Amor conjugal



Família não é uma ideia ultrapassada

Papa Francisco: A família é um tesouro precioso e não “uma peça de museu”

  

Papa saúda uma família no Vaticano. Foto: L’Osservatore Romano
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Defensor do Vínculo e nulidade matrimonial

Nulidade matrimonial: Conheça o “defensor do vínculo”, parte essencial do processo

Por Bárbara Bustamante

 

Imagem referencial / Crédito: Pixabay (Domínio Público)

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Superando Crise financeira na Família

Como enfrentar uma crise econômica em família

CandyBox Images/ Shutterstock.com

O Casal deve manter-se unido, envolver os filhos e criar um ambiente positivo

Diante de uma situação econômica difícil, a união e a compreensão familiares são as melhores alternativas para enfrentar o problema. A união dos esposos e a criação de um ambiente positivo farão com que os filhos encarem esta dificuldade como mais um acontecimento da vida que, além de fortalecê-los, irá permitir que eles aprendam a enfrentar situações parecidas no futuro.

O mais conveniente, nestes casos, é envolver os filhos e colocá-los a par da situação por que passa a família. Se os pais não forem dramáticos e passarem uma mensagem de esperança, “a criança compreenderá que a família está diante de uma situação de necessidade e todos juntos farão o possível para que tudo fique melhor – e vão conseguir. Vocês podem dizer a eles o seguinte: não podemos ter isso, há outras coisas importantes, porque temos aquilo outro”, explica Celso Arango, diretor de Psiquiatria do Hospital Gregorio Marañon, em um artigo no diário ABC.es.

O especialista aconselha que “na medida do possível, os pais devem comunicar as coisas às crianças simplesmente porque o fato de se sentirem parte da unidade familiar é muito importante para elas”. Da mesma forma acontece com os filhos adolescentes. Convém mantê-los a par de tudo e convidá-los a participar de algumas decisões.

“Nos estudos realizados nos últimos 30 anos, comprovou-se que a melhor maneira para uma família superar uma crise é basicamente manter-se unida e trabalhar como equipe (…) Os adultos devem focar em manter uma relação positiva entre si, sem se importar se há dinheiro ou não”, indica a doutora Lenna Ontai, em artigo publicado pela Universidade da Califórnia.

Para se levar em conta

Cada caso é único e as condições variam de família para família. No entanto, diante de uma crise econômica, há várias situações que podem acontecer:

  1. A extravagância dos filhos: o desejo de ter mais e mais, muitas vezes influenciados pelos amigos com mais capacidades econômicas ou mesmo pela publicidade, será um desafio que os pais deverão aprender a gerenciar. O primordial é ensiná-los a valorizar o que têm, sem pretenderem ter o que não está ao seu alcance.
  2. Os filhos devem fazer parte das decisões familiares: quando os filhos – em especial os adolescentes – sentem-se apreciados e quando são consultados acerca de suas opiniões, eles são mais propensos a se conscientizar da situação pela qual a família atravessa e, além disso, colaboram com mais disposição. Há algumas decisões que somente pais e mães podem tomar. Mas há outras que podem contar com o consentimento dos filhos.
  3. Não permita que o ambiente familiar se veja afetado: não se pode adicionar um problema a outro. Uma crise conjugal ou um conflito com os filhos tornará o dilema econômico muito mais complexo. Diante de dificuldades como estas, deve-se conservar a união com tranquilidade, pois a angústia não deixa ver o panorama completo e a saída poderá ser perdida de vista. Um ambiente familiar harmônico fará com que o problema seja tratado com mais eficácia.
  4. As crises são cíclicas: hoje estamos bem, amanhã não sabemos. Com na maioria dos casos, os ciclos acompanham a vida: há momentos bons e outros nem tanto. Por isso, ter sempre em mente que tempos melhores virão fará com que a esperança reine no lugar do desespero.
  5. O orçamento familiar: durante uma crise ou não, o orçamento familiar é uma ferramenta essencial, que permite conhecer a realidade das finanças do lar. Fazer um orçamento mensal é uma medida preventiva, de organização e de gestão do dinheiro. Criar um ambiente de economia na família, em que os filhos reservem parte de suas mesadas para diferentes propósitos, fará com que todos tomem esta convicção como parte de suas vidas.
  6. Casamento mais unido do que nunca: as crises econômicas, assim como todas as dificuldades, permitem o amadurecimento, o crescimento e até podem fortalecer o casamento. Isso depende de como as situações serão administradas. O importante é que o casal esteja muito unido nos momentos de escassez material, apoiando-se mutuamente e sendo positivos para vencer a adversidade.
  7. Todos devem ajudar. Quando uma família trabalha em equipe, todos – pais e filhos – devem buscar soluções para seguir adiante e fazer frente à crise. Cada um, de acordo com suas possibilidades, deve contribuir com a economia familiar.
Fonte: Aleteia
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Segredo da Felicidade

O segredo da felicidade, segundo estudo de Harvard

Jacob Lund

Os cientistas observaram pessoas da adolescência até a morte (o estudo começou em 1938!) e chegaram a conclusões surpreendentes

Psicologia positiva é a área da psicologia que estuda os fatores que fazem as pessoas se sentirem satisfeitas com suas vidas e florescerem. Como sou meio cética com auto-ajuda fundo de quintal, a ideia de um campo de estudos sério que trata sobre estratégias e hábitos que melhoram nossa vida me fascina. E está cheio de informação bacana disponível por aí.

Há um tempo assisti quase que por um acaso um documentário super legal sobre felicidade. – Happy.  Já é até meio velho, de 2011, mas estava no Netflix aqui da Alemanha e me pareceu uma ótima pedida para antes de dormir. No filme são entrevistados vários pesquisadores de psicologia positiva e pessoas que se consideram felizes mundo afora (tem até um surfista brasileiro!). E a grande conclusão é que tudo aquilo que a gente persegue freneticamente no mundo ocidental (fama, dinheiro e etc) não são fatores importantes para a que a gente se sinta satisfeito com a vida.

 Segundo os depoimentos coletados, o importante para a gente arrasar nesta passagem pelo planeta Terra é: relacionamentos, atividade física, nossa contribuição para a sociedade e cultivo de um certo sentimento de fascinação pela vida. Um dos depoimentos mais legais do filme era de uma mulher que era super linda e sofreu um acidente de carro e ficou com o rosto desfigurado. O casamento acabou, ela passou o pão que o diabo amassou e só não se matou porque queria esperar o filho crescer para poder se matar sem consciência pesada. Só que ela vai vivendo, e conhece um homem, eles se apaixonam e ela reconstrói a vida dela. E no final do depoimento ela diz que parece até mentira, mas que ela é muito mais feliz agora na relação atual do que quando ela era todo bonitona, antes do acidente no outro casamento.

Outra coisa super legal que eu assisti sobre felicidade foi uma palestra do TED.  O palestrante era o 4° diretor de um estudo da Harvard iniciado em 1938 sobre felicidade humana. Provavelmente o estudo mais longo sobre o tema já realizado no mundo inteiro. Os pesquisadores pegaram homens na adolescência e juventude e os seguiram por toda a vida. Eles faziam exames médicos, respondiam questionários sobre suas vidas e sobre como se sentiam. Alguns dos participantes estão hoje na casa dos 90 anos. Ou seja, um estudo sem precedentes mesmo. O diretor da pesquisa explica que depois de seguir a vida das pessoas por décadas, a conclusão mais absoluta  é que não é nem fama, nem dinheiro que traz felicidade, mas sim você ter bons relacionamentos.

Independente do que elas tinham alcançado materialmente na vida, independente até da saúde, as pessoas que tinham boas relações com os amigos, família e com a comunidade em que estavam inseridas se sentiam muito mais felizes do que aqueles que não alcançaram esse elo de relacionamentos. E isso não necessariamente tem a ver com a quantidade de amigos, ou com o fato de você estar casado ou não. Mas sim com a qualidade dos relacionamentos. Afinal, tem muita gente casada que se sente sozinha.

Segundo os pesquisadores até o cérebro das pessoas na velhice funciona melhor se elas sentem que existem pessoas nas suas vidas com quem podem contar. E outra: solidão mata! Sim, os homens que se diziam sozinhos, viveram menos na média!

 

Fonte:  TSMM
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O Brasil não é um país abortista, diz pesquisa

Brasil é o segundo país que mais rechaça o aborto, indica pesquisa

Imagem referencial. Foto: Pixabay / Domínio público.

 

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Fases do amor conjugal

O amor tem 5 fases, mas a maioria dos casais para na 3ª. Por quê?

Caia Image | Getty Images

Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro

Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro.

O segredo está em vencer as “5 Fases do Amor”:
  1. Se apaixonar
  2. Se tornar um casal
  3. Desilusão
  4. Criação de amor real e duradouro
  5. Uso do poder dos dois para mudar o mundo

Jed Diamond observa que muitos casamentos se despedaçam e a maioria das pessoas não sabe o por quê.

“Eles acreditam equivocadamente que escolheram o parceiro errado. Depois de passar pelo processo de luto, começam a procurar novamente.”

Quando na verdade, considera que os casais estão “procurando o amor em todos os lugares errados”.

“Eles não entendem que a Fase 3 não é o fim, mas o verdadeiro começo para alcançar um amor real e duradouro.”

Confira:

FASE #1: SE APAIXONAR

Esse estágio é maravilhoso, diz o o psicoterapeuta, porque estamos inundados de hormônios como a dopamina, oxitocina, serotonina, testosterona e estrogênio.

Esse é também o momento em que projetamos todas as nossas esperanças e sonhos na outra pessoa.

Acreditamos que todas as promessas que nossos relacionamentos anteriores não conseguiram cumprir, finalmente serão satisfeitas.

Temos certeza de que permaneceremos apaixonados para sempre”, diz ele.

A pessoa parece perfeita e tudo parece tão verdadeiro e certo, palavras, ações e os sonhos.

FASE #2: SE TORNAR UM CASAL

Então segue-se para o passo seguinte, em que o amor se aprofunda e se desenvolve e os dois se juntam como um casal.

Passam a viver juntos, é um momento de união e alegria.

“Aprendemos o que a outra pessoa gosta e expandimos nossas vidas individuais para começar a desenvolver uma vida de ‘nós dois’”.

Nós nos sentimos mais ligados com a pessoa amada, seguros e protegidos. Muitas vezes pensamos que este é o nível máximo do amor e esperamos que continue assim para sempre. Mas a Fase 3 chega.

FASE #3: DESILUSÃO

O estágio que pode definir o fim ou o fortalecimento de um relacionamento.

Período em que pequenas coisas começam a nos incomodar. Nós nos sentimos menos amados e cuidados. Às vezes até nos sentimos presos, ficamos mais irritáveis e irritados ou feridos.

“Nós podemos ficar ocupados com o trabalho ou com a família, mas as insatisfações se acumulam.”

Momento de questionar os sentimentos e enfraquecimento da relação: para onde foi a pessoa ou o amor que uma vez tivemos?

Até surge o pensamento de deixar uma das partes de “nós dois”. Nessa hora você desiste ou persiste?

Há um velho ditado: ‘Quando você estiver atravessando o inferno, não pare.’ Isso parece ser verdade nesta fase da vida. O lado positivo da Fase 3 é que o calor [desse inferno] queima muitas das nossas ilusões sobre nós mesmos e nosso parceiro. Temos a oportunidade de nos tornar mais amorosos e apreciar a pessoa com quem estamos, e não as projeções que colocamos sobre eles como nosso ‘companheiro ideal.’”

FASE #4: CRIAÇÃO DE AMOR REAL E DURADOURO

“Um dos presentes de enfrentar a infelicidade na Fase 3 é que podemos chegar ao âmago do que causa a dor e o conflito.”

Depois de ultrapassar esse momento de provação, os dois aprendem a ser aliados se ajudando a entender e curar suas feridas.

Sem desilusões, o outro não é alguém que você sempre sonhou, mas alguém que é capaz de amar você por ser exatamente quem é.

“Não há nada mais satisfatório do que estar com um parceiro que vê você e te ama por quem você é. Eles entendem que seu comportamento prejudicial não é porque você é mau ou sem amor, mas porque você foi ferido no passado e o passado ainda vive com você. À medida que melhor entendemos e aceitamos nosso parceiro, podemos aprender a amar a nós mesmos cada vez mais profundamente.”

FASE #5: USO DO PODER DOS DOIS PARA MUDAR O MUNDO

Esse é o estágio em que as diferenças e dúvidas foram superadas, a confiança e companheirismo estão tão fortalecidos que os dois conseguem causar diferenças no mundo a partir de seu amor real e duradouro.

“Se pudermos aprender a superar nossas diferenças e encontrar um amor real e duradouro em nossos relacionamentos, quem sabe poderemos trabalhar juntos para encontrar um amor real e duradouro no mundo.”

É uma oportunidade para juntos usar o “poder de dois” para direcionar a um propósito de vida em comum.

Com todos os estágios superados, vocês sabem que chegaram a uma cumplicidade construída com uma base sólida.

Você concorda com o psicoterapeuta? Compartilhe com os seus amigos!

 

(via Awebic)

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Fique mais tempo com sua mãe

Quanto mais tempo você passar com sua mãe, mais ela viverá, aponta estudo

Phovoir
Já falou com a sua mãe hoje? Estudo diz que você deveria convidá-la para jantar em breveJá falou com a sua mãe hoje?

Um estudo de 2012 diz que você deveria convidá-la para jantar em breve.

Esse estudo concluiu que a solidão é um fator significante no declínio da qualidade de vida em adultos idosos.

Isso pode acarretar risco de depressão, diminuição da capacidade cognitiva e problemas diversos como os cardíacos, podendo até levar à morte precoce.

Outro estudo publicado no Diário PLoS Medicine, em 2010, concluiu que os laços sociais são tão importantes para o prolongamento da vida como perder peso quando se é obeso ou começar a realizar atividades físicas, se você é sedentário.

Julianne Holt-Lunstad, autora do estudo, afirma que “nossos relacionamentos sociais são importantes não apenas para a nossa qualidade de vida, mas também para a longevidade”.

E continua:

“Através da história da humanidade, nos apoiamos em outros para proteção e comida, e, apesar dos avanços modernos que podem contribuir com certos aspectos da sobrevivência e que nos ajudam a vivermos mais independentemente, parece que os relacionamentos ainda impactam nossas chances de sobrevivência”.

Passar um tempo com nossos pais é benéfico para nós também

A sabedoria passada de geração a geração é inestimável e ninguém entende tão bem disso quanto um pai e uma mãe.

Se pais e mães são beneficiados pela companhia de seus filhos, imaginem de seus netos.

Essa pesquisa mostra que avós que tomam conta dos netos tem menos probabilidade de desenvolver Alzheimer e demência.

Além disso, a companhia dos avós é muito divertida para as crianças. Este é o tipo de relacionamento em que todos saem ganhando.

Quer uma sugestão para entreter a família toda na próxima vez que encontrar seus pais?

Que tal pedir a eles para contarem histórias dos avós deles e começar a montar uma árvore genealógica para mapear a sua própria história?

Se preferir, comece uma nova tradição como tirar uma foto da família toda uma vez por ano, fazer uma viagem com a família toda ou se voluntariem para uma ação social.

As possibilidades são infinitas. Aproveite!

 

 

 

Fonte:  Awebic
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Orações para seu esposo

6 orações curtas para você rezar pelo seu esposo

Inspiradas nas cartas de São Paulo

Rezar pelos filhos? Fácil, dizem todas as mães. Mas, e pelo esposo? Quem, de verdade, reza por seu marido todos os dias? Em nosso ritmo de vida tão ocupado, os esposos às vezes se tornam uma figura esquecida, “o último da fila”, como lamentam alguns deles. Encontramos tempo para rezar pelos filhos, para que eles tenham sucesso nas diferentes etapas de suas vidas, inclusive participamos de grupos de oração de mães. Mas, às vezes, nem passa por nossas cabeças rezar por nossos maridos! Esta falta de hábito faz com que nos dê mais trabalho encontrar as palavras quando queremos orar por eles.

Aqui, há seis sugestões de orações baseadas nas cartas de são Paulo. São orações curtas, eficazes e fáceis de fazer.

  1. Para que meu esposo conheça o amor de Deus

“Que Cristo habite pela fé em vossos corações, arraigados e consolidados na caridade, a fim de que possais, com todos os cristãos, compreender qual seja a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, isto é, conhecer a caridade de Cristo, que desafia todo o conhecimento, e sejais cheios de toda a plenitude de Deus” (Carta de São Paulo aos Efésios, 3:17-19).

Oração: Senhor Jesus, me coloco em Tua presença para te implorar que envolvas o coração de meu esposo com Teu Sagrado Coração. Ajuda-o a ter absoluta confiança em Ti. Que Teu amor crie raízes profundas nele, e que este Amor se estenda às nossas vidas. Que meu esposo possa conhecer Tua infinita misericórdia, para que compreenda que teu amor é mais real do que qualquer experiência terrena.

2.    Para que ele cumpra sua vocação como esposo

“Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo” (Carta de São Paulo aos Efésios 5:25-28) .

Oração: Senhor, segundo Tua vontade, meu esposo se aproximou da santidade graças ao Sacramento do Matrimônio. Enche seu coração com Teu amor e ajuda-o a cumprir sua vocação, seguindo o Teu caminho.

  1. Para que meu esposo ensine Teu amor a nossos filhos

“Pais, não exaspereis vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e doutrina do Senhor” (Carta de São Paulo aos Efésios, 6:4).

Oração: Espírito Santo, encha o coração do meu esposo com Tua paz, para que ele transmita o Teu amor a nossos filhos. Concede-lhe a paciência e a sabedoria necessárias para criar nossos filhos na pureza e na fé. Ajuda-o a guiar nossos filhos pelo caminho correto e a incentivá-los a permanecerem sempre próximos a Ti.

4.    Para o bem de nossa família

“O meu Deus há de prover magnificamente a todas as vossas necessidades, segundo a sua glória, em Jesus Cristo” (Carta de São Paulo aos Filipenses, 4:19).

Oração: Senhor, Tu sabes do que precisamos. Peço-Te que concedas sempre a meu esposo a graça de utilizar nossos recursos com sabedoria, de ser “pobre de espírito” e generoso com os necessitados. Amém

5.    Para que meu marido seja o homem que o Senhor o chamou a ser

“Vigiai! Sede firmes na fé! Sede homens! Sede fortes! Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade” (Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios, 16:13-14).

Oração: Senhor, confio a Ti todas as decisões de meu esposo, seus projetos, suas inquietudes e todo o seu ser. Que ele seja forte no Teu amor e tire forças de sua fé. Que seja o homem que Tu o chamou a ser: valente, alegre e generoso. Que ele cresça na fé, na esperança e na caridade.

6.    Para que meu esposo aja sempre com sabedoria e discernimento

“Não cesso de dar graças a Deus por vós, lembrando-me de vós nas minhas orações. Rogo ao Deus de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da glória, vos dê um espírito de sabedoria que vos revele o conhecimento dele; que ilumine os olhos do vosso coração, para que compreendais a que esperança fostes chamados, quão rica e gloriosa é a herança que ele reserva aos santos, e qual a suprema grandeza de seu poder para conosco, que abraçamos a fé ” (Carta de São Paulo aos Efésios, 1:16-19).

Oração: Senhor Jesus, Tu que levas o bem aonde vais, Te peço que concedas ao meu esposo a graça de seguir Teus passos. Que ele tenha a força de avançar com sabedoria e a consciência de que suas escolhas têm consequências para nossa família. Que seu coração resplandeça com a luz do Espírito Santo, para que ele possa seguir com firmeza e confiança diante de quaisquer obstáculos no caminho. Amém.

Virgem Maria, Mãe de Deus, cobre meu esposo com teu manto, para que ele receba as graças necessárias para ser o protetor de nossa família, como era São José. Por teu abraço maternal, Maria, concede-lhe um sentimento de segurança, para que nunca se sinta abandonado. Amém.

Fonte: Aleteia
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Conversando com filhos sobre notícias ruins

6 dicas para conversar com seus filhos sobre notícias ruins ou assustadoras

Marina Dyakonova

Como explicar ou conversar sobre notícias ruins com as crianças para que elas não fiquem com medo ou traumatizadas?

Hoje em dia, as crianças têm acesso a muitas tecnologias, como rádio, TV, internet. Mesmo que os pais controlem o conteúdo a que as crianças são expostas, elas podem se deparar com notícias assustadoras: como mortes, acidentes, crimes. Ao mesmo tempo, às vezes coisas ruins acontecem próximas à família, como a morte de um parente. Como explicar ou conversar sobre o assunto com as crianças, para que elas não fiquem com medo ou traumatizadas?

Confira algumas dicas do Dr. Paul Coleman, autor de “How to Say It to Your Child When Bad Things Happen” (em tradução livre, “Como falar com seu filho quando coisas ruins acontecem”), sobre as melhores maneiras de falar com crianças sobre imagens e eventos perturbadores:

1 – Espere até que elas tenham pelo menos 7 anos de idade

Segundo o Dr. Coleman, é melhor esperar que as crianças cresçam um pouco antes de conversar sobre assuntos perturbadores. Antes disso, aborde o tema apenas se a criança perguntar. “Eles podem ver algo na TV ou ouvir sobre isso na escola, e então você tem que lidar com isso. Mas crianças muito jovens podem não ser capazes de lidar bem com notícias assustadoras”, diz. Caso seja necessário falar com a criança nova sobre uma notícia ruim, siga as dicas abaixo.

2 – Sinta-se confortável em “mentir”

O mundo pode ser um lugar verdadeiramente cruel; eu sei disso e você sabe disso. Mas crianças pequenas não sabem disso. Coleman sugere até que elas podem não ser capazes de lidar com a verdade, em um nível psicológico. “Crianças mais jovens precisam ser tranquilizadas de que isso não está acontecendo com eles e não vai acontecer com eles”, indica Dr. Coleman.

Os pais podem sentir que estão “mentindo”, já que ninguém pode ter 100% de certeza do que o futuro reserva, mas estimativas de probabilidade não são algo que as crianças pequenas podem compreender; isso não as conforta. Então, tente sempre explicar que aquilo de ruim que aconteceu não vai acontecer com elas.

3 – Faça perguntas para saber o que a criança está pensando

Dr. Coleman afirma que muitos pais podem presumir que sabem como seus filhos se sentem, mas nem sempre é assim. O ideal, antes de explicar uma notícia ruim, é compreender o que aconteceu e o que a criança está sentindo. “Elas podem ter medo, ou estarem apenas curiosas. Você tem que verificar perguntando coisas como ‘o que você ouviu?’, ‘o que você acha?’”, diz.

Se elas estão com medo, pergunte do que elas têm medo – não assuma que você sabe. Crianças às vezes usam lógica distorcida. Por exemplo, elas assistem um edifício colapsando na TV e acham que é o prédio da mamãe que caiu. Depois que souber o que elas estão pensando, tente oferecê-las uma sensação de segurança.

4 – Nunca diga que os sentimentos dela são “errados”

Nunca diga para a criança que ela não deve ter medo. Deixe-a saber que seus sentimentos fazem sentido, e que ela pode sentir tudo o que está sentindo. Nunca a faça se sentir mal por estar com medo, mas sim deixe-a saber que ela não precisa ter medo.

5 – Aproveite a situação como um momento de ensino

Falar sobre coisas ruins pode levar a discussões sobre como ajudar os outros, além de dar aos pais uma oportunidade para ser um modelo de compaixão. Por exemplo, se uma tragédia aconteceu próxima a sua localidade e muitas pessoas perderam seus pertences, ensine a criança a ajudar, doando roupas ou alimentos.

6 – O que fazer se a tragédia afetar seus filhos

Às vezes, a notícia ruim chega ou acontece dentro de casa, e não há maneira de proteger seus filhos. Se você está lidando, por exemplo, com a morte de um amigo ou membro da família, seja honesto sobre o assunto, mas ofereça alguma separação entre o que aconteceu e o que eles temem que pode acontecer. Explique que é normal que eles se sintam tristes por perderem alguém. Mas deixe claro que isso não vai acontecer a você, por exemplo. Não tenha medo de usar frases como “a vovó estava muito velha e muito doente, mas eu não estou”, explica o Dr. Coleman. Dar conforto e segurança à criança é o mais importante nessas situações.

 

Fonte: Psicólogos no Brasil
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Foto referencial Pixabay domínio público

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