Mês: abril 2011



Agenda parlamentar discutirá infraestrutura

As agendas parlamentares realizadas pelo CREA/PR, regional Maringá, no mês de maio têm início na próxima semana. A primeira será na segunda-feira (2), quando autoridades de Paiçandu e profissionais ligados à prefeitura e ao CREA se reunirão a partir das 14 horas, na Câmara Municipal.

Assim como em todas as agendas parlamentares do Estado, está prevista a assinatura de um convênio de fiscalização de mútua cooperação entre o CREA e as prefeituras envolvidas, que permitirá maior agilidade no acesso de informações sobre fiscalização de obras. No mesmo evento, um representante da Caixa Econômica Federal falará sobre a Regional de Sustentação ao Negócio Governo Maringá, que é uma unidade da Caixa responsável pelo desenvolvimento urbano dos municípios.

Durante a agenda será apresentada a Elaboração dos Estudos Básicos de Desenvolvimento Regional (EBDR), que está sendo desenvolvida pelo CREA com base nos principais problemas de cada região. Trata-se de um diagnóstico prático sobre a região, apresentando soluções. Ao todo, o Paraná foi dividido em 21 centralidades.

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Ação

 

Adquira o adesivo da rádio e seja um sócio fundador da emissora. A ação visa angariar fundos para o pagamento dos equipamentos instalados. A rádio é feita pela comunidade e não tem finalidade comercial, portanto toda ação financeira deverá ter participação popular.  O adesivo pode ser encontrado nas Secretarias das igrejas católicas,  e com várias lideranças da comunidade evangélica.

Outras
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Aparecem novas vítimas de golpe

Mercado imobiliário aquecido na cidade. Novos loteamentos sendo abertos,  outros com liberações aprovadas em caráter de  “Urgência, Urgentíssima”. Campo propício para todo tipo de negociatas.

Após denúncia feita pela RIC TV Maringá, novas vítimas procuraram a Polícia Civil de Paiçandu para prestar queixa contra possíveis golpes aplicados por uma locadora de imóveis da Cidade. Reportagem de Victor Cardoso.

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Caso emblemático

Um dos casos mais emblemáticos da cidade de Paiçandu, o da jovem Graciane Silva Bandeira que desapareceu de sua casa, na madrugada do dia 10 de outubro de 2005.  Do quarto da garota,  nada foi levado, nem seus documentos. A família acredita que a jovem foi raptada dentro de casa e que pode ter sido alvo de uma quadrilha de tráfico de mulheres.

Em 2006 , Graciete, a mãe da jovem, viajou ao Paraguai, Curitiba e a Mundo Novo (MS), atrás de pistas. Dona Graciete, já mudou de casa mas mantém objetos da filha, na esperança de revê-la.

A reportagem de Claudiomar César feita pelo Maringá Urgente, traz a informação que o Ministério Público pediu o arquivamento do caso.

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Sem consenso, projeto do lixo pode ser rejeitado

Por Luiz de Carvalho

“O prefeito de Paiçandu, Vladimir da Silva, o Vladão (PMDB), e todos os vereadores passaram cerca de duas horas reunidos ontem (26) na prefeitura para procurar uma alternativa para a destinação do lixo da cidade.

O encontro terminou, no entanto, sem que as partes encontrassem uma saída a não ser aprovar o projeto de lei que está na Câmara, autorizando a prefeitura a pagar R$ 760 mil para continuar enviando o lixo para um aterro particular de Sarandi. A questão é que parte da população pressiona os vereadores para que não aprovem a autorização.

O projeto de autoria do Executivo está na Câmara desde fevereiro e deverá entrar na pauta da sessão da próxima segunda-feira, mesmo que mais uma vez um grupo de moradores compareça para protestar.

Embora vereadores do grupo de apoio ao prefeito estejam dispostos a aprovar, quatro outros já se manifestaram contra e um, que até o mês passado era da confiança de Vladão, pode engrossar o grupo dos contrários por causa de um desentendimento ocorrido há poucas semanas. Cálculos do próprio grupo do prefeito mostram que poderão ser seis os votos contrários.

“Estou preocupado com o que pode ocorrer de agora em diante”, disse ontem o vereador Eduardo Pereira da Silva, o Eduardo Pioneiro (PRB). Segundo ele, há o risco de a cidade não ter o que fazer com o lixo que produz diariamente se o projeto for reprovado.

Desde o início do ano, as 25 toneladas de lixo coletadas diariamente nas ruas de Paiçandu são levadas, em caminhões da prefeitura, para o aterro da Ambiental Sul, em Sarandi, pagando R$ 80 por tonelada depositada.

Vereadores da oposição – e mesmo alguns ligados ao prefeito – pretendem que, ao invés de gastar cerca de R$ 1 milhão por ano para depositar os resíduos em Sarandi, a prefeitura deveria investir na implantação de um aterro sanitário no município e uma usina de reciclagem, “o que seria uma solução para muitos anos”, considera a vereadora Eliane Fuzari (PTB).

“Para que o lixo continue indo para Sarandi, cada contribuinte terá que pagar uma taxa de quase R$ 12 por mês, mas se tivermos nosso próprio aterro o valor será bem menor”, complementa Valdir da Fonseca (PT).”

 

* Por isso escrevi semana passada o artigo: A forma correta de aprovar o projeto do lixo.

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Vereadores vão recorrer ao Tribunal

Por Luiz de Carvalho

“Oito ex-vereadores de Paiçandu constituíram advogado e preparam um recurso junto ao Tribunal de Justiça do Paraná (TJ) contra a sentença do juiz da 3ª Vara Cível da Comarca de Maringá que os condenou a devolver dinheiro aos cofres públicos, pagar multa equivalente ao dobro do dano supostamente causado e ainda à perda dos direitos políticos. De acordo com os ex-vereadores, é possível reverter a situação no TJ ou mesmo que o caso seja devolvido à Comarca de Maringá pelo fato de eles não terem se defendido e nem mesmo ouvidos pelo juiz.

O vereador reeleito Eduardo Pereira da Silva, o Pioneiro (PRB), diz que na maioria dos casos os gastos tem justificativa. No caso dele, o gasto foi de uma diária, no valor de R$ 570, para uma viagem a Curitiba para participar de reunião sobre o fim das ligações interurbanas entre Paiçandu e Maringá.”

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Desafio aos músicos

Há algum dias, publicamos aqui um fato que aconteceu nas ruas da cidade.

Um acidente entre um Corcel II e uma moto, onde os responsáveis pelo sinistro, visivelmente com alto teor etílico, que ocupavam o “Corcelzão”, fugiram do local, preocupando-se de levar a tiracolo um violão que estava no veículo. Veja notícia AQUI.

Pois bem, nosso leitor Mário, fez uma composição sobre o fato, em verso e rima. Veja o poema que relata o fato:

EU HOJE TIVE UM SONHO..
SONHEI QUE TAVA VUANDO
EM MEU CORCEL AZULÃO
QUE PARECIA TROVÃO
A ANDAR POR TODO LUGÁ
EU NO VIOLÃO PONTIAVA..
COM O PÉ DIREITO CAMBIAVA
O OUTRO ERA PRA GUIÁ..
ASSIM EU E MEU COMPANHEIRO
SERTANEJO SERESTEIRO
CANTAVA NOSSA CANÇÃO.
QUANDO NUM ESTALO SURDIU,
UM CARA-PÁLIDA SURGIU..
E BATEU NO MEU AZULÃO.

PEGUEI MEU PARCEIRO DO PEITO
SAIMOS DE QUARQUER JEITO
PRA NÓS NAO SE CONDENAR..
PULAMOS CERCA E PINGUELA..
FECHAMOS TODAS CANCELA
PRA POLICIA NÃO PEGÁ
E COMECEI A CHORAR…
SAUDADE DO AZULÃO
ALI SIM É CARRO BÃO
MOTORZÃO É DE PRIMEIRA
ADEUS PARA OUTRA VIDA..
ADEUS ESTRADAS PERDIDAS
ADEUS AZULÃO, ADEUS.

 

Pensando aqui com meus botões, decidi lançar um desafio aos músicos da cidade, de pegar a letra do Mário,  introduzir uma melodia e fazer uma música.   Quem se habilita?

Com certeza nasceria um novo sucesso nacional como este do vídeo.

 

Outras
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Opinião

“E se não bastasse tudo isto nossa cidade esta uma vergonha: orelhões em pleno centro quebrados ou sem funcionar, alem do mais estamos precisando de uma agencia Bradesco em nossa cidade, uma vez que trabalho em um frigorífico com mais de 500 funcionários e temos que muitas vezes nos deslocar até Maringá pra recebermos o nosso salário… Se trabalhassem certo veriam que invés de gastarmos nosso dinheiro lá,  receberíamos aqui e geraríamos receita aqui…”

Do Márcio,  indgnado com estas entre outras coisas… comentando AQUI.

Opinião
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Sobre a PR-323, seus perigos e soluções possíveis

Tivemos muitas visitas no blog, nestes dias por conta da notícia do Acidente na PR-323,  no domingo à tarde.  Dias antes já destacávamos  informações sobre os pontos críticos da rodovia, dos leitores que passaram por aqui, vários deixaram sua impressão sobre o acidente e a situação desta via. O horário do acidente foi na volta para casa do feriado e causou um grande congestionamento. Uma pessoa morreu no local e outra no hospital.

Leitores apontam algumas causas e fatores específicos de esta rodovia ser tão perigosa, e apontam possíveis soluções,   acompanhe:

“Eu passei pelo local na hora, e sempre passo por ali. Quem precisa cruzar aquele trevo que da acesso a cidade de São Jorge do Ivaí sempre tem dificuldades, especialmente em um dia de transito intenso como o final do feriado. O trevo não é bem sinalizado, o mato alto está tomando conta impedindo uma visão boa da rodovia e para piorar ele esta exatamente no final de uma curva para quem vem sentido Maringá-Cianorte, ou seja, na decisão de cruzar a pista você pode sim encontrar com um carro que no momento de tomar a decisão não estava no alcance do seu olhar, o que é extremamente perigoso…”  Gabriela

“Passei pelo local 20 minuto após o acidente que realmente foi gravíssimo.
O que nos atenta é que, o local não é bem sinalizado, uma rodovia mal conservada onde deveria obrigatoriamente ter uma trincheira ou um elevado para que os veículos pudessem transitar com segurança, mas os nossos políticos metem a mão no nosso dinheiro e só nos procuram na época das eleições e ainda acabamos pagando com as mortes de nossos amigos, familiares e outras pessoas que pagam impostos.( INDIGNAÇÃO ). Agnaldo

“Eu estava lá neste dia, estava indo para São Paulo, partindo de Pérola, fiquei no transito mais de 2 horas, devido a este acidente, mas isso é o de menos, lamentável o fato de que uma vida se perdeu, mas convenhamos que algumas observações devem ser feitas: durante o meu trajeto de torno de 850 km, observei varias ultrapassagens perigosas, em certa circunstância, tive que reduzir drásticamente a velocidade do meu veiculo para não colidir com um motorista que estava fazendo uma ultrapassagem irregular, fora os outros que vi, que por pouco não resultou em algo semelhante a esta fatalidade.
De fato, duplicação e maiores investimentos nas rodovias devem ser feitos, e pagamos muitos impostos para que isso seja feito, mas de nada adianta se motoristas não respeitam as regras básicas de segurança.”  Alex Hakknen

“Qualquer um que vier a ser entrevistado irá dizer que esta rodovia precisa ser duplicada, mas não observa que a imprudência perdura, portanto o necessário é ensinar melhor nossos motoristas e cobrá-los, para que se não vier aprender conscientemente, aprender via bolso, porque é assim infelizmente que brasileiro aprende e sobretudo exigir o pagamento em 15 dias da multa, sob pena de suspensão da cnh, senão prezados amigos, teremos mortes e mortes em todas e quaisquer vias desse país. Abraços.” Izaías

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