Mês: junho 2017



Bispo com 150 “esposas”?

O bispo que “se casou” com 150 mulheres

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

Caso insólito aconteceu nas ilhas Tiwi, norte da Austrália

Houve um bispo nas ilhas Tiwi, costa norte da Austrália, que teve 150 “esposas”. O próprio dom Francis Xavier Gsell destaca esse fato insólito na sua autobiografia, que foi publicada quando ele se tornou emérito, em 1956.

90% dos habitantes das ilhas Tiwi são da etnia aborígene kiwi. Em 1922, depois de vários anos na região, aconteceu algo na vida do bispo que mudaria a sua vida: uma adolescente que vivia na missão local se queixou de que iam entregá-la a um esposo já idoso.

Dom Gsell não podia fazer nada, porque essa era a lei da ilha. Soluçando, a jovem foi obrigada a ir embora para uma vida de sacrifícios imprevisíveis. Cinco dias depois, porém, ela voltou sangrando, com uma ferida de lança na perna. Tinha escapado e afirmava que não queria mais sair da missão.

O “esposo” e os familiares, enfurecidos, foram falar com o bispo, que lhes ofereceu uma série de presentes: tabaco, um espelho, carne, latas de melado… Mas havia uma condição: “A menina fica”. A negociação durou várias horas, mas, no final, eles concordaram.

A partir dessa experiência, dom Francis Xavier Gsell começou a “comprar” a liberdade das moças. No total, libertou 150 delas – que, segundo a lei tribal, passavam a ser consideradas como suas “esposas”, embora, obviamente, não o fossem na prática. O bispo pagava o dote e as recebia na missão, onde as jovens aprendiam a ler e escrever, a desempenhar um ofício e, finalmente, conseguiam formar a própria família.

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

A história e a vida de dom Francis Xavier Gsell é cheia de aventuras e de formas originais de evangelização. Você pode ler mais sobre ele nesta matéria, em espanhol, do site Religión en Libertad.

Fonte: Aleteia
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Dia Mundial dos Pobres, mensagem do Papa

Mensagem do Papa Francisco para o I Dia Mundial dos Pobres

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

No dia 19 de novembro de 2017, será celebrado pela primeira vez o Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco em 21 de novembro de 2016, ao final do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

“À luz do ‘Jubileu das Pessoas Excluídas Socialmente’, celebrado quando já se iam fechando as Portas da Misericórdia em todas as catedrais e santuários do mundo, intuí que, como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres”, explicou o Papa naquela ocasião.

Para este Dia, a Santa Sé publicou hoje uma mensagem intitulada “Não amemos com palavras, mas com obras”, na qual o Pontífice assegura que “o amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres”.

Confira a seguir, a mensagem completa:

Não amemos com palavras, mas com obras

1. «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade» (1 Jo 3, 18). Estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo «discípulo amado» até aos nossos dias, aparece ainda mais acentuada ao contrapor as palavras vazias, que frequentemente se encontram na nossa boca, às obras concretas, as únicas capazes de medir verdadeiramente o que valemos. O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus, e João recorda-a com clareza. Assenta sobre duas colunas mestras: o primeiro a amar foi Deus (cf. 1 Jo 4, 10.19); e amou dando-Se totalmente, incluindo a própria vida (cf. 1 Jo 3, 16).

Um amor assim não pode ficar sem resposta. Apesar de ser dado de maneira unilateral, isto é, sem pedir nada em troca, ele abrasa de tal forma o coração, que toda e qualquer pessoa se sente levada a retribuí-lo não obstante as suas limitações e pecados. Isto é possível, se a graça de Deus, a sua caridade misericordiosa, for acolhida no nosso coração a pontos de mover a nossa vontade e os nossos afetos para o amor ao próprio Deus e ao próximo. Deste modo a misericórdia, que brota por assim dizer do coração da Trindade, pode chegar a pôr em movimento a nossa vida e gerar compaixão e obras de misericórdia em prol dos irmãos e irmãs que se encontram em necessidade.

2. «Quando um pobre invoca o Senhor, Ele atende-o» (Sal 34/33, 7). A Igreja compreendeu, desde sempre, a importância de tal invocação. Possuímos um grande testemunho já nas primeiras páginas do Atos dos Apóstolos, quando Pedro pede para se escolher sete homens «cheios do Espírito e de sabedoria» (6, 3), que assumam o serviço de assistência aos pobres. Este é, sem dúvida, um dos primeiros sinais com que a comunidade cristã se apresentou no palco do mundo: o serviço aos mais pobres. Tudo isto foi possível, por ela ter compreendido que a vida dos discípulos de Jesus se devia exprimir numa fraternidade e numa solidariedade tais, que correspondesse ao ensinamento principal do Mestre que tinha proclamado os pobres bem-aventurados e herdeiros do Reino dos céus (cf. Mt 5, 3).

«Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um» (At 2, 45). Esta frase mostra, com clareza, como estava viva nos primeiros cristãos tal preocupação. O evangelista Lucas – o autor sagrado que deu mais espaço à misericórdia do que qualquer outro – não está a fazer retórica, quando descreve a prática da partilha na primeira comunidade. Antes pelo contrário, com a sua narração, pretende falar aos fiéis de todas as gerações (e, por conseguinte, também à nossa), procurando sustentá-los no seu testemunho e incentivá-los à ação concreta a favor dos mais necessitados. E o mesmo ensinamento é dado, com igual convicção, pelo apóstolo Tiago, usando expressões fortes e incisivas na sua Carta: «Ouvi, meus amados irmãos: porventura não escolheu Deus os pobres segundo o mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que O amam? Mas vós desonrais o pobre. Porventura não são os ricos que vos oprimem e vos arrastam aos tribunais? (…) De que aproveita, irmãos, que alguém diga que tem fé, se não tiver obras de fé? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: “Ide em paz, tratai de vos aquecer e matar a fome”, mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se ela não tiver obras, está completamente morta» (2, 5-6.14-17).

3. Contudo, houve momentos em que os cristãos não escutaram profundamente este apelo, deixando-se contagiar pela mentalidade mundana. Mas o Espírito Santo não deixou de os chamar a manterem o olhar fixo no essencial. Com efeito, fez surgir homens e mulheres que, de vários modos, ofereceram a sua vida ao serviço dos pobres. Nestes dois mil anos, quantas páginas de história foram escritas por cristãos que, com toda a simplicidade e humildade, serviram os seus irmãos mais pobres, animados por uma generosa fantasia da caridade!

Dentre todos, destaca-se o exemplo de Francisco de Assis, que foi seguido por tantos outros homens e mulheres santos, ao longo dos séculos. Não se contentou com abraçar e dar esmola aos leprosos, mas decidiu ir a Gúbio para estar junto com eles. Ele mesmo identificou neste encontro a viragem da sua conversão: «Quando estava nos meus pecados, parecia-me deveras insuportável ver os leprosos. E o próprio Senhor levou-me para o meio deles e usei de misericórdia para com eles. E, ao afastar-me deles, aquilo que antes me parecia amargo converteu-se para mim em doçura da alma e do corpo» (Test 1-3: FF 110). Este testemunho mostra a força transformadora da caridade e o estilo de vida dos cristãos.

Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. Na verdade, a oração, o caminho do discipulado e a conversão encontram, na caridade que se torna partilha, a prova da sua autenticidade evangélica. E deste modo de viver derivam alegria e serenidade de espírito, porque se toca palpavelmente a carne de Cristo.

Se realmente queremos encontrar Cristo, é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia. O Corpo de Cristo, repartido na sagrada liturgia, deixa-se encontrar pela caridade partilhada no rosto e na pessoa dos irmãos e irmãs mais frágeis. Continuam a ressoar de grande atualidade estas palavras do santo bispo Crisóstomo: «Queres honrar o corpo de Cristo? Não permitas que seja desprezado nos seus membros, isto é, nos pobres que não têm que vestir, nem O honres aqui no tempo com vestes de seda, enquanto lá fora O abandonas ao frio e à nudez» (Hom. in Matthaeum, 50, 3: PG 58).

Portanto somos chamados a estender a mão aos pobres, a encontrá-los, fixá-los nos olhos, abraçá-los, para lhes fazer sentir o calor do amor que rompe o círculo da solidão. A sua mão estendida para nós é também um convite a sairmos das nossas certezas e comodidades e a reconhecermos o valor que a pobreza encerra em si mesma.

4. Não esqueçamos que, para os discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação a seguir Jesus pobre. É um caminhar atrás d’Ele e com Ele: um caminho que conduz à bem-aventurança do Reino dos céus (cf. Mt 5, 3; Lc 6, 20). Pobreza significa um coração humilde, que sabe acolher a sua condição de criatura limitada e pecadora, vencendo a tentação de omnipotência que cria em nós a ilusão de ser imortal.

A pobreza é uma atitude do coração que impede de conceber como objetivo de vida e condição para a felicidade o dinheiro, a carreira e o luxo. Mais, é a pobreza que cria as condições para assumir livremente as responsabilidades pessoais e sociais, não obstante as próprias limitações, confiando na proximidade de Deus e vivendo apoiados pela sua graça. Assim entendida, a pobreza é o metro que permite avaliar o uso correto dos bens materiais e também viver de modo não egoísta nem possessivo os laços e os afetos (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2545).

Assumamos, pois, o exemplo de São Francisco, testemunha da pobreza genuína. Ele, precisamente por ter os olhos fixos em Cristo, soube reconhecê-Lo e servi-Lo nos pobres. Por conseguinte, se desejamos dar o nosso contributo eficaz para a mudança da história, gerando verdadeiro desenvolvimento, é necessário escutar o grito dos pobres e comprometermo-nos a erguê-los do seu estado de marginalização. Ao mesmo tempo recordo, aos pobres que vivem nas nossas cidades e nas nossas comunidades, para não perderem o sentido da pobreza evangélica que trazem impresso na sua vida.

5. Sabemos a grande dificuldade que há, no mundo contemporâneo, para se poder identificar claramente a pobreza. E todavia esta interpela-nos todos os dias com os seus inúmeros rostos vincados pelo sofrimento, a marginalização, a opressão, a violência, as torturas e a prisão, pela guerra, a privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e o analfabetismo, pela emergência sanitária e a falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e a escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada.

A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!

Infelizmente, nos nossos dias, enquanto sobressai cada vez mais a riqueza descarada que se acumula nas mãos de poucos privilegiados, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a exploração ofensiva da dignidade humana, causa escândalo a extensão da pobreza a grandes sectores da sociedade no mundo inteiro. Perante este cenário, não se pode permanecer inerte e, menos ainda, resignado.

À pobreza que inibe o espírito de iniciativa de tantos jovens, impedindo-os de encontrar um trabalho, à pobreza que anestesia o sentido de responsabilidade, induzindo a preferir a abdicação e a busca de favoritismos, à pobreza que envenena os poços da participação e restringe os espaços do profissionalismo, humilhando assim o mérito de quem trabalha e produz: a tudo isso é preciso responder com uma nova visão da vida e da sociedade.

Todos estes pobres – como gostava de dizer o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por «direito evangélico» (Discurso de abertura na II Sessão do Concílio Ecuménico Vaticano II, 29/IX/1963) e obrigam à opção fundamental por eles. Por isso, benditas as mãos que se abrem para acolher os pobres e socorrê-los: são mãos que levam esperança. Benditas as mãos que superam toda a barreira de cultura, religião e nacionalidade, derramando óleo de consolação nas chagas da humanidade. Benditas as mãos que se abrem sem pedir nada em troca, sem «se» nem «mas», nem «talvez»: são mãos que fazem descer sobre os irmãos a bênção de Deus.

6. No termo do Jubileu da Misericórdia, quis oferecer à Igreja o Dia Mundial dos Pobres, para que as comunidades cristãs se tornem, em todo o mundo, cada vez mais e melhor sinal concreto da caridade de Cristo pelos últimos e os mais carenciados. Quero que, aos outros Dias Mundiais instituídos pelos meus Antecessores e sendo já tradição na vida das nossas comunidades, se acrescente este, que completa o conjunto de tais Dias com um elemento requintadamente evangélico, isto é, a predileção de Jesus pelos pobres.

Convido a Igreja inteira e os homens e mulheres de boa vontade a fixar o olhar, neste dia, em todos aqueles que estendem as suas mãos invocando ajuda e pedindo a nossa solidariedade. São nossos irmãos e irmãs, criados e amados pelo único Pai celeste. Este Dia pretende estimular, em primeiro lugar, os crentes, para que reajam à cultura do descarte e do desperdício, assumindo a cultura do encontro.

Ao mesmo tempo, o convite é dirigido a todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade. Deus criou o céu e a terra para todos; foram os homens que, infelizmente, ergueram fronteiras, muros e recintos, traindo o dom originário destinado à humanidade sem qualquer exclusão.

7. Desejo que, na semana anterior ao Dia Mundial dos Pobres – que este ano será no dia 19 de novembro, XXXIII domingo do Tempo Comum –, as comunidades cristãs se empenhem na criação de muitos momentos de encontro e amizade, de solidariedade e ajuda concreta.

Poderão ainda convidar os pobres e os voluntários para participarem, juntos, na Eucaristia deste domingo, de modo que, no domingo seguinte, a celebração da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo resulte ainda mais autêntica. Na verdade, a realeza de Cristo aparece em todo o seu significado precisamente no Gólgota, quando o Inocente, pregado na cruz, pobre, nu e privado de tudo, encarna e revela a plenitude do amor de Deus. O seu completo abandono ao Pai, ao mesmo tempo que exprime a sua pobreza total, torna evidente a força deste Amor, que O ressuscita para uma vida nova no dia de Páscoa.

Neste domingo, se viverem no nosso bairro pobres que buscam proteção e ajuda, aproximemo-nos deles: será um momento propício para encontrar o Deus que buscamos. Como ensina a Sagrada Escritura (cf. Gn 18, 3-5; Heb 13, 2), acolhamo-los como hóspedes privilegiados à nossa mesa; poderão ser mestres, que nos ajudam a viver de maneira mais coerente a fé. Com a sua confiança e a disponibilidade para aceitar ajuda, mostram-nos, de forma sóbria e muitas vezes feliz, como é decisivo vivermos do essencial e abandonarmo-nos à providência do Pai.

8. Na base das múltiplas iniciativas concretas que se poderão realizar neste Dia, esteja sempre a oração. Não esqueçamos que o Pai Nosso é a oração dos pobres. De facto, o pedido do pão exprime o abandono a Deus nas necessidades primárias da nossa vida. Tudo o que Jesus nos ensinou com esta oração exprime e recolhe o grito de quem sofre pela precariedade da existência e a falta do necessário.

Aos discípulos que Lhe pediam para os ensinar a rezar, Jesus respondeu com as palavras dos pobres que se dirigem ao único Pai, em quem todos se reconhecem como irmãos. O Pai Nosso é uma oração que se exprime no plural: o pão que se pede é «nosso», e isto implica partilha, comparticipação e responsabilidade comum. Nesta oração, todos reconhecemos a exigência de superar qualquer forma de egoísmo, para termos acesso à alegria do acolhimento recíproco.

9. Aos irmãos bispos, aos sacerdotes, aos diáconos – que, por vocação, têm a missão de apoiar os pobres –, às pessoas consagradas, às associações, aos movimentos e ao vasto mundo do voluntariado, peço que se comprometam para que, com este Dia Mundial dos Pobres, se instaure uma tradição que seja contribuição concreta para a evangelização no mundo contemporâneo.

Que este novo Dia Mundial se torne, pois, um forte apelo à nossa consciência crente, para ficarmos cada vez mais convictos de que partilhar com os pobres permite-nos compreender o Evangelho na sua verdade mais profunda. Os pobres não são um problema: são um recurso de que lançar mão para acolher e viver a essência do Evangelho.

Vaticano, Memória de Santo Antônio de Lisboa, 13 de junho de 2017.

Franciscus

Fonte: Acidigital
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Oração para o bebê que vai nascer

Oração para o bebê ainda no ventre materno

(Foto: Caroline Azevedo)(Foto: Caroline Azevedo)

Se você é uma pessoa de fé e quer rezar para que corra tudo bem na sua gravidez, conheça a oração para seus momentos de reflexão, de fé e agradecimento.

Oração para ser feita pela mamãe

Pai Celestial, eu Te louvo e agradeço por permitires esta vida e por formares esta criança à Tua imagem e semelhança. Envia o Teu Espírito Santo e ilumina meu útero. Enche-o com Tua luz, poder, majestade e glória, assim como fizeste no ventre materno de Maria para gerar Jesus.

Senhor Jesus Cristo, vem, com Teu amor e Tua infinita misericórdia, derramar a Tua graça sobre esta criança.

Remove qualquer negatividade que possa ter sido transmitida a ela, consciente ou inconscientemente, bem como toda e qualquer rejeição. Se em algum momento pensei em abortar, eu renuncio agora!

Lava em Teu Sangue toda a contaminação vinda do ocultismo, de benzimentos, do espiritismo, de comidas ou bebidas consagradas. Sei que foi Teu Espírito Santo quem a fecundou em meu seio e sei que Ele é capaz de fazer novas todas as coisas, por isso estou suplicando.

Maria, mãe de Jesus, vem e me ensina a cuidar desta criança como cuidaste de Jesus em Teu ventre materno. Envia, Senhor, Teus anjos, para que intercedam por esta criancinha diante de casa pessoa da Santíssima Trindade.

Obrigada, Pai, por esta linda criança.
Obrigada, Espírito Santos, por inundares esta criança de graças.
Obrigada, Jesus, por curares esta criança.
A todos a Vós entrego. Que ela honre e glorifique a Deus agora e por toda eternidade. Amém. Aleluia. Amém.

Fomte: Aleteia
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Lições do amor…

O que a perda tentou me explicar, o amor me ensinou

Por Guitar photographer

E você, já teve alguma experiência como esta?

Certo dia, acordei para mais um dia, onde faria minhas atividades rotineiras e no final do dia poderia, enfim, estar com meus amigos para uma “reuniãozinha” que planejávamos durante semanas. Mas ao chegar à cozinha, pude ver meus pais arrumados antes de mim e na mansidão de suas vozes, uma triste notícia.

Alguém que amávamos havia ido morar no céu. Justamente em um dia de céu azul intenso, mesmo em meio às nossas dores, havia alegria no céu, alegria que nos gerou conforto.

Durante todo o percurso, umas nuvens em forma de coração nos guiavam e junto com elas a certeza de que não estávamos sós, e em meio à dor o amor se tornou mais expressivo. Desde então, esses últimos dias têm me ensinado grandes aprendizados e na verdade, é sobre isso que eu gostaria de compartilhar.

Tenho aprendido que só percebemos o valor que está nos momentos quando eles se tornam apenas lembranças. Somos singulares e são os nossos detalhes, são nossas manias que ficam na memória dos outros, e por isso não podemos hesitar em sermos nós mesmos.

Os dias que, às vezes, achamos que são longos, se tornam breves quando a saudade toma o seu lugar. Então, cuide das pessoas que você ama, mas jamais se esqueça de cuidar de si. Seja grato pelas oportunidades de estar junto porque depois você vai desejar isso. Não queira que os outros tenham as mesmas atitudes que as suas, porque não sabemos suas limitações.

E quando a esperança se for, não tenha dúvidas, o amor permanece. O amor nos permite guardar as boas lembranças, nos torna fortes para consolar os que choram, nos traz a paz que não podemos explicar e nos deixa a certeza que não há nada capaz de traduzir.

 

Fonte Jardim da Gratidão
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Quando a vida vence o aborto

 9 famosos que escaparam do aborto

Anton_Ivanov

Eles estiveram no alvo do aborto; mas porque escaparam e tiveram a oportunidade de nascer, puderam realizar os próprios talentos

Todos temos o direito a nascer; não importa quantos erros alguém possa cometer, há sempre uma razão maior para essa pessoa existir. Sempre vale a pena deixar cada um realizar o próprio show nessa terra! Tendo isso em vista, é quase impossível acreditar que os famosos abaixo quase não nasceram. Se fosse o caso, o mundo não seria o mesmo sem eles!

Steve Jobs

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Imagina a sua vida sem um Mac, I-Phone ou I-Pad? Se Joanne Schieble, com então 22 anos, tivesse desistido de levar a gestação a termo, a tecnologia não seria como conhecemos hoje.

Joanne, mãe biológica de Steve Jobs, engravidou do namorado sírio e decidiu colocar o bebê para adoção. Ela escolheu uma família financeiramente capaz de pagar pelos estudos universitários do bebê, porém quando os candidatos a pais descobriram que Joanne esperava um menino, recuaram porque queriam uma menina. Joanne, a ponto de dar a luz e sem tempo para procurar uma nova família, acabou concordando em entregar o filho para um casal humilde.

Jobs, em entrevista, declarou ser agradecido por não ter terminado em um aborto.

Justin Bieber

reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Em seu livro “Nowhere But Up”, Pattie Mallette, mãe de Justin Bieber, conta que quando se viu grávida aos 17 anos, foi pressionada a realizar um aborto. Mas isso nunca foi uma opção: “eu sabia que não poderia fazer isso”, revelou em entrevista. “A única coisa que eu sabia é que eu deveria manter a gestação. Eu não sabia como faria isso, mas eu apenas sabia que não poderia abortar”, disse.

Aos 18 anos, Pattie deu à luz a Justin em Ontário (Canadá) e o criou com a ajuda de seus pais Bruce e Diane, avós do cantor.

Roberto Gómez Bolaños

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Em um breve comercial no México, Roberto Gómez Bolaños (conhecido no Brasil por sua atuação como Chaves e Chapolin), revelou que quando sua mãe estava grávida sofreu um acidente em que quase morreu. Os médicos então recomendaram que ela abortasse. “Abortar, eu? Jamais!” respondeu a mãe. “Ela defendeu a vida, a minha vida. É graças a ela que eu estou aqui”, afirmou.

Susan Boyle

Wikipedia

Quando Bridget Boyle, aos 45 anos, engravidou, os médicos consideraram a gestação de risco e por isso a aconselharam a abortar. “Mas isso era impensável para minha mãe, uma católica devota. Eu só estou aqui porque ela teve fé”, contou a britânica.

Durante o parto, uma cesária de emergência, Susan sofreu falta de oxigênio e nasceu com pouco peso. Por isso, os médicos disseram a mãe: “Susan nunca será nada, não espere muito dela.” Em sua auto-biografia, Susan disse que os médicos não deveriam ter feito esse comentário. “O que eles não sabiam é que eu sou uma lutadora e tentei durante toda minha vida provar que eles estavam errados”.

Susan Boyle ganhou atenção internacional durante uma apresentação no programa “Britain’s Got Talent”. Seu primeiro álbum “I Dreamed a Dream” (2009) bateu recordes de vendas no Reino Unido e totalizou quase 14 milhões de cópias vendidas no mundo. Susan ganhou dois Grammys e é conhecida por apoiar causas caritativas.

Cristiano Ronaldo

Reprodução/YouTube

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Quando Maria Dolores descobriu que estava grávida pela quarta vez, procurou por um médico para realizar o aborto. Este, porém, respondeu que não havia nenhuma razão física para abortar e que esse bebê lhe traria muita alegria na vida. Sem a cumplicidade do médico, Dolores tentou outros métodos de aborto que não funcionaram. Por fim, disse que “se a vontade de Deus é que esta criança nasça, que assim seja!”

Durante o parto, o mesmo médico disse uma frase que ficou para sempre na memória de Dolores: “Com pés como estes, será um jogador de futebol!” Em outras consultas, o médico vendo a preocupação da mãe, a animava dizendo: “Alegra-te, mulher, este bebê vai te dar muita sorte na vida e muitas felicidades!”

Cristiano é hoje a camisa 7 do clube espanhol Real Madrid e é considerado o maior jogador de futebol português de todos os tempos.

Celine Dion

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Reprodução/YouTube

A mãe da cantora canadense ficou devastada ao saber que esperava por Celine, sua 14˚ criança, e contou a um padre que pretendia fazer um aborto; o sacerdote, então, a convenceu a não fazer isso e a aceitar o bebê. “Devo a minha vida a este padre”, disse a cantora. “Quando minha mãe superou a decepção, ela não perdeu tempo com auto-piedade e me amou tão apaixonadamente quanto ao meu irmão mais novo”, declarou.

Andrea Bocelli

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Reprodução/YouTube

Quando sua mãe estava grávida, foi hospitalizada com apendicite. Em função do tratamento, os médicos a aconselharam a abortar porque o bebê poderia nascer com deficiências. Mesmo assim, a jovem mãe se recusou e deu à luz a Andrea Bocelli, que nasceu com uma voz capaz de emocionar audiências em todo o mundo.

Thiago Silva

Reprodução/YouTube

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Dona Angela, mãe do jogador de futebol Thiago Silva, disse que pensou em abortar. “Eu cheguei a chorar no colo do meu pai dizendo que não queria fazer o aborto, mas que eu também não tinha condição de criar mais um filho. Só que ele não deixou que eu fizesse isso, que cometesse um pecado!”, contou a mãe.

De origem humilde, Thiago cresceu na favela de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Hoje, o caçula de dona Angela, é considerado um dos melhores (e mais caros) zagueiros no mundo.

Jack Nicholson

Reprodução/YouTube

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Aos 17 anos, June Frances Nicholson, apesar de pressionada pelos colegas a abortar, deu à luz a um bebê a quem chamou de Jack. June deixou o filho com os seus pais, John e Ethel, e o menino cresceu acreditando que os avós eram seus pais e que June era sua irmã. Somente após a morte da mãe, Nicholson descobriu a própria história. “Minha única emoção é gratidão, literalmente, pela minha vida. Se June e Ethel tivessem menos caráter, eu nunca teria chegado a viver. Essas mulheres me deram o presente da vida”, disse.

 

Fonte: Sempre Família
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Deus cuida de você.

EVANGELHO: Mt 10,26-33

12º DOMINGO TEMPO COMUM – ANO A

Naquele tempo, disse Jesus a seus apóstolos: 26“Não tenhais medo dos homens, pois nada há de encoberto que não seja revelado, e nada há de escondido que não seja conhecido. 27O que vos digo na escuridão dizei-o à luz do dia; o que escutais ao pé do ouvido, proclamai-o sobre os telhados! 28Não tenhais medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma! Pelo contrário, temei aquele que pode destruir a alma e o corpo no inferno! 29Não se vendem dois pardais por algumas moedas? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do vosso Pai. 30Quanto a vós, até os cabelos da vossa cabeça estão contados. 31Não tenhais medo! Vós valeis mais do que muitos pardais. 32Portanto, todo aquele que se declarar a meu favor diante dos homens, também eu me declararei em favor dele diante do meu Pai que está nos céus. 33Aquele, porém, que me negar diante dos homens, também eu o negarei diante do meu Pai que está nos céus.

ORAÇÃO PARA 12º DOMINGO TEMPO COMUM

Jesus, o mundo me deixa com medo. Vejo hoje tantas barbaridades, tanto mal, tantas atitudes de desamor a si mesmo, ao outro e também a Ti, Senhor. Ameaças a Vida e Fé, oh Cristo, estão em todas os lados. Meu Deus….

Teus amados, aqueles que tem fé, são ferozmente perseguido e maltratado, meu Senhor. Tua Igreja atacada. Tua Palavra ultrajada. Teu Reino negado. Meu Jesus, quanto cansaço neste mundo. Quantas tribulações passamos ainda hoje, depois de 2000 mil anos da Tua manifestação. Vem Jesus em meu socorro e auxílio. 

Tudo, meu Jesus, em volta está difícil. Nossas leis brasileiras cada vez mais se tornam distantes dos valores, da Tua Palavra e do amor e da Fé. Querem acabar com a fé, com Teu Nome, acabando com os Cristãos, Jesus. Estou também cansado, fatigado, querem me vencer pela repetição de que estou, sou errado, oh Cristo.

Ouvir que o Senhor está perto de mim, a nos guardar e proteger, me enche de força e esperança. Eu confio. Eu Creio. E nada neste mundo me fará desistir de Ti, negar Teu amor, Tua Fé. Irei até o fim, até a morte para falar de Ti, Te apresentar como esperança de vida e sentido para esse mundo, que perdeu a direção, a Tua direção. Fica sempre comigo. Não permita, Jesus, que nesta luta eu seja humilhado, derrotado pelo mal, que eu caia em ciladas do mundo, daqueles que não gostam de Ti, que não querem Te seguir.

Envia-me, Jesus, o Espírito Santo, de paz, fortaleza e unção, eu preciso, eu necessito. Vem Espírito Santo, vem me fortalecer e curar das feridas que o mal, que o encardido, deixa em mim, no meu corpo e no meu coração. Espírito Santo, unge-me de novo, consagrando-me a Deus, me fazendo conhecer Sua Palavra que é  Vida e Salvação. Conforta-me, quando o desespero e o medo rondarem minha vida, minha história e fé.

Santa Maria, dá-me, oh mãe, também ser fiel a Deus, a Cristo, mesmo quando estiver escuro, confuso, sem graça. Ensina-me, mãe querida, a confiar sempre na providência de Deus. Por meio da Tua intercessão e cuidado, que eu possa, aprender cada vez mais que Deus cuida de mim. Roga por mim, Virgem Bendita para que não caia no pecado, na tentação de deixar de seguir e viver a Fé do Cristo, teu amado filho. Amém. aleluia. 

 

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Oração para virtude da humildade

Conheça a oração para obter a humildade

Uma oração simples para se rezar todos os dias

Senhor, tende piedade de mim.

Jesus, doce e humilde de coração, ouvi-me.

Jesus, doce e humilde de coração, atendei-me.

Do desejo de ser estimado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser amado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser louvado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser procurado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser honrado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser preferido, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser consultado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser aprovado, livrai-me, Jesus.

Do desejo de ser tido em conta, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser humilhado, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser desprezado, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser rejeitado, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser caluniado, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser esquecido, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser repreendido, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser escarnecido, livrai-me, Jesus.

Do temor de ser injuriado, livrai-me, Jesus.

Ó Maria, Mãe dos humildes, rogai por mim.

S. José, protetor das almas humildes, rogai por mim.

S. Miguel Arcanjo, que fostes o primeiro a reprimir o orgulho, rogai por mim.

Ó Justos todos, santificados especialmente pelo espírito de humildade, rogai por mim.

Oremos

Ó Jesus, cuja principal lição foi esta: “Aprendei de mim que sou doce e humilde de coração”, ensinai-me a ser humilde de coração, como Vós. Amém.

Ó Deus, Vós que resistis aos soberbos e concedeis a graça aos humildes, concedei-nos a virtude da verdadeira humildade, de que a vosso Filho Unigênito foi tão perfeito modelo, a fim de que nunca provoquemos com o nosso orgulho a vossa indignação, mas consigamos pela humildade os dons da vossa graça, por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

Fonte: Aleteia
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Sagrado Coração de Jesus eu Confio em Ti.

Como o Sagrado Coração de Jesus revelou o amor que tem à humanidade

Como o Sagrado Coração de Jesus revelou o amor que tem à humanidadeComo o Sagrado Coração de Jesus revelou o amor que tem à humanidade (Foto:Divulgação)

Santa Gertrudes via um dia as suas companheiras se apressarem em ir à Igreja para assistir um sermão, enquanto a doença a retinha na cela:

“Queres, minha dileta”, respondeu Nosso Senhor, “queres que eu próprio pregue para ti?”

“Com muito gosto”, replicou Gertrudes.

Então Jesus inclinou a alma de Gertrudes para o seu Coração, e ela logo discerniu neste duas pulsações dulcíssimas de ouvir:

“Uma destas pulsações”, diz Jesus, “opera a salvação dos pecadores; a segunda, a santificação dos justos. A primeira fala sem trégua a meu Pai, a fim de lhe aplacar a justiça e atrair a misericórdia.

Por essa mesma pulsação falo a todos os Santos, desculpando junto a eles os pecadores, com o zelo e indulgência de um bom irmão, induzindo-os a intercederem por eles. Essa mesma pulsação é o incessante apelo que dirijo misericordiosamente ao próprio pecador, com o indizível desejo de vê-lo regressar a mim, que não me canso de esperá-lo”.

Pela segunda pulsação digo continuamente a meu Pai quanto me felicito de ter dado meu sangue para resgatar tantos justos, no coração dos quais fruo tantas alegrias. Convido a corte celeste a admirar comigo a vida dessas almas perfeitas e a dar graças a Deus por todos os bens que Ele já lhes deu ou lhes prepara.

Enfim, esta pulsação do meu Coração é a conversa habitual e familiar que tenho com os justos; já para lhes testemunhar deliciosamente o meu amor, já para repreendê-los em suas faltas e fazê-los progredir de dia em dia, de hora em hora.

“Nenhuma ocupação exterior, nenhuma distração da vista e do ouvido, interrompe as pulsações do coração do homem.

Assim, o governo providencial do universo não será capaz, até o fim dos séculos, de deter, de interromper, de moderar, sequer por um instante, estas duas pulsações do meu Coração”.

Na quinta-feira santa…

Jesus fez compartilhar ao coração de Gertrudes as angústias que o seu divino Coração experimentou ao aproximar-se a sua Paixão. Parecia à santa que Jesus passava todo aquele dia na prostração e nos sofrimentos da agonia, porque sabia de antemão tudo o que devia aturar.

Por isso, como ele era Filho de uma terna Virgem e mais delicado ainda que sua Mãe, assustava-se e tremia a todo momento, apresentando já as convulsões e a palidez de um moribundo.

A Gertrudes, partilhando-lhes as angústias, sentia tal compaixão dele que, se tivesse o poder de mil corações, tê-lo-ia consumido todo naquele dia em compadecer-se de amigo tão caro e tão amável.

Sentia também no seu coração violentas pulsações, provocadas pelo desejo e pelo amor, que correspondiam às pulsações do Coração de Jesus, de sorte que estava prestes a desmaiar sob a violência delas. Ora, o Senhor lhe disse:

“O amor que me animava no tempo da minha Paixão; quando eu suportava no meu Coração todas essas angustias, sinto-o hoje no seu coração, que tantas vezes se tem comovido e penetrado de compaixão pelas minhas dores, pela salvação dos meus eleitos.

Assim, dou-te em troca desta compaixão que testemunhaste durante aquele dia, todo o preço da minha sagrada Paixão, pelo bem de tua alma, e quero que recebas também, para distribui-lo à toda a Igreja, esse mesmo fruto da minha Paixão em todos os lugares onde se adora hoje em dia o lenho da Cruz”.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
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Não diga isso a uma criança

As seis coisas que você nunca deve dizer para uma criança

Shutterstock-LittleDogKorat

Seis coisas negativas que os pais devem parar de dizer – e suas alternativas positivas

Como pais, nossas palavras muitas vezes vão além do que pretendemos que elas signifiquem. A criança, com sua perspectiva e abordagem diferentes, não ouve as coisas da mesma maneira, e essas palavras são muitas vezes fatores de estresse para ela.

“Em vez de criar um jogo de poder e castigo, com uma aparência de autoridade, é melhor ouvir a criança”, aconselha a psicoterapeuta Isabelle Filliozat, autora de Understanding Children’s Emotions (Entendendo o Coração das Crianças). O diálogo é um excelente ponto de partida para resolver uma situação complicada. Temos de encontrar as palavras certas para abrir uma discussão e deixar a criança expressar o que sente, e então guiá-la para a solução certa, em vez de humilhá-la em submissão.

Aqui estão 6 exemplos de frases negativas e suas alternativas positivas, de acordo com Isabelle Filliozat.

1 – A frase negativa: “Você é insuportável / impossível!”

Esta frase vem de um pai e mãe esgotados. O estresse os levam a atacar a criança. Estas são palavras extremamente violentas e perversas. A criança pode congelar, murchar e ficar em silêncio. Mas muito rapidamente, seu corpo se solta e a criança se torna agressiva. Ela vai ao ataque, não contra os seus pais, mas contra um dos seus irmãos ou irmãs, por exemplo. Sua agressão é uma reação de estresse extremo, um comportamento de transbordamento.

A alternativa positiva: “Eu entendo que não saímos o suficiente hoje e que você não tem outra solução a não ser pular no sofá!”

2 – A frase negativa: “Vá para o seu quarto!”

Esta é uma exclusão muito difícil para as crianças entenderem. Esta frase é duplamente negativa: significa “não quero vê-lo aqui” e “não quero vê-lo quando você está se comportando mal”. Exatamente quando a criança mais precisa de seus pais, eles estão dizendo para se afastar e se isolar. As áreas de estresse do cérebro são ativadas. Quanto menor a criança, mais ela precisa de seu pai e sua mãe para ajudá-la a regular suas emoções. Antes dos 13 ou 14 anos de idade, ela não é capaz de controlar suas emoções. Parte do processo de aprendizagem envolve colocar palavras em sentimentos. Se dissermos a uma criança, “vejo lágrimas nos seus olhos”, nós a ajudamos a identificar e regular suas emoções.

A alternativa positiva: “Venha aqui, vamos conversar e nos abraçar”.

3 – A frase negativa: “Você não presta atenção em mim. Você acabou de fazer exatamente o que eu disse para não fazer!”

O cérebro de uma criança muda com sua idade. Uma criança que tem de 2 a 3 anos de idade não ouve o negativo. Quando lhe dizem, por exemplo, “Não entre na casa com as botas cheias de lama!”, ela ouve, “Entre na casa com as botas cheias de lama!”. Ela olha para os pais para ter certeza de que está respondendo ao pedido.

A partir do momento em que algo é proibido, há o risco de a criança querer fazê-lo novamente. Pode parecer que, repreendendo, o adulto recupera o controle. Ele congela a criança com um sentimento de medo e vergonha. Mas… ele não educou a criança porque a relação causal não é definida. A criança fará a coisa proibida outra vez até que o pai controle outra vez a situação com medo e vergonha.

A alternativa positiva: “O que está acontecendo? Diga-me como você se sente”.

4 – A frase negativa: “Pare de me pedir isso!”

Quando uma criança parece estar chorando por algo, temos que olhar para o que ela quer, para a verdadeira necessidade. A criança está expressando algo. Se ela está implorando para assistir desenhos animados, por exemplo, isso não é o que ela quer mais profundamente. Ela está realmente pedindo afeto, um abraço, para responder ao estresse que sente, para acalmar seu cérebro. Dependendo da situação e do caráter da criança, a resposta pode ser oferecer um momento de descanso ou uma brincadeira do lado de fora.

A alternativa positiva: “Você gostaria de dar um passeio?” ou “E se fizéssemos um desenho ou jogássemos algum jogo?”

5 – A frase negativa: “Sente-se!”

Esta é uma das frases mais tóxicas que se pode dizer a uma criança. Forçá-la a sentar colocando-a em uma posição de máximo estresse. Não é natural para ela. Pelo contrário, a criança precisa correr ou escalar árvores para seu bem-estar, mas também para ajudá-la a se concentrar na sala de aula, por exemplo. Ser ativo ajuda sua atenção. Quanto mais ela for forçada a fazer sua lição de casa, mais ela ficará estressada com dificuldades. Todo mundo tem suas próprias preferências. Algumas crianças podem se levantar para fazer sua lição de casa, então uma mesa alta pode servi-las. Por outro lado, estar constantemente assentado danifica os músculos das costas e do períneo. A criança precisa usar seus músculos para desenvolver seu corpo e minimizar o estresse. O resultado é uma melhor saúde do cérebro e uma regulação emocional.

A alternativa positiva: “Em que posição você quer ficar?”

6 – A frase negativa: “Você me esgota!”

Esta frase muito comum é uma forma de fazer a criança ter a responsabilidade pelo estado emocional de seus pais. É um grande fator de estresse para a criança. Ao invés de fazê-la carregar este fardo, os pais podem mostrar o seu humor de forma ilustrada, com um ímã na geladeira, por exemplo: um sol para os dias em que tudo está bem, uma pequena nuvem para os momentos em que você se sente um pouco pior, e uma nuvem com trovão em dias difíceis. A criança é naturalmente simpática, então ela vai entender os sentimentos de seus pais e agir adequadamente.

A alternativa positiva: “Estou cansada e preciso de um abraço”.

Fonte: Aleteia

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Lições do Tempo e da Vida

As coisas que o tempo ensina

Adrianna Calvo | Pexels

Depois que enxerguei no tempo a oportunidade de tê-lo como melhor amigo, passei a aproveitar os momentos com mais calmaria e finalmente descobri a tranquilidade de ser a minha verdadeira versão

Quando acreditei que nada mais daria certo, me vi cercada de decisões que eu não precisava mais tomar, e com o coração em paz pude apreciar a liberdade que eu sempre desejei.

No instante em que não precisei mais tentar me encaixar em um molde que mal cabia meus sentimentos, finalmente descobri que limitar o que eu sentia era comprimir quem eu sempre fui.

Depois que enxerguei no tempo a oportunidade de tê-lo como melhor amigo, passei a aproveitar os momentos com mais calmaria e finalmente descobrir a tranquilidade de ser a minha verdadeira versão.

No momento em que me dispus a administrar meus sentimentos e respeitar o tempo, entendi o que é valorizar minha essência e que não precisava abrir mão das expectativas, mas discernir o que na verdade importa.

Foi essencial entender o que se passa dentro do meu coração e encarar de cabeça erguida cada escolha, mesmo quando tinha a oportunidade de justificar que alguém decidiu por mim, mas entendi que se for pra ser refém, que seja da felicidade que insiste em chegar todo amanhecer disfarçado de recomeços.

O importante é saber que diariamente tenho a oportunidade de me esvaziar de tudo aquilo que tenta moldar o que não sou e posso preencher cada espaço com sentimentos nobres. A lição que verdadeiramente importa é que independente dos argumentos da vida, o tempo será sempre o nosso melhor amigo.

Fonte: Jardim da Gratidão
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