Mês: outubro 2015



Agenda da Semana

Sábado, dia 31/10

MISSA VOCACIONAL. As 19h30. Paróquia São João Batista.Bela Vista do Paraíso.

Domingo, dia 01/11.

MISSA 30 DOMINGO COMUM. Às 10 horas. Capela Santa Rita de Cássia. Jardim Columbia 2. Londrina.

MISSA ENCERRAMENTO ACAMPAMENTO RESGATE. Às 12 horas. Chácara Marista. Londrina

Quarta, dia 04/11

MISSA POR CURA E LIBERTAÇÃO. As 19h30.Capela Santa Rosa de Lima. Jardim Pacaembu. Londrina.

UMA SEMANA ABENÇOADA PARA VOCÊ!!!

DEUS TE GUARDE E PROTEJA, SEMPRE.

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Terra de Maria, Eu vou!

Como tem acontecido em outros países e cidades, o Filme Terra de Maria, tem chegado sem muito apoio da mídia oficial das produções cinematográficas, até com ameaças de ir sair logo de exibição, mas é só começar que se vê o sucesso de crítica e do público. Salas de cinemas sempre lotadas, com pessoas na lista de espera para comprar ingressos. Resultado de imagem para terra maria filme

No Brasil tem sido assim por onde passou esse filme sobre a Mãe de Jesus, desde seu lançamento no dia 12 de outubro, dia de Nossa Senhora Aparecida. Aqui em Londrina já vemos também algo acontecer nesse sentido. Não teve grande lançamento nem mídia oficial. Apenas via redes sociais e boca a boca, entre grupos de igrejas. A previsão era apenas ser 3 dias, 26 a 28 de novembro.  O resultado foi tão surpreendendo que a direção do cinema  do Shopping Boulevard Londrina decidiu prorrogar a exibição do  Terra de Maria, até o dia 4 de novembro, para atender a grande procura por esse filme. 

Se você ainda não foi assistir, corra. Adquira seu ingresso antecipadamente para evitar as longas filas que tem se formado nas bilheterias e também a desagradável surpresa de não conseguir assistir esse filme no dia que gostaria. Eu já comprei o meu. Vou aproveitar o dia de finados para ir ao cinema. Depois partilharei o que vi, minhas reflexões, e impressões sobre esse filme. Vamos? Traga sua família. Lembrando que a classificação indicativa é de 12 anos. 

 

Sinopse

Era uma vez… Deus. E viveram felizes para sempre.
Adeus, Pai Nosso. Até nunca, seres celestiais. Se não os vemos, não acreditamos. Decidimos viver assim, como se não existissem.
Contudo… milhões de pessoas continuam a falar de Jesus Cristo, a quem chamam “Irmão”. E com a Virgem Maria, a quem chamam “Mãe”. Acreditam que somos filhos de Deus e, por isso, chamam-no de “Pai”.
O Advogado do Diabo recebe uma nova missão: investigar, sem medo, esses que ainda confiam nas receitas do céu. São uns enganadores ou foram enganados? Se as suas crenças forem falsas, a nossa vida continuará igual. Mas… e se não for um conto de fadas?
Direção: Juan Manuel Cotelo
Elenco: Juan Manuel Cotelo, Carmen Losa, Luis Roig, Lucía Ros, Emilio Ruiz

Fonte: Site Terra de Maria.
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Dicas para superar a depressão

As 12 atitudes que me ajudaram a superar a depressão

Sofro de depressão severa e no último 24 de março tentei suicídio. Sair dessa crise foi extremamente difícil, mas eu consegui e quero compartilhar minha experiência com você.

Passei cerca de quatro meses completamente trancada e isolada do mundo. Não queria contato com ninguém. Só ia para o médico se alguém fosse comigo. Aos poucos fui descobrindo métodos que foram me ajudando a “desapegar” da crise e hoje me sinto bem melhor e graças a Deus consegui sair dela por completo (nota: superei a crise de Depressão, não encontrei a cura para a doença, pois a mesma não existe).

Primeiramente, lidar com pensamentos suicidas era completamente complicado. Para mim conseguir superar esses pensamentos, eu passei semanas ligada direto ao computador e jogando jogos que me prendessem a atenção. Apenas nesses momentos que eu conseguia esquecer dos meus medos, das minhas dores, dos meus problemas e consequentemente não pensava na morte. O jogo era uma espécie de fuga que ajudou muito. E foi a primeira coisa que fiz para tentar sair daquela vida que se resumia em cama e dormir.

Depois disso, aos poucos fui tentando retomar minha vida normal. Voltar a estudar e a trabalhar. Voltar a assistir filmes, séries e animes (coisa que eu não fazia, pois não conseguia me concentrar em nada devido aos pensamentos negativos). Enfim, voltar a fazer as coisas que coloriam mais a minha vida. Vou listar a seguir tudo aquilo que faço e que me ajuda completamente a lidar com a Depressão e a inclusive identificar a chegada de uma possível crise:

1. Exercício físico: voltei a correr, pois me faz muito bem. A maioria dos médicos ressaltam a importância de se exercitar. Mas você deve escolher algo que realmente goste e que faça por prazer, não por obrigação. Nada que é uma obrigação te ajuda em períodos de crise.

2. Escrever: Amo escrever e isso me alivia quando estou triste demais, cansada demais, feliz demais, ou qualquer coisa demais. Ajuda a esvaziar o copo que as vezes fica tão cheio que chega a transbordar. Então voltei a publicar meus sentimentos no meu blog que se chama Confusão de Pensamentos.

3. Ler: Assim como escrever, amo ler. Passei a ler muitas matérias sobre a Depressão e afins. Leio tudo que pode me ajudar a obter mais conhecimento. Leio livros. Enfim, o que dá para ler, eu leio. Rsrs

4. Youtube: Num certo dia tentei gravar um vídeo como forma de um desabafo, e isso foi algo muito difícil. Não sabia que não conseguia falar do assunto nem comigo mesma. E foi aí que resolvi quebrar essa barreira. Passei a gravar vídeos sobre minha experiência e a postá-los no meu canal no Youtube. Isso me fez muito bem e me ajudou a encarar a Depressão de frente e a perder o medo de falar sobre ela com as pessoas.

5. Estudar: Voltei para a Universidade, e a me dedicar ao TCC (trabalho de conclusão de curso). E comecei um curso de bombeiro civil, pois meu sonho é poder ajudar as pessoas de todas as formas. A responsabilidade me deu mais autoconfiança e esperança.

6. Trabalhar: Voltei a trabalhar em casa por enquanto, já que estou me dedicando exclusivamente ao término da Graduação. Mas mesmo assim, passei a me sentir mais útil, e hoje em dia estou me candidatando a vários empregos.

7. Enfrentar medos: Quanto mais medo eu tiver de algo, mais impulso eu darei para derrotá-lo. Minha fobia social estava me impedindo de sair sozinha. Não conseguia de jeito nenhum. Mas foi num belo dia que eu decidi quebrar esse medo e sai de casa para andar sozinha. No começo fiquei muito tensa e com vontade de chorar, mas com o passar do tempo percebi que meus medos eram apenas imaginação da minha cabeça. Hoje me sinto mais forte para encarar qualquer coisa. E não há medo que me impeça de tentar.

8. Desabafo: Hoje todos à minha volta sabem do que passei. Não tenho mais vergonha nem medo de assumir minha doença. Essa exposição me permitiu conhecer pessoas maravilhosas que também passam pelo que eu passo. Então eu já não consigo mais saber o que é sentir-se completamente só. Compartilhar histórias, dividir experiências, dar e receber apoio, é algo que ajuda e muito o meu bem-estar.

9. Amor-próprio: Nunca tive amor próprio e sempre me subestimei. A partir do momento que decidi que nada nem ninguém mais pisaria em mim, minha autoestima cresceu e hoje EU estou em primeiro lugar na minha vida. Não é egoísmo. É que se não estivermos bem, como poderemos ajudar os que estão do nosso lado?

10. Terapia: A psicóloga abriu minha mente. E foi a primeira pessoa pela qual eu desabafei e realmente senti que não estava sendo julgada. Tive apenas cinco sessões que contribuíram muito a minha melhora. E daqui um tempinho começarei uma terapia intensiva, que será de extremo proveito para a minha pessoa.

11. Remédios: Superar uma crise não é assim tão fácil, e sim, no começo eu precisei de remédios. Tomava três, onde dois cortavam meus pensamentos suicidas e o outro era um antidepressivo. Atualmente não me medico mais, porém não descarto a possibilidade de ter que voltar a tomá-los.

12. Mudança de visual: Esse item talvez seja bobo, mas foi algo que aumentou muita minha autoestima e me ajudou a superar mais a tricotilomania. Eu olhava para o espelho e tinha desprezo por quem via. Não conseguia me reconhecer mais. Foi quando realizei meu sonho e virei ruiva. Meus dias se tornaram mais coloridos depois disso.

E você, o que tem feito para se sentir melhor e sair da crise de Depressão? Me conte sua história aqui nos comentários.

Fonte: Aleteia
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Temas do Sínodo das Famílias

Os bispos usaram o voto eletrônico na votação dos parágrafos do texto - OSS_ROM

Com a autorização do Papa, foi publicado na noite de sábado (24/10) o Relatório Final do XIV Sínodo ordinário sobre a Família. Composto de 94 parágrafos, votados singularmente, o documento foi aprovado por maioria de 2/3, ou seja, sempre com o mínimo de 177 votos. Os padres sinodais presentes eram 265.Segundo Padre Lombardi, Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, apenas dois parágrafos obtiveram a maioria com margem limitada e são os que se referem a situações difíceis, como a abordagem pastoral às famílias feridas ou em situação irregular do ponto de vista canônico e disciplinar: convivências, casamentos civis, divorciados recasados e o caminho para se aproximar pastoralmente destes fiéis.

Indissolubilidade matrimonial

O Relatório define a doutrina da indissolubilidade do matrimônio sacramental como uma verdade fundada em Cristo mas ressalva que verdade e misericórdia convergem em Cristo e, portanto, convida ao acolhimento das famílias feridas. Os padres sinodais reiteram que os divorciados recasados não são excomungados e reafirmam que os pastores devem usar o discernimento para analisar as situações familiares mais complexas. O ponto 84 explica que a participação nas comunidades dos casais em segunda união pode se expressar em diferentes serviços: “Deve-se discernir quais formas de exclusão atualmente praticadas nos âmbitos litúrgico, pastoral, educativo e institucional podem ser superadas”.

Discernimento 

À situação específica dos casais em segunda união, o ponto 86 do documento faz referência a um percurso de acompanhamento e de discernimento espiritual com um sacerdote, pois a ninguém pode ser negada a misericórdia de Deus. Neste sentido, “para favorecer e aumentar a participação destes fiéis na vida da Igreja, devem ser asseguradas as condições de humildade, discrição, amor à Igreja e a seu ensinamento, na busca sincera da vontade de Deus e no desejo de dar uma resposta a ela”.

Em relação ao crescente fenômeno dos casais que convivem antes de se casar ou depois de um matrimônio sacramental, é uma situação que deve ser enfrentada de maneira construtiva e vista como uma oportunidade de conversão para a plenitude do matrimônio e da família, à luz do Evangelho.

Pessoas homossexuais e uniões homossexuais 

Pessoas homossexuais não podem ser discriminadas, mas a Igreja é contrária às uniões entre pessoas do mesmo sexo. O Sínodo julga também inaceitável que as Igrejas locais sofram pressões neste campo e que organismos internacionais condicionem ajudas financeiras aos países pobres à introdução do “casamento” entre pessoas do mesmo sexo.

Alguns parágrafos abrangem questões dedicadas aos migrantes, refugiados e perseguidos cujas famílias são desagregadas e podem ser vítimas do tráfico de pessoas. Os bispos invocam o acolhimento ressaltando os seus direitos e deveres nos países que os hospedam.

Valorizar a mulher, tutelar crianças e idosos

Os padres sinodais condenaram a discriminação contra mulheres em todo o mundo, incluindo a penalização da maternidade. Em relação à violência, ressaltam que “a exploração das mulheres e a violência exercida sobre o seu corpo estão muitas vezes unidas ao aborto e à esterilização forçada”. Pede-se também uma maior valorização da responsabilidade feminina na Igreja, com intervenção nos processos de decisão, participação no governo de algumas instituições e envolvimento na formação do clero.

A respeito da reciprocidade e na responsabilidade comum dos cônjuges na vida familiar, afirma-se que “o crescente compromisso profissional das mulheres fora de casa não encontrou uma adequada compensação num maior empenho dos homens no ambiente doméstico”.

Sobre as crianças, o documento entregue ao Papa ressalta a beleza da adoção e do acolhimento temporário, que “reconstroem relações familiares rompidas” e menciona também os viúvos, os portadores de deficiência, os idosos e os avós, que permitem a transmissão da fé nas famílias e devem ser protegidos da cultura do descarte. Também as pessoas não casadas são lembradas por seu engajamento na Igreja e na sociedade.

Fanatismo, individualismo, pobreza, precariedade no trabalho

Como sombras dos tempos atuais, o Sínodo cita o fanatismo político-religioso hostil ao cristianismo, o crescente individualismo, a ideologia ‘gender’, os conflitos, perseguições, a pobreza, a precariedade no trabalho, a corrupção, os problemas econômicos que excluem famílias da educação e da cultura, a globalização da indiferença, a pornografia e a queda da natalidade.

Preparação ao matrimônio

O documento final reúne as propostas para reforçar a preparação ao matrimônio, principalmente dos jovens que hoje têm receio de se vincular. É recomendada uma formação adequada à afetividade, seguindo as virtudes da castidade e do dom de si. Outra relação mencionada no texto é entre a vocação à família e a vocação à vida consagrada. São também fundamentais a educação à sexualidade e a corporeidade e a promoção da paternidade responsável.

Família, porto seguro

Enfim, o a Relatório sublinha a beleza da família, Igreja doméstica baseada no casamento entre homem e mulher, porto seguro dos sentimentos mais profundos, único ponto de conexão numa época fragmentada, parte integrante da ecologia humana. Deve ser protegida, apoiada e encorajada.

Pedido ao Papa um documento sobre a família 

O documento se encerra com o pedido dos Padres Sinodais ao Papa de um documento sobre a família, indicando a perspectiva que ele deseja dar neste caminho.

Fonte: Rádio Vaticano
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Igreja Católica em números

Frades Capuchinhos em Cabo Verde – RV
Por ocasião do Dia Mundial das Missões celebrado este domingo, 18 de outubro, a Agência Fides apresentou, como de costume, alguns dados estatísticos escolhidos para traçar um panorama da Igreja do mundo. Os dados foram retirados do último Anuário Estatístico da Igreja e dizem respeito aos membros da Igreja, às suas estruturas pastorais, às actividades no campo da saúde, assistencial e educativo.De 31 de dezembro de 2013 a população mundial era de cerca 7.093.798.000, com um aumento de 70.421.000 em relação ao ano precedente. O aumento global diz respeito este ano também a todos os continentes: os aumentos mais consistentes foram verificados na Ásia e África, seguidos pela América, Europa e Oceânia.

O número de católicos na data de 31 de dezembro de 2013 era cerca de 1.253.926.000, com um aumento de 25.305.000 em relação ao ano precedente. O aumento foi maior na África e América, seguido pela Ásia, Europa. Na Oceânia houve uma leve diminuição. O percentual total de católicos aumentou em 0,19%, chegando a 17,68%.

O número de habitantes por sacerdote aumentou também este ano em 180 novos padres, chegando a um total de 13.752. Os principais aumentos foram verificados na América, Europa e Oceânia, com diminuição na África e Ásia.

O número de católicos por sacerdote, por sua vez, aumentou em 54 unidades, chegando ao número de 3.019. Também neste ano foram registrados aumentos na América, Europa e Oceânia e diminuição na Ásia e na África.

As Circunscrições Eclesiásticas são 8 a mais em relação ao ano precedente, chegando a 2.989, com novas Circunscrições criadas na África, América, Ásia, Europa e Oceânia. As estações missionárias com sacerdote residente são 1.871 e registram aumentos na África, Ásia e Oceânia e diminuição na América e Europa. As estações missionárias sem sacerdote residente aumentaram em 3.074 unidades, chegando assim o número de 133.869. Aumentam na África, América, Ásia e Oceânia. Única diminuição verificada foi na Europa.

Em relação ao ano precedente, a Igreja ganhou 40 novos bispos em todo o mundo, chegando a um total de 5.173. Contrariamente à situação dos últimos anos, em que houve um aumento de Bispos diocesanos e uma diminuição dos religiosos, neste ano houve um aumento nas duas “categorias”. Os bispos diocesanos são 3.945, enquanto os Bispos religiosos são 1.228. O aumento dos Bispos diocesanos diz respeito a todos os continentes, com excepção da Oceânia. Os Bispos religiosos tiveram um aumento em todos os continentes, à excepção da Oceânia onde permaneceu inalterado.

O número total de sacerdotes no mundo aumentou em 1.035 em relação ao ano precedente, chegando a um total de 415.348. A Europa foi o continente que apresentou a maior diminuição, seguida pela Oceânia. África, América e Ásia registraram um aumento no número de padres. Os sacerdotes diocesanos no mundo aumentaram em 971, chegando a um total de 280.532, com aumentos na África, América, Ásia e Oceânia. A diminuição ocorreu também neste ano na Europa. Os sacerdotes religiosos, por sua vez, tiveram um aumento total de 64 novos padres, chegando a um total de 134.816, consolidando a tendência verificada nos últimos anos, que viu seu crescimento na África e Ásia e diminuição na América, Europa e Oceânia.

Os diáconos permanentes no mundo aumentaram em 1.091 unidades, chegando a um total de 43.195. O aumento mais consistente foi verificado mais uma vez na América e na Europa, seguido pela África, Ásia e Oceânia. Os Diáconos permanentes diocesanos são no mundo 42.650, com um aumento total de 1.084. O aumento é verificado em todos os continentes: África, América, Ásia, Europa, Oceânia. Os Diáconos permanentes religiosos são 545, aumentados em 7 “unidades” em relação ao ano precedente, com aumentos verificados na África, América e Oceânia e diminuição na Ásia e Europa.

Os religiosos não sacerdotes diminuíram em 61, em contra tendência em relação aos últimos anos, chegando a um total de 55.253. Os aumentos foram registrados na América, Ásia e Oceânia e a diminuição na África e Europa. Também este ano se confirma a tendência à diminuição global das religiosas, com 8.954 a menos, totalizando 693.575. Os aumentos são verificados, novamente, na África e Ásia e as diminuições na América, Europa e Oceânia.

Os membros dos Institutos Seculares masculinos são 712, com uma diminuição global de 59. A nível continental, houve um crescimento somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa, permanecendo inalterada também neste ano na Oceânia. Os membros dos Institutos Seculares femininos diminuíram em 747 unidades, chegando a um total de 23.955 membros. Aumentam na África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceânia.

O número total de missionários leigos no mundo é de cerca 367.679, com um aumento global de 5.191 verificado em todos os continentes, à excepção da Oceânia que verificou uma leve diminuição. Os catequistas no mundo diminuíram em 13.075, chegando a um total de 3.157.568. Aumentos significativos foram verificados na África e na Ásia, enquanto as diminuições ocorreram nos outros continentes.

Os seminaristas maiores, diocesanos e religiosos, diminuíram globalmente em 1.800, totalizando 118.251. Os aumentos foram registrados somente na África, enquanto diminuíram na América, Ásia, Europa e Oceânia. Os seminaristas maiores diocesanos são 71.537 e os religiosos 46.714. Para os seminaristas diocesanos os aumentos interessam à África e Ásia, enquanto diminuem na América, Europa e Oceânia. Os seminaristas maiores religiosos diminuíram em todos os continentes.

O número total de seminaristas menores, diocesanos e religiosos, diminuiu de 775, totalizando 101.928. Aumentaram na América, Ásia e Oceânia, enquanto diminuíram na África e Europa. Os seminaristas menores diocesanos são 78.556 e os religiosos 23.372. Para os seminaristas diocesanos a diminuição é registrada em todos os continentes à excepção da Ásia. Os seminaristas menores, pelo contrário, estão em crescimento na África, América e Oceânia, enquanto diminuem na Ásia e Europa.

No campo da instrução e da educação, a Igreja administra no mundo 73.263 escolas maternas frequentadas por 6.963.669 alunos; 96.822 escolas primárias para 32.254.204 alunos; 45.699 Institutos secundários para 19.407.417 alunos. Além disto acompanha 2.309.797 alunos das escolas superiores e 2.727.940 estudantes universitários.

Os Institutos de beneficência e assistência administrados pela Igreja incluem 5.034 hospitais com as presenças maiores na América e África; 16.627 dispensários, na maior parte na África, América e Ásia; 611 leprosários distribuídos principalmente na Ásia e África; 15.518 casas para idosos, doentes crónicos e deficientes, na maior parte na Europa América; 9.770 orfanotrófios na maior parte na Ásia; 12.082 jardins de infância com maior número na Ásia e América; 14.391 consultórios matrimoniais, na maior parte na América e Europa; 3.896 centros de educação e reeducação social e 38.256 instituições de outro tipo.

As Circunscrições Eclesiásticas dependentes da Congregação para a Evangelização dos Povos em 13 de outubro de 2015 são 1.111, com um aumento de duas circunscrições em relação ao ano precedente. A maior parte das circunscrições eclesiásticas confiadas à Propaganda Fide se encontra na África e Ásia, seguidas por América e Oceânia. (BS/JE)

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Final do Sínodo das Famílias…

Papa ao final do Sínodo: Igreja deve proclamar misericórdia e não aplicar condenações

Papa Francisco ao final do Sínodo – AP
 “Para a Igreja, encerrar o Sínodo significa voltar realmente a «caminhar juntos» para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situação a luz do Evangelho, o abraço da Igreja e o apoio da misericórdia Deus!”: palavras do Papa Francisco ao encerrar este sábado os trabalhos do Sínodo dos Bispos sobre a família.Depois das palavras do Card. Raymundo Damasceno Assis, que presidiu à 18ª Congregação Geral, do Secretário do Sínodo dos Bispos, Card. Lorenzo Baldisseri, o Pontífice agradeceu a todos os participantes que “trabalharam de forma incansável e com total dedicação à Igreja”.Ao encerrar o Sínodo, disse o Papa, “não significa que esgotamos todos os temas inerentes à família, mas que procuramos iluminá-los com a luz do Evangelho”; “não significa que encontramos soluções exaustivas para todas as dificuldades e dúvidas que desafiam e ameaçam a família, mas que colocamos tais dificuldades e dúvidas sob a luz da Fé, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabeça na areia”. Mas significa “que demos provas da vitalidade da Igreja Católica, que não tem medo de abalar as consciências anestesiadas ou sujar as mãos discutindo, animada e francamente, sobre a família”.

O Pontífice ressaltou ainda as diferentes opiniões que se expressaram livremente – “e às vezes, infelizmente, com métodos não inteiramente benévolos” – que enriqueceram e animaram o diálogo, proporcionando a imagem viva duma Igreja que não usa ‘impressos prontos’, mas que, da fonte inexaurível da sua fé, tira água viva para saciar os corações ressequidos.

Para Francisco, a experiência do Sínodo fez compreender melhor “que os verdadeiros defensores da doutrina não são os que defendem a letra, mas o espírito; não as ideias, mas o homem; não as fórmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perdão. Isto não significa de forma alguma diminuir a importância das fórmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus”.

“O primeiro dever da Igreja não é aplicar condenações ou anátemas, mas proclamar a misericórdia de Deus, chamar à conversão e conduzir todos os homens à salvação do Senhor”, acrescentou o Pontífice.

Leia a seguir a íntegra das palavras de Francisco:

Amadas Beatitudes, Eminências, Excelências, Queridos irmãos e irmãs!

Quero, antes de mais, agradecer ao Senhor por ter guiado o nosso caminho sinodal nestes anos através do Espírito Santo, que nunca deixa faltar à Igreja o seu apoio.

Agradeço de todo o coração ao Cardeal Lorenzo Baldisseri, Secretário-Geral do Sínodo, a D. Fabio Fabene, Subsecretário e, juntamente com eles, agradeço ao Relator, o Cardeal Peter Erdö, e ao Secretário Especial, D. Bruno Forte, aos presidentes delegados, aos secretários, consultores, tradutores e todos aqueles que trabalharam de forma incansável e com total dedicação à Igreja: um cordial obrigado!

Agradeço a todos vós, amados padres sinodais, delegados fraternos, auditores, auditoras e conselheiros, párocos e famílias pela vossa ativa e frutuosa participação.

Agradeço ainda a todas as pessoas que se empenharam, de forma anónima e em silêncio, prestando a sua generosa contribuição para os trabalhos deste Sínodo.

Estai certos de que a todos recordo na minha oração ao Senhor para que vos recompense com a abundância dos seus dons e graças!

Enquanto acompanhava os trabalhos do Sínodo, pus-me esta pergunta: Que há-de significar, para a Igreja, encerrar este Sínodo dedicado à família?

Certamente não significa que esgotamos todos os temas inerentes à família, mas que procuramos iluminá-los com a luz do Evangelho, da tradição e da história bimilenária da Igreja, infundindo neles a alegria da esperança, sem cair na fácil repetição do que é indiscutível ou já se disse.

Seguramente não significa que encontramos soluções exaustivas para todas as dificuldades e dúvidas que desafiam e ameaçam a família, mas que colocamos tais dificuldades e dúvidas sob a luz da Fé, examinámo-las cuidadosamente, abordamo-las sem medo e sem esconder a cabeça na areia.

Significa que solicitamos todos a compreender a importância da instituição da família e do Matrimônio entre homem e mulher, fundado sobre a unidade e a indissolubilidade e a apreciá-la como base fundamental da sociedade e da vida humana.

Significa que escutamos e fizemos escutar as vozes das famílias e dos pastores da Igreja que vieram a Roma carregando sobre os ombros os fardos e as esperanças, as riquezas e os desafios das famílias do mundo inteiro.

Significa que demos provas da vitalidade da Igreja Católica, que não tem medo de abalar as consciências anestesiadas ou sujar as mãos discutindo, animada e francamente, sobre a família.

Significa que procuramos olhar e ler a realidade, melhor dito as realidades, de hoje com os olhos de Deus, para acender e iluminar, com a chama da fé, os corações dos homens, num período histórico de desânimo e de crise social, econômica, moral e de prevalecente negatividade.

Significa que testemunhamos a todos que o Evangelho continua a ser, para a Igreja, a fonte viva de novidade eterna, contra aqueles que querem «endoutriná-lo» como pedras mortas para as jogar contra os outros.

Significa também que espoliamos os corações fechados que, frequentemente, se escondem mesmo por detrás dos ensinamentos da Igreja ou das boas intenções para se sentar na cátedra de Moisés e julgar, às vezes com superioridade e superficialidade, os casos difíceis e as famílias feridas.

Significa que afirmamos que a Igreja é Igreja dos pobres em espírito e dos pecadores à procura do perdão e não apenas dos justos e dos santos, ou melhor dos justos e dos santos quando se sentem pobres e pecadores.

Significa que procuramos abrir os horizontes para superar toda a hermenêutica conspiradora ou perspectiva fechada, para defender e difundir a liberdade dos filhos de Deus, para transmitir a beleza da Novidade cristã, por vezes coberta pela ferrugem duma linguagem arcaica ou simplesmente incompreensível.

No caminho deste Sínodo, as diferentes opiniões que se expressaram livremente – e às vezes, infelizmente, com métodos não inteiramente benévolos – enriqueceram e animaram certamente o diálogo, proporcionando a imagem viva duma Igreja que não usa «impressos prontos», mas que, da fonte inexaurível da sua fé, tira água viva para saciar os corações ressequidos.1

E vimos também – sem entrar nas questões dogmáticas, bem definidas pelo Magistério da Igreja – que aquilo que parece normal para um bispo de um continente, pode resultar estranho, quase um escândalo, para o bispo doutro continente; aquilo que se considera violação de um direito numa sociedade, pode ser preceito óbvio e intocável noutra; aquilo que para alguns é liberdade de consciência, para outros pode ser só confusão. Na realidade, as culturas são muito diferentes entre si e cada princípio geral, se quiser ser observado e aplicado, precisa de ser inculturado.2 O Sínodo de 1985, que comemorava o vigésimo aniversário do encerramento do Concílio Vaticano II, falou da inculturação como da «íntima transformação dos autênticos valores culturais mediante a integração no cristianismo e a encarnação do cristianismo nas várias culturas humanas».3 A inculturação não debilita os valores verdadeiros, mas demonstra a sua verdadeira força e a sua autenticidade, já que eles adaptam-se sem se alterar, antes transformam pacífica e gradualmente as várias culturas.4

Vimos, inclusive através da riqueza da nossa diversidade, que o desafio que temos pela frente é sempre o mesmo: anunciar o Evangelho ao homem de hoje, defendendo a família de todos os ataques ideológicos e individualistas.

E, sem nunca cair no perigo do relativismo ou de demonizar os outros, procuramos abraçar plena e corajosamente a bondade e a misericórdia de Deus, que ultrapassa os nossos cálculos humanos e nada mais quer senão que «todos os homens sejam salvos» (1 Tim 2, 4), para integrar e viver este Sínodo no contexto do Ano Extraordinário da Misericórdia que a Igreja está chamada a viver.

Amados irmãos!

A experiência do Sínodo fez-nos compreender melhor também que os verdadeiros defensores da doutrina não são os que defendem a letra, mas o espírito; não as ideias, mas o

homem; não as fórmulas, mas a gratuidade do amor de Deus e do seu perdão. Isto não significa de forma alguma diminuir a importância das fórmulas, das leis e dos mandamentos divinos, mas exaltar a grandeza do verdadeiro Deus, que não nos trata segundo os nossos méritos nem segundo as nossas obras, mas unicamente segundo a generosidade sem limites da sua Misericórdia (cf. Rm 3, 21-30; Sal 129/130; Lc 11, 37-54). Significa vencer as tentações constantes do irmão mais velho (cf. Lc 15, 25-32) e dos trabalhadores invejosos (cf. Mt 20, 1-16). Antes, significa valorizar ainda mais as leis e os mandamentos, criados para o homem e não vice-versa (cf. Mc 2, 27).

Neste sentido, o necessário arrependimento, as obras e os esforços humanos ganham um sentido mais profundo, não como preço da Salvação – que não se pode adquirir – realizada por Cristo gratuitamente na Cruz, mas como resposta Àquele que nos amou primeiro e salvou com o preço do seu sangue inocente, quando ainda éramos pecadores (cf. Rm 5, 6).

O primeiro dever da Igreja não é aplicar condenações ou anátemas, mas proclamar a misericórdia de Deus, chamar à conversão e conduzir todos os homens à salvação do Senhor (cf. Jo 12, 44-50).

Do Beato Paulo VI temos estas palavras estupendas: «Por conseguinte podemos pensar que cada um dos nossos pecados ou fugas de Deus acende n’Ele uma chama de amor mais intenso, um desejo de nos reaver e inserir de novo no seu plano de salvação (…). Deus, em Cristo, revela-Se infinitamente bom (…). Deus é bom. E não apenas em Si mesmo; Deus – dizemo-lo chorando – é bom para nós. Ele nos ama, procura, pensa, conhece, inspira e espera… Ele – se tal se pode dizer – será feliz no dia em que regressarmos e Lhe dissermos: Senhor, na vossa bondade, perdoai-me. Vemos, assim, o nosso arrependimento tornar-se a alegria de Deus».5

Por sua vez São João Paulo II afirmava que «a Igreja vive uma vida autêntica, quando professa e proclama a misericórdia, (…) e quando aproxima os homens das fontes da misericórdia do Salvador das quais ela é depositária e dispensadora».6

Também o Papa Bento XVI disse: «Na realidade, a misericórdia é o núcleo da mensagem evangélica, é o próprio nome de Deus (…). Tudo o que a Igreja diz e realiza, manifesta a misericórdia que Deus sente pelo homem, portanto, por nós. Quando a Igreja deve reafirmar uma verdade menosprezada, ou um bem traído, fá-lo sempre estimulada pelo amor misericordioso, para que os homens tenham vida e a tenham em abundância (cf. Jo 10, 10)».7

Sob esta luz e graça, neste tempo de graça que a Igreja viveu dialogando e discutindo sobre a família, sentimo-nos enriquecidos mutuamente; e muitos de nós experimentaram a ação do Espírito Santo, que é o verdadeiro protagonista e artífice do Sínodo. Para todos nós, a palavra «família» já não soa como antes, a ponto de encontrarmos nela o resumo da sua vocação e o significado de todo o caminho sinodal.8

Na verdade, para a Igreja, encerrar o Sínodo significa voltar realmente a «caminhar juntos» para levar a toda a parte do mundo, a cada diocese, a cada comunidade e a cada situação a luz do Evangelho, o abraço da Igreja e o apoio da misericórdia Deus!

Obrigado!

Fonte:Rádio Vaticano
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Ano da Misericórdia pelo Papa Francisco

Por que o Papa quis convocar o jubileu da misericórdia? Ele mesmo responde…

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Ser uma pessoa bondosa

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Há duas formas de conceber a bondade: como uma característica fixa (você tem ou não tem) ou como um músculo. Em algumas pessoas, esse músculo é naturalmente mais forte que em outras, mas pode crescer e tornar-se mais forte com o exercício.

Gosto de pensar na bondade como um músculo. Crescer em bondade requer constantemente muito trabalho.

Jesus foi um homem bom. Sua alma estava cheia de bondade. Mas, ao mesmo tempo, ele viveu exercitando o músculo da bondade. Passou pela vida fazendo o bem.

Há pessoas boas por natureza. Não se esforçam muito e são boas. Não pensam mal, não agem mal. Outras, no entanto, sentem muita dificuldade em praticar o bem. Precisam se esforçar, exercitam o músculo. Precisam aprender a ver a vida com bondade. E a agir movidas pela bondade.

Se você quer crescer em bondade, mas encontra muitos obstáculos no caminho, pode rezar com fé e sinceridade:

Senhor,
quero te entregar a ferida que se repete.
Minha vontade é que as pessoas
que se sentiram feridas por mim
não se lembrem disso.
Espero compensar o mal com o bem,
mas nem assim isso se remedia.
O pior é que continuo caindo, continuo ferindo.
Às vezes me é quase impossível ver
a bondade em mim, tua própria bondade.
E sinto que é incompatível ser
ao mesmo tempo miséria e bondade.
Não sei o que queres com isso, Senhor,
mas sei o que buscas
ao mostrar-me tudo de maneira tão clara.
Parece que teu objetivo é que eu me aceite completamente.
Mas nem isso eu sei fazer.
Porém, tenho consciência da minha miséria,
inclusive desses becos
nos quais nem me atrevo a entrar.
Sei que Tu também estás presente neles.
E isso me consola.
Ajuda-me, Senhor.
Ensina-me, Senhor.
Dá-me a tua graça.

Vejo minha miséria e meu anseio pela santidade. Meu pecado e o mal que faço. A desproporção entre o que sonho e o que consigo. É forte o desejo de fazer o bem. Como dizia São Paulo, “não faço o bem que quero, mas o mal que não quero” (Rm 7, 19).

No fundo, queremos fazer o bem. Por isso, é tão importante exercitar o músculo do bem. Ainda que nossos atos não sejam tão naturais no começo, façamos o bem, esforcemo-nos por fazer coisas boas. Nunca devolva o mal a quem lhe fez bem. Não cause dano por inveja, ciúme, rancor.

Olhe para Maria. Peça-lhe que lhe ensine a agir com um coração bom. A aliança de amor com Ela é um seguro de vida. Maria é exemplo de bondade e tem muito a nos ensinar.

Quando você sentir que seu coração endureceu, que está cheio de rancor, então peça a Maria que lhe ensine a renovar seu coração. Não se deixe limitar por uma atitude egoísta. Seja sincero em sua oração com Deus, peça a ajuda de Maria e exercite seus músculos na vida cotidiana.

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Evangelho: levanta, Jesus te chama!

 Evangelho Mc 10,46-52 (30º DOMINGO TEMPO COMUM – ANO B)

Naquele tempo, 46Jesus saiu de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. O filho de Timeu, Bartimeu, cego e mendigo, estava sentado à beira do caminho. 47Quando ouviu dizer que Jesus, o Nazareno, estava passando, começou a gritar: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!”

48Muitos o repreendiam para que se calasse. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”

49Então Jesus parou e disse: “Chamai-o”. Eles o chamaram e disseram: “Coragem, levanta-te, Jesus te chama!”

50O cego jogou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. 51Então Jesus lhe perguntou: “O que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Mestre, que eu veja!”

52Jesus disse: “Vai, a tua fé te curou”. No mesmo instante, ele recuperou a vista e seguia Jesus pelo caminho.

MEDITANDO E REZANDO O EVANGELHO DE HOJE

Graças Te damos, Oh Soberano Deus, porque nos dá sempre sentir Teu amor por nós.  Infinita é Tua misericórdia que nos envolve toda a vida e história. Sempre nos convida a Conversão, e nos espera com amor de Pai, nossa volta. E como é bom refazer os caminhos de quando nos afastamos de Ti, O Deus, e nos sentir acolhido em seus braços amorosos.  Braços fortes que nos sustentam na caminhada de Fé, mãos que nos guiam pelas veredas do Teu projeto de Salvação. Tu Senhor, nos chama e levanta quando o pecado e o mal insistem em nos derrubar. Tens o poder nos perdoar, curar e saras todas as feridas, pelo Nome de Jesus.

A Ti, Senhor Jesus, sobem também nossos louvores. Tu nos revelaste o rosto amoro do Pai. Leva-nos ao encontro  com Deus que nos chama a participar sempre da nossa salvação, quando nos empenhamos na busca pela vida e seu sentido. Tua Santa Cruz, oh Jesus, faz -nos sentir a presença de Deus, ainda que não O vejamos, e nos abrir cada vez mais à sua ação divina.  Cristo Tu és o Messias, cheio de compaixão, que escuta nossos orações e clamores, mesmo no meio de tantos ruídos e vozes barulhentas dos apelos desse mundo.  Ajuda-nos a escutar e confiar na Tua Palavra. Faze-nos Teus díscipulos, para professar Tua Fé e Te imitar na Tua paixão, morte e ressurreição.  Não nos permita que, recebendo uma graça, benção e milagre de Ti, andemos por outros caminhos, senão os Teus. 

Oh Doce Espírito Santo, venha sobre nós, com Tua luz, força e poder. Restaura nossa fé, esse dom que recebemos nosso batismo. Purifica nossos corações de tudo que não é digno do nome do Senhor. Espirito Santo, ilumina nossa fé, livra-nos da cegueira dessa vida cheia de enganos e ciladas do inimigo de Deus.  Dá-nos Graça de uma vida de fé aberta cada vez mais a moções de Deus.Inspira-nos também ser mais humilde e perseverantes em nossas orações, para confessar nossas misérias e sentir o amor de Deus, e permanecer no seguimento de Jesus Cristo. Ansiamos aderir e aceitar Jesus com mais liberdade e segui-Lo sempre pelas estradas dessa vida, rumo a glória do Pai.

Maria, nossa mãe querida. Mãe da fé, modelo dos seguidores de Cristo. Suplicamos a Tua santa e maternal intercessão para que jamais nos afastemos de Teu Filho. Pede por nós, para que não percamos nossa fé, esfriemos na caminhada, diante de tantas tribulações e provações dessa vida. Com Teu manto santo, proteja-nos dos perigos do relativismo, ateísmo e do gnosticismo, que tem tornado vazias tantas vidas. Ajuda-nos também a gerar fé nos corações cansados, pela vivência da Palavra e da adesão profunda, livre e  autêntica a Pessoa de Cristo. Ajuda-nos também a ouvir os apelos de nossos irmãos que sofrem também a beira dos caminhos da vida. Mãe, queremos ter a graça de sentir compaixão pelos pobres e marginalizados. Amém.Amém. Amém

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Agenda Semanal

Sábado, dia 24/010

PALESTRA SOBRE PENITÊNCIA PARA CASAIS DO ECC. As 14 horas. Paróquia Nossa Senhora do Rosário. Vila Recreio. Londrina

MISSA COM A JUVENTUDE. As 19h30. Capela São Bonifácio. Conjunto Cafezal I. Londrina

Domingo, dia 25/10

MISSA 30 DOMINGO COMUM. Às 9 horas. Paróquia Nossa Senhora da Boa Viagem. Jardim Bandeirantes. Londrina.

PALESTRA  POR QUE CASAMOS. Encontro para Casais Ministério Família Anunciai. Às 14 horas. Chácara das Irmãs Claretianas.

MISSA 30 DOMINGO COMUM. As 17h30. Capela São Francisco. Chacarás Emaus. Londrina.

Sexta-feira, dia 30/10

MISSA EM HONRA A SÃO JERONIMO. As 19h30. Paróquia São Jerônimo. São Jerônimo  da Serra.

GRAÇA, PAZ E SABEDORIA NA SUA VIDA!

DEUS TE ABENÇOE. MARIA PASSA NA FRENTE

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