Saúde



Sou Celíaco, como posso receber a Hóstia?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca? (Foto:Divulgação)

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé emitiu, no dia 15 de junho deste ano, uma carta circular aos bispos reiterando as normas existentes sobre o pão e o vinho para a Eucaristia, incluída a norma de que as hóstias devem conter certa quantidade de glúten como matéria válida para a consagração.

A notícia se tornou viral e alguns meios de comunicação informaram o seguinte: “A Igreja Católica proíbe celíacos de comungar”. Inclusive o Twitter declarou o tema como “tendência”.

Entretanto, as normas sobre o pão e o vinho já existiam e não foi anunciada nenhuma nova, nem foi proibido aos celíacos receberem a Eucaristia. As hóstias sem glúten sempre foram matéria inválida para a consagração.

Diante desse panorama, a carta deixa algumas inquietações para pessoas com doença celíaca (ou aquelas com outras alergias graves ao trigo) e a Eucaristia.

O que fazer se a pessoa tem esta doença?

A Igreja reconhece que não deve excluir da comunhão os católicos com doença celíaca e se adequou para aqueles que são incapazes de consumir o trigo.

Um leigo incapaz de receber uma hóstia com baixo teor de glúten pode receber a comunhão sob a espécie do vinho somente.

Um sacerdote em uma situação semelhante, ao participar da Missa, pode, com a permissão do ordinário, receber a comunhão sob a espécie do vinho somente. Mas, tal sacerdote não pode celebrar a Eucaristia de forma individual, nem pode presidir uma concelebração.

Pe. Joseph Faulkner, sacerdote da Diocese de Lincoln, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com a doença celíaca em 2008. Depois de ser ordenado, teve que receber uma permissão de sua diocese para usar hóstias com baixo teor de glúten para celebrar a Missa.

Pe. Faulkner recomentou que qualquer católico celíaco obtenha algumas hóstias com baixo teor de glúten sem estar consagradas e ingira pequenas partículas para ver se é capaz de consumi-las com segurança.

Para os celíacos que são incapazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten, Pe. Faulkner disse que “o mais seguro que poderia fazer seria pedir e receber o Preciosíssimo Sangue em um cálice, mas que não seja o cálice que o sacerdote utiliza”.

Isso se deve ao fato de que o cálice usado pelo sacerdote também contém partículas de hóstias colocadas durante a oração do Cordeiro de Deus (rezada pouco antes da comunhão). Para evitar qualquer contaminação, é necessário um cálice separado.

“Essa é a forma mais segura e, quando se recebe o Preciosíssimo Sangue, recebe o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus, para que não tenha que se preocupar por receber apenas parte do sacrifício”, indicou o sacerdote.

Finalmente, Pe. Faulkner assinalou que aqueles que são capazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten podem viajar com algumas hóstias não consagradas, de tal forma que podem se assegurar de receber a comunhão em diferentes paróquias.

“É só ir até o pároco e explicar: ‘Oi, sou celíaco, pode levar uma dessas hóstias e consagrá-la em uma patena separada?’ Se não há um celíaco na paróquia, é provável que não tenham esse tipo de hóstias”.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
Comente aqui


Ser bonzinho…

O preço de ser “bonzinho”

Por Tharakorn

Você não consegue dizer “não” às pessoas e vive engolindo sapo? Então leia isso

Muita gente confunde bondade com incapacidade de dizer “não”, de colocar limites, de dizer o que gosta e o que não gosta, de satisfazer as próprias necessidades.

Aprender a dizer “não” não é sair chutando a porta por aí. É estar pronto para amadurecer com confiança, certo de que não deixará de ser amado só porque decidiu levar seus desejos e opiniões em consideração.

Não se trata de dizer que “não somos obrigados a nada”, e sim de entender que é importante aprender a se posicionar diante da vida, das exigências do dia a dia, das pessoas e do que cada situação exige.

A vida exige rupturas. Exige que abandonemos nossos ninhos no alto das árvores e ganhemos o céu. Mesmo que o preço seja cair e nos ferir algumas vezes, a recompensa de nos tornarmos quem realmente somos faz valer a pena.

Esqueceram de nos contar que podíamos recusar aquele convite, que não era pecado dizer “não” àquilo que não estávamos dispostos a fazer, que não devíamos nos sentir culpados quando impúnhamos limites ou sentíamos necessidade de nos agradar em primeiro lugar.

Esqueceram de nos contar que ser “bonzinho” é diferente de ser bom. Que quando me desagrado para agradar aos outros estou descumprindo a lei do amor que diz: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”.

Ser bom é ter empatia, é se compadecer da dor do outro e estar a postos para ajudar, é ter compaixão, tolerância e respeito pelos que nos cercam. Já ser “bonzinho” é satisfazer as expectativas dos outros, o que nem sempre satisfaz as nossas próprias expectativas. É carregar um fardo nas costas, já que é exaustivo corresponder fielmente ao que é esperado por todos, mas nem sempre está de acordo com o que intimamente queremos.

O preço de ser bonzinho é a fragilidade. Pois enquanto preferirmos corresponder às expectativas externas em detrimento de nosso próprio bem estar, estaremos frágeis, susceptíveis ao julgamento externo, vulneráveis ao que pensam ou deixam de pensar a nosso respeito. Quem deixa de ser “bonzinho” se fortalece. Descobre que tem valor mesmo quando recusa um favor ou prefere pintar o cabelo de azul.

A vida ensina sussurrando. Enquanto não aprendermos a ser autênticos no querer ou não querer, no permitir ou não permitir, no autorizar ou não autorizar, iremos sofrer as consequências de não sermos gentis com nosso próprio espírito. Não se trata de ser egoísta, e sim de se respeitar em primeiro lugar. Só assim estaremos prontos para ajudar. Só assim estaremos aptos a amar…

 

Fonte: aleteia
Comente aqui


Voce teve infância

A importância de guardar memórias e documentos da infância

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias

Você já deve ter se deparado com alguma gaveta ou caixa dentro de casa que reúne relíquias das mais inusitadas: broches antigos de uma bisavó, fotos do casamento dos seus pais, desenhos e atividades que fazia quando era pequeno na escola, objetos e pertences estimados etc.

Para além das lembranças gostosas trazidas por tais materiais, vale aprofundar o nosso olhar em direção a esses elementos, entendendo por que pode ser extremamente rico mantê-los ao longo do tempo.

Cada um sente a passagem dos dias, meses e anos de uma maneira muito particular. O relógio, o calendário e a rotina nos ajudam a organizar de modo bastante objetivo esse curso de eventos que percorrem a nossa existência.

Existem, porém, registros ainda mais significativos que nos estruturam internamente dentro dessa ordem cronológica, trazendo o afeto e a memória como elementos que nos conectam a essas épocas.

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias, reconhecendo antigas amizades, coisas que gostávamos de fazer, o que vestíamos, com quem éramos parecidos, como nos divertíamos…

Essas imagens podem vir acompanhadas de relatos individuais ou compartilhados, dividindo tais lembranças com pessoas que estiveram presentes em determinados momentos desse percurso.

Todo esse conjunto de ingredientes vai configurando narrativas que produzem leituras e entendimentos da história de cada um, de modo que se possa conhecer e valorizar as trajetórias que atravessam esse mundo.

Questões como quem somos, de onde viemos, quem foram as pessoas que fizeram parte do nosso crescimento são tocadas no encontro com esses registros, que nos ajudam a construir uma identidade, reunindo informação, experiência, fantasia e elaboração do “eu” a ser investigado.

Assim como muitos adultos se dedicaram a preservar a nossa biografia, ajudar nossas crianças a conservarem objetos, pertences, fotografias e memórias é um movimento preciso que irá contribuir de maneira bastante potente para que, de tempos em tempos, elas possam acompanhar o seu desenvolvimento, manuseando esses registros de acordo com o que são capazes de assimilar em cada um desses retornos a eles.

Algo novo sempre será criado, trazendo percepções reveladoras de sentidos para suas próprias histórias e que irão sustentar e tecer fios que vão de encontro com essa busca constante em direção ao que são e podem ser.

E isso pode ser feito de vários modos: colecionando objetos e imagens numa caixa, numa gaveta ou num álbum; organizando diários de férias ou de viagens especiais, que podem contar com registros como desenhos e legendas, pequenos objetos colados (o selo de um suco tomado numa ocasião especial, um ticket de cinema ou teatro, uma folha coletada num passeio a um parque etc.) fotografias, e por aí vai.

As mais distintas possibilidades existem para ajudar também as crianças a constituir um percurso de memórias que são uma delícia de serem resgatadas!

Fonte: Toda Criança Pode Aprender
Comente aqui


Oração para Autoestima

Oração para recuperar a autoestima

Oração para recuperar a autoestimaOração para recuperar a autoestima (Foto:Divulgação)

Na presença de Jesus, rezemos pela recuperação de nossa autoestima e da nossa própria imagem, mantendo perto de nós uma foto de nossa infância:

Pai Santo, em nome de Jesus invoco vossa misericórdia e me dirijo a Vós para que me toqueis e me concedeis uma boa e justa imagem de mim mesmo e uma verdadeira autoestima em Cristo Jesus.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor, tenho me sentido indigno, inapropriado, inferior, feio, tímido, torpe. As pessoas têm me criticado e me dado apelidos de que eu não gosto e que me fazem sofrer; sinto-me inseguro e não-amado.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor Jesus, levai meus sentimentos de fracasso, vergonha, decepção, culpa, timidez, ira ou raiva. Peço-vos que tirais de mim esses sentimentos e essas emoções que me mantêm na escravidão e me impedem de viver uma vida plena como homem/mulher.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Amado Senhor, fazei que eu saiba o quanto me amais e que sou a menina de vossos olhos. Dirijo-me a Vós para que todos saibam que morrestes na Cruz não só pelos meus pecados, mas também pelos meus profundos sentimentos e minhas lembranças dolorosas.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Rogo a Vós, Senhor, que cureis todas as feridas que há em minha pessoa. Ajudai-me a me amar, a aceitar vosso perdão, a me perdoar e a perdoar a todos aqueles me causaram injustiças: pai, mãe, irmãos, tios, avós, primos e demais parentes, professores, padres, companheiros de trabalho, chefes, vizinhos e amigos, além de todos aqueles, Senhor, que não me olharam com carinho e me reprovaram, consciente ou inconscientemente.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Jesus, preenchei o vazio de minha vida. Dai-me o amor e a segurança que eu não recebi. Dai-me confiança, alegria e energia novas, para que eu possa fazer todas as coisas por meio de vós.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor, devolvei-me uma boa imagem de mim mesmo, aquela com que fui concebido/a como homem/mulher, e que eu possa me ver como Vós me vedes: especial, único, digno, belo, para que eu chegue a ser a pessoa que Vós criastes e quereis que eu seja. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

(Cfr. Robert DeGrandis)

Fazer um momento de oração em silêncio diante do sacrário com o Santíssimo exposto.

Oração do Pai-Nosso.

Se houver alguém com você, dê um abraço de paz.

Oração final:

Deus, autor de nossa salvação e de nossa libertação, escutai nossas súplicas e concedei que as pessoas a quem redimistes pelo sangue de Seu Filho possam viver para Vós e em Vós gozar a felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, pelos séculos e séculos. Amém.

Fonte: Aleteia
Comente aqui


O que é perdão…

Perdoar é se lembrar sem se ferir

Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento

Dia desses, passeando pelo Instagram, me deparei com uma frase de um autor desconhecido: “Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento…”

E parei para pensar no que a frase diz. Que o perdão é uma decisão – nem sempre simples, nem sempre fácil -, mas ainda assim, uma decisão de seguir em frente sem mágoa ou dor. Não é simplesmente “deixar pra lá”, deletar e não pensar mais no assunto. É sim, conseguir encarar a questão e não ter mais sofrimento ao confrontá-la.

Para isso, é preciso rasgar-se e então remendar-se. Escancarar todas as feridas para depois curá-las. Ousar remover todos os curativos para então ventilá-los.

Quem concede o perdão beneficia a si mesmo. Pois ao se livrar de lembranças dolorosas, mágoas rasgadas e ressentimentos embolorados, percebe que se curou.

Ninguém esquece daquilo que lhe feriu, que doeu, que dilacerou. Mas a gente pode superar. Pode enxergar o que rasgou sem se machucar. Pode entender o que morreu sem se enlutar. Pode conviver com o que restou sem se magoar. Isso é perdoar. Isso é permitir que a história siga seu curso trazendo uma lembrança que não pesa mais.

Na vida é necessário perdoar sempre. Perdoar a finitude das coisas, perdoar a pressa do tempo, perdoar as despedidas e os pontos de vista, perdoar erros bobos ou grandiosos, perdoar as ausências, perdoar a falta de jeito e a indiferença. Sem o perdão, ficamos presos a um lugar de falhas e faltas. Não seguimos em frente, não superamos, não evoluímos.

É preciso ser leve. Absolver a existência de culpas que nos atam a um lugar que não existe mais, e livrar nossa história de ressentimentos antigos. Se sua infância foi dolorosa, se seus pais não cuidaram de você com cuidado, se você sofreu bullying na escola, se seu primeiro namorado lhe traiu, se sua amiga lhe humilhou… tudo isso passa a ser irrelevante quando você aprende a perdoar. Quando você entende que a dor pelos fatos ocorridos pode ser carregada ou não. Quando você percebe que as feridas fazem parte da sua história, mas é você que decide como quer lidar com elas.

A gente não se esquece dos cacos de vidro que pisou, mas a cura chega quando a gente volta a caminhar sem dor. A gente se lembra, mas não se importa mais. Isso é perdoar. Isso é permitir que sua história siga sem lhe machucar.

Talvez seja hora de encarar aquilo com que não sabemos lidar e simplesmente perdoar. Iremos descobrir que não precisamos esquecer pra seguir em frente, e sim decidir que isso não tem o poder de nos machucar mais.

O perdão é uma escolha. Uma escolha de viver sem dívidas com o passado, uma escolha de se desvencilhar das mágoas e ressentimentos e, principalmente, uma escolha de viver sem dor.

Fonte: A soma de todos os afetos

 

1 Comentário


Jejum faz bem

Acredite: estas descobertas científicas sobre o jejum vão te surpreender

Por getideaka

Neurocientistas mostram o que o jejum faz ao seu cérebro e por que a indústria farmacêutica não vai estudar este fenômeno

Mark Mattson, o atual chefe do Laboratório de Neurociência do Instituto Nacional de Envelhecimento e também professor de neurociência na Universidade Johns Hopkins, um dos mais respeitados pesquisadores na área de mecanismos moleculares e celulares para desordens neurodegenerativas, deu um TEDx que deveria ser assistido (em inglês).

Existem exemplos incontáveis da manipulação de pesquisas publicadas pelas industrias farmacêuticas nos anos recentes. É por isso que o professor de medicina de Harvard Arnold Symour Relman disse ao mundo que a profissão medica foi comprada pela indústria farmacêutica.

Dr. Richard Horton, editor chefe da revista The Lancet, disse que muito da literatura cientifica publicada hoje é inverdade. Já a Dra. Marcia Angell, antiga editora chefe da New England Journal of Medicine, disse que a “a indústria farmacêutica gosta de ser mostrar como uma indústria baseada em pesquisam, como a fonte de drogas inovadoras. Nada poderia ser mais longe da verdade.”

E é por isso que John Loannidis, um epidemiologista da escola de medicina da Universidade de Stanford publicou um artigo intitulado “Porque a maioria dos achados de pesquisas publicadas são falsos” que subsequentemente se tornou o artigo mais acessado da história da PLoS.

Dr. Mattson comenta no final do vídeo:

“Porque a dieta normal é três refeições diárias mais lanches? Não é porque ela seja o padrão mais saudável de comer, isso é a minha opinião, mas eu acho que existe um monte de evidência que mostra isso. Existe uma grande pressão que exista esse padrão de alimentação, existe muito dinheiro envolvido.
A indústria alimentícia – eles vão ganhar dinheiro de pessoas que pularam o café da manhã, como eu fiz hoje? Não, eles vão perder dinheiro. Se as pessoas jejuarem, a indústria alimentícia perde dinheiro. E a indústria farmacêutica?
Se as pessoas fizerem pequenos jejuns, se exercitem periodicamente e forem muito saudáveis, a indústria farmacêutica vai fazer dinheiro com pessoas saudáveis? ”

Principais pontos da palestra acima e a ciência da qual ela veio

Mark e sua equipe já publicaram vários artigos que discutem como jejuar duas vezes por semana pode diminuir o risco de desenvolver doenças como Parkinson e Alzheimer

“Já são bem conhecidas as mudanças que fazemos na dieta afetam nosso cérebro. Crianças que sofrem de epilepsia tem menos episódios quando são colocadas em dietas de restrição calórica ou jejuns.

Acredita-se que o jejum ajuda a iniciar medidas protetivas que ajudam a contrabalancear os sinais superexcitados que os cérebros epiléticos muitas vezes exibem (algumas crianças também se beneficiaram de uma dieta bem especifica com muita gordura e pouco carboidrato).

Cérebros normais, quando superalimentados, podem experimentar outro tipo de excitação descontrolada, impedindo o funcionamento cerebral.”

Basicamente, quando você olha para estudos sobre restrição calórica, muitos deles mostram um tempo de vida prolongado assim como uma habilidade aumentada de lutar contra doenças crônicas.

“A restrição calórica aumenta o tempo de vida e retarda doenças crônicas relacionadas a idade em muitas espécies, como ratos, camundongos, peixes, moscas, minhocas e leveduras. O mecanismo ou mecanismos pelo qual isso ocorre é desconhecido.”

A frase acima é de uma revisão da literatura que tem mais de 10 anos. O trabalho apresentado aqui mostra alguns dos mecanismos que antes eram desconhecidos.

O jejum faz coisas boas ao cérebro, e isso é evidenciado pelas mudanças neuroquímicas benéficas que acontecem no cérebro quando em jejum. Também aumenta a função cognitiva, fatores neurotróficos, resistência ao dano e reduz a inflamação.

O jejum é um desafio para o cérebro, e o cérebro responde a esse desafio adaptando vias de resposta ao dano que ajudam o seu cérebro a lidar com o dano e o risco de doenças. As mesmas mudanças que ocorrem no cérebro durante o jejum imitam as mudanças que ocorrem com exercício regular. Ambas aumentam a produção de fatores neurotróficos que promovem o crescimento de neurônios, a conexão entre eles e a força das sinapses.

“Desafios para o cérebro, seja por jejum intermitente ou exercício vigoroso… é um desafio cognitivo. Quando isso acontece circuitos neurais são ativados, níveis de fatores neurotróficos aumentam, e isso promove o crescimento de neurônios (e) a formação e fortalecimento das sinapses…”

O jejum também pode estimular a produção de novas células nervosas de células tronco no hipocampo. Ele também menciona a produção de cetonas e que isso poderia aumentar o número de mitocôndrias nos neurônios.

O jejum também aumenta o número de mitocôndrias nas células nervosas; isso é um resultado dos neurônios se adaptando ao dano pelo jejum (pela produção de mais mitocôndrias).

Pelo aumento do número de mitocôndrias nos neurônios, a habilidade dos neurônios de formar e manter as conexões entre eles também aumentam, melhorando assim o aprendizado e a memória.

“O jejum intermitente aumenta a habilidade das células nervosas de reparar DNA.”

Ele também entra no aspecto evolucionário da teoria – como nossos ancestrais adaptaram e foram selecionados para passar longos períodos de tempo sem comer.

Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell por pesquisadores da Universidade do Sul da Califórnia mostrou que ciclos de jejum prolongado protegem contra danos no sistema imune e, mais ainda, induz a regeneração do sistema imune.
Eles concluíram que o jejum altera as células tronco do estado dormente para o estado de auto-renovação. Ele ativa a regeneração baseada em células tronco de um órgão ou sistema.

Pesquisas clinicas em humanos foram realizadas usando pacientes que recebiam quimioterapia. Por longos períodos de tempo, os pacientes não comiam, o que reduziu as células de defesa. Em camundongos, ciclos de jejum “ligaram a regeneração, mudando as vias de sinalização das células tronco hematopoéticas, que são responsáveis pela geração do sistema sanguíneo e imune.”

Isso significa que o jejum mata as células imunes velhas e danificadas e quando o organismo reinicia ele usa as células tronco para criar células novinhas, completamente saudáveis.

“Nós não poderíamos prever que o jejum prolongado poderia ter um efeito tão impressionante na promoção de regeneração baseada em célula tronco do sistema hematopoético…

Quando você passa fome, o sistema tenta poupar energia, e uma das coisas que você pode fazer para poupar energia é reciclar muitas células imunes que não são necessárias, especialmente aquelas que estão danificadas. Nós começamos a notar em humanos e animais que as células de defesa diminui no jejum prolongado. Quando você é realimentado, as células retornam” – Valter Longo

Uma revisão de vários estudos sobre jejum foi publicada no The American Journal of Clinical Nutrition em 2007. Ela examinou estudos em humanos e animais e determinou que o jejum é uma maneira efetiva de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e câncer. Também mostrou potencial em tratar a diabetes.

Antes de jejuar

Antes de começar a jejuar, tenha certeza que fez seu dever de casa. Pessoalmente, eu venho jejuando por anos e é algo fácil para mim.

Uma maneira recomendada de fazer – que foi testada pelo Michael Mosley da BBC para reverter seu diabetes, colesterol alto e outros problemas associados com a obesidade – é a que é conhecida como “dieta 5:2”.

No plano 5:2, você reduz sua comida para um quarto das suas calorias normais nos dias em jejum (que deve ser algo como 600 calorias para homens e 500 calorias para mulheres nas terças e quintas por exemplo), mas consumindo bastante água. Nos outros cinco dias da semana, você come uma dieta normal (no mesmo exemplo, 2400 para homens e 2000 para mulheres nos outros dias).

Outra maneira de fazer é restringir sua alimentação em algum horário específico, como só comer entre as 11 da manhã e 7 da noite e não comer fora desse horário.

Como você pensa sua dieta é, na minha opinião, uma das mais importantes, se não a mais importante parte de estar saudável. Como você pensa sobre o que você está inserindo no seu organismo é importante e eu acredito que isso irá eventualmente ficar firmemente estabelecido na literatura médica não influenciável no futuro.

 

Fonte: Tema Livre
Comente aqui


Desafios que mudam sua Vida

Um desafio de 30 dias para mudar sua vida

Por Rawpixel.com
 

Escolha pelo menos 3 itens desta lista e veja transformações incríveis no seu cotidiano

Sim, é possível mudar, em 30 dias, padrões negativos de comportamento.

No começo, talvez você sinta uma grande energia para bater as metas, mas tal disposição deve se manter até o final. Escolha pelo menos 3 itens da lista de sugestões a seguir, pratique-os diariamente e veja a diferença!

 

Tarefas fáceis

 

Caminhe 30 minutos por dia

Está comprovado que este simples exercício mantém a saúde do coração e controla os níveis de gordura.

Faça um caminho diferente

A cada dia, no caminho ao trabalho ou para qualquer outra atividade, faça uma rota diferente da habitual. Assim, você terá a chance de manter um olhar novo sobre o que o rodeia e conhecer mais da sua cidade.

Faça leituras enriquecedoras

A cada dia, leia algo que ajude a melhorar o ânimo. Pode ser um texto sobre meditação, reciclagem ou alimentação saudável, por exemplo.

Inspire-se todos os dias

Quando estamos inspirados, não há dificuldade que nos derrube. Escreva uma frase motivacional e pendure em seu espelho ou no escritório. Outra ideia é assistir um vídeo ou ouvir uma música que estimulem a sensação de inspiração.

Explore uma habilidade

Diariamente, explore uma nova habilidade: teste com dança, canto, alguma arte marcial ou mesmo com tutoriais online sobre como fazer origamis ou construir uma luminária para sua casa.

 

Tarefas menos fáceis (mas possíveis)

Acorde cedo

Se você for madrugador, esta tarefa será fácil. Do contrário, ir para a cama cedo exigirá esforço da sua parte, mas permitirá que você descanse o suficiente. Acordar cedo é fundamental para que seu corpo esteja com 100% de energia disponível para as atividades do dia a dia.

Escreva um diário

Guarde um registro das coisas que aconteceram no seu dia, ainda que sejam decepções com outras pessoas. Após 30 dias, você irá se surpreender com seus novos padrões de pensamento e comportamento. Assim, ficará fácil identificar e mudar aquilo que não está indo bem.

Vença o medo de fazer algo

Diariamente, enfrente algo que te assusta, como conversar com um desconhecido ou expressar seus incômodos no relacionamento. Este é um exercício libertador que fortalece o caráter.

Medite

Está comprovado que a meditação ajuda no equilíbrio do sistema nervoso, acalmando em qualquer situação. Não importa se a técnica usada é ouvir um mantra por 5 minutos ou prestar atenção à própria respiração: o exercício de trabalhar com a mente sempre funciona.

Não reclame

Durante 30 dias, tente não reclamar de nada. Isto não quer dizer não ser crítico ou que você deva fechar os olhos para coisas ruins. No entanto, proponha soluções em vez de se queixar dos problemas.

.

.

Fonte: Incrível.club)
Comente aqui


Música um santo remédio para dormir

A música pode ajudar a dormir? Siga estes 3 conselhos

Quando o sono não vem, a música pode ser nossa melhor aliada

Não importa quão jovem ou velho sejamos, nós precisamos dormir. Sabemos também que, a medida que ficamos mais idosos, dormir é cada vez mais difícil, por vários fatores. As causas que nos dificultam adormecer podem ser fisiológicas (desde dores no corpo até problemas endócrinos) como psicológicas (ansiedade, preocupações e outros males próprios da nossa estressada contemporaneidade), levando-nos, em casos extremos, a uma inversão dos nossos ciclos normais de sono: dormimos durante o dia, esgotados por causa de uma noite sem dormir, e quando anoitece ainda temos energia.

Um dos nossos melhores aliados nestes casos, ainda que pareça difícil de acreditar, é a música. Geralmente, a música nos desperta, anima, alegra, mas também pode servir para relaxar e nos preparar para passar uma noite de descanso. Em um artigo publicado no Nuverz, Rachelle Norman oferece uma série de passos simples para nos ajudar a fazer da música nossa aliada para dormir.

  1. Bloquear o som externo

Especialmente para aqueles que vivem em cidades, o ruído da rua pode facilmente entrar em nossos quartos durante a noite: sirenes, carros, conversas na rua, aviões; tudo contribui para nos assustar. A música pode funcionar como uma cortina: assim como esta última pode cobrir a luz exterior, a primeira pode funcionar para cobrir, em um volume apropriado, os ruídos provenientes do exterior.

  1. Selecione músicas que relaxam o corpo e a mente

O ritmo de um coração relaxado é de aproximadamente sessenta batimentos por minuto. Isso é praticamente uma batida por segundo, com algumas variações. A música que se encaixa nesse ritmo é ideal, porque o corpo e a mente acabarão se adaptando também. O ideal é programar (em qualquer dispositivo digital que usamos para ouvir música) uma hora de música (ou trinta minutos, depende do que achamos que precisamos) e, em seguida, o dispositivo desliga (há funções que permitem que você faça isso de uma maneira muito simples, como a função “sleep” das TVs), para evitar que a música continue por tempo excessivo.

  1. Respirar e ouvir

Às vezes, o que nos mantém acordados é a mente dando voltas. A música se oferece como uma espécie de “objeto exterior”, onde fixamos nossa atenção, distraindo assim nossos pensamentos. Trata-se simplesmente de ouvir e respirar. Assim, nossa mente tem uma oportunidade de descansar.

Fonte: aleteia

Comente aqui


Oração para o bebê que vai nascer

Oração para o bebê ainda no ventre materno

(Foto: Caroline Azevedo)(Foto: Caroline Azevedo)

Se você é uma pessoa de fé e quer rezar para que corra tudo bem na sua gravidez, conheça a oração para seus momentos de reflexão, de fé e agradecimento.

Oração para ser feita pela mamãe

Pai Celestial, eu Te louvo e agradeço por permitires esta vida e por formares esta criança à Tua imagem e semelhança. Envia o Teu Espírito Santo e ilumina meu útero. Enche-o com Tua luz, poder, majestade e glória, assim como fizeste no ventre materno de Maria para gerar Jesus.

Senhor Jesus Cristo, vem, com Teu amor e Tua infinita misericórdia, derramar a Tua graça sobre esta criança.

Remove qualquer negatividade que possa ter sido transmitida a ela, consciente ou inconscientemente, bem como toda e qualquer rejeição. Se em algum momento pensei em abortar, eu renuncio agora!

Lava em Teu Sangue toda a contaminação vinda do ocultismo, de benzimentos, do espiritismo, de comidas ou bebidas consagradas. Sei que foi Teu Espírito Santo quem a fecundou em meu seio e sei que Ele é capaz de fazer novas todas as coisas, por isso estou suplicando.

Maria, mãe de Jesus, vem e me ensina a cuidar desta criança como cuidaste de Jesus em Teu ventre materno. Envia, Senhor, Teus anjos, para que intercedam por esta criancinha diante de casa pessoa da Santíssima Trindade.

Obrigada, Pai, por esta linda criança.
Obrigada, Espírito Santos, por inundares esta criança de graças.
Obrigada, Jesus, por curares esta criança.
A todos a Vós entrego. Que ela honre e glorifique a Deus agora e por toda eternidade. Amém. Aleluia. Amém.

Fomte: Aleteia
Comente aqui


Quando a vida vence o aborto

 9 famosos que escaparam do aborto

Anton_Ivanov

Eles estiveram no alvo do aborto; mas porque escaparam e tiveram a oportunidade de nascer, puderam realizar os próprios talentos

Todos temos o direito a nascer; não importa quantos erros alguém possa cometer, há sempre uma razão maior para essa pessoa existir. Sempre vale a pena deixar cada um realizar o próprio show nessa terra! Tendo isso em vista, é quase impossível acreditar que os famosos abaixo quase não nasceram. Se fosse o caso, o mundo não seria o mesmo sem eles!

Steve Jobs

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Imagina a sua vida sem um Mac, I-Phone ou I-Pad? Se Joanne Schieble, com então 22 anos, tivesse desistido de levar a gestação a termo, a tecnologia não seria como conhecemos hoje.

Joanne, mãe biológica de Steve Jobs, engravidou do namorado sírio e decidiu colocar o bebê para adoção. Ela escolheu uma família financeiramente capaz de pagar pelos estudos universitários do bebê, porém quando os candidatos a pais descobriram que Joanne esperava um menino, recuaram porque queriam uma menina. Joanne, a ponto de dar a luz e sem tempo para procurar uma nova família, acabou concordando em entregar o filho para um casal humilde.

Jobs, em entrevista, declarou ser agradecido por não ter terminado em um aborto.

Justin Bieber

reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Em seu livro “Nowhere But Up”, Pattie Mallette, mãe de Justin Bieber, conta que quando se viu grávida aos 17 anos, foi pressionada a realizar um aborto. Mas isso nunca foi uma opção: “eu sabia que não poderia fazer isso”, revelou em entrevista. “A única coisa que eu sabia é que eu deveria manter a gestação. Eu não sabia como faria isso, mas eu apenas sabia que não poderia abortar”, disse.

Aos 18 anos, Pattie deu à luz a Justin em Ontário (Canadá) e o criou com a ajuda de seus pais Bruce e Diane, avós do cantor.

Roberto Gómez Bolaños

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Em um breve comercial no México, Roberto Gómez Bolaños (conhecido no Brasil por sua atuação como Chaves e Chapolin), revelou que quando sua mãe estava grávida sofreu um acidente em que quase morreu. Os médicos então recomendaram que ela abortasse. “Abortar, eu? Jamais!” respondeu a mãe. “Ela defendeu a vida, a minha vida. É graças a ela que eu estou aqui”, afirmou.

Susan Boyle

Wikipedia

Quando Bridget Boyle, aos 45 anos, engravidou, os médicos consideraram a gestação de risco e por isso a aconselharam a abortar. “Mas isso era impensável para minha mãe, uma católica devota. Eu só estou aqui porque ela teve fé”, contou a britânica.

Durante o parto, uma cesária de emergência, Susan sofreu falta de oxigênio e nasceu com pouco peso. Por isso, os médicos disseram a mãe: “Susan nunca será nada, não espere muito dela.” Em sua auto-biografia, Susan disse que os médicos não deveriam ter feito esse comentário. “O que eles não sabiam é que eu sou uma lutadora e tentei durante toda minha vida provar que eles estavam errados”.

Susan Boyle ganhou atenção internacional durante uma apresentação no programa “Britain’s Got Talent”. Seu primeiro álbum “I Dreamed a Dream” (2009) bateu recordes de vendas no Reino Unido e totalizou quase 14 milhões de cópias vendidas no mundo. Susan ganhou dois Grammys e é conhecida por apoiar causas caritativas.

Cristiano Ronaldo

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Quando Maria Dolores descobriu que estava grávida pela quarta vez, procurou por um médico para realizar o aborto. Este, porém, respondeu que não havia nenhuma razão física para abortar e que esse bebê lhe traria muita alegria na vida. Sem a cumplicidade do médico, Dolores tentou outros métodos de aborto que não funcionaram. Por fim, disse que “se a vontade de Deus é que esta criança nasça, que assim seja!”

Durante o parto, o mesmo médico disse uma frase que ficou para sempre na memória de Dolores: “Com pés como estes, será um jogador de futebol!” Em outras consultas, o médico vendo a preocupação da mãe, a animava dizendo: “Alegra-te, mulher, este bebê vai te dar muita sorte na vida e muitas felicidades!”

Cristiano é hoje a camisa 7 do clube espanhol Real Madrid e é considerado o maior jogador de futebol português de todos os tempos.

Celine Dion

no abortion (7)ab

Reprodução/YouTube

A mãe da cantora canadense ficou devastada ao saber que esperava por Celine, sua 14˚ criança, e contou a um padre que pretendia fazer um aborto; o sacerdote, então, a convenceu a não fazer isso e a aceitar o bebê. “Devo a minha vida a este padre”, disse a cantora. “Quando minha mãe superou a decepção, ela não perdeu tempo com auto-piedade e me amou tão apaixonadamente quanto ao meu irmão mais novo”, declarou.

Andrea Bocelli

no abortion (5)

Reprodução/YouTube

Quando sua mãe estava grávida, foi hospitalizada com apendicite. Em função do tratamento, os médicos a aconselharam a abortar porque o bebê poderia nascer com deficiências. Mesmo assim, a jovem mãe se recusou e deu à luz a Andrea Bocelli, que nasceu com uma voz capaz de emocionar audiências em todo o mundo.

Thiago Silva

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Dona Angela, mãe do jogador de futebol Thiago Silva, disse que pensou em abortar. “Eu cheguei a chorar no colo do meu pai dizendo que não queria fazer o aborto, mas que eu também não tinha condição de criar mais um filho. Só que ele não deixou que eu fizesse isso, que cometesse um pecado!”, contou a mãe.

De origem humilde, Thiago cresceu na favela de Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Hoje, o caçula de dona Angela, é considerado um dos melhores (e mais caros) zagueiros no mundo.

Jack Nicholson

Reprodução/YouTube

Reprodução/YouTube

Aos 17 anos, June Frances Nicholson, apesar de pressionada pelos colegas a abortar, deu à luz a um bebê a quem chamou de Jack. June deixou o filho com os seus pais, John e Ethel, e o menino cresceu acreditando que os avós eram seus pais e que June era sua irmã. Somente após a morte da mãe, Nicholson descobriu a própria história. “Minha única emoção é gratidão, literalmente, pela minha vida. Se June e Ethel tivessem menos caráter, eu nunca teria chegado a viver. Essas mulheres me deram o presente da vida”, disse.

 

Fonte: Sempre Família
Comente aqui