Maringá FC depende da própria força

E vai o Maringá FC para os passos derradeiros com o objetivo de pisar o solo firme da Primeira Divisão. Dependendo da própria força e até com a possibilidade de ter a missão facilitada caso o rival direto, o Paranavaí, tenha um tropeço na rodada final.

No próximo domingo a penúltima rodada pode definir a situação deste Grupo B. Para comemorar o retorno à elite do futebol estadual o Tricolor precisa de uma vitória simples diante dos paranavaienses no Fim da Linha; se empatar, ainda assim ficará em condições tranquilas, já que outro empate em Campo Largo, contra Andraus, na rodada final, também valerá a qualificação. No caso de perder, vai precisa superar o Andraus e torcer para que, em Cascavel, o ACP perca ou apenas empate com a Serpente no fechamento da fase. Todos os caminhos, portanto, indicam para a classificação do time de Fernando Marchiori. Em tese.

No Grupo A segue o imbróglio. O Grêmio Maringá S/S insiste na media cautelar que impetrou requerendo que a Portuguesa perca quatro pontos por suposta escalação irregular de jogador em partida da primeira rodada da fase de classificação. O Alvinegro perdeu as duas investidas que fez no TJD-PR, mas recorreu ao STJD. A chave tem Operário, Francisco Beltrão, Iraty e Portuguesa como classificados e com seus times inativos por conta do impasse.

Grupo B

CLASSIFICAÇÃO    P    J    V    E    D    SG

1 Maringá FC             10    4    3    1    0    5

2 Paranavaí                8    4    2    2    0    2

3 Cascavel CR           4    4    1    1    2    -2

4 Andraus Brasil     0    4     0    0    4    -5

Penúltima rodada

Domingo – 21/5

Grupo A

15h30 Iraty x Operário

15h30 Portuguesa x União

Última rodada

Domingo – 28/5

15h30 Andraus x Maringá FC

 

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Combinação para evitar o confronto entre Maringá FC e Operário

A rodada final da primeira fase da Divisão de Acesso do Campeonato Paranaense acontece neste domingo com praticamente tudo definido. Há duas questões em jogo. Saber quais as duas equipes que caem para a Terceira Divisão em 2018 e como será configurada a segunda fase, com a formação dos grupos para os quadrangulares semifinais.

Na definição das chaves que vão disputar os quadrangulares

a preocupação é dos dois principais candidatos ao acesso, Operário e Maringá FC. O time de Ponta Grossa é o primeiro colocado e precisa manter essa condição para evitar ficar na mesma chave dos maringaenses. Terá, então, que pelo menos empatar em casa com o Paranavaí, o segundo colocado. No caso de derrota, o Fantasma cai para a segunda colocação (o ACP será o líder) e nesse caso ficará no mesmo grupamento que os maringaenses. O Maringá FC, que está em terceiro, dificilmente perderá essa posição. Só cai para o quarto lugar se for derrotado pelo Iraty com diferença de nove gols. Os grupos serão montados com o seguinte critério: Grupo A – 1º, 4º, 5º e 8º; Grupo B – 2º, 3º, 6º e 7º. Os campeões de cada um dos grupos, que vão decidir o título da Segundona, estarão na Elite no ano que vem

Para evitar a vergonha do descenso a matemática é mais simples.Entrarão em campo com esse objetivo Grêmio Maringá e Andraus, no estádio Willie Davids. Para o Alvinegro basta um empate e estará entre os oito que vão à segunda fase. Ainda que perca poderá se classificar desde que a Portuguesa não supere o Cascavel em Londrina. O Apucarana Sports já está ‘degolado’.

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Justiça permite trabalho de treinadores não formados

O Conselho Regional de Educação Física perdeu nesta segunda-feira uma antiga batalha que travava no sentido de que o exercício da profissão de treinador de futebol fosse concedido apenas aos profissionais com diploma acadêmico. O Superior Tribunal de Justiça rejeitou por unanimidade a apelação do Cref-SP para uma ação que havia sido impetrada pelo Sindicato dos Treinadores Profissionais de São Paulo que pediu (e conseguiu) liberar a atividade para ex-jogadores ou pessoas que sejam reconhecidas com a qualificação para trabalhar na área.

De acordo com o sindicato, o conselho exigia de maneira indevida a inscrição dos treinadores para exercer regularmente a profissão. Segundo o ministro relator, Herman Benjamin, a expressão “preferencialmente”,

encontrada no artigo 3º da Lei 8.650/93, mostra que há prioridade para os que possuem diploma em educação física para serem treinadores, mas que isso não proíbe àqueles que não são formados de exercerem de trabalhar em clubes, escolinhas de futebol ou associações que mantenham a modalidade. Desta forma

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Decisão do STJD embaraça o Paranaense

Na tarde desta quinta-feira o Superior Tribunal de Justiça Desportiva reformou a decisão do Tribunal de Justiça Desportiva do Paraná no caso Geterson. Deu, portanto perda de causa para o J. Malucelli e se estabeleceu a ‘esculhambação’ no Campeonato Paranaense. A corte suprema do futebol no País considerou irregular a participação do atacante nas três primeiras rodadas do Estadual, por conta da ausência do nome dele no ‘constitucional’ Boletim Informativo Diário. Isso é óbvio, para os que têm bom senso, menos para o tribunal paranaense que puniu o time da capital num primeiro julgamento e, após recurso, mudou a decisão de forma absurdamente estranha.

Fica como o campeonato? Prepara-se para não entender.

O J. Malucelli perde 16 pontos e está rebaixado para a Divisão de Acesso em 2018. Mas o clube está nas quartas de final do Paranaense e fez, inclusive, o primeiro jogo dos playoffs com o Londrina (ganhou por 1 a 3). O que fazer? Cancela-se essa partida, coloca-se o Rio Branco de Paranaguá como adversário do Londrina e o Toledo não está mais rebaixado, decreta o STJD.

Os iniciados observariam que o cruzamento teria que ser totalmente modificado, o que implicaria em alteração dos demais ‘mata-matas’ e a anulação, em consequência de outros três cruzamentos. Mas isso não vai acontecer pois que o STJD decretou apenas a alteração envolvendo o adversário do Londrina. Assim, o que muda é um jogo de ida entre Londrina e Rio Branco acontece neste sábado e a vaga na semifinal (as outras sairão de Paraná Clube x Atlético, Cianorte x Prudentópolis e Coritiba x Cascavel) ficará pendente até o jogo da volta, provavelmente no meio da próxima semana. O regulamento da competição, neste caso, por culpa da imperícia da FPF, está sendo simplesmente ignorado, fato que nos autoriza a projetar que o STJD vai se deparar mais uma vez com ‘probleminhas’ do futebol paranaense.

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Grêmio fica no empate; ACP vence de virada

Jogando na tarde desta quarta-feira em Irati, no Estádio Emílio Gomes, o Grêmio Maringá empatou sem gol com o Iraty pela segunda rodada do Campeonato Paranaense da Divisão de Acesso. Foi o primeiro ponto do Alvinegro que na estreia perdeu por 3 a 0 para o CR Cascavel.

A partida foi equilibrada com chances de gols de ambos os lados na primeira etapa. No segundo tempo os donos da casa exerceram pressão maior e perderam a chance de vencer o confronto quando, aos 30 minutos, Rodolfo desperdiçou gol feito, de frente para o goleiro, chutando por cima do travessão.

O Grêmio Maringá, sob comando do técnico Tupãzinho jogou com Rodrigo Café; Igor, Rodrigo, Caio e Fabão; Dunga, Salmo (Pedro) e Lucas Matheus; Leadro (Thalisson) e Alan (Giovanni). O time maringaense joga diante do Operário de Ponta Grossano próximo domingo, às 15h30, no Estádio Willie Davids. O Iraty sai para enfrentar ao Apucarana.

ACP vence

Jogando na tarde de ontem em Irati, no Estádio Emílio Gomes, o Grêmio Maringá empatou sem gol com o Iraty pela segunda rodada do Campeonato Paranaense da Divisão de Acesso. Foi o primeiro ponto do Alvinegro que na estreia perdeu por 3 a 0 para o CR Cascavel.

A partida foi equilibrada com chances de gols de ambos os lados na primeira etapa. No segundo tempo os donos da casa exerceram pressão maior e perderam a chance de vencer o confronto quando, aos 30 minutos, Rodolfo desperdiçou gol feito, de frente para o goleiro, chutando por cima do travessão.

O Grêmio Maringá, sob comando do técnico Tupãzinho jogou com Rodrigo Café; Igor, Rodrigo, Caio e Fabão; Dunga, Salmo (Pedro) e Lucas Matheus; Leadro (Thalisson) e Alan (Giovanni). O time maringaense joga diante do Operário de Ponta Grossano próximo domingo, às 15h30, no Estádio Willie Davids. O Iraty sai para enfrentar ao Apucarana.

ACP vence

Por ter perdido o mando de jogo no ano passado, o Paranavaí recebeu na tarde de ontem a visita do Apucarana Sports no Estádio ABC, em Foz do Iguaçu. E a equipe comandada pelo técnico Rafael Andrade venceu de virada com todos os gols anotados na segunda etapa. Diego abriu o placar para os apucaranenses aos 10 minutos; Jefferson marcou duas vezes, aos 12 e 31 minutos, com João Vítor fechando a contagem aos 34: 3 a 1. ///

Por ter perdido o mando de jogo no ano passado, o Paranavaí recebeu na tarde de ontem a visita do Apucarana Sports no Estádio ABC, em Foz do Iguaçu. E a equipe comandada pelo técnico Rafael Andrade venceu de virada com todos os gols anotados na segunda etapa. Diego abriu o placar para os apucaranenses aos 10 minutos; Jefferson marcou duas vezes, aos 12 e 31 minutos, com João Vítor fechando a contagem aos 34: 3 a 1. ///

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As (más) reformas da Copa do Brasil

Não é segredo que o que há de pior no futebol brasileiro está nos bastidores. Dirigentes inaptos, mal-intencionados, não raro desprovidos de honestidade e quase sempre com o nível de inteligência abaixo do que se espera de quem milita com tão intensa paixão. Assim, o que se vê com frequência são desmandos resultando em agremiações enfraquecidas e jogos com os estádios desertos.

A besteira do momento é emblemática. A CBF, com aprovação dos clubes, arremessou a promissora Copa do Brasil para uma zona de grave risco; o chamado ‘jogo único’ nas duas primeiras fases estabelece perspectiva de um esvaziamento do torneio no que concerne à atração que esquipes tradicionais emprestam ao evento. Agremiações de peso visitam outras inexpressivas e, no caso de um ‘desastroso’ resultado, podem simplesmente ficarem de fora da sequência da competição. Assim, a menos que a lógica prevaleça (o que no futebol, sabemos, não é comum), poderemos ter uma terceira fase inchada de equipes ‘nanicas’. Sem a prerrogativa de reverter um eventual resultado negativo jogando em casa, os chamados times grandes caminham sobre o fio da navalha nesta ‘remodelada’ Copa do Brasil.

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Entenda por que tantos grêmios

Historicamente o futebol profissional de Maringá é dividido em fases. E elas são distintas, embora ancoradas numa denominação básica que é Grêmio. A Primeira Divisão do Campeonato Paranaense (fiquemos apenas em nível de elite da competição) teve em épocas diferentes três agremiações representando Maringá com a sigla GEM, o que não representa nenhuma ligação entre as instituições.

Primeiro definamos a expressão grêmio: na classe gramatical é um substantivo masculino que significa associação esportiva e recreativa. Logo, qualquer clube de qualquer modalidade pode se chamar grêmio e há no País milhares de exemplos.

O Grêmio Esportivo Maringá tem sua fundação em setembro de 1961. Foi campeão paranaense em 1963 e 1964, tendo conquistado em 1969 o torneio Robertinho, equivalente à segunda divisão nacional. Disputou de forma ininterrupta os estaduais até 1971. Neste ano, no dia 1º de agosto, fez sua última partida perdendo para o Jandaia no Willie Davids por 0 a 1.

Nos Estaduais de 1972 e 1973 representou Maringá na competição o azul e branco Maringá Esporte Clube.

Em 1974 surgiu o ‘segundo’ Grêmio. Esse, Grêmio de Esportes Maringá, teve seu ápice em 1977 quando foi campeão estadual ao superar o Coritiba na final com vitória em casa por 1 a 0 e empate (1 a 1) na capital. Essa agremiação, alvinegra como as anteriores, sobreviveu até 1996. Fez seu jogo final perdendo por 0 a 1 para o Londrina, numa partida disputada em Arapongas já que, com dívidas na FPF, não podia jogar no Estádio Willie Davids.

No biênio 1997/98, a Cidade Canção foi representada no Campeonato Paranaense pelo Maringá FC (não o atual) que tinha as cores verde (predominante), preta e branca. Era o Lobo, que sucumbiu com apenas dois anos de existência.

O ‘terceiro’ Grêmio, esse que existe até hoje, também alvinegro, surgiu em junho de 1998. Impedido de usar a mesma grafia do grêmio anterior (Grêmio de Esportes Maringá), passou a ser conhecido como Grêmio Maringá GEM. No mesmo ano disputou a Copa Paraná, competição da qual foi campeão no ano seguinte vencendo o Londrina na final por 2 a 1, no WD; em 2000 participou da Copa Sul-Minas (com o Coritiba, Juventude-RS e Cruzeiro).

Embora tivesse disputado um torneio nacional, o acesso à Primeira Divisão do Paranaense só aconteceu em 2001. Entre os grandes do Estado o time fez boa campanha em 2002 e no final da temporada foi vendido para o empresário Aurélio Almeida que teria pago o equivalente a R$ 190 mil para ter direitos sobre a marca Grêmio Maringá S/S. Ficou na primeira divisão até 2004 quando foi rebaixado e até hoje não conseguiu voltar.

A Cidade Canção retomou o cenário da Primeira Divisão em 2006 com o Galo (Grupo de Apoio Logístico Organizado) Maringá que se transformou em Adap/Galo nos anos de 2007 e 2008 e, sem ser rebaixado, desistiu do campeonato de 2009.

Então, a partir de 2010, começou a surgir o ‘quarto’ Grêmio, que seria o Grêmio Metropolitano Maringá. Mas, convencidos pelo bom senso, os dirigentes desistiram da ideia adotando a denominação de Maringá FC. O time disputou o Paranaense de 2014 (foi vice-campeão), foi até às quartas de final em 2015 (na duas vezes eliminado pelo Londrina nos pênaltis) e neste ano caiu de novo para a Segunda Divisão.

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Todos Chape: atitude do Nacional comove

Não há o que não seja comovente nessa triste questão envolvendo a tragédia com a delegação da Chapecoense. Mas a atitude do Nacional de Medellín é de levar às lágrimas. Leiam o comunicado do clube colombiano. “Por estarmos muito preocupados com a parte humana, pensamos no aspecto competitivo e queremos publicar este comunicado em que o Atlético Nacional convida a Conmebol a entregar o título da Copa Sul-Americana a Associação Chapecoense de Futebol como recompensa honorária a sua grande perda e homenagem póstuma às vítimas do fatal acidente que deixa nosso esporte de luto. De nossa parte, e para sempre, Chapecoense campeã da Copa Sul-Americana 2016”. Nos ensinam os irmãos de continente que a importância não está em jogar e sim nos que jogam.

Daí que

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Brasileirão: mata-matas nos pontos corridos

Na eterna discussão sobre pontos corridos e mata-matas, a atual edição do Campeonato Brasileiro se apresenta com uma singularidade. A competição na sua reta final está satisfazendo ‘ponto-corridistas’ e ‘mata-matistas’. Estes e aqueles têm motivos a sobrar para assistir os confrontos finais da principal competição do futebol no País com grande interesse. Observem a tabela e constatem que para o Palmeiras, o confronto deste domingo diante do Botafogo é um ‘matar ou morrer’. Existe uma possível combinação que pode fazer do Verdão campeão nacional com duas rodadas de antecedência. Basta que percam seus jogos Santos e Flamengo. O primeiro joga em BH diante do Cruzeiro e o Rubro-negro recebe o Coritiba no RJ.

Vencer, então, será para os esmeraldinos o ‘matar’ os concorrentes; já o contrário será levar agonia para os confrontos com Chapecoense, em casa, e Vitória, na Bahia, com possibilidades reais de ‘morrer’ no caso de tropeços. Sendo uma decisão para os palmeirenses, a rodada é também vital para santistas e flamenguistas.

Na parte intermediária da tabela igualmente existe, nesta 35ª rodada, jogos com esse peso. Do Botafogo, quinto colocado, até o Cruzeiro, 11º, todas as equipes entram em campo com chances reais de vaguinha na Pré-Libertadores. Vitória significa levar a esperança para as duas rodadas finais e o contrário, na maioria dos casos, pode representar a despedida de quaisquer pretensão.

Não é diferente na ponta vermelha da classificação onde apenas Santa Cruz e América-MG estão com o descenso definido para a Série B. Imaginem a tortura que serão os jogos de equipes que têm sob suas cabeças a ameaça de degola. Serão de choro, ranger de dentes e cheiro de enxofre os combates envolvendo Vitória, Figueirense, Sport, Internacional e até o Coritiba, que ainda convive com o risco da queda. Verdadeiros mata-matas em tempos de pontos corridos.

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Cancelamento dos JAPs é vitória das ocupações?

Um símbolo do calendário esportivo paranaense sofre duro baque por conta da ocupação de centenas de escolas públicas por todo o Estado. A Secretaria Estadual de Esportes confirmou o sumário cancelamento da edição 2016 dos Jogos Abertos do Paraná, fase final, que seria disputada em Guarapuava entre os dias 21 e 29 deste outubro.

Muitos dos atletas, se não todos, que representaram o Paraná na histórica Olimpíada do Rio de Janeiro, lapidaram suas habilidades em modalidades respectivas disputando esse evento. Frustram-se assim milhares de atletas que ao longo da temporada se prepararam para as disputas dessa que é uma das principais competições poliesportivas do Estado. A comunidade esportiva perde uma singular oportunidade de convívio com repasses e trocas de informações no saudável âmbito e estabelece-se um hiato na história desse evento. Culpa de quem? Do direito que a classe estudantil tem de reivindicar o que julga ser justo. Mas, desatenta, a categoria mira um alvo, não o acerta, e sente explodir no próprio peito o tiro disparado.

Favorecido pela ocasião, o governo poupa os recursos que seriam destinados à realização dos JAPs e simplesmente lava as mãos. Resta saber se os capitães do movimento consideram isso uma vitória.

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