Paiçandu Notícias

Assessoria chinfrim

Eu não leio, pois é difícil achar…

Porém um amigo, me mostrou hoje e ele estava super indignado pela constatação.

- Então, me detive um minuto à analisar: Um destes jornais da cidade cheio de propaganda política e paga, usa descaradamente os textos e informações do blog, sem ao menos a preocupação de editar e citar a fonte.

E cometem a insensatez de desvirtuar a veracidade do fatos, acredite.

- São cópias descaradas de parágrafos inteiros.

Olha, fico feliz, ao ver termos e frases escritas por mim espalhadas pela cidade toda.

……

E ofereço-lhes de forma gratuita e sem ônus. Podem copiar à vontade,  excelentíssimas assessorias…

 

Comente aqui

Rui Braz: O Pantera

Eu,  Leandro Ricardi, conheci há alguns anos Rui Braz, na loja onde trabalho. Sua chegada é sempre um acontecimento, pois ele é o cara que definitivamente chega chegando… Sempre alegre e “causando”, suas atitudes até assustam algumas pessoas.

Mas, este é o Rui Pantera, como assim é conhecido. E para a nova geração, o cara pode parecer estranho, maluco… e é bem isto: ele é um maluco, um maluco do bem.

Rui, é uma verdadeira lenda viva, do rádio brasileiro, nascido em  Maringá, onde na infância usava latinha de extrato de tomate com linha de pesca para fazer locuções e entrevistar os amigos, até chegar em rádios importantes, como a Globo, Cultura, Tri FM, 95 Rádio Rock, 98 FM e Enseada.

Atualmente vivendo novamente em sua terra natal, após toda sorte e incertezas: já foi briguento, revolucionou, virou alcoólatra, recuperou-se, lançou livros de auto-ajuda e foi dado como morto depois de um acidente automobilístico..  Hoje ele divide o tempo entre o cuidado especial com a mãe (que sofre de Alzheimer, Mal de Parkinson e diabetes) e o trabalho em casa, como narrador para produtora.

Olha o blog dele aí: http://ruibraz.blogspot.com.br/

Abaixo algumas matérias publicadas sobre o Rui Pantera.

 

Continue lendo

7 Comentários

Paiçandu: 50 anos e 1 desafio

 

Há cinqüenta anos, o município de Paiçandu conquistou sua emancipação política.  Foram muitos os que contribuíram para sua formação, este trabalho dos pioneiros e do povo que aqui ainda vive fizeram dela uma das cidades que registra o maior crescimento de toda região.

De acordo com o Censo 2010, somos 35.307 habitantes, e a cada dia a cidade recebe mais moradores.

Mas há um contrate: Temos uma Paiçandu pujante que ganha um novo morador, um novo bairro, uma nova rua a cada dia. São loteamentos que já são aprovados com toda infra-estrutura necessária: iluminação adequada, asfalto, rede de esgoto… Estes novos loteamentos recebem construções novas e de qualidade. Uma cidade nova que enche os olhos de quem observa.

Ao largo, temos a Paiçandu que cresceu ao natural, bairros desprovidos das mínimas condições necessárias para que o paiçanduense viva decentemente:  faltam serviços básicos e infra-estrutura urbana.

Este é o mais importante desafio a ser enfrentado pelo município e suas administrações nos próximos anos: Não deixar que se acentue esta diferença entre o antigo e o  novo. Usar de competência política e capacidade de articulação para conquistarem benefícios, que atenda as necessidades de bairros como Parque São Jorge, Jardim Itaipu 1 e 2, Monte Carmelo, Capital, Canadá, Bela Vista  1 e 2 etc..

O progresso é irreversível. O vento sopra a favor de nossa cidade, as circunstâncias por si só nos beneficiam: nossa localização em uma das regiões mais prósperas do estado, produção industrial e agrícola regional de ponta, pólo da indústria e comércio do vestuário e calçadista, proximidade com aeroporto e ao lado da PR-323 uma das maiores rotas de escoamento agrícola do país…

Saber usufruir deste quinhão proporcional, para atender as nossas necessidades é o caminho.

Somos um município que é procurado por empresas que desejam por aqui iniciar atividades, sobram vagas no mercado de trabalho,  a iniciativa privada investe com ânimo e a cada dia brotam novos empreendimentos.

- E por que o setor público vai à contra mão? A cidade hoje não consegue lidar com o próprio lixo que produz, não se levanta uma moradia social há anos, asfaltar uma rua é missão quase impossível, obras se iniciam e são paradas…

Eis ai, portanto, o grande desafio de Paiçandu. Não brigar com o progresso. Entender que se deve focar em soluções e não “deixar pra depois ver o que faz”. A participação da sociedade civil é necessária e fundamental. É ela que dá legitimidade e confiabilidade a tudo. Afinal ela é a maior interessada que tudo funcione, então deve ser parte integrante das decisões.

Por Leandro Ricardi, originalmente publicado no Jornal Paiçandu Notícias

Comente aqui