Mês: dezembro 2016



Dia Mundial da Paz. Mensagem do Papa Francisco

Mensagem do Papa Francisco para o Dia Mundial da Paz 2017

 

 

Foto: L’Osservatore Romano
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Baixe o calendário da gentileza

Calendário da gentileza – totalmente gratuito para baixar

Por um ano de 2017 muito mais gentil

Calendário da gentileza – totalmente gratuito para baixar

Se os últimos anos foram tempo de mudanças reais na mentalidade da sociedade, também foi tempo em que assumimos mais lutas do que nunca. Seja no virtual ou no presencial, uma nova geração começou a expor e defender suas ideias com uma força tão grande que as mudanças não são atribuídas a esse ou aquele, mas sim a grupos que encontraram novas formas coletivas de levantar suas bandeiras.

E exatamente essas bandeiras que têm mudado nossa história, também têm causado muita discórdia.

2016 foi um ano de intolerância. Ano em que quem saiu de vermelho ou verde amarelo era taxado de mortadela ou de coxinha. Em que expor suas opiniões sobre esse ou aquele assunto era pedir para receber réplicas muitas vezes ofensivas. Um ano de 8 ou 80, aquele ano em que não encontramos mais o yin no yang.

Por essas e outras, o que mais queremos em 2017 é um mundo com mais tolerância e gentileza. Assim decidimos lançar o Calendário da Gentileza, um calendário totalmente grátis para você baixar e imprimir.

Calendário da Gentileza

São 12 pequenas gentilezas que você pode colocar em prática para fazer um 2017 melhor. Vale usar com pessoas queridas e também desconhecidas, afinal não tenho dúvidas em dizer que ser gentil é um dos caminhos para ser mais feliz.

Ilustração do Calendário da Gentileza - Outubro

O arquivo está disponível em PDF pronto para ser impresso.

Faça o download do calendário clicando aqui.

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Oração quando há dúvida de fé

A oração da Santa Madre Teresa para quando temos dúvidas sobre a nossa fé

Existe uma provação espiritual conhecida como “noite escura da alma”, quando Deus permite que a alma experimente uma intensa sensação de vazio, escuridão, falta de sentido, dúvida, angústia e até aversão às coisas divinas.

Quando sentia que lhe surgiam dúvidas sobre a sua fé, Madre Teresa elevava esta oração ao Senhor:

Senhor, ensina-me a não falar
como o bronze que soa
ou como o címbalo que retine,
mas sim com amor.

Torna-me capaz de compreender
e dá-me a fé que move as montanhas,
mas com o amor.

E, quando todas as coisas finitas se dissolverem e tudo ficar claro,
que eu possa ter sido a fraca, mas constante;
um reflexo do teu amor perfeito.

Glória!

Fonte: Aleteia

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Milagre de São Januário

Milagre de 627 anos não se repete e prenuncia catástrofe para 2017

Segundo a tradição católica, desastres acontecem quando o sangue de São Januário não se liquefaz em relíquia

Muitos consideram que 2016 foi um ano ruim, mas 2017 se anuncia como um ano pior. Ao menos para os católicos que acreditam no milagre de São Januário. Desde 1389, o sangue seco do santo armazenado numa relíquia se liquefaz em três datas anuais, sendo uma delas o dia 16 de dezembro. Porém, na cerimônia da última sexta-feira, o milagre não aconteceu.

— Nós não devemos pensar em desastres e calamidades — afirmou o monsenhor Vincenzo De Gregorio, abade da Capela Real do Tesouro de São Januário em Nápoles, na Itália, ao jornal italiano “La Stampa”. — Nós somos homens de fé e devemos continuar rezando.

Anualmente, o milagre da liquefação acontece no sábado anterior ao primeiro domingo de maio, em homenagem à Virgem Maria; no dia 19 de setembro, dia de São Januário; e no dia 16 de setembro, em referência à erupção do Monte Vesúvio de 1631, que teria sido contido após uma estátua do santo ser exposta para o vulcão.

Fonte: Globo
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Dia mundial dos Pobres.

Papa institui o DIA MUNDIAL DOS POBRES

 Ao final do Ano Santo da Misericórdia o Papa Francisco entregou à Igreja e à sociedade a Carta Apóstólica ‘Misericordia et Misera’. Estas duas palavras que abrem a carta são referência ao encontro de Jesus com a adúltera (Jo 8, 1-11). Ela que ia ser morta (misera) encontra a compreensão em Jesus (misericordia) que diz a quem iria apedrejá-la: “quem não tiver pecado atire a primeira pedra”.

O papa discorre longamente sobre o sentido e a necessidade da misericórdia em especial para quem errou, para quem pecou. E enfatiza sobretudo que a Igreja tem que ser um sinal e um instrumento da misericórdia de Deus. E para isso estende a todos os padres “a faculdade de absolver a todas as pessoas que incorreram no pecado do aborto” antes restrita pelo Direito Canônico aos bispos.

Isso é o que foi ressaltado por toda a imprensa.

O sentido da misericórdia, porém, tem um caráter profundamente social e que não foi destacado pela mídia. O Papa para marcar este caráter social da misericórdia instituiu como sinal concreto deste Ano Santo o Dia Mundial dos Pobres, que a Igreja deve celebrar todos os anos.

Fiz uma pequena seleção de textos desta Carta que expõem o caráter social da misericórdia, que convoca à solidariedade e à preservação e promoção da dignidade humana.

 “É a hora de dar espaço à imaginação a propósito da misericórdia para dar vida a muitas obras novas, fruto da graça. A Igreja precisa de narrar hoje aqueles «muitos outros sinais» que Jesus realizou e que «não estão escritos» (Jo 20, 30), de modo que sejam expressão eloquente da fecundidade do amor de Cristo e da comunidade que vive d’Ele”.

 

“Ainda hoje populações inteiras padecem a fome e a sede, sendo grande a preocupação suscitada pelas imagens de crianças que não têm nada para se alimentar. Multidões de pessoas continuam a emigrar dum país para outro à procura de alimento, trabalho, casa e paz. A doença, nas suas várias formas, é um motivo permanente de aflição que requer ajuda, consolação e apoio. Os estabelecimentos prisionais são lugares onde muitas vezes, à pena restritiva da liberdade, se juntam transtornos por vezes graves devido às condições desumanas de vida. O analfabetismo ainda é muito difuso, impedindo aos meninos e meninas de se formarem, expondo-os a novas formas de escravidão. A cultura do individualismo exacerbado, sobretudo no Ocidente, leva a perder o sentido de solidariedade e responsabilidade para com os outros. O próprio Deus continua a ser hoje um desconhecido para muitos; isto constitui a maior pobreza e o maior obstáculo para o reconhecimento da dignidade inviolável da vida humana”.

 “O mundo continua a gerar novas formas de pobreza espiritual e material, que comprometem a dignidade das pessoas.”

 “Não ter trabalho, nem receber um salário justo, não poder ter uma casa ou uma terra onde habitar, ser discriminados pela fé, a raça, a posição social… estas e muitas outras são condições que atentam contra a dignidade da pessoa; frente a elas, a ação misericordiosa dos cristãos responde, antes de mais nada, com a vigilância e a solidariedade. Hoje são tantas as situações em que podemos restituir dignidade às pessoas, consentindo-lhes uma vida humana. Basta pensar em tantos meninos e meninas que sofrem violências de vários tipos, que lhes roubam a alegria da vida”.

 “O caráter social da misericórdia exige que não permaneçamos inertes mas afugentemos a indiferença e a hipocrisia para que os planos e os projetos não fiquem letra morta”.

 “A tentação de se limitar a fazer a «teoria da misericórdia» é superada na medida em que esta se faz vida diária de participação e partilha”.

 “É o tempo da misericórdia para que os pobres sintam pousado sobre si o olhar respeitoso, mas atento daqueles que, vencida a indiferença, descobrem o essencial da vida”.

 “Intuí que, como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres. Será a mais digna preparação para bem viver a solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, que Se identificou com os mais pequenos e os pobres e nos há de julgar sobre as obras de misericórdia (cf. Mt 25, 31-46). Será um Dia que vai ajudar as comunidades e cada batizado a refletir como a pobreza está no âmago do Evangelho e tomar consciência de que não poderá haver justiça nem paz social enquanto Lázaro jazer à porta da nossa casa (cf. Lc 16, 19-21). Além disso este Dia constituirá uma forma genuína de nova evangelização (cf. Mt 11, 5), procurando renovar o rosto da Igreja na sua perene ação de conversão pastoral para ser testemunha da misericórdia”

Refletir sobre a pobreza

O “Dia Mundial dos Pobres” quer ajudar as comunidades e cada batizado a “refletir como a pobreza está no âmago do Evangelho”

“Não podemos esquecer-nos dos pobres: trata-se dum convite hoje mais atual do que nunca, que se impõe pela sua evidência evangélica”, sustenta.

Francisco defende que “não poderá haver justiça nem paz social” enquanto “Lázaro [nome dado por Jesus a um pobre numa das suas parábolas] jazer à porta da nossa casa”.

A iniciativa pretende ainda “renovar o rosto da Igreja” na sua ação de conversão pastoral para que seja “testemunha da misericórdia”.

O Papa deixa votos de que a Igreja Católica saiba dar vida a “muitas obras novas” que manifestem essa misericórdia, indo ao encontro dos que padecem a fome e a sede, “sendo grande a preocupação suscitada pelas imagens de crianças que não têm nada para se alimentar”.

Novas formas de pobreza

Francisco elenca vários campos que exigem respostas concretas, como as migrações, as doenças, as prisões, o analfabetismo ou a ignorância religiosa.

A carta apostólica elogia os “muitos sinais concretos de misericórdia” que foram realizados durante o último Ano Santo, mas recorda que isso “não basta”, perante “novas formas de pobreza espiritual e material, que comprometem a dignidade das pessoas”.

O Papa recorda os desempregados, os sem-abrigo e sem-terra, as crianças exploradas e todas as situações que exigem uma “cultura de misericórdia” que combata a indiferença e a desconfiança entre seres humanos.

“As obras de misericórdia, tocam toda a vida duma pessoa. Por isso, temos possibilidade de criar uma verdadeira revolução cultural precisamente a partir da simplicidade de gestos que podem alcançar o corpo e o espírito, isto é, a vida das pessoas”, precisa.

A carta apostólica conclui-se com a convicção de que se vive “o tempo da misericórdia” para todos os que sofrem, das mais diversas formas.

“Existem muitos sinais concretos de bondade e ternura para com os mais humildes e indefesos, os que vivem mais sozinhos e abandonados. Há verdadeiros protagonistas da caridade, que não deixam faltar a solidariedade aos mais pobres e infelizes”, refere o Papa.

Leia a carta na íntegra

Por Agência Ecclesia – Boletim Pastoral Carcerária

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A Verdade do Natal

Educar para a verdade do Natal: O Menino Jesus!

Certa vez, li em um texto de Dom Pedro Casaldáliga, Bispo de São Felix do Araguaia, em Mato Grosso, que dizia que o Menino Jesus havia desaparecido por causa de uma pequena distração de Maria e de José. Talvez pelo cansaço de tanto procurar um lugar para abrigarem-se, alguém tirou o Menino Jesus da manjedoura. Mas quem teria feito isso? E por quê? Um bebê pobre que não tinha sequer uma casa, nascido no meio dos pobres, junto com os animais. Não tinha nada material e seus pais eram humildes. O que aconteceu para ser vítima de um ato tão irresponsável? Quem teria interesse de esconder Jesus?

A história continua nos levando à reflexão e à busca do culpado. Seriam os Pastores? Não! Eles eram homens de fé e aguardavam a promessa de Deus sobre a chegada do Menino. Seriam os Magos? Não! Eles enganaram Herodes mentindo sobre o paradeiro de Jesus e sobre o sinal da estrela. Teria sido José, o Pai adotivo de Jesus? Não! Ele provou o seu amor ao Plano de Deus assumindo ser pai de Jesus e acreditou na pureza de Maria. Talvez os Anjos? Claro que não, pois cantaram a Glória de Deus e a fé dos homens. Então teriam sido os animais? Não! Como fariam isso? Jesus foi aceito por eles, que rodeavam a manjedoura para aquecê-lo. Quem, então, teria escondido Jesus? Você tem alguma ideia?

O mistério se desvela aos poucos. Há, sim, alguém que gostaria muito de retirar Jesus da cena do Natal. Há, sim, alguém que gostaria de ficar em seu lugar. Na verdade, ele conseguiu, pois ao chegar o Natal, na maioria quase absoluta das vezes, é ele que é lembrado, chamado e procurado. É ele que é anunciado como o sinal do Natal. Os adultos fazem questão de ensinar às criancinhas que ele é o mais importante personagem do Natal. Ele está em todos os lugares. Já sabe quem é ele?

“Vamos trazer Jesus de volta ao seu lugar! Vamos celebrar o Natal de Jesus!”

Papai Noel, pode até ser confundido, por causa do sentimentalismo como o “bom velhinho”, herança do bondoso, verdadeiro e cristão São Nicolau, mas o que de verdade é manifestado em Papai Noel? A descaracterização do Natal Cristão, do verdadeiro sentido que é o nascimento de Jesus Salvador. O que deveria ser presença de Deus em nossa vida, em nossa história passa a ser manifestação comercial. Papai Noel tira Jesus de cena e inaugura um ‘natal’ de consumo, de banalização, da sonegação da solidariedade pelo incentivo às andanças nos shopping. Tudo para fazer acontecer o ‘natal’ divulgado, anunciado, glamourizado pelas mídias e por quem não entende, não sente e não faz a experiência do Natal de Jesus. As crianças crescem sem referências cristãs e sem compreenderem e sentirem as celebrações religiosas; sem experimentarem o Natal do Jesus-Menino: o Menino das mãos fofinhas que nos acaricia e acolhe nossas esperanças e que valoriza nosso SER e não o TER.

Mas lembremo-nos que se Papai Noel escondeu o Menino Jesus, foi a “mando” de alguém. Alguém que pode ser eu, ser você, ser o outro. Se não somos os “mandantes”, no mínimo permitimos isso, pois nem sempre assumimos o Natal de nossa fé, o Natal Cristão, o Natal de Jesus. Deixamos e até incentivamos que Papai Noel fique no lugar de Jesus. Vamos trazer Jesus de volta ao seu lugar! Vamos celebrar o Natal de Jesus!

O Catecismo da Igreja Católica nos recorda com firmeza e poesia o Nascimento de Jesus e nos inspira a não permitir que ele seja retirado da cena do Natal. Ele é o aniversariante. Afirma o Catecismo:

“Jesus nasceu na humildade de um estábulo, no seio de uma família pobre. As primeiras testemunhas deste acontecimento são simples pastores. E é nesta pobreza que se manifesta a glória do céu. A Igreja não se cansa de cantar a glória desta noite: ‘Hoje a Virgem dá à luz o Eterno e a terra oferece uma gruta ao Inacessível. Cantam-n’O os anjos e os pastores, e com a estrela os magos põem-se a caminho, porque Tu nasceste para nós, pequeno Infante. Deus eterno!’”

O Natal não é o anúncio da comercialização, mas da Boa Nova! Papa Francisco nos alerta na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium (Alegria do Evangelho) sobre os perigos do consumo. Afirma ele:

“Vamos aceitar o convite de cuidar do Menino-Jesus. Não vamos permitir que o consumismo endureça nossos corações. Se há preocupação em decepcionar as crianças ligando Papai Noel ao consumismo, muito maior deve ser a preocupação com a dessacralização do Natal. Qual é nossa resposta Cristã à proposta do consumismo pagão?”

Fonte: A12
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Viciados em Trabalhar. Será?

Você trabalha para viver ou vive para trabalhar?

Faça o teste e descubra se você é um workaholic: sua realização pessoal pode depender desta reflexão

Syda Productions

“Eu trabalho para viver ou vivo para trabalhar?”: está é uma pergunta que a maioria das pessoas se faz em algum momento da vida. É que, em algumas ocasiões, o trabalho pode se tornar tão absorvente, que leva a descuidar de outras áreas do desenvolvimento (pessoal, familiar, social, física, espiritual).

O trabalho é fonte de conhecimento, aprendizagem e autorrealização; é um canal de serviço e uma forma de conseguir o sustento pessoal e familiar. É uma das principais atividades da vida humana, se considerarmos a quantidade de tempo e esforço dedicados ao trabalho.

Porém, por diversos fatores, o trabalho pode se tornar uma adição, uma dependência. Em que consiste isso?

O que é e o que não é a adição ao trabalho

Uma coisa é esforçar-se por fazer bem o trabalho, ser eficiente e enfrentar com responsabilidade as próprias funções; outra coisa é criar uma relação de dependência com o trabalho, até torná-lo um obstáculo para a vida familiar e social, prejudicando o âmbito físico, mental e emocional da pessoa.

O termo “worhaholic” vem do inglês, surge na década de 70 e consiste na junção das palavras “trabalho” (work) e “alcoolismo” (alcoholism). Introduz os traços característicos do comportamento alcoólico ao âmbito do trabalho.

A pessoa dependente do trabalho se caracteriza por uma excessiva dedicação laboral como se fosse seu único objetivo vital, bem como por um desinteresse por tudo o que não seja seu trabalho e por sua incapacidade de deixar de trabalhar.

Perfil do workaholic

Algumas das manifestações mais frequentes da pessoa dependente do trabalho são as seguintes (observe se você possui 3 ou mais delas):

– Pensar no trabalho quando não se está trabalhando.
– Não tirar férias.
– Ansiedade e insegurança diante das responsabilidades laborais.
– Compromisso excessivo e compulsivo com a atividade profissional.
– Para as mulheres: aumento de poder/autoritarismo dentro do casamento; renúncia a ter filhos para evitar ter de conciliar trabalho e maternidade; multiplicação do trabalho total realizado como consequência de não poder eliminar suas responsabilidades no lar e na educação dos filhos.
– Personalidades obsessivas que controlam seu ambiente e evitam situações de novidade, para diminuir sua insegurança pessoal.
– Impossibilidade de abandonar uma tarefa inconclusa no final do dia.
– Incapacidade de recusar novas tarefas no trabalho.
– Não dispor de um sistema estável de prioridades.
– Ser acusado por seus familiares de que mostra mais interesse pelo trabalho que por eles.
– Ser competitivo em qualquer atividade, inclusive quando pratica algum esporte em família.
– Impaciência.
– Sentimento de culpa quando não está trabalhando.
– Seus “hobbies” têm a ver com sua profissão.
– Esperar que todos trabalhem como ele.
– Dificuldade de envolver-se em atividades dos outros.
– Sentir certo prazer ao relatar o quanto e quão duramente se trabalha.

Em busca do equilíbrio

A adição ao trabalho poderia ser entendida como consequência da mudança social experimentada na forma de avaliar o trabalho, pois este é cada vez mais associado a elementos como poder, status, sucesso de felicidade, e isso leva a fazer da atividade laboral o centro da vida das pessoas.

É necessário, então, esclarecer dois tipos de balanço/equilíbrio: trabalho-família e trabalho-lazer. Se o resultado desses dois balanços for desarmônico, conclui-se que existe uma possível adição ao trabalho.

A regra de ouro nesta abordagem está focada em buscar o equilíbrio saudável e necessário, pois, sem dúvida, existe uma maneira de desenvolver-se nos diversos âmbitos da vida, sem ter de sacrificar nenhum deles.

Fonte: Aleteia
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Deus veio morar junto de nós

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O Segredo de ser Papai Noel…

A melhor maneira de contar a seus filhos a verdade sobre Papai Noel

Vem de uma mãe de dois meninos a ideia sobre como transformar este problema temporário para os pais

A melhor maneira de contar a seus filhos a verdade sobre Papai Noel

Pixabay

Para os pais de crianças pequenas, esta época do ano traz à tona a questão do Papai Noel. As crianças devem ser desiludidas do mito o mais rapidamente possível, ou devem ser autorizadas a se divertir com a sua imaginação de renas no telhado? Em que momento da vida de uma criança, e de que maneira, os mitos devem dar lugar à realidade?

Ou, há uma maneira de transformar um no outro, com uma lição importante lançada nessa mistura?

Um post que foi compartilhado várias vezes do Facebook me chamou a atenção. Vale a pena ver. Eu o encontrei no perfil de Charity Hutchinson, embora, aparentemente, tenha sido escrito por uma mãe chamada Leslie Rush.

“Em nossa família, nós temos um caminho especial de transição das crianças que parte da experiência de receber o Papai Noel e, depois, de se tornar um Papai Noel”, escreveu Rush. “Dessa forma, a construção do Papai Noel não é uma mentira que é descoberta, mas uma série de desdobramentos de boas ações e espírito natalino.”

A autora sugere levar a criança para almoçar quando ela tiver 6 ou 7 anos, ou “quando você ver que há aquela suspeita de que Papai Noel pode não ser uma criatura material…Pegamos nosso lugar, pedimos nossas bebidas e o seguinte pronunciamento é feito:”

Você cresceu muito este ano. Você não está só mais alto, mas eu posso ver que seu coração cresceu também.

Os pais “apontam 2 ou 3 exemplos de comportamento empático, a consideração pelos sentimentos das pessoas, boas ações, etc, que o garoto fez no ano passado.” E continuam:

Na verdade, seu coração cresceu tanto que eu acho que você está pronto para se tornar um Papai Noel.

Você provavelmente notou que a maioria dos Papais Noeis que você vê são pessoas vestidas como ele. Alguns de seus amigos já devem ter lhe contato que Papai Noel não existe. Muitas crianças pensam isso porque elas ainda não estão preparadas para ser um Papai Noel. Mas você está.

Conte-me as melhores coisas sobre Papai Noel.

Os pais são aconselhados, aqui, a despertarem nas crianças bom sentimentos de terem feito alguma coisa para os outros.

Bem, agora você está pronto para fazer seu primeiro trabalho como Papai Noel.

É importante, observa Rush, “manter o devido tom conspiratório.”

“Depois, as crianças têm que escolher alguém que elas conheçam – um vizinho, normalmente”, continua a autora. “A missão das crianças é secreta, elas têm que descobrir alguma coisa que a pessoa precisa e, depois, providenciar, embrulhar e entregar – e nunca revelar ao público de onde veio o presente. Ser um Papai Noel não é só receber o mérito. É uma dádiva altruísta.”

Como um exemplo de como isso foi feito, Rush escreve sobre uma vizinha conhecida como “dona bruxa”, um apelido que lhe foi dado devido à sua maldade com as crianças que gritavam enquanto brincavam, ou que, acidentalmente, lançavam um frisbee no jardim dela. O filho mais velho de Rush notou que todas as manhãs ela ia para fora pegar seu jornal descalça, “então ele percebeu que ela precisava de chinelos.” Como um detetive, ele descobriu o tamanho dos seus pés antes de comprar os chinelos quentes.

Ele os embrulhou e escreveu ‘Feliz Natal! De: Papai Noel.’ Depois do jantar, uma noite, ele desceu para a casa dela e deixou o pacote debaixo do portão. Na manhã seguinte, nós a vimos saindo para pegar o jornal, apanhando o presente e entrando. Meu filho estava todo eufórico  e não podia esperar para ver o que aconteceria depois. Na manhã seguinte, quando nós saímos, lá estava ela pegando o jornal e usando os chinelos. Ele ficou extasiado. Eu tive de lembrá-lo que ninguém poderia saber o que ele fez, se não ele não seria um Papai Noel.

O filho de Rush continuou sua missão secreta por muito anos, e, quando o segundo filho dela atingiu a idade, seu primeiro filho teve a honra de instrui-lo. Rush é grata por ver como eles adotaram bem a generosidade, e o fato que eles nunca se sentiram enganados, porque eles foram inseridos no “Segredo de Ser Papai Noel”.

Então, pais, o que vocês acham? Vocês tentariam sozinhos? Deixem-nos saber o que acontece. Ou nos conte outra abordagem que funcione para você e sua família.

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John Burger é editor na versão em inglês de Aleteia.
Fonte: aleteia
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Como lidar com pessoas irritantes?

Se conhece alguém que é irritante ou insuportável, o Papa te convida a agir assim

Super dicas do Papa Francisco!

 A última catequese do Papa Francisco na Audiência Geral antes do encerramento do Jubileu da Misericórdia foi dedicada a “suportar com paciência as fraquezas do próximo”.

“Somos todos muito bons em identificar uma presença que pode nos incomodar: acontece quando encontramos alguém pela rua, ou quando recebemos um telefonema… Imediatamente pensamos: por quanto tempo terei que ouvir as lamentações, as lamúrias, os pedidos ou as fofocas dessa pessoa

 Francisco começou a explicar assim o significado desta obra de misericórdia e assegurou que “acontece também, por vezes, que as pessoas que nos incomodam são aquelas mais próximas a nós: entre parentes há sempre alguém; no trabalho não faltam; nem mesmo no tempo livre estamos isentos”.

Então, “o que devemos fazer?”. “Por que entre as obras de misericórdia foi também inserida esta?”, perguntou aos fiéis reunidos na Praça de São Pedro.

O Papa recordou que na Bíblia “vemos que o próprio Deus deve usar a misericórdia para suportar as lamentações do seu povo”.

“Fazemos alguma vez exame de consciência para ver se também nós, às vezes, podemos ser pessoas incômodas aos outros?”, questionou. “É fácil apontar o dedo contra os defeitos e faltas dos outros, mas devemos aprender a nos colocarmos no lugar do outro”.

Francisco convida a “olhar para Jesus”. “Quanta paciência teve nos três anos de sua vida pública!”. “Jesus ensina a ir sempre ao essencial e olhar além para assumir com responsabilidade a própria missão. Podemos ver aqui também uma recordação de outras duas obras de misericórdia espirituais: a de advertir os pecadores e ensinar os ignorantes”.

“Pensemos também no grande compromisso que se pode ter quando ajudamos as pessoas a crescer na fé e na vida. Pensemos, por exemplo, nos catequistas, entre os quais existem tantas mães e tantas religiosas que dedicam tempo para ensinar às crianças os elementos básicos da fé”. “Quanta fadiga, sobretudo, quando os jovens prefeririam jogar em vez de escutar o catecismo”.

Em suma, “acompanhar na busca do essencial é muito bonito e importante, porque nos faz compartilhar a alegria de aproveitar o sentido da vida”.

“Frequentemente acontece que se encontram pessoas que se detêm em coisas superficiais, efêmeras e banais. Às vezes, porque não encontraram alguém que as estimulasse a procurar algo diferente e apreciar os verdadeiros tesouros”.

Em seguida, o Pontífice explicou que “ensinar a olhar o essencial é uma ajuda determinante, especialmente em um tempo como o nosso, que parece ter perdido a orientação e seguir satisfação de curto prazo”.

Deve-se “ensinar a descobrir o que o Senhor quer de nós e como podemos corresponder; isso significa colocar no caminho, crescer na própria vocação, na estrada da verdadeira alegria”.

No entanto, não se deve esquecer que “a exigência de aconselhar, advertir e ensinar não deve nos fazer sentires superior aos outros, mas nos obriga, antes de tudo, a entrarmos em nós mesmos para verificar se somos coerentes com aquilo que pedimos aos outros”.

 

Fonte: ACIDigital
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