com água contaminada mostrando o desenvolvimento do Aedes aegypti. A exposição encantou os estudantes.

Para encerrar o projeto, uma equipe de agentes de endemias da cidade foi até a sede da instituição e fez uma palestra para esclarecer todas as dúvidas dos alunos e alertar quanto a prevenção que deve ser diária.

“O combate ao mosquito transmissor tem que fazer parte do nosso dia-a-dia, não podemos relaxar. Os ovos do Aedes aegypti podem continuar vivos por mais de um ano, por isso a limpeza dos quintais é tão importante”, comenta a agente, Ariana Cristina Castro.

Para a professora, Nairde Freitas Palioto os conteúdos em estudo acrescentaram em muito a formação dos estudantes. “Eles foram participativos em todas as ações, a prática os ajudou a memorizar as informações repassadas.”

“Minha mãe já teve dengue, e ninguém lá de casa quer passar novamente por essa experiência. Tudo o que aprendi nas aulas ensinei para a minha família, não podemos brincar com esse mosquito”, alerta a aluna, Thayla da Silva Porto.

A agente, Eleuza Marin aconselha, “a população precisa ser mais receptiva com o agente de saúde quando eles vão até as casas, deve-se lembrar que somos inimigos apenas da dengue.” A colega de trabalho, Silvana Fiuza acrescenta “na guerra contra o mosquito transmissor, cada um de nós é a melhor arma, basta ter iniciativa.”

Se você desconfia de algum foco do Aedes aegypti na região em que mora, estuda ou trabalha, ligue para 3218-3191.

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Jornal Escolar é tema de formação

jornalOs professores do Ambiente Educacional Informatizado (AEI) da rede municipal de Maringá têm um grande desafio até o final do ano letivo, a confecção de um jornal escolar para a instituição de ensino em que lecionam. Em seu segundo ano, o projeto tem apresentado ótimos resultados. Com a colaboração das equipes pedagógicas e a participação efetiva dos estudantes nos processos de produção, o trabalho tem caminhado para mais um edição de sucesso.

Com o objetivo de auxiliar os professores nessa tarefa, a jornalista e coordenadora do O Diário na Escola, Loiva Lopes ministrou uma formação para o grupo que está responsável pela realização do jornal escolar. Cerca de 50 educadores participaram do encontro pedagógico que apresentou toda a estrutura do impresso, sugestões de matérias a serem publicadas, opções de jornais temáticos e ainda dicas de diagramação.

“As informações serviram para clarear dúvidas e repensar caminhos, especialmente na separação de cadernos e assuntos”, conta a professora, Sandra Regina D’Antonio. A colega de profissão, Aúdrea Alice da Costa completa, “a formação nos trouxe conhecimentos teóricos e práticos a serem aplicados nas etapas de desenvolvimento e finalização do jornal escolar.”

A assessora de informática educacional Patrícia Gongora destaca que o encontro referente a estrutura do jornal foi positivo e produtivo, pois oportunizou uma interação dinâmica e construtiva com subsídios para se obter bons resultados no desenvolvimento da prática pedagógica.

“A proposta referente ao jornal escolar desenvolvido no (AEI) desempenha um papel fundamental, aproximando os alunos da leitura e da escrita, desenvolvendo o senso crítico deles e possibilitando a inserção como cidadão no convívio social da escola e da comunidade, por meio da publicação de suas matérias. Além disso, propicia à crianças o conhecimento dos princípios de responsabilidade, autonomia, criatividade e respeito”, enfatiza a também assessora de informática, Sandra Mara Milak.

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O jornal na educação especial

A Apae Maringá faz parte do Diário na Escola desde o segundo semestre de 2014, a partir do subsídio oferecido pela concessionária de rodovias, Viapar que oportuniza o envio de mais de 700 exemplares  de jornal, por semana, para diferentes instituições de ensino.

Neste ano, a parceria com a Apae beneficia diretamente 40 estudantes e indiretamente toda a comunidade escolar por meio das atividades que são realizadas pelos alunos e expostas nos murais da instituição.

DSC09267“Os resultados positivos do trabalho com o jornal já podem ser observados por meio da participação dos estudantes na produção dos trabalhos. A busca por informações de maneira individual, ou apoiada pelo professor, tornou-se uma realidade para todos que agora chegam à sala querendo saber as notícias do dia”, conta a coordenadora, Augusta Cossich.

De acordo com relatos dos professores envolvidos no Programa, as propostas didáticas com o Diário despertou o interesse dos alunos por ser um recurso diferente do convencional, e ainda proporciona a compreensão dos diferentes tipos de texto. Fator que favorece a participação dos educandos que já dominam a leitura ou mesmo dos que estão em processo de alfabetização.

De acordo com a coordenadora da Apae, a visualização e interpretação das imagens permitem estimular o desenvolvimento da oralidade, aumentando e enriquecendo o vocabulário dos alunos. “A socialização fica evidente no momento da leitura ou descrição de cada reportagem, relacionando as mesmas com as notícias que assistiram na televisão”, diz.

Outro aspecto muito relevante do uso do jornal em sala de aula, tem sido a contribuição quanto à espontaneidade para a leitura. Crianças e jovens que se sentiam inseguros e retraídos ou se recusavam a ler, após o início do Programa estão participando das atividades de leitura de maneira mais espontânea. “O trabalho com o Diário tem contribuído de maneira significativa para o desenvolvimento acadêmico e social dos nossos alunos”, comemora Augusta.

Educando por amor

O Movimento Apaeano surgiu em nosso país através da iniciativa de pais de pessoas com deficiência que não encontravam locais que pudessem atender seus filhos. Esses pais, com alguns amigos e parceiros da comunidade, iniciaram em 1954 o que hoje é considerado o maior movimento social do Brasil e do mundo, na área de atendimento aos portadores de deficiência intelectual ou múltipla.

Em Maringá não foi muito diferente, pais e amigos se uniram e em dezembro de 1963 surge a primeira APAE da cidade. “Muita luta, vitórias e conquistas estão registradas durante esses mais de 50 anos de existência. No inicio éramos 13 alunos, hoje somos mais de 1.000”, destaca, Augusta.

Atualmente, a APAE de Maringá mantém duas instituições, a Escola de Educação Básica Diogo Zuliani e a Escola Reynaldo Rehder Ferreira, oferecendo aos alunos o atendimento na Educação Infantil, Ensino Fundamental, Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional, visando à habilitação para encaminhamento ao mercado de trabalho.

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Jornal Escolar – Eu fiz!

capa - jornal escolarNada melhor para se apaixonar pelo seu ambiente de estudo, do que conhecer a história de construção dele, não é mesmo? E este foi o destaque do jornal escolar produzido pela equipe da Escola Municipal Dr. João Batista Sanches, de Maringá.

O professor do Ambiente Educacional Informatizado, Eliandro Fernandes Vega em parceria com os educadores regentes, os alunos e a comunidade escolar, fizeram um ótimo trabalho durante a produção do “Notícias da Escola”.

A matéria destaque do impresso apresenta a história da construção da instituição de ensino, quem foi o pioneiro que deu nome à escola, e ainda o depoimento de uma moradora que acompanhou toda a evolução do espaço escolar desde 1990.

Durante as aulas, os alunos aprenderam sobre os gêneros notícia, classificados, informativos e publicidade. Para explorar o imaginário, o professor desafiou as crianças a criarem um produto que ajudasse no combate à proliferação do mosquito da dengue. As melhores propostas foram divulgadas no jornalzinho.

“As atividades mostraram o envolvimento das pessoas e o entusiasmo de todos nas etapas de confecção do ‘Notícias da Escola’. As crianças perceberam que cada um que ajudou tem papel fundamental para os bons resultados alcançados”, destaca Eliando.

O jornal escolar é composto por uma variedade de assuntos, desde textos literários, campanhas de conscientização e até a divulgação dos eventos que os alunos participaram.

 

A INFORMÁTICA

Confira a matéria produzida pela estudante, Bianca Loraine Nunes dos Santos sobre a importância do uso adequado do Ambiente Educacional Informatizado dentro das escolas.

Geração Informatizada

A informática é uma tecnologia avançada para pesquisa. Antigamente não existiam computadores, apenas algumas pessoas que podiam comprar. Havia livros grossos que usavam para estudar e eram chamados de “enciclopédia”, muito preciosos.

Hoje existem sites de pesquisa, rápidos e fáceis de acessar como o Google e redes sociais: Facebook e outros sites como Youtube.

A informática pode acrescentar algumas informações especiais, e como dizem: “se sentem em um mundo diferente, livre!” Podemos aprender se divertindo.

Pode ser até um pouco difícil entender essa tecnologia no começo, mas depois nos acostumamos. As pessoas usam essa tecnologia para estudar, exemplo, sua professora pede para estudar sobre a segunda guerra mundial, se você tiver um computador com internet você poderá pesquisar e aprender.

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Jornal Escolar – Eu Fiz!

capa - jornal escolarO bom trabalho de hoje foi realizado na Escola Municipal Dr. Heleton Borba Cortes, de Maringá, sob a orientação da professora Márcia Mitiko. “Desde o início o objetivo era conhecer o material e confeccionar um jornal da turma”, conta.

A professora comenta que as atividades começaram com a organização dos textos jornalísticos a serem publicados. “Nesta etapa se desenvolveu a função da escrita como suporte do pensamento e a competência sociocomunicativa de expressar por escrito suas ideias, como também compreender a importância da leitura para estar atualizado com as notícias do momento.”

Durante as aulas foram desenvolvidas propostas didáticas com diversos gêneros textuais presentes no impresso, visando a construção de um jornal através da utilização de tecnologias como ferramentas de aprendizagem. Na sala de ambiente educacional informatizado as crianças utilizaram a internet para pesquisa de informações e imagens, fator que proporcionou um momento não só de entretenimento, mas de muito conhecimento.

“Os alunos gostaram da experiência, pois se sentiram motivados a querer conhecer novos desafios e explorar assuntos diferentes, serem os produtores dos textos com assuntos que estavam relacionados ao dia-a-dia e ao seu próprio interesse, e também o reconhecimento do que foi escrito estampado em uma página do jornal”, enfatiza Márcia.

A professora ficou feliz com a realização do jornal escolar e com o envolvimento dos alunos durante as aulas. E ainda tive uma grata surpresa ao receber um bilhete dos pais de uma aluna elogiando o trabalho realizado.

“Boa tarde professoras, gostaria de parabenizar o ótimo conteúdo e a ideia da confecção de um jornal escolar. Eu adorei e meu marido também. A nossa filha, Evellyn gostou tanto que diz estar ansiosa pela próxima edição. A atividade a estimulou a ler e a escrever, foi algo muito importante para a minha filha. Obrigada!”, elogia a mãe, Gislene Regina do Carmo da Silva.

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