questão social



Jamais desista de sonhar

Você tem um sonho? Não desista dele!

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Após rejeição em fast food e em Harvard por 10 vezes, chinês funda empresa que vale mais de US$ 200 bilhões

Quantas vezes você já ouviu um sonoro “não” na vida? Se a resposta vier do chinês Jack Ma, a negativa apareceu pelo menos 10 vezes quando tentou entrar na concorrida Universidade de Harvard e até mesmo ao se aplicar para uma vaga de emprego em uma rede de fast food. Mas parece que, no final das contas, a sorte sorriu para ele. Atualmente é o dono de uma empresa que vale mais de 200 bilhões de dólares!

Com persistência e dedicação no currículo, o CEO tem uma trajetória pessoal interessante, cheia de altos e baixos que o transformaram em quem é hoje, uma pessoa leve, divertida e simples para seus parâmetros. Até performance ao som de Rei Leão ele já fez para seus funcionários, então podemos dizer que é alguém um tanto peculiar.

Celebridade no meio executivo e empreendedor, Ma Yun, nome “oficial” de Jack, cresceu na cidade chinesa de Hangzhou, e era um garoto inquieto. Ao invés de bagunçar em casa, pegava sua bike e ia até um hotel local para praticar inglês com os turistas. Isso quando tinha apenas 10 anos de idade! Foi dessa maneira que começou a abrir sua mente para o mundo ao redor.

Para quem dificuldade com cálculos, ele é um sopro de esperança. Na escola em sua região, o ensino não era dos melhores. Após três tentativas para ingressar em universidades locais, nas quais falhava em testes de matemática, enfim conseguiu entrar no curso de administração e seus resultados foram acima da média. Ambicioso, sempre fez de tudo para conseguir alguma grana, desde vender remédios até tentar a sorte no mercado de ações. Quem nunca, né.

A visão de ficar milionário antes dos 35 anos era o que o mantinha na ativa desde a pouca idade. Mas a trajetória foi longa e repleta de rejeição. Em entrevistas, ele chega a lembrar das situações com bastante humor. Jack Ma foi rejeitado em Harvard por 10 vezes, onde é preciso ser aceito por meio de uma carta que solicita a entrada, e em 30 trabalhos diferentes, incluindo na rede de fast food KFC, onde foi o único do processo seletivo que não conseguiu o emprego. A mesma cena se repetiu quando tentou ingressar na polícia chinesa.

Em 1995, quando foi ao Estados Unidos pela primeira vez, teve contato com o mundo mágico da internet, na época, precária, em comparação com os dias atuais. Depois de conhecer as pessoas certas nos lugares certos, uma ajudinha do acaso, passou a criar negócios na internet, sempre focados em sua terra natal. Alguns falharam miseravelmente, até que o jogo começou a virar a seu favor.

Fundou a Alibaba em 1999 com o intuito de ser uma conhecida startup da China e de ajudar pequenos produtores que não tinham ferramentas para lucrar mais com suas vendas. A gigante do e-commerce, que é dona do AliExpress, é um enorme mercado online de exportação e importação, que reúne fabricantes, fornecedores, importadores, exportadores, compradores, comerciantes e acionistas.

Além de ser o homem mais rico da China, Jack Ma está em 21º no ranking de bilionários da Bloomberg. Uma de suas inspirações é um personagem cinematográfico bastante conhecido e adorado. Eu amo o Forrest Gump. Um cara simples, que não desiste nunca. Mantenha a simplicidade, nunca desista, acredite no que está fazendo, goste do que está fazendo, mesmo que os outros não entendam”, declarou durante uma entrevista. Pelo visto, essa receita deu certo!

Fonte: Razões para Acreditar
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Voce teve infância

A importância de guardar memórias e documentos da infância

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias

Você já deve ter se deparado com alguma gaveta ou caixa dentro de casa que reúne relíquias das mais inusitadas: broches antigos de uma bisavó, fotos do casamento dos seus pais, desenhos e atividades que fazia quando era pequeno na escola, objetos e pertences estimados etc.

Para além das lembranças gostosas trazidas por tais materiais, vale aprofundar o nosso olhar em direção a esses elementos, entendendo por que pode ser extremamente rico mantê-los ao longo do tempo.

Cada um sente a passagem dos dias, meses e anos de uma maneira muito particular. O relógio, o calendário e a rotina nos ajudam a organizar de modo bastante objetivo esse curso de eventos que percorrem a nossa existência.

Existem, porém, registros ainda mais significativos que nos estruturam internamente dentro dessa ordem cronológica, trazendo o afeto e a memória como elementos que nos conectam a essas épocas.

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias, reconhecendo antigas amizades, coisas que gostávamos de fazer, o que vestíamos, com quem éramos parecidos, como nos divertíamos…

Essas imagens podem vir acompanhadas de relatos individuais ou compartilhados, dividindo tais lembranças com pessoas que estiveram presentes em determinados momentos desse percurso.

Todo esse conjunto de ingredientes vai configurando narrativas que produzem leituras e entendimentos da história de cada um, de modo que se possa conhecer e valorizar as trajetórias que atravessam esse mundo.

Questões como quem somos, de onde viemos, quem foram as pessoas que fizeram parte do nosso crescimento são tocadas no encontro com esses registros, que nos ajudam a construir uma identidade, reunindo informação, experiência, fantasia e elaboração do “eu” a ser investigado.

Assim como muitos adultos se dedicaram a preservar a nossa biografia, ajudar nossas crianças a conservarem objetos, pertences, fotografias e memórias é um movimento preciso que irá contribuir de maneira bastante potente para que, de tempos em tempos, elas possam acompanhar o seu desenvolvimento, manuseando esses registros de acordo com o que são capazes de assimilar em cada um desses retornos a eles.

Algo novo sempre será criado, trazendo percepções reveladoras de sentidos para suas próprias histórias e que irão sustentar e tecer fios que vão de encontro com essa busca constante em direção ao que são e podem ser.

E isso pode ser feito de vários modos: colecionando objetos e imagens numa caixa, numa gaveta ou num álbum; organizando diários de férias ou de viagens especiais, que podem contar com registros como desenhos e legendas, pequenos objetos colados (o selo de um suco tomado numa ocasião especial, um ticket de cinema ou teatro, uma folha coletada num passeio a um parque etc.) fotografias, e por aí vai.

As mais distintas possibilidades existem para ajudar também as crianças a constituir um percurso de memórias que são uma delícia de serem resgatadas!

Fonte: Toda Criança Pode Aprender
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Bispo com 150 “esposas”?

O bispo que “se casou” com 150 mulheres

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

Caso insólito aconteceu nas ilhas Tiwi, norte da Austrália

Houve um bispo nas ilhas Tiwi, costa norte da Austrália, que teve 150 “esposas”. O próprio dom Francis Xavier Gsell destaca esse fato insólito na sua autobiografia, que foi publicada quando ele se tornou emérito, em 1956.

90% dos habitantes das ilhas Tiwi são da etnia aborígene kiwi. Em 1922, depois de vários anos na região, aconteceu algo na vida do bispo que mudaria a sua vida: uma adolescente que vivia na missão local se queixou de que iam entregá-la a um esposo já idoso.

Dom Gsell não podia fazer nada, porque essa era a lei da ilha. Soluçando, a jovem foi obrigada a ir embora para uma vida de sacrifícios imprevisíveis. Cinco dias depois, porém, ela voltou sangrando, com uma ferida de lança na perna. Tinha escapado e afirmava que não queria mais sair da missão.

O “esposo” e os familiares, enfurecidos, foram falar com o bispo, que lhes ofereceu uma série de presentes: tabaco, um espelho, carne, latas de melado… Mas havia uma condição: “A menina fica”. A negociação durou várias horas, mas, no final, eles concordaram.

A partir dessa experiência, dom Francis Xavier Gsell começou a “comprar” a liberdade das moças. No total, libertou 150 delas – que, segundo a lei tribal, passavam a ser consideradas como suas “esposas”, embora, obviamente, não o fossem na prática. O bispo pagava o dote e as recebia na missão, onde as jovens aprendiam a ler e escrever, a desempenhar um ofício e, finalmente, conseguiam formar a própria família.

© Commonwealth of Australia (National Archives of Australia) 2017

A história e a vida de dom Francis Xavier Gsell é cheia de aventuras e de formas originais de evangelização. Você pode ler mais sobre ele nesta matéria, em espanhol, do site Religión en Libertad.

Fonte: Aleteia
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Dia Mundial dos Pobres, mensagem do Papa

Mensagem do Papa Francisco para o I Dia Mundial dos Pobres

Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

No dia 19 de novembro de 2017, será celebrado pela primeira vez o Dia Mundial dos Pobres, instituído pelo Papa Francisco em 21 de novembro de 2016, ao final do Jubileu Extraordinário da Misericórdia.

“À luz do ‘Jubileu das Pessoas Excluídas Socialmente’, celebrado quando já se iam fechando as Portas da Misericórdia em todas as catedrais e santuários do mundo, intuí que, como mais um sinal concreto deste Ano Santo extraordinário, se deve celebrar em toda a Igreja, na ocorrência do XXXIII Domingo do Tempo Comum, o Dia Mundial dos Pobres”, explicou o Papa naquela ocasião.

Para este Dia, a Santa Sé publicou hoje uma mensagem intitulada “Não amemos com palavras, mas com obras”, na qual o Pontífice assegura que “o amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres”.

Confira a seguir, a mensagem completa:

Não amemos com palavras, mas com obras

1. «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade» (1 Jo 3, 18). Estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir. A importância do mandamento de Jesus, transmitido pelo «discípulo amado» até aos nossos dias, aparece ainda mais acentuada ao contrapor as palavras vazias, que frequentemente se encontram na nossa boca, às obras concretas, as únicas capazes de medir verdadeiramente o que valemos. O amor não admite álibis: quem pretende amar como Jesus amou, deve assumir o seu exemplo, sobretudo quando somos chamados a amar os pobres. Aliás, é bem conhecida a forma de amar do Filho de Deus, e João recorda-a com clareza. Assenta sobre duas colunas mestras: o primeiro a amar foi Deus (cf. 1 Jo 4, 10.19); e amou dando-Se totalmente, incluindo a própria vida (cf. 1 Jo 3, 16).

Um amor assim não pode ficar sem resposta. Apesar de ser dado de maneira unilateral, isto é, sem pedir nada em troca, ele abrasa de tal forma o coração, que toda e qualquer pessoa se sente levada a retribuí-lo não obstante as suas limitações e pecados. Isto é possível, se a graça de Deus, a sua caridade misericordiosa, for acolhida no nosso coração a pontos de mover a nossa vontade e os nossos afetos para o amor ao próprio Deus e ao próximo. Deste modo a misericórdia, que brota por assim dizer do coração da Trindade, pode chegar a pôr em movimento a nossa vida e gerar compaixão e obras de misericórdia em prol dos irmãos e irmãs que se encontram em necessidade.

2. «Quando um pobre invoca o Senhor, Ele atende-o» (Sal 34/33, 7). A Igreja compreendeu, desde sempre, a importância de tal invocação. Possuímos um grande testemunho já nas primeiras páginas do Atos dos Apóstolos, quando Pedro pede para se escolher sete homens «cheios do Espírito e de sabedoria» (6, 3), que assumam o serviço de assistência aos pobres. Este é, sem dúvida, um dos primeiros sinais com que a comunidade cristã se apresentou no palco do mundo: o serviço aos mais pobres. Tudo isto foi possível, por ela ter compreendido que a vida dos discípulos de Jesus se devia exprimir numa fraternidade e numa solidariedade tais, que correspondesse ao ensinamento principal do Mestre que tinha proclamado os pobres bem-aventurados e herdeiros do Reino dos céus (cf. Mt 5, 3).

«Vendiam terras e outros bens e distribuíam o dinheiro por todos, de acordo com as necessidades de cada um» (At 2, 45). Esta frase mostra, com clareza, como estava viva nos primeiros cristãos tal preocupação. O evangelista Lucas – o autor sagrado que deu mais espaço à misericórdia do que qualquer outro – não está a fazer retórica, quando descreve a prática da partilha na primeira comunidade. Antes pelo contrário, com a sua narração, pretende falar aos fiéis de todas as gerações (e, por conseguinte, também à nossa), procurando sustentá-los no seu testemunho e incentivá-los à ação concreta a favor dos mais necessitados. E o mesmo ensinamento é dado, com igual convicção, pelo apóstolo Tiago, usando expressões fortes e incisivas na sua Carta: «Ouvi, meus amados irmãos: porventura não escolheu Deus os pobres segundo o mundo para serem ricos na fé e herdeiros do Reino que prometeu aos que O amam? Mas vós desonrais o pobre. Porventura não são os ricos que vos oprimem e vos arrastam aos tribunais? (…) De que aproveita, irmãos, que alguém diga que tem fé, se não tiver obras de fé? Acaso essa fé poderá salvá-lo? Se um irmão ou uma irmã estiverem nus e precisarem de alimento quotidiano, e um de vós lhes disser: “Ide em paz, tratai de vos aquecer e matar a fome”, mas não lhes dais o que é necessário ao corpo, de que lhes aproveitará? Assim também a fé: se ela não tiver obras, está completamente morta» (2, 5-6.14-17).

3. Contudo, houve momentos em que os cristãos não escutaram profundamente este apelo, deixando-se contagiar pela mentalidade mundana. Mas o Espírito Santo não deixou de os chamar a manterem o olhar fixo no essencial. Com efeito, fez surgir homens e mulheres que, de vários modos, ofereceram a sua vida ao serviço dos pobres. Nestes dois mil anos, quantas páginas de história foram escritas por cristãos que, com toda a simplicidade e humildade, serviram os seus irmãos mais pobres, animados por uma generosa fantasia da caridade!

Dentre todos, destaca-se o exemplo de Francisco de Assis, que foi seguido por tantos outros homens e mulheres santos, ao longo dos séculos. Não se contentou com abraçar e dar esmola aos leprosos, mas decidiu ir a Gúbio para estar junto com eles. Ele mesmo identificou neste encontro a viragem da sua conversão: «Quando estava nos meus pecados, parecia-me deveras insuportável ver os leprosos. E o próprio Senhor levou-me para o meio deles e usei de misericórdia para com eles. E, ao afastar-me deles, aquilo que antes me parecia amargo converteu-se para mim em doçura da alma e do corpo» (Test 1-3: FF 110). Este testemunho mostra a força transformadora da caridade e o estilo de vida dos cristãos.

Não pensemos nos pobres apenas como destinatários duma boa obra de voluntariado, que se pratica uma vez por semana, ou, menos ainda, de gestos improvisados de boa vontade para pôr a consciência em paz. Estas experiências, embora válidas e úteis a fim de sensibilizar para as necessidades de tantos irmãos e para as injustiças que frequentemente são a sua causa, deveriam abrir a um verdadeiro encontro com os pobres e dar lugar a uma partilha que se torne estilo de vida. Na verdade, a oração, o caminho do discipulado e a conversão encontram, na caridade que se torna partilha, a prova da sua autenticidade evangélica. E deste modo de viver derivam alegria e serenidade de espírito, porque se toca palpavelmente a carne de Cristo.

Se realmente queremos encontrar Cristo, é preciso que toquemos o seu corpo no corpo chagado dos pobres, como resposta à comunhão sacramental recebida na Eucaristia. O Corpo de Cristo, repartido na sagrada liturgia, deixa-se encontrar pela caridade partilhada no rosto e na pessoa dos irmãos e irmãs mais frágeis. Continuam a ressoar de grande atualidade estas palavras do santo bispo Crisóstomo: «Queres honrar o corpo de Cristo? Não permitas que seja desprezado nos seus membros, isto é, nos pobres que não têm que vestir, nem O honres aqui no tempo com vestes de seda, enquanto lá fora O abandonas ao frio e à nudez» (Hom. in Matthaeum, 50, 3: PG 58).

Portanto somos chamados a estender a mão aos pobres, a encontrá-los, fixá-los nos olhos, abraçá-los, para lhes fazer sentir o calor do amor que rompe o círculo da solidão. A sua mão estendida para nós é também um convite a sairmos das nossas certezas e comodidades e a reconhecermos o valor que a pobreza encerra em si mesma.

4. Não esqueçamos que, para os discípulos de Cristo, a pobreza é, antes de tudo, uma vocação a seguir Jesus pobre. É um caminhar atrás d’Ele e com Ele: um caminho que conduz à bem-aventurança do Reino dos céus (cf. Mt 5, 3; Lc 6, 20). Pobreza significa um coração humilde, que sabe acolher a sua condição de criatura limitada e pecadora, vencendo a tentação de omnipotência que cria em nós a ilusão de ser imortal.

A pobreza é uma atitude do coração que impede de conceber como objetivo de vida e condição para a felicidade o dinheiro, a carreira e o luxo. Mais, é a pobreza que cria as condições para assumir livremente as responsabilidades pessoais e sociais, não obstante as próprias limitações, confiando na proximidade de Deus e vivendo apoiados pela sua graça. Assim entendida, a pobreza é o metro que permite avaliar o uso correto dos bens materiais e também viver de modo não egoísta nem possessivo os laços e os afetos (cf. Catecismo da Igreja Católica, n. 2545).

Assumamos, pois, o exemplo de São Francisco, testemunha da pobreza genuína. Ele, precisamente por ter os olhos fixos em Cristo, soube reconhecê-Lo e servi-Lo nos pobres. Por conseguinte, se desejamos dar o nosso contributo eficaz para a mudança da história, gerando verdadeiro desenvolvimento, é necessário escutar o grito dos pobres e comprometermo-nos a erguê-los do seu estado de marginalização. Ao mesmo tempo recordo, aos pobres que vivem nas nossas cidades e nas nossas comunidades, para não perderem o sentido da pobreza evangélica que trazem impresso na sua vida.

5. Sabemos a grande dificuldade que há, no mundo contemporâneo, para se poder identificar claramente a pobreza. E todavia esta interpela-nos todos os dias com os seus inúmeros rostos vincados pelo sofrimento, a marginalização, a opressão, a violência, as torturas e a prisão, pela guerra, a privação da liberdade e da dignidade, pela ignorância e o analfabetismo, pela emergência sanitária e a falta de trabalho, pelo tráfico de pessoas e a escravidão, pelo exílio e a miséria, pela migração forçada.

A pobreza tem o rosto de mulheres, homens e crianças explorados para vis interesses, espezinhados pelas lógicas perversas do poder e do dinheiro. Como é impiedoso e nunca completo o elenco que se é constrangido a elaborar à vista da pobreza, fruto da injustiça social, da miséria moral, da avidez de poucos e da indiferença generalizada!

Infelizmente, nos nossos dias, enquanto sobressai cada vez mais a riqueza descarada que se acumula nas mãos de poucos privilegiados, frequentemente acompanhada pela ilegalidade e a exploração ofensiva da dignidade humana, causa escândalo a extensão da pobreza a grandes sectores da sociedade no mundo inteiro. Perante este cenário, não se pode permanecer inerte e, menos ainda, resignado.

À pobreza que inibe o espírito de iniciativa de tantos jovens, impedindo-os de encontrar um trabalho, à pobreza que anestesia o sentido de responsabilidade, induzindo a preferir a abdicação e a busca de favoritismos, à pobreza que envenena os poços da participação e restringe os espaços do profissionalismo, humilhando assim o mérito de quem trabalha e produz: a tudo isso é preciso responder com uma nova visão da vida e da sociedade.

Todos estes pobres – como gostava de dizer o Beato Paulo VI – pertencem à Igreja por «direito evangélico» (Discurso de abertura na II Sessão do Concílio Ecuménico Vaticano II, 29/IX/1963) e obrigam à opção fundamental por eles. Por isso, benditas as mãos que se abrem para acolher os pobres e socorrê-los: são mãos que levam esperança. Benditas as mãos que superam toda a barreira de cultura, religião e nacionalidade, derramando óleo de consolação nas chagas da humanidade. Benditas as mãos que se abrem sem pedir nada em troca, sem «se» nem «mas», nem «talvez»: são mãos que fazem descer sobre os irmãos a bênção de Deus.

6. No termo do Jubileu da Misericórdia, quis oferecer à Igreja o Dia Mundial dos Pobres, para que as comunidades cristãs se tornem, em todo o mundo, cada vez mais e melhor sinal concreto da caridade de Cristo pelos últimos e os mais carenciados. Quero que, aos outros Dias Mundiais instituídos pelos meus Antecessores e sendo já tradição na vida das nossas comunidades, se acrescente este, que completa o conjunto de tais Dias com um elemento requintadamente evangélico, isto é, a predileção de Jesus pelos pobres.

Convido a Igreja inteira e os homens e mulheres de boa vontade a fixar o olhar, neste dia, em todos aqueles que estendem as suas mãos invocando ajuda e pedindo a nossa solidariedade. São nossos irmãos e irmãs, criados e amados pelo único Pai celeste. Este Dia pretende estimular, em primeiro lugar, os crentes, para que reajam à cultura do descarte e do desperdício, assumindo a cultura do encontro.

Ao mesmo tempo, o convite é dirigido a todos, independentemente da sua pertença religiosa, para que se abram à partilha com os pobres em todas as formas de solidariedade, como sinal concreto de fraternidade. Deus criou o céu e a terra para todos; foram os homens que, infelizmente, ergueram fronteiras, muros e recintos, traindo o dom originário destinado à humanidade sem qualquer exclusão.

7. Desejo que, na semana anterior ao Dia Mundial dos Pobres – que este ano será no dia 19 de novembro, XXXIII domingo do Tempo Comum –, as comunidades cristãs se empenhem na criação de muitos momentos de encontro e amizade, de solidariedade e ajuda concreta.

Poderão ainda convidar os pobres e os voluntários para participarem, juntos, na Eucaristia deste domingo, de modo que, no domingo seguinte, a celebração da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo resulte ainda mais autêntica. Na verdade, a realeza de Cristo aparece em todo o seu significado precisamente no Gólgota, quando o Inocente, pregado na cruz, pobre, nu e privado de tudo, encarna e revela a plenitude do amor de Deus. O seu completo abandono ao Pai, ao mesmo tempo que exprime a sua pobreza total, torna evidente a força deste Amor, que O ressuscita para uma vida nova no dia de Páscoa.

Neste domingo, se viverem no nosso bairro pobres que buscam proteção e ajuda, aproximemo-nos deles: será um momento propício para encontrar o Deus que buscamos. Como ensina a Sagrada Escritura (cf. Gn 18, 3-5; Heb 13, 2), acolhamo-los como hóspedes privilegiados à nossa mesa; poderão ser mestres, que nos ajudam a viver de maneira mais coerente a fé. Com a sua confiança e a disponibilidade para aceitar ajuda, mostram-nos, de forma sóbria e muitas vezes feliz, como é decisivo vivermos do essencial e abandonarmo-nos à providência do Pai.

8. Na base das múltiplas iniciativas concretas que se poderão realizar neste Dia, esteja sempre a oração. Não esqueçamos que o Pai Nosso é a oração dos pobres. De facto, o pedido do pão exprime o abandono a Deus nas necessidades primárias da nossa vida. Tudo o que Jesus nos ensinou com esta oração exprime e recolhe o grito de quem sofre pela precariedade da existência e a falta do necessário.

Aos discípulos que Lhe pediam para os ensinar a rezar, Jesus respondeu com as palavras dos pobres que se dirigem ao único Pai, em quem todos se reconhecem como irmãos. O Pai Nosso é uma oração que se exprime no plural: o pão que se pede é «nosso», e isto implica partilha, comparticipação e responsabilidade comum. Nesta oração, todos reconhecemos a exigência de superar qualquer forma de egoísmo, para termos acesso à alegria do acolhimento recíproco.

9. Aos irmãos bispos, aos sacerdotes, aos diáconos – que, por vocação, têm a missão de apoiar os pobres –, às pessoas consagradas, às associações, aos movimentos e ao vasto mundo do voluntariado, peço que se comprometam para que, com este Dia Mundial dos Pobres, se instaure uma tradição que seja contribuição concreta para a evangelização no mundo contemporâneo.

Que este novo Dia Mundial se torne, pois, um forte apelo à nossa consciência crente, para ficarmos cada vez mais convictos de que partilhar com os pobres permite-nos compreender o Evangelho na sua verdade mais profunda. Os pobres não são um problema: são um recurso de que lançar mão para acolher e viver a essência do Evangelho.

Vaticano, Memória de Santo Antônio de Lisboa, 13 de junho de 2017.

Franciscus

Fonte: Acidigital
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Nota da CNBB: Pela Ética na Política

Bispos recordam Constituição Federal: “é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra” (Art. 37)

Bispos recordam Constituição Federal: “é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra” (Art. 37)

Os membros da Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), emitiram na manhã desta sexta-feira, 19 de maio, uma Nota Oficial com o título “Pela Ética na Política” na qual afirmam que a Conferência está “unida aos bispos e às comunidades de todo o país” e acompanha “com espanto e indignação” as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal.

Na Nota, os bispos afirmam que “tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum”.

“Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito. Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil”, concluem os membros da Presidência.

 

 

Leia abaixo na íntegra:

 

Pela Ética na Política
Nota da CNBB sobre o Momento Nacional

“O fruto da justiça é semeado na paz” (Tg 3,18)

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, por meio de sua Presidência, unida aos bispos e às comunidades de todo o país, acompanha, com espanto e indignação, as graves denúncias de corrupção política acolhidas pelo Supremo Tribunal Federal. Segundo a Constituição, Art. 37, é dever de todo servidor público, principalmente os que detêm elevadas funções, manter conduta íntegra, sob pena de não poder exercer o cargo que ocupa.

Tais denúncias exigem rigorosa apuração, obedecendo-se sempre as garantias constitucionais. Apurados os fatos, os autores dos atos ilícitos devem ser responsabilizados. A vigilância e a participação política das nossas comunidades, dos movimentos sociais e da sociedade, como um todo, muito podem contribuir para elucidação dos fatos e defesa da ética, da justiça e do bem comum.

A superação da grave crise vivida no Brasil exige o resgate da ética na política que desempenha papel fundamental na sociedade democrática. Urge um novo modo de fazer política, alicerçado nos valores da honestidade e da justiça social. Lembramos a afirmação da Assembleia Geral da CNBB: “O desprezo da ética leva a uma relação promíscua entre os interesses públicos e privados, razão primeira dos escândalos da corrupção”.

Recordamos também as palavras do Papa Francisco: “Na vida pública, na política, se não houver a ética, uma ética de referimento, tudo é possível e tudo se pode fazer” (Roma, maio de 2013). Além disso, é necessário que saídas para a atual crise respeitem e fortaleçam o Estado democrático de direito.

Pedimos às nossas comunidades que participem responsável e pacificamente da vida política, contribuam para a realização da justiça e da paz e rezem pelo Brasil.

Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, nos ajude a caminhar com esperança construindo uma nova sociedade.

 

 

Cardeal Sergio da Rocha
Arcebispo de Brasília
Presidente da CNBB

Dom Murilo S. Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia
Vice-Presidente da CNBB

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário-Geral da CNBB

Fonte: CNBB

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Como viver 100 anos

O “decálogo” dos japoneses para viver 100 anos

Shutterstock

10 dicas para viver bastante e com qualidade, com base na trajetória de pessoas centenárias do Japão

Japão é o país com mais pessoas centenárias no planeta. Não só isso: elas têm qualidade de vida muito superior à de outros idosos com idades menos avançadas. Como se consegue isso?

Junko Takahashi dá várias respostas em seu livro “O método japonês para viver cem anos”, no qual conta histórias com rosto real de japoneses centenários e seus hábitos que ajudaram nessa longevidade.

São pessoas como a fotógrafa Tsuneko Sasamoto, de 100 anos, cujo lema é “Nunca é tarde para aprender”, e como o médico Shigeaki Hinohara, de 104 anos, conhecido como “o centenário mais ocupado do Japão”: ele tem a agenda cheia para os próximos dois anos!

O método exposto por Junko Takahashi inclui o seguinte “decálogo”:

1 – Seja uma pessoa amável, educada, curiosa, decidida e de mente aberta.

2 – Treine o seu cérebro lendo, conversando, estudando e escrevendo (um diário, de preferência).

3 – Lembre-se de que os amigos são cruciais para se viver mais de 100 anos.

4 – Faça o que você gosta: transforme isso em seu trabalho.

5 – Conviva com sua família: a presença da família proporciona motivo para viver.

6 – Aprenda que as adversidades também fazem parte da vida.

7 – Sinta o amor de outra pessoa: ele melhora a saúde e alonga a vida.

8 – Aceite as coisas que acontecem: elas seguem o seu curso natural.

9 – Faça exercícios com regularidade.

10 – Não encha o estômago até fartar-se.

Felizes aniversários! 😉

 Fonte: Aleteia
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CNBB e a greve geral

Posição da CNBB sobre a greve geral convocada para o dia 28

A greve geral é contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional – REUTERS
RV-“Consideramos fundamental que se escute a população”, afirma o Secretário Geral da CNBB,  Dom Leonardo Steiner, ao comentar a convocação de uma greve geral para o dia 28 de abril, contra as reformas da Previdência e trabalhista apresentadas pelo Poder Executivo e em tramitação no Congresso Nacional.Às vésperas da 55ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que tem início neste dia 26 em Aparecida (SP), o Bispo auxiliar de Brasília (DF) concedeu uma entrevista tratando da posição da entidade sobre as manifestações. Dom Leonardo considera “fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas”.

Qual é a posição da CNBB sobre a anunciada greve geral do dia 28 de abril?

A partir de amanhã, quarta-feira, 26 de abril, os bispos estarão reunidos em assembleia geral, em Aparecida (SP). A assembleia é a instância suprema da Conferência e dela pode sair novo posicionamento. Posso agora, reafirmar o que o Conselho Permanente da CNBB já declarou em Nota: “Convocamos os cristãos e pessoas de boa vontade, particularmente nossas comunidades, a se mobilizarem ao redor da atual Reforma da Previdência, a fim de buscar o melhor para o nosso povo, principalmente os mais fragilizados”.

Nesse sentido, consideramos fundamental que se escute a população em suas manifestações coletivas. Claro que nosso olhar se dá na perspectiva da evangelização e nossa posição brota das exigências do Evangelho. E isso significa reafirmar a busca do diálogo, da paz e do entendimento. Na afirmação dos bispos está a orientação de que esses momentos sejam marcados pelo respeito à vida, ao patrimônio público e privado, fortalecendo a democracia.

Qual o impacto de uma greve geral neste momento? 

Certamente o conteúdo das manifestações se dará no sentido de defesa dos direitos dos trabalhadores do campo e da cidade, de modo muito particular dos mais pobres. O movimento sinaliza que a sociedade quer o diálogo, quer participar, quer dar sua contribuição. Reformas de tamanha importância não podem ser conduzidas sem esse amplo debate.

O Congresso Nacional e o Poder Executivo, infelizmente, têm se mostrado pouco sensível ao que a sociedade tem manifestado em relação às reformas. Os brasileiros e brasileiras desejam o bem do Brasil e para construir uma nação justa e fraterna querem participar das discussões e encaminhamentos.

É oportuno apresentar propostas de reformas na atual conjuntura?

O Brasil vive um momento particular de sua história, uma crise ética. Há situações de enorme complexidade nos quais estão envolvidos personagens do cenário político, sem falar da crise econômica que atinge a todos. Como encaminhar mudanças sem o respaldo da sociedade? Propostas de reformas que tocam na Constituição Federal, no sistema previdenciário, na CLT merecem estudo, pesquisa e aprofundamento. Sem diálogo não é possível criar um clima favorável que vise o bem do povo brasileiro.

Fonte: Rádio Vaticano
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Tiradentes sou eu hoje.

Hoje é feriado de Tiradentes. Para uns, herói. Para outros, vilão. E o pior é que tem gente que nem sabe porque hoje é feriado. Nem a versão oficial dos livros de história conhecem. Tristeza. Decepção.

Mas dia 21 de abril está na  nossa história, para o bem ou não. Tiradentes é simbolo de libertação. De liberdade. De autonomia, independência, justiça. Porque  não democracia.

O Brasil vive atualmente tempos difíceis na política, na economia. Crise financeira, reformas de cunho duvidoso,  políticos tentando se safar do Ministério Público, da Policia Federal. Há quem pense que a saída seria a intervenção militar, ou coisa do gênero. Engano.  O problema não está no Estado Democrático de Direito, mas nas pessoas que o gestionam, gerem.

Vamos celebrar 21 de abril, com espírito democrático, com esperança.  Viva O Brasil, viva seu povo. Viva todos que amam esse país, lutam por ele, com toda força da vida. Joaquim e Tiradentes de ontem,  João, Maria, José, Pedro, Vera…. médicos, advogados, pedreiros, vigilantes,… de hoje, juntos por uma Brasil soberano, próspero, democrático, livre de todas corrupções, seja no poder, seja no dia de nossas casas e ruas. Basta de desmandos arbitrariedade, jeitinhos… Chega dessas vergonhas… desse espírito de rapinagem que arrasa nossas vidas, das ideias estranhas que estão nos matando. Desejo vida a todos, com paz e tranquilidade, para cuidar de nossas famílias, com dignidade e simplicidade, com liberdade e verdade, e justiça. Eu sou Tiradentes hoje…. 

E que  o filme Joaquim nos inspire a sermos brasileiros, comprometidos com nosso pais, com nosso povo, com nossa história democrática. Que a Lava-jato e as outras operações nos livrem de todos os gatunos da política, da economia, da cultura, da sociedade.  Amém.

Veja o Trailer

 

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Família é a boa notícia para o mundo

Papa: a família continua sendo uma boa nova para o mundo

Foi divulgada, nesta quinta-feira (30/03), a carta do Papa Francisco para o 9º Encontro Mundial das Famílias que se realizará em Dublin, na Irlanda, de 21 a 26 de agosto de 2018, sobre o tema “O Evangelho da Família: alegria para o mundo”.

Na carta, Francisco oferece algumas indicações precisas. “Desejo que as famílias tenham a oportunidade de aprofundar a sua reflexão e partilha sobre os conteúdos da Exortação Apostólica pós-sinodal Amoris laetitia”.

O Pontífice convida a se perguntar: O Evangelho continua sendo alegria para o mundo? A família continua sendo uma boa nova para o mundo de hoje? “Tenho certeza que sim”, responde o Papa, e “este sim está firmemente estabelecido no desígnio de Deus”.

Segundo Francisco, “o amor de Deus é o seu sim a toda a Criação e ao ser humano, centro da Criação. É o sim de Deus pela união entre o homem e a mulher, abertura e serviço à vida em todas as suas fases. É o sim e o compromisso de Deus pela humanidade ferida, maltratada e dominada pela falta de amor. A família é o sim de Deus-Amor. Somente a partir do amor, a família pode manifestar, difundir e regenerar o amor de Deus no mundo. Sem o amor não é possível viver como filhos de Deus, como cônjuges, pais e irmãos”.

“Sonho uma Igreja em saída, não auto-referencial, uma Igreja que não passe distante das feridas do ser humano. Uma Igreja misericordiosa que anuncie o coração da revelação do Deus-Amor que é Misericórdia. Esta misericórdia nos faz novos no amor. Sabemos quanto as famílias cristãs são lugares de misericórdia e testemunhas de misericórdia. Depois do Jubileu Extraordinário serão ainda mais, e o encontro de Dublin lhes oferecerá sinais concretos.”

O Papa convida toda a Igreja a recordar essas suas indicações na preparação do próximo Encontro Mundial das Famílias, a promover os ensinamentos da Amoris laetitia a fim de que as famílias estejam sempre a caminho, naquela peregrinação interior que é manifestação de vida autêntica.

Francisco agradece a Arquidiocese de Dublin e toda a nação irlandesa pelo acolhimento generoso e pelo compromisso de hospedar um evento dessa grandeza. “Que a Santa Família de Nazaré guie, acompanhe e abençoe o seu serviço e todas as famílias comprometidas na preparação desse grande Encontro Mundial, em Dublin”.

Fonte: Rádio Vaticano
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CNBB mais uma vez se pronuncia contra legalização do Aborto

CNBB repudia iniciativas que buscam aprovar o aborto por meio do STF

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