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Diário na Escola destaca direito animal

Olá pessoal! na coluna de 04 de outubro nós destacamos o Dia Mundial dos Animais. A data foi escolhida para todo mundo pensar na forma como estamos interagindo com a natureza. A data foi escolhida em 1931, em um congresso dedicado à proteção animal. Para garantir que animais e pessoas tivessem uma convivência harmônica foram criadas leis […]

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ANJ promove concurso “A entrevista dos meus sonhos”

A Associação Mundial de Jornais e Editores de Notícias (WAN-IFRA) está organizando o concurso que é voltado a escolas do mundo inteiro que tenham parceria com jornais associados à WAN-IFRA e associações nacionais de jornais.

As instituições interessadas devem dividir os alunos em equipes de quatro a seis crianças, que vão escolher uma pessoa importante que gostariam de entrevistar. A função do jornal local é auxiliar esses alunos a selecionar o melhor conjunto de perguntas e ajudar a equipe a fazer a entrevista.

O concurso visa ensinar sobre entrevistas jornalísticas e competências linguísticas, incentivando o aluno a pesquisar mais sobre o tema da sua entrevista. Ao trabalhar em grupos, os alunos aprendem o que é pluralidade e liberdade de expressão, assim como tolerância e democracia.

Em março serão distribuídos pelos jornais o Guia de Entrevista para os professores. De abril a junho será o lançamento do projeto (os jornais terão até o final de maio para enviar as duas entrevistas de duas escolas). Em julho o júri decide quais duas entrevistas são as vencedoras e fará o anúncio dos ganhadores. Em outubro, as duas entrevistas vencedoras ganharão viagem para a cerimônia de premiação no “Media Port” durante a WAN-IFRA Expo, em Madrid, Espanha, nos dias 29 e 30/10, para o professor da turma vencedora e dois alunos.

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Por que o jornal na educação?

Pesquisa realizada com os profissionais da educação, participantes de “O Diário na Escola”, em novembro e dezembro deste ano, aponta que o jornal tem sido utilizado nos projetos pedagógicos da escola. De acordo com os educadores de Maringá e região, o trabalho com os impressos despertou nos alunos: 1) mais interesse pela leitura; 2) maior interesse pelos temas do cotidiano; 3) melhor qualidade na produção de texto; 4) melhor interpretação de texto; 5) maior participação nas aulas; 6) melhor relacionamento interpessoal; 7) mais autonomia e autoconfiança; e 8) melhor raciocínio lógico-matemático. De forma geral, os principais pontos positivos ressaltados foram os seguintes:

1-     Assessoria pedagógica (oficinas, palestras, reuniões etc) prestada aos educadores.

2-     Assiduidade e pontualidade com que o jornal chega à escola.

3-     Realização de concursos (promoções culturais) com premiação, que é um fator motivacional.

4-     Publicação de eventos culturais e educacionais das escolas e municípios; publicação dos trabalhos de alunos e professores na coluna do programa.

5-     Propiciar o debate, a criticidade, a análise do cotidiano e contribuir com o ensino-aprendizagem nas diversas disciplinas.

Veja o que dizem os educadores sobre o trabalho realizado:

“Espero que a equipe do Diário na Escola continue fazendo este trabalho excelente nas escolas, melhorando a formação dos professores com os cursos oferecidos que são ricos em conteúdo.” Prof.ª Kelly Cristina de Aguiar – Escola Municipal Ayres Aniceto de Andrade – Sarandi

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Pesquisa revela a influência das crianças sobre o consumo dos pais

“Já faz tempo que não preparo alimentos que tenho vontade, o cardápio lá em casa é sempre voltado para as meninas”, conta Débora Thaís Ideriha, mãe de três garotas com idades entre seis e 14 anos. Débora compra, no supermercado, o que as filhas preferem comer e abdica de suas preferências. A experiência dela ratifica o resultado da pesquisa “O poder da influência da criança nas decisões de compra da família”, realizada em 11 países, entre eles o Brasil, concluindo que a opinião dos mais novos é decisiva na rotina familiar.

 

O estudo foi publicado pela Viacom, dona do canal Nickelodeon, e ouviu 15.600 pessoas, entre crianças de nove a 14 anos e pais com filhos de seis a 14 anos. A conclusão pode ser vista facilmente com a chegada do fim de ano, época em que eles interferem no destino da viagem, no prato principal da ceia e nos presentes de Natal. A pesquisa apontou que 60% dos jovens acreditam que suas opiniões são levadas em consideração pela família. Eles opinam e sabem do poder de persuasão que têm sobre o comportamento dos pais.

 

Nos 11 países estudados, as informações das crianças sobre produtos e marcas advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente

Os adultos levam mesmo em conta o que pensam os filhos, pelo menos foi o que disseram 51% dos entrevistados. As crianças palpitam, por exemplo, na cor e modelo do carro novo da família e os pais consideram o que elas disseram na hora da escolha. Adriana de Souza Garcia está grávida de cinco meses e é mãe do pequeno Augusto, de três anos. Ela faz parte de outra parcela da pesquisa, os 49%, que disseram decidir a rotina familiar em comunhão com os filhos. Adriana explica que a influência de Augusto sobre sua opinião existe, mas tem limites.

 

“Não deixo que ele simplesmente mude minha ideia, pois 80% das vezes ele impõe o que quer. Eu faço quando tenho certeza que vou beneficiá-lo e não apenas agradá-lo”, ressalta Adriana. As crianças estão cada vez mais precoces no quesito poder de escolha, o que preocupa é qual a origem das influências de comportamento e consumo dos mais novos. Conforme a pesquisa, as informações advêm, principalmente, da internet e da Tv, com 82% e 70% respectivamente. Os jovens confiam na mídia para buscar informações sobre produtos e marcas, e reproduzem, o que descobriram, aos pais.

 

A mamãe de Lauren, de um ano e meio, Juliana Yoshiumi, contou que ultimamente tem dado menos ouvido aos pedidos da filha. A tarefa não é fácil, mas pode ser extremamente educativa, uma vez que a mãe a ensina a ouvir a temida palavra “não”. “Conforme eu sempre dizia sim, ela foi ficando muito mimada”, explica Juliana, que é a favor de ouvir as crianças, mas considera os pais, as melhores pessoas para definir o que é bom ou não para a vida dos filhos.

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Qual professor a Tv exibe?

A resposta para a pergunta do título seria “estereotipado”, segundo Jô Levy, professora do curso de comunicação social (habilitação em audiovisual) da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e coordenadora pedagógica do projeto Telinha de Cinema.

Jô pesquisou 567 telenovelas produzidas de 1951 a 2006.  31 apresentaram personagens professores. O estudo deu origem à dissertação de mestrado “O professor como personagem na telenovela: identidade docente e interação com a imagem da TV”, defendida na Universidade Federal de Goiás. Foram sete categorias de professores classificados pela pesquisadora: atrapalhado, arcaico, objeto de desejo, a pura e a casta, o show men, os malditos e os heróis e heroínas.

A revista Pontocom entrevistou Jô Levy e trouxe novos olhares sobre como a educação – em especial o professor – é tratada pela Tv. Separamos alguns trechos da entrevista para os leitores do blog, para ler na íntegra, acesse aqui

revistapontocom – Que tipo de professores encontramos na teledramaturgia brasileira?
Jô Levy – Uma galeria de tipos. Especificamente nas telenovelas, de forma mais recorrente observo sete tipos: o atrapalhado, o arcaico, o objeto de desejo, a pura e casta, o show men, os malditos e os heróis e heroínas. Cheguei a esta classificação fazendo um levantamento num universo de 567 telenovelas brasileiras, produzidas desde 1951, quando foi ao ar a primeira, até 2006, ano da pesquisa de mestrado que realizei pela Universidade Federal de Goiás. A presença desses tipos confirma o que talvez supomos como espectadores, isto é, a presença de estereótipos na composição dos personagens.

revistapontocom – Na teledramaturgia brasileira e considerando os personagens professores, a ficção imita a realidade?
Jô Levy – Não, porque a realidade vivida por um professor brasileiro é muito mais complexa do que as composições estereotipadas de professores criadas na ficção. Entretanto, há um diálogo entre ficção e realidade, de tal maneira que é possível encontrar elementos de uma dimensão na outra. revistapontocom – A ficção da teledramaturgia ajuda a construção da representação social do que é professores pelos telespectadores? Jô Levy – Sim. E nisso reside a preocupação com o tipo de imagem de professores que circula em veículos de grande audiência como a televisão. Nosso imaginário é alimentado por imagens midiáticas, muitas delas tipificadas e classificadas segundo os parâmetros de relevância e visibilidade, próprios do mundo midiático. Do total de 567 telenovelas pesquisadas, apenas 31 apresentam personagem professor. Para levantar esse dado, considerei a sinopse das novelas e a relação dos personagens. Na classificação do material pesquisado, 13 protagonistas foram identificados como professores, entretanto, na trama, sua condição profissional se apresentava, na maioria dos casos, como assessória ou apenas como um componente dramático, ou seja, um elemento cuja função é complementar, não possuindo a profundidade que se requer de um personagem mais elaborado. Os poucos personagens identificados como professores não tornam relevante a categoria profissional docente, porque na lógica da mídia, o que é relevante é aquilo que é mais visto.

 

 

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Quem deveria não participa do debate educacional

O Observatório da Educação analisou 18 jornais na América Latina, estudou 1.200 reportagens publicadas e verificou que os professores estão fora do debate público sobre educação. Parece improvável, mas é a verdade segundo o Observatório, afinal os novos métodos e as tendências pedagógicas não são discutidos com aqueles que irão implantá-los. A pesquisa revela que quem está na sala de aula, no dia a dia da rotina escolar não é consultado sobre política educacional, o educador ainda se sente obrigado a desenvolver as práticas impostas e fazê-las darem certo.
O estudo também revelou que os professores estão envelhecendo, já que a idade média do profissional em atividade é 45 anos. Conforme os organizadores da pesquisa, gente jovem não se interessa pela profissão. A valorização do professor, que tantas campanhas defendem, acontece quando ele é escutado pela sociedade, quando sua voz ecoa para além da escola.
Depois do diagnóstico, entidades de diferentes países se uniram e lançaram na semana passada a Rede pela Valorização [email protected] Docentes [email protected] O foco da iniciativa se volta para políticas de valorização dos docentes como forma melhorar a qualidade da educação pública. A rede se divide em três eixos de atuação: comunicação, pesquisa e articulação política. Os debates e as formas de adesão podem ser vistos no site Vozes da Educação (www.vozesdaeducacao.org.br).

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Pesquisa revela o lado negativo das redes sociais

Os hábitos dos adolescentes (de 12 a 17 anos) nas redes sociais foram estudados e revelados pela pesquisa Pew Research Center, nos EUA. Uma das constatações foi que existe muita animosidade e até bullying na vida online dos jovens. Entre os entrevistados, 41% admitiram ter tido ao menos uma experiência negativa nos sites.
Um quarto dos jovens ouvidos afirmou que essa experiência negativa online resultou numa discussão ou confronto ao vivo e 22% terminaram amizades por problemas dentro das redes sociais. 13% dos adolescentes declararam ter ficado com medo de ir à escola no dia seguinte à confrontação na internet.
E, 8% se envolveram em brigas físicas após discussões na internet. O bullying também ocorre: 19% dos jovens disseram que já foram importunados (pessoalmente, por telefone ou por SMS) e 8% foram perseguidos na internet.

Fonte: Andi

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Google e a memória preguiçosa

Tem gente que não vive sem ele, o procura várias vezes ao dia e confia em grande parte das informações que ele apresenta. O Google é, sem dúvida, um companheiro assíduo de muitos usuários da internet, no entanto uma pesquisa realizada pela Science concluiu que o acesso constante pode deixar a memória preguiçosa.

Ok, vamos por partes. O advento traz facilidade na pesquisa, o que impede a memória entrar em cena. É mais fácil procurar no Google do que relembrar datas antigas, regras gramaticais, entre outras dúvidas. Foram estudadas 200 pessoas em um prova de memorização, com perguntas e respostas. Aqueles que sabiam que poderiam buscar as informações novamente memorizaram menos; já os voluntários que sabiam que não teriam acesso às informações no futuro, eles memorizaram mais.

 

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Notícia é ponto de partida para pesquisa sobre realidade

A matéria “Maringá tem cada vez menos casas próprias”, veiculada no Diário no mês de agosto, fez com que os alunos da 4ª série “B”, da Escola Municipal Rocha Pombo, se sentissem interrogados sobre a situação em Ourizona. Orientadas pela professora Janete da Silva Machado, as crianças expuseram suas condições de moradia para em seguida pesquisar a realidade alheia, investigando quem são os moradores da zona urbana e rural e como eles vivem.

A professora deu início à pesquisa após constatar que dos 33 alunos, 90% moram em casas próprias. “A partir desta estatística solicitei que cada aluno pesquisasse dez famílias e o resultado se revelou diferente da notícia sobre Maringá. Em Ourizona, a maioria da população mora em casa própria, a minoria mora em casa alugada”.

 

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Agressões em casa formam autores de bullying

Meninos vítimas de violência severa em casa têm oito vezes mais chances de se tornar vítimas ou autores de bullying. Afirmações como essa fazem parte de um estudo divulgado ontem e realizado em São Carlos (SP) pela pesquisadora Lúcia Cavalcanti Williams com 239 alunos do Ensino Fundamental. Cerca de 70% dos jovens envolvidos com bullying nas escolas sofrem algum tipo de castigo corporal em casa. Do total de entrevistados, 44% já apanharam de cinto da mãe e 20,9% do pai. A pesquisa enfatizou que outros tipos de violência também já tinham acontecido como tapas no rosto dados pela mãe (24,3%) e pelo pai (13,4%).
Para a secretária executiva da rede Não Bata, Eduque, Ângela Goulart, a violência está banalizada na sociedade. Ela citou diversas entrevistas feitas pela rede com pais de crianças e adolescentes e, em diversos momentos, frases como “desço a cinta” e “dou umas boas cintadas” aparecem. Em uma das entrevistas, um pai explica que bater no filho antes do banho é uma forma eficiente de “fazer com que ele se comporte”. “Existem pais que cometem a violência sem saber. Acham que certas maneiras de bater, como a palmada, são aceitáveis”, disse.

Fonte: Agência Brasil

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