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Quem tem Fé, tem vida mais longa

A fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundo

A fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundoA fé muda a vida das pessoas. Ela evita em 30% o risco de morte e traz novas pessoas ao mundo (Fonte:Divulgação)

Muitas pessoas tem fé. É muito comum acreditar em algo sobrenatural para explicar alguma situação do dia a dia. Mas será que a ciência consegue explicar isso?

A resposta é sim. Talvez nem todos acreditem, mas pesquisas comprovaram que pacientes que acreditam em algo costumam reagir melhor a tratamentos de depressão, ansiedade ou distúrbios de sono.

O Instituto Dante Pazzanese revelou que estes que creem em algo tendem a ter um risco de morte 30% inferior aos outros.

Isso acontece por causa do psicológico dos que sofrem com as doenças, ou seja, estes indivíduos expulsam os pensamentos negativos e evitam o consumo de álcool ou drogas.

Um caso que prova esta teoria é o de Ana Maria Braga. Ela sofreu com um câncer no reto nos anos 2000 e conseguiu se recuperar depois de 8 meses.

Sua melhora está muito ligada com a religião, ela costumava ir em 2011 na Missa da Esperança, na Igreja de Fátima, em São Paulo. Desde este dia, ela vai pelo menos uma vez por ano até Fátima, em Portugal, para rezar.

Outro caso é o de Viviane Ribeiro, que tinha o sonho de engravidar, mas foi informada pelos médicos que o único método seria a inseminação.

Ela e seu marido nunca desistiram e continuaram tendo fé. E foram abençoados depois de algumas semanas, quando foram a uma clínica pública e descobriram que Viviane estava esperando um filho.

Estas histórias são provas de que vale a pena acreditarmos em algo. A fé é algo que pode mudar totalmente a nossa vida, ela tem o poder de melhorar totalmente o psicológico de qualquer um.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
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Romaria das Águas em Londrina

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Campanha da Fraternidade 2017

Campanha da Fraternidade 2017: Cuidado e cultivo da Casa Comum

Subsídio traz iniciativas que fortalecem objetivos da Campanha

Buscando alertar para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros, a Campanha da Fraternidade 2017 terá início em todo o país no dia 1º de março. Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida” e o lema “Cultivar e guardar a criação”, a iniciativa traz uma reflexão sobre o meio ambiente e sugere uma visão global das expressões da vida e dos dons da criação.

Com o objetivo de ajudar às famílias, comunidades e pessoas de boa vontade a vivenciarem a iniciativa, o texto-base da campanha aponta uma série de atividades que ajudarão a colocar em prática as propostas incentivadas pela Campanha. Além disso, ele também propõe ações de caráter geral, que indicam a necessidade da conversão pessoal e social, dos cristãos e não cristãos, para cultivar e cuidar da criação.

Como exemplo dessas ações estão o aprofundamento de estudos, debates, seminários e celebrações nas escolas públicas e privadas sobre a temática abordada pela Campanha da Fraternidade. O fortalecimento das redes e articulações, em todos os níveis, também é proposto com o objetivo de suscitar uma nova consciência e novas práticas na defesa dos ambientes essenciais à vida. Além disso, o subsídio chama atenção ainda para a necessidade de a população defender o desmatamento zero para todos os biomas e sua composição florestal.

Já no campo político, o texto-base da CF incentiva a criação de um Projeto de Lei que impeça o uso de agrotóxicos. O livro também indica que combater a corrupção é um modo especial para se evitar processos licitatórios fraudulentos, especialmente, em relação às enchentes e secas que acabam sendo mecanismos de exploração e desvio de recursos públicos.

Tendo em vista as formas de agir propostas no texto-base da CF 2017, a CNBB destaca que é importante que cada comunidade, a partir do bioma em que vive e em relação com os povos originários desses biomas, faça o discernimento de quais ações são possíveis, e entre elas quais são as mais importantes e de impacto mais positivo e duradouro.

“A criação é obra amorosa de Deus confiada a seus filhos e filhas. Nossa Senhora Mãe de Deus e dos homens acompanhará as comunidades e famílias no caminho do cuidado e cultivo da casa comum no tempo quaresmal”, afirma o secretário geral da CNBB, dom Leonardo Steiner.

Cronograma da CF 2017

1° de março de 2017: Quarta-feira de Cinzas: Lançamento CF 2017 em todo o Brasil, em âmbito nacional, regional, diocesano e paroquial, com a mensagem do Papa, da Presidência da CNBB e programas especiais.

Realização – 1° de março a 9 de abril de 2017: a Campanha dos te ano se realiza com o tema:
Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida, o lema: Cultivar e guardar a criação (Gn 2,15).

Domingo de Ramos – 9 de abril de 2017: Coleta nacional de solidariedade (60% para o Fundo Diocesano de Solidariedade e 40% para o Fundo Nacional de Solidariedade).

Avaliação – abril a junho de 2017: nos âmbitos: paroquial (de 24 de abril a 22 de maio), diocesano (de 24 de maio a 12 de junho) e regional (12 de junho a 8 de julho).

Encontro Nacional com representantes dos regionais da CNBB – agosto de 2017.

Download de todas as Encíclicas que você precisar para a Campanha da Fraternidade 2017

Fonte: Portal Kairos
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CF 2017 será sobre biomas brasileiros e defesa da vida

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) publicou o texto-base da Campanha da Fraternidade (CF) de 2017.

Com o tema “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da visa” e
o lema “Cultivar e guardar a criação” (Gn 2.15).

A iniciativa alerta para o cuidado da criação, de modo especial dos biomas brasileiros.

Segundo o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, a proposta é dar ênfase a diversidade de cada bioma e criar relações respeitosas com a vida e a cultura dos povos que neles habitam, especialmente à luz do Evangelho. Para ele, a depredação dos biomas é a manifestação da crise ecológica que pede uma profunda conversão interior. “Ao meditarmos e rezarmos os biomas e as pessoas que neles vivem sejamos conduzidos à vida nova”, afirma.

Ainda de acordo com o bispo, a Campanha deseja, antes de tudo, que o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. “Cultivar e guardar nasce da admiração! A beleza que toma o coração faz com que nos inclinemos com reverência diante da criação. A campanha deseja, antes de tudo, levar à admiração, para que todo o cristão seja um cultivador e guardador da obra criada. Tocados pela magnanimidade e bondade dos biomas, seremos conduzidos à conversão, isto é, cultivar e a guardar”, salienta.

Além de abordar a realidade dos biomas brasileiros e as pessoas que neles moram, a Campanha deseja despertar as famílias, comunidades e pessoas de boa vontade para o cuidado e o cultivo da Casa Comum. Para ajudar nas reflexões sobre a temática são propostos subsídios, sendo o texto-base o principal.

Texto-base
Dividido em quatro capítulos, a partir do método ver, julgar e agir, o texto-base faz uma abordagem dos biomas existentes, suas características e contribuições eclesiais. Também traz reflexões sobre os biomas e os povos originários, sob a perspectiva de São João Paulo II, Bento XVI e o papa Francisco. Ao final, são apresentados os objetivos permanentes da Campanha, os temas anteriores e os gestos concretos previstos durante a Campanha 2017.

Cartaz

Para colocar em evidência a beleza natural do país, identificando os seis biomas brasileiros, o Cartaz da CF 2017 mostra o mapa do Brasil, em imagens características de cada região. Compõem também o cenário, como personagens principais, os povos originários; os pescadores e o encontro da imagem de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, acontecido há 299 anos. Além da riqueza dos biomas, o cartaz quer expressar o alerta para os perigos da devastação em curso, além de despertar a atenção de toda a população para a criação de Deus.

Fonte: CNBB
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Outubro Missionário 2016

Campanha Missionária 2016

Tema: Cuidar da Casa Comum é nossa missão
Lema
: “Deus viu que tudo era muito bom…” (Gn 1, 31)

Outubro é o Mês das Missões, um período de intensificação das iniciativas de animação e cooperação missionária em todo o mundo. O objetivo é sensibilizar, despertar vocações missionárias e realizar a Coleta no Dia Mundial das Missões, penúltimo domingo de outubro (este ano dias 22 e 23), conforme instituído pelo papa Pio XI em 1926.

Cuidar da Casa Comum é nossa missão”. Este é o tema escolhido para a Campanha Missionária em 2016. O lema é extraído da narrativa da criação no livro do Gênesis: “Deus viu que tudo era muito bom” (Gn 1, 31). O projeto do Criador é maravilhoso, mas encontra-se ameaçado! A preocupação pela ecologia parte de dois gritos: o grito dos pobres que mais sofrem, e o grito da Terra que geme pela exploração. A temática retoma a Campanha da Fraternidade Ecumênica deste ano e amplia a missão de cuidar da vida em todo o planeta.Em sua Encíclica Laudato si’, o papa Francisco adverte que “a existência humana se baseia sobre três relações intimamente ligadas: as relações com Deus, com o próximo e com a terra” (LS 66). E lança uma pergunta: “Que tipo de mundo queremos deixar a quem nos suceder, às crianças que estão crescendo?” (LS 160). Em nossa Casa Comum, tudo está interligado, unido por laços invisíveis, como uma única família universal. E nós recebemos de Deus a missão de cuidar dessas relações. Isso tem a ver com a missão da Igreja. Queremos fazer do cuidado do planeta a nossa missão até os confins do mundo. Diante da crise socioambiental, nem todos temos de ser especialistas e saber tudo, mas temos o dever de mudar nossos hábitos e apoiar ações práticas.

Oração do Mês Missionário 2016
Pai de misericórdia, que criaste o mundo
e o confiaste aos seres humanos.
Guia-nos com teu Espírito para que,
como Igreja missionária de Jesus,
cuidemos da Casa Comum com responsabilidade.
Maria, Mãe Protetora, inspira-nos nessa missão. Amém.

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Semana da Vida 2016

Semana Nacional da Vida propõe como tema “Vida e sociedade”

De 1º a 7 de outubro acontece no Brasil a Semana Nacional da Vida, momento de celebração e de recordação de compromissos em favor de sua promoção organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e pela Comissão Nacional da Pastoral Familiar (CNPF).

O bispo de Osasco (SP) e presidente da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, dom João Bosco Barbosa de Sousa, afirma que a vida, dom de Deus, “é muitas vezes desvalorizado, desrespeitado, não é suficientemente bem cuidado como devia ser, como um presente de Deus”.

É neste sentido que a Semana Nacional da Vida, que acontece de 1º a 7 de outubro, sendo concluída no dia 8 com o Dia do Nascituro, é ocasião de celebração e de reassumir compromissos. “Nós celebramos a Semana da Vida primeiro como uma grande ação de graças a Deus pela vida que nós recebemos, pela nossa vida pessoal, das pessoas que nós amamos e todas as pessoas do mundo e do mundo em que nós vivemos”, explica dom Bosco.

A segunda motivação para a Semana, segundo dom João Bosco, é “lembrar certos compromissos que nós temos com a vida para que ela seja cada vez mais desenvolvida, mais viva e também compartilhada por todas as pessoas”. Para ele, é importante que se reflita o que limita e mata a vida.

Dia do Nascituro

Celebrado no dia 8 de outubro, o Dia do Nascituro é uma mobilização em todo o país, com intensa programação nas dioceses, paróquias e comunidades, com objetivo de propor à sociedade o debate sobre os cuidados, proteção e a dignidade da vida humana, em todas as suas fases, desde a concepção até seu fim natural.

O nascituro, ser humano concebido, mas ainda não nascido, “merece todo nosso carinho de ser acolhido no nosso mundo com todas as condições de se desenvolver e se tornar uma pessoa humana”, explica dom Bosco, que recorda que a vida, antes de nascer é muitas vezes agredida, não só pelo aborto, “que é um crime, um atentado contra o Deus da vida”, mas ao mesmo tempo também pela ausência dos cuidados que a mãe deve ter e receber durante a gestação. “E assim a gente celebre o dia do nascituro com uma esperança que não haja ninguém que venha ao mundo sem ser devidamente preparado, querido e amado. É o que a gente espera do dia do nascituro”, afirma o bispo.

A Semana Nacional da Vida foi instituída em 2005 pela 43ª Assembleia Geral da CNBB. O Dia do Nascituro celebra o direito à proteção da vida e saúde, à alimentação, ao respeito e a um nascimento sadio. A edição 2016 traz como tema de reflexão “Vida e Sociedade”, propondo cinco encontros, com diferentes abordagens.

Hora da vida

O material preparado pela Comissão e pela Pastoral Familiar para aprofundar a temática proposta para este ano é o livro “Hora da Vida”, com oferta em seu conteúdo de pistas para reflexão, orações e informações relacionadas à vida e à sociedade. Dom João Bosco Barbosa explica que o material será importante para que os grupos de famílias, da Pastoral Familiar e aqueles que refletem a palavra de Deus possam também participar “dessa grande formação a respeito da vida que a Semana nos quer transmitir”.

Os encontros oferecidos no subsídio abordam os temas “A vida humana: dom para a família e a sociedade”; “A ideologia de gênero e a negação da criação como dom de Deus”; “A via política – caminho para promover e defender a vida”; “Os cristãos e o compromisso com a vida” e “Juntos pela vida”. “Esses temas são tratados de forma muito clara e didática, simples de entender, mas, ao mesmo tempo, profundos em seu conteúdo. Por isso, recomendo às nossas comunidades, à Pastoral Familiar que tenham em mão esse livro”, motiva dom Bosco. Também há no livreto uma proposta de Vigília Eucarística em favor da vida e uma Oração do Jovem.

O subsídio está disponível para venda com os casais coordenadores paroquiais, diocesanos e regionais da Pastoral Familiar e pelo site www.lojacnpf.org.br. Para mais informações, ligue para (61) 3443 2900 ou por e-mail [email protected]

Fonte  CNBB
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Como identificar suicidas potenciais…

6 dicas para identificar o comportamento suicida – antes que seja tarde

Saiba como ajudar e ser ajudado – a necessidade pode estar embaixo do seu nariz

Depression Among College Students Linked to Hook-up Culture - pt

CC Tollie Schmidt

O Mapa da Violência, um levantamento de dados sobre mortes não naturais, aponta que, entre 2004 e 2014, os casos de suicídio aumentaram 40% entre os adolescentes brasileiros de 10 a 14 anos e 33% entre os de 15 a 19 anos. Por dia, são em média 32 pessoasque tiram a própria vida no Brasil. Também na média, os suicidas cometem de 10 a 20 tentativas antes de conseguirem efetivamente se matar.

O suicídio já é uma das causas de morte mais comuns do mundo.

Durante muito tempo, por tabu e preconceito, esse tema gravíssimo foi muito pouco discutido pela opinião pública. A Organização Mundial de Saúde (OMS) está agora incentivando os países a investirem mais em políticas públicas voltadas a conscientizar a população sobre os indícios de que alguém pode tentar se matar.

Estes 6 sinais podem identificar um possível suicida – e ajudar a salvá-lo:

 

1. Comportamentos que denotam sofrimento intenso

Pensamentos obsessivos, lamentos de que a vida não tem sentido, desesperança, incapacidade de mudar, falta de energia para tarefas básicas, muito tempo na cama, dificuldades para tomar decisões que antes eram tomadas normalmente, perda de interesse por atividades antes prazerosas. Diante de uma pessoa com estes sinais, converse em tom acolhedor, mostrando-se próximo e solidário, e ajude na busca de ajuda profissional. Estes sinais coincidem com os da depressão, uma doença cada vez mais comum e que exige atenção séria. Não significam necessariamente uma tendência ao suicídio, mas são um sinal de alerta que não deve ser desconsiderado.

 

2. Mudanças drásticas de humor

É natural ter variações de humor durante o dia: você pode se sentir ótimo e de repente ficar muito raivoso ou triste, como reação a certos acontecimentos. Mas há pessoas cujas alterações de humor são extremas, impulsivas e frequentes. Preste atenção às variações repentinas e exageradas – em casos de emergência, não hesite em ligar para o número 190 e solicitar ajuda.

Essas mudanças devem ser observadas com atenção também nos adolescentes. A adolescência é um período em que as alterações comportamentais são comuns e, precisamente por isso, a sua gravidade corre o risco passar despercebida. Se o adolescente se tranca no quarto sem querer conversa com ninguém e não sabe manifestar seu sofrimento com clareza, tente ouvi-lo sem julgamentos e se mostre compreensivo e amigo. Se a comunicação for complicada demais, procure ajuda especializada.

 

3. Acontecimentos chocantes ou traumáticos

Fatos muito dolorosos, principalmente quando inesperados, podem causar grande impacto negativo: a morte de uma pessoa querida, a perda de trabalho importante e bem remunerado, uma doença grave, casos de bullying intenso, tudo isso pode ser estopim para o suicídio. Quando esses acontecimentos provocam mudanças bruscas de rotina e comportamento, deixam a pessoa sem saber como reagir e a levam a deixar de fazer coisas que antes ela considerava importantes, esteja bem próximo e a leve a um bom psiquiatra.

 

4. Avisos verbais

A pessoa desesperada que pensa em acabar com a própria vida costuma dar sinais de que está interiormente gritando por socorro – ela chega a dizer frases como “Não aguento mais”, “Quero morrer”, “A vida não vale a pena”, “Vai ser melhor para todos sem mim”, “Era melhor nem ter nascido” etc. Pode ser apenas drama e exagero? Pode. Mas, na dúvida, fique bem atento a esses sinais e aos outros indícios que acompanham um comportamento depressivo suicida. Essas frases nunca devem ser ignoradas. Há quem ache que “uma pessoa que quer mesmo se matar não fica avisando”. Esta ideia é falsa. Quem quer se matar sempre dá uma série de indícios, verbais ou não. Lembre-se das estatísticas: para cada suicídio consumado, houve cerca de 10 a 20 tentativas prévias. Não ignore.

 

5. Transtornos psicológicos e de dependência

Os riscos aumentam quando a pessoa sofre doenças psicológicas como depressão grave, transtorno bipolar, personalidadeborderline, esquizofrenia, estresse pós-traumático, assim como o trauma decorrente de abusos físicos e sexuais. Mais de 50% dos suicídios são cometidos por pessoas com depressão ou transtornos de humor, inclusive os ligados à dependência de drogas e de álcool. Remédios associados com bebida também formam um quadro bastante perigoso.

Fique atento a comportamentos irresponsáveis recorrentes, como o próprio abuso de álcool e drogas, a direção imprudente, a prática sexual inconsequente. Nem todo mundo que apresenta esses comportamentos tem pensamentos suicidas, mas, de qualquer forma, esses indícios requerem especial atenção, orientação e tratamento: eles indicam um grau bastante considerável de insatisfação interior que não pode ser ignorada.

 

6. Melhoras repentinas

Isso mesmo: quando uma pessoa muito triste e deprimida se mostra subitamente alegre, existe o risco de que ela esteja planejando o suicídio. A aparente melhora pode ser uma simulação. Observe, adicionalmente, se ela também parece estar resolvendo pendências, se despedindo de amigos e familiares, doando posses. Tais mudanças súbitas em alguém que estava há pouco tempo no fundo do poço devem ser encaradas com muita prudência. Informe ao médico e recorra também a serviços de orientação como os do Centro de Valorização da Vida (acesse aqui o site ou ligue para o 141).

 

Em todos esses cenários:

– Observe e, principalmente, ESCUTE a pessoa.

– Saiba ter paciência e acolher a angústia dela.

– Acompanhe-a nas consultas médicas.

– Mantenha os familiares mais próximos também atentos.

 

E se quem está pensando em suicídio é você mesmo:

Por favor, se dê uma chance e procure ajuda profissional agora mesmo. Abra-se! O que você está sentindo é uma doença perfeitamente tratável, que pode e vai ser curada. Mas você precisa de ajuda.

Fonte: Aleteia

 

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Primavera pela Vida 2016

Campanha Primavera para a Vida tem temática direcionada a juventude

16ª edição traz o slogan “Direito à vida juventude”Com o tema “Direito à vida da juventude”, a Coordenadoria Ecumênica de Serviço (CESE) realiza mais uma edição da Campanha Primavera para a Vida. Este ano, a iniciativa busca contribuir para uma transformação significativa da situação vivida pela juventude brasileira, sobretudo no que diz respeito ao acesso à educação de qualidade, à segurança, ao trabalho, ao lazer e a participação nos processos sociais e políticos.Em parceria com a Rede Ecumênica da Juventude (REJU), a Campanha da Primavera já possui um rico material que está disponível para a reflexão das Igrejas. O subsídio é composto por experiências de jovens que fazem parte de diferentes países e matrizes religiosas. O material possui um valor simbólico e pode ser adquirido no site do Centro de Estudos Bíblicos (CEBI), parceiro da Campanha.Além de discutir a temática escolhida, a Campanha também pretende mobilizar recursos para o Fundo de Pequenos Projetos da CESE. Neste sentido, a coordenadoria convoca a todas as igrejas-membros e grupos apoiados por seus projetos para que incluam a Campanha na programação das Igrejas e grupos locais durante o período da primavera, que começa do dia 21 de setembro e vai até o mês de dezembro.A CESE também pede para que sejam feitas ações em prol dos seus projetos. Outras informações podem ser adquiridas pelo e-mail: [email protected] 

Edições anteriores

Ao longo de 43 anos, a CESE (Coordenadoria Ecumênica de Serviço) já apoiou mais de 11,5 mil projetos de organizações populares de todo o Brasil, contribuindo para o fortalecimento de direitos de aproximadamente 10 milhões de pessoas nos campos de gênero, raça, juventude, meio ambiente, economia solidária, comunicação e desenvolvimento institucional e diálogo inter-religioso.

Realizada desde o ano 2000, o intuito da Campanha Primavera para a Vida é mobilizar recursos para as atividades da CESE em todo o país (fortalecendo os grupos populares nas suas lutas por direitos, por meio do apoio a projetos) e estreitar e ampliar a articulação com as bases das Igrejas

A Campanha busca associar a temática da paz a outros temas de interesse da sociedade. Em sua primeira edição, trabalhou o tema “Vamos todos juntos semear justiça”. Na edição de 2002 refletiu sobre a necessidade de “Semear solidariedade e paz”. Em 2003, voltou-se para uma das carências que mais aflige o país e clamou por “Pão e paz”. Em 2004, buscou animar a juventude brasileira a se engajar na construção de uma sociedade justa, democrática e inclusiva, com o tema “Juventude e paz”. E em 2005, exortou a sociedade a sonhar com uma “Cidade de paz”.

Os anos seguintes abraçaram as seguintes reflexões: “Mulheres e homens construindo cidades de paz” (2006); “Direitos e justiça para a paz” (2007); “Direitos e justiça: uma ação para crianças” (2008); “Direitos e justiça” (2009); “Justiça ambiental” (2010); “Direitos e justiça ambiental: cuidar de nossa casa comum” (2011); Justiça ambiental na perspectiva de direitos (2012); e “Direitos humanos, desenvolvimento e justiça” (2013); O bem que você faz muita gente compartilha” (2014); Eu respeito a diversidade religiosa. E você? (2015).

Fonte: CNBB
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Grito dos Excluídos 2016

Grito dos Excluídos completa 22 anos de realização com o apoio da CNBB

O Grito dos Excluídos 2016, realizado todo ano na Semana da Pátria e mais intensamente no dia 07 de setembro, completa 22 anos de realização, com origem em uma Campanha da Fraternidade, esse momento de mostrar os anseios da sociedade, conta com o apoio da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil).

Em carta de apoio ao Grito, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, Justiça e Paz, Dom Guilherme Werlang afirmou que o Grito dos Excluídos é um canal de diálogo permanente com a sociedade eu que ultrapassa os acontecimentos da Semana da Pátria.cartaz_grito_444x600

“O Grito dos/as Excluídos/as não se limita ao sete de setembro. Vai além. Em preparação ao evento são promovidos debates, seminários, fóruns temáticos e conferências envolvendo entidades, instituições, movimentos e organizações da sociedade civil fortalecendo as legítimas reivindicações sociais e reforçando a presença solidária da Igreja junto aos mais vulneráveis,sintonizando-a aos seus anseios e possibilitando a construção de uma sociedade mais justa e solidária”.

Em 2016 o 22] Grito dos/as Excluídos/as tem como lema “Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata”. O lema inspira-se no discurso do Papa Francisco durante o IIo Encontro Mundial com os Movimentos Populares, ocorrido na Bolívia, em 2015.

Confira a carta na íntegra:

CARTA DA CNBB EM APOIO AO 22º GRITO DOS EXCLUÍDOS

Senhores Cardeais, Arce/Bispos, agentes de pastorais
O Grito dos/as Excluídos/as está completando 22 anos e já alcançou dimensão continental. Nasceu a partir da Campanha da Fraternidade de 1995, cujo tema era “Fraternidade e os excluídos” e o lema: Eras tu, Senhor?
Ao contemplar as faces da exclusão na sociedade brasileira, setores ligados às Pastorais Sociais da Igreja optaram por estabelecer canais de diálogo permanente com a sociedade promovendo, a cada ano, na semana da Pátria, o Grito dos/as Excluídos/as. Em seu percurso, o Grito experimentou desafios e dificuldades e soube, acima de tudo, manter, com liberdade profética, sua presença crítica diante da desafiante situação de exclusão que persiste para grande parte da população brasileira.
O Grito dos/as Excluídos/as não se limita ao sete de setembro. Vai além. Em preparação ao evento são promovidos debates, seminários, fóruns temáticos e conferências envolvendo entidades, instituições, movimentos e organizações da sociedade civil fortalecendo as legítimas reivindicações sociais e reforçando a presença solidária da Igreja junto aos mais vulneráveis, sintonizando-a aos seus anseios e possibilitando a construção de uma sociedade mais justa e solidária.
Em 2016 o 22º Grito dos/as Excluídos/as tem como lema “Este sistema é insuportável: exclui, degrada, mata”O lema inspira-se no discurso do Papa Francisco durante o IIº Encontro Mundial com os Movimentos Populares, ocorrido na Bolívia, em 2015. Nele, o Papa conclama a promovermos mudanças que transformem este sistema capitalista depredador para uma economia a serviço da vida e dos povos.
Agradecemos aos senhores pelo apoio recebido ao longo destes anos e nos comprometemos a continuar gritando pela vida em primeiro lugar. Solicitamos-lhes, mais uma vez, o efetivo apoio à essa iniciativa que renova a esperança dos pobres e os torna sujeitos de uma nova sociedade, sinal do Reino de Deus.
Com estima e consideração,
Dom Guilherme Antônio Werlang

 

Presidente da Comissão Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.
Fonte: A12/cnbb
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CF 2017 já tem hino

Comissão escolhe vencedores de concurso do hino da CF 2017

Os vencedores do concurso para o hino da Campanha da Fraternidade de 2017 (CF 2017), promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB),  são o padre José Antônio de Oliveira, de Barão dos Cocais (MG), e Wanderson Luiz Freitas da Silva, de Goiânia (GO), que compuseram, respectivamente, a letra e a música oficiais do hino.A CF 2017 tem como tema “Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida” e lema “Cultivar e guardar a criação”. No edital do concurso, foi pedido que a letra do hino traduzisse em profunda linguagem poética seu conteúdo; que possuísse caráter vibrante e convocativo; melodias e ritmos fluentes em qualquer assembleia. O emprego da função da linguagem mais adequada ao momento litúrgico também foi levado em consideração.

O CD da Campanha da Fraternidade 2017, que deve ficar pronto ainda neste ano, contará com outras três músicas enviadas ao concurso. As autorias das músicas são de padre Cireneu Kuhn, verbita de Santo Amaro (SP); Casimiro Vidal Nogueira, de Curitiba (PR); e da parceria entre J. Thomaz Filho e Wallison Rodrigues.

De acordo com o bispo auxiliar de Brasília (DF) e secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, aqueles que enviaram contribuições para concorrer à categoria de hino oficial da Campanha da Fraternidade “colocaram sua digital na importante história do maior Projeto de Evangelização da Igreja no Brasil”.

fonte: CNBB
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