Casamento



Fases do amor conjugal

O amor tem 5 fases, mas a maioria dos casais para na 3ª. Por quê?

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Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro

Depois de 40 anos como conselheiro de casamento e família, o psicoterapeuta Jed Diamond afirma ter descoberto o que torna um relacionamento real e duradouro.

O segredo está em vencer as “5 Fases do Amor”:
  1. Se apaixonar
  2. Se tornar um casal
  3. Desilusão
  4. Criação de amor real e duradouro
  5. Uso do poder dos dois para mudar o mundo

Jed Diamond observa que muitos casamentos se despedaçam e a maioria das pessoas não sabe o por quê.

“Eles acreditam equivocadamente que escolheram o parceiro errado. Depois de passar pelo processo de luto, começam a procurar novamente.”

Quando na verdade, considera que os casais estão “procurando o amor em todos os lugares errados”.

“Eles não entendem que a Fase 3 não é o fim, mas o verdadeiro começo para alcançar um amor real e duradouro.”

Confira:

FASE #1: SE APAIXONAR

Esse estágio é maravilhoso, diz o o psicoterapeuta, porque estamos inundados de hormônios como a dopamina, oxitocina, serotonina, testosterona e estrogênio.

Esse é também o momento em que projetamos todas as nossas esperanças e sonhos na outra pessoa.

Acreditamos que todas as promessas que nossos relacionamentos anteriores não conseguiram cumprir, finalmente serão satisfeitas.

Temos certeza de que permaneceremos apaixonados para sempre”, diz ele.

A pessoa parece perfeita e tudo parece tão verdadeiro e certo, palavras, ações e os sonhos.

FASE #2: SE TORNAR UM CASAL

Então segue-se para o passo seguinte, em que o amor se aprofunda e se desenvolve e os dois se juntam como um casal.

Passam a viver juntos, é um momento de união e alegria.

“Aprendemos o que a outra pessoa gosta e expandimos nossas vidas individuais para começar a desenvolver uma vida de ‘nós dois’”.

Nós nos sentimos mais ligados com a pessoa amada, seguros e protegidos. Muitas vezes pensamos que este é o nível máximo do amor e esperamos que continue assim para sempre. Mas a Fase 3 chega.

FASE #3: DESILUSÃO

O estágio que pode definir o fim ou o fortalecimento de um relacionamento.

Período em que pequenas coisas começam a nos incomodar. Nós nos sentimos menos amados e cuidados. Às vezes até nos sentimos presos, ficamos mais irritáveis e irritados ou feridos.

“Nós podemos ficar ocupados com o trabalho ou com a família, mas as insatisfações se acumulam.”

Momento de questionar os sentimentos e enfraquecimento da relação: para onde foi a pessoa ou o amor que uma vez tivemos?

Até surge o pensamento de deixar uma das partes de “nós dois”. Nessa hora você desiste ou persiste?

Há um velho ditado: ‘Quando você estiver atravessando o inferno, não pare.’ Isso parece ser verdade nesta fase da vida. O lado positivo da Fase 3 é que o calor [desse inferno] queima muitas das nossas ilusões sobre nós mesmos e nosso parceiro. Temos a oportunidade de nos tornar mais amorosos e apreciar a pessoa com quem estamos, e não as projeções que colocamos sobre eles como nosso ‘companheiro ideal.’”

FASE #4: CRIAÇÃO DE AMOR REAL E DURADOURO

“Um dos presentes de enfrentar a infelicidade na Fase 3 é que podemos chegar ao âmago do que causa a dor e o conflito.”

Depois de ultrapassar esse momento de provação, os dois aprendem a ser aliados se ajudando a entender e curar suas feridas.

Sem desilusões, o outro não é alguém que você sempre sonhou, mas alguém que é capaz de amar você por ser exatamente quem é.

“Não há nada mais satisfatório do que estar com um parceiro que vê você e te ama por quem você é. Eles entendem que seu comportamento prejudicial não é porque você é mau ou sem amor, mas porque você foi ferido no passado e o passado ainda vive com você. À medida que melhor entendemos e aceitamos nosso parceiro, podemos aprender a amar a nós mesmos cada vez mais profundamente.”

FASE #5: USO DO PODER DOS DOIS PARA MUDAR O MUNDO

Esse é o estágio em que as diferenças e dúvidas foram superadas, a confiança e companheirismo estão tão fortalecidos que os dois conseguem causar diferenças no mundo a partir de seu amor real e duradouro.

“Se pudermos aprender a superar nossas diferenças e encontrar um amor real e duradouro em nossos relacionamentos, quem sabe poderemos trabalhar juntos para encontrar um amor real e duradouro no mundo.”

É uma oportunidade para juntos usar o “poder de dois” para direcionar a um propósito de vida em comum.

Com todos os estágios superados, vocês sabem que chegaram a uma cumplicidade construída com uma base sólida.

Você concorda com o psicoterapeuta? Compartilhe com os seus amigos!

 

(via Awebic)

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Para quem quer se casar

5 conselhos para escolher com quem se casar

O mínimo a levar em consideração antes de decidir quem será a pessoa a passar o resto da vida com você

5 conselhos para escolher com quem se casar

Avanguard Photography CC

Uma das mais importantes decisões da vida é escolher a pessoa certa com quem compartilhar a vida. O portal Por tu matrimonio, site norte-americano dedicado ao público latino, listou algumas dicas para quem está pensando em se casar. Confira:

1. Não tenha pressa

Evite que a pressão de amigos ou parentes o faça tomar uma decisão equivocada. Para encontrar a pessoa certa com quem compartilhar a vida é necessário ter calma e tempo. Não se chateie com comentários maldosos e mantenha uma atitude positiva.

2. As aparências enganam

É natural que nos sintamos atraídos por pessoas bonitas, mas a beleza é pouco para manter um casamento. O que realmente permite que as pessoas compartilhem suas vidas são os valores em comum, sua capacidade de amar, sua inteligência.

3. Afinidades

O diálogo com o outro é uma importante forma de perceber se existe afinidade entre o casal. Quando gostos, valores e forma de ver a vida são parecidos, é grande a chance dos dois se darem bem num casamento.

4. Não exagere na expectativa

Não deposite as expectativas de sua própria felicidade em outra pessoa. Ser feliz é um estado que depende muito mais de nós mesmos e de nossa disposição em buscarmos a felicidade. Seu cônjuge pode fazer parte dela e compartilhá-la com você, mas nunca será a fonte desse sentimento.

5. Não existe príncipe encantado (e nem princesa)

Ninguém é perfeito. Por isso não seja tão inflexível na hora de avaliar o outro. Mesmo que estejamos sempre nos aperfeiçoando, há alguns hábitos ou traços da personalidade que a pessoa não vai mudar. Se isso não for prejudicial, por amor devemos aceitá-las e respeitá-las.

 

 

(via Sempre Família)
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O que sinto é amor ou não?

Como posso saber se o que sinto é amor verdadeiro?

Uma guia para conhecer as etapas do enamoramento e diferenciar cada tipo de sentimento

Como posso saber se o que sinto é amor verdadeiro?

© Pedro Ribeiro Simões

É muito fácil confundir o amor com os sentimentos de prazer e fascínio que uma pessoa desperta em nós, e terminar, assim, fazendo promessas e entregas de amor quando ainda não estamos preparados para isso.

Felizmente, ciências modernas como a psicologia e a bioquímica já podem ajudar os apaixonados a entenderem melhor seus sentimentos. Com base nos dados destas ciências, podemos dizer, desde já, que amor à primeira vista não existe. Toda relação de casal, por se tratar do encontro entre duas pessoas, passa por diversas etapas, até chegar, algumas vezes, ao amor.

Identificar em que etapa do relacionamento você está o ajudará a saber também que tipo de opção lhes convém mais e como orientar sua relação rumo à conquista do amor verdadeiro.

As etapas do amor

O relacionamento de um casal passa por diversas etapas, que podem ser identificadas como: enamoramento, paixão ou atração; etapa romântica ou do “eu te amo”; e, finalmente, o amor.

O enamoramento

É a etapa cor-de-rosa, na qual duas pessoas se sentem fortemente atraídas e fascinadas uma pela outra. Estas sensações são tão fortes e prazerosas, que muitos casais acham que isso já é amor.

No entanto, a atração que une os apaixonados não é outra coisa a não ser o efeito de substâncias chamadas feromônios, que, além de alterar nossos sentidos e fazer-nos sentir grande atração e paixão diante do mais mínimo contato com a outra pessoa, nos fazem acreditar que não poderíamos ser felizes com mais ninguém.

Ou seja, a atração física é tão forte, que a mente também fica meio congelada e fascinada. Por isso, os apaixonados não enxergam os defeitos dos seus parceiros, e inclusive duvidam que possam tê-los. Tudo parece perfeito.

A esta falta de objetividade se une o fato de que os enamorados, se não mentem sobre eles mesmos, pelo menos escondem seus erros e exageram suas virtudes, pois desejam conquistar o outro a qualquer preço, já que lhe proporciona tão gratas sensações.

Em resumo, o enamoramento é uma fase na qual prevalece o prazer, mas se carece de realismo, pois não sabemos ainda como a outra pessoa realmente é. De fato, durante a paixão, o que amamos do outro não é o que ele é, mas o que sua companhia, seus detalhes, seu toque produzem em nós.

Estas sensações são passageiras, pois o efeito dos feromônios dura, no máximo, 3 anos. Se, durante esse tempo, o casal não se deu a oportunidade de dialogar muito e esforçar-se por conhecer a realidade do outro, ao invés de se dedicar somente a encontros repletos de carinho, mas com pouco conteúdo, o relacionamento tende a acabar.

Se, além disso, o casal tem relações sexuais durante esta etapa, o efeito entorpecedor dos feromônios se duplicará, criando uma sensação fictícia de intimidade. O enamoramento não é a melhor etapa para a entrega que a vida sexual e matrimonial exigem.

Etapa romântica ou do “eu te amo”

Na fase romântica, o casal começa a compartilhar mais e, portanto, a conhecer-se melhor. Ao ir entrando no mundo da outra pessoa, dos seus gostos, ideias, características, habilidades etc., começam a surgir elementos que realmente nos atraem na pessoa, e não somente em seu corpo. Começamos a curtir aquilo que a pessoa é, e não unicamente o que ela causa em nós.

Algumas das características que descobrimos no parceiro são reais. Podemos já ver alguns defeitos, mas também pode haver ainda muita fantasia ou idealização (amar os sonhos que o outro desperta em mim). Por isso, é importante recordar que, nesta fase, estamos apenas começando a conhecer a outra pessoa.

Junto à paixão dos feromônios, na fase romântica surge a ternura, que busca chegar ao profundo da outra pessoa, para fazê-la sentir-se bem.

Contudo, a etapa romântica ainda não é o amor. Ainda não conheço a outra pessoa tão bem como para entregar-lhe as chaves da minha casa ou a senha da minha conta bancária. Se isso é assim, então é sinal de que ainda não estamos prontos para uma entrega total, como a que supõe a sexualidade ou o casamento.

O amor

O amor não é o arrebato cego e apaixonado dos enamorados. Tampouco é a idealização dos românticos. O amor é a união íntima, a confiança profunda e o desejo de buscar em tudo o bem da outra pessoa.

Este sentimento surge quando se conhece o parceiro e se é feliz com o que se sabe dele. Então, nasce um impulso confiado de dar tudo de si e de receber tudo o que o outro é, para formar um “nós”.

Em outras palavras, no amor, a confiança e a generosidade são os elementos chaves e se relacionam mutuamente: porque confiamos, desejamos entregar generosamente toda a nossa vida. Mas não se pode chegar à confiança sem o conhecimento mútuo.

Por isso, podemos dizer que o amor é composto por 4 elementos:

1. Conhecimento

Conhecer-se significa pelo menos que: sei de onde você vem e aonde vai; sei como você reage quando está cansado, com raiva, sob estresse ou contente. Conheço grande parte dos seus defeitos e qualidades. Conheço seus valores, que são os meus também. E sei que você não é perfeito.

2. Aceitação

Admiro o que você é. Gosto da sua aparência física e do seu jeito de ser. Entre todas as pessoas que me atraem, escolhi você. Não espero que você mude para amá-lo. Ainda que você não mude, eu o amo assim mesmo.

3. Confiança

Sei que, em nenhum momento, você quer me prejudicar. Posso lhe confiar minha saúde, meu dinheiro, meu futuro, porque sei que você quer cuidar de mim.

4. Desejo de entrega

Ver você feliz me satisfaz. Conheço suas aspirações e estou disposto a apoiá-las. Ofereço tudo de mim para buscar seu bem, tanto material como sexual e emocional. Estou disposto a usar todas as minhas energias para acompanhá-lo, compreendê-lo e servi-lo, ainda quando isso exija de mim renúncia e sacrifício.

Para quem tem fé, é claro que não há melhor definição de amor que a que Jesus nos deu: “Não há amor maior que dar a vida pelos seus amigos” (cf. João 15, 13). Assim, o amor deixa de ser somente um sentimento e se torna uma ação permanente de autodoação e entrega pelo bem do outro.

Em um casal, nem sempre os dois chegam juntos ou ao mesmo tempo a desenvolver este tipo de amor. Se, depois de um período, um dos dois, ou os dois, não progridem até alcançar este amor de entrega, é porque não estão preparados para um casamento.

O amor precisa ser alimentado permanentemente. Por isso, o fato de duas pessoas se casarem amando-se não significa que sua felicidade está garantida. Cada um precisa se esforçar por cuidar e evoluir na entrega, na confiança, no conhecimento mútuo e na aceitação do outro.

 

Fonte: Aleteia
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Inspirações para rezar, orar pelo seu casamento

9 orações a Deus que farão seu casamento florescer

Se o seu casamento estiver passando por dificuldades, convide Deus para ser parte dele. Isso pode fazer toda a diferença.

O casamento pode ser uma coisa maravilhosa, especialmente quando um marido e uma esposa levam suas promessas a sério e realmente aprendem a amar, honrar e nutrir um ao outro. Mas, mesmo no melhor dos casamentos, haverá momentos em que os casais nem sempre concordam.

1. Orientação de Deus

Deus não apenas vê o cenário todo, mas também conhece o seu coração e o coração de seu cônjuge. Ele sabe o que vocês precisam e o que desejam. Ele conhece suas fraquezas e seus pontos fortes. Ele conhece os seus pensamentos e suas motivações.

Deus tem todo o conhecimento necessário para ajudar o seu casamento. Se você pedir sua orientação Ele pode ajudá-lo a saber que passos tomar para ajudar a fortalecer seu relacionamento com seu cônjuge. Peça orientação de Deus e ouça Seu espírito antes de tomar suas decisões.
2. Mais força

Você não tem que confiar em sua própria força para suportar as dificuldades que podem surgir em um casamento. Deus lhe fortalece e ajuda a realizar qualquer tarefa necessária. Ele pode dar-lhe a coragem para ter uma conversa difícil, a força para cuidar de um cônjuge doente, e a capacidade de superar mágoa. Deus pode lhe dar a força para superar quaisquer conflitos ou dificuldades que se encontram em sua vida.
3. Um coração compreensivo

Muitos conflitos surgem no casamento por causa da falta de compreensão. É difícil nos colocar no lugar dos outros, porque não somos eles. Nós não pensamos da mesma forma que eles e não tivemos as experiências que moldaram suas percepções. Devido a isso, é importante que, quanto estivermos pedindo ajuda a Deus, peçamos a Ele que nos dê um coração compreensivo. Precisamos da capacidade para compreender o nosso cônjuge, para que sejamos mais capazes de nos relacionar com eles.
4. Sabedoria

A sabedoria não é apenas ter conhecimento; é ser capaz de fazer bons julgamentos. Porque somos humanos, estamos constantemente fazendo julgamentos. Às vezes, esses julgamentos são injustos porque eles são baseados em nossas percepções, e não na realidade.

No casamento, é importante reunirmos todos os fatos antes de fazer qualquer julgamento. Isto requer uma comunicação real com seu cônjuge, onde vocês não tenham medo de ser honestos e abertos um com o outro. A comunicação aberta lhe dará o conhecimento, e ao orar por sabedoria, você será capaz de usar esse conhecimento para fazer julgamentos bons e justos.
5. Um espírito de paz

Contenção pode destruir qualquer casamento. Pedir a Deus por um espírito de paz lhe dará a capacidade de enfrentar o conflito sem a contenção. Lhe dará o desejo de corrigir o problema sem querer se vingar ou machucar o seu parceiro.

Quando você enfrenta disputas com um espírito de paz, você ouve melhor. Você também dá ao seu cônjuge a mesma oportunidade.
6. A disposição para ver o bem

Quando você está vivendo com alguém, é fácil começar a ver todas as suas falhas. É difícil, no entanto, ver as boas qualidades de uma pessoa, se você estiver constantemente focando no que há de ruim.

Peça a Deus para ajudá-lo a ver o lado bom em seu cônjuge. As boas qualidades se tornam seu foco e as coisas que incomodam você tendem a ficar cada vez menores. Assim como a lente de uma câmera, aquilo no qual você está focado se torna a sua realidade.
7. Uma atitude de gratidão

Demonstrar gratidão por seu cônjuge é uma das melhores coisas que você pode fazer por ele.

Todo mundo gosta de se sentir importante para alguém e conforme você demonstra sua gratidão por seu cônjuge, você mostra exatamente o que ele significa para você. Peça a Deus para ajudá-lo a mostrar gratidão, não só pelo que ele é, mas por aquilo que ele faz por você. Não só irá fortalecer seu relacionamento, mas você vai viver uma vida mais feliz.

Em todo casamento, haverá momentos em que seu cônjuge irá fazer algo que você precisará perdoar.

Também haverá momentos em que você irá precisar do mesmo perdão dele. A verdade é que, se você quiser que o seu cônjuge perdoe seus pontos fracos, é importante que você esteja disposto a perdoar os dele. Perdoar nem sempre é fácil, mas se você pedir ajuda a Deus, você terá a capacidade de perdoar e ser perdoado.
9. A capacidade de amar

O amor conserva o seu casamento. Quando tudo ao seu redor parece estar dando errado, é o amor que você compartilha com seu cônjuge que irá ajudar a ambos manter a calma. Vocês podem superar qualquer obstáculo juntos, desde que haja amor entre vocês. Quando seu casamento começa a ter dificuldades, peça a Deus, acima de tudo, para ajudá-lo a amar seu cônjuge.

Se você sentir que o amor se foi, peça a Deus para ajudar a recuperá-lo. O amor não apenas ajuda o mundo a funcionar; o amor é o coração do casamento.

Deus está pronto e disposto a ajudar o seu casamento. Com a sua ajuda, você pode não apenas fortalecer seu casamento, mas você pode também mudar a sua vida, e Ele está apenas a uma oração de distância.

Fonte: Familia.com
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Perguntas para antes do casamento

Namorados: 10 perguntas que vocês precisam se fazer antes de casar!

Há conversas que não podem ser deixadas para depois

Namorados: 10 perguntas que vocês precisam se fazer antes de casar!

Quando o Papa Francisco disse que uma grande parte dos casamentos sacramentais é nula, não foram poucos os católicos que admitiram já andar refletindo sobre essa mesma hipótese há muito tempo!

Trabalhando em aconselhamento familiar, entrevistando casais em crise e avaliando como e por que eles se casaram, é frequente perceber que, muitas vezes, marido e mulher consideraram o sacramento como uma simples bênção, mais como um costume social do que como uma realidade sobrenatural.

Diante da enorme quantidade de casamentos em crise, é o caso de nos perguntarmos se todos esses casais estão realmente “casados como Deus manda”. A resposta para a crise pode estar nisso mesmo, na falta de um entendimento real dos efeitos do sacramento para os cônjuges e para os filhos.

Além do desconhecimento do que é o matrimônio, outro problema generalizado que aparece entre as bases da crise matrimonial é o desconhecimento mútuo entre os cônjuges. Eles se casam porque estão apaixonados, e, quando a paixão se esvai, querem se “descasar”. Não sabem, simplesmente, o que fazer com essa relação que se tornou “estranha”.

Por tudo isso, juntamente com um denso reforço da catequese matrimonial prévia E posterior ao casamento, os esposo precisam de diálogo para prevenir e minimizar o risco dessas crises.

Nesses diálogos, há perguntas que precisam ser feitas com clareza antes do casamento – do contrário, o matrimônio poderia até ser nulo! Aqui vão 10 delas:

1. Compreendemos realmente o dom e o mistério do sacramento do matrimônio?

O matrimônio é um sacramento, ou seja, um sinal sensível e eficaz da graça. E qual é a graça própria do sacramento? O aperfeiçoamento dos cônjuges! Isso não quer dizer que o “foco” de um cônjuge seja aperfeiçoar o outro: quer dizer que cada cônjuge conta com a ajuda de uma graça especial de Deus, que é a graça própria do sacramento do matrimônio, para aperfeiçoar a si próprio em relação ao cônjuge. Todos querem se casar com seu par perfeito, mas muito poucos estão dispostos a se transformar no par perfeito para o seu cônjuge. Pois bem: é precisamente nisto que a graça sacramental ajuda!

2. Estamos realmente comprometidos?

O namoro é o tempo privilegiado de preparação próxima para o matrimônio. E essa preparação é para ser fiéis, amar e respeitar na saúde e na doença, na prosperidade e na adversidade, para sempre (ou, pelo menos, “até que a morte nos separe”). Esta vontade firme de assumir o compromisso para sempre deve ser tema de conversa obrigatória antes de se tomar a decisão de casar. Depois, quando vierem as dificuldades (e elas virão), haverá força para enfrentá-las graças ao alicerce firmado nessa primeira decisão: “Vamos superar, porque temos a determinação de perseverar em nosso matrimônio para sempre”.

3. Como está a nossa amizade?

Parece incrível, mas muito pouca gente vê o seu futuro cônjuge como “seu melhor amigo”. Há muitas ideias superficiais e infundadas sobre o suposto “risco” de que a amizade “apague a paixão”. Evidentemente, a amizade conjugal é um tipo especial de amizade, mas tem muitas características em comum com aquela amizade entendida em sentido “comum”: ela também precisa ser enriquecida todos os dias, cultivada mediante o diálogo, a atenção, a amabilidade, a confiança. E, depois do casamento, o cultivo dessa amizade conjugal tem que ser ainda mais intenso!

4. Quantos filhos queremos ter?

Tema crucial! E mais: como vamos educá-los? Como vamos formá-los na vida cristã? O que acontece caso não possamos ter filhos? Adotamos? Quantos? Essas perguntas também levam a outra igualmente essencial: a visão da sexualidade matrimonial.

5. Compreendemos a sexualidade dentro do matrimônio?

Pode ser um assunto difícil para alguns namorados antes do casamento, mas é fundamental! É preciso estudar, compreender e saber explicar os ensinamentos da Igreja a respeito da transmissão da vida. A série de catequeses de São João Paulo II que compõe a chamada “Teologia do Corpo” é extraordinária. Se não for possível conhecê-la a fundo, é necessário ao menos ler o que diz o Catecismo da Igreja Católica a respeito da sexualidade. Seu vínculo direto com a virtude da castidade também é algo essencial a ser entendido, pois é muito comum cair no erro de interpretar a castidade como ausência de uma sexualidade ativa: na verdade, a castidade é o modo cristão de orientar e viver a dimensão sexual humana, e não a negação do sexo. Esse entendimento é imprescindível para que não apenas se saiba esperar até o matrimônio a fim de exercer cristãmente a sexualidade conjugal, mas também para que se entenda como e para que esperar!

6. Como protegeremos o nosso matrimônio da infidelidade, da pornografia e das demais tentações relacionadas com a vivência da sexualidade?

A castidade conjugal pode e deve ser descoberta e cultivada antes do matrimônio, e falar dessas ameaças contra ela vai ajudar a prevenir e até a “blindar” o casamento. Vivemos em uma época hipersexualizada, que banaliza as relações afetivas e ataca o matrimônio com uma avalanche de pornografia da qual é praticamente impossível desviar-se por completo. O recurso frequente aos sacramentos e a conversa aberta e transparente como casal ajudam a enfrentar os ataques com menos risco.

7. Como lidar com as próprias famílias?

No Gênesis, nos Evangelhos e na Carta de São Paulo aos Efésios, a Bíblia repete esta ideia ao menos três vezes: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher”. Mantendo sempre o devido respeito e carinho pelos pais e familiares, uma saudável e equilibrada distância é necessária para cimentar a paz conjugal. Não se trata, obviamente, de abandonar os pais, mas de proteger a intimidade do casal diante de eventuais intromissões.

8. E as finanças?

Este é outro tema que costuma ser delicado, mas que, por isso mesmo, é preciso abordar antes do casamento para evitar conflitos. Se os noivos pretendem viver um projeto em comum, é preciso traçar conjuntamente o que querem priorizar com seus recursos materiais. Os recursos que serão dedicados à família são da família, não de cada cônjuge: cada um, portanto, precisará renunciar a determinados hábitos da vida de solteiro.

9. Como vamos reagir quando tivermos discussões?

É importante conhecer o temperamento e o grau de autocontrole tanto próprio quanto do futuro cônjuge. É preciso saber quais são os “índices” de rancor, destempero, violência, capacidade de perdão… Os desacordos vão surgir quase indefectivelmente na vida de casados, e, para superá-los, os dois cônjuges têm de saber ceder, escutando e compreendendo o outro – e compreendendo também as circunstâncias que podem levar aos desentendimentos.

10. Como vamos viver a nossa vida de oração?

“Família que reza unida permanece unida”. O diálogo entre os cônjuges será tanto mais sólido quanto mais sólido for o seu diálogo com Deus, tanto pessoal quanto de casal. E é muito importante acostumar-se desde o namoro a conversar juntos com Deus. Quanto mais perto estiverem de Deus, mais perto os cônjuges ficarão um do outro. Ao se fomentar a vida de oração, a participação na Santa Missa e uma vida plena de integração na Igreja, a casa da nova família se transforma na “Igreja doméstica” em que os filhos consolidarão uma fé segura e forte – e os pais deles também!

Fonte: Aleteia
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Filmes para assistir com a Família

Descubra quais são as melhores opções de filmes na hora de falar sobre casamento para as crianças.

Nos dias atuais a mídia tem sido uma das maiores fontes de influência e tem estado dentro de todos os lares de todo o mundo, participando ativamente das famílias em todas as partes do planeta, através de aparelhos de televisão, internet, aparelhos de celular, cinema, teatro, etc.

Um dos valores preciosos tem sido a instituição do casamento. O modo como a mídia expõe as relações matrimoniais nos dia de hoje tem causado muitas inquietações naqueles que acreditam na importância sagrada da união entre um homem e uma mulher na formação de uma família.

Pensando nessas inquietações, separamos algumas opções de filmes para transmitir à criança a beleza esplendorosa do valor do casamento.
1. Prova de Fogo

O filme retrata um casal que está passando por uma crise em seu relacionamento conjugal, causada por vários fatores do dia a dia, tais como: família, egoísmo, orgulho, dinheiro, machismo, entre outros. A parte mais importante é como o marido, mesmo resistindo no início, vai até as últimas circunstâncias para manter o seu casamento.

2. Compromisso Precioso

Apresenta a história de um casamento desde quando o casal se conhece, o compromisso do matrimônio, os filhos, até quando eles passam por uma crise de saúde. A mulher adquire mal de Alzheimer e o marido permanece fiel ao compromisso matrimonial e a sua família.

3. Encontros de casais

Três casais, desiludidos com o rumo de seus casamentos, decidem participar de um encontro de casais em um resort em um lugar paradisíaco nas montanhas. Enquanto as mulheres acham que podem provocar uma mudança radical em seus companheiros, os homens estão à procura apenas de um pouco de diversão. No entanto, ao chegar lá, seus anfitriões desafiarão cada um deles a enfrentar os dilemas pessoais para curar os problemas conjugais, utilizando alguns métodos não muito convencionais.
4. Não é Tarde para Recomeçar

Essa linda história retrata a realidade de um relacionamento desgastado pelo tempo. Jenni (personagem principal) está desesperada por ver seu casamento com Gabriel (personagem principal) desmoronar. Tudo o que eles farão é fazer uma viagem ao passado para tentar reconstruir o amor entre eles, e assim encontrar a solução pra recomeçar!

5. Eu, Você, Nós para Sempre

O filme é baseado em fatos reais, Eu, Você, Nós para Sempre conta a história de Dave (Michael Blain-Rozgay), um homem que sente muito a dor de um divórcio não desejado. Em busca de respostas que amenizem seu sofrimento e tragam algum sentido para sua vida, ele começa a participar de um grupo de apoio a pessoas divorciadas.

6. As Estrelas me Mostram Você

Esse filme mostra a importância de um amor puro que ficou no passado e reforça a ideia de que as escolhas de hoje irão resultar em consequências para o futuro. O casal aprende a superar suas diferenças olhando pra o alto. Irão saber que as estrelas mostram muito mais do que um lindo céu: “As Estrelas Me Mostram Você”.

7. A Bela e a Fera

Animação da Disney que mostra que as aparências, apesar de importantes na escolha do cônjuge, não é o fator primordial. Esse clássico belíssimo tem viajado no tempo para mostrar os caminhos para um matrimônio.
8. Ponto de decisão

Um acidente de carro obriga a esposa a suspender temporariamente as suas atividades, e o casal tem que lidar com tentações carnais, problemas financeiros e desafios emocionais que ameaçam o amor que um sente pelo outro.

Uma comédia que conta a história de um casal com 12 filhos que, mesmo com a confusão do dia a dia, quando a mãe precisa viajar e o pai se descobre com os 12 em casa, as aventuras de estarem juntos são emocionantes.
10. O livro de Rute

Conta em detalhes a história de Rute, quase como a história de Cinderela. Depois de ficar viúva, Rute decide seguir a sogra na mudança para Israel, até que um romance acontece e ela toca o coração de um homem rico.

11. O Outro Lado do Céu

John Groberg (Christopher Gorham) é um jovem missionário que, nos anos 50, embarca em uma longa viagem juntamente com os nativos da ilha Tonga, deixando para trás a noiva e sua família. Ao longo de sua viagem ele escreve cartas para sua noiva relatando suas aventuras para sobreviver em uma terra desconhecida. Ao mesmo tempo, Groberg conhece a cultura local e faz amigos nos 3 anos que passa longe de casa.

12. Up – Altas Aventuras

Mostra de forma fácil e dinâmica o lindo relacionamento entre um casal apaixonado. Mostra as dificuldades que eles enfrentam através do tempo. E as dificuldades que o homem enfrenta quando viúvo.

Agora preparem uma sessão cinema em casa e aproveitem para ensinar alguns valores para a criançada e os filhos baseados nos filmes acima.

Fonte: Familia.com
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A vida conjugal na prática

13 fatos sobre o casamento que ninguém conta

A verdade é que grande parte das pessoas inicia uma família com uma mochila cheia de falsas esperanças, crenças irracionais, mitos e falácias que não correspondem à realidade

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Vivemos um tempo em que a preparação acadêmica e para o mercado de trabalho caminha a passos largos, enquanto a orientação sobre relacionamentos, a organização do lar e a criação dos filhos ficam sem maiores explicações. O fato é que grande parte das pessoas inicia uma família com uma mochila cheia de falsas esperanças, crenças irracionais, mitos e falácias que não correspondem à realidade. De acordo com um artigo publicado no portal La Familia, se os casais recebessem orientação adequada, as taxas de divórcio e, consequentemente, o sofrimento humano que ele traz para o casal e os filhos seriam consideravelmente reduzidos.

Abaixo estão algumas verdades que ninguém conta sobre a vida de um casal, um pequeno manual que pode ajudar a entender o que é normal e até necessário para um relacionamento durar:

1. Amor e convivência se aprendem

Ninguém nasce sabendo. Precisamos aprender a pensar em fazer o outro feliz em vez de medir o que o outro faz para você, para renovar a ilusão, para se comunicar, sem ferir seus sentimentos, para discutir, negociar, para gerir as nossas emoções de forma construtiva. Apesar de ser extremamente importante, não aprendemos sobre isso. Pelo contrário, recebemos informação da televisão e da mídia com uma boa dose de sexo sem compromisso, infidelidade e todos os tipos de mitos e falácias sobre o que é amor autêntico e generoso.

2. Não confunda amor verdadeiro com a paixão e a insanidade temporária inicial. “Estar apaixonado é uma fase da relação e não dura para sempre.”

Esses incêndios podem durar entre dois e quatro anos. As pessoas que apenas querem viver esse tipo de relacionamento são forçadas a mudar constantemente de parceiros, experimentando a dor e a solidão em cada ruptura até que um novo parceiro reapareça no horizonte.

3. O amor cresce com tempo e esforço

Aprenda a construir e manter um amor. Nós compartilhamos a ideia errada de que, se as coisas correrem bem, é porque estamos apaixonados e, se temos dificuldades, significa que não estamos. Outro equívoco é que o amor é mensurável e você sempre tem que ter a medida máxima para que ele dure. A realidade é que o verdadeiro amor cresce com tempo e esforço. Seu relacionamento é como um jardim que precisa de atenção e cuidado e, se você fertilizá-lo, regá-lo e arrancar as ervas daninhas, ele vai florescer ao longo da vida. Quando você parar de cultivar seu relacionamento, ele começará a murchar.

4. Não espere que seu parceiro atenda a todas as suas necessidades

A única pessoa que pode fazer você feliz e encher a sua vida é você mesmo. Não finja que o outro faz isso por você. E somente se você for capaz de atender às suas necessidades e viver uma vida plena, você será capaz de fazer a outra pessoa feliz.

5. Não é a todo momento que você vai se sentir atraída por seu parceiro

Embora saibamos que a falta de atração no casamento possa aparecer em um momento ou outro, não significa que tudo acabou. A mídia constantemente nos bombardeia com mitos e falácias sobre o que é amor, e a maioria das pessoas não tem outra fonte de informação. Uma das falácias mais comuns que nos dão é que, se você não se sente tremendamente atraído pelo seu parceiro, isso significa que você está com a pessoa errada. Viver juntos nos faz ver o nosso parceiro em muitas situações diferentes.

6. Os períodos de indiferença são parte do verdadeiro amor

Um mito muito comum é pensar: “Nos conhecemos, nos apaixonamos e por isso vamos viver felizes para sempre”. Esse modelo esconde de nós uma parte essencial: desgosto. E, se você não experimentar esses momentos em uma fase de paixão, isso não significa que tudo está acabado. Isso significa que você pode dedicar tempo e energia para melhorar seu relacionamento: interesses comuns, fazendo coisas que vocês gostan juntos. Mesmo se você não tiver uma paixão, não significa que seu relacionamento está morto ou condenado. Algumas pessoas experimentam com mais frequência do que outros, e não há absolutamente nenhuma correlação entre experimentar uma fase de paixão com o sucesso de um relacionamento.

7. Tenha em mente que você vai passar por uma crise, mas ela pode ajudar a crescer e a fortalecer vocês como um casal

Sabendo que esta é a melhor maneira de se preparar para isso, você não levanta a guarda. Faz parte da vida. Não pense que tudo acabou, é hora de testar o amor e os pontos fortes.

8. Não espere sentir. Primeiro vem o comportamento e, em seguida, a emoção

O que não é usado é perdido, mas não espere sentir afeto ou desejo para se envolver em relacionamentos íntimos com seu parceiro ou para expressar seu amor. Comece a praticar ambos, e seu amor e saudade pelo outro se multiplicarão. Há momentos em que o estresse do trabalho e da vida cotidiana, o cuidado com as crianças ou sofrimento emocional decorrentes da educação de adolescentes afogam ambos os sentimentos. Mas não deixe morrer, procure tempo para estarem juntos e maneiras de reviver bons momentos.

9. O sexo é um ato sagrado de dar e receber

A falta de educação sexual adequada e emocional é outra falta do nosso currículo. Aprendemos com a mídia, os pares e, agora, cada vez mais, com a pornografia, que o sexo é algo usado para a autossatisfação, a aprovação ou a segurança. Sexualidade saudável não é nada disso. O sexo é uma expressão de amor, um ato de conexão, onde é praticada a arte e a habilidade de dar e receber.

10. O casamento é projetado para ajudá-lo a crescer

O casamento não é “felizes para sempre”, o lugar de descanso, de felicidade eterna. O casamento é uma das maneiras mais desafiadoras e gratificantes que podemos realizar como seres humanos. É a oportunidade diária para desenvolver a melhor versão de nós mesmos, o amor, a generosidade, senso de humor, inteligência emocional, compaixão, perdão e muitas outras virtudes com as quais nascemos. Infelizmente não nos ensinam, mas a grande notícia é que podemos aprender! É a melhor maneira de viver.

11. Os modelos que tivemos influenciam em nossa maneira de nos relacionar com o outro

Se você teve a sorte de crescer em um casamento saudável, é muito mais provável que naturalmente tenha aprendido os princípios e ações necessários para um casamento bem sucedido. Mas, se você testemunhou um casamento caracterizado pela crítica, disputas, raiva, ressentimento ou maus tratos físicos e verbais, você terá que lutar para deixar para trás esse modelo. Não é uma tarefa fácil, mas apenas porque requer esforço não significa que você esteja com a pessoa errada.

12. Vida com crianças pequenas é muito cansativa e estressante

Ter filhos é uma das coisas mais maravilhosas que você pode fazer. É um investimento para o futuro. Mas você tem que saber que é uma fonte de estresse e discórdia, mesmo no melhor dos casamentos. É importante encontrar tempo para cuidar do relacionamento do casal. Pertencer a um grupo de apoio a casais ou frequentar uma escola para pais pode ser maravilhoso para aprender como os outros estão enfrentando os mesmos problemas e ver que não estão sozinhos nisso.

13. Em algum momento de sua vida de casada, outra pessoa por quem você se sente atraída vai aparecer

Você simplesmente se sentir atraído por outra pessoa significa que você está vivo e você é um ser humano. Existe o perigo de isso acontecer com pessoas que normalmente tentam (colegas de trabalho ou qualquer outra atividade). Quando você percebe que isso acontece, não se deixe arrastar pela nova pessoa, não abra uma janela para deixá-la entrar (não diga seus problemas). Não se engane em pensar que vai controlá-lo achando que, se você tem um bom relacionamento, isso não vai acontecer. Isso ocorre apesar de ter um bom casamento. Mas, se você continuar a cultivar um relacionamento com essa pessoa sem perceber, ele se tornará o foco prioritário de seu interesse e seu parceiro vai sempre perder pontos.

Fonte:  Sempre Família
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o que destrói casamentos?

O que tem destruído tantos casais católicos ultimamente? A resposta é surpreendente

Foto referencial: Pixabay dominio público

 

 

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Fases no Casamento

As 5 fases do casamento

Descubra em que etapa você se encontra e transforme os desafios em oportunidades de crescimento

 

Fashionable cool couple © Tatyana__K / ShutterstockFashionable cool couple © Tatyana__K / Shutterstock
Ainda que não haja regras gerais, é verdade que alguns fatores, tanto externos quanto internos, determinam circunstâncias especiais do casamento; por exemplo, estar casados e sem filhos não é a mesma coisa que levar 20 anos de união e ter filhos jovens.Por isso, é de grande utilidade para os casais identificar a etapa em que vivem e as que estão por vir, para, assim, transformar os desafios em oportunidades de crescimento.As 5 fases pelas quais o casamento passa são as seguintes:

1ª fase: Transição e adaptação

Esta fase compreende aproximadamente os três primeiros anos de casados. É uma etapa fundamental, dado que nela se estabelecem os fundamentos ou bases da relação. Durante este tempo, o casalse adapta a um novo sistema de vida; por isso, os segredos do sucesso desta fase são a comunicação e a negociação.

É importante que o casal faça um projeto familiar, no qual se visualizem no futuro, e estabeleçam as metas que querem alcançar. Os esposos são provados na forma como lidam com o dinheiro, com o tempo, bem como na distribuição das tarefas do lar, entre outras coisas. É um momento de decisões e acordos.

2ª fase: Estabelecimento e chegada dos filhos

Esta fase acontece entre os 3 e os 10 anos de casados, aproximadamente. A lua-de-mel e o processo de adaptação já terminaram e agora há um maior conhecimento do cônjuge; portanto, é provável que as desavenças sejam mais frequentes – ou, pelo contrário, diminuam, como resultado da maturidade adquirida na primeira etapa de convivência.

Nesta etapa, os esposos aterrissam: o amor é acompanhado mais pela razão que pelo sentimentalismo. A vontade tem um papel importante no binômio compromisso-entendimento.

Nesta época, muitos casais se tornam pais, fato que envolve desafios diferentes e uma nova organização dos papéis. Os cônjuges precisam evitar que a dedicação aos filhos substitua a relação de casal. Também é preciso velar para que os compromissos do trabalho e as demandas da vida diária não deem início a um gradual distanciamento.

3ª fase: Transformação

Esta fase costuma acontecer entre os 10 e 20 anos de casados e pode coincidir com a puberdade dos filhos e a meia-idade dos esposos. Esta última marca um período de reflexão e renovação na vida do ser humano; por isso, é importante que o casal se encontre em um estado saudável e que, individualmente, se viva da melhor maneira possível. Assim, não se tornarão uma ameaça para a estabilidade matrimonial.

Da mesma forma, os esposos precisam buscar que as dificuldades na educação dos filhos não afetem a união conjugal. A unidade na autoridade e o trabalho conjunto devem ser a prioridade.

Nesta etapa, os esposos precisam ser criativos, não cair na rotina (fácil e silenciosa), redescobrir-se novamente como casal e conectar-se mais uma vez.

4ª fase: Estabilidade e ninho vazio

Esta etapa chega entre os 20 e 35 anos de união. “Quando os casaisforam capazes de resolver conflitos e crises nas etapas anteriores, este é um período de estabilidade e uma oportunidade para chegar a um maior desenvolvimento e realização pessoal e como casal”, afirma o autor Francisco Castañera em seu artigo “Ciclo de vida docasamento”.

Nesta fase, geralmente se dá a “síndrome do ninho vazio”, o que situa o casal em uma nova forma de vida: os filhos foram embora e agora os esposos estão mais disponíveis um para o outro. Para algumas pessoas, esta pode ser uma circunstância difícil, pois envolve o desprendimento dos filhos e possivelmente o sentimento de solidão. No entanto, é algo que os pais acabam assumindo e superando ao longo do tempo.

O mais valioso desta etapa é a solidez e o conhecimento pleno do casal: a capacidade de dialogar, tolerar melhor as diferenças, rir dos próprios erros, fazer as críticas de maneira carinhosa, iniciar juntos alguma atividade. É o momento de reafirmar mais ainda a criatividade e encontrar novos desafios na vida conjugal.

5ª fase: Envelhecer juntos. Esta etapa ocorre geralmente a partir dos 35 anos de casamento. Algumas pessoas optam pela aposentadoria, e assim surge algo muito positivo, pois há mais tempo para que os esposos curtam um ao outro. Realizam atividades antes impossíveis pelas ocupações de trabalho e encontram uma grande motivação: os netos. Estes pequenos dão luz e felicidade ao casal nesta fase.Os esposos precisam de muito apoio e carinho um do outro. Os conflitos desta etapa são bem menos frequentes; a maioria dos casais se estabilizou em linhas de poder e intimidade.

Para finalizar, uma reflexão em palavras de Francisco Castañera: “Este percurso nos leva a refletir sobre a importância de valorizar, durante todo o nosso casamento, a qualidade e quantidade da nossa intimidade, o apoio e o carinho que damos ao nosso cônjuge, e não esperar a última etapa, quando o final está próximo”.

 Fonte aletheia
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Valores entre os esposos?

Que valores você tem em comum com seu cônjuge? Descubra neste teste

Prepare-se para conhecer profundamente a pessoa a quem você ama

Happy couple holding hands © Strawberry Mood / Shutterstock_Happy couple holding hands © Strawberry Mood / Shutterstock
Quando um casal tem muitos valores em comum, ou pelo menos coincide nos valores e prioridades que considera fundamentais, poderá facilmente entender-se e tomar decisões em conjunto.Os valores têm a ver com o que uma pessoa considera mais importante e, como o próprio termo indica, “valioso” em sua vida. Eles determinam as preferências, gostos, opções e até os sacrifícios que uma pessoa está disposta a fazer.Por isso, conhecer uma pessoa significa conhecer, na medida do possível, quais são seus valores. Este é, portanto, um tema decisivo para saber se você realmente vai se casar com a pessoa que mais lhe convém. E se já é casado(a), pode dialogar com seu cônjuge sobre cada um desses valores, para construírem juntos um futuro melhor.

Quando um casal tem muitos valores em comum, ou os cônjuges pelo menos coincidem nos valores que acham mais importantes, será mais fácil tomar decisões. Tais valores são uma espécie de tesouro do qual se nutrem para tomar as decisões diárias, tanto para a vida de casal como para a forma como lidarão com o dinheiro, a educação dos filhos, as relações com as famílias de cada um etc.

Além disso, é preciso levar em consideração que nem todos os valores têm a mesma importância para cada pessoa. Assim, mesmo reconhecendo o valor do dinheiro, uma pessoa pode decidir que conservar UMA AMIZADE  é mais valioso do que brigar com um amigo por causa do dinheiro, por exemplo.

Portanto, junto à lista de valores de uma pessoa, devemos perceber o grau de importância dado a cada valor. Existem valores que podemos chamar de “fundamentais” ou irrenunciáveis; valores aos quais podemos renunciar; e valores que estamos dispostos a “negociar” com os outros.

Há muitas maneiras de descobrir os valores mais importantes para uma pessoa:

– Para começar, não preste atenção somente em como a pessoa se comporta com você nem somente no que lhe diz, porque, durante a fase romântica do relacionamento, é sempre possível que a pessoa tente impressionar positivamente seu parceiro, exagerando as próprias virtudes ou escondendo do outro o que realmente pensa, na tentativa de não ofender.

– Preste mais atenção em como a pessoa se comporta e age com os outros. Por exemplo, tente identificar o que mais preocupa a pessoa, o que ela mais admira dos seus amigos e da sua família etc. Observe também o tipo de pessoas que a cercam, pois, como diz o provérbio, “Dize-me com quem andas e te direi quem és”.

– Examine também em que coisas a pessoa investe seu dinheiro e que importância ela dá às relações com sua família, seus amigos e Deus. E, certamente, informe-se sobre o que as outras pessoas pensam dela, o que admiram nela (amigos, colegas de trabalho etc.).

Um teste importante

Para ajudar você em seu diálogo e descoberta dos valores que tem em comum com seu parceiro(a), sugerimos que ambos preencham o quadro abaixo (cada um sozinho, sem ver as respostas do outro).

Depois de preencher o quadro, os dois podem se reunir e comparar as respostas, analisando os acordos e desacordos.

Fonte: Aletheia
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