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Mural de Trabalhos

Tendo como objetivo a preocupação com as catástrofes que o planeta vem sofrendo, pretendendo despertar bons hábitos de reciclagem, preservação da natureza e coleta seletiva de lixo para um mundo melhor. A professora, Amélia Watanabe Horita, da Escola Municipal Dr. Milton Tavares Paes, de Marialva, reuniu diferentes notícias do jornal O Diário que estavam relacionadas à temática meio ambiente e solicitou aos alunos que após a leitura das matérias produzissem textos, poemas ou acrósticos. Confira a produção da aluna do 5º ano “B”, Isabella Cruz:

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História, natureza e sustentabilidade

A Expoingá deste ano se apresentou ao público com o tema “Semeando Sustentabilidade”, e muitas instituições de ensino aproveitaram os dias de Feira para levar os alunos a um passeio educativo dentro do Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá.

A Fazendinha se tornou um local estratégico para ações sustentáveis, lugar que todo ano é parada obrigatória de grupos, principalmente escolares, que visitam a Feira. Os técnicos do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) estiveram presentes no estande com atividades de conscientização e orientação para os visitantes.

Reaproveitamento de materiais recicláveis foi o foco da discussão na Fazendinha

Dentre os espaços da Fazendinha, podem-se destacar as atividades de reaproveitamento de água e de materiais recicláveis, como, por exemplo, o vaso de flores feito de garrafa pet, que além de ajudar na preservação do meio ambiente proporciona uma estética bonita ao local, e o reaproveitamento de pneus como peças de decoração.

E as ações de reaproveitamento não param por aí. Foram disponibilizados também espaços para coleta de óleo de cozinha, onde os expositores de barracas de lanches puderam trocar seu óleo usado por detergentes, e de banners, que serão transformados em sacolas retornáveis. Outra ação foi a coleta de lixos eletrônicos e lâmpadas fluorescentes, que serão encaminhados para a reciclagem.

De acordo com o diretor da empresa Ecoalternativa, Wagner Severiano, para um desenvolvimento sustentável é necessário trabalhar com os 3 R’s – reduzir, reutilizar e reciclar.

Os visitantes também tiveram um espaço voltado à poesia e educação. Com o nome de Alameda da Poesia, a área em torno do lago proporcionou um ambiente convidativo para o descanso e o lazer. As poesias “Mês de Maio”, “Retrato” e “Nem tudo é fácil”, foram algumas das escritas em banners e penduradas em volta da Alameda, assim as pessoas podiam se sentar em bancos em volta do lado para fazer as leituras.

Os visitantes gostaram da novidade, “é uma atitude muito interessante, faz a gente despertar para o hábito da leitura e até sentar para ler”, destaca a professora Maria Elizabeth Jandriano.

As crianças tiveram a oportunidade de aprender e conhecer coisas novas durante o passeio

Além da poesia, outros espaços educativos foram montados. A exemplo do Museu do Café e do Museu de História Natural Capão de Imbuia, que informou crianças e também adultos, sobre a cafeicultura no Brasil e os animais típicos das florestas paranaenses, com bichos empalhados em tamanho real, a sensação era de estar dentro da floresta.

“Eu adorei o passei de hoje, além de divertido eu aprendi muita coisa. Vou chegar em casa e falar para a minha mãe sobre como economizar água e proteger a natureza”, conta Ana Júlia Balarotti de apenas oito anos.

Os professores que levaram os alunos para a visitação também ficaram satisfeitos. “Os passeios ajudam as crianças a entenderem tudo que ensinamos em sala de aula. Assim fica muito mais fácil o aprendizado, pois além da teoria, eles conhecem as ações na prática”, afirma a professora Maria Adalgiza Silveira.

Na Fazendinha, a Emater valorizou a vida no campo, que abastece a cidade de comida farta e segura, gera empregos, produz matéria prima para indústria, sustenta e promove a economia e preserva valores culturais.

“Meus avós me contam que moraram na roça, viviam do que plantavam, é muito legal saber mais sobre como era a vida deles”, relata a estudante de dez anos, Priscila Fernanda Brás.

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Dia da Árvore

O Dia da Árvore é celebrado em todo o mundo, mas em datas diferentes. No Brasil, é comemorado hoje devido à véspera da chegada da primavera, estação responsável pelo grande aparecimento de flores e por simbolizar a continuação da vida. Esse dia está relacionado à cultura indígena, que cultua o respeito e a valorização da árvore, representante de nossa imensa riqueza natural.

Cada região brasileira escolheu uma árvore típica como seu símbolo. A região Norte, a castanheira, a região Nordeste, a carnaúba, a Centro-Oeste, o ipê-amarelo, a Sudeste, o pau-brasil, e a Sul, o pinheiro-do-paraná, também conhecida como araucária.

As árvores são plantas que possuem um caule lenhoso e são constituídas além do caule, por raiz, folha, flor, fruto e sementes. São elas que nos fornecem o ar que respiramos, além das frutas e outros tipos de alimentos; a madeira para construção de móveis, casas, objetos decorativos, cercas; também fornecem remédios; e a celulose, matéria-prima para a fabricação de papel.

Devido as necessidades dos homens em construir novas moradias e melhorar suas condições de vida, as árvores acabaram sendo alvo de destruição, pois grandes áreas foram desmatadas para a construção das cidades.

O contrabando de madeiras também fez com que grandes áreas fossem destruídas, principalmente na floresta amazônica, onde o acesso a outros países é mais fácil e próximo. Os prejuízos seriam menores se fossem plantadas novas árvores nos lugares das devastações, mas o tempo que levam para crescer é muito grande.

O homem precisa ter consciência de que as plantas também são seres vivos e que levam tempo para se desenvolverem. Uma árvore leva longos anos para ficar bem desenvolvida e algumas são tão velhas que são tombadas como patrimônio histórico, devendo ser preservadas.

Essenciais para a vida, as árvores não só embelezam o planeta, como mantêm a umidade do ar. Além disso, ajudam a diminuir a poluição, porque dissolvem o gás carbônico durante a queima de combustível. Produzem oxigênio, mudam a direção dos ventos, firmam o solo das encostas e também as margens dos rios.

 Preservação:

A metade das árvores cortadas no planeta é destinada à fabricação de papel. Usar menos papel é uma ótima maneira de ajudar a salvar as florestas.
Então, precisamos criar os seguintes hábitos:
• Escreva nos dois lados de cada folha de papel e tente usar papel de rascunho ou metades de folha quando possível. Recicle todo papel quando você terminar de usá-lo;
• Coloque um guardanapo de tecido em sua mochila, bolsa ou lancheira e use-o ao invés de guardanapos de papel;
• Quando comprar papel em uma loja, tente comprar papel reciclado com 100% pós-consumo, ou seja, depois dele ter sido usado por alguém. Isso significa que ele foi feito com papel que já foi usado e colocado numa cesta de lixo para ser reciclado. Assim, nenhuma árvore precisou ser derrubada para esse papel ser produzido;
• Não compre qualquer madeira que seja originária de árvores em perigo de extinção;

• Cada cidadão tem o dever de proteger o verde em seu bairro. Por isso, fique de olho! Nenhuma árvore, da área pública ou privada, pode ser abatida sem autorização da prefeitura. Esta autorização só é concedida se a árvore estiver doente ou for um obstáculo à abertura de avenidas e ruas. E ainda os moradores têm o direito de se opor à derrubada desde que justifiquem os seus motivos;
• As árvores localizadas às margens de rios, córregos, nascentes, represas, topos de morros, montanhas, serras e áreas em declive são de preservação permanente. Não podem ser cortadas. Ajude a preservá-las;
• Você pode reivindicar mais áreas verdes no seu bairro. Este é um direito seu;
• Também é permitido plantar árvores defronte de sua casa e nos canteiros de avenidas e ruas;
• Aumente seu conhecimento: fale com pessoas que entendam de jardinagem e descubra como cuidar das plantas;
• Divulgue informações sobre a preservação do verde na escola, em casa e no seu bairro.

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