Comportamento



Coleta de lixo eletrônico e vidros

Esta acontecendo desde quarta-feira (5), uma campanha de coleta de lixo eletrônico e vidros na Praça da Igreja Matriz de Paiçandu. Ela segue até amanhã (7) e faz parte das comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente.

Milton Felix da Silva, membro e fiscal da Cooperativa Coopercanção, de Maringá, destacou a importância e a utilidade desta campanha, que além de dar o destino correto aos equipamentos, ajuda muitas pessoas que não sabem o que fazer com estes materiais. “Essa atitude do povo também ajuda a não poluir o meio ambiente. Trazendo até aqui, este material é reaproveitado, ou virando sucata ou reutilizando algumas peças”, ressaltou.

A destinação correta do lixo eletrônico e vidros ainda ajuda as 22 pessoas que trabalham na Coopercanção. Não deixe de fazer parte da coleta. É a sua chance de se desfazer de equipamentos velhos.

Obs: Não serão coletadas lâmpadas e vidros automotivos.

Fonte: Assessoria de Comunicação

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Thiagão – Deus é mais, parte 2

Clipe produzido pela Porão Vídeos mostrando a nova fase de Thiagão.

O rapper que fazia parte do “Thiagão e os Kamikazes do Gueto” converteu-se em 2012 e agora suas rimas trazem uma mensagem religiosa, mas que continua alfinetando as consciências…

Algumas imagens foram feitas em Paiçandu.

Artista: Thiagão
Música: Deus é mais, parte 2
Direção câmera e edição: Tiago de jesus
Roteiro: Thiagão
Assistentes de iluminação: Jean Carlo Garcia e Elisa Yoshimura Garcia
Produção: Porão vídeos
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“Mudinho” bomba na net

Na noite desta sexta (19) uma foto de autoria do fotógrafo Victor Hugo Fernandes Knabben, já atingia quase 400 compartilhamentos no Facebook.

E o personagem em questão é uma figura conhecida quase que basicamente na cidade. O famoso “Mudinho” presente há décadas em suas caminhadas nas ruas de Paiçandu e Maringá.

Dificilmente alguém sabe o nome, história ou origens deste senhor, mas que ele faz parte do imaginário de todos os moradores, isto é fato.

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Museu estará aberto para estudantes e comunidade

A partir de amanhã (10), o “Museu Itinerante Relíquias do Brasil”, estará em Paiçandu para exposição de seu acervo repleto de peças históricas. E com “histórias” e “estórias”.

O Museu é do colecionador Aniceto Gomes da Silva Júnior, que desta vez estará expondo sua coleção em parceria com a secretaria de Educação e Cultura.  O Museu estará instalado no Salão da Paróquia Jesus Bom Pastor, no Jardim Pioneiros.

Durante o dia, serão atendidos os estudantes das escolas da cidade.  No período da noite o espaço será aberto para a comunidade em geral, até às 22h00.

A entrada é franca.

Os peças  mostram a história do som, coleção de cédulas e moedas – algumas de antes de Cristo – fonógrafos,  minerais,  artefatos indígenas, história dos signos, história do relógio, peças de torturas da escravidão e do tempo da Inquisição, além de outros objetos.

PS . O Museu esteve aqui em 2010, AQUI. Mas não foi aberto para toda comunidade. Os tempos são outros.

 

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Áudio das sessões

Hoje foi realizada sessão na Câmara Municipal de Paiçandu,  onde os vereadores votaram e aprovaram por 7×2, a proposição do executivo de mudança na Lei Orgânica. Desobrigando secretários de residirem na cidade.

Quer saber como foi?

Acesse o site da Câmara e ouça a sessão de hoje.  AQUI.

A iniciativa busca aumentar a transparência e proporcionar maior interatividade na gestão.

 

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Folia

Está em atividade na cidade, visitando residências e comércios, um grupo de Folia de Reis. Percebe-se que há grande resistência por parte dos moradores em relação à prática.

Alguns simplesmente fecham as portas e escondem-se, na passagem do grupo, que sentindo  tal reação tem agido de forma tímida.

Não está fácil para os mantenedores da tradição, ou as atitudes deles mesmos levaram à isso?

Lembrando que nos últimos anos, a cidade organizou e sediou Festivais de Folia de Reis.

No domingo dia 06, é o Dia de Reis, momento que determina o fim das cantorias e visitas com uma festa.

Comportamento
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Comércio adotará horário especial a partir de 17 de dezembro

A ACIP – Associação Comercial e Empresarial de Paiçandu divulgou os horários do comércio de Paiçandu no mês de dezembro.

O horário segue o estabelecido na Convenção Coletiva de Trabalho 2011/2012 assinada entre o Sivamar e o Sindicato dos Comerciários de Maringá (Sincomar).

No período de 17 a 21 de dezembro, as lojas funcionam até às 21 horas.

Nos sábados dias 1º, 08, 15 e 22, o comércio permanecerá aberto até às 19 horas.

As lojas também funcionarão em horário especial no domingo, dia 23, abrindo das 14 às 20 horas e os Supermercados das 9 às 15 horas.

Nos dias 24 e 31 de dezembro o comércio ficará aberto até às 18 horas.

As empresas que abrirem no domingo, dia 23 de dezembro terão horário especial nas seguintes datas:

– dia 26/12/2012, a partir das 12 horas,

– dia 02/01/2013, a partir das 12 horas e,

– dia 13/02/2013, a partir das 12 horas.

 

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Magrelas envenenadas

Em Paiçandu se tornou comum um novo meio de transporte, a bicicleta motorizada. Não raro se vê muitas delas circulando pelas ruas da cidade, existe ainda a bicicleta elétrica, que caiu nas graças do povo por seu apelo ecológico e o baixo custo/benefício. Porém, existem alguns modelos “adaptados” que além de serem irregulares, fazem um barulho danado, poluem mais e ainda se torna um risco constante para seus condutores e também para o pedestre de forma geral. Veja o alerta muito pertinente que fez o leitor Marcio ao portal Maringá Manchete:

Bom, venho aqui pedir as autoridades principalmente de Paiçandu, para que observem com mais cuidado um tipo de geringonça que esta se tornando moda aqui, é uma bicicleta com motor adaptado que atinge uma velocidade considerada alta para um veículo lento como a bicicleta, e pior 99% dessas geringonças esta nas mãos de menores de idade que mal sabem andar de bicicleta convencional por assim dizer, andam pela contra mão, ultrapassam carros, sem o maior cuidado, pela direita pela esquerda, e mais… quando é a noite correm e pra piorar esses troços não tem se quer sinalização alguma,  por favor autoridades policiais, comecem a verificar esses condutores, pois logo logo poderemos ter fatalidades, entendo que o melhor remédio e a prevenção, pois depois do fato estiver consumado nada adiantará fazer fiscalização.”

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Opinião

Os últimos e trágicos acontecimentos na PR 323, trouxeram à tona um assunto de extrema importância: A duplicação desta rodovia apelidada de rodovia da morte.

Muitos buscam nestes momentos apontar culpados, mas se faz necessário uma reflexão ampla passando evidentemente pela duplicação mas também por outros aspectos, e sob e esse ponto de vista a leitora Marcia deu a sua opinião:

“Acho sim que a rodovia deve ser duplicada, mas parem de se enganar e colocar toda a culpa no governo. Faz 3 meses que todo final de semana eu e meu marido fazemos o percurso de Maringá a Umuarama e a rodovia não é da morte, e sim os motoristas que são IRRESPONSÁVEIS. É REVOLTANTE quanta imprudência, ultrapassagem pelo acostamento, em faixa contínua, em final de subida, em curva, em ponte, excesso de velocidade, é uma roleta russa. Até quando iremos dizer que isso é culpa do governo? São assassinos atrás de um volante que se acham acima da lei e colocam vidas de pessoas inocentes em risco e geralmente quem provoca o acidente não morre. O problema do Brasil não são os políticos e sim os brasileiros, eles são apenas o reflexo de nosso povo, infelizmente. 
Degradação social pela perda de valores que precisa começar a partir de casa.”

Aqui.

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Absurdo

Do Alan Maschio – Antiblog – Sobre o acidente na PR 323:

“Sabe o que é típico de brasileiros?

Saquear vítimas de acidentes.

Tombou caminhão de leite? Corre e garante o ingrediente da canjica.

Carga de madeira? Nem vou usar, mas vou pegar. É de graça mesmo…

Pois foi o que se pôde constatar mais uma vez, depois da batida que matou 10 pessoas e feriu 89 no sábado, na PR-323, próximo a Paiçandu.

Amiga de imprensa que trabalhou na cobertura relata que na tarde de domingo havia um monte de gente pegando roupas e outros pertences do pessoal que estava nos dois ônibus envolvidos. Os veículos ainda estavam no lugar onde o choque aconteceu.

As pessoas pegavam roupas como se estivessem em um mostruário de loja de departamentos: erguiam, mediam no próprio corpo, comentavam a beleza das peças…

Bom lembrar: peças de roupas de gente que morreu, que está internada em hospitais da região, que está sofrendo com a perda de amigos, de filhos, de pais.

Respeito?

O que é isso?”

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