Prova Brasil



Astorga recebe oficina Descritores

Olá pessoal!

Na tarde desta sexta-feira, dia 4, o Programa O Diário na Escola está em Astorga.

Os profissionais da Educação do município participam da oficina pedagógica “Descritores: um convívio diário”.

A professora Alethéia Braga Ribeiro vai falar sobre a contribuição da Prova Brasil para o ensino público e sobre os descritores.

E na segunda-feira, dia 7, estaremos em Sarandi.

Em breve, novidades por aqui!

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Descritores da Prova Brasil também orientam a avaliação na escola

Olá pessoal!

Como está o nível de qualidade da Educação brasileira?

No final do ano acontece a edição 2017 da Prova Brasil, uma avaliação nacional que pretende responder a essa pergunta. Milhões de alunos vão mostrar como está a competência deles em leitura (Língua Portuguesa) e na resolução de problemas (Matemática). Entre eles, os estudantes que estão no 5º e no 9º ano do Fundamental.

A preparação docente para o exame foi um dos temas da coluna do Diário na Escola de terça-feira, dia 25.

Leia a matéria na íntegra AQUI

Capacitação

A professora Alethéia Braga Ribeiro levou o debate sobre a Prova Brasil para os municípios de Floraí e Ivatuba. A oficina pedagógica foi promovida pelos municípios em parceria com O Diário na Escola e a Viapar.

No encontro “Descritores: um convívio diário”,  a ênfase é na avaliação de português.  A professora explica que não se trata apenas de transmitir e cobrar conteúdos. Ela enfatiza que o processo avaliativo tem que fazer sentido, uso prático para o aluno, não é apenas a nota que importa.

“Os descritores funcionam como metas para quem qualifica o aluno. O desenvolvimento acontece dentro de uma relação entre professor, aluno, processos de ensino e de aprendizagem” 

O professor tem que desenvolver no processo de ensino para qualificar o aluno para o mundo real. Assim, o educando terá condições de buscar ascensão intelectual e social, falar com a própria voz e exercer sua cidadania.

 

Encontro em Ivatuba aconteceu dia 20 e reuniu os professores na Escola Municipal Afrânio Peixoto

 

A próxima cidade a receber a oficina é Sarandi. O encontro está agendado e confirmado para o dia 7 de agosto.

Na quarta-feira, dia 26, tem mais novidade!

Abração da Equipe O Diário na Escola!

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Prova Brasil é tema de capacitação pedagógica

A Prova Brasil é uma avaliação do sistema público de ensino do país. Realizada por amostragem com alunos de 5° e 9° ano do Ensino Fundamental, o teste aplicado avalia os conhecimentos dos estudantes em leitura e resolução de problemas. O intuito, porém, não é avaliar apenas o estudante e sim utilizar os resultados obtidos para promover um diagnóstico da situação do ensino no país, já que os dados coletados na prova são usados para calcular o IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica).

Preocupados em oferecer um bom ensino aos alunos, a coordenação da secretaria de educação de Sarandi solicitou ao Diário na Escola uma formação para auxiliar o professor a preparar a criança que irá realizar a Prova Brasil no ano que vem.

Foto Submanchete“A formação continuada é essencial para a melhoria da qualidade de ensino e na valorização dos profissionais. Buscamos constantemente parcerias e mecanismos para potencializar essas orientações pedagógicas na perspectiva de um trabalho de qualidade”, destaca a secretária da educação do município, Adriana Palmieri.

Ministrada pela professora doutorando em linguística pela UEM, Adélli Bazza a capacitação “Prova Brasil: descritores de leitura a partir de gêneros presentes no jornal” apresentou discussão teóricas, estudo dos níveis de leitura e o desenvolvimento de exercícios.

“O objetivo foi demonstrar aos professores que os descritores sugeridos pela Prova Brasil são uma sistematização para avaliação de habilidades que já são, ou deveriam ser, desenvolvidas nas aulas de Língua Portuguesa. Estes, portanto, não constituem um conteúdo a mais para ser trabalhado. Bem como, as habilidades avaliadas na prova não são desenvolvidas apenas quando a criança chega ao quinto ano, mas ao longo de toda a formação do aluno”, ressalta Adélli.

Adriana Palmieri fala sobre a importância do Diário no processo de ensino-aprendizagem. “Os meios de comunicação estão presentes no discurso da sala de aula, geralmente são mais lúdicos e envolventes, dessa forma modificam a forma de relação das crianças com a informação e o conhecimento, permitindo assim novas formas de ver o mundo, de pensar e de agir”.

A secretária comenta que o papel dos professores nesse processo é essencial, pois eles contribuem de forma qualitativa, e assim, ao formar um aluno crítico e pensante também ampliam as ações para melhorar a avaliação da Educação Básica por meio da Prova Brasil.

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Mural de Trabalhos

Depois de participar do encontro pedagógico do Diário na Escola “O jornal como aliado para os estudos da Prova Brasil” a professora Flávia Maria de Souza Ronca, de Atalaia, desenvolveu com os seus alunos os métodos de níveis de leitura que aprendeu na oficina. “Ver teoria e prática no encontro, me ajudou muito. Quando fui pra sala de aula estava com meus conhecimentos aprimorados, assim preparo melhor os meus alunos para a Prova Brasil e ainda pude perceber um desenvolvimento e interesse maior por parte deles”, destaca a professora.

A partir da leitura da matéria “Gado ainda morre de fome” publicada em O Diário, Flávia elaborou seis questões, discursivas e de múltipla escolha, e solicitou que após a leitura do texto os alunos fizessem interpretação, pesquisa e respondessem as perguntas.

Confira a atividade do aluno Natan de Souza Gomes:

 

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Prova Brasil é tema de encontro pedagógico do Diário na Escola

No dia 15 de abril cerca de 150 professores, participantes do Diário na Escola, estiveram presentes no primeiro Encontro Pedagógico deste ano, que teve como temática: O jornal como aliado para estudos da Prova Brasil, ministrado pelas professoras mestre Adélli Bazza e Maísa Cardoso.

A educadora de Sarandi, Cecidia Santana Navarrete conta que a capacitação veio no momento exato. “Precisamos de orientação para encaminhar nosso trabalho, com conteúdos que visem um bom desempenho do aluno na Prova Brasil”.

O encontro teve início falando sobre a leitura, cada um dos seus níveis, seguiu para os descritores exigidos na Prova e por último para questões e atividades práticas com o jornal impresso.

Para a ministrante Maísa algo muito importante é a possibilidade de “praticar a prática” através das oficinas. “Os encontros são momentos de discussão teórica da Linguística Aplicada que são vivenciadas nos exercícios propostos nas oficinas. O grupo que esteve presente está de parabéns, pois participaram muito e produziram discussões, repensaram e refletiram sobre suas perguntas de avaliação de leitura através da elaboração das questões em grupos. As trocas, as ideias compartilhadas e as dúvidas que surgem quando vamos para a parte prática da oficina são fundamentais, pois auxiliam a explorar mais ainda os conhecimentos adquiridos na discussão teórica.”

Maísa destaca que aquela dúvida, “Como isso pode ser pensando em sala de aula?” acaba sendo minimizada, quando, na segunda parte da oficina, o professor produz materiais e troca experiências. “Creio que essa é uma qualidade incomparável do Programa. Todos saem ganhando!”, enfatiza.

A professora de Flórida, Patrícia de Paiva Grilo concorda com o que a palestrante apontou acima. “De forma clara e objetiva nos foi apresentado os descritores de leitura da Prova Brasil esclarecendo como aplicar atividades que envolvam este assunto”.

A ministrante Adélli obseva que a oficina foi realizada com o objetivo de apresentar o jornal como subsídio para o trabalho em sala de aula e, consequentemente, preparar os alunos para a Prova Brasil. “Focamos o desenvolvimento da leitura em sala, visto que a prova constitui-se como um importante instrumento de avaliação, entre outras habilidades, da leitura desses alunos. Sabemos que um bom domínio de leitura é necessário não só nas aulas de Língua Portuguesa, mas para a aprendizagem de qualquer disciplina. Mais que isso, ler e interpretar é condição para a vida de todo cidadão. Por isso, foi muito satisfatório perceber a preocupação dos professores participantes da oficina, com o trabalho de leitura nas suas salas de aula.”

Durante o dia, foram discutidas diversas formas de realizar atividades de leitura, principalmente por meio da elaboração de perguntas. Como resultado desse trabalho, os professores propuseram inúmeras questões sobre textos encontrados no jornal, as quais poderão ser utilizadas por eles em suas turmas.

“Como professora, considero esse trabalho extremamente gratificante, por poder trocar conhecimento com profissionais comprometidos. No final, ganhamos todos: formadores, professores e alunos. Que venham as próximas oficinas!”, afirma Adélli.

A professora de Itambé, Suelena Yoshie Giraldelli Jaqueta participou pela segunda vez de um encontro promovido pelo Diário na Escola e conta que, “toda contribuição para o enriquecimento de conhecimento e ideias para trabalharmos e nos prepararmos para a Prova Brasil é sempre muito importante”.

A concessionária VIAPAR subsidia a participação de cerca de 900 alunos no Diário na Escola, dando oportunidade aos professores dessas de receberem a capacitação necessária para trabalhar com o jornal em sala de aula. Natália Godoy é estudante de Letras da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e participa do Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID) no Colégio Estadual João XXIII, em Maringá, com o apoio da VIAPAR, semanalmente, ela recebe o jornal no colégio e pode realizar atividades com seus alunos do 1º ano do ensino médio. “Gostei muito da iniciativa do Programa em promover encontros como este, todos estavam muito interessados e pudemos aprimorar nossos conhecimentos com palestrantes que souberam passar de forma adequada seus conhecimentos.”

No momento da oficina em que os participantes desenvolveram atividades práticas, o resultado foi excelente, por isso nas próximas semanas a equipe do Diário na Escola vai preparar um material que será encaminhado para todas as instituições de ensino parceiras, com sugestões de atividades produzidas pelos professores que estiveram na oficina.

O próximo encontro pedagógico está agendado para dia 22 de maio com os educadores da rede municipal de Maringá e terá como temática; O trabalho com o jornal: A diversidade dos gêneros presentes no universo jornalístico.

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Sugestões – por Renilson José Menegassi

Durante o encontro pedagógico “O jornal na Prova Brasil”, o Prof. Dr. Renilson José Menegassi fez a exposição de algumas sugestões aos participantes que trabalham com educação.

  • Primeiro trabalha-se os sentidos da língua, depois os sentidos do texto;
  • No trabalho de reescrita, uma sugestão é solicitar ao aluno a substituição da pessoa do discurso;
  • O aluno do 5º ano precisa ter o conhecimento de que os verbos podem estar classificados como passado, presente e futuro, apenas;
  • Discuta com a criança a finalidade da notícia, para que na sequência ela possa compreender o tema;
  • Para o 5º ano as opções de respostas de questões sobre um determinado texto devem ser de quatro alternativas;
  • Na composição das questões o ideal é que não se coloque alternativas falsas. A alternativa pode ser falsa em relação ao conceito, mas não ao texto apresentado;
  • A ordenação das questões deve obedecer a progressão textual do texto-fonte;
  • A extensão das alternativas devem ser semelhantes, não muito longas;
  • A notícia tem discurso citado e/ou discurso reportado, pode-se sugerir ao aluno que transforme o discurso reportado em citado e vice-versa;
  • Solicite ao estudante que circule os verbos presentes na notícia e que em seguida classifique-os.

 

Renilson atua nas linhas de pesquisa “Ensino e Aprendizagem de Línguas” e “Formação do Professor de Línguas”. Atua também na graduação em Letras da UEM e no Programa de Pós-Graduação em Letras da mesma instituição, nos cursos de Mestrado e Doutorado

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Educomunicação: adulto significativo+criança cidadã

Em entrevista ao Portal Aprendiz, o professor do Departamento de Comunicações e Artes da USP, Ismar de Oliveira Soares, disse que ” em 2007, na Prova Brasil, o Inep detectou que das 40 melhores escolas, todas usavam processos com mídia.”

E ainda explicou que a Educomunicação tem grandes objetivos. “O professor, como um adulto significativo, e a criança, como cidadã, controem juntos um modelo de comunicação. O principal resultado de uma gestão democrática não é o produto, mas sim o que é aprendido.”

Para ler a entrevista na íntegra e compreender os ecossistemas que envolvem a Educomunicação acesse aqui

Quer levar processos de mídia para sua escola? Entre em contato com o Diário na Escola através do e-mail [email protected] ou pelo telefone (44) 3221-6050

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Estudo aponta desempenho de escolas paranaenses na Prova Brasil

A dissertação de Mestrado em Educação de Cristina Cerezuela Jacobsen, da Universidade Estadual de Maringá, intitulada  A Prova Brasil e o Conteúdo Escolar de Língua Portuguesa: um estudo com as escolas paranaense, teve como objetivo “comparar os conteúdos de Língua Portuguesa contemplados na Prova Brasil com os previstos no plano de trabalho docente e analisar sua interferência no desempenho de escolas paranaenses”.

Além de reflexões à luz da Teoria Histórico-Cultural, a pesquisa também traz dados importantes para repensar o ensino da Língua Portuguesa e a aplicação da Prova Brasil. Para ter acesso ao material na íntegra, acesse aqui.

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