Documentário do Papa



Documentário do Papa sobre Arte poderá concorrer ao Oscar

Vaticano permitirá que documentário do Papa concorra ao Oscar

Pela primeira vez em sua história, o Vaticano permitirá que um documentário sobre o Papa participe do processo de seleção dos filmes que poderão concorrer ao Oscar.

Nesta terça-feira, dia 27, a autora do livro “Papa Francesco: La Mia Idea di Arte” (“Papa Francisco: A minha Ideia de Arte”), Tiziana Lupi, apresentou nos Museus Vaticanos o trabalho homônimo dirigido por Claudio Rosso Massimi, produzido pela Imago Film e distribuído por Corado Azzollini.

Segundo Lupi, o objetivo do longa-metragem, que concorrerá a uma das vagas de Melhor Documentário do Oscar de 2018, é o de “traduzir em imagens o pensamento do papa Francisco sobre a arte, que consiste no fato que, pra além da estética, a arte quer ser um
instrumento de evangelização e contemporaneamente um meio para contrastar a cultura do desperdício”.

Em um das cenas do filme, baseado no livro da italiana, por exemplo, Jorge Mario Bergoglio afirma que “Deus não conhece a nossa atual cultura o desperdício, Deus não descarta nenhuma pessoa, procura todos, ama todos”.

No documentário, o Pontífice também comenta que “os museus devem acolher as novas formas de arte e devem escancarar as portas às pessoas de todo o mundo” já que são “um instrumento de diálogo entre as culturas e religiões, um instrumento de paz”.

Graças às filmagens com resolução de imagem 4K e ao uso de um drone para tomadas aéreas, o espectador, acompanhado também pela voz do Papa, terá a sensação de realmente visitar a galeria ideal do religioso argentino.

O percurso inclui, entre outras obras, monumentos e espaços expositivos, peças como o Torso Belvedere, o Obelisco de São Pedro, a Cátedra de São Pedro, o Sepultamento de Cristo de Caravaggio, a Capela Sistina e a Virgem de Lujan de Alejandro Marmo, artista
contemporâneo amado por Bergoglio.

Na apresentação do documentário também estava a diretora dos Museus Vaticanos, Barbara Jatta, que falou sobre o papel importante da arte, principalmente a da sacra, nos dias atuais e dos museus da Santa Fé neste contexto.

Por isso, a italiana comentou que os museus do Papa tiveram nas últimas semanas uma média de 27 mil visitantes por dia e que no ano passado mais de 6 milhões de pessoas visitaram o local.

“Mesmo assim, respondemos ao pedido de papa Francisco de escancarar as portas dos museus às pessoas de todo o mundo”, completou Jatta mencionando também os vários projetos que estão sendo desenvolvidos atualmente pela entidade católica em vários
lugares, como Austrália, China e países da América Latina.

Fonte: ANSA
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Novo Documentário do Papa é sobre arte

Papa Francisco fala de sua “ideia de arte” em novo documentário

O Papa Francisco fala de arte no documentário dos Museus Vaticanos, que foi apresentado em Roma e é baseado no livro “Minha ideia de arte”.

O documentário foi dirigido por Claudio Rossi Massimi, e neste trabalho reuniram opiniões do Pontífice sobre várias obras de arte de Roma, do obelisco da Praça de São Pedro à Capela Sistina.

Todas as imagens foram filmadas com resolução de imagem 4K e conta com o uso de um drone que sobrevoou algumas áreas do Vaticano.

“Para o Papa Francisco, o valor da arte é ainda mais profundo, porque é um componente do seu pensamento de salvação, catequético e de evangelização. Sobretudo porque a arte, para o Papa Bergoglio, faz parte dessa mensagem de misericórdia que com o seu pontificado quis comunicar a todos nós”, assegurou durante a apresentação Barbara Jatta, diretora dos Museus Vaticanos.

O documentário conta com a ajuda de Alejandro Marmo, artista argentino que já fez duas esculturas que foram colocadas nos jardins vaticanos.

“Pedimos ao Santo Padre a sua disponibilidade e ele, com grande generosidade, nos concedeu. Assim, fomos a Santa Marta e conversamos com ele sobre a arte”, disse à Rádio Vaticana, Tiziana Lupi, uma das encarregadas pelo documentário.

“O Papa nos expressou seu conceito, sua ideia de uma arte que deve ser, por um lado, instrumento de evangelização –ele fala da Capela Sistina como uma Bíblia a céu aberto que todos podemos ler – e, por outro, um instrumento para contrastara cultura do descarte, um tema que está muito presente no coração do Santo Padre”.

Fonte: Acidigital
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