Vida



Bom humor do Papa Francisco

Com um aviso fixado na porta do quarto, Papa alerta: Proibido lamentar-se!

Aviso fixado por Francisco na porta de seu quarto – ANSA

 O Papa Francisco passa suas “férias” no Vaticano,  sem perder o bom-humor que lhe é peculiar.Há alguns dias, apareceu fixado na porta de seu quarto, na Casa Santa Marta, um aviso que diz: “Proibido lamentar-se”.

Mais abaixo é explicado que “os transgressores estão sujeitos a uma síndrome de vitimismo com a consequente diminuição de tom do humor e a capacidade para resolver os problemas”.

A sanção será dobrada “se cometida na presença de crianças”.

O texto termina dizendo: “Para se obter o melhor de si mesmo, deve-se concentrar nas próprias potencialidades e não nos próprios limites, portanto: Pare de se queixar e aja para tornar a tua vida melhor”.

O autor

As frases são de autoria do psicoterapeuta Salvo Noé – autor de livros e de cursos de motivação – e que recentemente encontrou o Papa Francisco na Praça São Pedro ao final da Audiência Geral de 14 de junho, oportunidade em que deu a ele a cartela, um livro e uma pulseira. (Salvo Noé dedicou algumas páginas de seu último livro a Bergoglio).

Francisco disse a ele: “Vou colocá-la na porta do meu escritório, onde recebo as pessoas”.

Como o “escritório” onde costuma conceder as audiências é no Palácio Apostólico – cuja austeridade e beleza não se enquadrariam com estilo da cartela – o Papa decidiu fixá-la na porta de seu quarto.

O aviso, como não poderia deixar de ser, acabou chamando a atenção de algumas pessoas na Santa Marta, entre elas a de um idoso sacerdote italiano, amigo de longa data de Bergoglio, que depois de pedir autorização, tirou algumas fotos da cartela para poder divulgar.

“Deusa lamentela”

Quer na Exortação “Evangelii gaudium” como nas homilias na Santa Marta, o Papa chama a atenção de que os cristãos devem parar de queixar-se eternamente, parecendo muitas vezes adoradores da “deusa lamentela”.

“Às vezes – disse o Papa alguns meses após ter sido eleito – alguns cristãos melancólicos temais cara de pimenta no vinagre que de pessoas alegres que tem uma vida bela!”.

O sacerdote autor das imagens, disse que encontrou Francisco tranquilo e sereno. Ele está trabalhando, apesar das férias, estudando nomeações para a Cúria, mas também nos discursos de sua próxima viagem à Colômbia.

Fonte: JE com La Stampa
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Sou Celíaco, como posso receber a Hóstia?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca?

O glúten e a Eucaristia: O que deve fazer quem tem doença celíaca? (Foto:Divulgação)

A Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos da Santa Sé emitiu, no dia 15 de junho deste ano, uma carta circular aos bispos reiterando as normas existentes sobre o pão e o vinho para a Eucaristia, incluída a norma de que as hóstias devem conter certa quantidade de glúten como matéria válida para a consagração.

A notícia se tornou viral e alguns meios de comunicação informaram o seguinte: “A Igreja Católica proíbe celíacos de comungar”. Inclusive o Twitter declarou o tema como “tendência”.

Entretanto, as normas sobre o pão e o vinho já existiam e não foi anunciada nenhuma nova, nem foi proibido aos celíacos receberem a Eucaristia. As hóstias sem glúten sempre foram matéria inválida para a consagração.

Diante desse panorama, a carta deixa algumas inquietações para pessoas com doença celíaca (ou aquelas com outras alergias graves ao trigo) e a Eucaristia.

O que fazer se a pessoa tem esta doença?

A Igreja reconhece que não deve excluir da comunhão os católicos com doença celíaca e se adequou para aqueles que são incapazes de consumir o trigo.

Um leigo incapaz de receber uma hóstia com baixo teor de glúten pode receber a comunhão sob a espécie do vinho somente.

Um sacerdote em uma situação semelhante, ao participar da Missa, pode, com a permissão do ordinário, receber a comunhão sob a espécie do vinho somente. Mas, tal sacerdote não pode celebrar a Eucaristia de forma individual, nem pode presidir uma concelebração.

Pe. Joseph Faulkner, sacerdote da Diocese de Lincoln, nos Estados Unidos, foi diagnosticado com a doença celíaca em 2008. Depois de ser ordenado, teve que receber uma permissão de sua diocese para usar hóstias com baixo teor de glúten para celebrar a Missa.

Pe. Faulkner recomentou que qualquer católico celíaco obtenha algumas hóstias com baixo teor de glúten sem estar consagradas e ingira pequenas partículas para ver se é capaz de consumi-las com segurança.

Para os celíacos que são incapazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten, Pe. Faulkner disse que “o mais seguro que poderia fazer seria pedir e receber o Preciosíssimo Sangue em um cálice, mas que não seja o cálice que o sacerdote utiliza”.

Isso se deve ao fato de que o cálice usado pelo sacerdote também contém partículas de hóstias colocadas durante a oração do Cordeiro de Deus (rezada pouco antes da comunhão). Para evitar qualquer contaminação, é necessário um cálice separado.

“Essa é a forma mais segura e, quando se recebe o Preciosíssimo Sangue, recebe o corpo, o sangue, a alma e a divindade de Jesus, para que não tenha que se preocupar por receber apenas parte do sacrifício”, indicou o sacerdote.

Finalmente, Pe. Faulkner assinalou que aqueles que são capazes de receber as hóstias com baixo teor de glúten podem viajar com algumas hóstias não consagradas, de tal forma que podem se assegurar de receber a comunhão em diferentes paróquias.

“É só ir até o pároco e explicar: ‘Oi, sou celíaco, pode levar uma dessas hóstias e consagrá-la em uma patena separada?’ Se não há um celíaco na paróquia, é provável que não tenham esse tipo de hóstias”.

Fonte: Nossa Senhora Cuida de Mim
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Pensamento de Madre Teresa de Calcuta

Lições da Madre Teresa de Calcutá

© Francois LE DIASCORN/Gamma-Rapho via Getty

Perguntas e respostas simples e diretas para inspirar seu cotidiano

O dia mais belo?
Hoje

A coisa mais fácil?
Errar

 O maior obstáculo?
O medo.

O maior erro?
O abandono.

A raiz de todos os males?
O egoísmo.

A distração mais bela?
O trabalho.

A pior derrota?
O desânimo.

Os melhores professores?
As crianças.

A primeira necessidade?
Comunicar-se.

O que mais lhe faz feliz?
Ser útil aos demais.

O maior mistério?
A morte.

O pior defeito?
O mau humor.

A pessoa mais perigosa?
A mentirosa.

O sentimento mais ruim?
O rancor.

O presente mais belo?
O perdão.

O mais imprescindível?
O lar.

A rota mais rápida?
O caminho certo.

A sensação mais agradável?
A paz interior.

A proteção afetiva?
O sorriso.

O melhor remédio?
O otimismo.

A maior satisfação?
O dever cumprido.

A força mais potente do mundo?
A fé.

As pessoas mais necessárias?
Os pais.

A mais bela de todas as coisas?
O amor!

Fonte: aleteia
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Jamais desista de sonhar

Você tem um sonho? Não desista dele!

Reprodução

Após rejeição em fast food e em Harvard por 10 vezes, chinês funda empresa que vale mais de US$ 200 bilhões

Quantas vezes você já ouviu um sonoro “não” na vida? Se a resposta vier do chinês Jack Ma, a negativa apareceu pelo menos 10 vezes quando tentou entrar na concorrida Universidade de Harvard e até mesmo ao se aplicar para uma vaga de emprego em uma rede de fast food. Mas parece que, no final das contas, a sorte sorriu para ele. Atualmente é o dono de uma empresa que vale mais de 200 bilhões de dólares!

Com persistência e dedicação no currículo, o CEO tem uma trajetória pessoal interessante, cheia de altos e baixos que o transformaram em quem é hoje, uma pessoa leve, divertida e simples para seus parâmetros. Até performance ao som de Rei Leão ele já fez para seus funcionários, então podemos dizer que é alguém um tanto peculiar.

Celebridade no meio executivo e empreendedor, Ma Yun, nome “oficial” de Jack, cresceu na cidade chinesa de Hangzhou, e era um garoto inquieto. Ao invés de bagunçar em casa, pegava sua bike e ia até um hotel local para praticar inglês com os turistas. Isso quando tinha apenas 10 anos de idade! Foi dessa maneira que começou a abrir sua mente para o mundo ao redor.

Para quem dificuldade com cálculos, ele é um sopro de esperança. Na escola em sua região, o ensino não era dos melhores. Após três tentativas para ingressar em universidades locais, nas quais falhava em testes de matemática, enfim conseguiu entrar no curso de administração e seus resultados foram acima da média. Ambicioso, sempre fez de tudo para conseguir alguma grana, desde vender remédios até tentar a sorte no mercado de ações. Quem nunca, né.

A visão de ficar milionário antes dos 35 anos era o que o mantinha na ativa desde a pouca idade. Mas a trajetória foi longa e repleta de rejeição. Em entrevistas, ele chega a lembrar das situações com bastante humor. Jack Ma foi rejeitado em Harvard por 10 vezes, onde é preciso ser aceito por meio de uma carta que solicita a entrada, e em 30 trabalhos diferentes, incluindo na rede de fast food KFC, onde foi o único do processo seletivo que não conseguiu o emprego. A mesma cena se repetiu quando tentou ingressar na polícia chinesa.

Em 1995, quando foi ao Estados Unidos pela primeira vez, teve contato com o mundo mágico da internet, na época, precária, em comparação com os dias atuais. Depois de conhecer as pessoas certas nos lugares certos, uma ajudinha do acaso, passou a criar negócios na internet, sempre focados em sua terra natal. Alguns falharam miseravelmente, até que o jogo começou a virar a seu favor.

Fundou a Alibaba em 1999 com o intuito de ser uma conhecida startup da China e de ajudar pequenos produtores que não tinham ferramentas para lucrar mais com suas vendas. A gigante do e-commerce, que é dona do AliExpress, é um enorme mercado online de exportação e importação, que reúne fabricantes, fornecedores, importadores, exportadores, compradores, comerciantes e acionistas.

Além de ser o homem mais rico da China, Jack Ma está em 21º no ranking de bilionários da Bloomberg. Uma de suas inspirações é um personagem cinematográfico bastante conhecido e adorado. Eu amo o Forrest Gump. Um cara simples, que não desiste nunca. Mantenha a simplicidade, nunca desista, acredite no que está fazendo, goste do que está fazendo, mesmo que os outros não entendam”, declarou durante uma entrevista. Pelo visto, essa receita deu certo!

Fonte: Razões para Acreditar
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Arte de viver com Alegria

A alegria de viver as bem-aventuranças de Tomás Moro

© Lazare

Felizes os que sabem rir de si mesmos, porque nunca deixarão de divertir-se

Felizes os que sabem rir de si mesmos,
porque nunca deixarão de divertir-se.
Felizes os que sabem distinguir uma montanha de uma pedra,
porque evitarão muitos inconvenientes.
Felizes os que sabem descansar e dormir sem buscar pretextos,
porque chegarão a ser sábios.
 
Felizes os que sabem escutar e calar,
porque aprenderão coisas novas.
Felizes os que são suficientemente inteligentes
a ponto de não se levar muito a sério,
porque serão valorizados pelos que os rodeiam.
 
Felizes os que estão atentos às necessidades dos outros
sem sentir-se indispensáveis,
porque serão distribuidores de alegria.
Felizes os que sabem ver com serenidade as pequenas coisas
e com tranquilidade as grandes coisas,
porque chegarão longe na vida.
 
Felizes os que sabem apreciar um sorriso
e esquecer um desprezo,
porque seu caminho será repleto de sol.
Felizes os que pensam antes de agir
e rezam antes de pensar,
porque não se agitarão diante dos imprevistos.
 
Felizes vocês que sabem calar e sorrir
quando lhes é tirada a palavra,
quando os contradizem ou pisam seus pés,
porque o Evangelho começa a penetrar em seu coração.
 
Felizes vocês se são capazes de interpretar
sempre com benevolência as atitudes dos outros,
mesmo quando as aparências são contrárias.
Parecerão inseguros, mas este é o preço da caridade.
 
Felizes sobretudo vocês que sabem
reconhecer o Senhor em tudo o que veem,
pois já encontraram a paz e a verdadeira sabedoria.

Fonte: Aleteia 
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Ser bonzinho…

O preço de ser “bonzinho”

Por Tharakorn

Você não consegue dizer “não” às pessoas e vive engolindo sapo? Então leia isso

Muita gente confunde bondade com incapacidade de dizer “não”, de colocar limites, de dizer o que gosta e o que não gosta, de satisfazer as próprias necessidades.

Aprender a dizer “não” não é sair chutando a porta por aí. É estar pronto para amadurecer com confiança, certo de que não deixará de ser amado só porque decidiu levar seus desejos e opiniões em consideração.

Não se trata de dizer que “não somos obrigados a nada”, e sim de entender que é importante aprender a se posicionar diante da vida, das exigências do dia a dia, das pessoas e do que cada situação exige.

A vida exige rupturas. Exige que abandonemos nossos ninhos no alto das árvores e ganhemos o céu. Mesmo que o preço seja cair e nos ferir algumas vezes, a recompensa de nos tornarmos quem realmente somos faz valer a pena.

Esqueceram de nos contar que podíamos recusar aquele convite, que não era pecado dizer “não” àquilo que não estávamos dispostos a fazer, que não devíamos nos sentir culpados quando impúnhamos limites ou sentíamos necessidade de nos agradar em primeiro lugar.

Esqueceram de nos contar que ser “bonzinho” é diferente de ser bom. Que quando me desagrado para agradar aos outros estou descumprindo a lei do amor que diz: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”.

Ser bom é ter empatia, é se compadecer da dor do outro e estar a postos para ajudar, é ter compaixão, tolerância e respeito pelos que nos cercam. Já ser “bonzinho” é satisfazer as expectativas dos outros, o que nem sempre satisfaz as nossas próprias expectativas. É carregar um fardo nas costas, já que é exaustivo corresponder fielmente ao que é esperado por todos, mas nem sempre está de acordo com o que intimamente queremos.

O preço de ser bonzinho é a fragilidade. Pois enquanto preferirmos corresponder às expectativas externas em detrimento de nosso próprio bem estar, estaremos frágeis, susceptíveis ao julgamento externo, vulneráveis ao que pensam ou deixam de pensar a nosso respeito. Quem deixa de ser “bonzinho” se fortalece. Descobre que tem valor mesmo quando recusa um favor ou prefere pintar o cabelo de azul.

A vida ensina sussurrando. Enquanto não aprendermos a ser autênticos no querer ou não querer, no permitir ou não permitir, no autorizar ou não autorizar, iremos sofrer as consequências de não sermos gentis com nosso próprio espírito. Não se trata de ser egoísta, e sim de se respeitar em primeiro lugar. Só assim estaremos prontos para ajudar. Só assim estaremos aptos a amar…

 

Fonte: aleteia
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Voce teve infância

A importância de guardar memórias e documentos da infância

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias

Você já deve ter se deparado com alguma gaveta ou caixa dentro de casa que reúne relíquias das mais inusitadas: broches antigos de uma bisavó, fotos do casamento dos seus pais, desenhos e atividades que fazia quando era pequeno na escola, objetos e pertences estimados etc.

Para além das lembranças gostosas trazidas por tais materiais, vale aprofundar o nosso olhar em direção a esses elementos, entendendo por que pode ser extremamente rico mantê-los ao longo do tempo.

Cada um sente a passagem dos dias, meses e anos de uma maneira muito particular. O relógio, o calendário e a rotina nos ajudam a organizar de modo bastante objetivo esse curso de eventos que percorrem a nossa existência.

Existem, porém, registros ainda mais significativos que nos estruturam internamente dentro dessa ordem cronológica, trazendo o afeto e a memória como elementos que nos conectam a essas épocas.

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias, reconhecendo antigas amizades, coisas que gostávamos de fazer, o que vestíamos, com quem éramos parecidos, como nos divertíamos…

Essas imagens podem vir acompanhadas de relatos individuais ou compartilhados, dividindo tais lembranças com pessoas que estiveram presentes em determinados momentos desse percurso.

Todo esse conjunto de ingredientes vai configurando narrativas que produzem leituras e entendimentos da história de cada um, de modo que se possa conhecer e valorizar as trajetórias que atravessam esse mundo.

Questões como quem somos, de onde viemos, quem foram as pessoas que fizeram parte do nosso crescimento são tocadas no encontro com esses registros, que nos ajudam a construir uma identidade, reunindo informação, experiência, fantasia e elaboração do “eu” a ser investigado.

Assim como muitos adultos se dedicaram a preservar a nossa biografia, ajudar nossas crianças a conservarem objetos, pertences, fotografias e memórias é um movimento preciso que irá contribuir de maneira bastante potente para que, de tempos em tempos, elas possam acompanhar o seu desenvolvimento, manuseando esses registros de acordo com o que são capazes de assimilar em cada um desses retornos a eles.

Algo novo sempre será criado, trazendo percepções reveladoras de sentidos para suas próprias histórias e que irão sustentar e tecer fios que vão de encontro com essa busca constante em direção ao que são e podem ser.

E isso pode ser feito de vários modos: colecionando objetos e imagens numa caixa, numa gaveta ou num álbum; organizando diários de férias ou de viagens especiais, que podem contar com registros como desenhos e legendas, pequenos objetos colados (o selo de um suco tomado numa ocasião especial, um ticket de cinema ou teatro, uma folha coletada num passeio a um parque etc.) fotografias, e por aí vai.

As mais distintas possibilidades existem para ajudar também as crianças a constituir um percurso de memórias que são uma delícia de serem resgatadas!

Fonte: Toda Criança Pode Aprender
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Oração para Autoestima

Oração para recuperar a autoestima

Oração para recuperar a autoestimaOração para recuperar a autoestima (Foto:Divulgação)

Na presença de Jesus, rezemos pela recuperação de nossa autoestima e da nossa própria imagem, mantendo perto de nós uma foto de nossa infância:

Pai Santo, em nome de Jesus invoco vossa misericórdia e me dirijo a Vós para que me toqueis e me concedeis uma boa e justa imagem de mim mesmo e uma verdadeira autoestima em Cristo Jesus.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor, tenho me sentido indigno, inapropriado, inferior, feio, tímido, torpe. As pessoas têm me criticado e me dado apelidos de que eu não gosto e que me fazem sofrer; sinto-me inseguro e não-amado.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor Jesus, levai meus sentimentos de fracasso, vergonha, decepção, culpa, timidez, ira ou raiva. Peço-vos que tirais de mim esses sentimentos e essas emoções que me mantêm na escravidão e me impedem de viver uma vida plena como homem/mulher.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Amado Senhor, fazei que eu saiba o quanto me amais e que sou a menina de vossos olhos. Dirijo-me a Vós para que todos saibam que morrestes na Cruz não só pelos meus pecados, mas também pelos meus profundos sentimentos e minhas lembranças dolorosas.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Rogo a Vós, Senhor, que cureis todas as feridas que há em minha pessoa. Ajudai-me a me amar, a aceitar vosso perdão, a me perdoar e a perdoar a todos aqueles me causaram injustiças: pai, mãe, irmãos, tios, avós, primos e demais parentes, professores, padres, companheiros de trabalho, chefes, vizinhos e amigos, além de todos aqueles, Senhor, que não me olharam com carinho e me reprovaram, consciente ou inconscientemente.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Jesus, preenchei o vazio de minha vida. Dai-me o amor e a segurança que eu não recebi. Dai-me confiança, alegria e energia novas, para que eu possa fazer todas as coisas por meio de vós.

Senhor, tende misericórdia de mim.

Senhor, devolvei-me uma boa imagem de mim mesmo, aquela com que fui concebido/a como homem/mulher, e que eu possa me ver como Vós me vedes: especial, único, digno, belo, para que eu chegue a ser a pessoa que Vós criastes e quereis que eu seja. Por Jesus Cristo Nosso Senhor. Amém.

(Cfr. Robert DeGrandis)

Fazer um momento de oração em silêncio diante do sacrário com o Santíssimo exposto.

Oração do Pai-Nosso.

Se houver alguém com você, dê um abraço de paz.

Oração final:

Deus, autor de nossa salvação e de nossa libertação, escutai nossas súplicas e concedei que as pessoas a quem redimistes pelo sangue de Seu Filho possam viver para Vós e em Vós gozar a felicidade eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que vive e reina convosco na unidade do Espírito Santo, pelos séculos e séculos. Amém.

Fonte: Aleteia
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Arrependa-se do que você não fez

Nunca se arrependa do que você já fez, da coragem que colocou em cada ação para atingir o seu objetivo ou o seu sonho

Nunca se arrependa do que você já fez, da coragem que colocou em cada ação para atingir o seu objetivo ou o seu sonho. Arrepender-se do que você fez pelo simples fato de que as coisas não aconteceram como o esperado é um absurdo e um desperdício de energia e de tempo. E se tivesse corrido tudo bem? Você se arrependeria?

Se a resposta for não, então não deve se arrepender por ter tentado, por ter se arriscado. O que realmente gerou esse arrependimento é que você não estava contando com a frustração. Muitas vezes as nossas expectativas não se concretizam. A vida é assim.

O fracasso deve servir como um aprendizado, e até mesmo para tentar novamente com as experiências adquiridas.

Arrepender-se é permanecer na zona de conforto, sonhando com o que poderia ter sido. Neste caso, desistimos de tentar, não lutamos para alcançar os nossos objetivos. Nos contentamos com uma vida desprovida de emoções por medo das frustrações.

Mas as frustrações e decepções fazem parte da vida. Mais cedo ou mais tarde elas chegarão até você, mesmo que você não se arrisque ou salte para o vazio com um projeto novo. Elas aparecem por outro lado: com a família, com o seu parceiro, com a sua vida, com o trabalho … Até mesmo a própria falta de riscos pode se tornar uma fonte de frustração.

Não colecione arrependimentos

Todas as decisões, todas as suas ações, tudo o que sonhou, tudo pelo que lutou, definem a pessoa que você é hoje, o lugar em que você deseja ficar e para o qual orientar a sua vida. Ninguém deve se arrepender do que é ou de como escolheu viver.

O sucesso é supervalorizado na sociedade atual, e parece que somente é valorizado aquele que, mesmo correndo riscos, acaba triunfando.

Valorizamos muito os resultados, mas não valorizamos tanto o progresso, o sacrifício e o esforço de todas as pessoas que batalham para atingir os seus objetivos. Sabemos que, às vezes, tudo dá certo, e em outras, perdemos a aposta.

Essa essência é o que realmente tem valor: ter um objetivo que nos impulsiona para continuar vivendo; amá-lo, arriscar o nosso dinheiro, tempo e trabalho por ele. Na realidade, é tudo que nos motiva e reforça, em vez de focar somente no resultado. O sonho de construirmos tudo que queremos é o que nos faz levantar todas as manhãs, faz com que nos sintamos um pouco mais felizes.

Portanto, você não deve se arrepender do que fez; arrependa-se do que não fez por medo do fracasso. E também não é o caso de se castigar por ter dado muita atenção ao seu medo, mas é aconselhável que você perceba que se deixou levar por uma emoção negativa. Uma emoção que passou e foi substituída por aquilo que poderia ter sido.

Não se preocupe, nós podemos aprender. Nós não somos perfeitos e é muito comum se deixar guiar ou ser manipulado por algumas emoções. Mas podemos aprender com elas. “Vire a mesa” e decida voar de uma vez por todas, não importa o que aconteça!

Seja corajoso para empreender o voo, mas também para gerir a queda

Uma pessoa madura tem sonhos e expectativas, mas também tem os pés no chão. São pessoas que conhecem muito bem a si mesmas e se aceitam incondicionalmente; sabem perfeitamente até onde podem chegar ou não.

Elas conhecem os seus limites e potencialidades e, com base nisso, traçam um plano e são capazes de realizá-lo, porque sabem que têm controle suficiente sobre a situação.

Quando falamos de controle, falamos de tudo aquilo que realmente podemos controlar, é claro. Ou seja, o que depende de nós mesmos: frustrações, ações, decisões, tolerância…

Elas são pessoas corajosas, que têm suas mentes sempre no presente, mas imaginam um futuro melhor. Querem comer a vida mastigando forte com os dentes ao invés de experimentar um pouco, fazendo cara de nojo antes de provar um novo sabor. Seu pensamento se resume em: “Se estamos aqui para viver, então vivamos. Se as coisas derem errado, veremos como podemos gerenciá-las”.

Isso não significa que elas são “cabeças ocas”, que não sabem o que fazem. Na realidade, os impulsivos também sentem muito medo. A sua maturidade e inteligência emocional os torna corajosos, mas também responsáveis e cautelosos.

A chave para o sucesso reside nos fato de que elas não se apavoram quando pensam sobre os possíveis fracassos. Na verdade, como são realistas, não os percebem como prováveis, apenas como possibilidades.

O que você está esperando para ser um pouco mais corajoso? Você acha que deve ficar sempre na areia da praia, sem entrar no mar? Você está aqui para viver, para se arriscar, para alcançar todos os seus sonhos e descobrir a magia que se esconde por trás deles. E se você falhar, pode aprender e retomar o voo. Nunca mais se arrependa daquilo que você fez; arrependa-se somente daquilo que não fez por causa do medo.

 

Fonte: Mente Maravilhosa
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O que é perdão…

Perdoar é se lembrar sem se ferir

Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento

Dia desses, passeando pelo Instagram, me deparei com uma frase de um autor desconhecido: “Perdoar não é esquecer: isso é amnésia. Perdoar é se lembrar sem se ferir e sem sofrer: isso é cura. Por isso é uma decisão, não um sentimento…”

E parei para pensar no que a frase diz. Que o perdão é uma decisão – nem sempre simples, nem sempre fácil -, mas ainda assim, uma decisão de seguir em frente sem mágoa ou dor. Não é simplesmente “deixar pra lá”, deletar e não pensar mais no assunto. É sim, conseguir encarar a questão e não ter mais sofrimento ao confrontá-la.

Para isso, é preciso rasgar-se e então remendar-se. Escancarar todas as feridas para depois curá-las. Ousar remover todos os curativos para então ventilá-los.

Quem concede o perdão beneficia a si mesmo. Pois ao se livrar de lembranças dolorosas, mágoas rasgadas e ressentimentos embolorados, percebe que se curou.

Ninguém esquece daquilo que lhe feriu, que doeu, que dilacerou. Mas a gente pode superar. Pode enxergar o que rasgou sem se machucar. Pode entender o que morreu sem se enlutar. Pode conviver com o que restou sem se magoar. Isso é perdoar. Isso é permitir que a história siga seu curso trazendo uma lembrança que não pesa mais.

Na vida é necessário perdoar sempre. Perdoar a finitude das coisas, perdoar a pressa do tempo, perdoar as despedidas e os pontos de vista, perdoar erros bobos ou grandiosos, perdoar as ausências, perdoar a falta de jeito e a indiferença. Sem o perdão, ficamos presos a um lugar de falhas e faltas. Não seguimos em frente, não superamos, não evoluímos.

É preciso ser leve. Absolver a existência de culpas que nos atam a um lugar que não existe mais, e livrar nossa história de ressentimentos antigos. Se sua infância foi dolorosa, se seus pais não cuidaram de você com cuidado, se você sofreu bullying na escola, se seu primeiro namorado lhe traiu, se sua amiga lhe humilhou… tudo isso passa a ser irrelevante quando você aprende a perdoar. Quando você entende que a dor pelos fatos ocorridos pode ser carregada ou não. Quando você percebe que as feridas fazem parte da sua história, mas é você que decide como quer lidar com elas.

A gente não se esquece dos cacos de vidro que pisou, mas a cura chega quando a gente volta a caminhar sem dor. A gente se lembra, mas não se importa mais. Isso é perdoar. Isso é permitir que sua história siga sem lhe machucar.

Talvez seja hora de encarar aquilo com que não sabemos lidar e simplesmente perdoar. Iremos descobrir que não precisamos esquecer pra seguir em frente, e sim decidir que isso não tem o poder de nos machucar mais.

O perdão é uma escolha. Uma escolha de viver sem dívidas com o passado, uma escolha de se desvencilhar das mágoas e ressentimentos e, principalmente, uma escolha de viver sem dor.

Fonte: A soma de todos os afetos

 

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