reflexão



Dia dos Pais “sem trauma” foi assunto na coluna de quarta-feira

Olá pessoal!

Na Coluna do Diário na Escola do dia 9, falamos sobre como a comemoração de datas comerciais precisam ser manejadas com cuidado no ambiente escolar.

Especificamente sobre o Dia dos Pais, listamos sete erros que podem causar constrangimento para as crianças e adolescentes.

Por que refletir?

Vale lembrar que milhões de crianças não têm a figura paterna presente (nem mesmo quando o pai está dentro de casa).

Outros 11,6 milhões de famílias brasileiras são compostas apenas por mães e filhos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE/2015).

Experiência positiva

E nós também falamos sobre a forma como a turma da Escola Reynaldo Redher Ferreira (APAE Maringá) utiliza o jornal em sala de aula.

A professora Márcia Belluzzi trabalhou o tema “dengue”. A doença, o contágio e os sintomas. Na avaliação dela, o jornal foi uma ferramenta eficaz.

“A reportagem ajudou a estimular a participação dos alunos e o envolvimento deles no assunto. No final da aula, também usamos o jornal para formar as palavras que definem os sintomas da dengue”, comentou.

Confira a reportagem AQUI

Na semana que vem a gente traz mais novidades!

Acompanhem o programa também pelo Facebook.

Abração da Equipe O Diário na Escola

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Professora incentiva a reflexão sobre o consumo

Fim de ano, o poder de consumo aumenta e a impulsividade na hora das compras também! Na contra mão disso, a professora Sandra Cristiane Fratini de Castro, da Escola Municipal Padre Ladislau Ban, de Nova Esperança, trabalhou os encartes do jornal com as crianças de 4ª série. Leia a matéria completa abaixo, publicada na página do Diário na Escola de hoje:

 

 

Encartes viram objeto de reflexão em Nova Esperança

 Fernanda Accorsi

Os encartes comerciais chegam aos leitores junto com o jornal e não servem apenas para informar sobre promoções e lançamentos de produtos, mas na educação foram usados como recurso didático para o processo de ensino e aprendizagem. Foi o que fez a professora de 4ª série Sandra Cristiane Fratini de Castro, da Escola Municipal Padre Ladislau Ban, de Nova Esperança, que viu nos folhetos uma oportunidade de transformar as informações em fonte de conhecimento.

Depois de distribuir os encartes entre os estudantes, Sandra elaborou algumas questões para a interpretação dos anúncios de móveis e eletrodomésticos. Notícias sobre o Procon e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) deram suporte a reflexão sobre os bens de consumo. “Levantamos questões como ‘de onde vem o produto anunciado? Por que fabricam? Para quem é voltado? Refletimos sobre o custo benefício”, contou a professora.

A análise crítica das informações deu abertura para que as crianças (re) pensassem a necessidade de compra, o consumismo desenfreado e também passassem a valorizar o que já têm. “Os alunos se interessaram muito pela atividade, interagiram sobre o assunto e com a análise dos panfletos conseguimos esclarecer algumas dúvidas sobre o consumo”. O desfecho da atividade aconteceu com a produção de poesias, em que o objeto central estivesse anunciado nos encartes. As estudantes Bruna Pessoa, Raiane da Silva e Mariane de Souza, da 4ª ‘A’ escreveram sobre a bicicleta anunciada.

 

 

 

 

 

 

 

 

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Criticidade e sensibilidade no trabalho com o jornal

Para que o jornal impresso tenha a finalidade de formar cidadãos para a vida, a professora Luciane Cristina Andersen Terezan fez uma apropriação crítica e, ao mesmo tempo, sensível da mídia com a turma do 3º ano “D”, da Escola Municipal Santo Carraro, de Mandaguaçu. Depois da leitura completa do Diário, a educadora enfatizou o trabalho didático em torno das notícias sobre os maus-tratos aos cães do Biotério Central da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

“Ficamos solidários perante a situação pela qual os animais estão passando”, explicou Luciane, cuja intenção foi promover a reflexão crítica sobre o fato e disseminar atitudes respeitosas com os animais. “Desejamos que a ação judicial seja definitivamente favorável ao impedimento dos procedimentos crueis realizados com animais no Departamento de Odontologia da UEM”, afirmou. A turma toda concorda com a opinião da professora.

A prática pedagógica relatada pela professora ao Diário na Escola não banaliza as atrocidades e aproxima os alunos de questionamentos e discussões críticas sobre o direito dos animais. A indignação que sentiram depois do debate foi transformada em produções textuais e desenhos. “Fizemos uma votação entre todos os alunos e elegemos o desenho que melhor retratava a situação. Depois, produzimos frases protestando sobre a realidade dos animais, então, concluímos com a produção coletiva de uma poesia”, revelou a professora.

 

        “AO AMIGO COM CARINHO”

 

 

 

 

Amigo fiel, companheiro inseparável

Ficamos tristes por você.

Homem cruel e indomável

Tira sua vida sem merecer.

 

Com dor e com maldade

O homem mal faz experiências com crueldade.

Instrumentos tortuosos

Ferem seu corpo sem piedade.

Pobre cãozinho, amigo do homem

Querem fazer você sofrer.

Nós crianças com toda coragem

Vamos te ajudar a vencer.

 

Comovidos com sua história

Nós aqui desta escola

E os “Anjos dos Animais”

Queremos você cãozinho desprotegido

Vivendo em condições ideais.

 

Já que é moda preservar

Nós vamos protestar

E a vida dos animais

Ajudaremos a salvar.

 

 

 

 

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Conscientização pelo ECA

O trabalho infantil é crime, mesmo assim cerca de quatro milhões de jovens, entre cinco e 17 anos, estão trabalhando no Brasil de forma ilegal. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) e revelam que, do total, 1,2 milhão estão na faixa entre cinco e 13 anos. A realidade da exploração do trabalho infantil foi tema da aula da professora Gislaine Regina Camargo, da Escola Municipal Maria dos Santos Severino, de Marialva, no fim de setembro.
A proposta pedagógica da professora foi debater os direitos estabelecidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) com a turma da 4ª série “A” e promover a conscientização sobre o tema. O artigo 60 do ECA é claro: “É proibido qualquer trabalho a menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz”. Depois de problematizar o assunto na sala de aula, a professora Gislaine pediu que os alunos produzissem textos sobre o assunto. A estudante Andressa de Castro Benedito deixou sua mensagem:

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Vida de professor

O dia do professor – 15 de outubro – está se aproximando e com ele vem à tona a reflexão sobre o papel que este profissional desempenha na formação do ser humano. Alguns dizem que as tecnologias, por exemplo, vêm facilitar o trabalho pedagógico;  outros afirmam que nunca foi tão difícil educar. Pensar sobre o papel do professor é valorizá-lo!

 

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