Familia



Voce teve infância

A importância de guardar memórias e documentos da infância

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias

Você já deve ter se deparado com alguma gaveta ou caixa dentro de casa que reúne relíquias das mais inusitadas: broches antigos de uma bisavó, fotos do casamento dos seus pais, desenhos e atividades que fazia quando era pequeno na escola, objetos e pertences estimados etc.

Para além das lembranças gostosas trazidas por tais materiais, vale aprofundar o nosso olhar em direção a esses elementos, entendendo por que pode ser extremamente rico mantê-los ao longo do tempo.

Cada um sente a passagem dos dias, meses e anos de uma maneira muito particular. O relógio, o calendário e a rotina nos ajudam a organizar de modo bastante objetivo esse curso de eventos que percorrem a nossa existência.

Existem, porém, registros ainda mais significativos que nos estruturam internamente dentro dessa ordem cronológica, trazendo o afeto e a memória como elementos que nos conectam a essas épocas.

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias, reconhecendo antigas amizades, coisas que gostávamos de fazer, o que vestíamos, com quem éramos parecidos, como nos divertíamos…

Essas imagens podem vir acompanhadas de relatos individuais ou compartilhados, dividindo tais lembranças com pessoas que estiveram presentes em determinados momentos desse percurso.

Todo esse conjunto de ingredientes vai configurando narrativas que produzem leituras e entendimentos da história de cada um, de modo que se possa conhecer e valorizar as trajetórias que atravessam esse mundo.

Questões como quem somos, de onde viemos, quem foram as pessoas que fizeram parte do nosso crescimento são tocadas no encontro com esses registros, que nos ajudam a construir uma identidade, reunindo informação, experiência, fantasia e elaboração do “eu” a ser investigado.

Assim como muitos adultos se dedicaram a preservar a nossa biografia, ajudar nossas crianças a conservarem objetos, pertences, fotografias e memórias é um movimento preciso que irá contribuir de maneira bastante potente para que, de tempos em tempos, elas possam acompanhar o seu desenvolvimento, manuseando esses registros de acordo com o que são capazes de assimilar em cada um desses retornos a eles.

Algo novo sempre será criado, trazendo percepções reveladoras de sentidos para suas próprias histórias e que irão sustentar e tecer fios que vão de encontro com essa busca constante em direção ao que são e podem ser.

E isso pode ser feito de vários modos: colecionando objetos e imagens numa caixa, numa gaveta ou num álbum; organizando diários de férias ou de viagens especiais, que podem contar com registros como desenhos e legendas, pequenos objetos colados (o selo de um suco tomado numa ocasião especial, um ticket de cinema ou teatro, uma folha coletada num passeio a um parque etc.) fotografias, e por aí vai.

As mais distintas possibilidades existem para ajudar também as crianças a constituir um percurso de memórias que são uma delícia de serem resgatadas!

Fonte: Toda Criança Pode Aprender
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Salve São Pedro e São Paulo

EVANGELHO: Mt 10,37-42

FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO 

 

Naquele tempo, 13Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?”14Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. 15Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?”16Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”. 17Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. 18Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. 19Eu te darei as chaves do Reino dos Céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”. 

ORAÇÃO PARA A FESTA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Salve nossos Santos, fundamentos da nossa fé. Salve Pedro e Paulo, santos mártires, confessores do nome de Jesus. Salve os apóstolos, que o Senhor chamou para guiar sua Igreja, serem nossos pastores. Gratidão a esses dois grandes santos que nos deram a fé, guardaram a Palavra de Cristo, o meu Salvador.

Jesus,  o Senhor escolheu Pedro e Paulo. Suas vidas, o Senhor transformou. Encontrou esses homens em seus oficios, e mudou o curso de suas vidas. Vem também ao meu encontro. Muda a minha vida, minha história, transforma meu coração. O doutor, romano,  o Senhor, tornou- o simples, humildade, servidor, derrubando do cavalo, dando um coração missionário, apaixonado por Ti, Jesus. Também desejo ser Tua testemunha de amor, oh Cristo. O pescador, medroso e teimoso, o Senhor qualificou, formou, encorajou e colocou a frente da Tua Igreja. Meu Jesus amado, vem também me ajudar a ser cada vez mais um defensor e guardador da Tua Fé, da Igreja, da Tua Salvação.

Espírito Santo, vem com Teu poder guardar todos nossos pastores. Ilumina nosso bispo e padres, continuadores da missão de Cristo no mundo, e na história. Livra-os da tentação do desânimo e do carreirismo religioso. Torna-os cada vez mais parecidos com Pedro e Paulo. Protege nosso Papa, Francisco, dos ataques do mal, das perseguições insanas. Ajude-o, oh Espirito Santo, a amar como Jesus, a guiar Sua Igreja com a firmeza de Pedro, a intrepidez de Paulo, e a misericórdia necessária para ser farol de esperança, verdade  e justiça para tantas pessoas onde que andam a procura de Vida.  Dá-me também a graça de ouvir e obedecer sempre ao Papa, aos pastores, que nos ensinam a Fé que receberam do Cristo.Quero estar aberto para reconhecer neles a Voz do próprio Senhor Jesus.

São Pedro e São Paulo, nosso tempo e sociedade não estão nada favoráveis a Fé e a Igreja de Cristo. Tribulações, perseguições contra o cristianismo, contra o nome de Jesus Cristo; também mortes de cristãos ainda acontecem mundo afora. Intercedam por todos os confessores da fé para nosso século de hoje. Que não abandonem, nem reneguem a fé em Cristo. Sejam cada vez profetas da Vida, da Verdade, da Justiça, do Bem, do Amor, da Misericórdia. Guarda, oh santos, nossas vidas. Peço-te também que roguem por mim, pela minha experiência de Fé. Sinto que muitas vezes querem me calar, me matar, hoje, diante dos temas que entram conflito com a Palavra e com sã Doutrina que guardaram e nos transmitiram, grandes apóstolos do Senhor Jesus. Ensinem-me a viver seguir crendo, pregando Cristo vivo e ressuscitado, meu salvador. Eu suplico: Protejam a Igreja de Jesus, oh meus amados Pedro e Paulo, dos escândalos sexuais,  políticos, financeiros envolvendo seus ministros. Peçam a Deus por todos nós, nestes tempos de grandes desafios para fé e para toda Igreja, para que ela brilhe como sinal de vida, graça e benção no mundo, pela coerência e firmeza da Fé em Cristo. Amém.

Maria,  mãe da Igreja, minha mãe também, peço que interceda por mim. Que eu possa ser e viver minha fé como São Pedro e São Paulo, anunciando sempre e testemunhando com alegria e esperança o amor e salvação que recebo de Deus, do Pai. Ajuda-me, oh mãe querida, a imitar também o Papa Francisco, no seu amor por Jesus, na sua coragem de pastor e na sua esperança que vem da fé. Que eu possa sempre amar a todos, sem reservas, sem apegos. E possa ser transformado pela fé que professo e pelo amor com que sou amado. Ave-maria…

Roguem por mim, São Pedro e São Paulo

Viva São Pedro

Viva São Paulo.

Viva o Papa. 

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Bispo com 150 “esposas”?

O bispo que “se casou” com 150 mulheres

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

Caso insólito aconteceu nas ilhas Tiwi, norte da Austrália

Houve um bispo nas ilhas Tiwi, costa norte da Austrália, que teve 150 “esposas”. O próprio dom Francis Xavier Gsell destaca esse fato insólito na sua autobiografia, que foi publicada quando ele se tornou emérito, em 1956.

90% dos habitantes das ilhas Tiwi são da etnia aborígene kiwi. Em 1922, depois de vários anos na região, aconteceu algo na vida do bispo que mudaria a sua vida: uma adolescente que vivia na missão local se queixou de que iam entregá-la a um esposo já idoso.

Dom Gsell não podia fazer nada, porque essa era a lei da ilha. Soluçando, a jovem foi obrigada a ir embora para uma vida de sacrifícios imprevisíveis. Cinco dias depois, porém, ela voltou sangrando, com uma ferida de lança na perna. Tinha escapado e afirmava que não queria mais sair da missão.

O “esposo” e os familiares, enfurecidos, foram falar com o bispo, que lhes ofereceu uma série de presentes: tabaco, um espelho, carne, latas de melado… Mas havia uma condição: “A menina fica”. A negociação durou várias horas, mas, no final, eles concordaram.

A partir dessa experiência, dom Francis Xavier Gsell começou a “comprar” a liberdade das moças. No total, libertou 150 delas – que, segundo a lei tribal, passavam a ser consideradas como suas “esposas”, embora, obviamente, não o fossem na prática. O bispo pagava o dote e as recebia na missão, onde as jovens aprendiam a ler e escrever, a desempenhar um ofício e, finalmente, conseguiam formar a própria família.

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

A história e a vida de dom Francis Xavier Gsell é cheia de aventuras e de formas originais de evangelização. Você pode ler mais sobre ele nesta matéria, em espanhol, do site Religión en Libertad.

Fonte: Aleteia
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Não diga isso a uma criança

As seis coisas que você nunca deve dizer para uma criança

Shutterstock-LittleDogKorat

Seis coisas negativas que os pais devem parar de dizer – e suas alternativas positivas

Como pais, nossas palavras muitas vezes vão além do que pretendemos que elas signifiquem. A criança, com sua perspectiva e abordagem diferentes, não ouve as coisas da mesma maneira, e essas palavras são muitas vezes fatores de estresse para ela.

“Em vez de criar um jogo de poder e castigo, com uma aparência de autoridade, é melhor ouvir a criança”, aconselha a psicoterapeuta Isabelle Filliozat, autora de Understanding Children’s Emotions (Entendendo o Coração das Crianças). O diálogo é um excelente ponto de partida para resolver uma situação complicada. Temos de encontrar as palavras certas para abrir uma discussão e deixar a criança expressar o que sente, e então guiá-la para a solução certa, em vez de humilhá-la em submissão.

Aqui estão 6 exemplos de frases negativas e suas alternativas positivas, de acordo com Isabelle Filliozat.

1 – A frase negativa: “Você é insuportável / impossível!”

Esta frase vem de um pai e mãe esgotados. O estresse os levam a atacar a criança. Estas são palavras extremamente violentas e perversas. A criança pode congelar, murchar e ficar em silêncio. Mas muito rapidamente, seu corpo se solta e a criança se torna agressiva. Ela vai ao ataque, não contra os seus pais, mas contra um dos seus irmãos ou irmãs, por exemplo. Sua agressão é uma reação de estresse extremo, um comportamento de transbordamento.

A alternativa positiva: “Eu entendo que não saímos o suficiente hoje e que você não tem outra solução a não ser pular no sofá!”

2 – A frase negativa: “Vá para o seu quarto!”

Esta é uma exclusão muito difícil para as crianças entenderem. Esta frase é duplamente negativa: significa “não quero vê-lo aqui” e “não quero vê-lo quando você está se comportando mal”. Exatamente quando a criança mais precisa de seus pais, eles estão dizendo para se afastar e se isolar. As áreas de estresse do cérebro são ativadas. Quanto menor a criança, mais ela precisa de seu pai e sua mãe para ajudá-la a regular suas emoções. Antes dos 13 ou 14 anos de idade, ela não é capaz de controlar suas emoções. Parte do processo de aprendizagem envolve colocar palavras em sentimentos. Se dissermos a uma criança, “vejo lágrimas nos seus olhos”, nós a ajudamos a identificar e regular suas emoções.

A alternativa positiva: “Venha aqui, vamos conversar e nos abraçar”.

3 – A frase negativa: “Você não presta atenção em mim. Você acabou de fazer exatamente o que eu disse para não fazer!”

O cérebro de uma criança muda com sua idade. Uma criança que tem de 2 a 3 anos de idade não ouve o negativo. Quando lhe dizem, por exemplo, “Não entre na casa com as botas cheias de lama!”, ela ouve, “Entre na casa com as botas cheias de lama!”. Ela olha para os pais para ter certeza de que está respondendo ao pedido.

A partir do momento em que algo é proibido, há o risco de a criança querer fazê-lo novamente. Pode parecer que, repreendendo, o adulto recupera o controle. Ele congela a criança com um sentimento de medo e vergonha. Mas… ele não educou a criança porque a relação causal não é definida. A criança fará a coisa proibida outra vez até que o pai controle outra vez a situação com medo e vergonha.

A alternativa positiva: “O que está acontecendo? Diga-me como você se sente”.

4 – A frase negativa: “Pare de me pedir isso!”

Quando uma criança parece estar chorando por algo, temos que olhar para o que ela quer, para a verdadeira necessidade. A criança está expressando algo. Se ela está implorando para assistir desenhos animados, por exemplo, isso não é o que ela quer mais profundamente. Ela está realmente pedindo afeto, um abraço, para responder ao estresse que sente, para acalmar seu cérebro. Dependendo da situação e do caráter da criança, a resposta pode ser oferecer um momento de descanso ou uma brincadeira do lado de fora.

A alternativa positiva: “Você gostaria de dar um passeio?” ou “E se fizéssemos um desenho ou jogássemos algum jogo?”

5 – A frase negativa: “Sente-se!”

Esta é uma das frases mais tóxicas que se pode dizer a uma criança. Forçá-la a sentar colocando-a em uma posição de máximo estresse. Não é natural para ela. Pelo contrário, a criança precisa correr ou escalar árvores para seu bem-estar, mas também para ajudá-la a se concentrar na sala de aula, por exemplo. Ser ativo ajuda sua atenção. Quanto mais ela for forçada a fazer sua lição de casa, mais ela ficará estressada com dificuldades. Todo mundo tem suas próprias preferências. Algumas crianças podem se levantar para fazer sua lição de casa, então uma mesa alta pode servi-las. Por outro lado, estar constantemente assentado danifica os músculos das costas e do períneo. A criança precisa usar seus músculos para desenvolver seu corpo e minimizar o estresse. O resultado é uma melhor saúde do cérebro e uma regulação emocional.

A alternativa positiva: “Em que posição você quer ficar?”

6 – A frase negativa: “Você me esgota!”

Esta frase muito comum é uma forma de fazer a criança ter a responsabilidade pelo estado emocional de seus pais. É um grande fator de estresse para a criança. Ao invés de fazê-la carregar este fardo, os pais podem mostrar o seu humor de forma ilustrada, com um ímã na geladeira, por exemplo: um sol para os dias em que tudo está bem, uma pequena nuvem para os momentos em que você se sente um pouco pior, e uma nuvem com trovão em dias difíceis. A criança é naturalmente simpática, então ela vai entender os sentimentos de seus pais e agir adequadamente.

A alternativa positiva: “Estou cansada e preciso de um abraço”.

Fonte: Aleteia

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Família não é uma ideia ultrapassada

Papa Francisco: A família é um tesouro precioso e não “uma peça de museu”

  

Papa saúda uma família no Vaticano. Foto: L’Osservatore Romano
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Como viver espiritualidade na família

Dicas para formar a espiritualidade na família

©Halfpoint-Shutterstock

Que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como pretende transmiti-la a eles?espiritualidade na vida familiar é uma grande ferramenta para viver com maior plenitude e dar à vida um sentido transcendente.

Apresentamos, a seguir, uma série de dicas muito concretas e práticas que podem servir de apoio para os pais de família, educadores, catequistas e para todas as pessoas envolvidas na formação integral, precisamente para “formar” esta espiritualidade em todos os membros da família

1. Revise suas próprias crenças. Pergunte-se quão convencido você está daquilo em que crê, do que professa e em que grau você o pratica. Pergunte-se que tipo de vida espiritual você quer para os seus filhos e como lhes dará isso. Lembre-se que o exemplo e o que os seus filhos veem são os fatores que mais educam. Você vai à Missa aos domingos? Reza com frequência? Vive constantemente na presença de Deus?

2. Inclua a espiritualidade na vida dos seus filhos desde cedo. As crianças muito pequenas não compreendem quem é Deus, mas se você lhes falar dele, começarão a se familiarizar e a conhecê-lo. Conte-lhes a história sagrada em forma de conto; fale da vida dos santos; reze com os seus filhos.

3. Aproveite as atividades da vida cotidiana para ensiná-los a viver uma espiritualidade natural e espontânea. Ensine-os a agradecer por tudo o que têm: pais, amigos, avós, cachorro, talentos… Ensine-os a dar aos que têm menos, a compartilhar, a amar.

4. Dê aos eventos sagrados toda a importância que merecem: Batismo, Primeira Comunhão, Confirmação… Destaque a grandeza que eles merecem, ensine que o mais importante é receber a graça de Deus e que é por isso que preparam um evento bonito, alegre, com todos os amigos e familiares. Mostre que tais momentos precisam de preparação e alegria, porque Jesus é o melhor que há. Você, como pai ou mãe, precisa estar convencido(a) disso para poder transmitir essa alegria, esse amor, essa importância.

5. Apoie-se em instituições, pessoas ou catequistas que possam colaborar com você nesta formação espiritual. Recorra à sua paróquia, onde certamente haverá algum movimento bem estabelecido que lhe dê todos os elementos para alcançar isso com maior facilidade, conseguindo torná-lo interessante.

6. Faça que tudo isso seja divertido, atraente. Que realmente gostem. Adapte a informação e a formação à idade dos seus filhos. Atualize-se: que seus comentários e exemplos se adaptem ao que eles vivem, escutam, percebem… Que não vejam a espiritualidade como algo do passado, coisa de velhinhos, que não tem relação nenhuma com sua vida. Pelo contrário: que a vejam como a arma maravilhosa que dá sentido às suas vidas.

7. Ensine-os uma forma simples de orar. Que conversem com Deus como conversam com um amigo. Que vejam Jesus como seu confidente, seu melhor amigo. Que reconheçam que Jesus pode escutá-los, ajudá-los, levá-los a ser melhores.

8. Confira um caráter “espiritual” a todas as festividades religiosas. Procure fazer um contrapeso com tanto materialismo e comercialização apresentados pela sociedade. O Natal é importante porque é o nascimento de Jesus. A Páscoa é importante porque Jesus ressuscita… E assim em cada festividade: preencha-as de conteúdo espiritual, sem tirar os presentes, a diversão. Que seus filhos entendam que é tudo bonito porque se tem Deus.

9. Com os jovens, aproveite suas inquietudes intelectuais, sua capacidade crítica, seu comportamento rebelde, para que estudem, aprofundem, pesquisem e finalmente se convençam da grandeza de Cristo. É preciso desafiá-los para que percebam que Jesus é quem dará sentido às suas vidas.

10. Tudo isso com um grande amor e respeito pelos nossos filhos, porque eles são merecedores do grande amor de Deus. Precisam conhecê-lo, senti-lo, amá-lo. Como pais católicos, este é o nosso dever e nosso compromisso com Deus.

Fonte: Desde la Fe
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Defensor do Vínculo e nulidade matrimonial

Nulidade matrimonial: Conheça o “defensor do vínculo”, parte essencial do processo

Por Bárbara Bustamante

 

Imagem referencial / Crédito: Pixabay (Domínio Público)

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Celular é um veneno para sono

Descubra o que o celular tem feito com o seu sono

Carolyn Lagattuta/Stocksy United

Utilizar o celular antes de dormir fere os princípios de uma boa higiene do sono

Hora de dormir! Mas, antes, você vai dar aquela checada nas redes sociais pelo celular. Aquela olhadinha para ver se não tem nenhuma notificação, um like qualquer ou a foto daquele amigo. Esse hábito que parece inofensivo, pode comprometer a qualidade do seu sono.

Utilizar o celular antes de dormir fere os princípios que chamamos de uma boa higiene do sono. Isso inclui um ritual para dormir, ou seja, a repetição de alguns atos para que nosso corpo comece a relaxar e entenda que é hora de cair no sono. Para isto é preciso um bom banho, uma refeição leve ou um chá (do tipo não estimulante, como camomila), um ambiente agradável para dormir, uma roupa confortável, luzes baixas.

O especialista em Medicina do Sono pelo Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), Rafael Brandes Lourenço, explica que o celular possui campos eletromagnéticos de baixa frequência que interferem no sono. “Estudos demonstram que a exposição ao celular por cerca de 30 minutos antes de dormir altera a arquitetura do sono”, afirma.

O médico explica que os jovens têm maior necessidade de sono, muitas vezes, por volta de 9 ou 10 horas por noite, e, geralmente, já dormem de forma insuficiente, sem se dar conta de uma redução de seu desempenho diurno, sobretudo pela manhã.

O uso do celular, principalmente quando exagerado, prejudica principalmente aqueles que já tem algum problema para dormir, seja pela dificuldade para iniciar, manter ou consolidar o sono, ou mesmo cansaço e sonolência diurna.

Dicas para uma boa noite de sono

  • Dormir em horários regulares;
  • Ter uma rotina na hora de deitar;
  • Fazer exercício físico sim, mas  até 2 horas antes de dormir;
  • Utilizar sempre pijama ou roupa confortável;
  • Ter um ambiente de dormir agradável e confortável;
  • Tomar um banho, comer algo leve e beber algo quente antes de deitar;
  • Massagens ou alongamento podem ajudar, assim como, músicas mais relaxantes;
  • Não passar o dia na cama, deitar ou cochilar durante o dia;
  • Manter horário fixo para acordar e dormir.
Fonte: Jovens de Maria
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Como montar sua árvore genealógica

3 passos simples para descobrir sua árvore genealógica

3 passos simples para descobrir sua árvore genealógica3 passos simples para descobrir sua árvore genealógica(Foto:Divulgação)

Conhecer a história de sua família irá te ajudar a ter mais senso de identidade, honrar sua história e aprender com seus antepassados. Aprenda em 3 passos simples a descobrir sua árvore genealógica.

Conversando recentemente com o gerente da área brasileira para o site de genealogia FamilySearch International no Brasil, Fábio Falcão Lucas, pedi por uma declaração desse trabalho interessante e necessário para conhecermos nossa própria história, ele me disse:

“As pessoas comumente associam História da Família com um gráfico de linhagem a ser preenchido; e preencher um gráfico com dados, por si e em si, soa um tanto desafiador, frio e até cansativo.

Que tal se começarmos a encontrar formas “normais e naturais” de obter informações, para depois registrar o que é importante pra nós e nossas famílias?

Daí veremos que, em realidade, o trabalho de História da Família é extremamente dinâmico, entusiástico e apaixonante.

Por exemplo: converse com familiares que possam contar histórias de parentes já falecidos. Aprenda sobre as alegrias e desafios que estas pessoas tiveram.

Quais eram seus sonhos e aspirações? O que alcançaram em suas vidas? Eventos engraçados? (sempre há algumas pérolas…).

Aproveite para descobrir as datas de nascimento, casamento e falecimento das pessoas cujas histórias acaba de ouvir!

Percebe a mudança no foco? Agora eles não são mais um número ou um nome em um gráfico. Eles são personagens que ajudaram a formar a sua história de vida(…)”

Como começar?

Pra começar é bem simples! Existe um site internacional, que é ligado ao maior acervo genealógico do mundo, que lança desafios de cinco minutos para cada uma dessas etapas.
1. Descobrir sua árvore genealógica

Isso mesmo, começando como algumas crianças fazem na escola, você pode desenhar uma árvore se quiser, mas não é necessário pois, neste site, você encontrará um gráfico de linhagem excelente para preencher seus dados on-line depois de fazer seu cadastro. Coloque o máximo de informações que puder, assim como nome, data de nascimento, local de nascimento, data e local de casamento e data de falecimento. Assista ao vídeo sobre como é simples.
2. Encontrar um registro

Para encontrar documentos digitalizados de pessoas que nasceram antes de 1920 é bem fácil, basta uma pesquisa no site com os dados que você tem para dar mais conteúdo ao seu gráfico de linhagem. Assista ao vídeo para entender como encontrar um registro.
3. Perguntar a sua família

Neste vídeo você aprenderá a fazer perguntas objetivas que trarão mais informações para o seu gráfico de linhagem e para conhecer mais sobre seus antepassados.

O site ainda ensina outros passos para expandir bastante sua árvore genealógica. É muito interessante! Algumas pessoas chegam a dezenas de gerações em seu gráfico genealógico.

Você ainda pode contar com orientação gratuita nos diversos centros de história da família que estão espalhados pelo mundo, procure o mais próximo de sua casa e horários de funcionamento neste link.

Fonte: Familia.com
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Superando Crise financeira na Família

Como enfrentar uma crise econômica em família

CandyBox Images/ Shutterstock.com

O Casal deve manter-se unido, envolver os filhos e criar um ambiente positivo

Diante de uma situação econômica difícil, a união e a compreensão familiares são as melhores alternativas para enfrentar o problema. A união dos esposos e a criação de um ambiente positivo farão com que os filhos encarem esta dificuldade como mais um acontecimento da vida que, além de fortalecê-los, irá permitir que eles aprendam a enfrentar situações parecidas no futuro.

O mais conveniente, nestes casos, é envolver os filhos e colocá-los a par da situação por que passa a família. Se os pais não forem dramáticos e passarem uma mensagem de esperança, “a criança compreenderá que a família está diante de uma situação de necessidade e todos juntos farão o possível para que tudo fique melhor – e vão conseguir. Vocês podem dizer a eles o seguinte: não podemos ter isso, há outras coisas importantes, porque temos aquilo outro”, explica Celso Arango, diretor de Psiquiatria do Hospital Gregorio Marañon, em um artigo no diário ABC.es.

O especialista aconselha que “na medida do possível, os pais devem comunicar as coisas às crianças simplesmente porque o fato de se sentirem parte da unidade familiar é muito importante para elas”. Da mesma forma acontece com os filhos adolescentes. Convém mantê-los a par de tudo e convidá-los a participar de algumas decisões.

“Nos estudos realizados nos últimos 30 anos, comprovou-se que a melhor maneira para uma família superar uma crise é basicamente manter-se unida e trabalhar como equipe (…) Os adultos devem focar em manter uma relação positiva entre si, sem se importar se há dinheiro ou não”, indica a doutora Lenna Ontai, em artigo publicado pela Universidade da Califórnia.

Para se levar em conta

Cada caso é único e as condições variam de família para família. No entanto, diante de uma crise econômica, há várias situações que podem acontecer:

  1. A extravagância dos filhos: o desejo de ter mais e mais, muitas vezes influenciados pelos amigos com mais capacidades econômicas ou mesmo pela publicidade, será um desafio que os pais deverão aprender a gerenciar. O primordial é ensiná-los a valorizar o que têm, sem pretenderem ter o que não está ao seu alcance.
  2. Os filhos devem fazer parte das decisões familiares: quando os filhos – em especial os adolescentes – sentem-se apreciados e quando são consultados acerca de suas opiniões, eles são mais propensos a se conscientizar da situação pela qual a família atravessa e, além disso, colaboram com mais disposição. Há algumas decisões que somente pais e mães podem tomar. Mas há outras que podem contar com o consentimento dos filhos.
  3. Não permita que o ambiente familiar se veja afetado: não se pode adicionar um problema a outro. Uma crise conjugal ou um conflito com os filhos tornará o dilema econômico muito mais complexo. Diante de dificuldades como estas, deve-se conservar a união com tranquilidade, pois a angústia não deixa ver o panorama completo e a saída poderá ser perdida de vista. Um ambiente familiar harmônico fará com que o problema seja tratado com mais eficácia.
  4. As crises são cíclicas: hoje estamos bem, amanhã não sabemos. Com na maioria dos casos, os ciclos acompanham a vida: há momentos bons e outros nem tanto. Por isso, ter sempre em mente que tempos melhores virão fará com que a esperança reine no lugar do desespero.
  5. O orçamento familiar: durante uma crise ou não, o orçamento familiar é uma ferramenta essencial, que permite conhecer a realidade das finanças do lar. Fazer um orçamento mensal é uma medida preventiva, de organização e de gestão do dinheiro. Criar um ambiente de economia na família, em que os filhos reservem parte de suas mesadas para diferentes propósitos, fará com que todos tomem esta convicção como parte de suas vidas.
  6. Casamento mais unido do que nunca: as crises econômicas, assim como todas as dificuldades, permitem o amadurecimento, o crescimento e até podem fortalecer o casamento. Isso depende de como as situações serão administradas. O importante é que o casal esteja muito unido nos momentos de escassez material, apoiando-se mutuamente e sendo positivos para vencer a adversidade.
  7. Todos devem ajudar. Quando uma família trabalha em equipe, todos – pais e filhos – devem buscar soluções para seguir adiante e fazer frente à crise. Cada um, de acordo com suas possibilidades, deve contribuir com a economia familiar.
Fonte: Aleteia
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