Comunicação



Documentário do Papa sobre Arte poderá concorrer ao Oscar

Vaticano permitirá que documentário do Papa concorra ao Oscar

Pela primeira vez em sua história, o Vaticano permitirá que um documentário sobre o Papa participe do processo de seleção dos filmes que poderão concorrer ao Oscar.

Nesta terça-feira, dia 27, a autora do livro “Papa Francesco: La Mia Idea di Arte” (“Papa Francisco: A minha Ideia de Arte”), Tiziana Lupi, apresentou nos Museus Vaticanos o trabalho homônimo dirigido por Claudio Rosso Massimi, produzido pela Imago Film e distribuído por Corado Azzollini.

Segundo Lupi, o objetivo do longa-metragem, que concorrerá a uma das vagas de Melhor Documentário do Oscar de 2018, é o de “traduzir em imagens o pensamento do papa Francisco sobre a arte, que consiste no fato que, pra além da estética, a arte quer ser um
instrumento de evangelização e contemporaneamente um meio para contrastar a cultura do desperdício”.

Em um das cenas do filme, baseado no livro da italiana, por exemplo, Jorge Mario Bergoglio afirma que “Deus não conhece a nossa atual cultura o desperdício, Deus não descarta nenhuma pessoa, procura todos, ama todos”.

No documentário, o Pontífice também comenta que “os museus devem acolher as novas formas de arte e devem escancarar as portas às pessoas de todo o mundo” já que são “um instrumento de diálogo entre as culturas e religiões, um instrumento de paz”.

Graças às filmagens com resolução de imagem 4K e ao uso de um drone para tomadas aéreas, o espectador, acompanhado também pela voz do Papa, terá a sensação de realmente visitar a galeria ideal do religioso argentino.

O percurso inclui, entre outras obras, monumentos e espaços expositivos, peças como o Torso Belvedere, o Obelisco de São Pedro, a Cátedra de São Pedro, o Sepultamento de Cristo de Caravaggio, a Capela Sistina e a Virgem de Lujan de Alejandro Marmo, artista
contemporâneo amado por Bergoglio.

Na apresentação do documentário também estava a diretora dos Museus Vaticanos, Barbara Jatta, que falou sobre o papel importante da arte, principalmente a da sacra, nos dias atuais e dos museus da Santa Fé neste contexto.

Por isso, a italiana comentou que os museus do Papa tiveram nas últimas semanas uma média de 27 mil visitantes por dia e que no ano passado mais de 6 milhões de pessoas visitaram o local.

“Mesmo assim, respondemos ao pedido de papa Francisco de escancarar as portas dos museus às pessoas de todo o mundo”, completou Jatta mencionando também os vários projetos que estão sendo desenvolvidos atualmente pela entidade católica em vários
lugares, como Austrália, China e países da América Latina.

Fonte: ANSA
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Novo Documentário do Papa é sobre arte

Papa Francisco fala de sua “ideia de arte” em novo documentário

O Papa Francisco fala de arte no documentário dos Museus Vaticanos, que foi apresentado em Roma e é baseado no livro “Minha ideia de arte”.

O documentário foi dirigido por Claudio Rossi Massimi, e neste trabalho reuniram opiniões do Pontífice sobre várias obras de arte de Roma, do obelisco da Praça de São Pedro à Capela Sistina.

Todas as imagens foram filmadas com resolução de imagem 4K e conta com o uso de um drone que sobrevoou algumas áreas do Vaticano.

“Para o Papa Francisco, o valor da arte é ainda mais profundo, porque é um componente do seu pensamento de salvação, catequético e de evangelização. Sobretudo porque a arte, para o Papa Bergoglio, faz parte dessa mensagem de misericórdia que com o seu pontificado quis comunicar a todos nós”, assegurou durante a apresentação Barbara Jatta, diretora dos Museus Vaticanos.

O documentário conta com a ajuda de Alejandro Marmo, artista argentino que já fez duas esculturas que foram colocadas nos jardins vaticanos.

“Pedimos ao Santo Padre a sua disponibilidade e ele, com grande generosidade, nos concedeu. Assim, fomos a Santa Marta e conversamos com ele sobre a arte”, disse à Rádio Vaticana, Tiziana Lupi, uma das encarregadas pelo documentário.

“O Papa nos expressou seu conceito, sua ideia de uma arte que deve ser, por um lado, instrumento de evangelização –ele fala da Capela Sistina como uma Bíblia a céu aberto que todos podemos ler – e, por outro, um instrumento para contrastara cultura do descarte, um tema que está muito presente no coração do Santo Padre”.

Fonte: Acidigital
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Dia Mundial das Comunicações

Papa Francisco divulga mensagem para o 51º Dia Mundial das Comunicações

A proposta do papa é “Comunicar esperança e confiança no nosso tempo”O 51º Dia Mundial das Comunicações Sociais será celebrado, este ano, no dia 28 de maio, Ascensão do Senhor. Porém, por tradição, a mensagem é divulgada pelo papa Francisco no dia de São Francisco de Sales, patrono dos escritores e jornalistas, comemorado em 24 de janeiro. “Comunicar esperança e confiança no nosso tempo” é o tema da mensagem apresentada por Francisco que propõe um estilo “aberto e criativo” para comunicar esperança.

No comunicado, o papa encoraja a todos que trabalham neste campo para que comuniquem de modo construtivo, isto é, rejeitando preconceitos e promovendo uma cultura do encontro.

Na mensagem, Francisco ressalta que o protagonista da notícia não pode ser o mal – que nos leva à apatia, ao desespero e a anestesiar a consciência –, mas a solução aos problemas, com um estilo comunicador aberto e criativo. “Num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero”, reflete Francisco.

A realidade não tem um significado unívoco, afirma o papa. “Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos ‘óculos’ que decidimos pôr para ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diferente. Portanto, o ponto de partida bom para ler a realidade é a Boa Notícia por excelência, ou seja, o Evangelho de Jesus Cristo”, escreveu o pontífice.

Esta boa notícia, explica, não é boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do amor de Cristo ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos.

Leia a mensagem na íntegra

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO

PARA O 51ª DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Tema: “Não tenhas medo, que Eu estou contigo” (Is 43, 5).

“Comunicar esperança e confiança, no nosso tempo”

 

Graças ao progresso tecnológico, o acesso aos meios de comunicação possibilita a muitas pessoas ter conhecimento quase instantâneo das notícias e divulgá-las de forma capilar. Estas notícias podem ser boas ou más, verdadeiras ou falsas. Já os nossos antigos pais na fé comparavam a mente humana à mó da azenha que, movida pela água, não se pode parar. Mas o moleiro encarregado da azenha tem possibilidades de decidir se quer moer, nela, trigo ou joio. A mente do homem está sempre em ação e não pode parar de “moer” o que recebe, mas cabe a nós decidir o material que lhe fornecemos (cf. Cassiano o Romano, Carta a Leôncio Igumeno).

Gostaria que esta mensagem pudesse chegar como um encorajamento a todos aqueles que diariamente, seja no âmbito profissional seja nas relações pessoais, “moem” tantas informações para oferecer um pão fragrante e bom a quantos se alimentam dos frutos da sua comunicação. A todos quero exortar a uma comunicação construtiva, que, rejeitando os preconceitos contra o outro, promova uma cultura do encontro por meio da qual se possa aprender a olhar, com convicta confiança, a realidade.

Creio que há necessidade de romper o círculo vicioso da angústia e deter a espiral do medo, resultante do hábito de se fixar a atenção nas “notícias más” (guerras, terrorismo, escândalos e todo o tipo de falimento nas vicissitudes humanas). Não se trata, naturalmente, de promover desinformação onde seja ignorado o drama do sofrimento, nem de cair num otimismo ingénuo que não se deixe tocar pelo escândalo do mal. Antes, pelo contrário, queria que todos procurássemos ultrapassar aquele sentimento de mau-humor e resignação que muitas vezes se apodera de nós, lançando-nos na apatia, gerando medos ou a impressão de não ser possível pôr limites ao mal. Aliás, num sistema comunicador onde vigora a lógica de que uma notícia boa não desperta a atenção, e por conseguinte não é uma notícia, e onde o drama do sofrimento e o mistério do mal facilmente são elevados a espetáculo, podemos ser tentados a anestesiar a consciência ou cair no desespero.

Gostaria, portanto, de dar a minha contribuição para a busca dum estilo comunicador aberto e criativo, que não se prontifique a conceder papel de protagonista ao mal, mas procure evidenciar as possíveis soluções, inspirando uma abordagem propositiva e responsável nas pessoas a quem se comunica a notícia. A todos queria convidar a oferecer aos homens e mulheres do nosso tempo relatos permeados pela lógica da “boa notícia”.

A boa notícia

A vida do homem não se reduz a uma crônica asséptica de eventos, mas é história, e uma história à espera de ser contada através da escolha duma chave interpretativa capaz de selecionar e reunir os dados mais importantes. Em si mesma, a realidade não tem um significado unívoco. Tudo depende do olhar com que a enxergamos, dos “óculos” que decidimos pôr para a ver: mudando as lentes, também a realidade aparece diversa. Então, qual poderia ser o ponto de partida bom para ler a realidade com os “óculos” certos?

Para nós, cristãos, os óculos adequados para decifrar a realidade só podem ser os da boa notícia: partir da Boa Notícia por excelência, ou seja, o “Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus” (Mc 1, 1). É com estas palavras que o evangelista Marcos começa a sua narração: com o anúncio da “boa notícia”, que tem a ver com Jesus; mas, mais do que uma informação sobre Jesus, a boa notícia é o próprio Jesus. Com efeito, ao ler as páginas do Evangelho, descobre-se que o título da obra corresponde ao seu conteúdo e, principalmente, que este conteúdo é a própria pessoa de Jesus.

Esta boa notícia, que é o próprio Jesus, não se diz boa porque nela não se encontra sofrimento, mas porque o próprio sofrimento é vivido num quadro mais amplo, como parte integrante do seu amor ao Pai e à humanidade. Em Cristo, Deus fez-Se solidário com toda a situação humana, revelando-nos que não estamos sozinhos, porque temos um Pai que nunca pode esquecer os seus filhos. “Não tenhas medo, que Eu estou contigo»” (Is 43, 5): é a palavra consoladora de um Deus desde sempre envolvido na história do seu povo. No seu Filho amado, esta promessa de Deus – “Eu estou contigo” – assume toda a nossa fraqueza, chegando ao ponto de sofrer a nossa morte. N’Ele, as próprias trevas e a morte tornam-se lugar de comunhão com a Luz e a Vida. Nasce, assim, uma esperança acessível a todos, precisamente no lugar onde a vida conhece a amargura do falimento. Trata-se duma esperança que não decepciona, porque o amor de Deus foi derramado nos nossos corações (cf. Rm 5, 5) e faz germinar a vida nova, como a planta cresce da semente caída na terra. Visto sob esta luz, qualquer novo drama que aconteça na história do mundo torna-se cenário possível também duma boa notícia, uma vez que o amor consegue sempre encontrar o caminho da proximidade e suscitar corações capazes de se comover, rostos capazes de não se abater, mãos prontas a construir.

A confiança na semente do Reino

Para introduzir os seus discípulos e as multidões nesta mentalidade evangélica e entregar-lhes os “óculos” adequados para se aproximar da lógica do amor que morre e ressuscita, Jesus recorria às parábolas, nas quais muitas vezes se compara o Reino de Deus com a semente, cuja força vital irrompe precisamente quando morre na terra (cf. Mc 4, 1-34). O recurso a imagens e metáforas para comunicar a força humilde do Reino não é um modo de reduzir a sua importância e urgência, mas a forma misericordiosa que deixa, ao ouvinte, o “espaço” de liberdade para a acolher e aplicar também a si mesmo. Além disso, é o caminho privilegiado para expressar a dignidade imensa do mistério pascal, deixando que sejam as imagens – mais do que os conceitos – a comunicar a beleza paradoxal da vida nova em Cristo, onde as hostilidades e a cruz não anulam, mas realizam a salvação de Deus, onde a fraqueza é mais forte do que qualquer poder humano, onde o falimento pode ser o prelúdio da maior realização de tudo no amor. Na verdade, é precisamente assim que amadurece e se entranha a esperança do Reino de Deus, ou seja, “como um homem que lançou a semente à terra. Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce” (Mc 4, 26-27).

O Reino de Deus já está no meio de nós, como uma semente escondida a um olhar superficial e cujo crescimento acontece no silêncio. Mas quem tem olhos, tornados limpos pelo Espírito Santo, consegue vê-lo germinar e não se deixa roubar a alegria do Reino por causa do joio sempre presente.

Os horizontes do Espírito

A esperança fundada na boa notícia que é Jesus faz-nos erguer os olhos e impele-nos a contemplá-Lo no quadro litúrgico da Festa da Ascensão. Aparentemente o Senhor afasta-Se de nós, quando na realidade são os horizontes da esperança que se alargam. Pois em Cristo, que eleva a nossa humanidade até ao Céu, cada homem e cada mulher consegue ter “plena liberdade para a entrada no santuário por meio do sangue de Jesus. Ele abriu para nós um caminho novo e vivo através do véu, isto é, da sua humanidade” (Heb 10, 19-20). Através “da força do Espírito Santo”, podemos ser “testemunhas” e comunicadores duma humanidade nova, redimida, “até aos confins da terra” (cf. At 1, 7-8).

A confiança na semente do Reino de Deus e na lógica da Páscoa não pode deixar de moldar também o nosso modo de comunicar. Tal confiança que nos torna capazes de atuar – nas mais variadas formas em que acontece hoje a comunicação – com a persuasão de que é possível enxergar e iluminar a boa notícia presente na realidade de cada história e no rosto de cada pessoa.

Quem, com fé, se deixa guiar pelo Espírito Santo, torna-se capaz de discernir em cada evento o que acontece entre Deus e a humanidade, reconhecendo como Ele mesmo, no cenário dramático deste mundo, esteja compondo a trama duma história de salvação. O fio, com que se tece esta história sagrada, é a esperança, e o seu tecedor só pode ser o Espírito Consolador. A esperança é a mais humilde das virtudes, porque permanece escondida nas pregas da vida, mas é semelhante ao fermento que faz levedar toda a massa. Alimentamo-la lendo sem cessar a Boa Notícia, aquele Evangelho que foi “reimpresso” em tantas edições nas vidas dos Santos, homens e mulheres que se tornaram ícones do amor de Deus. Também hoje é o Espírito que semeia em nós o desejo do Reino, através de muitos “canais” vivos, através das pessoas que se deixam conduzir pela Boa Notícia no meio do drama da história, tornando-se como que faróis na escuridão deste mundo, que iluminam a rota e abrem novas sendas de confiança e esperança.

Vaticano, 24 de janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano de 2017.

Francisco

Fonte:  Rádio Vaticano
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Pensamento do Bento XVI será estudado e promovido no Brasil

Sociedade Ratzinger do Brasil irá estudar e promover pensamentos de Bento XVI

Bento XVI. Foto: Alan Holdren (ACI Prensa)
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Faxina interior

Uma faxina nas gavetas da vida

Você percebeu que ao abrir uma gaveta encontra papéis, canetas, recortes de jornais, revistas, chaves e objetos  que acredita que um dia serão utilizados? Constatou que o tempo passa e estes materiais não são utilizados. Interessante observar que quando você necessitou de algum destes objetos, acabou esquecendo que estava no interior desta gaveta. Quero propor um desafio para você, pois chegou o momento de parar alguns instantes e organizar a gaveta, fazendo a expressiva diferença na vida pessoal e nas atitudes administrativas e pastorais.

Encontro pessoas que questionam se existe uma mágica capaz de transformar a vida melhor, mais plena e proveitosa. Olho profundamente nos olhos desta pessoa apresentando um sorriso e pergunto: se possível, o que então mudaria na vida pessoal ou no ambiente trabalho? O detalhe é que a resposta demora a aparecer, pois as informações na gaveta imaginária da mente e do coração estão em desordem e algumas sem utilidade.

Retire o sentimento negativo da gaveta imaginária

Imagine que no cérebro há gavetas e durante o ano que passou, você guardou no interior deste compartimento, mágoas de algum confrade ou companheiro (a) de missão, sentimento de rancor por um amigo, ódio com uma atitude negativa. O ser humano sofre quando guarda recordações negativas, rancores e mágoas na sua memória.

Há pessoas que desperdiçam o momento de viver uma nova fase da vida, pois ficam remoendo momentos vividos no passado. Observe que estes sentimentos continuarão na sua gaveta mental, se você não adotar a atitude de retirá-los. Quero propor um desafio para você: tente retirar este sentimento negativo do interior da gaveta imaginária, buscando perdoar o fato ocorrido e principalmente, a pessoa que cometeu o erro. Que tal este desafio? Vale tentar?

É importante não confundir desleixo com descontração

Você está feliz porque sua paróquia ou comunidade conquistou um espaço importante na Igreja ou na sociedade. Durante um almoço com seus confrades ou amigos, você compartilha a informação que recebeu um grande elogio do seu Bispo ou superior (a) pelas conquistas que vem alcançando. De repente, você observa que dentre as pessoas, há um comentário negativo de que você certamente está querendo aparecer e se destacar dos demais. Salve a sua alegria de pessoas que não acreditam no seu potencial e não são capazes de valorizar seu empenho, suas competências e suas qualificações, pois a alegria, a descontração, a auto-estima e a leveza são parceiras inseparáveis e não devem ser compartilhadas com desleixo.

Não se pode tomar uma atitude alegre, ao mesmo tempo, sentir o peso da crítica, da inveja, da suspeita e do ciúme. A alegria convida ao riso e o riso é bom para o coração, para o aparelho digestivo, para o fortalecimento dos músculos e para ativar todas as funções criativas do cérebro. Quando uma paróquia (indiferente do porte e da quantidade de fiéis) busca investir e valorizar a alegria no clima de missão, sem dúvida alguma, demonstra preocupação com o fator humano e relevância com a satisfação do clima organizacional.

Preste atenção!

Retirar o sentimento negativo da gaveta imaginária e também não confundir desleixo com descontração torna-se  diferenciais significativos nas atitudes do cotidiano para quem deseja fazer a diferença o ano todo. Não adianta reclamar que a gaveta está em desordem e que não há tempo disponível para organizá-la. É necessário atitude  para deter a reclamação e agir, lembrando que somente tem a chance de ressaltar o que há de maravilhoso na vida, quem conta com humildade e generosidade para observar que sua própria vida é repleta de saúde, aprendizagem e contínuo crescimento. Limpe e organize a gaveta, fazendo a diferença e permitindo com que seus objetivos acompanhem seu desenvolvimento pessoal e vocacional.

Dalmir Sant’Anna é Palestrante Mágico, autor do livro “Menos pode ser Mais”, Editora Odorizzi. Mágico Profissional, Pós-graduado em Gestão de Pessoas e Bacharel em Comunicação Social. Especialista e Pesquisador na área de Gestão com Pessoas.

Site: www.dalmir.com.br

Fonte: Revista Paróquias, ed. 17. 
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O poder da Oração para curar doenças

Cientista americano estudou 40 mil casos: a oração tem o poder de curar doenças

Creative Commons
Diversas pesquisas médicas têm reforçado o efeito poderoso da oração e da meditação na saúde humana

O Dr. Andrew Newberg, da Universidade norte-americana Thomas Jefferson, é um dos muitos pesquisadores que reafirmam o efeito poderoso da oração e da meditação na cura de doenças. Ele realizou estudos com 40.000 pacientes, baseados em ressonância magnética, e apresentou suas considerações no livro “How God changes the brain” (“Como Deus muda o cérebro”), lançado em 2009. Desde então, diversas outras pesquisas reforçaram esta conclusão.

Em suas experiências, o Dr. Andrew selecionou pessoas idosas com problemas de memória para observá-las antes, durante e depois de fazerem meditações e orações. Os estudos foram realizados durante 12 minutos diários ao longo de 8 semanas e mostraram que a oração e a meditação podem oferecer resultados muito positivos à nossa saúde.

Quando feitas regularmente, a oração e a meditação aumentam a atividade do cérebro de forma semelhante ao que acontece com a comunicação, funcionando como um “treino físico” para a mente e resultando no desenvolvimento cerebral e mesmo na cura de várias doenças.

Outros estudos, anteriores e posteriores ao do Dr. Andrew Newberg, apontaram o mesmo fenômeno. Uma experiência publicada na revista Cancer, da Sociedade Americana do Câncer, por exemplo, atesta que os pacientes com sólidas crenças espirituais reagem melhor ao tratamento. Os pesquisadores do Moffitt Cancer Center, na Flórida, observaram que as pessoas que acreditam numa “força superior” têm melhor convivência social e mais saúde física e mental do que aquelas que afirmam não acreditar.

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Como ser um bom empreendedor nas Igrejas

Nunca a Igreja precisou tanto de verdadeiros “empreendedores”. Os padres e leigos envolvidos com a administração eclesial devem ter um comportamento profissional em relação à administração. Aqui, algumas dicas para empreender melhor na sua comunidade:

1. A diferença entre boas ideias e as outras  está no potencial delas serem transformadas em realidade. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem. Lembre-se sempre: a diferença entre fazer e não fazer está em fazer. Se você não fizer, não haverá diferença;

2. Faça cursos (www.conage.com.br) de administração básica. Leia e assine revistas (www.revistaparoquias.com.br)  e livros do gênero. Não é preciso ser doutor em contabilidade ou administração para administrar sua paróquia, mas se você não tiver nenhum conhecimento, terá maiores dificuldades;

3. O “padre empreendedor” é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e estabelece metas;

4. Cerque-se de pessoas capazes. Se possível, melhores do que você. Em sua comunidade existem contadores, administradores e secretárias que estão prontos para ajudá-lo na administração. Peça ajuda;

5. Planeje! Não seja um administrador eclesial que acha que só porque “trabalha para Deus”, poderá fazer tudo o que quiser sem nenhum planejamento. 80% do tempo gasto nos projetos das grandes empresas são empregados em planejamento;

6. O “padre empreendedor” acredita na sua própria capacidade. Tem elevado grau de auto-confiança e não se deixa abater por críticas infundadas;

7. Não tenha medo do dinheiro. Ganhar dinheiro não é pecado. Pecado é gastá-lo de forma errada ou abrir mão de ganhá-lo para o benefício de todos;

8. O “padre empreendedor” faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor;

9. Lembre-se sempre de que a paróquia não é sua. Pertence à Igreja e está ali para servir, pela caridade e pelo evangelho;

10. O “padre empreendedor” nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!

Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal? Você já pensou em criar programas para desenvolver no seu pessoal o necessário espírito empreendedor, para melhor administrar sua comunidade e colher melhores frutos para todos?

*Inspirado nos textos do prof. Luiz Marins

Fonte; Catholicus

 

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Gestos de caridade que mudam a vida

15 simples atos de caridade de que costumamos esquecer

Pequenos segredos para ser feliz e fazer os outros felizes também

15 simples atos de caridade de que costumamos esquecer15 simples atos de caridade de que costumamos esquecer

© geniuscook_com/SHUTTERSTOCK

Vamos espalhar a caridade!

1. Sorrir

Um cristão sempre é alegre. Às vezes podemos nem perceber, mas, ao sorri, aliviamos a carga dos que estão ao nosso redor: na rua, no trabalho, em casa, na faculdade. A felicidade do cristão é uma bênção para os outros e para si mesmo.

2. Agradecer

Nunca se acostume a receber as coisas, mesmo “porque você precisa” ou “porque tem direito” a elas. Receba tudo como um presente, mesmo se estiver pagando por isso. Agradeça sempre. A pessoa agradecida é mais feliz.

3. Recordar às pessoas o quanto você as ama

Você sabe que os ama. Mas… e eles? Carinho, abraços e palavras nunca são demais. Se Jesus não tivesse se feito carne, nós jamais teríamos entendido que Deus é amor.

4. Cumprimentar essas pessoas que você vê diariamente

O porteiro, a faxineira, a recepcionista, o vizinho. Ao cumprimentá-los, você lhes recorda o quanto são importantes e o quanto você os valoriza.

5. Escutar a história das pessoas sem preconceito

O que pode nos tornar mais humanos que saber escutar? Cada história que lhe contam o unem mais aos outros: seus filhos, seu cônjuge, seu chefe, o professor, suas preocupações e alegrias. Você sabe que não são só palavras, mas partes da sua vida que precisam ser compartilhadas.

6. Parar para ajudar

Não interessa se é um problema de matemática, uma simples pergunta ou alguém com fome na rua. Ajuda nunca é demais. Todos nós precisamos uns dos outros.

7. Motivar as pessoas

Sabe aquele amigo que não anda muito bem? Tente arrancar um sorriso dele, para aliviar seu desânimo e ver que nem tudo na vida é ruim. É sempre bom saber que existe alguém que nos ama e que está ao nosso lado.

8. Comemorar as qualidades e conquistas dos outros

Nunca deixe de celebrar as alegrias das pessoas que convivem com você, suas qualidades, conquistas, boas ações. Simples frases como “Parabéns!”, “Fico feliz por você”, “Você fica bem com essa cor”, podem alegrar o dia de uma pessoa.

9. Doar as coisas que você não usa

Vale a pena fazer uma faxina no armário e separar algumas coisas para a doação. Isso ajuda a valorizar o que temos, engrandece nosso coração e pode fazer outras pessoas felizes.

10. Ajudar para que outra pessoa descanse

Isso pode ser vivido especialmente nas famílias. Você pode começar a fazer a tarefa de outra pessoa para que ela possa descansar, ou antes de que ela lhe peça ajuda. A vida fica mais leve quando nos ajudamos mutuamente nas responsabilidades cotidianas.

11. Corrigir com amor

Corrigir é uma arte. Muitas vezes nos encontramos em situações com as quais não sabemos lidar. O melhor método é o amor. O amor não somente sabe corrigir, mas também perdoar, aceitar e seguir em frente. Não tenha medo de corrigir e ser corrigido, isso é uma demonstração de que os outros gostam de você e querem que você seja melhor.

12. Ser detalhista com os que estão perto de você

Se você sabe do que aquela pessoa gosta, por que não aproveitar isso para fazê-la feliz? Tudo o que é dado com amor é melhor. Sair de si mesmo e pensar nos outros é maravilhoso e alegra o coração.

13. Limpar o que você usa em casa

Na vida familiar, isso é essencial para não sobrecarregar ninguém. Faça a sua parte, e faça com carinho. Você se sentirá alegre e em paz com isso.

14. Ajudar os outros em suas dificuldades

Carregar uma sacola, ajudar uma pessoa a atravessar a rua, pagar o almoço para alguém… São muitos detalhes ao seu alcance, e as pessoas não vão se esquecer do bem que você fez a elas. Demonstre que você ainda acredita na humanidade.

15. Ligar para os seus pais

Talvez você more sozinho ou inclusive já tenha sua própria família. No entanto, seus pais ainda se emocionam ao ver que você se lembra deles. Estar atento ao que eles precisam ou simplesmente ligar para saber como estão é algo que não custa muito e é um gesto de gratidão enorme.

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Como libertar Sua Família da TV

9 sugestões geniais para libertar a sua família da TV

Quando você conseguir se libertar do vício, ficará espantado com quanto tempo perdeu em vez de desfrutar da família!

<a href="http://www.shutterstock.com/pic.mhtml?id=15171838&src=id" target="_blank" />Family watching TV</a> © Monkey Business Images / Shutterstock

© Monkey Business Images / Shutterstock

A televisão, ao longo dos seus mais de 50 anos de existência, se tornou um vício que aprisionou a família e fez com que o diálogo, a criatividade e o compartilhamento de afeto em casa ficassem cada vez mais incomuns. O mesmo problema tem sido intensificado pelo vício em internet, agravado pela facilidade com que ela é acessada por aparelhos portáteis em qualquer lugar e horário.

Mas vamos atacar um problema de cada vez. Aqui vão 9 ideias para se libertar do vício em TV, promovendo uma vida mais sadia, motivando o diálogo e dedicando mais tempo a brincar com as crianças, a pensar, a passear, a conviver… Experimente!

9 ideias para se libertar do vício na TV

1 – Transfira a sua TV para um lugar menos importante na sua casa. Ela não deve ocupar a sala central da casa de jeito nenhum.

2 – Não instale aparelho de TV no quarto de seus filhos. Ela os distancia do contato familiar, não os deixa dormir bem e torna difícil controlar a programação imprópria para menores. Se já existe alguma TV no quarto de seus filhos e você decidir removê-la, compense-os com algo de que eles gostem e que lhes faça bem. Não é preciso criar um trauma desnecessário na tentativa de livrá-los do problema.

3 – Não assista à TV durante as refeições. As refeições são um momento excelente para cultivar o diálogo familiar e devem ser preservadas.

4 – Determine limites claros para programas da TV: meia hora, uma hora… Mas estabeleça as normas de forma positiva. Em vez de dizer “Você não pode ver televisão!”, diga “Você pode ver uma hora de TV e depois vamos fazer uma coisa muito divertida em família”. E façam mesmo!

5 – Não use a TV como babá. Motive os seus filhos a participarem das tarefas domésticas de forma alegre, envolvente.

6 – Fixe dias da semana sem TV e realize “noites de entretenimento familiar”, com brincadeiras, leitura, passeios, conversas, visitas, orações em família…

7 – Não faça da TV um instrumento de recompensa ou castigo, pois isto aumenta ainda mais o seu poder de influência.

8 – Não pague para assistir à TV. Em vez de assinar pacotes de TV, use esse dinheiro para outras atividades familiares, ou para comprar livros e jogos educativos, ou, se realmente fizer questão de assistir a filmes ou séries interessantes, assine um serviço de vídeos online.

9 – Se tudo isso parecer muito difícil, pelo menos abra-se à possibilidade de ir mudando a sua mentalidade aos poucos. Pergunte-se: por que não seria possível ver cada vez menos TV? Quando você conseguir se libertar do vício, vai ficar espantado com a quantidade de tempo que perdeu na vida em vez de desfrutar da sua família, de momentos de criatividade, do amor e de outras formas muito mais saudáveis de entretenimento.

Fonte: Aleteia
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Mandamentos dos jornalistas

Jornalistas acompanham viagem do Papa Francisco – AP

 O Papa Francisco recebeu no final da manhã desta quinta-feira (22/09) cerca de 400 membros do Conselho da  de 400 membros do Conselho da Ordem dos Jornalistas Italianos.
A audiência foi a ocasião para o Pontífice aprofundar as características e a missão do comunicador nos tempos atuais, com os jornais impressos e a televisão que perdem relevância para as redes sociais.Renovação na Santa SéTambém a Santa Sé, afirmou o Papa, viveu e está vivendo um processo de renovação do sistema comunicativo, com a Secretaria para a Comunicação que se tornará o ponto de referência para os jornalistas que cobrem os eventos vaticanos.

Consciente da frenesia que a atividade jornalística comporta, sempre atrelada ao “horário de fechamento”, Francisco recorda todavia que o jornalista tem grande responsabilidade, pois de certa maneira escreve “o primeiro esboço da História” e determina a discussão e a interpretação dos eventos. Por isso, é importante “parar e refletir”. E o Pontífice ofereceu três elementos de reflexão: amar a verdade, viver com profissionalismo e respeitar a dignidade humana.

Amar a verdade

Amar a verdade não significa somente afirmar, mas viver a verdade. Testemunhá-la com o próprio trabalho. A questão não é ser ou não um fiel, destacou o Papa, mas ser ou não honesto com si mesmo e com os outros. Na vida não é tudo branco ou preto. Também no jornalismo é preciso saber discernir as nuances de cinza dos fatos a serem narrados, sobretudo nos embates políticos e nos conflitos. Por isso, o trabalho do jornalista é se aproximar o mais possível da verdade dos fatos e jamais dizer ou escrever algo que, se sabe, não corresponde à realidade.

Viver com profissionalismo

Viver com profissionalismo significa compreender e interiorizar o sentido profundo do próprio trabalho. Isto é, não submeter a própria profissão a lógicas econômicas ou políticas. A tarefa do jornalismo, a sua vocação, é promover a dimensão social do homem, favorecer a construção de uma verdadeira cidadania. “Deveria fazer-nos pensar que, no decorrer da história, as ditaduras não só tentaram se apropriar dos meios de comunicação, mas também impor novas regras à profissão jornalística.”

Respeitar a dignidade humana

Quanto ao último elemento, respeitar a dignidade humana, o Papa recordou que é importante em qualquer profissão, mas de modo especial no jornalismo, porque atrás de qualquer notícia há sentimentos, emoções. Enfim, a vida das pessoas. Francisco lembrou as inúmeras vezes que falou das fofocas como “terrorismo”, de como é possível matar uma pessoa com a língua. Se isso vale para cada indivíduo, vale mais ainda para o jornalista. Certamente, a crítica é legítima, assim como as denúncias, mas tudo deve ser feito respeitando o outro. “O jornalismo não pode se tornar uma ‘arma de destruição’ de pessoas e, até mesmo, de povos. Nem deve alimentar o medo diante de mudanças e fenômenos como as migrações forçadas pela guerra ou pela fome.”

O Pontífice concluiu seu discurso fazendo votos de que o jornalismo seja um instrumento de construção, “que não sopre sobre o fogo das divisões”, mas favoreça a cultura do encontro. “Vocês jornalistas podem recordar todos os dias a todos que não há conflito que não possa ser resolvido por mulheres e homens de boa vontade.”

Fonte: Radio Vaticano
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