oficina pedagógica



Dia do surdo foi destaque na coluna

Olá pessoal!

Na coluna do Diário na Escola da última terça-feira, nós lembramos que 26 de setembro é o Dia do Surdo. Conversamos com uma aluna e uma professora de LIBRAS e trouxemos uma linha do tempo com as conquistas da comunidade surda brasileira.

Importante:

E você, sabia que a LIBRAS também é uma língua oficial do Brasil?

E se todos fosses bilíngues? Já parou para pensar em como seria:?

Maradja Felipe sim. Ela só tem 18 anos e estuda Jornalismo e LIBRAS. Para a jovem, comunicação é para todo mundo e ela se sente na obrigação de se fazer entender.

A estimativa do IBGE é que o Brasil tenha 10 milhões de surdos.  E se todo mundo estudasse LIBRAS desde pequeno, quanto avanço isso representaria?

Homenagem

Nós também lembramos o encerramento da Semana Nacional do Trânsito destacando que as ações educativas continuam durante o ano todo. E claro, aproveitamos para registrar os autores das frases campeãs do concurso Viapar/ODiário.

Na edição de hoje tem coluna “fresca”, passa na banca! Amanhã a gente conta mais.

Abração da Equipe O Diário na Escola

 

 

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Professores são super-heróis do cotidiano

Olá pessoal! Na nossa coluna de ontem, o texto principal é uma relato de experiência (gênero bem conhecido no meio pedagógico, não é?). A assinatura é da estagiária de Jornalismo do jornal O Diário, Kamila Yohanna. De tanto ouvir falar nas ações de Educomunicação, a jovem quis ver de perto como são as capacitações pedagógicas. […]

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O Dia do Folclore foi o tema da coluna do Diário na Escola de terça-feira

Olá pessoal! A semana começou agitada no programa O Diário na Escola! A segunda-feira, 21, foi dia de oficina pedagógica em Marialva. O assunto foram os Distratores e a Prova Brasil e os profissionais da Educação participaram de mais um encontro com a professora Alethéia Braga. Os distratores são aquelas alternativas que parecem certas na hora […]

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Canais infantis incitam o consumo

Olá pessoal! No dia 13 de agosto, último domingo, a reportagem da jornalista Pauline Almeida falou da publicidade e da propaganda direcionadas às crianças para estimular o consumo. Sem o acompanhamento dos responsáveis, os pequenos estão sujeitos a um “bombardeio” de informação. Além disso,  as propagandas não estão apenas no intervalo da programação. A matéria alerta os […]

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Oficinas Pedagógicas do Diário na Escola na região

Olá pessoal! Que frio que nada! Em julho não tem tempo ruim porque a gente tem mais uma série de oficinas do Programa O Diário na Escola sob a coordenação de Ricardo Pastoreli. Na quinta-feira, dia 20, a gente enfrenta o clima e vai estar em Ivatuba aprendendo mais sobre Mídia e Educação. O encontro será na […]

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Leitura: criar o hábito e desenvolver a prática

Os municípios de Flórida, Ourizona e a Escola Sabidinho Supremus, de Nova Esperança, já participaram da oficina pedagógica ministrada pela jornalista e coordenadora do Diário na Escola, Loiva Lopes.

A oficina será realizada em todos as instituições parceiras. A temática sobre o hábito da leitura foi baseada numa pesquisa realizada em 2011, pelo Instituto Pró-Livro (IPL), na qual foram revelados dados alarmantes: 78% dos pesquisados dizem simplesmente não ter o interesse de ler, 15% admitem ter dificuldade na leitura e 4% reclamaram da falta de acesso às obras.

Mas por que o brasileiro lê tão pouco? De acordo com o setor de educação e cultura da Organização das Nações Unidas (ONU), só há leitura onde ler é uma tradição nacional, o hábito de ler tem que vir de casa, e assim, vão se formando novos leitores. Constata-se ainda que o problema é antigo, que muitos brasileiros foram do analfabetismo à TV sem passar pela biblioteca.

O Instituto Pró-Livro destaca ainda que os professores costumam indicar livros clássicos do século XIX que não são considerados adequados a um jovem de 15 anos. Com isso, este adolescente conhece obras que não desperta o interesse na leitura, e não busca mais os livros depois que sai do colégio.

A pesquisa também aponta que nossos países vizinhos são mais letrados. No Brasil, por exemplo, a taxa de analfabetismo é de 15%, o preço médio do livro é 40 reais e o brasileiro lê em média apenas uma obra por ano. Enquanto no Uruguai o analfabetismo é de 2%, o livro custa em torno de 25 reais e os uruguaios lêem seis livros por ano. Argentinos e chilenos costumam ler cinco livros ao ano, as taxas de analfabetos ficam em torno de 3,5% da população, e os livros custam aproximadamente 28 reais.

Durante a oficina Loiva aponta que todos estes dados são consequência de um tripé histórico-cultural formado pela família, escola e poder público. São estes três setores os responsáveis pelo estimulo à leitura, ato que torna o ser humano criativo e com poder de argumentação, sem contar na melhora do vocabulário e no acréscimo de novos conhecimentos.

“Esse ano vamos priorizar o trabalho com os professores, queremos prestar a assistência pedagógica necessária para que os resultados sejam positivos para todos. De acordo com a pesquisa do IPL, a região Sul é a que apresenta um dos menores níveis de leitores em todo o Brasil, e isso precisa ser mudado”, alerta a coordenadora do Diário na Escola.

Para gostar de ler

Loiva destaca durante a oficina alguma dicas importantes para criarmos o hábito e depois conseguirmos desenvolver a leitura diariamente.

O primeiro ponto apresentado é você escolher uma leitura de real interesse. Se começou a ler e não gostou da obra, troque. Para iniciar o hábito vale tudo, desde bula de remédio até livros de receitas, o importante é se sentir atraído pelo assunto. Descubra como e onde você gosta de ler, pode ser no sofá da sala, na mesa da cozinha, ou quem sabe, no banheiro. Estabeleça desafios de tempo, comece com 10 minutos por dia e no final de um mês você poderá ter lido um livro de 300 páginas. Envolva a família nessa atividade. Vocês não costumam se reunir em frente à TV para assistir à novela? Escolha um melhor horário do dia e se reúnam para fazer a leitura, depois vocês ainda podem discutir sobre o que cada um está lendo. E para estar sempre motivado, visite mais livrarias, bibliotecas e sebos, é uma boa forma de se interar nesse mundo e ainda estar por dentro das novidades, obras mais lidas e de preços baixos ou promoções.

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Encontro Pedagógico – Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor

O Diário na Escola realiza, no dia 29 de outubro, o encontro pedagógico: “Espaços de argumentação no jornal: artigo de opinião e carta do leitor”, que será ministrado pela professora convidada, Adélli Bortolon Bazza, que é doutoranda em Letras pela Universidade Estadual de Maringá, UEM.

Os encontros promovidos pelo programa visam trazer embasamento teórico e prático para que os professores utilizem o jornal na sala de aula, como material auxiliar, a fim de contribuir com o ensino e aprendizagem, com ênfase no desenvolvimento da leitura, escrita e oralidade. Nesse, em específico, que será destinado aos professores dos quintos anos da rede municipal de Maringá, os gêneros textuais da esfera jornalística a serem abordados são o artigo de opinião e a carta do leitor.

Mais informação podem ser obtidas pelo telefone: (44) 3221-6050

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Proposta de oficina pedagógica: trabalhando cidadania no jornal

Segue abaixo a proposta da oficina pedagógica “Trabalhando cidadania no jornal”, que desenvolvemos com crianças dos quartos e quintos anos de instituições que participam do Diário na Escola.

1        – Conteúdo

1.1  Cidadania

1.2  Leitura e escrita

1.3  Objetivos:

a) Verificar os conhecimentos prévios das crianças sobre Cidadania; b) Levar os participantes à compreensão de notícias cidadãs e não cidadãs presentes no jornal; c) Verificar os sentimentos provocados pelas notícias e d) Fazer com que os alunos compreendam e emitam opiniões orais e escritas sobre o conteúdo trabalhado.

2        – Estratégias/procedimentos de ensino

Oficina expositiva, utilizando recursos audiovisuais. Atividades práticas em grupos, inseridos em um contexto dinâmico e interativo entre as crianças e os ministrantes.

Detalhamento: Iniciaremos as oficinas com a apresentação dos vídeos “A menina que odiava livros” (duração 7min20seg) e “Chico Bento vai ao Shopping” (duração 6min58seg). Na sequência será feita discussão para verificar o que as crianças compreenderam sobre os vídeos assistidos, seguidos de questionamentos dos ministrantes para conduzi-las a compreensão inicial do que é Cidadania e o que não é cidadania. No caso do primeiro vídeo entende-se que Ler é um direito e um ato cidadão; já no segundo, o roubo de um calçado por Chico Bento, mesmo que inconsciente pelo personagem, não é um ato cidadão.

Posteriormente às discussões iniciais, dividiremos o quadro em duas colunas escrito atos cidadãos e atos não cidadãos a fim de verificarmos fatos locais (ocorridos na escola, na família e na comunidade) que são cidadãos e não cidadãos de conhecimento dos participantes. Faremos um levantamento de hipóteses para verificar o que as crianças entendem sobre Cidadania, após as anotações no quadro do que os alunos falaram sobre o assunto em questão, apresentaremos a seguinte definição da Wikipédia: “Cidadania (do latim, civitas, “cidade”) é o conjunto de direitos e deveres ao qual um indivíduo está sujeito em relação à sociedade em que vive.”

Atividades práticas: No segundo momento, as crianças serão divididas em equipes de 4 a 5 alunos. Cada grupo receberá três edições diferentes do jornal O Diário, tesouras, colas, cartolinas e uma tabela digitada. Os ministrantes solicitarão que cada equipe olhe os jornais e escolha um fato que não apresenta atitude cidadã e o outro que apresenta atitude cidadã. Encontrados os alunos irão colar as duas matérias nas cartolinas e anotarão os sentimentos provocados pelas notícias, tais sentimentos serão indicados na tabela. Finalizadas as discussões, cada equipe produzirá um texto coletivo sobre o que compreenderam do que é Cidadania e apresentarão opiniões sobre as matérias escolhidas. Para finalizar, os grupos apresentarão suas conclusões e colarão as cartolinas no quadro ou mural.  Os melhores textos e/ou ilustrações serão publicados em coluna de “O Diário na Escola”.

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Trabalhando Meio Ambiente no jornal

A equipe pedagógica e os professores do Colégio Estadual Alberto Jackson Byington Júnior, de Maringá, elaboraram um cronograma de atividades para celebrar não somente o Dia Mundial do Meio Ambiente, mas também a conscientização dos alunos acerca do mundo em que vivem.

O tema em comemoração à data foi “Economia Verde: Ela te inclui?”. Segundo a equipe pedagógica, depois de todas as ações realizadas pelo colégio a temática começou a fazer parte da vida diária dos alunos, professores e funcionários da instituição.

Os estudantes foram levados a uma Feira de Reciclagem realizada no início do mês em Maringá, lá conheceram diversas empresas que estão há anos no mercado reutilizando e reciclando o que para muita gente é considerado lixo.

A bibliotecária do colégio, Cássia Miya Kato, disse que a visita foi incrível, trouxe novas informações sobre como destinar corretamente o lixo e outros objetos que não usamos mais, “o que mais gostei foi conhecer o trabalho de reaproveitamento da garrafa pet em camisetas, eu não imaginava que isso era possível e que esse tipo de tecnologia já existia em nossa cidade”, relata Kato.

A escola também realizou um “Mutirão do Meio Ambiente” com debates, textos informativos, exibição de vídeos, oficinas pedagógicas e a limpeza de diversas áreas do Byington Júnior.

A pedagoga do colégio, Sílvia Aparecida dos Anjos Gonçalves, conta que ainda tem muito a ser feito, que a consciência para os cuidados com o meio ambiente ainda é fraca. “Embora a maioria dos alunos tenham participado das atividades propostas, um relativo número ainda acha que o outro é que tem que fazer o trabalho da limpeza de rabiscos das mesas e cadeiras, por exemplo, que essa função é dever apenas da zeladora.” Ela destaca que o trabalho deve ser contínuo no dia-a-dia escolar, “a conscientização ambiental começa na escola, lugar onde é feita a formação do sujeito”, afirma Sílvia.

Com os alunos do 2º ano do Ensino Médio foi realizada a oficina “Trabalhando Meio Ambiente no jornal”, uma proposta na qual os adolescentes assistiram um vídeo explicativo sobre o Novo Código Florestal, depois pesquisaram em revistas e no jornal “O Diário” matérias e reportagens que apresentassem informações sobre o Código e as questões ambientais. Para encerrar foi proposto que fizessem produções textuais relatando o que aprenderam sobre os temas apresentados durante essa semana de atividades sobre o meio ambiente.

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