Notícias da Igreja



Bom humor do Papa Francisco

Com um aviso fixado na porta do quarto, Papa alerta: Proibido lamentar-se!

Aviso fixado por Francisco na porta de seu quarto – ANSA

 O Papa Francisco passa suas “férias” no Vaticano,  sem perder o bom-humor que lhe é peculiar.Há alguns dias, apareceu fixado na porta de seu quarto, na Casa Santa Marta, um aviso que diz: “Proibido lamentar-se”.

Mais abaixo é explicado que “os transgressores estão sujeitos a uma síndrome de vitimismo com a consequente diminuição de tom do humor e a capacidade para resolver os problemas”.

A sanção será dobrada “se cometida na presença de crianças”.

O texto termina dizendo: “Para se obter o melhor de si mesmo, deve-se concentrar nas próprias potencialidades e não nos próprios limites, portanto: Pare de se queixar e aja para tornar a tua vida melhor”.

O autor

As frases são de autoria do psicoterapeuta Salvo Noé – autor de livros e de cursos de motivação – e que recentemente encontrou o Papa Francisco na Praça São Pedro ao final da Audiência Geral de 14 de junho, oportunidade em que deu a ele a cartela, um livro e uma pulseira. (Salvo Noé dedicou algumas páginas de seu último livro a Bergoglio).

Francisco disse a ele: “Vou colocá-la na porta do meu escritório, onde recebo as pessoas”.

Como o “escritório” onde costuma conceder as audiências é no Palácio Apostólico – cuja austeridade e beleza não se enquadrariam com estilo da cartela – o Papa decidiu fixá-la na porta de seu quarto.

O aviso, como não poderia deixar de ser, acabou chamando a atenção de algumas pessoas na Santa Marta, entre elas a de um idoso sacerdote italiano, amigo de longa data de Bergoglio, que depois de pedir autorização, tirou algumas fotos da cartela para poder divulgar.

“Deusa lamentela”

Quer na Exortação “Evangelii gaudium” como nas homilias na Santa Marta, o Papa chama a atenção de que os cristãos devem parar de queixar-se eternamente, parecendo muitas vezes adoradores da “deusa lamentela”.

“Às vezes – disse o Papa alguns meses após ter sido eleito – alguns cristãos melancólicos temais cara de pimenta no vinagre que de pessoas alegres que tem uma vida bela!”.

O sacerdote autor das imagens, disse que encontrou Francisco tranquilo e sereno. Ele está trabalhando, apesar das férias, estudando nomeações para a Cúria, mas também nos discursos de sua próxima viagem à Colômbia.

Fonte: JE com La Stampa
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Sou Celíaco, como posso receber a Hóstia?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca? (Foto:Divulgação)

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé emitiu, no dia 15 de junho deste ano, uma carta circular aos bispos reiterando as normas existentes sobre o pão e o vinho para a Eucaristia, incluída a norma de que as hóstias devem conter certa quantidade de glúten como matéria válida para a consagração.

A notícia se tornou viral e alguns meios de comunicação informaram o seguinte: “A Igreja Católica proíbe celíacos de comungar”. Inclusive o Twitter declarou o tema como “tendência”.

Entretanto, as normas sobre o pão e o vinho já existiam e não foi anunciada nenhuma nova, nem foi proibido aos celíacos receberem a Eucaristia. As hóstias sem glúten sempre foram matéria inválida para a consagração.

Diante desse panorama, a carta deixa algumas inquietações para pessoas com doença celíaca (ou aquelas com outras alergias graves ao trigo) e a Eucaristia.

O que fazer se a pessoa tem esta doença?

A Igreja reconhece que não deve excluir da comunhão os católicos com doença celíaca e se adequou para aqueles que são incapazes de consumir o trigo.

Um leigo incapaz de receber uma hóstia com baixo teor de glúten pode receber a comunhão sob a espécie do vinho somente.

Um sacerdote em uma situação semelhante, ao participar da Missa, pode, com a permissão do ordinário, receber a comunhão sob a espécie do vinho somente. Mas, tal sacerdote não pode celebrar a Eucaristia de forma individual, nem pode presidir uma concelebração.

Pe. Joseph Faulkner, sacerdote da Diocese de Lincoln, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com a doença celíaca em 2008. Depois de ser ordenado, teve que receber uma permissão de sua diocese para usar hóstias com baixo teor de glúten para celebrar a Missa.

Pe. Faulkner recomentou que qualquer católico celíaco obtenha algumas hóstias com baixo teor de glúten sem estar consagradas e ingira pequenas partículas para ver se é capaz de consumi-las com segurança.

Para os celíacos que são incapazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten, Pe. Faulkner disse que “o mais seguro que poderia fazer seria pedir e receber o Preciosíssimo Sangue em um cálice, mas que não seja o cálice que o sacerdote utiliza”.

Isso se deve ao fato de que o cálice usado pelo sacerdote também contém partículas de hóstias colocadas durante a oração do Cordeiro de Deus (rezada pouco antes da comunhão). Para evitar qualquer contaminação, é necessário um cálice separado.

“Essa é a forma mais segura e, quando se recebe o Preciosíssimo Sangue, recebe o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus, para que não tenha que se preocupar por receber apenas parte do sacrifício”, indicou o sacerdote.

Finalmente, Pe. Faulkner assinalou que aqueles que são capazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten podem viajar com algumas hóstias não consagradas, de tal forma que podem se assegurar de receber a comunhão em diferentes paróquias.

“É só ir até o pároco e explicar: ‘Oi, sou celíaco, pode levar uma dessas hóstias e consagrá-la em uma patena separada?’ Se não há um celíaco na paróquia, é provável que não tenham esse tipo de hóstias”.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
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Documentário do Papa sobre Arte poderá concorrer ao Oscar

Vaticano permitirá que documentário do Papa concorra ao Oscar

Pela primeira vez em sua história, o Vaticano permitirá que um documentário sobre o Papa participe do processo de seleção dos filmes que poderão concorrer ao Oscar.

Nesta terça-feira, dia 27, a autora do livro “Papa Francesco: La Mia Idea di Arte” (“Papa Francisco: A minha Ideia de Arte”), Tiziana Lupi, apresentou nos Museus Vaticanos o trabalho homônimo dirigido por Claudio Rosso Massimi, produzido pela Imago Film e distribuído por Corado Azzollini.

Segundo Lupi, o objetivo do longa-metragem, que concorrerá a uma das vagas de Melhor Documentário do Oscar de 2018, é o de “traduzir em imagens o pensamento do papa Francisco sobre a arte, que consiste no fato que, pra além da estética, a arte quer ser um
instrumento de evangelização e contemporaneamente um meio para contrastar a cultura do desperdício”.

Em um das cenas do filme, baseado no livro da italiana, por exemplo, Jorge Mario Bergoglio afirma que “Deus não conhece a nossa atual cultura o desperdício, Deus não descarta nenhuma pessoa, procura todos, ama todos”.

No documentário, o Pontífice também comenta que “os museus devem acolher as novas formas de arte e devem escancarar as portas às pessoas de todo o mundo” já que são “um instrumento de diálogo entre as culturas e religiões, um instrumento de paz”.

Graças às filmagens com resolução de imagem 4K e ao uso de um drone para tomadas aéreas, o espectador, acompanhado também pela voz do Papa, terá a sensação de realmente visitar a galeria ideal do religioso argentino.

O percurso inclui, entre outras obras, monumentos e espaços expositivos, peças como o Torso Belvedere, o Obelisco de São Pedro, a Cátedra de São Pedro, o Sepultamento de Cristo de Caravaggio, a Capela Sistina e a Virgem de Lujan de Alejandro Marmo, artista
contemporâneo amado por Bergoglio.

Na apresentação do documentário também estava a diretora dos Museus Vaticanos, Barbara Jatta, que falou sobre o papel importante da arte, principalmente a da sacra, nos dias atuais e dos museus da Santa Fé neste contexto.

Por isso, a italiana comentou que os museus do Papa tiveram nas últimas semanas uma média de 27 mil visitantes por dia e que no ano passado mais de 6 milhões de pessoas visitaram o local.

“Mesmo assim, respondemos ao pedido de papa Francisco de escancarar as portas dos museus às pessoas de todo o mundo”, completou Jatta mencionando também os vários projetos que estão sendo desenvolvidos atualmente pela entidade católica em vários
lugares, como Austrália, China e países da América Latina.

Fonte: ANSA
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 Mt 13,24-43

— O Senhor esteja convosco.

 Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 24Jesus contou outra parábola à multidão: “O Reino dos Céus é como um homem que semeou boa semente no seu campo. 25Enquanto todos dormiam, veio seu inimigo, semeou joio no meio do trigo, e foi embora. 26Quando o trigo cresceu e as espigas começaram a se formar, apareceu também o joio. 27Os empregados foram procurar o dono e lhe disseram: ‘Senhor, não semeaste boa semente no teu campo? Donde veio então o joio?’

28O dono respondeu: ‘Foi algum inimigo que fez isso’. Os empregados lhe perguntaram: ‘Queres que vamos arrancar o joio?’

29O dono respondeu: ‘Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. 30Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e amarrai-o em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro!’”

31Jesus contou-lhes outra parábola: “O Reino dos Céus é como uma semente de mostarda que um homem pega e semeia no seu campo. 32Embora ela seja a menor de todas as sementes, quando cresce, fica maior do que as outras plantas. E torna-se uma árvore, de modo que os pássaros vêm e fazem ninhos em seus ramos”.

33Jesus contou-lhes ainda uma outra parábola: “O Reino dos Céus é como o fermento que uma mulher pega e mistura com três porções de farinha, até que tudo fique fermentado”.

34Tudo isso Jesus falava em parábolas às multidões. Nada lhes falava sem usar parábolas, 35para se cumprir o que foi dito pelo profeta: “Abrirei a boca para falar em parábolas; vou proclamar coisas escondidas desde a criação do mundo”.

36Então Jesus deixou as multidões e foi para casa. Seus discípulos aproximaram-se dele e disseram: “Explica-nos a parábola do joio!”

37Jesus respondeu: “Aquele que semeia a boa semente é o Filho do Homem. 38O campo é o mundo. A boa semente são os que pertencem ao Reino. O joio são os que pertencem ao Maligno. 39O inimigo que semeou o joio é o diabo. A colheita é o fim dos tempos. Os ceifeiros são os anjos. 40Como o joio é recolhido e queimado ao fogo, assim também acontecerá no fim dos tempos: 41o Filho do Homem enviará seus anjos, e eles retirarão do seu Reino todos os que fazem outros pecar e os que praticam o mal; 42e depois os lançarão na fornalha de fogo. Aí haverá choro e ranger de dentes.

43Então os justos brilharão como o sol no Reino de seu Pai. Quem tem ouvidos, ouça”.

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Apple e o monge trapista

O monge que influenciou o design da Apple

Por causa de um monge trapista, os computadores da Apple têm a aparência que os deixou famosos

Padre e calígrafo”: era o que se lia no cartão de Robert Palladino, em um impecável estilo itálico renascentista. Falecido no em fevereiro de 2017, aos 83 anos, Palladino era um renomado mestre calígrafo. Por anos, bebês batizados por ele recebiam certidões produzidas a mão. No estado americano do Oregon, onde viveu, as licenças médicas expedidas pelo governo levaram a sua caligrafia por gerações.

Como monge trapista, Palladino aprendeu a sua arte no silêncio, refinando-a através de anos de estudo. Deixando a ordem, passou a dar aulas. Uma autoridade em história, estrutura e estética da escrita da antiguidade até o presente, ele lecionou caligrafia no Reed College, em Portland, de 1969 até a sua aposentadoria, em 1984. Foi ali que a sua vida cruzou com a de um jovem que em seguida deixaria a faculdade, chamado Steve Jobs.

Um personagem baseado no padre Palladino, interpretado pelo jovem ator William Mapother, aparece em Jobs, o filme de 2013 estrelado por Ashton Kutcher. Aos jornalistas que perguntaram a Palladino se ele veria o filme, ele respondeu, como era característico, que viu poucos filmes.

Jobs estudou ali em 1972, antes de largar a faculdade por razões econômicas, mas circulou pelo campus ainda por mais de um ano. Durante esse período, ele participou como ouvinte das aulas de Palladino. Depois de fundar a Apple, em 1976, Jobs creditou diversas vezes as fontes elegantes usadas em seus produtos – e o seu grande interesse pelo design dos computadores como objetos físicos – ao que aprendeu nessas aulas.

“Eu aprendi sobre fontes com e sem serifa, sobre a variação do espaçamento entre diferentes combinações de letras, sobre o que faz uma ótima tipografia ser ótima”, disse Jobs em 2005, em um discurso em Stanford. “Era belo, histórico, artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não consegue capturar, e eu achei fascinante”.

“Dez anos depois, quando estávamos pensando no design do primeiro computador Macintosh, tudo aquilo voltou em mim. E fizemos o design a partir disso”, contou Jobs. “Foi o primeiro computador com uma tipografia bela. Se eu não tivesse participado daquela matéria na faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tipos ou fontes com espaçamento proporcional. E como o Windows somente copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal seria assim”.

Perfil

Não importa se estivesse escrevendo em alfabeto fenício, hebraico, grego ou latino – em sua variedade de formas, desde as elegantes letras maiúsculas de monumentos romanos até a curvilínea escrita uncial de escribas medievais – cada traço da pena do padre Palladino levava em si deliberação meditativa, fidelidade histórica e nem um só desperdício de movimento.

Robert Joseph Palladino nasceu em Albuquerque, no Novo México. Em 1950, aos 17 anos, ele entrou em um mosteiro trapista na cidade de Pecos. Foi ali que começou a ser treinado na caligrafia.

Em 1955, depois de anos de tentativas em cultivar o solo nada promissor do Novo México, o mosteiro se mudou para Willamette Valley, no Oregon. Ali, Palladino serviu como maestro do coro do mosteiro, dirigiu a sua oficina de encadernação e se tornou o seu principal escriba – além de cuidar do pomar.

“Em um mosteiro de silêncio, sinais escritos vêm a calhar”, disse ele ao The Catholic Sentinel, em 2011.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Ele foi ordenado padre em 1958. Mas ficou incomodado com algumas repercussões do Concílio Vaticano II na vida monástica e deixou o mosteiro e a vida sacerdotal em 1968.

Estabelecendo-se em Portland, ele passou a trabalhar no Reed College em 1969. No mesmo ano, viajou a Davenport, em Iowa, para aprofundar o estudo de caligrafia, entalhe e história da arte no St. Ambrose College, onde teve por professor o padre Edward Catich, um eminente calígrafo e paleógrafo.

Dispensado dos deveres sacerdotais pelo papa Paulo VI, Palladino casou-se com a clarinetista Catherine Halverson, também em 1969. Eles tiveram um filho, Eric. Catherine morreu em 1987. Em 1995, Palladino foi readmitido ao sacerdócio e trabalhou em paróquias do Oregon. Ele também deu aulas de caligrafia na universidade estadual de Portland, no Pacific Northwest College of Art e em outros lugares.

Embora esteja demonstrada a influência do padre Paladino em Steve Jobs, o contrário não pode ser dito. Até o fim de sua vida, Palladino nunca usou um computador. “Eu tenho minha mão”, ele dizia, “e tenho minha pena. É isso.”

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Fonte: aleteia
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Hino da JMJ 2019

Já ouviu o hino oficial da Jornada Mundial da Juventude 2019?

© World Youth Day

Letra convida os jovens a seguir o exemplo de Maria

As autoridades religiosas do Panamá apresentaram o hino oficial da Jornada Mundial da Juventude 2019. O nome da música é “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo vossa palavra”, composta por Abdiel Jiménez, um catequista e salmista da Paróquia de Cristo Ressuscitado, em San Miguelito, Panamá.

O hino escolhido foi analisado pelo Dicastério Vaticano para os Leigos, a Família e a Vida juntamente com outras 50 propostas. A letra, em espanhol, convida os jovens a seguir o exemplo de Maria e é uma preparação para a JMJ, que acontece em janeiro de 2019.

Fonte: aleteia
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Hábitos para melhorar sua Vida de oração

De manhã, à tarde e à noite: 11 hábitos para cultivar a vida de oração

©Racorn/Shutterstock

Ficar em união com Deus o dia todo é bem mais simples e espontâneo do que costumamos imaginar…

DE MANHÃ

1 – Levante cedo

Além de dar muito mais disposição física, acordar cedo é uma forma de garantir 5 a 30 minutos de oração silenciosa logo pela manhã, o que também dá muito mais disposição espiritual para o dia. Programe o despertador à noite e, quando ele soar, levante-se imediatamente, sem se enrolar na tentação natural de “mais um minutinho“. Faça desta a sua primeira oração do dia: a oferta espiritual a Deus do sacrifício de sacudir o sono! Experimente durante um mês: é um prazo normalmente suficiente para criar um hábito!

2 – Faça a Deus o oferecimento da manhã

Ao levantar-se da cama, ajoelhe-se, faça o Sinal da Cruz e ofereça o seu dia a Deus. Leva só alguns segundos, mas faz grande diferença ao longo do dia inteiro. Faça a oração de sua preferência: pode ser espontânea, pode ser um modelo de oração da tradição da Igreja. Logo abaixo, ao final deste artigo, sugerimos outro texto com mais dicas para este ato de oferecer o dia a Deus.

3 – Faça a sua oração mental matutina

Muitas pessoas preferem tomar seu banho e vestir-se antes de se dedicarem à oração mental, para fazê-la com mais concentração e melhor proveito. Você pode fazê-la em casa ou passar numa igreja quando estiver a caminho do trabalho – se possível, pelo menos algumas vezes por mês, procure fazê-la numa igreja em que se tenha adoração eucarística.

Não há uma duração determinada: podem ser 5 minutos, pode ser meia hora. Faça uma oração silenciosa e pessoal, conversando com Deus. Fale com Ele das suas necessidades e sonhos, mas também agradeça, reconheça os dons que Ele nos concede nas coisas simples de cada dia, interceda por quem precisa, peça perdão pelos seus egoísmos, erros, pecados… Louve-O, adore-O, contemple a Sua grandiosidade, os Seus mistérios, a Sua misericórdia, a Sua capacidade de nos dizer algo inclusive através dos grandes desafios que Ele nos permite enfrentar. Medite sobre alguma passagem das Sagradas Escrituras ou sobre os escritos espirituais de algum santo. Graças a Deus, opções não faltam!

 

AO LONGO DO DIA

4 – Converse com Deus e com Maria ao longo das suas tarefas

Ele está com você o tempo todo: é só questão de se lembrar disso! Muitas vezes, basta um olhar, um breve pensamento… Nem sempre é necessário usar palavras para se comunicar com Quem se ama.

Converse também com Maria, como um filho cheio de confiança e carinho! É claro que o ideal é dedicar ao terço um tempo de qualidade e recolhimento, mas, se isto não for possível todos os dias, saiba que ele pode ser rezado ao longo das atividades do cotidiano. Confira as ótimas sugestões deste artigo: 10 conselhos surpreendentes para rezar o rosário conversando com Maria no dia-a-dia!

5 – Recite alguma oração aprendida de memória

O tesouro da Igreja é repleto de belíssimas orações compostas por grandes santos, inclusive algumas em forma de poesia. Elas são excelentes recursos para nos inspirar, elevar e unir a Deus, além de poderem ajudar também na oração mental do dia seguinte. Entre os muitos possíveis exemplos, as poesias de São João da Cruz ou Santa Teresa de Jesus, ou o último parágrafo da célebre “Tarde te amei“, de Santo Agostinho.

6 – Ofereça a Deus os seus trabalhos, estudos, sofrimentos, inquietações, alegrias…

Tudo pode ser transformado em oração! A inspiradora súmula de vida dos monges beneditinos nos convida: “Ora et labora” – “Ora e trabalha“, inclusive transformando o trabalho (e o estudo) em prece mediante a sua oferta a Deus com as mais puras intenções.

Também a cruz é oração: grandes ou pequenos, não deixe passar em branco os seus sofrimentos e sacrifícios. Una-os ao Sacrifício Redentor de Jesus com amor e consciência. Isto é oração transformada em vida!

Coloque nas mãos de Deus também as suas preocupações, inquietações, desassossegos… Santo Agostinho nos lembra, numa das frases mais famosas de toda a história do cristianismo: “Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e inquieto está o nosso coração até que repouse em Ti”. É junto dele que recobramos a serenidade, a paz, a quietude.

Se a dor pode ser oferecida a Deus, o mesmo vale para as alegrias: afinal, Deus é a Fonte de todo Bem e, portanto, de todas as legítimas alegrias da nossa vida.

7 – Recolha-se em momentos de silêncio

Experimente desligar a música, a TV, o rádio, os tantos ruídos de todos os dias. Sinta o silêncio! Pode ser difícil no início, mas aprender a desfrutar do silêncio é libertador e revelador. Se queremos ouvir a Deus, primeiro temos que silenciar as coisas. Ele não costuma falar alto…

 

À NOITE

8 – Agradeça em família pelo dia que Deus lhes concedeu

Todos os dias contêm inúmeras graças de Deus, inclusive aqueles dias que parecem ter sido puro sofrimento e vazio. Deus nos fala mediante uma amplíssima variedade de acontecimentos, pessoas, experiências – e todo esse aprendizado, para ser assimilado e dar frutos, requer momentos de reflexão compartilhados com as pessoas a quem mais amamos. Conversar em família, perante Deus, sobre as lições e inspirações do dia que passou é uma forma de oração e também de consolidar a própria relação familiar. Agradeçam juntos a Deus por essa oportunidade!

9 – Faça o seu exame de consciência

Toda noite, antes de se deitar, coloque-se na presença de Deus e examine a sua consciência com calma, serenidade, confiança, humildade, honestidade. Não esconda as coisas de si mesmo. Repasse na sua mente os Dez Mandamentos, os sete pecados capitais… O que pode melhorar? Faça um ato de contrição. Se algum pecado foi grave, faça o propósito de se confessar. Abrace a Deus com confiança, pedindo desculpas e pedindo a Sua graça – não como um servo que tem medo, mas como um filho que tem gratidão e confiança na misericórdia, na compreensão e na ajuda do Pai!

10 – Deite-se toda noite num horário estável

Acostume-se a definir um horário fixo para dormir, pensando em estar bem descansado na manhã seguinte (e em acordar cedo). Hábitos estáveis são ótimos para a saúde da alma e também do corpo!

11 – Reze a Ave-Maria quando estiver deitado na cama

Nossa Mãe nunca vai deixar de ouvir a prece de um filho! E a Ave-Maria é muito mais maravilhosa do que costumamos perceber: conheça aqui o poder da Ave-Maria!

Fonte: aleteia
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Bosque do Papa

Conheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao Brasil

Conheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao BrasilConheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao Brasil (Foto:Divulgação)

Um lugar abençoado, onde natureza e tradição se integram num cenário de beleza e harmonia.

Pelos caminhos internos do bosque, encontram-se 7 casas típicas polonesas em forma de aldeia, construídas no início da colonização polonesa na região de Curitiba por volta de 1878, e remontadas no bosque.

As casas, feitas de troncos de pinheiro encaixados, abrigam a história e a cultura dos imigrantes. Na primeira casa, a mesma visitada pelo Papa, foi instalada a capela em homenagem à Virgem Negra de Czestchowa, padroeira da Polônia.

Nas demais, pode-se conhecer os móveis e utensílios da época da primeira imigração, 1871, como a pipa de azedar repolho e ver de perto o Museu agrícola onde se destacam a carroça, o abanador de cereais, o amolador de pedra e outras ferramentas da época.

Na trilha em meio ao bosque, encontra-se uma escultura do Papa João Paulo II.

O artesanato, à venda no local, permite a aquisição das famosas Pêssankas, ovos pintados à mão em filigranas para saudar a Páscoa.

Nas festas da colônia polonesa, muita música e folclore dos descendentes que, vestidos nos floridos trajes típicos do país, se apresentam nas comemorações da Swiconka – Benção dos Alimentos na época da Páscoa.

Em julho, ocorre a homenagem à visita do Papa, em agosto a festa da padroeira Czestochowa, as comemorações do pontificado de João Paulo II em outubro e o dia de São Nicolau que dá início às festas de Natal.

Nestas essas ocasiões pode-se experimentar os deliciosos pirogues (pasteizinhos com recheio de requeijão) e os saborosos doces e bolos da culinária polonesa.

O “Bosque do Papa”, assim conhecido pelos curitibanos, proporciona uma viagem ao coração e à história de um povo, um obrigado e uma homenagem da cidade ao imigrante polonês.

Horário de funcionamento:

O Bosque é aberto todos os dias das 08 às 18 horas, porém o Memorial da Imigração Polonesa fecha nas segundas-feiras para conservação e limpeza.

Fonte: Aleteia
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Ser bonzinho…

O preço de ser “bonzinho”

Por Tharakorn

Você não consegue dizer “não” às pessoas e vive engolindo sapo? Então leia isso

Muita gente confunde bondade com incapacidade de dizer “não”, de colocar limites, de dizer o que gosta e o que não gosta, de satisfazer as próprias necessidades.

Aprender a dizer “não” não é sair chutando a porta por aí. É estar pronto para amadurecer com confiança, certo de que não deixará de ser amado só porque decidiu levar seus desejos e opiniões em consideração.

Não se trata de dizer que “não somos obrigados a nada”, e sim de entender que é importante aprender a se posicionar diante da vida, das exigências do dia a dia, das pessoas e do que cada situação exige.

A vida exige rupturas. Exige que abandonemos nossos ninhos no alto das árvores e ganhemos o céu. Mesmo que o preço seja cair e nos ferir algumas vezes, a recompensa de nos tornarmos quem realmente somos faz valer a pena.

Esqueceram de nos contar que podíamos recusar aquele convite, que não era pecado dizer “não” àquilo que não estávamos dispostos a fazer, que não devíamos nos sentir culpados quando impúnhamos limites ou sentíamos necessidade de nos agradar em primeiro lugar.

Esqueceram de nos contar que ser “bonzinho” é diferente de ser bom. Que quando me desagrado para agradar aos outros estou descumprindo a lei do amor que diz: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”.

Ser bom é ter empatia, é se compadecer da dor do outro e estar a postos para ajudar, é ter compaixão, tolerância e respeito pelos que nos cercam. Já ser “bonzinho” é satisfazer as expectativas dos outros, o que nem sempre satisfaz as nossas próprias expectativas. É carregar um fardo nas costas, já que é exaustivo corresponder fielmente ao que é esperado por todos, mas nem sempre está de acordo com o que intimamente queremos.

O preço de ser bonzinho é a fragilidade. Pois enquanto preferirmos corresponder às expectativas externas em detrimento de nosso próprio bem estar, estaremos frágeis, susceptíveis ao julgamento externo, vulneráveis ao que pensam ou deixam de pensar a nosso respeito. Quem deixa de ser “bonzinho” se fortalece. Descobre que tem valor mesmo quando recusa um favor ou prefere pintar o cabelo de azul.

A vida ensina sussurrando. Enquanto não aprendermos a ser autênticos no querer ou não querer, no permitir ou não permitir, no autorizar ou não autorizar, iremos sofrer as consequências de não sermos gentis com nosso próprio espírito. Não se trata de ser egoísta, e sim de se respeitar em primeiro lugar. Só assim estaremos prontos para ajudar. Só assim estaremos aptos a amar…

 

Fonte: aleteia
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Caminho de Compostela no Brasil

Brasil terá o primeiro trecho do Caminho de Santiago de Compostela na América

Por Natalia Zimbrão

Santiago de Compostela (Espanha) / Foto: Wikipédia (CC-BY-SA-3.0)
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