Pensamento de Madre Teresa de Calcuta

Lições da Madre Teresa de Calcutá

© Francois LE DIASCORN/Gamma-Rapho via Getty

Perguntas e respostas simples e diretas para inspirar seu cotidiano

O dia mais belo?
Hoje

A coisa mais fácil?
Errar

 O maior obstáculo?
O medo.

O maior erro?
O abandono.

A raiz de todos os males?
O egoísmo.

A distração mais bela?
O trabalho.

A pior derrota?
O desânimo.

Os melhores professores?
As crianças.

A primeira necessidade?
Comunicar-se.

O que mais lhe faz feliz?
Ser útil aos demais.

O maior mistério?
A morte.

O pior defeito?
O mau humor.

A pessoa mais perigosa?
A mentirosa.

O sentimento mais ruim?
O rancor.

O presente mais belo?
O perdão.

O mais imprescindível?
O lar.

A rota mais rápida?
O caminho certo.

A sensação mais agradável?
A paz interior.

A proteção afetiva?
O sorriso.

O melhor remédio?
O otimismo.

A maior satisfação?
O dever cumprido.

A força mais potente do mundo?
A fé.

As pessoas mais necessárias?
Os pais.

A mais bela de todas as coisas?
O amor!

Fonte: aleteia
Comente aqui


Jamais desista de sonhar

Você tem um sonho? Não desista dele!

Reprodução

Após rejeição em fast food e em Harvard por 10 vezes, chinês funda empresa que vale mais de US$ 200 bilhões

Quantas vezes você já ouviu um sonoro “não” na vida? Se a resposta vier do chinês Jack Ma, a negativa apareceu pelo menos 10 vezes quando tentou entrar na concorrida Universidade de Harvard e até mesmo ao se aplicar para uma vaga de emprego em uma rede de fast food. Mas parece que, no final das contas, a sorte sorriu para ele. Atualmente é o dono de uma empresa que vale mais de 200 bilhões de dólares!

Com persistência e dedicação no currículo, o CEO tem uma trajetória pessoal interessante, cheia de altos e baixos que o transformaram em quem é hoje, uma pessoa leve, divertida e simples para seus parâmetros. Até performance ao som de Rei Leão ele já fez para seus funcionários, então podemos dizer que é alguém um tanto peculiar.

Celebridade no meio executivo e empreendedor, Ma Yun, nome “oficial” de Jack, cresceu na cidade chinesa de Hangzhou, e era um garoto inquieto. Ao invés de bagunçar em casa, pegava sua bike e ia até um hotel local para praticar inglês com os turistas. Isso quando tinha apenas 10 anos de idade! Foi dessa maneira que começou a abrir sua mente para o mundo ao redor.

Para quem dificuldade com cálculos, ele é um sopro de esperança. Na escola em sua região, o ensino não era dos melhores. Após três tentativas para ingressar em universidades locais, nas quais falhava em testes de matemática, enfim conseguiu entrar no curso de administração e seus resultados foram acima da média. Ambicioso, sempre fez de tudo para conseguir alguma grana, desde vender remédios até tentar a sorte no mercado de ações. Quem nunca, né.

A visão de ficar milionário antes dos 35 anos era o que o mantinha na ativa desde a pouca idade. Mas a trajetória foi longa e repleta de rejeição. Em entrevistas, ele chega a lembrar das situações com bastante humor. Jack Ma foi rejeitado em Harvard por 10 vezes, onde é preciso ser aceito por meio de uma carta que solicita a entrada, e em 30 trabalhos diferentes, incluindo na rede de fast food KFC, onde foi o único do processo seletivo que não conseguiu o emprego. A mesma cena se repetiu quando tentou ingressar na polícia chinesa.

Em 1995, quando foi ao Estados Unidos pela primeira vez, teve contato com o mundo mágico da internet, na época, precária, em comparação com os dias atuais. Depois de conhecer as pessoas certas nos lugares certos, uma ajudinha do acaso, passou a criar negócios na internet, sempre focados em sua terra natal. Alguns falharam miseravelmente, até que o jogo começou a virar a seu favor.

Fundou a Alibaba em 1999 com o intuito de ser uma conhecida startup da China e de ajudar pequenos produtores que não tinham ferramentas para lucrar mais com suas vendas. A gigante do e-commerce, que é dona do AliExpress, é um enorme mercado online de exportação e importação, que reúne fabricantes, fornecedores, importadores, exportadores, compradores, comerciantes e acionistas.

Além de ser o homem mais rico da China, Jack Ma está em 21º no ranking de bilionários da Bloomberg. Uma de suas inspirações é um personagem cinematográfico bastante conhecido e adorado. Eu amo o Forrest Gump. Um cara simples, que não desiste nunca. Mantenha a simplicidade, nunca desista, acredite no que está fazendo, goste do que está fazendo, mesmo que os outros não entendam”, declarou durante uma entrevista. Pelo visto, essa receita deu certo!

Fonte: Razões para Acreditar
1 Comentário


Arte de viver com Alegria

A alegria de viver as bem-aventuranças de Tomás Moro

© Lazare

Felizes os que sabem rir de si mesmos, porque nunca deixarão de divertir-se

Felizes os que sabem rir de si mesmos,
porque nunca deixarão de divertir-se.
Felizes os que sabem distinguir uma montanha de uma pedra,
porque evitarão muitos inconvenientes.
Felizes os que sabem descansar e dormir sem buscar pretextos,
porque chegarão a ser sábios.
 
Felizes os que sabem escutar e calar,
porque aprenderão coisas novas.
Felizes os que são suficientemente inteligentes
a ponto de não se levar muito a sério,
porque serão valorizados pelos que os rodeiam.
 
Felizes os que estão atentos às necessidades dos outros
sem sentir-se indispensáveis,
porque serão distribuidores de alegria.
Felizes os que sabem ver com serenidade as pequenas coisas
e com tranquilidade as grandes coisas,
porque chegarão longe na vida.
 
Felizes os que sabem apreciar um sorriso
e esquecer um desprezo,
porque seu caminho será repleto de sol.
Felizes os que pensam antes de agir
e rezam antes de pensar,
porque não se agitarão diante dos imprevistos.
 
Felizes vocês que sabem calar e sorrir
quando lhes é tirada a palavra,
quando os contradizem ou pisam seus pés,
porque o Evangelho começa a penetrar em seu coração.
 
Felizes vocês se são capazes de interpretar
sempre com benevolência as atitudes dos outros,
mesmo quando as aparências são contrárias.
Parecerão inseguros, mas este é o preço da caridade.
 
Felizes sobretudo vocês que sabem
reconhecer o Senhor em tudo o que veem,
pois já encontraram a paz e a verdadeira sabedoria.

Fonte: Aleteia 
1 Comentário


Apple e o monge trapista

O monge que influenciou o design da Apple

Por causa de um monge trapista, os computadores da Apple têm a aparência que os deixou famosos

Padre e calígrafo”: era o que se lia no cartão de Robert Palladino, em um impecável estilo itálico renascentista. Falecido no em fevereiro de 2017, aos 83 anos, Palladino era um renomado mestre calígrafo. Por anos, bebês batizados por ele recebiam certidões produzidas a mão. No estado americano do Oregon, onde viveu, as licenças médicas expedidas pelo governo levaram a sua caligrafia por gerações.

Como monge trapista, Palladino aprendeu a sua arte no silêncio, refinando-a através de anos de estudo. Deixando a ordem, passou a dar aulas. Uma autoridade em história, estrutura e estética da escrita da antiguidade até o presente, ele lecionou caligrafia no Reed College, em Portland, de 1969 até a sua aposentadoria, em 1984. Foi ali que a sua vida cruzou com a de um jovem que em seguida deixaria a faculdade, chamado Steve Jobs.

Um personagem baseado no padre Palladino, interpretado pelo jovem ator William Mapother, aparece em Jobs, o filme de 2013 estrelado por Ashton Kutcher. Aos jornalistas que perguntaram a Palladino se ele veria o filme, ele respondeu, como era característico, que viu poucos filmes.

Jobs estudou ali em 1972, antes de largar a faculdade por razões econômicas, mas circulou pelo campus ainda por mais de um ano. Durante esse período, ele participou como ouvinte das aulas de Palladino. Depois de fundar a Apple, em 1976, Jobs creditou diversas vezes as fontes elegantes usadas em seus produtos – e o seu grande interesse pelo design dos computadores como objetos físicos – ao que aprendeu nessas aulas.

“Eu aprendi sobre fontes com e sem serifa, sobre a variação do espaçamento entre diferentes combinações de letras, sobre o que faz uma ótima tipografia ser ótima”, disse Jobs em 2005, em um discurso em Stanford. “Era belo, histórico, artisticamente sutil de uma maneira que a ciência não consegue capturar, e eu achei fascinante”.

“Dez anos depois, quando estávamos pensando no design do primeiro computador Macintosh, tudo aquilo voltou em mim. E fizemos o design a partir disso”, contou Jobs. “Foi o primeiro computador com uma tipografia bela. Se eu não tivesse participado daquela matéria na faculdade, o Mac nunca teria múltiplos tipos ou fontes com espaçamento proporcional. E como o Windows somente copiou o Mac, é provável que nenhum computador pessoal seria assim”.

Perfil

Não importa se estivesse escrevendo em alfabeto fenício, hebraico, grego ou latino – em sua variedade de formas, desde as elegantes letras maiúsculas de monumentos romanos até a curvilínea escrita uncial de escribas medievais – cada traço da pena do padre Palladino levava em si deliberação meditativa, fidelidade histórica e nem um só desperdício de movimento.

Robert Joseph Palladino nasceu em Albuquerque, no Novo México. Em 1950, aos 17 anos, ele entrou em um mosteiro trapista na cidade de Pecos. Foi ali que começou a ser treinado na caligrafia.

Em 1955, depois de anos de tentativas em cultivar o solo nada promissor do Novo México, o mosteiro se mudou para Willamette Valley, no Oregon. Ali, Palladino serviu como maestro do coro do mosteiro, dirigiu a sua oficina de encadernação e se tornou o seu principal escriba – além de cuidar do pomar.

“Em um mosteiro de silêncio, sinais escritos vêm a calhar”, disse ele ao The Catholic Sentinel, em 2011.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Palladino na época em que foi monge trapista. Foto: Arquivo pessoal.

Ele foi ordenado padre em 1958. Mas ficou incomodado com algumas repercussões do Concílio Vaticano II na vida monástica e deixou o mosteiro e a vida sacerdotal em 1968.

Estabelecendo-se em Portland, ele passou a trabalhar no Reed College em 1969. No mesmo ano, viajou a Davenport, em Iowa, para aprofundar o estudo de caligrafia, entalhe e história da arte no St. Ambrose College, onde teve por professor o padre Edward Catich, um eminente calígrafo e paleógrafo.

Dispensado dos deveres sacerdotais pelo papa Paulo VI, Palladino casou-se com a clarinetista Catherine Halverson, também em 1969. Eles tiveram um filho, Eric. Catherine morreu em 1987. Em 1995, Palladino foi readmitido ao sacerdócio e trabalhou em paróquias do Oregon. Ele também deu aulas de caligrafia na universidade estadual de Portland, no Pacific Northwest College of Art e em outros lugares.

Embora esteja demonstrada a influência do padre Paladino em Steve Jobs, o contrário não pode ser dito. Até o fim de sua vida, Palladino nunca usou um computador. “Eu tenho minha mão”, ele dizia, “e tenho minha pena. É isso.”

****

Fonte: aleteia
Comente aqui


Hino da JMJ 2019

Já ouviu o hino oficial da Jornada Mundial da Juventude 2019?

© World Youth Day

Letra convida os jovens a seguir o exemplo de Maria

As autoridades religiosas do Panamá apresentaram o hino oficial da Jornada Mundial da Juventude 2019. O nome da música é “Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo vossa palavra”, composta por Abdiel Jiménez, um catequista e salmista da Paróquia de Cristo Ressuscitado, em San Miguelito, Panamá.

O hino escolhido foi analisado pelo Dicastério Vaticano para os Leigos, a Família e a Vida juntamente com outras 50 propostas. A letra, em espanhol, convida os jovens a seguir o exemplo de Maria e é uma preparação para a JMJ, que acontece em janeiro de 2019.

Fonte: aleteia
Comente aqui


Tua Palavra é vida, Jesus.

EVANGELHO: Mt 13,1-23

15º DOMINGO TEMPO COMUM -ANO A

1Naquele dia, Jesus saiu de casa e foi sentar-se às margens do mar da Galileia.

2Uma grande multidão reuniu-se em volta dele. Por isso, Jesus entrou numa barca e sentou-se, enquanto a multidão ficava de pé, na praia.

3E disse-lhes muitas coisas em parábolas: “O semeador saiu para semear. 4Enquanto semeava, algumas sementes caíram à beira do caminho, e os pássaros vieram e as comeram. Imagem relacionada

5Outras sementes caíram em terreno pedregoso, onde não havia muita terra. As sementes logo brotaram, porque a terra não era profunda. 6Mas, quando o sol apareceu, as plantas ficaram queimadas e secaram, porque não tinham raiz.

7Outras sementes caíram no meio dos espinhos. Os espinhos cresceram e sufocaram as plantas.

8Outras sementes, porém, caíram em terra boa, e produziram à base de cem, de sessenta e de trinta frutos por semente. 9Quem tem ouvidos, ouça!”

10Os discípulos aproximaram-se e disseram a Jesus: “Por que falas ao povo em parábolas?”

11Jesus respondeu: “Porque a vós foi dado o conhecimento dos mistérios do Reino dos Céus, mas a eles não é dado. 12Pois à pessoa que tem será dado ainda mais, e terá em abundância; mas à pessoa que não tem será tirado até o pouco que tem.

13É por isso que eu lhes falo em parábolas: porque olhando, eles não veem, e ouvindo, eles não escutam nem compreendem. 14Desse modo se cumpre neles a profecia de Isaías: ‘Havereis de ouvir, sem nada entender. Havereis de olhar, sem nada ver. 15Porque o coração deste povo se tornou insensível. Eles ouviram com má vontade e fecharam seus olhos, para não ver com os olhos, nem ouvir com os ouvidos, nem compreender com o coração, de modo que se convertam e eu os cure’.

16Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não viram, desejaram ouvir o que ouvis, e não ouviram.

18Ouvi, portanto, a parábola do semeador: 19Todo aquele que ouve a palavra do Reino e não a compreende, vem o Maligno e rouba o que foi semeado em seu coração. Este é o que foi semeado à beira do caminho.

20A semente que caiu em terreno pedregoso é aquele que ouve a palavra e logo a recebe com alegria; 21mas ele não tem raiz em si mesmo, é de momento; quando chega o sofrimento ou a perseguição, por causa da palavra, ele desiste logo.

22A semente que caiu no meio dos espinhos é aquele que ouve a palavra, mas as preocupações do mundo e a ilusão da riqueza sufocam a palavra, e ele não dá fruto.

23A semente que caiu em terra boa é aquele que ouve a palavra e a compreende. Esse produz fruto. Um dá cem, outro sessenta e outro trinta”.

ORAÇÃO PARA O 15º DOMINGO COMUM

Meu amado Jesus, minha vida tem sido Te amar, Adorar e Servir. Sim, Te amo e sempre Te amarei, meu Senhor.  Tu és Meu Deus, Salvador e Redentor. Louvarei Teu Santo Nome para Sempre, Jesus. Es, Jesus, o Verbo do Pai, a Palavra de Deus, feito carne, que habitou e habita em nossos corações, em nossa vida, e história. Aleluia.  

A Fé que tenho em Ti, Jesus, alimenta minha alma e minha vida. Foi pela Tua Palavra que me amaste e me atraíste à  Tua presença. Fui conquistado pela Tua infinita misericórdia, quando era pecador, estava longe da Tua vida.Hoje, meu Jesus, posso dizer que Tua Palavra me salvou, me deu nova e me encheu de  esperança e alegria. 

Venho agora agradecer a todas as pessoas que me falaram da Tua Palavra, Jesus. Meus pais, que deram as primícias da Fé, mesmo na dificuldade de ler a Bíblia, a tinham e a tem no coração, na vida, na prática. Obrigado, Senhor, pelos ensinamentos que recebi deles, que moldaram minha base para a fé. Também, Jesus, sou grato aos meus catequistas, que me mostraram a beleza da Bíblia, me ensinaram a zerar com a Tua Palavra. Os  meus professores de teologia, que me ajudaram a fazer da Bíblia, da Palavra a razão central da minha vida. Meu Senhor, peço também que sempre me envie quem possa ainda hoje semear em meu coração Tua Palavra, sempre com novo ardor, zelo, beleza e entusiasmo. Ajude-me, Senhor a Ter sede e fome da Tua Palavra.

Na minha caminhada fé, de crescimento na Vida com Palavra de Deus, oh Jesus, preciso cada vez mais do Espírito Santo. Derrame sobre uma nova unção, para me aproximar sempre com mais amor da Tua Palavra, para que nada de perca do já foi semeado em meu coração, na minha vida. Vem Espírito Santo transformar tudo que já recebi de Deus, da Palavra, em vida, em amor, em testemunho da Fé em Cristo. Dá-me a graça de uma fé sempre mais bíblica, sadia, coerente com Vontade de Deus. Ajude-me com Tua Luz, a cada vez mais penetrar na riqueza infinita da Palavra de Deus, para orientar minha vida e realizar em mim as conversões que ainda preciso fazer. Faze-, oh Espírito Santo, que Palavra de Deus vivida, experimentada por mim, me leve a glória da Salvação, ao Céu. Que eu jamais desista de Te Buscar, amar a Palavra, apesar dos momentos de cansaço, tribulações, secura da alma. Vem me aquecer Espírito Santo, me curar das feridas que me impedem de viver conforme a Palavra de Deus.

Oh Virgem Maria, me ajude a ser sempre fiel a Palavra que recebi do Senhor, com tu sempre foste. Cuida do meu coração, para que possa se tornar terreno fértil para palavra de Deus. Afaste de mim as distrações deste mundo, que querem ofuscar a força e beleza da Palavra de Deus. Que tudo, oh mãe, que eu ouvir, ler e meditar reforce ainda mais meu amor pela Palavra, pela Bíblia. Dá-me também, por tua inspiração, oh virgem, encontrar tempo para estar com Palavra, quero cada vez mais ir a Missa e participar da liturgia da Palavra com atenção, com coração e mentes abertos para tudo que o Senhor Jesus  nos fala. Maria, minha mãe, peço que rogues por mim, para que eu cada vez mais descubra as promessas de vida, graça e benção que Deus tem para mim, minha vida e minha  fé, que estão contidas todas no Livro Santo, na Palavra. Amém. Amém. Ave-maria.

Comente aqui


Hábitos para melhorar sua Vida de oração

De manhã, à tarde e à noite: 11 hábitos para cultivar a vida de oração

©Racorn/Shutterstock

Ficar em união com Deus o dia todo é bem mais simples e espontâneo do que costumamos imaginar…

DE MANHÃ

1 – Levante cedo

Além de dar muito mais disposição física, acordar cedo é uma forma de garantir 5 a 30 minutos de oração silenciosa logo pela manhã, o que também dá muito mais disposição espiritual para o dia. Programe o despertador à noite e, quando ele soar, levante-se imediatamente, sem se enrolar na tentação natural de “mais um minutinho“. Faça desta a sua primeira oração do dia: a oferta espiritual a Deus do sacrifício de sacudir o sono! Experimente durante um mês: é um prazo normalmente suficiente para criar um hábito!

2 – Faça a Deus o oferecimento da manhã

Ao levantar-se da cama, ajoelhe-se, faça o Sinal da Cruz e ofereça o seu dia a Deus. Leva só alguns segundos, mas faz grande diferença ao longo do dia inteiro. Faça a oração de sua preferência: pode ser espontânea, pode ser um modelo de oração da tradição da Igreja. Logo abaixo, ao final deste artigo, sugerimos outro texto com mais dicas para este ato de oferecer o dia a Deus.

3 – Faça a sua oração mental matutina

Muitas pessoas preferem tomar seu banho e vestir-se antes de se dedicarem à oração mental, para fazê-la com mais concentração e melhor proveito. Você pode fazê-la em casa ou passar numa igreja quando estiver a caminho do trabalho – se possível, pelo menos algumas vezes por mês, procure fazê-la numa igreja em que se tenha adoração eucarística.

Não há uma duração determinada: podem ser 5 minutos, pode ser meia hora. Faça uma oração silenciosa e pessoal, conversando com Deus. Fale com Ele das suas necessidades e sonhos, mas também agradeça, reconheça os dons que Ele nos concede nas coisas simples de cada dia, interceda por quem precisa, peça perdão pelos seus egoísmos, erros, pecados… Louve-O, adore-O, contemple a Sua grandiosidade, os Seus mistérios, a Sua misericórdia, a Sua capacidade de nos dizer algo inclusive através dos grandes desafios que Ele nos permite enfrentar. Medite sobre alguma passagem das Sagradas Escrituras ou sobre os escritos espirituais de algum santo. Graças a Deus, opções não faltam!

 

AO LONGO DO DIA

4 – Converse com Deus e com Maria ao longo das suas tarefas

Ele está com você o tempo todo: é só questão de se lembrar disso! Muitas vezes, basta um olhar, um breve pensamento… Nem sempre é necessário usar palavras para se comunicar com Quem se ama.

Converse também com Maria, como um filho cheio de confiança e carinho! É claro que o ideal é dedicar ao terço um tempo de qualidade e recolhimento, mas, se isto não for possível todos os dias, saiba que ele pode ser rezado ao longo das atividades do cotidiano. Confira as ótimas sugestões deste artigo: 10 conselhos surpreendentes para rezar o rosário conversando com Maria no dia-a-dia!

5 – Recite alguma oração aprendida de memória

O tesouro da Igreja é repleto de belíssimas orações compostas por grandes santos, inclusive algumas em forma de poesia. Elas são excelentes recursos para nos inspirar, elevar e unir a Deus, além de poderem ajudar também na oração mental do dia seguinte. Entre os muitos possíveis exemplos, as poesias de São João da Cruz ou Santa Teresa de Jesus, ou o último parágrafo da célebre “Tarde te amei“, de Santo Agostinho.

6 – Ofereça a Deus os seus trabalhos, estudos, sofrimentos, inquietações, alegrias…

Tudo pode ser transformado em oração! A inspiradora súmula de vida dos monges beneditinos nos convida: “Ora et labora” – “Ora e trabalha“, inclusive transformando o trabalho (e o estudo) em prece mediante a sua oferta a Deus com as mais puras intenções.

Também a cruz é oração: grandes ou pequenos, não deixe passar em branco os seus sofrimentos e sacrifícios. Una-os ao Sacrifício Redentor de Jesus com amor e consciência. Isto é oração transformada em vida!

Coloque nas mãos de Deus também as suas preocupações, inquietações, desassossegos… Santo Agostinho nos lembra, numa das frases mais famosas de toda a história do cristianismo: “Fizeste-nos, Senhor, para Ti, e inquieto está o nosso coração até que repouse em Ti”. É junto dele que recobramos a serenidade, a paz, a quietude.

Se a dor pode ser oferecida a Deus, o mesmo vale para as alegrias: afinal, Deus é a Fonte de todo Bem e, portanto, de todas as legítimas alegrias da nossa vida.

7 – Recolha-se em momentos de silêncio

Experimente desligar a música, a TV, o rádio, os tantos ruídos de todos os dias. Sinta o silêncio! Pode ser difícil no início, mas aprender a desfrutar do silêncio é libertador e revelador. Se queremos ouvir a Deus, primeiro temos que silenciar as coisas. Ele não costuma falar alto…

 

À NOITE

8 – Agradeça em família pelo dia que Deus lhes concedeu

Todos os dias contêm inúmeras graças de Deus, inclusive aqueles dias que parecem ter sido puro sofrimento e vazio. Deus nos fala mediante uma amplíssima variedade de acontecimentos, pessoas, experiências – e todo esse aprendizado, para ser assimilado e dar frutos, requer momentos de reflexão compartilhados com as pessoas a quem mais amamos. Conversar em família, perante Deus, sobre as lições e inspirações do dia que passou é uma forma de oração e também de consolidar a própria relação familiar. Agradeçam juntos a Deus por essa oportunidade!

9 – Faça o seu exame de consciência

Toda noite, antes de se deitar, coloque-se na presença de Deus e examine a sua consciência com calma, serenidade, confiança, humildade, honestidade. Não esconda as coisas de si mesmo. Repasse na sua mente os Dez Mandamentos, os sete pecados capitais… O que pode melhorar? Faça um ato de contrição. Se algum pecado foi grave, faça o propósito de se confessar. Abrace a Deus com confiança, pedindo desculpas e pedindo a Sua graça – não como um servo que tem medo, mas como um filho que tem gratidão e confiança na misericórdia, na compreensão e na ajuda do Pai!

10 – Deite-se toda noite num horário estável

Acostume-se a definir um horário fixo para dormir, pensando em estar bem descansado na manhã seguinte (e em acordar cedo). Hábitos estáveis são ótimos para a saúde da alma e também do corpo!

11 – Reze a Ave-Maria quando estiver deitado na cama

Nossa Mãe nunca vai deixar de ouvir a prece de um filho! E a Ave-Maria é muito mais maravilhosa do que costumamos perceber: conheça aqui o poder da Ave-Maria!

Fonte: aleteia
Comente aqui


Bosque do Papa

Conheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao Brasil

Conheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao BrasilConheça o bosque que eternizou a primeira visita de João Paulo II ao Brasil (Foto:Divulgação)

Um lugar abençoado, onde natureza e tradição se integram num cenário de beleza e harmonia.

Pelos caminhos internos do bosque, encontram-se 7 casas típicas polonesas em forma de aldeia, construídas no início da colonização polonesa na região de Curitiba por volta de 1878, e remontadas no bosque.

As casas, feitas de troncos de pinheiro encaixados, abrigam a história e a cultura dos imigrantes. Na primeira casa, a mesma visitada pelo Papa, foi instalada a capela em homenagem à Virgem Negra de Czestchowa, padroeira da Polônia.

Nas demais, pode-se conhecer os móveis e utensílios da época da primeira imigração, 1871, como a pipa de azedar repolho e ver de perto o Museu agrícola onde se destacam a carroça, o abanador de cereais, o amolador de pedra e outras ferramentas da época.

Na trilha em meio ao bosque, encontra-se uma escultura do Papa João Paulo II.

O artesanato, à venda no local, permite a aquisição das famosas Pêssankas, ovos pintados à mão em filigranas para saudar a Páscoa.

Nas festas da colônia polonesa, muita música e folclore dos descendentes que, vestidos nos floridos trajes típicos do país, se apresentam nas comemorações da Swiconka – Benção dos Alimentos na época da Páscoa.

Em julho, ocorre a homenagem à visita do Papa, em agosto a festa da padroeira Czestochowa, as comemorações do pontificado de João Paulo II em outubro e o dia de São Nicolau que dá início às festas de Natal.

Nestas essas ocasiões pode-se experimentar os deliciosos pirogues (pasteizinhos com recheio de requeijão) e os saborosos doces e bolos da culinária polonesa.

O “Bosque do Papa”, assim conhecido pelos curitibanos, proporciona uma viagem ao coração e à história de um povo, um obrigado e uma homenagem da cidade ao imigrante polonês.

Horário de funcionamento:

O Bosque é aberto todos os dias das 08 às 18 horas, porém o Memorial da Imigração Polonesa fecha nas segundas-feiras para conservação e limpeza.

Fonte: Aleteia
Comente aqui


Ser bonzinho…

O preço de ser “bonzinho”

Por Tharakorn

Você não consegue dizer “não” às pessoas e vive engolindo sapo? Então leia isso

Muita gente confunde bondade com incapacidade de dizer “não”, de colocar limites, de dizer o que gosta e o que não gosta, de satisfazer as próprias necessidades.

Aprender a dizer “não” não é sair chutando a porta por aí. É estar pronto para amadurecer com confiança, certo de que não deixará de ser amado só porque decidiu levar seus desejos e opiniões em consideração.

Não se trata de dizer que “não somos obrigados a nada”, e sim de entender que é importante aprender a se posicionar diante da vida, das exigências do dia a dia, das pessoas e do que cada situação exige.

A vida exige rupturas. Exige que abandonemos nossos ninhos no alto das árvores e ganhemos o céu. Mesmo que o preço seja cair e nos ferir algumas vezes, a recompensa de nos tornarmos quem realmente somos faz valer a pena.

Esqueceram de nos contar que podíamos recusar aquele convite, que não era pecado dizer “não” àquilo que não estávamos dispostos a fazer, que não devíamos nos sentir culpados quando impúnhamos limites ou sentíamos necessidade de nos agradar em primeiro lugar.

Esqueceram de nos contar que ser “bonzinho” é diferente de ser bom. Que quando me desagrado para agradar aos outros estou descumprindo a lei do amor que diz: “Ame a teu próximo como a ti mesmo”.

Ser bom é ter empatia, é se compadecer da dor do outro e estar a postos para ajudar, é ter compaixão, tolerância e respeito pelos que nos cercam. Já ser “bonzinho” é satisfazer as expectativas dos outros, o que nem sempre satisfaz as nossas próprias expectativas. É carregar um fardo nas costas, já que é exaustivo corresponder fielmente ao que é esperado por todos, mas nem sempre está de acordo com o que intimamente queremos.

O preço de ser bonzinho é a fragilidade. Pois enquanto preferirmos corresponder às expectativas externas em detrimento de nosso próprio bem estar, estaremos frágeis, susceptíveis ao julgamento externo, vulneráveis ao que pensam ou deixam de pensar a nosso respeito. Quem deixa de ser “bonzinho” se fortalece. Descobre que tem valor mesmo quando recusa um favor ou prefere pintar o cabelo de azul.

A vida ensina sussurrando. Enquanto não aprendermos a ser autênticos no querer ou não querer, no permitir ou não permitir, no autorizar ou não autorizar, iremos sofrer as consequências de não sermos gentis com nosso próprio espírito. Não se trata de ser egoísta, e sim de se respeitar em primeiro lugar. Só assim estaremos prontos para ajudar. Só assim estaremos aptos a amar…

 

Fonte: aleteia
Comente aqui


Voce teve infância

A importância de guardar memórias e documentos da infância

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias

Você já deve ter se deparado com alguma gaveta ou caixa dentro de casa que reúne relíquias das mais inusitadas: broches antigos de uma bisavó, fotos do casamento dos seus pais, desenhos e atividades que fazia quando era pequeno na escola, objetos e pertences estimados etc.

Para além das lembranças gostosas trazidas por tais materiais, vale aprofundar o nosso olhar em direção a esses elementos, entendendo por que pode ser extremamente rico mantê-los ao longo do tempo.

Cada um sente a passagem dos dias, meses e anos de uma maneira muito particular. O relógio, o calendário e a rotina nos ajudam a organizar de modo bastante objetivo esse curso de eventos que percorrem a nossa existência.

Existem, porém, registros ainda mais significativos que nos estruturam internamente dentro dessa ordem cronológica, trazendo o afeto e a memória como elementos que nos conectam a essas épocas.

É quase como se pudéssemos viajar pela história revivendo momentos registrados por fotografias, reconhecendo antigas amizades, coisas que gostávamos de fazer, o que vestíamos, com quem éramos parecidos, como nos divertíamos…

Essas imagens podem vir acompanhadas de relatos individuais ou compartilhados, dividindo tais lembranças com pessoas que estiveram presentes em determinados momentos desse percurso.

Todo esse conjunto de ingredientes vai configurando narrativas que produzem leituras e entendimentos da história de cada um, de modo que se possa conhecer e valorizar as trajetórias que atravessam esse mundo.

Questões como quem somos, de onde viemos, quem foram as pessoas que fizeram parte do nosso crescimento são tocadas no encontro com esses registros, que nos ajudam a construir uma identidade, reunindo informação, experiência, fantasia e elaboração do “eu” a ser investigado.

Assim como muitos adultos se dedicaram a preservar a nossa biografia, ajudar nossas crianças a conservarem objetos, pertences, fotografias e memórias é um movimento preciso que irá contribuir de maneira bastante potente para que, de tempos em tempos, elas possam acompanhar o seu desenvolvimento, manuseando esses registros de acordo com o que são capazes de assimilar em cada um desses retornos a eles.

Algo novo sempre será criado, trazendo percepções reveladoras de sentidos para suas próprias histórias e que irão sustentar e tecer fios que vão de encontro com essa busca constante em direção ao que são e podem ser.

E isso pode ser feito de vários modos: colecionando objetos e imagens numa caixa, numa gaveta ou num álbum; organizando diários de férias ou de viagens especiais, que podem contar com registros como desenhos e legendas, pequenos objetos colados (o selo de um suco tomado numa ocasião especial, um ticket de cinema ou teatro, uma folha coletada num passeio a um parque etc.) fotografias, e por aí vai.

As mais distintas possibilidades existem para ajudar também as crianças a constituir um percurso de memórias que são uma delícia de serem resgatadas!

Fonte: Toda Criança Pode Aprender
Comente aqui