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Celulite tem cura?

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Fonte: Folha Online

“Quando há muitos tratamentos para a mesma coisa, é porque nenhum deles resolve o problema.”

A fala do presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica de São Paulo, Carlos Alberto Komatsu, põe na dimensão certa a profusão de novidades que surgem todo dia como “solução” para celulite.

“Nenhum tratamento tem 100% de cura. Estamos ainda longe do resultado perfeito.”

Muitas técnicas, no entanto, podem melhorar a aparência das áreas afetadas, além das cirurgias, que, avisa Komatsu, também não garantem resultados bons e duradouros.

O que mais funciona contra a celulite é o mais difícil: combinar alimentação certinha, atividade física e cuidados com a pele.

Mas, vá lá: a dermatologista Ligia Kogos diz que uma das novidades é o preenchimento da pele com ácido hialurônico. A substância estimula a formação de colágeno e, diz ela, “faz desaparecer” o desnível da região afetada.

Outro tratamento em voga é a intradermoterapia. São injetados no tecido gorduroso coquetéis de substâncias semelhantes às dos cremes para celulite, como ginkgo biloba.

Entre os aparelhos, os mais eficazes combinam procedimentos, segundo a dermatologista Denise Steiner. Alguns têm laser associado a ultrassom, radiofrequência e luz infravermelha.

Segundo Komatsu, essas técnicas não invasivas podem destruir células gordurosas. “Mas os efeitos em comparação à cirurgia são inferiores.”

Já os cremes são controversos. Para Komatsu, são “enganação”.

A dermatologista Denise Steiner diz que não dão resultados isoladamente nem alteram o corpo. Podem melhorar o aspecto da pele, hidratando-a.

Ligia Kogos afirma que eles podem funcionar se contiverem ativos “poderosos” como cafeína e oxandrolona.

Alimentos que retêm menos líquido ajudam. Inhame, tomate, alho, aveia, cebola e brócolis, além de água e chá, têm esse poder, afirma a nutricionista Tanise Amon.

Ela recomenda ainda dar preferência a proteínas de fontes magras, como clara de ovo e peixes.

Mito

Na academia, não adianta fazer exercícios para glúteos à exaustão, segundo o diretor-técnico da Bio Ritmo Saturno de Souza. “É mito. Os resultados são melhores quando se cuida do corpo todo.”

Uma combinação de exercícios aeróbicos e musculares beneficia os sistemas cardiovascular, circulatório e linfático e diminui a chance de o problema aparecer, diz.

Mas a grande causa é a predisposição genética, diz Souza. “Aí, tem que brigar com a família.”

  • por: Plastica e Saúde
  • Postado em: 23 de abril de 2011 às 0:35
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Medicina Estetica não é especialidade médica reconhecida.

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SEXTA FEIRA, 25/03/2011

Conselho aperta cerco ao grupo da medicina estética

JULIANA VINES
DE SÃO PAULO

O CFM (Conselho Federal de Medicina) quer fechar o cerco à medicina estética, que, apesar de ter até sociedade brasileira, não é considerada uma especialidade.

“Qualquer médico que disser que está fazendo medicina estética está contra lei”, diz Antônio Pinheiro, conselheiro do CFM.

No próximo dia 31, a entidade fará uma reunião para discutir publicidade médica. Hoje, já é considerado ilegal pelo conselho que um médico faça propaganda da “especialidade”.

Agora, o conselho quer definir melhor quais casos são considerados publicidade. “Vamos construir uma padronização. Só o ato de anunciar “medicina estética”, mesmo que seja no cartão de apresentação, no carimbo ou na placa do consultório, será irregular”, diz Emmanuel Fortes, terceiro vice-presidente do CFM e coordenador da Codame (comissão de propaganda médica).

As restrições à publicidade profissional devem vetar outras práticas, como o anúncio de cirurgia plástica por não cirurgiões.

A medicina estética existe no Brasil de forma organizada desde 1987, quando foi criada a sociedade brasileira. Há 15 anos, a entidade dá cursos de pós-graduação lato sensu (popularmente chamados de especialização).

Para fazer o curso, que dura dois anos, basta ser médico. Não é preciso ter nenhuma outra especialidade.

Para Valcinir Bedin, presidente da regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Medicina Estética, a proibição é desnecessária e exagerada.

“Quando informamos que fazemos medicina estética, não dizemos que é uma especialidade. É como se fosse uma área de atuação”, diz.

Para ele, a medicina estética preenche uma lacuna entre a dermatologia e a cirurgia plástica. O profissional é capaz de fazer procedimentos como peelings, botox e preenchimentos de rugas.

Segundo o CFM, as outras especialidades já são capacitadas para fazer esse tipo de intervenção.

QUEM FAZ PLÁSTICA

Para Cláudio Roncatti, cirurgião plástico, o problema esbarra em outra questão mais séria: muitas vezes, a medicina estética passa uma falsa ideia de especialização em cirurgia plástica. “Para ser cirurgião, não basta fazer um curso rápido”, diz.

Bedin reconhece que muitos médicos da área estética acabam fazendo essas cirurgias, mas condena a prática.

“Devemos fazer procedimentos não cirúrgicos”, diz.

Ao ser mais rigoroso com a publicidade médica, o CFM também pretende inibir que outras especialidades que não a dos cirurgiões plásticos façam esse tipo de procedimento. “Não podemos proibir que outros médicos façam plástica, mas podemos proibir que eles divulguem isso”, afirma Pinheiro.

De acordo com Sebastião Guerra, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, hoje já não é permitido que não cirurgiões façam lipoaspiração.

“Vale para qualquer tipo de lipoaspiração, mesmo as pequenas, que não precisam de internação.”

 

  • por: Plastica e Saúde
  • Postado em: 14 de abril de 2011 às 15:56
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Amanha, dia mundial da sáude. Médicos fazem o seu protesto.

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Como forma de apresentar à população as reivindicações da classe, dirigentes do Conselho Regional de Medicina do Paraná, da Associação Médica do Paraná e do Sindicato dos Médicos no Estado do Paraná produziram um panfleto a ser distribuído no “Dia Nacional de Paralisação do Atendimento aos Planos de Saúde” durante a mobilização realizada na Capital paranaense.
Em Curitiba, estão sendo realizadas ações nos dias que antecedem à paralisação com intuito de conscientizar a sociedade a respeito do protesto. Em uma tenda montada na Boca Maldita, calçadão da rua XV de Novembro, o SIMEPAR irá distribuir a carta aberta à população, documento produzido especialmente para orientar os pacientes sobre o protesto médico contra os abusos das operadoras de planos e seguros-saúde e esclarecer que os médicos não deixarão de atender pacientes de urgência e emergência. No dia 7 de abril, as atividades estarão concentradas na sede da AMP, em Curitiba, a partir das 8h30, e uma manifestação pública marcará o encerramento do dia.
Nas cidades do interior do Estado, as entidades regionais e lideranças médicas estão articulando mobilizações para o protesto do dia 7. Cascavel, Foz do Iguaçu, Londrina e Maringá já tem programação definida.

O movimento é em defesa da prática segura e eficaz da Medicina e, sobretudo, da qualidade na assistência prestada aos cidadãos.

fonte: Jornal do Conselho Regional de Medicina do PR.

  • por: Plastica e Saúde
  • Postado em: 6 de abril de 2011 às 20:04
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Tatuagens e risco aumentado de hepatite C

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Estudo associa maior número de tatuagens a risco elevado de hepatite C
Notícias

Pessoas que não se cansam de marcar seu corpo com tatuagens parecem ter maior risco de ter hepatite C e outras doenças no sangue, segundo recente estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá. Avaliando 124 estudos em 30 países, incluindo o Brasil e os Estados Unidos, os especialistas notaram que a ocorrência de hepatite C é diretamente associada ao número de tatuagens de uma pessoa.
O médico Siavash Jafari, líder do estudo, alerta que, “considerando que os instrumentos das tatuagens entram em contato com o sangue e com os fluidos sanguíneos, infecções podem ser transmitidas se esses instrumentos forem usados em mais de uma pessoa sem serem esterilizados ou sem as técnicas de higiene adequadas”. Ele acrescenta que, muitas vezes, as tintas não são armazenadas em recipientes esterilizados, além de algumas conterem componentes tóxicos, incluindo até tinta de parede e de impressora.

Publicados na edição deste mês do International Journal of Infectious Diseases, os resultados indicaram também que os tatuados enfrentam outros problemas, incluindo o risco de reações alérgicas, HIV, hepatite B, infecções bacterianas ou com fungos, além de outros problemas na hora de fazer a remoção de uma tatuagem indesejada.

Baseados nos resultados, os especialistas defendem a adoção de diretrizes mais rígidas para os tatuadores e clientes e o reforço a essas orientações através de inspeções e registros de eventos adversos. Eles também recomendam programas de prevenção com foco nos jovens e presidiários. “Os clientes e o público em geral devem ser educados sobre os riscos associados às tatuagens, e os tatuadores precisam discutir os riscos com os clientes”.

Fonte: University of British Columbia. Press release. 06 de agosto de 2010.

  • por: Plastica e Saúde
  • Postado em: 4 de abril de 2011 às 0:43
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    plasticaesaude Marcelo Takeshi Ono, Cirurgião Plástico, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Amante da vida. Pai de primeira viagem. Péssimo jogador de futebol. De vez em quando acorda com vontade de escrever.
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    Telefone: 43-3158-3100

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