Economia



Dicas para usar bem seu Dinheiro

12 conselhos da Bíblia sobre o dinheiro e os bens

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Sim, a Bíblia nos dá dicas preciosas para administrar com sabedoria!

1. Viva do seu próprio trabalho e não às custas dos outros

Quando estávamos convosco, nós vos dizíamos formalmente: Quem não quiser trabalhar, não tem o direito de comer. Entretanto, soubemos que entre vós há alguns desordeiros, vadios, que só se preocupam em intrometer-se em assuntos alheios. A esses indivíduos ordenamos e exortamos a que se dediquem tranquilamente ao trabalho para merecerem ganhar o que comer.

(II Tessalonicenses 3, 10-12)

2. Planeje bem os seus gastos e investimentos

Quem de vós, querendo fazer uma construção, antes não se senta para calcular os gastos que são necessários, a fim de ver se tem com que acabá-la? Para que, depois que tiver lançado os alicerces e não puder acabá-la, todos os que o virem não comecem a zombar dele, dizendo: Este homem principiou a edificar, mas não pode terminar.

(Lucas 14, 28-30)

3. Mantenha uma poupança

Na casa do sábio há reservas de comida e azeite; o homem imprudente, porém, devora tudo o que pode.

(Provérbios 21, 20)

4. Não seja avarento

Vivei sem avareza. Contentai-vos com o que tendes, pois Deus mesmo disse: Não te deixarei nem desampararei.

(Hebreus 13, 5)

5. Não ame o dinheiro

Aqueles que ambicionam tornar-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições.

(I Timóteo 6, 9-10)

6. Não seja escravo do dinheiro

Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou odiará a um e amará o outro, ou dedicar-se-á a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e à riqueza.

(Mateus 6, 24)

7. Construa uma herança para os seus filhos

Quem se descuida dos seus, principalmente dos de sua própria família, é um renegado, pior que um infiel.

(I Timóteo 5, 8)

8. Reconheça que Deus é o dono de tudo

A vós, Senhor, a grandeza, o poder, a honra, a majestade e a glória, porque tudo que está no céu e na terra vos pertence. A vós, Senhor, a realeza, porque sois soberanamente elevado acima de todas as coisas. É de vós que vêm a riqueza e a glória, sois vós o Senhor de todas as coisas; é em vossa mão que residem a força e o poder. E é vossa mão que tem o poder de dar a todas as coisas grandeza e solidez.

(I Crônicas 29, 11-12)

9. Dedique a Deus o uso dos seus bens

Honra o Senhor com teus haveres, e com as primícias de todas as tuas colheitas. Então, teus celeiros se abarrotarão de trigo e teus lagares transbordarão de vinho.

(Provérbios 3, 9-10)

10. Pague seus impostos e suas dívidas

Pagai a cada um o que lhe compete: o imposto, a quem deveis o imposto; o tributo, a quem deveis o tributo; o temor e o respeito, a quem deveis o temor e o respeito. A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, a não ser o amor recíproco; porque aquele que ama o seu próximo cumpriu toda a lei.

(Romanos 13, 7-8)

11. Cuide bem do que é dos outros caso você o administre

E se não fostes fiéis no alheio, quem vos dará o que é vosso?

(Lucas 16, 12)

12. Pratique a caridade e o bem para com o próximo

Quando o Filho do Homem voltar na sua glória e todos os anjos com ele, sentar-se-á no seu trono glorioso. Todas as nações se reunirão diante dele e ele separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos. Colocará as ovelhas à sua direita e os cabritos à sua esquerda.

Então o Rei dirá aos que estão à direita:
– Vinde, benditos de meu Pai, tomai posse do Reino que vos está preparado desde a criação do mundo, porque tive fome e me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e me acolhestes; nu e me vestistes; enfermo e me visitastes; estava na prisão e viestes a mim.

Perguntar-lhe-ão os justos:
– Senhor, quando foi que te vimos com fome e te demos de comer, com sede e te demos de beber? Quando foi que te vimos peregrino e te acolhemos, nu e te vestimos? Quando foi que te vimos enfermo ou na prisão e te fomos visitar?

Responderá o Rei:
– Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que fizestes isto a um destes meus irmãos mais pequeninos, foi a mim mesmo que o fizestes.
Voltar-se-á em seguida para os da sua esquerda e lhes dirá:
– Retirai-vos de mim, malditos! Ide para o fogo eterno destinado ao demônio e aos seus anjos. Porque tive fome e não me destes de comer; tive sede e não me destes de beber; era peregrino e não me acolhestes; nu e não me vestistes; enfermo e na prisão e não me visitastes.

Também estes lhe perguntarão:
– Senhor, quando foi que te vimos com fome, com sede, peregrino, nu, enfermo, ou na prisão e não te socorremos?

E ele responderá:
– Em verdade eu vos declaro: todas as vezes que deixastes de fazer isso a um destes pequeninos, foi a mim que o deixastes de fazer.

E estes irão para o castigo eterno, e os justos, para a vida eterna.

(Mateus 25, 31-46)

Fonte: Aleteia
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Superando Crise financeira na Família

Como enfrentar uma crise econômica em família

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O Casal deve manter-se unido, envolver os filhos e criar um ambiente positivo

Diante de uma situação econômica difícil, a união e a compreensão familiares são as melhores alternativas para enfrentar o problema. A união dos esposos e a criação de um ambiente positivo farão com que os filhos encarem esta dificuldade como mais um acontecimento da vida que, além de fortalecê-los, irá permitir que eles aprendam a enfrentar situações parecidas no futuro.

O mais conveniente, nestes casos, é envolver os filhos e colocá-los a par da situação por que passa a família. Se os pais não forem dramáticos e passarem uma mensagem de esperança, “a criança compreenderá que a família está diante de uma situação de necessidade e todos juntos farão o possível para que tudo fique melhor – e vão conseguir. Vocês podem dizer a eles o seguinte: não podemos ter isso, há outras coisas importantes, porque temos aquilo outro”, explica Celso Arango, diretor de Psiquiatria do Hospital Gregorio Marañon, em um artigo no diário ABC.es.

O especialista aconselha que “na medida do possível, os pais devem comunicar as coisas às crianças simplesmente porque o fato de se sentirem parte da unidade familiar é muito importante para elas”. Da mesma forma acontece com os filhos adolescentes. Convém mantê-los a par de tudo e convidá-los a participar de algumas decisões.

“Nos estudos realizados nos últimos 30 anos, comprovou-se que a melhor maneira para uma família superar uma crise é basicamente manter-se unida e trabalhar como equipe (…) Os adultos devem focar em manter uma relação positiva entre si, sem se importar se há dinheiro ou não”, indica a doutora Lenna Ontai, em artigo publicado pela Universidade da Califórnia.

Para se levar em conta

Cada caso é único e as condições variam de família para família. No entanto, diante de uma crise econômica, há várias situações que podem acontecer:

  1. A extravagância dos filhos: o desejo de ter mais e mais, muitas vezes influenciados pelos amigos com mais capacidades econômicas ou mesmo pela publicidade, será um desafio que os pais deverão aprender a gerenciar. O primordial é ensiná-los a valorizar o que têm, sem pretenderem ter o que não está ao seu alcance.
  2. Os filhos devem fazer parte das decisões familiares: quando os filhos – em especial os adolescentes – sentem-se apreciados e quando são consultados acerca de suas opiniões, eles são mais propensos a se conscientizar da situação pela qual a família atravessa e, além disso, colaboram com mais disposição. Há algumas decisões que somente pais e mães podem tomar. Mas há outras que podem contar com o consentimento dos filhos.
  3. Não permita que o ambiente familiar se veja afetado: não se pode adicionar um problema a outro. Uma crise conjugal ou um conflito com os filhos tornará o dilema econômico muito mais complexo. Diante de dificuldades como estas, deve-se conservar a união com tranquilidade, pois a angústia não deixa ver o panorama completo e a saída poderá ser perdida de vista. Um ambiente familiar harmônico fará com que o problema seja tratado com mais eficácia.
  4. As crises são cíclicas: hoje estamos bem, amanhã não sabemos. Com na maioria dos casos, os ciclos acompanham a vida: há momentos bons e outros nem tanto. Por isso, ter sempre em mente que tempos melhores virão fará com que a esperança reine no lugar do desespero.
  5. O orçamento familiar: durante uma crise ou não, o orçamento familiar é uma ferramenta essencial, que permite conhecer a realidade das finanças do lar. Fazer um orçamento mensal é uma medida preventiva, de organização e de gestão do dinheiro. Criar um ambiente de economia na família, em que os filhos reservem parte de suas mesadas para diferentes propósitos, fará com que todos tomem esta convicção como parte de suas vidas.
  6. Casamento mais unido do que nunca: as crises econômicas, assim como todas as dificuldades, permitem o amadurecimento, o crescimento e até podem fortalecer o casamento. Isso depende de como as situações serão administradas. O importante é que o casal esteja muito unido nos momentos de escassez material, apoiando-se mutuamente e sendo positivos para vencer a adversidade.
  7. Todos devem ajudar. Quando uma família trabalha em equipe, todos – pais e filhos – devem buscar soluções para seguir adiante e fazer frente à crise. Cada um, de acordo com suas possibilidades, deve contribuir com a economia familiar.
Fonte: Aleteia
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CNBB e a greve geral

Posição da CNBB sobre a greve geral convocada para o dia 28

A greve geral é contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional – REUTERS
RV-“Consideramos fundamental que se escute a população”, afirma o Secretário Geral da CNBB,  Dom Leonardo Steiner, ao comentar a convocação de uma greve geral para o dia 28 de abril, contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional.Às vésperas da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem início neste dia 26 em Aparecida (SP), o Bispo auxiliar de Brasília (DF) concedeu uma entrevista tratando da posição da entidade sobre as manifestações. Dom Leonardo considera “fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas”.

Qual é a posição da CNBB sobre a anunciada greve geral do dia 28 de abril?

A partir de amanhã, quarta-feira, 26 de abril, os bispos estarão reunidos em assembleia geral, em Aparecida (SP). A assembleia é a instância suprema da Conferência e dela pode sair novo posicionamento. Posso agora, reafirmar o que o Conselho Permanente da CNBB já declarou em Nota: “Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”.

Nesse sentido, consideramos fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas. Claro que nosso olhar se dá na perspectiva da evangelização e nossa posição brota das exigências do Evangelho. E isso significa reafirmar a busca do diálogo, da paz e do entendimento. Na afirmação dos bispos está a orientação de que esses momentos sejam marcados pelo respeito à vida, ao patrimônio público e privado, fortalecendo a democracia.

Qual o impacto de uma greve geral neste momento? 

Certamente o conteúdo das manifestações se dará no sentido de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade, de modo muito particular dos mais pobres. O movimento sinaliza que a sociedade quer o diálogo, quer participar, quer dar sua contribuição. Reformas de tamanha importância não podem ser conduzidas sem esse amplo debate.

O Congresso Nacional e o Poder Executivo, infelizmente, têm se mostrado pouco sensível ao que a sociedade tem manifestado em relação às reformas. Os brasileiros e brasileiras desejam o bem do Brasil e para construir uma nação justa e fraterna querem participar das discussões e encaminhamentos.

É oportuno apresentar propostas de reformas na atual conjuntura?

O Brasil vive um momento particular de sua história, uma crise ética. Há situações de enorme complexidade nos quais estão envolvidos personagens do cenário político, sem falar da crise econômica que atinge a todos. Como encaminhar mudanças sem o respaldo da sociedade? Propostas de reformas que tocam na Constituição Federal, no sistema previdenciário, na CLT merecem estudo, pesquisa e aprofundamento. Sem diálogo não é possível criar um clima favorável que vise o bem do povo brasileiro.

Fonte: Rádio Vaticano
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Bispos do Paraná e a questão do Pedágio

Bispos do Paraná publicam nota sobre o pedágio

Os Bispos do Regional Sul 2 da CNBB, reunidos em Assembleia de 12 a 14 de março, em Maringá, por meio de uma nota, manifestaram sua preocupação com referência à proposta de prorrogar os atuais contratos dos pedágios do Paraná, para além de 2021, quando se encerram.

NOTA DOS BISPOS DO REGIONAL SUL 2 SOBRE AS CONCESSÕES DE PEDÁGIO NO PARANÁ

Nós, Bispos do Paraná, reunidos em Assembleia, em Maringá, dias 13 e 14 de março, dialogamos sobre vários temas de interesse da população paranaense, dentre os quais, as Concessões Rodoviárias, mais conhecidas como pedágios.

Temos consciência de que as nossas estradas, depois do pedágio, dispõem de serviços de atendimento, apresentam melhores condições de tráfego, mais segurança e, consequentemente, houve redução de acidentes. No entanto, é perceptível para todos que os valores praticados nas praças de pedágio do Paraná são mais altos se comparados com estradas em que o contrato do pedágio foi assinado posteriormente. E isso interfere diretamente no “custo Paraná”.

Nós Bispos, encorajamos para que haja um novo modelo de Concessão Rodoviária e não a Prorrogação dos atuais Contratos, como se está cogitando no Congresso Nacional; que haja uma nova licitação, justa, transparente, com a participação da sociedade civil, com auditorias públicas e finalmente com tarifas reduzidas, condizentes aos preços adotados em Concessões Rodoviárias recentes.

Esperamos que este nosso apelo, que se une a outras manifestações da nossa sociedade, contribua para o bem do povo paranaense.

Maringá, 14 de março de 2017

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Como ser um bom empreendedor nas Igrejas

Nunca a Igreja precisou tanto de verdadeiros “empreendedores”. Os padres e leigos envolvidos com a administração eclesial devem ter um comportamento profissional em relação à administração. Aqui, algumas dicas para empreender melhor na sua comunidade:

1. A diferença entre boas ideias e as outras  está no potencial delas serem transformadas em realidade. O empreendedor passa do pensamento à ação e faz as coisas acontecerem. Lembre-se sempre: a diferença entre fazer e não fazer está em fazer. Se você não fizer, não haverá diferença;

2. Faça cursos (www.conage.com.br) de administração básica. Leia e assine revistas (www.revistaparoquias.com.br)  e livros do gênero. Não é preciso ser doutor em contabilidade ou administração para administrar sua paróquia, mas se você não tiver nenhum conhecimento, terá maiores dificuldades;

3. O “padre empreendedor” é aquele que consegue escolher entre várias alternativas e não fica pensando no que deixou para trás. Sabe ter foco e estabelece metas;

4. Cerque-se de pessoas capazes. Se possível, melhores do que você. Em sua comunidade existem contadores, administradores e secretárias que estão prontos para ajudá-lo na administração. Peça ajuda;

5. Planeje! Não seja um administrador eclesial que acha que só porque “trabalha para Deus”, poderá fazer tudo o que quiser sem nenhum planejamento. 80% do tempo gasto nos projetos das grandes empresas são empregados em planejamento;

6. O “padre empreendedor” acredita na sua própria capacidade. Tem elevado grau de auto-confiança e não se deixa abater por críticas infundadas;

7. Não tenha medo do dinheiro. Ganhar dinheiro não é pecado. Pecado é gastá-lo de forma errada ou abrir mão de ganhá-lo para o benefício de todos;

8. O “padre empreendedor” faz uso de sua imaginação. Ele imagina-se sempre vencedor;

9. Lembre-se sempre de que a paróquia não é sua. Pertence à Igreja e está ali para servir, pela caridade e pelo evangelho;

10. O “padre empreendedor” nunca se acha uma “vítima”. Ele não fica parado, reclamando das coisas e dos acontecimentos. Ele age para modificar a realidade!

Pense nisso. Você tem estas características? Como é o seu pessoal? Você já pensou em criar programas para desenvolver no seu pessoal o necessário espírito empreendedor, para melhor administrar sua comunidade e colher melhores frutos para todos?

*Inspirado nos textos do prof. Luiz Marins

Fonte; Catholicus

 

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Choro e fortaleza

Estudo revela que pessoas que choram são mais fortes

“As lágrimas derramadas são amargas, mas mais amargas são as que não se derramam”.

Todas as emoções não são iguais nem encontram o mesmo grau de aceitação em nossa sociedade. A emoção mais aceitada é a felicidade, basicamente porque é um sinal de segurança, confiança e êxito. Por isso nos vemos obrigados a fingir felicidade, respondemos que estamos bem e esboçamos um sorriso, mesmo que por dentro estamos destroçados. Já que a felicidade nos assegura um êxito social, nos faz ganhar amigos e transmite uma imagem de êxito.

Uma sociedade que sempre demanda que estejamos felizes e alegres, dispostas a comermos o mundo, simplesmente é tremendamente injusta. Porque não funcionamos assim, frequentemente nos entristecemos. Estigmatizar a tristeza só serve para nos fazer sentir pior, para que pensemos que não somos o suficientemente fortes como para aguentar os problemas sem virmos abaixo.

Entretanto, na realidade as pessoas que se atrevem a expressar sua tristeza e choram, tem um maior equilíbrio emocional do que aquelas que reprimem as lágrimas e escondem seus sentimentos. Um provérbio irlandês diz que “As lágrimas derramadas são amargas, mas mais amargas são as que não se derramam”.

Por que as pessoas que choram são mais equilibradas emocionalmente?

 1. Não reprimem suas emoções

Se você se sente eufórico de alegria, esconderia seu sorriso? Se escuta um som alto na casa a noite, não lhe assustaria? Então, no há motivos para esconder a tristeza. Só as pessoas seguras de si mesma, com uma grande Inteligência Emocional, são capazes de reconhecer suas emoções e expressá-las, mesmo que estas sejam consideradas “negativas”. É necessário muita coragem para nadar contra a corrente e expressar quem você realmente é ou como se sente nesse momento. Na verdade, o filósofo Séneca afirmou que “Não tem maior causa para chorar que não poder chorar”.

Manter a mente fria e reprimir as emoções tem um grande custo, não só para nossa saúde psicológica como também física. Numerosos estudos tem vinculado a repressão emocional com um maior risco de desenvolver enfermidades como asma, hipertensão e patologias cardíacas. Curiosamente, um estudo realizado na Universidade de Standord descobriu que as pessoas que costumam reprimir suas emoções agem ante a pressão e ao estresse de maneira exagerada, com um maior aumento da pressão arterial que as pessoas catalogadas como ansiosas. Isto nos indica que essa “calma aparente” na realidade não é boa para nosso equilíbrio emocional.

Você sabia que as lágrimas aliviam o estresse, a ansiedade, a dor e a frustação? As lágrimas no só são a água que limpamos a alma senão que também limpamos nossos olhos, para permitir-nos ver a situação a partir de outra perspectiva. As lágrimas nos fortalecem e nos permite crescer. Com já dizia a poeta uruguaia Sara de Ibáñez: “Vou chorar sem pressa. Vou chorar até esquecer o choro e alcançar o sorriso”.

Na verdade, 70% das pessoas pensam que chorar é reconfortante. E que o choro nos permite ver a situação por uma perspectiva mais positiva. Quando terminamos de chorar, nossa mente se encontrar mais clara e, e em poucos minutos seremos capazes de analisar a situação a partir de outro prisma. Isto se deve a que nossas emoções se equilibraram e nossa mente racional está preparada para entrar em ação.

3. Sabem que o choro é terapêutico

Sabia que o choro estimula a liberação de endorfinas em nosso cérebro, que nos ajudam a aliviar a dor e também fomentam um estado de relaxamento e paz? É por isto que depois de chorar, nos sentimos muito melhores e relaxados. Na verdade, foi verificado que não é conveniente cortar o choro, mas deixar que flua porque a primeira fase só tem um efeito ativador mas a segunda fase tem um efeito calmante que reduz a frequência cardíaca e respiratória, propiciando um estado de relaxamento. Ás vezes, o choro é mais benéfico que o riso.

Um estudo realizado na Universidade da Florida descobriu que o choro é profundamente terapêutico, sobretudo quando se une com um “remédio relacional”, ou seja, quando se aproxima outras pessoas e estas nos dão consolo. Também perceberam que o choro triste, esse que está destinado a criar novos vínculos depois de uma perda, tem um poder catártico.

4. Não se submetem as expectativas sociais

As pessoas que não tem medo de chorar se sentem muito mais livres, são capazes de expressar-se sem se verem pressas pelos convencionalismos sociais. Estas pessoas não tem medo de decepcionar os demais nem a mostra sua suposta “debilidade”, porque sabem que na realidade chorar não implica em nada disso.

As pessoas que choram são mais verdadeiras e não querem se ver maquiadas pelas expectativas sociais. Essa consciência as levam a serem mais livres e a levar uma vida segundo suas próprias regras. Estas pessoas são verdadeiros “ativistas” que lutam por uma sociedade mais saudável emocionalmente onde as pessoas não se veem obrigadas a esconder o que sentem.

O choro é uma das expressões mais íntimas dos nossos sentimentos. Quando choramos na frente de alguém, é como se estivéssemos desnudando nossa alma. Por isso, as lágrimas ajudam a criar um conexão muito especial, é como se conectássemos diretamente através do nosso “eu” mais profundo.

Quando uma outra pessoa “aceita” essa tristeza, sem tentar fugir dela ou nos brindar de falsas palavras de alento, simplesmente nos apoia e se mantém ao nosso lado, se cria uma conexão única. Na verdade, uma das funções das lágrimas é precisamente a de pedir ajuda, mesmo que seja de maneira indireta, mostrando nossa impotência, para que os demais se acerquem e nos conforte.
Portanto, o choro e a tristeza não devem ser percebidos como um sinal de debilidade, senão como um sinal de fortaleza interna e atenção plena. Não choramos porque sejamos débeis ou incapazes, senão porque estamos vivos e não nos envergonhamos de expressar o que sentimos.
Portanto, como dizia o poeta argentino Oliverio Girondo:
 “Chorar a lágrima viva, chorar a choros…..Chorá-lo todo, mas chorá-lo bem.(…) Chorar de amor, de cansaço e de alegria”.

Fonte: CONTI outra
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Como guardar dinheiro

9 vilões que impedem você de guardar dinheiro

Guardar dinheiro parece uma missão impossível? Você sabe que gastar mais do que ganha não é bom, mas vive entrando no cheque especial? Sabe que poupar uma parte dos recursos é importante para o futuro, mas o salário insiste em não chegar ao fim do mês? Tem algo errado aí.

Eu nunca vi alguém que tenha comprado um livro de dieta e lido tudo até o fim. Só comprar o livro não emagrece, é preciso fazer o regime.

1) Não acreditar na valorização do dinheiro investido

Para o educador, esse é o principal motivo pelo qual as pessoas não se dedicam a poupar todo mês: não acreditar que aquela pequena economia mensal pode se tornar uma grande quantia no futuro. “Se você começou a trabalhar com 20 anos, tem 29 anos e não guardou R$ 50 por mês, você já perdeu nove anos de poupança”, diz. Se uma pessoa economizasse R$ 100 por mês*, conseguiria juntar:

  • após 5 anos: R$ 6.312 = 3 vídeogames de última geração + 3 jogos;
  • após 10 anos: R$ 13.282 = cruzeiro para duas pessoas Brasil/Itália (21 dias) + dinheiro extra para compras;
  • após 20 anos: R$ 29.472 = carro popular seminovo com ar condicionado + 2 anos de seguro;
  • após 30 anos: R$ 49.207 = carro sedã novo.

2) Desorganização

Um grande erro é não saber quanto ganha ou quanto gasta por mês e confiar na memória para calcular se tem dinheiro para gastar. Outro erro é fazer os cálculos considerando o salário bruto, em vez do líquido –após os descontos. É preciso manter um orçamento doméstico, com ganhos e gastos, e mantê-lo sempre atualizado. Segundo Vignoli, quem nunca fez isso antes deve começar da maneira mais simples possível, sem complicações. O importante é fazer todo dia, até criar o hábito. “Não é porque eu montei uma planilha num domingo chuvoso que o problema está resolvido.”

3) Pouca dedicação

Não adianta se propor a economizar 10% da renda mensalmente e, na hora de guardar dinheiro, sempre arranjar uma desculpa para gastar. “Você acaba criando uma dívida consigo mesmo e nunca paga isso”, diz. Assim que receber o dinheiro, separe o que vai ser guardado e invista logo.

4) Falta de conhecimento

É preciso ler e se informar sobre as finanças, conhecer os tipos de investimentos, aplicações, empréstimos. “As pessoas se informam sobre todos os detalhes antes de comprar uma casa ou um carro, mas aceitam qualquer palpite quando vão investir o dinheiro que vai garantir as suas vidas”, diz Vignoli. “Ou ela se interessa e vai aprender ou será sempre uma vítima.”

5) Não estabelecer metas

Poupar sem um objetivo é uma maneira fácil de perder o controle. É aconselhável separar as economias de acordo com cada objetivo. Cada vez que esse objetivo for atingido, escolha outro e continue a poupar. É preciso ter consciência, por exemplo, que o dinheiro guardado para a aposentadoria não deve ser usado no meio do caminho para comprar um carro zero. Se quiser comprar o carro, junte dinheiro para isso também.

As compras impulsivas são vilãs do planejamento financeiro. Para evitar isso, sempre se pergunte: eu preciso disso agora? Outra dica é não comprar imediatamente, deixar para comprar no outro dia. Se for realmente necessário, você voltará, mas é quase certo que não irá fazer isso. Outro problema que compromete o orçamento é não ter uma reserva para imprevistos. Na hora do aperto, é preciso recorrer a um empréstimo ou, até mesmo, se desfazer do patrimônio. Um bom parâmetro é poupar o equivalente a seis meses de salário para essa reserva emergencial.

7) Ignorar os pequenos gastos

Tomar aquele café com pão de queijo na padaria são R$ 10 a menos no bolso. Se for todo dia, são R$ 300 a menos por mês. Se você guardasse esses R$ 300 por mês*, em um ano teria R$ 3.639. O que você faria com esse dinheiro extra?

8) Não envolver a família e amigos

Não adianta nada você se esforçar ao máximo para economizar se a família gasta tudo sem pensar. Para dar certo, é preciso que todos façam economia. “É preciso conversar sobre dinheiro quando está tudo bem, e não só quando a vaca foi pro brejo”, diz Vignoli. Se é solteiro e os amigos vivem convidando para baladas, é preciso perder a vergonha e dizer a eles que está tentando economizar.

9) Cobrir o negativo dos filhos

Dar mesada é uma maneira de educar os filhos financeiramente. É importante dar um valor, ensinar que uma parte deve ser economizada e nunca cobrir os gastos do filho. “Se a mesada acabou, o filho tem que esperar o próximo mês para comprar. Se o pai cobre o rombo todos os meses, ele está criando um futuro consumidor do cheque especial”, diz Vignoli.

Fonte: UOL Economia
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A Família antes de Tudo!!

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      Que o trabalho não destrua a família

      O primeiro e mais importante conselho: a família é o principal negócio da vida

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      © Kzenon/SHUTTERSTOCK

      O trabalho dignifica o ser humano e é o meio para proporcionar o bem-estar material à família. Mas nem sempre é fácil, para o homem e para a mulher, chegar a esse equilíbrio trabalho-família, levando em consideração as exigências do mundo empresarial do mundo de hoje.

      As seguintes recomendações pretendem servir de reflexão sobre o negócio mais importante da vida: a família.

      Ser eficientes durante o horário comercial: durante a jornada de trabalho, é preciso dedicar a ela toda a concentração e empenho possíveis, de maneira que sejam as horas mais produtivas possíveis e, assim, poder terminar tudo e tempo de ir para casa com calma.

      Estabelecer limites e prioridades: a família é o cliente mais importante; portanto, deve ocupar seu lugar na agenda com caráter prioritário e sem opção de ser trocada por assuntos do trabalho.

      Para garantir que este compromisso seja inamovível, sugere-se estabelecer encontros com data e hora, como se fosse um compromisso profissional. Isso envolve, além disso, aprender a defender este espaço; muitas vezes, será preciso saber dizer “não” a eventos ou convites que não são determinantes para a vida profissional e, ao contrário, são de grande proveito no lar.

      Não levar trabalho para casa:  somente em circunstâncias extremas, que o exijam. É preciso aprender a concluir as tarefas laborais para poder curtir a família, sobretudo nesta era das comunicações, na qual é preciso saber “desconectar-se”: desligar o celular, não ficar revisando e-mails, afastar-se um pouco do computador, para não acabar deteriorando o espaço familiar.

      Compartilhar os triunfos e as fracassos: não é justo chegar ao lar mal-humorado devido às dificuldades do trabalho. O cônjuge é um apoio e a pessoa mais indicada para escutar e talvez dar um conselho quando estas situações se apresentam, mas sempre com respeito, confiança e amor.

      Contar ao cônjuge sobre as preocupações do trabalho: grandes ou pequenos, elas podem tirar o sono; contar ao cônjuge sobre tais dificuldades permitirá que a compreensão e a empatia fluam no casal, evitando, assim, muitos conflitos. É preciso levar em consideração que, diante de um comportamento agressivo ou retraído sem explicações, a imaginação não demora em começar a voar…

      Estar em casa de corpo e alma: alguns pais caem no erro de chegar em casa para assistir televisão ou ficar navegando na internet. Quando se está em casa, é preciso dedicar tempo de qualidade, tanto ao cônjuge como aos filhos. O jantar, por exemplo, é um momento especial para que todos estejam juntos à mesa e comentem as experiências que cada um viveu no dia.

      Se não é possível ter uma refeição diária juntos, é preciso buscar outro espaço que permita o diálogo e o lazer em família. O importante é evitar que todos cheguem em casa e fiquem trancados nos respectivos quartos. Cuidado: é preciso lutar por ser uma família “unida”, e não uma família apenas “junta”.

      Tempo a sós com o cônjuge: este não é apenas um conselho, mas o resultado de diversas pesquisas que demonstram que um encontro semanal com o esposo(a), sem filhos nem distrações, une o casal e o fortalece – e isso acaba sendo benéfico para os filhos também.

      Fonte: Aleteia
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CNBB crítica PEC 241

“A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres”, diz o textoA Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de outubro, durante entrevista coletiva à imprensa, a Nota da CNBB sobre a Proposta de Emenda Constitucional 241 (PEC 241), que estabelece um teto para os gastos públicos para os próximos vinte anos. O texto foi aprovado pelo Conselho Permanente da entidade, reunido, em Brasília, entre os dias 25 e 27 deste mês.Leia o texto na íntegra:

 

 

 

NOTA DA CNBB SOBRE A PEC 241

 

“Não fazer os pobres participar dos próprios bens é roubá-los e tirar-lhes a vida.”
 (São João Crisóstomo, século IV)

 

O Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil-CNBB, reunido em Brasília-DF, dos dias 25 a 27 de outubro de 2016, manifesta sua posição a respeito da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241/2016, de autoria do Poder Executivo que, após ter sido aprovada na Câmara Federal, segue para tramitação no Senado Federal.

Apresentada como fórmula para alcançar o equilíbrio dos gastos públicos, a PEC 241 limita, a partir de 2017, as despesas primárias do Estado – educação, saúde, infraestrutura, segurança, funcionalismo e outros – criando um teto para essas mesmas despesas, a ser aplicado nos próximos vinte anos. Significa, na prática, que nenhum aumento real de investimento nas áreas primárias poderá ser feito durante duas décadas. No entanto, ela não menciona nenhum teto para despesas financeiras, como, por exemplo, o pagamento dos juros da dívida pública. Por que esse tratamento diferenciado?

A PEC 241 é injusta e seletiva. Ela elege, para pagar a conta do descontrole dos gastos, os trabalhadores e os pobres, ou seja, aqueles que mais precisam do Estado para que seus direitos constitucionais sejam garantidos. Além disso, beneficia os detentores do capital financeiro, quando não coloca teto para o pagamento de juros, não taxa grandes fortunas e não propõe auditar a dívida pública.

A PEC 241 supervaloriza o mercado em detrimento do Estado. “O dinheiro deve servir e não governar! ” (Evangelii Gaudium, 58). Diante do risco de uma idolatria do mercado, a Doutrina Social da Igreja ressalta o limite e a incapacidade do mesmo em satisfazer as necessidades humanas que, por sua natureza, não são e não podem ser simples mercadorias (cf. Compêndio da Doutrina Social da Igreja, 349).

A PEC 241 afronta a Constituição Cidadã de 1988. Ao tratar dos artigos 198 e 212, que garantem um limite mínimo de investimento nas áreas de saúde e educação, ela desconsidera a ordem constitucional. A partir de 2018, o montante assegurado para estas áreas terá um novo critério de correção que será a inflação e não mais a receita corrente líquida, como prescreve a Constituição Federal.

É possível reverter o caminho de aprovação dessa PEC, que precisa ser debatida de forma ampla e democrática. A mobilização popular e a sociedade civil organizada são fundamentais para superação da crise econômica e política. Pesa, neste momento, sobre o Senado Federal, a responsabilidade de dialogar amplamente com a sociedade a respeito das consequências da PEC 241.

A CNBB continuará acompanhando esse processo, colocando-se à disposição para a busca de uma solução que garanta o direito de todos e não onere os mais pobres.

Nossa Senhora Aparecida, Padroeira do Brasil, continue intercedendo pelo povo brasileiro. Deus nos abençoe!

Fonte: CNBB
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Quando a família deve conhecer seu namorado(a)?

Qual a melhor hora de apresentar o(a) namorado(a) para a família?

Mais do que um prazo, o importante é ter clareza sobre a seriedade da relação e o desejo de oficializar o romance diante dos parentes

Enfim, um amor. Uma pessoa com quem podemos contar e planejar o futuro. Mas, antes de apresentar seu namorado para a família, é importante tomar alguns cuidados. O Sempre Família conversou com Rosana Braga, consultora do ParPerfeito, além de psicóloga e escritora. Nessa entrevista ela sugere a melhor forma de fazer essa apresentação e como planejar para que seu par se sinta à vontade.

Nessas respostas, Rosana oferece orientações para pessoas adultas, com condições ou maturidade suficientes para fazer escolhas e arcar com elas. “Se o casal é de adolescentes, as regras válidas são as dos pais e familiares mais próximos, ou seja, aqueles que se responsabilizam pelos adolescentes. A liberdade deve sempre vir junto com a responsabilidade e, por mais maduro e responsável que seja um adolescente, a supervisão de seus pais é fundamental”, diz Rosana.

1) O que deve ser levado em consideração antes de apresentar a pessoa para a família?

Antes de mais nada, é importante lembrar que cada pessoa tem seu próprio jeito de ser e seu próprio ritmo nos relacionamentos. Além disso, as famílias também têm dinâmicas, valores e regras bastante diferentes, que estão relacionadas a múltiplos fatores. Diria que esses são os dois primeiros pontos a serem considerados. Cada um sabe a família que tem! Fazer algumas perguntas pode ajudar muito a refletir para decidir sobre apresentar ou não essa pessoa para a família agora. Tais como: “eu realmente pretendo investir nesse relacionamento?”, “essa pessoa tem se adequado ao que eu busco para o meu futuro e para o futuro do relacionamento que mantenho com a minha família?”.

2) Como deve ser planejado esse momento? A família deve opinar? Ou isso deve ser organizado e preparado pelo casal?

Penso que, por ser um primeiro encontro, o melhor é que a família seja avisada antes da chegada do par. Claro que o parceiro também deve ser informado, já que essa inclusão acontece de forma muito mais agradável quando o casal já conversou sobre o assunto. Afinal de contas, incluir o relacionamento na família e vice-versa tende a ser um forte indicativo de compromisso para a maioria das pessoas. Mas, sobretudo, a decisão sobre qualquer coisa que se refira ao relacionamento é sempre do casal. Qualquer opinião de terceiros pode ser analisada e considerada, mas se tomada como decisão final, sem que esteja de acordo com os reais sentimentos e desejos da pessoa em si, tende a causar sofrimento e arrependimentos futuros.

3) Qual a ocasião ideal para apresentar o novo namorado? Por quê?

A ocasião ideal é uma percepção muito particular, considerando tudo o que já foi dito sobre a dinâmica familiar de cada um. Mas, em geral, festas familiares, como casamentos ou aniversários tendem a ser boas oportunidades para essa apresentação, já que se trata de um ambiente alegre, leve, onde a maioria da família está presente. Mas se a pessoa deseja que essa ocasião seja muito especial, então o ideal é preparar um jantar e fazer da chegada do par o motivo mais importante da reunião familiar.

4) Em que situação é melhor evitar apresentar essa pessoa? Por quê?

Em situações em que o clima está tenso por quaisquer motivos, tais como doenças familiares, velórios ou brigas. As pessoas não estarão abertas e dispostas a abrir espaço para desconhecidos. Afinal, a primeira impressão é importante e essa seria uma primeira impressão bastante constrangedora.

5) Quanto tempo o casal deve aguardar para apresentar o namorado para a família?

Isso depende de cada casal. O tempo é menos importante que a intensidade e a intenção de cada casal. Além disso, essa também é uma questão que depende muito dos valores de cada família. Vale considerar que se uma pessoa costuma ser do tipo “fogo de palha”, ou seja, vive se interessando e se desinteressando rapidamente pelas pessoas, o melhor é esperar um tempo mínimo para apresentar o novo namorado à família. Caso contrário, tenderá a perder o crédito e a disposição deles para acolher novos parceiros.

6) Qual acordo ou conversa o casal deve ter antes disso acontecer?

Tudo o que o casal considerar que pode atrapalhar o grande dia deve ser conversado previamente. É preciso tomar cuidado para não tentar antecipar e prever tudo pode tirar do outro a oportunidade de ter suas próprias impressões.

 7) Quais orientações você daria para esse momento?

Clareza e consciência. Ou seja, é importante que a pessoa que decida apresentar seu par à família tenha claro para si mesma o motivo pelo qual está fazendo isso, especialmente quando a família é muito exigente. Sabemos que existem famílias bem liberais e que não dão peso a esse tipo de evento, mas se esse não for o caso, é importante que a decisão seja tomada com segurança para que possíveis interferências não sirvam para criar sentimentos desgastantes e desnecessários.

 

 

Fonte: Sempre Família

 

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