Mês: outubro 2014



Dicas de cultura

1. EXPOSIÇÃO 41 ANOS DA BAHIARTE

De 29 de outubro a 30 de novembro. No Euro Royal Casa Decore, Rod Mábio Palhanho, 380. Visitação: de Terça a Sexta, das 16 às 22 horas. Sábados, das 14 às 22 horas e Domingos das 14 às 2 horas. Ingressos a R$ 20,00 e R$ 10,00 (meia-entrada)

safe_image2. 20 FESTIVAL UNICANTO DE CORAIS.

 Hoje a amanhã, no Teatro Marista de Londrina. Rua Cristiano Machado, 240. A partir das 20 horas. O ingresso é um quilo de alimento não perecível.

 

 3. 10 FESTIVAL DE TEATRO DE IBIPORÃ (FESTIBI).

De 31 de outubro a 14 de novembro. No Cine Teatro Municipal José Zanelli.  Com apresentações em dois horários: às 15 hora e às 20 horas. O teatro está localizado a avenida Dom Pedro II, 368. em Ibiporã. Informações: (43). 3178 02 15. Entrada Gratuita.

4. EXPOSIÇÃO O ESPAÇO SONHA O SUJEITO. 

Exposição de 23 artistas nacionais e internacionais,selecionados dentro da 3º Edição Arte Londrina. Até o dia 21/11.  De segunda a sexta, das 8 às 12 horas e das 14 às 18 horas. Na Casa de Cultura da UEL. Av JK, 1973. Informações: 3322-6844.

5. ESPETÁCULO TEATRAL

Vaga-lumes.Do grupo Cata Cena. Hoje e amanhã, as 20h30. No Teatro Zaqueu de Melo, AV. Rio de Janeiro, perto da Catedral de Londrina. Entrada Gratuita.

6. EXPOSIÇÃO DE PINTURAS

Caras Pintadas: o Descanso do Sonho. Até o dia 28 de novembro. De segunda a sexta-feira, das 13 às 18 horas. No Museu de Arte de Londrina, Rua Sergipe, 640. Antiga Estação Rodoviária)
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Parabéns Arquidiocese de Londrina: 44 anos.

Hoje, nossa amada Arquidiocese de Londrina, comemora 44 anos de elevação a Arquidiocese.

ARQUIDIOCESE – É a diocese mãe de uma província eclesiástica que abrange todas as dioceses de uma região.

Quem a governa e a preside é o bispo mais importante: o Metropolita, que, a partir do ano de 1301, passa a se chamar Arcebispo (bispo que possui a missão de ser chefe espiritual e de jurisdição da Arquidiocese ou também chamada Metrópole).

Podemos dizer que a Arquidiocese é a Diocese do Arcebispo. Cada arquidiocese possui uma “Catedral”, local onde se encontra a “cátedra” – cadeira – do Arcebispo.

Na paramentação litúrgica, o arcebispo metropolita distingue-se pelo uso do pálio (Tem a forma de uma faixa circular que carrega sobre os ombros e da qual pendem ante o peito e nas costas duas atiras retangulares, tudo de lã branca, se destacando dela seis cruzes de seda negra ou vermelha).

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Fotos e informações: Facebook da Arquidiocese de Londrina
Fazendo uma abordagem nos limites territoriais da atual Arquidiocese de Londrina, a penetração católica tem início na década de 1920, com a colonização e povoamento da região em torno de Sertanópolis, onde atuou a Companhia Colonizadora Tibagy Ltda.
Sob o aspecto eclesiástico, toda a região setentrional do Paraná fazia parte da Diocese de Jacarezinho, cujos limites extremos eram delimitados pelos rios Paranapanema e Paraná. Ela foi criada juntamente com a Diocese de Ponta Grossa e a Prelazia de Foz do Iguaçu, por ocasião da elevação da Diocese de Curitiba a Arquidiocese, em 1926.
Na década de cinqüenta acentua-se a movimentação para a criação de uma diocese no norte do Paraná, cujo primeiro pedido foi feito pelo senhor Johannes Schauff, pioneiro alemão de Rolândia, que encaminhou, nesse sentido, um memorando à Nunciatura em 1945. Em 1953, a Câmara Municipal de Londrina, por iniciativa do vereador José Maurício Barroso, também propõe à Nunciatura a criação da diocese. Pouco depois, secundando as iniciativas dos leigos, o Arcebispo de Curitiba Dom Manuel da Silveira D’Elboux, propõe por sua vez, à Nunciatura, a criação das dioceses de Londrina e Maringá.
O Bispo de Jacarezinho, Dom Geraldo de Proença Sigaud, foi então encarregado de viabilizar o pedido da criação das duas dioceses, que ficavam em seu território. Assim, nos anos de 1954 e 1955, foram feitos os atos necessários com a ajuda dos leigos e autoridades que formavam a comissão pró-bispado. Esta alcançou sua finalidade a 1º de fevereiro de 1956, quando o Papa Pio XII, pela Bula “Latíssimas Partire”, criou as dioceses de Londrina e Maringá. No mesmo ano, a 16 de novembro, foi nomeado o primeiro bispo de Londrina, na pessoa do Padre Geraldo Fernandes, religioso Claretiano.
 O primeiro bispo, Dom Geraldo Fernandes, encontrou uma cidade ainda provinciana em 1957, com pouco mais de 100 mil habitantes e que, no final do seu episcopado, havia crescido extraordinariamente chegando a ser a segunda do Estado e a terceira do sul do Brasil. A Diocese transformou-se numa grande Arquidiocese, ocupando lugar de destaque entre as demais do país,
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Missas de finados nos cemitérios de Londrina

A coordenação da Pastoral da Esperança da Arquidiocese de Londrina publicou a lista com horários e locais onde serão celebradas as missas de Finados, no próximo dia 02 de novembro. Também está indicado o nome de cada padre ou bispo que irá presidir cada uma dessas missas. 
Lembro que Finados é uma data muito especial, esperada. Não apenas mais um dia de folga ou feriado qualquer. É uma dia de oração, memória e homenagem aos nossos falecidos. Saudades, sim. 

Confira os locais e horários das missas de finados. 

Cemitério Padre Anchieta: Missa às 9:00 horas, celebrante Arcebispo Dom Orlando Brandes, concelebrantes Padre Roque Sutil Gabriel e Padre Giannino Calderaro.

Cemitério Parque das Oliveiras: Missa às 9:00 horas, celebrante Cardeal Dom Geraldo Majella Agnelo, concelebrante Padre César Braga de Paula.

Cemitério São Pedro: Missa às 9:00 horas, celebrante Arcebispo Emérito Dom Albano Bortoletto Cavallin, concelebrante Padre José Rafael Solano Durán.

Cemitério São Paulo: Missa às 9:00 horas, celebrante Padre Joel Ribeiro Medeiros.

Cemitério Jardim da Saudade: Missa às 9:00 horas, celebrante Padre Pedro Ramos de Faria.

Cemitério João XXIII: Missa às 9:00 horas, celebrante Padre Gedeão Maia.

Cemitério Parque das Allamandas, Missa as 10h30m, celebrante Padre Luiz Laudino.

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Opção pelos pobres não é comunismo

Papa Francisco: estar do lado dos pobres é Evangelho, não comunismo

Cidade do Vaticano (RV) – Terra, casa, trabalho: esses foram os três pontos fundamentais em torno dos quais desenvolveu-se o longo e articulado discurso do Papa Francisco aos participantes do Encontro Mundial dos Movimentos Populares, recebidos esta terça-feira na Sala Antiga do Sínodo, no Vaticano. O Pontífice ressaltou que é preciso revitalizar as democracias, erradicar a fome e a guerra, assegurar a dignidade a todos, sobretudo aos mais pobres e marginalizados.

Tratou-se de um veemente pronunciamento, ao mesmo tempo, de esperança e de denúncia. Um discurso que, por amplidão e profundidade, tem o valor de uma pequena encíclica de Doutrina Social. Ademais, era natural que os Movimentos Populares solicitassem este encontro com o Papa Francisco.

Efetivamente, na Argentina, como bispo e depois como cardeal, Bergoglio sempre se fez próximo das comunidades populares como as de “catadores de papel” e “camponeses”. No fundo, nesta audiência retomou o fio de um compromisso jamais interrompido.

O Santo Padre evidenciou já de início, no discurso, que a solidariedade – encarnada pelos Movimentos Populares – encontra-se “enfrentando os efeitos deletérios do império do dinheiro”.

O Papa observou que não se vence “o escândalo da pobreza promovendo estratégias de contenção que servem unicamente para transformar os pobres em seres domésticos e inofensivos”. Quem reduz os pobres à “passividade”, disse, Jesus “os chamaria de hipócritas”. Em seguida, deteve-se sobre três pontos chave:

“Terra, teto, trabalho. É estranho – disse –, mas quando falo sobre estas coisas, para alguns parece que o Papa é comunista. Não se entende que o amor pelos pobres está no centro do Evangelho.” Portanto, acrescentou, terra, casa e trabalho são “direitos sagrados”, “é a Doutrina social da Igreja”.

Dirigindo-se aos “camponeses”, Francisco disse que a saída deles do campo por causa “de guerras e desastres naturais” o preocupa. E acrescentou que é um crime que milhões de pessoas padeçam a fome, enquanto a “especulação financeira condiciona o preço dos alimentos, tratando esses alimentos como qualquer outra mercadoria”. Daí, a exortação do Papa Francisco a continuar “a luta em prol da dignidade da família rural”.

Em seguida, o Santo Padre dirigiu seu pensamento aos que são obrigados a viver sem uma casa, como experimentara também Jesus, obrigado a fugir com sua família para o Egito. Hoje, observou, vivemos em “cidades imensas que se mostram modernas, orgulhosas e vaidosas”. Cidades que oferecem “numerosos lugares” para uma minoria feliz e, porém, “negam a casa a milhares de nossos vizinhos, incluindo as crianças”.

Com pesar, Francisco ressaltou que “no mundo globalizado das injustiças proliferam-se os eufemismos para os quais uma pessoa que sofre a miséria se define simplesmente ‘sem morada fixa'”.

O Papa denunciou que muitas vezes “por trás de um eufemismo há um delito”. Vivemos em cidades que constroem centros comerciais e abandonam “uma parte de si às margens, nas periferias”.

Por outro lado, elogiou aquelas cidades onde se “segue uma linha de integração urbana”, onde “se favorece o reconhecimento do outro”. Em seguida, foi a vez de tratar da questão do trabalho:

“Não existe – ressaltou – uma pobreza material pior do que a que não permite ganhar o pão e priva da dignidade do trabalho.” Em particular, Francisco citou o caso dos jovens desempregados e ressaltou que tal situação não é inevitável, mas é o resultado “de uma opção social, de um sistema econômico que coloca os benefícios antes do homem”, de uma cultura que descarta o ser humano como “um bem de consumo”.

Falando espontaneamente, ou seja, fora do texto, o Pontífice retomou a Exortação apostólica “Evangelii Gaudium” para denunciar mais uma vez que as crianças e os anciãos são descartados. E agora se descartam os jovens, com milhões de desempregados, disse ainda. Trata-se de um desemprego juvenil que em alguns países supera 50%, constatou. Todos, reiterou, têm direito a “uma digna remuneração e à segurança social”.

Aqui, disse o Pontífice, encontram-se “catadores de papel”, vendedores ambulantes, mineiros, “camponeses” aos quais são negados os direitos do trabalho, “aos quais se nega a possibilidade de sindicalizar-se”. Hoje, afirmou, “desejo unir a minha voz à de vocês e acompanhá-los em sua luta”.

Em seguida, Francisco ofereceu sua reflexão sobre o binômio ecologia-paz, afirmando que são questões que devem concernir a todos, “não podem ser deixadas somente nas mãos dos políticos”. O Santo Padre afirmou mais uma vez que estamos vivendo a “III Guerra Mundial”, em pedaços, denunciando que “existem sistemas econômicos que têm que fazer a guerra para sobreviver”:

“Quanto sofrimento, quanta destruição _ disse o Papa –, quanta dor! Hoje, o grito da paz se eleva de todas as partes da terra, em todos os povos, em todo coração e nos movimentos populares: Nunca mais a guerra!”

Um sistema econômico centralizado no dinheiro – acrescentou – explora a natureza “para alimentar o ritmo frenético de consumo” e daí derivam feitos destrutivos como a mudança climática e o desmatamento. O Papa recordou que está preparando uma Encíclica sobre a ecologia assegurando que as preocupações dos Movimentos Populares estarão presentes nela. O Pontífice perguntou-se por qual motivo assistimos a todas essas situações:

“Porque – respondeu – neste sistema o homem foi expulso do centro e foi substituído por outra coisa. Porque se presta um culto idolátrico ao dinheiro, globalizou-se a indiferença.” Porque, disse ainda, “o mundo esqueceu-se de Deus que é Pai e tornou-se órfão porque colocou Deus de lado”.

Em seguida, o Papa exortou os Movimentos Populares a mudarem este sistema, a “construírem estruturas sociais alternativas”. Francisco advertiu que é preciso fazê-lo com coragem, mas também com inteligência. Com tenacidade, porém, sem fanatismo. Com paixão, mas sem violência”.

Nós cristãos, disse, temos um bonito programa: as Bem-aventuranças e o Cap. 25 do Evangelho segundo Mateus. Francisco reiterou a importância da cultura do encontro para derrotar toda discriminação e disse que é preciso uma maior coordenação dos movimentos, sem, porém, criar “estruturas rígidas”:

“Os Movimentos Populares – afirmou – expressam a necessidade urgente de revitalizar nossas democracias, muitas vezes sequestradas por inúmeros fatores.” É “impossível”, frisou, “imaginar um futuro para uma sociedade sem a participação protagonista da grande maioria” das pessoas.

É preciso superar “o assistencialismo paternalista” para ter paz e justiça, prosseguiu, criando “novas formas de participação que incluam os movimentos populares” e “sua torrente de energia moral”. O Pontífice concluiu seu discurso com um premente apelo:

“Nenhuma família sem casa. Nenhum camponês sem terra! Nenhum trabalhador sem direitos! Nenhuma pessoa sem a dignidade que o trabalho dá” – disse.

Entre os participantes, no Vaticano, do encontro dos Movimentos Populares figura também o presidente da Bolívia, Evo Morales.

O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Pe. Federico Lombardi, explicou que, nesta ocasião, a visita do chefe de Estado boliviano não foi “organizada mediante os habituais canais diplomáticos” e que o encontro “privado e informal” no final da tarde desta terça-feira entre o Papa Francisco e o presidente deve ser considerado “uma expressão de afeto e proximidade ao povo e à Igreja boliviana e um apoio à melhoria das relações entre as Autoridades e a Igreja no país”. (RL)


Site da Rádio Vaticano 
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Direitos humanos como expressão da democracia

Ajude a fazer a escuta dos Direitos Humanos violados. Envie as suas contribuições.

Vamos participar. Tornar o respeito aos direitos humanos uma forte expressão da nossa democracia e da prática da cidadania. Não deixe passar essa oportunidade. O Brasil precisa de seus olhos. 

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E, para subsidiar no desenho inicial do cenário, e contribuir com os debates, elaboramos um questionário que visa levantar a situação de violação dos Direitos Humanos no Estado, e a implementação do PIDESC pelo Estado brasileiro. Assim, convidamos a todos a responderem o questionário online, que se encontra no endereço: CLIQUE AQUI pedimos que enviem suas respostas do questionário online, e a confirmação de participação na audiência, até o dia 25 de novembro.

Caso tenha problema em responder o questionário, entrem em contato com Nazareno, pelo e-mail: [email protected], ou pelos telefones (62) 3225-5918.

Próximo à data de realização da audiência enviaremos programação detalhada da mesma.

A participação de todos e todas fortalecerá a luta pela garantia dos Direitos de Todos nós.
Atenciosamente

Instituto Brasil Central

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Papa Francisco e a teoria da evolução

Papa: Deus não é ‘um mágico com uma varinha mágica’
Pontífice afirmou, ainda, que teorias da evolução e do Big Bang são corretas

Vaticano – Em discurso na Pontifícia Academia das Ciências, no Vaticano, nesta segunda-feira (27), o Papa fez comentários que, para especialistas, puseram fim às “pseudo-teorias” do criacionismo e do Design Inteligente, que alguns argumentam que foram incentivadas por seu antecessor, Bento XVI.

94074Francisco explicou que ambas teorias científicas não eram incompatíveis com a existência de um criador.

‘Quando lemos a respeito da criação em Gênesis, corremos o risco de imaginar que Deus era um mágico, com uma varinha mágica capaz de fazer tudo. Mas isso não é assim’, disse Francis.

Ele acrescentou, ainda, que Deus “criou os seres humanos e deixou que eles se desenvolvessem de acordo com as leis internas que ele deu a cada um para que eles cheguem ao seu cumprimento”.

‘O Big Bang, que hoje temos como a origem do mundo, não contradiz a intervenção do criador divino, mas sim o exige’, acrescentou. ‘A evolução na natureza não é incompatível com a noção de criação, pois a evolução exige a criação de seres que evoluem’.

Por muito tempo, a Igreja Católica tem tido uma reputação de ser anti-ciência – a mais famosa foi quando Galileu enfrentou a inquisição e foi forçado a retirar sua teoria “herege” de que a Terra girava em torno do Sol.

Mas os comentários do Papa Francisco estavam mais de acordo com o trabalho progressivo do Papa Pio XII, que abriu as portas para a idéia da evolução e ativamente acolheu a teoria do Big Bang. Em 1996, João Paulo II foi mais longe e sugeriu a evolução era “mais do que uma hipótese” e “fato efetivamente comprovado”.

No entanto, mais recentemente, Bento XVI e os seus conselheiros mais próximos, aparentemente, aprovaram a idéia de que o Design Inteligente sustenta a evolução – a idéia de que a seleção natural por si só é insuficiente para explicar a complexidade do mundo. Em 2005, seu colaborador próximo Cardeal Schoenborn escreveu um artigo dizendo que “a evolução no sentido da ancestralidade comum pode ser verdade, mas a evolução no sentido neo-darwinista – um processo não planejado e sem guia – não é”.

Apesar do enorme abismo na postura teológica entre o seu mandato e o de seu antecessor, Francis elogiou Bento XVI quando revelou um busto de bronze dele na sede da academia nos jardins do Vaticano.

‘Ninguém jamais poderia dizer dele que o estudo e a ciência fizeram com que ele, seu amor a Deus e ao próximo murchassem’, disse Francis, de acordo com uma tradução feita pela “Catholic News Service”. – Pelo contrário, conhecimento, sabedoria e oração ampliaram seu coração e seu espírito. Vamos agradecer a Deus pelo dom que ele deu à Igreja e ao mundo com a existência e o pontificado do Papa Bento XVI.

Fundada em 1603 em Roma, com o nome de Academia dos Linces, a Pontifícia Academia das Ciências é formada por 80 pesquisadores nomeados vitaliciamente pelo papa. De acordo com as regras, os candidatos a uma vaga na academia são escolhidos com base na relevância de suas análises científicas e da sua reconhecida estatura moral, sem qualquer discriminação ética ou religiosa.

Fotos e informações: ORMNews
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Sem Pena: Uma sociedade sem prisões.

Estreou nos cinemas do Brasil, o Documentário Sem Pena. Trata da questão do encarceramento em massa e o problema da violência social.  è um documentário duro, que nos alerta acerca de como se pensa e faz justiça no Brasil, ou injustiça. Alerta para falência do sistema prisional brasileiro e sobre a questão do modelo judiciário que prefere o prender sempre, a outra medida punitiva. Sistema judiciário que  apenas defende e protege patrimônio. 

So recordo aqui também que Pastoral Carcerária nacional e do mundo está num movimento por um sociedade sem prisões, sem calabouços que temos hoje. Pode parecer antipopular, ou até mesmo inconsequência, mas é o sonho do coração de Deus. E vamos até o fim. 

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Nenhuma população carcerária cresce na velocidade da brasileira que já é a terceira maior do mundo. O documentário Sem Pena desce ao inferno da vida nas prisões brasileiras, para expor as entranhas do sistema de justiça do país, demonstrando como morosidade, preconceito e a cultura do medo só fazem ampliar a violência e o abismo social existente.
O filme foi selecionado para o 47º Festival de Cinema de Brasília – Mostra Competitiva. 

 

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Encontro Mundial do Papa com Famílias. Vamos em Romaria

Gente boa, estou organizando um grupo de casais para ir ao Encontro Mundial das Famílias com Papa no próximo ano. Vamos. Entre em contato. 

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  Por que viajar?

Viajar é uma maneira completa de   vivenciar as oportunidades do   mundo, que permite, através da  diversidade de culturas, do r  relacionamento com outras pessoas,  do contato com diferentes pontos de vista, e novas experiências gastronômicas, obter outras ideias e não ficar limitado ao cenário regional de nossas próprias vidas.
Por que ir ao Encontro Mundial das Famílias?
Se viajar é por si só fascinante, imagine fazer uma viagem de caráter religioso, propiciando lazer, cultura, diversão, e unindo-nos com a dimensão espiritual, proporcionando ao mesmo tempo a vivencia temporal e transcendental. Esta viagem a Filadélfia – EUA está sendo organizada e operada em parceria com CAEP, organização americana especializada em viagens e missões técnicas com escritório em São Paulo, SP, desde 1999.
Por que viajar com a Terra Santa Turismo Religioso?
A Terra Santa Turismo Religioso nasceu em 1990 em Londrina – Paraná atuando com Turismo Religioso, especializando-se em formar grupos exclusivos de Peregrinação à Terra Santa e a tantos outros destinos religiosos no Oriente Médio e Europa. Com expertise em propiciar experiência espiritual inusitada, sempre liderada por Diretores Espirituais Sacerdotes e guias operacionais acompanhantes devidamente preparados para cada destino.
Sobre esse roteiro de viagem e orçamento:
Todos os aspectos dessa viagem, planejamento, itinerário, ônibus, hotéis, restaurantes, visitas e tempo livre foram elaborados de forma que o grupo tenha um excelente aproveitamento. Esse documento contém: Roteiro; Serviços inclusos e não inclusos; Valores do pacote completo (terrestre com passagem aérea e taxas); Formas de pagamento; Prazos; Documentação necessária; Instruções de como se inscrever.

Dúvidas sobre esse roteiro?
Fale com a Terra Santa Brasil
Caco Braile | Diretor
Celular: (43) 9994-4010
Tel. (43) 3334-4010
E-mail: [email protected]

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Missa Sertaneja: somos caipiras, sim.

Tenho feito uma bela experiência de presidir missas conhecidas como sertanejas. São celebrações eucarísticas em que os cânticos e toda ornamentação da Igreja recordam o mundo rural, a vida no campo. Elas são também carregadas de memórias, histórias, recordações, saudades e  vida. É incrível como é bom estar nessas celebrações, que são simples, mais profundas 
As missa sertanejas são alegres e vibrantes porque tocam no nosso passado gostoso, faz lembrar nossas raízes caipiras. Queria ter outra palavra para expressar o que tenho visto e sentido durante essas missas, mas não consigo dizer além de como é bonito ver todo o povo cantando e acompanhando as orações, com muita emoções e força. Uma graça de Deus. E quando termina a missa sertaneja as pessoas vem agradecer o padre pela bela missa. Nunca disse a essas pessoas, mas digo agora: eu que agradeço a Deus por essa graça e benção, por essa forma de evangelizar, e também a todos vocês que que tem participado comigo dessas missas sertanejas. Sou Caipira também. 
Um obrigado sincero ao grupo de música Vozes de Maria, do Santuário da Vila Nova, que sempre me acompanha nessas celebrações. Deus abençoe e confirme esse carisma de vocês. Não poderia deixar de agradecer também as comunidades que tem nos convidado pela celebrar missas sertanejas. A última foi sábado, no Conjunto Dequech, na Capela São Judas Tadeu, abrindo o Tríduo do Padroeiro. Foi uma noite maravilhosa. Obrigado. 

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Evangelho: Amar a Deus e ao próximo

Evangelho: Mt 22,34-40  – 30 DOMINGO TEMPO COMUM – ANO A

Naquele tempo, 34os fariseus ouviram dizer que Jesus tinha feito calar os saduceus. Então eles se reuniram em grupo, 35e um deles perguntou a Jesus, para experimentá-lo: 36“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?”

37Jesus respondeu: “‘Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento!’ 38Esse é o maior e o primeiro mandamento. 39O segundo é semelhante a esse: ‘Amarás ao teu próximo como a ti mesmo’. 40Toda a Lei e os profetas dependem desses dois mandamentos”.

ORAÇÃO 

Senhor Deus, Pai Santo, todo Teu é  o nosso amor de Filhos. Sim, Te amamos com toda nossa força, alma e coração. O nosso amor a Ti, incondicional e total, nada mais é do que  uma “reposta” ao imenso amor que tens pela humanidade, por cada uma de nós. E como é belo o Teu amor, sempre cheio de ternura, misericórdia, paciência conosco, pronto a perdoar nossos pecados, a nos acolher na Tua presença e comunhão de vida.  Glórias sejam dadas a Ti, o Deus Uno e Trino, pelo Teu poder demonstrado no gesto mais profundo de amor: a doação de Teu Filho na Cruz para nos salvar das trevas da morte e do pecado. 

Diante da Tua Palavra de hoje, oh Cristo, sentimos o quanto nos ama e quão profunda É tua relação de Amor com  o Pai. Ensina-nos que o amor a Deus se revela no amor ao próximo. Pede-nos, exorta-nos, a amar sempre, a não descurar do amor aos homens em favor do amor a Deus, bem  como deixar de servir a Deus em função do amor dos homens. Ajuda-nos a não separar fé e obras, oração e vida, fazer e ser. Que o amor a Ti, por meio de nosso culto, oração e adoração, seja encontrado especialmente na nossa caridade, solidariedade,  capacidade de perdoar e acolher a cada irmão de nós se aproxima e pede ajuda e socorro. Amém.

Senhor Jesus, Cristo, Tu amaste e amas na  justa medida. Suplicamos a graça e a força, a luz e o discernimento do Santo Espírito, que é fruto do amor entre Ti, Deus Filho, e do amor do Pai, para também amarmos com a mesma intensidade e profundeza a Deus e ao próximo. Nosso coração deseja imitar esse amor, para que o Reino por Ti anunciado desperte a fé em muitos outros corações. Dai-nos a graça de vencermos, assim, a violência, a arrogância e maldade do mundo, com o Teu amor em nossas vidas e corações.

Maria Santíssima, mãe querida, a ti recorremos também, pedindo para que cresça em nossas vidas  o  amor de Deus. Nossa Senhora Aparecida, interceda por nós, para que caia por terra todo julgamento, inveja, maledicência, rancor, amarguras, e  verdade do Amor da Trindade divina possa resplandecer como caminho de vida e paz, esperança de amor ntre os homens. Amém. Aleluia. 

 

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