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Diário na Escola destaca direito animal

Olá pessoal! na coluna de 04 de outubro nós destacamos o Dia Mundial dos Animais. A data foi escolhida para todo mundo pensar na forma como estamos interagindo com a natureza. A data foi escolhida em 1931, em um congresso dedicado à proteção animal. Para garantir que animais e pessoas tivessem uma convivência harmônica foram criadas leis […]

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É preciso prevenir a violência doméstica. É preciso falar sobre ela na escola

Olá pessoal!

A gente passa aqui toda quarta e quinta para falar da nossa coluna que sai no Caderno D+ do Diário.

Escola Municipal Machado de Assis, em Sarandi, foi destaque pela iniciativa corajosa de falar sobre violência dentro e fora da escola. A maioria dos professores afirma que os alunos são afetados por isso, muitos nem se dão conta do quanto estão expostos às suas consequências.

Muitos alunos em situação de vulnerabilidade têm baixo rendimentos escolar, dificuldade de socialização e comportamento conflituoso na escola.

“A única linguagem que as crianças e adolescentes testemunhas ou vítimas de violência conhecem é o grito e a única resposta, o ataque.”

Para mobilizar os alunos e sensibilizá-los sobre o tema, a professora Ângela Maria Scalabrini, do 5º ano B, propôs a confecção de um jornal mural. O resultado foi uma turma inteira com o assunto na ponta da língua e a escola toda em reflexão.

A coluna de quarta-feira, dia 27, traz o registro do jornal da turma da professora Ângela!

Parabéns pessoal!

Inspiração

E para manter a discussão aberta, no final de semana o programa O Diário na Escola publica uma matéria especial aqui no blog sobre violência contra a mulher. A ideia é munir professores com mais material  para levar o assunto para a sala de aula e ampliar o debate para toda a comunidade.

De Hollywood

A atriz Nicole Kidman se posicionou sobre a importância de se falar no assunto durante a entrega do prêmio Emmy, em setembro. No papel que lhe rendeu o título de melhor atriz de missérie ou filme de televisão por “Big Little Lies”, Kidman vive uma mulher que sofre violência doméstica. Ao receber a estatueta, ela fez um discurso emocionante sobre o que chamou de “doença insidiosa“.

A atriz é embaixadora da boa vontade pela Organização das Nações Unidas desde 2006 e mãe de três filhas Faith, Sunday e Isabella.

Todo mundo pode se inspirar em Nicole e em campanhas como a ação da Polícia Civil e a Secretaria de Política para as Mulheres que movimentou todo o estado de Minas Gerais em julho:  #NãoéAmorQuando

Que tal mobilizar os alunos e começar uma campanha especial na sua escola professor(a)?

No domingo tem mais!

Abração da Equipe O Diário na Escola

 

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Saíram os campeões do Concurso Cultural da Semana de Trânsito

Olá pessoal!

 

Tivemos uma semana super movimentada por aqui! No dia 5 de setembro foram selecionados os campeões da 9ª Promoção Cultural Semana Nacional de Trânsito: “Minha escolha faz a diferença no trânsito”.

E como foram os bastidores?

O programa O Diário na Escola recebeu 398 frases de escolas participantes do programa. Na seleção prévia ficaram 60 concorrentes e entre elas, as sete campeãs.

A comissão

Marcelo Bulgarelli (Jornalista da Viapar), Priscila Gomes (Viapar), professora Alethéia Braga Ribeiro, Wilame Prado (editor de cultura do Diário) e Alexandre Gaioto (professor e repórter do Diário), sob a coordenação do professor Ricardo A. Pastoreli.

A comissão que selecionou as frases vencedoras foi formada por jornalistas e professores

Os alunos e professores vencedores serão premiados em breve. Confira os vencedores de 2017:
“Respeite as leis de trânsito e preste atenção no volante, se a vida está difícil, imagine como vive um cadeirante”.
Aluna: Ana Claudia Gonçalves Lemos – 5º ano A
Escola Municipal João Daniel Machado Benetti – Astorga
Professora: Fátima dos Santos Herrera
“No trânsito, sou o resultado das minhas escolhas”.
Aluna: Amanda Caroline dos Santos Neves – 5º ano A
Escola Municipal Amábile Tonetto Pozzobon – Astorga
Professora: Simone Maria Alves dos Santos Rodrigues
“Todos nós vamos cuidar, para no trânsito a vida não terminar”.
Aluno: Marcos V. – 5º ano C
Escola Municipal Mercedes R. Panzeni – Sarandi
Professora: Margarete
“No trânsito vou te falar! Não pode vacilar… Moto, carro, pedestre, bicicleta e circular… Todos têm que colaborar”.
Aluno: Jackson da Silva – 4º ano B
Escola Municipal Olinda Dias Pereira – Sarandi
Professora: Rosângela de Oliveira da Silva
“No trânsito não brinque com a sorte, compartilhe a vida não a morte”.
Aluna: Maria Julia Corsoline Silva – 5º ano
Escola Municipal Messias Barbosa Ferreira – Floresta
Professora: Adriana de Araujo Xavier Pelizer
 
“Na olimpíada da escola corro para ser campeão, no trânsito eu escolho ser ouro em colaboração!”
Aluna: Polyane Rebeca Guedes Pedro – 5º ano B
Escola Municipal Poetisa Cecília Meireles – Sarandi
Professora: Gisele Andreto Candido
“Toda diferença no trânsito começa com você”.
Aluno: Gabriel Ricardo de Andrade – 9º ano
Abrigo Provisório Municipal – Maringá
Professora: Fátima França Paulino
A equipe do Diário na Escola agradece a participação de todos e parabeniza os vencedores. 👏
Fotos: João Paulo Santos
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Professores são super-heróis do cotidiano

Olá pessoal! Na nossa coluna de ontem, o texto principal é uma relato de experiência (gênero bem conhecido no meio pedagógico, não é?). A assinatura é da estagiária de Jornalismo do jornal O Diário, Kamila Yohanna. De tanto ouvir falar nas ações de Educomunicação, a jovem quis ver de perto como são as capacitações pedagógicas. […]

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O Dia do Folclore foi o tema da coluna do Diário na Escola de terça-feira

Olá pessoal! A semana começou agitada no programa O Diário na Escola! A segunda-feira, 21, foi dia de oficina pedagógica em Marialva. O assunto foram os Distratores e a Prova Brasil e os profissionais da Educação participaram de mais um encontro com a professora Alethéia Braga. Os distratores são aquelas alternativas que parecem certas na hora […]

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“NICOLAU, O MENINO AZUL” FOI INSPIRADO POR UMA FOTO DO DIÁRIO

Olá pessoal! Na edição de hoje circula a nossa coluna O Diário na Escola, no Caderno D+. Para quem ainda não leu o Diário do Norte do Paraná hoje, apresentamos três trabalhos maravilhosos desenvolvidos nas cidades de São Jorge do Ivaí e Marialva. Linguagem jornalística desafia os alunos A turma do 4ºC da professora Simone Carbone,  de São Jorge do […]

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Amanhã a gente tem novidade por aqui

Olá pessoal!

A gente passou por aqui para antecipar as boas vindas para o mês de agosto e deixar todo mundo curioso!

Vamos dar apenas três palavrinhas e vocês tentam adivinhar:  frase + Viapar + escolas municipais. Descobriram?

Só um pedacinho da coluna de amanhã no Caderno D+

A Coluna Diário na Escola de amanhã está prontinha e apresenta alguns trabalhos que pessoal de Floraí fez. A gente agradece os professores e a diretora da Escola Municipal Elena Maria Pedroni que compartilharam os trabalhos!

Mão na massa

As professoras Tatiana e Eliane produziram o jornal mural com os alunos do Fundamental. Eles usaram a seção de Esportes aqui do Diário como inspiração porque a última edição regional dos Jogos Escolares foi sediada lá. 

Capacitação

E por falar em Floraí, os profissionais da Educação participaram da oficina “Descritores: um convívio diário”, com a professora Alethéia Braga Ribeiro. O encontro sobre  Prova Brasil  foi muito produtivo e teve elogio de todo mundo, até da Secretária de Educação. Parabéns aos professores que dividiram suas experiências no encontro!

Na semana que vem a oficina pedagógica vai acontecer em Sarandi e depois a gente conta como foi.

Até amanhã!

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Greve é tema de aula

Em sua segunda paralisação neste ano, a greve dos servidores da educação do Estado já completa cerca de 60 dias. Um assunto que tem recebido destaque nos meios de comunicação e diverge opiniões. Ao constatar que muitos alunos vivenciam casos de pais que são professores e estão na luta por seus objetivos, ou mesmo irmãos que estão sem aula por estarem matriculados na rede estadual de ensino, a professora Suelena Yoshie Jaqueta que leciona na Escola Municipal Prof. Domingos Laudenir Vitorino, em Itambé, decidiu debater o assunto em sala para ouvir o posicionamento das crianças a respeito da greve.

Foto AbrePara iniciar o trabalho a professora levou exemplares do Diário para a classe. Os estudantes já tem o hábito da leitura do impresso semanalmente, e como de costume, tiveram um momento livre para o manuseio do material. Na sequência, foram discutidas as matérias de maior interesse, como a paralisação é um fato em evidência e próximo da realidade das crianças, muitas delas escolheram a notícia com a manchete “Sindicatos aguardam para hoje propostas de reajuste nos salários”.

“Na aula em que produzimos a partir dos textos do jornal, os resultados são bem mais satisfatórios. Estas propostas são muito importantes pois deixam o estudante informado, e desperta a vontade de ler algo factual, tornando-os mais críticos”, destaca Suelena.

Depois do estudo do conteúdo da notícia, as crianças expressaram oralmente suas opiniões a respeito da greve e receberam uma nova tarefa, criar um poema com base na matéria lida no Diário.

Suelena conta que o trabalho final foi excelente, “os alunos conseguiram bons argumentos nas notícias do Diário e isso proporcionou qualidade na escrita.”

“A criança que tem contato com diferentes gêneros textuais, tem um melhor desempenho tanto no contexto escolar, quanto fora dele. Os estudantes que praticam a leitura no seu cotidiano, tem maior facilidade para manifestarem opiniões”, enfatiza a coordenadora pedagógica da escola, Ducimara Moresqui Decol.

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O mal-estar docente

Muitos educadores têm adoecido devido a fatores relacionados à profissão. Nas escolas é possível ver uma mistura de indisciplina, desmotivação e aulas cansativas. Diante desta realidade, a professora e escritora Soraia Nunes Marques sentiu a necessidade de buscar informações para tentar mudar essa situação. O final da pesquisa resultou na produção do livro “Formação de professores felizes: evitando a síndrome de Burnout”. Na obra a autora busca respostas, na própria pedagogia, para diminuir os efeitos dos problemas capazes de abalar a saúde do professor.

livro Soraia

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Volta às aulas sem crise

As férias chegaram ao fim e com o início do novo período letivo, horários e responsabilidades voltam a fazer parte do dia a dia das crianças e dos adolescentes. Para que o retorno às aulas seja tranquilo é preciso se organizar e se ajustar à nova realidade.

Buscando uma melhor adaptação aos horários, estes devem ser regulados duas semanas antes do primeiro dia de aula. Afinal, se o aluno voltar à escola sem o sono adequado, seu desempenho poderá ser prejudicado.

Especialistas recomendam que os pais deixem o filho participar do processo de preparação para a volta às aulas.

A psicopedagoga, Denise Mattos, em entrevista para o site IG destaca que a criança esteja presente na compra dos materiais novos. Além de ser importante ela gostar dos itens de papelaria que usará e se familiarizar com os novos livros, esta é uma ótima chance para conversar sobre dinheiro. “Se o que a criança escolher estiver fora das possibilidades da família ou for supérfluo, a mãe deve explicar isso com naturalidade e ajudá-la a encontrar alternativas”, afirma Denise.

Já de volta às aulas, uma questão importante é sobre o aluno que vai mudar de escola. É natural que ele se sinta inseguro. Nesse caso, pais e instituição devem trabalhar juntos para deixá-lo à vontade. Uma boa sugestão é os colégios organizarem um encontro para professores, alunos novos e seus pais antes do início letivo.

Adriana Stelmacki de Gasperin é mãe do Gabriel, de seis anos, e este é o primeiro ano dele numa escola nova. “Nos primeiros dias é muita novidade, o ambiente, espaço físico, atividades, professores, alunos, tudo isso acabou atraindo ele, mas quando chega em casa ainda lembra e fala da escola anterior, pela ligação que tinha com os amigos”, relata.

Os pais de primeira viagem parecem sofrer mais com a separação. Para amenizar as aflições, vários preparativos são necessários, desde reorganizar a rotina diária até acolher as expectativas e anseios das crianças frente à nova etapa que irão vivenciar.

Juliane Mantovani Cardoso é um das mães de primeira viagem que ainda sofre com a separação ao deixar o pequeno Benjamim, de 1 ano e 5 meses, na escola. “Tenho um mix de sentimentos, pois é triste deixá-lo e vê-lo chorando, mas é muito bom na hora de ir buscá-lo e ver o rostinho dele de alegria ao me ver. Acredito que meu coração vai se acostumar logo, assim espero”, desabafa.

Na fase da educação infantil é comum que as escolas organizem um cronograma gradual e flexível para o ingresso das crianças, condizente com as necessidades da primeira infância.

É fundamental que os pais sigam adequadamente os combinados feitos com a escola, para que a criança possa ter credibilidade de que aquela é uma maneira segura dela fazer parte daquele novo ambiente. Avisar o pequeno alguns dias antes do início das aulas, dando uma noção geral do que irá acontecer na escola, também facilita a construção de confiança.

Nos primeiros dias de aula costuma-se solicitar a presença de um adulto responsável, para que a transição aos novos cuidadores – professores e funcionários da escola – seja feita de maneira não abrupta. É importante que esse adulto esteja apto a lidar com a separação da criança, pois os sentimentos e comportamentos infantis podem ser influenciados pela angústia excessiva de quem a acompanha.

Benjamim, que foi mencionado acima, está se adaptando bem ao primeiro contato com a escola. A mãe dele, Juliane, conta que apesar da pouca idade ele é muito comunicativo, e adora estar perto e interagindo com outras crianças. “A adaptação na cabecinha dele talvez esteja sendo mais lenta, porque desde que nasceu ele passava o dia todo só comigo”.

Caso a criança demonstre maior dificuldade em aderir à rotina prevista, os pais devem conversar e procurar soluções juntamente à diretoria. O mais importante é encontrar meios de não interromper a adaptação escolar, ainda que o pequeno expresse uma recusa em frequentar a instituição.

Aos adultos atarefados, muito cuidado! Muitas vezes eles não se dão conta de que as crianças, principalmente as menores, possam ter medo de serem esquecidas na escola. Por isso, o responsável por buscá-las deve ter cuidado redobrado nos primeiros dias de aula e estar na porta assim que elas saírem. Sabendo que não serão deixados para trás, os pequenos se sentem seguros para enfrentar o ano letivo.

A partir do sexto ano do ensino fundamental – antiga quinta série – tem início uma grande mudança na organização escolar. Em geral, a quantidade de disciplinas curriculares e de professores aumenta, e assim, os alunos deverão desenvolver cada vez mais autonomia e compromisso com os estudos.
Também é comum que os espaços escolares sejam compartilhados entre os alunos adolescentes, o que introduz grandes transformações na socialização da criança.
De fato, é importante que os pais reconheçam a necessidade de um maior distanciamento da rotina dos filhos, respeitando que eles escolham a melhor maneira de cumprir com seus compromissos escolares, sem que isso signifique deixá-los completamente desacompanhados.
Ao longo do ensino médio a preocupação com os vestibulares pode tornar os alunos e os pais excessivamente ansiosos. Uma disciplina diária de estudos mais prolongada deve ser incentivada desde a volta às aulas, mas sem promover uma pressão exaustiva.

No caso de aluno repetente, essa situação chata deve ser enfrentada com atitude positiva. No início das aulas é bom transmitir a ele confiança, acreditar que agora ele será capaz. Nada de frases como “Neste ano a responsabilidade é maior”. Reforço negativo é a última coisa que ele precisa.

Não importa a idade ou a fase, vale sempre aos pais lembrarem que a vida escolar se constrói nos acontecimentos cotidianos, rotineiros ou inesperados, alegres ou tristes, com ou sem conflitos. Cabe aos pais valorizar a presença integral dos filhos em tudo aquilo que a escola proporciona, desde o primeiro dia de aula, em cada etapa desse percurso da construção de si mesmos.

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