Ciência



Apple e o monge trapista

O monge que influenciou o design da Apple

Por causa de um monge trapista, os computadores da Apple têm a aparência que os deixou famosos

Padre e calígrafo”: era o que se lia no cartão de Robert Palladino, em um impecável estilo itálico renascentista. Falecido no em fevereiro de 2017, aos 83 anos, Palladino era um renomado mestre calígrafo. Por anos, bebês batizados por ele recebiam certidões produzidas a mão. No estado americano do Oregon, onde viveu, as licenças médicas expedidas pelo governo levaram a sua caligrafia por gerações.

Como monge trapista, Palladino aprendeu a sua arte no silêncio, refinando-a através de anos de estudo. Deixando a ordem, passou a dar aulas. Uma autoridade em história, estrutura e estética da escrita da antiguidade até o presente, ele lecionou caligrafia no Reed College, em Portland, de 1969 até a sua aposentadoria, em 1984. Foi ali que a sua vida cruzou com a de um jovem que em seguida deixaria a faculdade, chamado Steve Jobs.

Um personagem baseado no padre Palladino, interpretado pelo jovem ator William Mapother, aparece em Jobs, o filme de 2013 estrelado por Ashton Kutcher. Aos jornalistas que perguntaram a Palladino se ele veria o filme, ele respondeu, como era característico, que viu poucos filmes.

Jobs estudou ali em 1972, antes de largar a faculdade por razões econômicas, mas circulou pelo campus ainda por mais de um ano. Durante esse período, ele participou como ouvinte das aulas de Palladino. Depois de fundar a Apple, em 1976, Jobs creditou diversas vezes as fontes elegantes usadas em seus produtos – e o seu grande interesse pelo design dos computadores como objetos físicos – ao que aprendeu nessas aulas.

“Eu aprendi sobre fontes com e sem serifa, sobre a variação do espaçamento entre diferentes combinações de letras, sobre o que faz uma ótima tipografia ser ótima”, disse Jobs em 2005, em um discurso em Stanford. “Era belo, histórico, artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não consegue capturar, e eu achei fascinante”.

“Dez anos depois, quando estávamos pensando no design do primeiro computador Macintosh, tudo aquilo voltou em mim. E fizemos o design a partir disso”, contou Jobs. “Foi o primeiro computador com uma tipografia bela. Se eu não tivesse participado daquela matéria na faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tipos ou fontes com espaçamento proporcional. E como o Windows somente copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal seria assim”.

Perfil

Não importa se estivesse escrevendo em alfabeto fenício, hebraico, grego ou latino – em sua variedade de formas, desde as elegantes letras maiúsculas de monumentos romanos até a curvilínea escrita uncial de escribas medievais – cada traço da pena do padre Palladino levava em si deliberação meditativa, fidelidade histórica e nem um só desperdício de movimento.

Robert Joseph Palladino nasceu em Albuquerque, no Novo México. Em 1950, aos 17 anos, ele entrou em um mosteiro trapista na cidade de Pecos. Foi ali que começou a ser treinado na caligrafia.

Em 1955, depois de anos de tentativas em cultivar o solo nada promissor do Novo México, o mosteiro se mudou para Willamette Valley, no Oregon. Ali, Palladino serviu como maestro do coro do mosteiro, dirigiu a sua oficina de encadernação e se tornou o seu principal escriba – além de cuidar do pomar.

“Em um mosteiro de silêncio, sinais escritos vêm a calhar”, disse ele ao The Catholic Sentinel, em 2011.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Ele foi ordenado padre em 1958. Mas ficou incomodado com algumas repercussões do Concílio Vaticano II na vida monástica e deixou o mosteiro e a vida sacerdotal em 1968.

Estabelecendo-se em Portland, ele passou a trabalhar no Reed College em 1969. No mesmo ano, viajou a Davenport, em Iowa, para aprofundar o estudo de caligrafia, entalhe e história da arte no St. Ambrose College, onde teve por professor o padre Edward Catich, um eminente calígrafo e paleógrafo.

Dispensado dos deveres sacerdotais pelo papa Paulo VI, Palladino casou-se com a clarinetista Catherine Halverson, também em 1969. Eles tiveram um filho, Eric. Catherine morreu em 1987. Em 1995, Palladino foi readmitido ao sacerdócio e trabalhou em paróquias do Oregon. Ele também deu aulas de caligrafia na universidade estadual de Portland, no Pacific Northwest College of Art e em outros lugares.

Embora esteja demonstrada a influência do padre Paladino em Steve Jobs, o contrário não pode ser dito. Até o fim de sua vida, Palladino nunca usou um computador. “Eu tenho minha mão”, ele dizia, “e tenho minha pena. É isso.”

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Fonte: aleteia
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Arrependa-se do que você não fez

Nunca se arrependa do que você já fez, da coragem que colocou em cada ação para atingir o seu objetivo ou o seu sonho

Nunca se arrependa do que você já fez, da coragem que colocou em cada ação para atingir o seu objetivo ou o seu sonho. Arrepender-se do que você fez pelo simples fato de que as coisas não aconteceram como o esperado é um absurdo e um desperdício de energia e de tempo. E se tivesse corrido tudo bem? Você se arrependeria?

Se a resposta for não, então não deve se arrepender por ter tentado, por ter se arriscado. O que realmente gerou esse arrependimento é que você não estava contando com a frustração. Muitas vezes as nossas expectativas não se concretizam. A vida é assim.

O fracasso deve servir como um aprendizado, e até mesmo para tentar novamente com as experiências adquiridas.

Arrepender-se é permanecer na zona de conforto, sonhando com o que poderia ter sido. Neste caso, desistimos de tentar, não lutamos para alcançar os nossos objetivos. Nos contentamos com uma vida desprovida de emoções por medo das frustrações.

Mas as frustrações e decepções fazem parte da vida. Mais cedo ou mais tarde elas chegarão até você, mesmo que você não se arrisque ou salte para o vazio com um projeto novo. Elas aparecem por outro lado: com a família, com o seu parceiro, com a sua vida, com o trabalho … Até mesmo a própria falta de riscos pode se tornar uma fonte de frustração.

Não colecione arrependimentos

Todas as decisões, todas as suas ações, tudo o que sonhou, tudo pelo que lutou, definem a pessoa que você é hoje, o lugar em que você deseja ficar e para o qual orientar a sua vida. Ninguém deve se arrepender do que é ou de como escolheu viver.

O sucesso é supervalorizado na sociedade atual, e parece que somente é valorizado aquele que, mesmo correndo riscos, acaba triunfando.

Valorizamos muito os resultados, mas não valorizamos tanto o progresso, o sacrifício e o esforço de todas as pessoas que batalham para atingir os seus objetivos. Sabemos que, às vezes, tudo dá certo, e em outras, perdemos a aposta.

Essa essência é o que realmente tem valor: ter um objetivo que nos impulsiona para continuar vivendo; amá-lo, arriscar o nosso dinheiro, tempo e trabalho por ele. Na realidade, é tudo que nos motiva e reforça, em vez de focar somente no resultado. O sonho de construirmos tudo que queremos é o que nos faz levantar todas as manhãs, faz com que nos sintamos um pouco mais felizes.

Portanto, você não deve se arrepender do que fez; arrependa-se do que não fez por medo do fracasso. E também não é o caso de se castigar por ter dado muita atenção ao seu medo, mas é aconselhável que você perceba que se deixou levar por uma emoção negativa. Uma emoção que passou e foi substituída por aquilo que poderia ter sido.

Não se preocupe, nós podemos aprender. Nós não somos perfeitos e é muito comum se deixar guiar ou ser manipulado por algumas emoções. Mas podemos aprender com elas. “Vire a mesa” e decida voar de uma vez por todas, não importa o que aconteça!

Seja corajoso para empreender o voo, mas também para gerir a queda

Uma pessoa madura tem sonhos e expectativas, mas também tem os pés no chão. São pessoas que conhecem muito bem a si mesmas e se aceitam incondicionalmente; sabem perfeitamente até onde podem chegar ou não.

Elas conhecem os seus limites e potencialidades e, com base nisso, traçam um plano e são capazes de realizá-lo, porque sabem que têm controle suficiente sobre a situação.

Quando falamos de controle, falamos de tudo aquilo que realmente podemos controlar, é claro. Ou seja, o que depende de nós mesmos: frustrações, ações, decisões, tolerância…

Elas são pessoas corajosas, que têm suas mentes sempre no presente, mas imaginam um futuro melhor. Querem comer a vida mastigando forte com os dentes ao invés de experimentar um pouco, fazendo cara de nojo antes de provar um novo sabor. Seu pensamento se resume em: “Se estamos aqui para viver, então vivamos. Se as coisas derem errado, veremos como podemos gerenciá-las”.

Isso não significa que elas são “cabeças ocas”, que não sabem o que fazem. Na realidade, os impulsivos também sentem muito medo. A sua maturidade e inteligência emocional os torna corajosos, mas também responsáveis e cautelosos.

A chave para o sucesso reside nos fato de que elas não se apavoram quando pensam sobre os possíveis fracassos. Na verdade, como são realistas, não os percebem como prováveis, apenas como possibilidades.

O que você está esperando para ser um pouco mais corajoso? Você acha que deve ficar sempre na areia da praia, sem entrar no mar? Você está aqui para viver, para se arriscar, para alcançar todos os seus sonhos e descobrir a magia que se esconde por trás deles. E se você falhar, pode aprender e retomar o voo. Nunca mais se arrependa daquilo que você fez; arrependa-se somente daquilo que não fez por causa do medo.

 

Fonte: Mente Maravilhosa
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Jejum faz bem

Acredite: estas descobertas científicas sobre o jejum vão te surpreender

Por getideaka

Neurocientistas mostram o que o jejum faz ao seu cérebro e por que a indústria farmacêutica não vai estudar este fenômeno

Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas industrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão medica foi comprada pela indústria farmacêutica.

Dr. Richard Horton, editor chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura cientifica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Marcia Angell, antiga editora chefe da New England Journal of Medicine, disse que a “a indústria farmacêutica gosta de ser mostrar como uma indústria baseada em pesquisam, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”

E é por isso que John Loannidis, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS.

Dr. Mattson comenta no final do vídeo:

“Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existe um monte de evidência que mostra isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido.
A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica?
Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitem periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis? ”

Principais pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio

Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer

“Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.

Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem especifica com muita gordura e pouco carboidrato).

Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.”

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.

“A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido.”

A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).

Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.

“O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria – como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.

Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.
Eles concluíram que o jejum altera as células tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clinicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa. Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.

“Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco do sistema hematopoético…

Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminui no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam” – Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Antes de jejuar

Antes de começar a jejuar, tenha certeza que fez seu dever de casa. Pessoalmente, eu venho jejuando por anos e é algo fácil para mim.

Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como “dieta 5:2”.

No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

Como você pensa sua dieta é, na minha opinião, uma das mais importantes, se não a mais importante parte de estar saudável. Como você pensa sobre o que você está inserindo no seu organismo é importante e eu acredito que isso irá eventualmente ficar firmemente estabelecido na literatura médica não influenciável no futuro.

 

Fonte: Tema Livre
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Desafios que mudam sua Vida

Um desafio de 30 dias para mudar sua vida

Por Rawpixel.com
 

Escolha pelo menos 3 itens desta lista e veja transformações incríveis no seu cotidiano

Sim, é possível mudar, em 30 dias, padrões negativos de comportamento.

No começo, talvez você sinta uma grande energia para bater as metas, mas tal disposição deve se manter até o final. Escolha pelo menos 3 itens da lista de sugestões a seguir, pratique-os diariamente e veja a diferença!

 

Tarefas fáceis

 

Caminhe 30 minutos por dia

Está comprovado que este simples exercício mantém a saúde do coração e controla os níveis de gordura.

Faça um caminho diferente

A cada dia, no caminho ao trabalho ou para qualquer outra atividade, faça uma rota diferente da habitual. Assim, você terá a chance de manter um olhar novo sobre o que o rodeia e conhecer mais da sua cidade.

Faça leituras enriquecedoras

A cada dia, leia algo que ajude a melhorar o ânimo. Pode ser um texto sobre meditação, reciclagem ou alimentação saudável, por exemplo.

Inspire-se todos os dias

Quando estamos inspirados, não há dificuldade que nos derrube. Escreva uma frase motivacional e pendure em seu espelho ou no escritório. Outra ideia é assistir um vídeo ou ouvir uma música que estimulem a sensação de inspiração.

Explore uma habilidade

Diariamente, explore uma nova habilidade: teste com dança, canto, alguma arte marcial ou mesmo com tutoriais online sobre como fazer origamis ou construir uma luminária para sua casa.

 

Tarefas menos fáceis (mas possíveis)

Acorde cedo

Se você for madrugador, esta tarefa será fácil. Do contrário, ir para a cama cedo exigirá esforço da sua parte, mas permitirá que você descanse o suficiente. Acordar cedo é fundamental para que seu corpo esteja com 100% de energia disponível para as atividades do dia a dia.

Escreva um diário

Guarde um registro das coisas que aconteceram no seu dia, ainda que sejam decepções com outras pessoas. Após 30 dias, você irá se surpreender com seus novos padrões de pensamento e comportamento. Assim, ficará fácil identificar e mudar aquilo que não está indo bem.

Vença o medo de fazer algo

Diariamente, enfrente algo que te assusta, como conversar com um desconhecido ou expressar seus incômodos no relacionamento. Este é um exercício libertador que fortalece o caráter.

Medite

Está comprovado que a meditação ajuda no equilíbrio do sistema nervoso, acalmando em qualquer situação. Não importa se a técnica usada é ouvir um mantra por 5 minutos ou prestar atenção à própria respiração: o exercício de trabalhar com a mente sempre funciona.

Não reclame

Durante 30 dias, tente não reclamar de nada. Isto não quer dizer não ser crítico ou que você deva fechar os olhos para coisas ruins. No entanto, proponha soluções em vez de se queixar dos problemas.

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Fonte: Incrível.club)
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Quem tem Fé, tem vida mais longa

A fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundo

A fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundoA fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundo (Fonte:Divulgação)

Muitas pessoas tem fé. É muito comum acreditar em algo sobrenatural para explicar alguma situação do dia a dia. Mas será que a ciência consegue explicar isso?

A resposta é sim. Talvez nem todos acreditem, mas pesquisas comprovaram que pacientes que acreditam em algo costumam reagir melhor a tratamentos de depressão, ansiedade ou distúrbios de sono.

O Instituto Dante Pazzanese revelou que estes que creem em algo tendem a ter um risco de morte 30% inferior aos outros.

Isso acontece por causa do psicológico dos que sofrem com as doenças, ou seja, estes indivíduos expulsam os pensamentos negativos e evitam o consumo de álcool ou drogas.

Um caso que prova esta teoria é o de Ana Maria Braga. Ela sofreu com um câncer no reto nos anos 2000 e conseguiu se recuperar depois de 8 meses.

Sua melhora está muito ligada com a religião, ela costumava ir em 2011 na Missa da Esperança, na Igreja de Fátima, em São Paulo. Desde este dia, ela vai pelo menos uma vez por ano até Fátima, em Portugal, para rezar.

Outro caso é o de Viviane Ribeiro, que tinha o sonho de engravidar, mas foi informada pelos médicos que o único método seria a inseminação.

Ela e seu marido nunca desistiram e continuaram tendo fé. E foram abençoados depois de algumas semanas, quando foram a uma clínica pública e descobriram que Viviane estava esperando um filho.

Estas histórias são provas de que vale a pena acreditarmos em algo. A fé é algo que pode mudar totalmente a nossa vida, ela tem o poder de melhorar totalmente o psicológico de qualquer um.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
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Dicas para usar bem seu Dinheiro

12 conselhos da Bíblia sobre o dinheiro e os bens

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Sim, a Bíblia nos dá dicas preciosas para administrar com sabedoria!

1. Viva do seu próprio trabalho e não às custas dos outros

Quando estávamos convosco, nós vos dizíamos formalmente: Quem não quiser trabalhar, não tem o direito de comer. Entretanto, soubemos que entre vós há alguns desordeiros, vadios, que só se preocupam em intrometer-se em assuntos alheios. A esses indivíduos ordenamos e exortamos a que se dediquem tranquilamente ao trabalho para merecerem ganhar o que comer.

(II Tessalonicenses 3, 10-12)

2. Planeje bem os seus gastos e investimentos

Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la? Para que, depois que tiver lançado os alicerces e não puder acabá-la, todos os que o virem não comecem a zombar dele, dizendo: Este homem principiou a edificar, mas não pode terminar.

(Lucas 14, 28-30)

3. Mantenha uma poupança

Na casa do sábio há reservas de comida e azeite; o homem imprudente, porém, devora tudo o que pode.

(Provérbios 21, 20)

4. Não seja avarento

Vivei sem avareza. Contentai-vos com o que tendes, pois Deus mesmo disse: Não te deixarei nem desampararei.

(Hebreus 13, 5)

5. Não ame o dinheiro

Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições.

(I Timóteo 6, 9-10)

6. Não seja escravo do dinheiro

Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

(Mateus 6, 24)

7. Construa uma herança para os seus filhos

Quem se descuida dos seus, principalmente dos de sua própria família, é um renegado, pior que um infiel.

(I Timóteo 5, 8)

8. Reconheça que Deus é o dono de tudo

A vós, Senhor, a grandeza, o poder, a honra, a majestade e a glória, porque tudo que está no céu e na terra vos pertence. A vós, Senhor, a realeza, porque sois soberanamente elevado acima de todas as coisas. É de vós que vêm a riqueza e a glória, sois vós o Senhor de todas as coisas; é em vossa mão que residem a força e o poder. E é vossa mão que tem o poder de dar a todas as coisas grandeza e solidez.

(I Crônicas 29, 11-12)

9. Dedique a Deus o uso dos seus bens

Honra o Senhor com teus haveres, e com as primícias de todas as tuas colheitas. Então, teus celeiros se abarrotarão de trigo e teus lagares transbordarão de vinho.

(Provérbios 3, 9-10)

10. Pague seus impostos e suas dívidas

Pagai a cada um o que lhe compete: o imposto, a quem deveis o imposto; o tributo, a quem deveis o tributo; o temor e o respeito, a quem deveis o temor e o respeito. A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei.

(Romanos 13, 7-8)

11. Cuide bem do que é dos outros caso você o administre

E se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso?

(Lucas 16, 12)

12. Pratique a caridade e o bem para com o próximo

Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.

Então o Rei dirá aos que estão à direita:
– Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.

Perguntar-lhe-ão os justos:
– Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?

Responderá o Rei:
– Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá:
– Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes.

Também estes lhe perguntarão:
– Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?

E ele responderá:
– Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.

E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.

(Mateus 25, 31-46)

Fonte: Aleteia
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Depressão escondida

7 sinais de pessoas com “depressão escondida”

Tatyana Dzemileva – Shutterstock

Fique atento: alguém da sua família (ou você mesmo) pode estar ocultando a depressão – ou nem sequer sabe que tem a doença

Existem pessoas que vão levando a vida com “depressão mascarada” ou “escondida“: elas tentam ocultar a sua depressão diante dos outros ou nem sequer sabem (ou não querem admitir para si mesmas) que têm depressão.

Isto acontece porque ainda existem, entre as pessoas, entendimentos vagos ou equivocados sobre esta doença de sintomas complexos, que variam de indivíduo para indivíduo: nem sempre é fácil identificar a presença da depressão em familiares, amigos, colegas ou até em nós próprios. O desconhecimento e os preconceitos a respeito da depressão estão diminuindo, é verdade, mas, mesmo assim, continuam sendo bastante frequentes.

No entanto, até nos casos em que o sofrimento parece “invisível”, ele deixa “sinais” que podemos captar se estivermos atentos.

E estes são 7 sinais de que uma pessoa pode estar sofrendo de “depressão escondida”:

1. A pessoa deprimida pode nem parecer deprimida, mas está constantemente cansada

Muita gente pensa que as pessoas com depressão não querem sair do quarto, ficam desleixadas e andam sempre tristes. Mas a depressão não tem os mesmos sintomas em todas as pessoas. Muitos doentes conseguem demonstrar uma aparência de boa saúde mental, mas, por baixo desse verniz, estão exaustos. De fato, um efeito bastante comum da depressão é um permanente cansaço – e, se o doente não foi diagnosticado adequadamente, nem ele sabe que a causa desse cansaço é a depressão. Talvez ele pense que está apenas com acúmulo de trabalho, ou se culpe por uma suposta preguiça, ou ache que está com “fraqueza”. Um diagnóstico sério é fundamental para dar início à solução deste quadro depressivo.

2. A pessoa deprimida pode se irritar com facilidade

Ainda é comum a ideia de que uma pessoa com depressão seja quieta, amuada, apática. Por isso, muita gente não imagina que a pessoa deprimida pode ficar bastante irritadiça. Mas ela pode; aliás, isso ocorre com frequência, já que ela precisa continuar lidando com as responsabilidades do cotidiano apesar da falta de energias, o que é bastante esgotador. Como o mundo inteiro parece mais acelerado e impaciente hoje em dia, é comum que as pessoas não interpretem essa irritabilidade como sintoma da depressão. E é por isso mesmo que é necessário ficar atento: a irritabilidade pode ser, sim, um sintoma da doença.

3. A pessoa deprimida pode parecer indiferente ao afeto dos outros

O indivíduo com depressão nem sempre se sente triste: muitas vezes, ele simplesmente não sente nada. São relativamente comuns os relatos de pacientes que se sentem frios, indiferentes, “entorpecidos”, e, nesse quadro, eles não reagem a palavras e atos de carinho. Este é outro sinal que pede atenção.

4. A pessoa deprimida pode abandonar atividades que antes gostava de fazer

O desinteresse por atividades antes prazerosas é um indicativo frequente da depressão, já que a doença esgota as energias físicas e mentais, reduzindo drasticamente a capacidade de sentir satisfação. Se não houver explicação plausível para o desinteresse crescente da pessoa por atividades das quais ela gostava, este mesmo fato pode ser um importante sintoma da depressão.

5. A pessoa deprimida pode assumir hábitos alimentares prejudiciais

A alteração dos hábitos alimentares pode ser um efeito colateral do descuido com a própria vida ou até uma tentativa de lidar com a doença: pode ser que o excesso de comida seja uma forma de tentar sentir algum prazer, por exemplo, ou que a perda de apetite seja um indicativo de que até o ato de comer já se tornou insípido e pesado. É comum achar que os maus hábitos alimentares de alguém se devam a mera falta de disciplina, mas eles também podem ser sinais relevantes de depressão clínica.

6. A pessoa deprimida pode se sentir pressionada ou exigida além das suas forças

Uma pessoa com depressão não tem as mesmas disposições de quem está mental e fisicamente sadio. Exigir o que ela não é capaz de fazer só serve para piorar o seu quadro, porque tanto pode perturbá-la e frustrá-la quanto deixá-la envergonhada e magoada. Se é sempre importante ser paciente e compreensivo com todas as pessoas no dia-a-dia, é mais importante ainda ter a sensibilidade de manter a paciência e a compreensão com as pessoas que enfrentam o peso da depressão: elas realmente não conseguem fazer as coisas com a mesma disposição de quem não sofre a doença. Não é frescura! É doença e requer tratamento – e muita paciência.

7. A pessoa deprimida pode oscilar de humor aleatoriamente

A depressão pode ser cheia de altos e baixos, alternando “dias bons” e “dias ruins” sem muita lógica aparente. Geralmente, não se percebe uma motivação específica para as variações de humor: elas podem ser apenas uma forma de manifestação da depressão. É importante prestar especial atenção à falsa impressão de que a pessoa está curada quando passa por uma série de “dias bons”: na verdade, o quadro poderá mudar de repente, reforçando a necessidade de ajuda especializada.

O que fazer se eu me identifiquei com esses sintomas?

Se você identificou esses sintomas em si mesmo ou em alguém que você conhece e concluiu que pode estar com depressão, não se assuste: a depressão é bastante comum em nossa sociedade e é perfeitamente tratável. Não se automedique: é fundamental procurar orientação médica especializada e responsável para que o tratamento seja um sucesso. Experimente consultar um psicólogo para compreender melhor o que está acontecendo; se for necessário, ele encaminhará você a um psiquiatra, que é o médico especializado nos tratamentos com medicação apropriada para reequilibrar o funcionamento do seu sistema nervoso. Junto com o tratamento, alimente a sua mente e a sua alma com motivação e fé, consciente de que essa perda de energias pode ser superada. A sua determinação de vencer e fazer o tratamento com empenho, mesmo que não sinta vontade para nada, é essencial para derrotar a depressão!

Fonte: Aleteia
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SuicídioxFelicidade

O grande paradoxo: índice de suicídios é maior nos países considerados “mais felizes”

© LeventeGyori / Shutterstock

Por que EUA, Canadá, Dinamarca, Islândia, Irlanda e Suíça estão entre os países com mais suicídios?

 

O suicídio é a primeira causa de morte não natural em vários dos países mais desenvolvidos do mundo. Nos Estados Unidos, por exemplo, são registradas por ano mais suicídios do que mortes por acidentes de trânsito.

O risco de suicídio no mundo é três vezes maior entre os homens do que entre as mulheres.

No tocante aos mais jovens, o suicídio é a segunda causa principal de morte no grupo de 15 a 29 anos de idade, segundo os dados do estudo “Prevenção do suicídio: um imperativo global”, divulgado em 2014 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Como cruciais para a prevenção, os especialistas ressaltam as redes familiares fortes e a capacidade de assimilar a frustração.

Mais suicídios nos países ditos “mais felizes”

Uma das questões que mais chamam a atenção em se tratando de suicídio é o paradoxo de que as maiores taxas de suicídio são registradas nos países considerados “mais felizes”.

Estes dados já são enfatizados no estudo “Dark Contrasts: The Paradox of High Rates of Suicide in Happy Places” (“Contrastes obscuros: o paradoxo dos altos índices de suicídio em lugares felizes”), de 2011, elaborado conjuntamente por pesquisadores da britânica Universidade de Warwick e pelos norte-americanos Hamilton College e Universidade de São Francisco.

Os cientistas responsáveis pelo estudo pretendiam documentar e analisar as causas desta paradoxal relação entre felicidade e suicídio, entendendo por “felicidade” um conjunto de aspectos de natureza material, como ter dinheiro suficiente, boa moradia, comida, roupa, carro e lazer, além de uma vida saudável, livre de privações e com autonomia para cuidar de si próprio.

O estudo levou em consideração as primeiras posições na lista dos países considerados pela revista Forbes como os “mais felizes do mundo”, bem como os seus índices de suicídio. Os 10 países, no ano do estudo, eram, por ordem de primeiro a décimo, a Noruega, a Dinamarca, a Finlândia, a Austrália, a Nova Zelândia, a Suécia, o Canadá, a Suíça, os Países Baixos e os Estados Unidos. Por sua vez, esta lista se baseava no chamado “Índice de Prosperidade”, elaborado pelo Instituto Legatum, de Londres, que classifica 110 países.

As conclusões do estudo indicaram que os países mais destacados na “lista da prosperidade” eram, ao mesmo tempo, os que apresentavam os índices mais altos de suicídio.

As causas do paradoxo

Os autores da pesquisa observam que o paradoxo tem a ver com uma comparação entre o nível de felicidade dos suicidas e o nível de felicidade dos outros: a felicidade alheia seria um fator de risco para as pessoas de baixa autoestima, descontentes por viver em lugares onde o resto dos indivíduos demonstra mais felicidade do que elas.

“As pessoas descontentes podem se sentir particularmente cansadas da vida em lugares felizes. Esses contrastes podem aumentar o risco de suicídio”, diz o professor Andrew Oswald, da Universidade de Warwick e responsável pelo estudo. “Sendo os seres humanos expostos às mudanças de humor, as comparações com os outros podem tornar mais tolerável a nossa existência num ambiente em que os outros são completamente infelizes”.

Tais conclusões questionam outras que, até então, atribuíam o índice de suicídios em países nórdicos às características particulares do próprio país, como as escassas horas de luz solar no inverno. Eram também apontadas diferenças culturais e atitudes sociais em relação com a felicidade e com o modo de conceber a vida.

Para Stephen Wu, do Hamilton College, “os resultados são coerentes com os de outra pesquisa segundo a qual as pessoas avaliam o próprio bem-estar a partir de comparações com as pessoas que as rodeiam. Essas comparações também acontecem com renda, desemprego, delinquência e obesidade”.

O contraste entre o Havaí e Nova Iorque

Os pesquisadores sugerem no estudo que as cidades com mais gente satisfeita tendem a ter maiores índices de suicídio do que aquelas com níveis de satisfação médio-baixos em termos de qualidade de vida. Um exemplo é o contraste entre o Havaí e Nova Iorque.

Segundo os seus dados, o Havaí é o segundo estado norte-americano com o nível de felicidade mais alto entre os habitantes, mas o quinto, de um total de 50 Estados, em número de suicídios. Já Nova Iorque está na 45ª posição entre os Estados com maior satisfação de vida, mas registra a segunda menor taxa de suicídio do país, logo atrás do Distrito de Colúmbia.

Como conclusão, os autores do estudo indicam que “os seres humanos podem construir suas normas mediante a observação do comportamento e dos resultados atingidos por outras pessoas e tendem a julgar a própria situação com menos dureza quando veem outras pessoas com resultados similares aos seus”.

A altitude geográfica, outro fator de risco

Outra análise sobre mortalidade, realizada em 2.584 condados dos Estados Unidos e baseada em dados reunidos durante vinte anos por especialistas de diversos centros médicos do país, revelou que viver em altitudes maiores pode ser um fator de risco de suicídio.

Segundo os autores deste estudo, ainda é desconhecido o motivo dos índices maiores de suicídio entre as pessoas que vivem em regiões de maior altitude.

Fonte: Aleteia
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O Brasil não é um país abortista, diz pesquisa

Brasil é o segundo país que mais rechaça o aborto, indica pesquisa

Imagem referencial. Foto: Pixabay / Domínio público.

 

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Fases do amor conjugal

O amor tem 5 fases, mas a maioria dos casais para na 3ª. Por quê?

Caia Image | Getty Images

Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro

Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro.

O segredo está em vencer as “5 Fases do Amor”:
  1. Se apaixonar
  2. Se tornar um casal
  3. Desilusão
  4. Criação de amor real e duradouro
  5. Uso do poder dos dois para mudar o mundo

Jed Diamond observa que muitos casamentos se despedaçam e a maioria das pessoas não sabe o por quê.

“Eles acreditam equivocadamente que escolheram o parceiro errado. Depois de passar pelo processo de luto, começam a procurar novamente.”

Quando na verdade, considera que os casais estão “procurando o amor em todos os lugares errados”.

“Eles não entendem que a Fase 3 não é o fim, mas o verdadeiro começo para alcançar um amor real e duradouro.”

Confira:

FASE #1: SE APAIXONAR

Esse estágio é maravilhoso, diz o o psicoterapeuta, porque estamos inundados de hormônios como a dopamina, oxitocina, serotonina, testosterona e estrogênio.

Esse é também o momento em que projetamos todas as nossas esperanças e sonhos na outra pessoa.

Acreditamos que todas as promessas que nossos relacionamentos anteriores não conseguiram cumprir, finalmente serão satisfeitas.

Temos certeza de que permaneceremos apaixonados para sempre”, diz ele.

A pessoa parece perfeita e tudo parece tão verdadeiro e certo, palavras, ações e os sonhos.

FASE #2: SE TORNAR UM CASAL

Então segue-se para o passo seguinte, em que o amor se aprofunda e se desenvolve e os dois se juntam como um casal.

Passam a viver juntos, é um momento de união e alegria.

“Aprendemos o que a outra pessoa gosta e expandimos nossas vidas individuais para começar a desenvolver uma vida de ‘nós dois’”.

Nós nos sentimos mais ligados com a pessoa amada, seguros e protegidos. Muitas vezes pensamos que este é o nível máximo do amor e esperamos que continue assim para sempre. Mas a Fase 3 chega.

FASE #3: DESILUSÃO

O estágio que pode definir o fim ou o fortalecimento de um relacionamento.

Período em que pequenas coisas começam a nos incomodar. Nós nos sentimos menos amados e cuidados. Às vezes até nos sentimos presos, ficamos mais irritáveis e irritados ou feridos.

“Nós podemos ficar ocupados com o trabalho ou com a família, mas as insatisfações se acumulam.”

Momento de questionar os sentimentos e enfraquecimento da relação: para onde foi a pessoa ou o amor que uma vez tivemos?

Até surge o pensamento de deixar uma das partes de “nós dois”. Nessa hora você desiste ou persiste?

Há um velho ditado: ‘Quando você estiver atravessando o inferno, não pare.’ Isso parece ser verdade nesta fase da vida. O lado positivo da Fase 3 é que o calor [desse inferno] queima muitas das nossas ilusões sobre nós mesmos e nosso parceiro. Temos a oportunidade de nos tornar mais amorosos e apreciar a pessoa com quem estamos, e não as projeções que colocamos sobre eles como nosso ‘companheiro ideal.’”

FASE #4: CRIAÇÃO DE AMOR REAL E DURADOURO

“Um dos presentes de enfrentar a infelicidade na Fase 3 é que podemos chegar ao âmago do que causa a dor e o conflito.”

Depois de ultrapassar esse momento de provação, os dois aprendem a ser aliados se ajudando a entender e curar suas feridas.

Sem desilusões, o outro não é alguém que você sempre sonhou, mas alguém que é capaz de amar você por ser exatamente quem é.

“Não há nada mais satisfatório do que estar com um parceiro que vê você e te ama por quem você é. Eles entendem que seu comportamento prejudicial não é porque você é mau ou sem amor, mas porque você foi ferido no passado e o passado ainda vive com você. À medida que melhor entendemos e aceitamos nosso parceiro, podemos aprender a amar a nós mesmos cada vez mais profundamente.”

FASE #5: USO DO PODER DOS DOIS PARA MUDAR O MUNDO

Esse é o estágio em que as diferenças e dúvidas foram superadas, a confiança e companheirismo estão tão fortalecidos que os dois conseguem causar diferenças no mundo a partir de seu amor real e duradouro.

“Se pudermos aprender a superar nossas diferenças e encontrar um amor real e duradouro em nossos relacionamentos, quem sabe poderemos trabalhar juntos para encontrar um amor real e duradouro no mundo.”

É uma oportunidade para juntos usar o “poder de dois” para direcionar a um propósito de vida em comum.

Com todos os estágios superados, vocês sabem que chegaram a uma cumplicidade construída com uma base sólida.

Você concorda com o psicoterapeuta? Compartilhe com os seus amigos!

 

(via Awebic)

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