Autor: Leandro Ricardi



Secretariado Top

Corre!

Informações que o  Grupo de Atuação de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) cumpriu sete mandados de busca e apreensão em casas de dois secretários municipais e três empresários de Paiçandu,

A ação, batizada de Operação Megabyte, é resultado de investigações da Promotoria de Defesa do Patrimônio Público de Maringá sobre suspeitas de fraudes em licitações para compra de materiais de informática para a prefeitura. A Justiça determinou o afastamento dos secretários municipais dos cargos.

Segundo o MP-PR, em 2017, a administração municipal licitou R$ 500 mil em tonners e cartuchos de impressoras. Esse valor, segundo as investigações, é superior à demanda da administração.

Teria sido identificada “uma verdadeira organização criminosa instalada na prefeitura de Paiçandu”

-Cruz Credo

Geral
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Parceria entre aspas

E o tal convênio do município e o UniCesumar?

Foi em maio. Muitas fotos e mercham politico.

Segundo divulgado pela imprensa, o município de Paiçandu disponibilizaria o Hospital São José para os médicos residentes da UniCesumar realizarem o atendimento à população.

Em contrapartida, a instituição realizaria uma reforma estrutural no local e faria a compra de materiais hospitalares.

Com 200 mil reais.

Acho mais que buscam um hospital sala de aula, para treinarem os alunos,

200 mil reais deve dar para pintar o prédio.

E a povo segue no martírio.

 

Outras
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Processos Licitatórios na Câmara

A Câmara de Paiçandu tem abusado das contratações através do Processo de “Dispensa de Licitação”. Só em 2017 foram 23 contratações assim. Este ano de 2018 segue a regra.

Combustível, limpeza de jardim, compra de equipamentos, filmagens de eventos..etc

Como ninguém acompanha tudo isso, segue o baile.

Na prefeitura também segue a festa.

Ente bailes e festas os dançarinos se esbaldão…

 

 

Cidade
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Vereador sugere festa do município gratuita

O Vereador CARLOS CÉSAR MARTINS, fez indicação sugerindo que a entrada para a próxima Festa de Aniversário do município de Paiçandu seja gratuita a população. E que se cobre somente a utilização dos parques e entradas dos shows.

Pede também que se repense o que será destinado para a mesma, face a outras necessidades mais urgentes.

Para reflexão:  o município pagou  um pacote para uma banda meia boca, de um estilo pouco apreciado por aqui, se apresentar na ultima Festa das Nações.

Outras
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Chác.Anisinho/Aludiza fatura o bicampeonato 2016/2017 municipal de futebol em Paiçandu

No último sábado, 15 de abril, aconteceu em Paiçandu a final do 19° campeonato municipal de futebol. A competição que reuniu 15 equipes, chegou em seu término numa reedição da final do ano anterior, um ingrediente a mais no que já tinha tudo para ser uma grande final, que sem dúvida nenhuma reuniu as duas melhores equipes da competição.

De um lado o atual campeão Chác.Anisinho/Aludiza, defendia o título contra a boa e Jovem equipe do Esporte/Decore, que tentava evitar a festa do que seria a do bicampeonato para o rival.

No primeiro tempo as duas equipes se estudaram bastante no início, o time Chác.Anisinho/Aludiza, que até então chegara a final sem sofrer nenhum gol na competição, segurava bem as investidas dos rápidos atacantes do Esporte/Decore, até que numa linda jogada do artilheiro da competição, Laércio, sai o primeiro gol num chutaço de fora da área, o Esporte/Decore não desistiu e numa das investidas, o atacante Nevilton Sofre pênalti que Robinho bate e empata a final.

No segundo tempo prevaleceu a força do atual campeão, que marcou mais três vezes definindo o jogo em 4×1 para a equipe Chác.Anisinho/Aludiza que chegou assim ao bicampeonato 16/17, com defesa menos vazada e artilheiro da competição, conquistando de forma incontestável  a taça de campeão.

Em pé: Joel, Jadson, Thiago Teles, Lucas, Antonio, Thiago, Vander, Douglas, Fabinho, Paulo, Eder, Agachados: Vítor, Rogério, Cézar, Buíu, Ademir, Juarez, Xaropinho, Dailton, Cotonete, Laércio, Heltinho e Anisinho.

Outras
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Falta de bovinos fecha abate de frigorífico

O frigorífico Big Boi, do norte do Paraná, interrompeu o abate de bovinos devido à baixa oferta de animais disponíveis na região e por condições ruins de mercado, disse à Reuters um executivo da empresa.

Cerca de 150 do total de 500 funcionários da unidade, localizada em Paiçandu, município ao lado de Maringá, foram demitidos na semana passada, com rescisões sendo assinadas ao longo desta semana, informou o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação da região (Stiam).

O setor de desossa permanecerá funcionando e o frigorífico deverá continuar fornecendo carne para a região de Maringá a partir de carcaças compradas de outras regiões do país.

A decisão da empresa é um exemplo da situação difícil enfrentada por algumas companhia do setor de carne bovina em todo o país.

A seca que afeta pastagens em diversas regiões desde o ano passado, além de gargalos na reprodução de animais, tem reduzido a oferta às indústrias, catapultando os preços do boi gordo a patamares recordes e apertando as margens dos frigoríficos, que não conseguem repassar aos consumidores toda a alta no custos de produção.

“É uma junção de fatores. Uma das razões é a falta de matéria-prima… É uma coisa que acaba inviabilizando algumas opções de negócio”, disse o gerente da unidade, Alex Costa, por telefone.

Segundo ele, a capacidade instalada do frigorífico é de abater 650 a 700 bovinos por dia. Nos últimos tempos, a unidade vinha operando em apenas dois ou três dias na semana, dependendo da disponibilidade de animais, disse o executivo.

“É o único frigorífico de boi ativo nessa região… A produção de boi nessa região é muito pequena”, disse o tesoureiro do Stiam, Roberto Pino de Jesus.

Há cerca de três anos, a gigante JBS fechou um frigorífico em Maringá, demitindo centenas de funcionários.

Fonte – br.reuters.com

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O refúgio onírico

Shangri-La, Xangri-lá ou Shangrila é uma esfera mágica, própria do universo da imaginação, criada pela mente genial do escritor James Hilton, em sua obra Horizontes Perdidos. Este ponto mágico estaria supostamente localizado nas cadeias montanhosas do Himalaia, junto a paisagens deslumbrantes, em meio à completa paz e harmonia, inimagináveis para nós, humanos. Lá o tempo parece não escoar como no restante do Planeta, eternizando-se em uma atmosfera de intensa felicidade.

As pessoas não envelhecem neste refúgio onírico.

O livro que deu origem a este mito foi lançado em 1925, inspirando assim idealistas, exploradores, viajantes, entre outros, a buscar este recanto misterioso. Provavelmente este paraíso perdido foi criado com base em um local do Tibete conhecido como Diqing. Esta localidade tibetana está inserida em uma área montanhosa repleta de lagos, na província de Yunnan, sudoeste da China. Com o sucesso da obra inspirada nesta região, ela passou a ser conhecida também como Shangri-la, transformando-se assim em famoso pólo turístico. No idioma próprio do Tibete, Diqing tem o sentido de ‘região auspiciosa’, na qual convivem 26 diferentes etnias. O Planeta só soube de sua existência depois do lançamento do livro Horizontes Perdidos. Em busca do refúgio mágico, muitos encontraram este recanto tibetano, identificando-o como o local narrado na obra de James Hilton, pois lá encontraram todos os elementos descritos pelo autor na caracterização de seu Éden particular. No ano de 2001 a capital de Diqing foi oficialmente batizada de Shangri-la.

O sucesso desta novela foi tão surpreendente, talvez por atender aos anseios de um mundo mergulhado em conflitos, guerras, miséria, abalado pela quebra da Bolsa de Nova York, desestabilizado política e militarmente. Este cenário deprimente encontrou na imagem de Shangri-la, com certeza, o Éden tão sonhado. A repercussão foi tão intensa, que logo bandas musicais e grupos adeptos da Teosofia, bem como centros de lazer em toda a Ásia e a América adotaram este nome para seus empreendimentos. O Ocidente foi invadido por filosofias, concepções, idéias religiosas, e outros elementos provindos do Oriente, justamente por influência desse mito. Em um cenário paradisíaco, localizado entre montanhas de gelo do Tibet, o escritor inglês James Hilton, nascido no dia nove de setembro de 1900, e morto em 20 de dezembro de 1954, posicionou um grupo de pessoas das mais diversas nações, convivendo livremente, sem autoritarismo, comedidamente, com total equilíbrio.

Neste local ideal, a magia é fruto da coexistência pacífica, da igualdade entre as pessoas. Hilton levanta uma questão importante em seu livro: o homem está preparado para viver neste abrigo oculto? Ele já se encontra espiritualmente amadurecido para exercitar a paz e a fraternidade? Para abrir mão de suas ambições?

Via InfoEscola

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