Mês: julho 2016



Não levamos os bens desta terra!

Evangelho Lc 12,13-21
18º DOMINGO TEMPO COMUM – ANO C

Naquele tempo, 13alguém, do meio da multidão, disse a Jesus: “Mestre, dize ao meu irmão que reparta a herança comigo”.

14Jesus respondeu: “Homem, quem me encarregou de julgar ou de dividir vossos bens?”

15E disse-lhes: “Atenção! Tomai cuidado contra todo tipo de ganância, porque, mesmo que alguém tenha muitas coisas, a vida de um homem não consiste na abundância de bens”.

16E contou-lhes uma parábola: “A terra de um homem rico deu uma grande colheita. 17Ele pensava consigo mesmo: ‘O que vou fazer? Não tenho onde guardar minha colheita’.

18Então resolveu: ‘Já sei o que fazer! Vou derrubar meus celeiros e fazer maiores; neles vou guardar todo o meu trigo, junto com os meus bens. 19Então poderei dizer a mim mesmo: Meu caro, tu tens uma boa reserva para muitos anos. Descansa, come, bebe, aproveita!’20Mas Deus lhe disse: ‘Louco! Ainda esta noite, pedirão de volta a tua vida. E para quem ficará o que tu acumulaste?’

21. Assim acontece com quem ajunta tesouros para si mesmo, mas não é rico diante de Deus”.

ORAÇÃO PARA O 18º DOMINGO COMUM

Minha vida, oh Meu Deus e Pai, tem sido uma experiência de descoberta do Teu imenso amor. Sinto-me guardado, protegido na Tua presença forte e poderosa. Só em Ti, descanso, encontro alento, porque sou amado, e posso também Te amar. Tu és o fundamento de toda  minha existência. Proclamo essa verdade da minha fé, Deus fiel, santo e imortal. Em Ti, minha alma respira, é livre, enche-se de vida e alegria e esperança. Meu Pai, estou neste mundo, criado por Ti. Tudo Tu nos deste, as coisas são para nós, para cada vez mais experimentar o Teu cuidado e atenção aos Teus filhos, a nossa humanidade. As coisas criadas são para nos recordar de que nos ama e Te louvar para sempre.Elas são transitórias, tem limites, justamente para apontam levar para Ti, único e eterno Deus Amém.

O mundo, meu Senhor Jesus, sempre tenta nos convencer de que o poder do ter e do Dinheiro, do consumo, dos bens materiais, é o que de fato nos dá segurança. Não. Afirmamos que nossa única e verdadeira segurança e confiança está em Ti. Sem Ti, nada somos, nada podemos. Ajude-nos a viver a bem aventurança de ser pobre, para fazer o bom e correto uso das coisas, dos bens que nos destes na criação, meu Senhor. Pedimos a graça de sempre buscar as coisas do alto, dos céus. Não nos deixe viver ameaçados pelas preocupações com as coisas do mundo, materiais, bens de consumo, Cristo Jesus. Ensina-nos que a riqueza que importa é aquela que nos aproxima de Deus, que promove  o Reino, gera vida e comunhão entre as pessoas, fortalece a justiça e dignidade humana.  Suplicamos a graça de manter nossa vida sempre na Tua presença, onde temos tudo o precisamos. 

Pelo Santo Santo Espírito, imploramos que nossos corações sejam purificados de toda vaidade, arrogância, disputa de poder, concorrência por bens materiais, da ânsia, da doença de acumular. Senhor, livra-nos da idolatria do dinheiro, das coisas, do poder, que insistem em ocupar o Teu lugar na vida de tantas pessoas. Dá-nos a graça de uma vida simples, modesta, cheia de caridade e partilha. Envia-nos Teu Espirito Santo, para transformar nossa atitudes de justiça social. Lava-nos, oh Jesus, com Teu sangue, de todo espírito de ganância e cobiça, de medo da morte, de não ter o comer e vestir. Que nossa vida financeira e justiça, nossos bens materiais e partilha, expressem a  Providência divina na história e o nosso desapego às coisas deste mundo, da Terra. para que o mundo creia que vale mais o sentido das coisas criadas do que as coisas em si mesmo, porque nelas vemos a Deus. 

Maria, nossa Mãe, mãe da divina providência. rogamos também tua intercessão para nossa caminhada de fé. Que não nos tornemos orgulhos pelas coisas que temos e que não nos pertencem de fato. Elas são de Deus e a todos estão destinadas. Ajude-nos a ter, viver o equilíbrio no uso e no ter as coisas, para que elas não venha nos possuir. Afaste de nossa toda tentação de acúmulo de bens. Não queremos sofrer e viver na escravidão, na alienação e na solidão das coisas materiais. Mae querida, pedimos que nos guie para onde nossas coisas e bens materiais possam gerar vida e amor, misericórdia e compaixão e mais fé em Cristo Jesus. Amém. Ave-Maria….  

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JMJ 2019 no Panamá

Próxima Jornada Mundial da Juventude será no Panamá

Evento católico ocorrerá em 2019, após edição na Polônia

A próxima edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um dos principais eventos organizados pela Igreja Católica, será realizada no Panamá em 2019. O boato veio à tona ontem (31) e foi apurado pela ANSA durante reuniões sobre os preparativos da JMJ que ocorrerá neste ano, em Cracóvia, na Polônia, entre os dias 26 a 31 de julho, e a qual será presidida pelo papa Francisco.

A proposta do Panamá foi levada a Francisco pelo cardeal hondurenho Oscar Rodríguez Maradiaga, um estreito colaborador do Papa e coordenador do “C9”, grupo de nove purpurados que estudam a reforma da cúria, além de representante influente do episcopado da América Latina.

A primeira JMJ presidida por Francisco foi a do Rio de Janeiro, em julho de 2013. O evento no Brasil também se tornou a primeira viagem internacional do argentino Jorge Mario Bergoglio, eleito Papa em março daquele ano. (ANSA)

Fonte: JB
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As Igrejas mais belas do mundo

São estas as cinco igrejas mais belas do mundo?

Talvez a sua favorita esteja nesta pequena lista

1-Catedral de São Basílio, Moscou, Rússia.web-catedral-de-san-basilio-mariano-mantel-ccSeu verdadeiro nome é Catedral da Intercessão da Virgem Junto ao Fosso, mas conhecemos como a Catedral de São Basílio. É talvez o mais conhecido dos templos ortodoxos russos, embora não seja a sede do Patriarcado ortodoxo de Moscou nem a principal catedral da capital russa. O Czar Ivan, o Terrível, ordenou a sua construção (iniciada em 1555 e concluída em 1561), para comemorar a conquista de Kazan. Alguns anos mais tarde, ainda durante o século XVI, Teodoro I mandou construir uma capela no lado leste do edifício, sobre o túmulo de São Basílio, o Bem-aventurado.

3-Notre Dame du Haut, Ronchamp, França.web-notre-dame-du-haut-groucho-ccA Capela de Notre Dame du Haut é conhecida, mais popularmente, simplesmente como a Capela de Ronchamp. Foi construída entre 1950 e 1955 e é uma criação do famoso arquiteto Le Corbusier. Sendo um dos exemplos mais importantes não só do trabalho do artista franco-suíço mas de toda a arquitetura religiosa do século XX, que atrai cerca de 80.000 visitantes por ano.

4-Hagia Sophia, Istambul, Turquia.web-santa-sofia-dennis-jarvis-ccA Basílica de Santa Sofia, também conhecida como Hagia Sophia (do grego, Sagrada Sabedoria) é uma antiga basílica patriarcal, logo convertida em uma mesquita e atualmente em um museu, na capital turca, Istambul. Foi dedicada no ano 360, e até 1453 foi a catedral bizantina de rito oriental, exceto entre 1204 e 1261, quando foi convertida em catedral católica de rito latino durante o Patriarcado Latino de Constantinopla, fundada pelos cruzados. Após a conquista de Constantinopla pelo Império Otomano, o edifício foi transformado em uma mesquita até 1931, quando foi secularizado e transformado em um museu. Às vezes, dizem que Hagia Sophia se refere a Santa Sofia, mártir romana do século II, mas é, na realidade, a transcrição fonética para o latim da palavra grega sabedoria. O nome completo do templo, em grego, é Igreja da Santa Sabedoria de Deus.

Fonte: Aleteia
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A Igreja da Jornada Mundial 2016

JMJ Cracóvia: Alguns dados imperdíveis sobre a Igreja na Polônia

Imagem referencial. Crédito: Flickr Miguel A. T. Spezzia CC-BY-2.0
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Conversas entre namorados

Namorados: 10 perguntas que vocês precisam se fazer antes de casar!

Há conversas que não podem ser deixadas para depois

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Shutterstock – Hrecheniuk Oleksii

Quando o Papa Francisco disse que uma grande parte dos casamentos sacramentais é nula, não foram poucos os católicos que admitiram já andar refletindo sobre essa mesma hipótese há muito tempo!

Trabalhando em aconselhamento familiar, entrevistando casais em crise e avaliando como e por que eles se casaram, é frequente perceber que, muitas vezes, marido e mulher consideraram o sacramento como uma simples bênção, mais como um costume social do que como uma realidade sobrenatural.

Diante da enorme quantidade de casamentos em crise, é o caso de nos perguntarmos se todos esses casais estão realmente “casados como Deus manda”. A resposta para a crise pode estar nisso mesmo, na falta de um entendimento real dos efeitos do sacramento para os cônjuges e para os filhos.

Além do desconhecimento do que é o matrimônio, outro problema generalizado que aparece entre as bases da crise matrimonial é o desconhecimento mútuo entre os cônjuges. Eles se casam porque estão apaixonados, e, quando a paixão se esvai, querem se “descasar”. Não sabem, simplesmente, o que fazer com essa relação que se tornou “estranha”.

Por tudo isso, juntamente com um denso reforço da catequese matrimonial prévia E posterior ao casamento, os esposo precisam de diálogo para prevenir e minimizar o risco dessas crises.

Nesses diálogos, há perguntas que precisam ser feitas com clareza antes do casamento – do contrário, o matrimônio poderia até ser nulo! Aqui vão 10 delas:

1. Compreendemos realmente o dom e o mistério do sacramento do matrimônio?

O matrimônio é um sacramento, ou seja, um sinal sensível e eficaz da graça. E qual é a graça própria do sacramento? O aperfeiçoamento dos cônjuges! Isso não quer dizer que o “foco” de um cônjuge seja aperfeiçoar o outro: quer dizer que cada cônjuge conta com a ajuda de uma graça especial de Deus, que é a graça própria do sacramento do matrimônio, para aperfeiçoar a si próprio em relação ao cônjuge. Todos querem se casar com seu par perfeito, mas muito poucos estão dispostos a se transformar no par perfeito para o seu cônjuge. Pois bem: é precisamente nisto que a graça sacramental ajuda!

2. Estamos realmente comprometidos?

O namoro é o tempo privilegiado de preparação próxima para o matrimônio. E essa preparação é para ser fiéis, amar e respeitar na saúde e na doença, na prosperidade e na adversidade, para sempre (ou, pelo menos, “até que a morte nos separe”). Esta vontade firme de assumir o compromisso para sempre deve ser tema de conversa obrigatória antes de se tomar a decisão de casar. Depois, quando vierem as dificuldades (e elas virão), haverá força para enfrentá-las graças ao alicerce firmado nessa primeira decisão: “Vamos superar, porque temos a determinação de perseverar em nosso matrimônio para sempre”.

3. Como está a nossa amizade?

Parece incrível, mas muito pouca gente vê o seu futuro cônjuge como “seu melhor amigo”. Há muitas ideias superficiais e infundadas sobre o suposto “risco” de que a amizade “apague a paixão”. Evidentemente, a amizade conjugal é um tipo especial de amizade, mas tem muitas características em comum com aquela amizade entendida em sentido “comum”: ela também precisa ser enriquecida todos os dias, cultivada mediante o diálogo, a atenção, a amabilidade, a confiança. E, depois do casamento, o cultivo dessa amizade conjugal tem que ser ainda mais intenso!

4. Quantos filhos queremos ter?

Tema crucial! E mais: como vamos educá-los? Como vamos formá-los na vida cristã? O que acontece caso não possamos ter filhos? Adotamos? Quantos? Essas perguntas também levam a outra igualmente essencial: a visão da sexualidade matrimonial.

5. Compreendemos a sexualidade dentro do matrimônio?

Pode ser um assunto difícil para alguns namorados antes do casamento, mas é fundamental! É preciso estudar, compreender e saber explicar os ensinamentos da Igreja a respeito da transmissão da vida. A série de catequeses de São João Paulo II que compõe a chamada “Teologia do Corpo” é extraordinária. Se não for possível conhecê-la a fundo, é necessário ao menos ler o que diz o Catecismo da Igreja Católica a respeito da sexualidade. Seu vínculo direto com a virtude da castidade também é algo essencial a ser entendido, pois é muito comum cair no erro de interpretar a castidade como ausência de uma sexualidade ativa: na verdade, a castidade é o modo cristão de orientar e viver a dimensão sexual humana, e não a negação do sexo. Esse entendimento é imprescindível para que não apenas se saiba esperar até o matrimônio a fim de exercer cristãmente a sexualidade conjugal, mas também para que se entenda como e para que esperar!

6. Como protegeremos o nosso matrimônio da infidelidade, da pornografia e das demais tentações relacionadas com a vivência da sexualidade?

A castidade conjugal pode e deve ser descoberta e cultivada antes do matrimônio, e falar dessas ameaças contra ela vai ajudar a prevenir e até a “blindar” o casamento. Vivemos em uma época hipersexualizada, que banaliza as relações afetivas e ataca o matrimônio com uma avalanche de pornografia da qual é praticamente impossível desviar-se por completo. O recurso frequente aos sacramentos e a conversa aberta e transparente como casal ajudam a enfrentar os ataques com menos risco.

7. Como lidar com as próprias famílias?

No Gênesis, nos Evangelhos e na Carta de São Paulo aos Efésios, a Bíblia repete esta ideia ao menos três vezes: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher”. Mantendo sempre o devido respeito e carinho pelos pais e familiares, uma saudável e equilibrada distância é necessária para cimentar a paz conjugal. Não se trata, obviamente, de abandonar os pais, mas de proteger a intimidade do casal diante de eventuais intromissões.

8. E as finanças?

Este é outro tema que costuma ser delicado, mas que, por isso mesmo, é preciso abordar antes do casamento para evitar conflitos. Se os noivos pretendem viver um projeto em comum, é preciso traçar conjuntamente o que querem priorizar com seus recursos materiais. Os recursos que serão dedicados à família são da família, não de cada cônjuge: cada um, portanto, precisará renunciar a determinados hábitos da vida de solteiro.

9. Como vamos reagir quando tivermos discussões?

É importante conhecer o temperamento e o grau de autocontrole tanto próprio quanto do futuro cônjuge. É preciso saber quais são os “índices” de rancor, destempero, violência, capacidade de perdão… Os desacordos vão surgir quase indefectivelmente na vida de casados, e, para superá-los, os dois cônjuges têm de saber ceder, escutando e compreendendo o outro – e compreendendo também as circunstâncias que podem levar aos desentendimentos.

10. Como vamos viver a nossa vida de oração?

“Família que reza unida permanece unida”. O diálogo entre os cônjuges será tanto mais sólido quanto mais sólido for o seu diálogo com Deus, tanto pessoal quanto de casal. E é muito importante acostumar-se desde o namoro a conversar juntos com Deus. Quanto mais perto estiverem de Deus, mais perto os cônjuges ficarão um do outro. Ao se fomentar a vida de oração, a participação na Santa Missa e uma vida plena de integração na Igreja, a casa da nova família se transforma na “Igreja doméstica” em que os filhos consolidarão uma fé segura e forte – e os pais deles também!

Fonte: aleteia
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Chacina de Candelária ainda continua

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Brasil na JMJ 2016

O Brasil se destaca na Jornada Mundial da Juventude em Cracóvia

País é o terceiro em número de peregrinos inscritos, à frente de muitas nações europeias

Cruz JMJ

Alessia GIULIANI/CPP/CIRIC

À espera de mais de 2 milhões de peregrinos, abre-se nesta semana a 31ª edição da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que vai até domingo, 31 de julho, na terra de São João Paulo II.

Cracóvia recebe o grande encontro de jovens pela segunda vez: a bela cidade do sul da Polônia também foi a sede da JMJ de 1991.

Cracóvia
Cracóvia

São João Paulo II, que idealizou as jornadas e realizou a primeira em 1986, em Roma, vai ser homenageado na missa de abertura desta edição, a ser celebrada nesta terça-feira, 26. O cardeal dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro e membro da comitiva papal em Cracóvia, recorda:

Tudo começou em Roma com João Paulo II e hoje corre mundo afora. Vendo a realidade do mundo na época, ele considerou importante fazer com que os jovens se aprofundassem na fé da forma que eles gostam, num evento grande em que estivessem juntos”.

gmg cracovia

O Papa Francisco presidirá os atos centrais do evento, como a Acolhida, a Via Sacra, a Vigília e a Missa de Envio, que encerra a jornada e, ao mesmo tempo, abre os preparativos da próxima.

O Brasil, que sediou a edição passada no Rio de Janeiro, tem importante presença no encontro de Cracóvia: apesar da distância, trata-se do terceiro país em número de peregrinos na Polônia, atrás da própria Polônia (com 25,5% dos jovens inscritos) e da Itália (com 13,6%). O Brasil supera países europeus muito mais próximos de Cracóvia, como a Alemanha, a França, a Espanha e Portugal, e países das Américas como os Estados Unidos, o México, a Argentina e o Chile.

Parte da grande participação brasileira se deve ao sucesso da JMJ no Rio, que superou todas as expectativas de público.

Missa de abertura JMJ 2013 Rio de Janeiro
WYD Rio 2013 - pt

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Números da JMJ de Cracóvia 2016

– São esperados 2 milhões de participantes nesta edição da Jornada.

– Os peregrinos são de mais de 100 países.

– O número de jovens inscritos previamente chega a 600 mil.

– Dos 600 mil inscritos, 13 mil são brasileiros.

– 150 voluntários do Brasil participam da organização do evento.

– 14 locais de catequese serão em língua portuguesa, 5 deles coordenados por brasileiros, inclusive 30 bispos do Brasil.

Preocupações e confiança

Dom Orani observa que há questões preocupantes, em particular a dos refugiados, a das ameaças terroristas e a da crise econômica, que afeta todos os países. No entanto, ele mantém a confiança:

Tudo isso gera preocupação, mas não pode chamar atenção apenas diante de um grande evento. São questões que precisam de prioridade o tempo todo. A Jornada é um evento muito pacífico e aberto a todos. Estou confiante“.

Participação à distância

Dom Frank Caggiano, arcebispo de Bridgeport, nos Estados Unidos, recorda que a jornada é para todos os católicos do mundo, e não só para os que puderem estar presentes em Cracóvia:

Queremos que todos saibam que ninguém está excluído de uma peregrinação como esta. Cada um é chamado a ser um peregrino, independentemente de poder ou não viajar à Polônia. Queremos que cada jovem, que cada adulto jovem, saiba que faz parte desta peregrinação, fisicamente em Cracóvia ou espiritualmente em casa

Fonte: Aleteia
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Os bens da Igreja podem ser vendidos?

Se a Igreja é tão rica, por que não vende seus tesouros?

Papa Francisco concedeu uma entrevista a uma revista holandesa e respondeu sobre os tesouros da Igreja.

Em dado momento o repórter perguntou: “Como Papa e Bispo de Roma, se sentiu, alguma vez, sob pressão para vender os tesouros da Igreja?”

O Santo Padre recordou ainda: “Começamos a vender presentes e outras coisas que são dadas para mim. E os rendimentos da venda vão para Dom Krajewski, que é meu elemosineiro. E depois tem também a loteria. Há carros que foram vendidos ou cedidos em uma loteria e os recursos recolhidos utilizados para os pobres. Há coisas que se podem vender e essas se vendem”.

“Os bens imóveis da Igreja são muitos, mas nós os usamos para manter as estruturas da Igreja e para manter muitas obras que são feitas em países necessitados: hospitais, escolas. Por exemplo, eu pedi para enviar ao Congo 50 mil euros para construir três escolas em lugares pobres; a educação é uma coisa importante para as crianças. Eu fui à administração competente, fiz este pedido e o dinheiro foi enviado”, explicou o Santo Padre.

Fonte: ChurchPop
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Dicas para celebrar o dia dos Avós

26 de julho: confira dicas para comemorar o Dia dos Avós

Normalmente são os avós que enchem os netos de paparicos. Se no dia-a-dia esquecemos de retribuir todo o carinho e cuidado que recebemos deles, o Dia dos Avós é uma ótima oportunidade para equilibrar a balança. Confira dicas de como parabenizá-los neste 26 de julho e aproveite para passar o dia agarradinho com o vovô e a vovó.

Avó e neta
Creative Commons – CC BY 3.0Avó e neta – Pixabay/ kimheimbuch0

– Faça um belo cartão

Os avós são da época em que a comunicação era feita por cartas. Sem e-mail, e alguns até sem telefone, tinham o costume de escrever a punho seus recados, cartas e mensagens de amor. No dia deles, preparar um cartão, ou carta à moda antiga, vai deixá-los muito felizes. A ideia é escrever tudo aquilo que sente por eles.

– Prepare o lanche

Na casa dos avós sempre tem uma comidinha especial, não é mesmo? Seja preparada por eles, ou por algum ajudante, a mesa nunca está vazia. No dia deles, a dica é colocar o avental e fazer uma guloseima a várias mãos. Se no preparo da comida vocês dividirão as tarefas, na hora de preparar a mesa assuma o trabalho sozinho. Você pode enfeitá-la como quiser, usando toda a sua criatividade. E, em cima do prato, pode colocar o cartão que você confeccionou.

– Converse, ouça, se interesse

Existem alguns avós bem animados, que topam participar de todas as brincadeiras propostas para os netos. Mas muitos deles preferem um programinha mais calmo, que não envolva movimentos demais. Nesse caso, o programa preferido deles é conversar. Sente em frente ou ao lado dos seus avós e peça para eles contarem histórias de quando seu pai ou mãe eram pequenos. Pergunte como ele (a) era como irmão, se tirava boas notas, era difícil para comer… Pergunte, também, sobre a juventude dos seus avós, e sobre como as coisas eram diferentes no tempo deles.

Avô conversando com neto
Creative Commons – CC BY 3.0Avô conversando com neto – Flickr/ Cambodia4kids.org Beth Kanter

– Façam uma árvore genealógica

Outra forma de conhecer a história da sua família é entendendo quem faz parte dela. A árvore genealógica é uma ótima forma de conciliar brincadeira com aprendizado. Você pode desenhar uma grande árvore e ir acrescentando folhinhas com os nomes dos parentes. Enquanto você vai fazendo isso, os vovôs podem ir contando casos sobre cada um deles.

– Aprendam juntos

Seus avós já viveram muita coisa e aprenderam um bocado ao longo dos anos, certo? Com tanta experiência, é de se imaginar que eles saibam tudo. Mas não se engane, sempre é tempo de aprender. Descubra algo que eles não saibam e pesquise sobre junto com eles. Podem ser curiosidades sobre o sistema solar, sobre animais, tecnologia ou, até mesmo, como se falam algumas palavras em outras línguas.

Foto lembrança - Dia dos Avós
Creative Commons – CC BY 3.0Foto lembrança – Dia dos Avós

Por que se comemora o Dia dos Avós em 26 de julho?

A origem da data comemorativa do Dia dos Avós tem a ver com o cristianismo. É que esse é o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e avós de Jesus Cristo. Depois de muitas alterações na festa de São Joaquim, o Papa Paulo VI associou num único dia, 26 de julho, a celebração dos pais de Nossa Senhora.

Fonte: Portal EBC
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II DESPERTAR VOCACIONAL EM LONDRINA

Participe do Despertar Vocacional!!! Dia 31 de julho na catedral de Londrina a partir das 9 horas da manhã.

Traga doação de leite, café ou óleo.. Vamos formar uma cultura vocacional em nossa arquidiocese… obs: este evento é para todas as idades… nos encontraremos…

Motive toda a comunidade e venha participar conosco!!!

Deus espera por você!

 

 

 

 

 

Veja essa vídeo:  https://www.facebook.com/sav.londrina/videos/902777286500833/

 

 

 

 

 

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