Maringá FC estreia contra Rio Branco no WD

PARANAENSE 2019
Maringá FC estreia
contra Rio Bra nco
no Willie Davids
A Federação Paranaense de Futebol (FPF) divulgou no início da noite desta segunda-feira (19) a tabela de jogos do Campeonato Paranaense de 2019. O Maringá FC estreia em casa, no dia 20 de janeiro,diante do Rio Branco de Paranaguá. Em seguida o Tricolor sai para vistar o Coritiba. Os outros jogos em casa serão contra Paraná Clube e Cascavel FC. O time vai jogar em campos rivais contra Cianorte e Cascavel CR, nesta primeira fase de turno único. No grupo do MFC estão Atlético-PR, Londrina, Operário, Foz do Iguaçu, e Toledo; o outro tem. Na segunda fase as equipes se enfrentam dentro da chave . Veja os jogos:

 

Primeira Taça – Barcímio Sicupira Júnior

1ª Rodada – 19/01/2019 e 20/01/2019 – sábado e domingo

  • Atlético-PR x Cascavel CR
  • Foz do Iguaçu x Coritiba
  • Cascavel FC x Toledo
  • Paraná x Operário-PR
  • Cianorte x Londrina
  • Maringá x Rio Branco-PR

2ª Rodada – 23/01/2019 e 24/01/2019 – quarta e quinta

  • Cascavel FC x Atlético-PR
  • Cianorte x Operário-PR
  • Toledo x Rio Branco-PR
  • Coritiba x Maringá
  • Paraná x Foz do Iguaçu
  • Cascavel CR x Londrina

3ª Rodada – 27/01/2019 – domingo

  • Maringá x Paraná
  • Operário-PR x Cascavel CR
  • Rio Branco-PR x Atlético-PR
  • Coritiba x Toledo
  • Foz do Iguaçu x Cianorte
  • Londrina x Cascavel FC

4ª Rodada – 30/01/2019 – quarta-feira

  • Operário-PR x Cascavel FC
  • Atlético-PR x Coritiba
  • Toledo x Paraná
  • Cianorte x Maringá
  • Foz do Iguaçu x Cascavel CR
  • Londrina x Rio Branco-PR

5ª Rodada – 02/02/2019 e 03/02/2019 – sábado e domingo

  • Paraná x Atlético-PR
  • Cascavel FC x Foz do Iguaçu
  • Toledo x Cianorte
  • Cascavel CR x Maringá
  • Rio Branco-PR x Operário-PR
  • Coritiba x Londrina

6ª Rodada – 10/02/2019 – domingo

  • Londrina x Paraná
  • Atlético-PR x Cianorte
  • Cascavel CR x Toledo
  • Maringá x Cascavel FC
  • Rio Branco-PR x Foz do Iguaçu
  • Operário-PR x Coritiba

Semifinal da 1ª Taça

  • Jogo Único – 17/02/2019 – domingo – 1º colocado A x 2º colocado A
  • Jogo Único – 17/02/2019 – domingo – 1º colocado B x 2º colocado B

Final da 1ª Taça

  • Jogo Único – 24/02/2019 – domingo – Vencedor C ou D x Vencedor D ou C

2ª Taça – Dirceu Krüger

1ª Rodada – 02/03/2019, 09/03/2019 e 10/03/2019 – sábado, sábado e domingo

  • Operário-PR x Londrina
  • Atlético-PR x Toledo
  • Foz do Iguaçu x Maringá
  • Paraná x Cascavel FC
  • Cianorte x Coritiba
  • Cascavel CR x Rio Branco-PR

2ª Rodada – 17/03/2019 – domingo

  • Maringá x Atlético-PR
  • Toledo x Operário-PR
  • Londrina x Foz do Iguaçu
  • Coritiba x Cascavel FC
  • Rio Branco-PR x Paraná
  • Cianorte x Cascavel CR

3ª Rodada – 20/03/2019 e 21/03/2019 – quarta e quinta-feira

  • Maringá x Londrina
  • Foz do Iguaçu x Toledo
  • Paraná x Cianorte
  • Cascavel CR x Coritiba
  • Cascavel FC x Rio Branco-PR
  • Atlético-PR x Operário-PR

4ª Rodada – 23/03/2019 e 24/03/2019 – sábado e domingo

  • Paraná x Cascavel CR
  • Operário-PR x Maringá
  • Toledo x Londrina
  • Coritiba x Rio Branco-PR
  • Cianorte x Cascavel FC
  • Atlético-PR x Foz do Iguaçu

5ª Rodada – 31/03/2019 – domingo

  • Maringá x Toledo
  • Londrina x Atlético-PR
  • Foz do Iguaçu x Operário-PR
  • Coritiba x Paraná
  • Cascavel FC x Cascavel CR
  • Rio Branco-PR x Cianorte

Semifinal da 2ª Taça

  • Jogo Único – 03/04/2019 – quarta – 1ª colocado A x 2º colocado B
  • Jogo Único – 03/04/2019 – quarta – 1ª colocado B x 2º colocado A

Final da 2ª Taça

  • Jogo Único – 07/04/2019 – domingo – Vencedor C ou D x Vencedor D ou C

Final do Campeonato

  • Jogo de ida – 14/04/2019 – domingo – campeão 1ª Taça ou 2ª Taça x Campeão 2ª Taça ou 1ª Taça
  • Jogo de volta – 21/04/2019 – domingo – campeão 2ª Taça ou 1ª Taça x Campeão 1ª Taça ou 2ª Taça

 

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Terceirona começa em ‘pequeno’ estilo

A Terceira Divisão do Campeonato Paranaense começou no final de semana evidenciado os problemas que as equipes vão enfrentar na temporada. O Grêmio Maringá foi a Campo Largo vencer o Grecal, por 0 a 2, com apenas 14 jogadores inscritos do BID da CBF. Dois eram goleiros. Logo, o técnico Gerson Lente pode fazer apenas uma substituição ao longo do jogo. Isso seria um problema se o adversário não tivesse problemas ainda maiores: os donos da casa só conseguiram registrar 10 jogadores. Então, entraram em campo com um homem a menos; na segunda etapa tiveram, aos 11 minutos, expulsão do zagueiro Rafael. Jogaram o restante te da partida com 9 atletas. O público total foi de 70 pessoas.

Os times: Grecal – Lima; Iury, Diego, Rafael e Matheus do Ó; Krisman, Heros, Lucca e Willian; Matheus Lima e …mais ninguém. Técnico: Danilo Fiuza.

Grêmio Maringá – Rudi; Rigoni, Cão, Everson e Gabriel; Renan Camponez, Lucas, Gilberto e Célio (Marcos Roberto); Vagner e Wellington Renan. Técnico: Gerson Lente.

O Alvinegro folga na próxima rodada e seu próximo compromisso será no domingo seguinte, como mandante, diante do Verê. O local da partida não foi confirmado, já que o Willie Davids, passando por reformas, não está disponível.

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Coxa dispensa técnico no vestiário

Ficar no empate sem gol com o lanterna do Campeonato Brasileiro em casa foi fatal para o técnico Eduardo Baptista. O treinador do Coribiba perdeu o emprego nos vestiários do Couto Pereira na madrugada deste sábado quando seus comandados não conseguiram passar pelo Sampaio Corrêa em jogo da 20ª rodada da competição.

O resultado arremessou o Alviverde (que tinha chances de chegar ao G4, no caso de vitória), para a 10ª posição classificação, com 29 pontos.

No comunicado lacônico que a diretoria coxa branca distribuiu, ninguém apareceu para entrevistas, foi anunciado que Tcheco e Márcio Goiano assumem interinamente o comando técnico da equipe que no sábado vai enfrentar o Atlético-GO, em Goiânia.

Também foram demitidos o auxiliar técnico de Baptista, Gustavo Bueno, o executivo de futebol, Augusto de Oliveira, e o gerente de futebol, Pereira, ex-zagueiro do próprio clube.

Desde meados de abril no comando da equipe, Eduardo Baptista, que tinha sido demitido da Ponte Preta, pegou o time na oitava colocação, com seis pontos. Perdeu duas posições no período, após 18 partidas, com seis vitórias, oito empates e quatro derrotas. O aproveitamento foi 48,1%, com 21 gols marcados e 18 sofridos.

Quem também não se deu bem na sexta-feira foi o Londrina. Estreando o técnico Roberto Fonseca, o Tubarão foi a Varginha perder para o Boa Esporte por 1 a 0, com gol anotado aos 45 minutos da segunda etapa. O LEC continua na zona de degola com 21 pontos.

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Um Tite não é Umtiti

A França está na final da Copa do Mundo na Rússia por ter Umtiti; o Brasil não, por ter Um Tite. Mestre na condução da palavra, hipérbole no louvor de coisas que todos veem não merece louvor algum, o técnico da seleção brasileira está sendo estranhamente poupado do fracasso que o selecionado brasileiro experimentou nesta edição do Mundial. Não merece. Antes, é digno das mesmas execrações que foram destinadas a Felipão e Dunga, antecessores dele.

Nos casos dos dois também gaúchos, as diretrizes eram as mesmas seguidas pelo atual comandante que, parece ser consenso, vai continuar com o leme da nau do futebol brasileiro. Convocar jogadores por conveniências mercantis foi prática comum dos três treinadores, seguindo a cartilha dos ‘mercadores’ da CBF.

É inconcebível um país com as tradições que tem o Brasil em Copas do Mundo, ir para as disputas do principal torneio da modalidade no planeta com elenco constituído por taysons, freds, fagneres, paulinhos, renatos augustos e outros nomes. Ao longo da preparação, e na trajetória do inexpressivo torneio das Eliminatórias Sul-Americanas, é até difícil listar os jogadores medíocres que foram convocados para usar a camisa verde-amarela. Um tal de Smile foi convocado!

As justificadas eram risíveis: ‘está fazendo um puta campeonato ucraniano!”; ‘na China ele arrebenta!’; ‘é reserva no Barcelona, mas quando entra acaba com o jogo!”. Ora, os campeonatos da Ucrânia e da China têm nível técnico bem abaixo do Catarinense e ser reserva num grande da Europa é indicativo de que ao cara falta talento. Em verdade os chamamentos buscavam favorecer interesses de empresários criminosamente ligados aos dirigentes cebeefianos.

É preciso estancar esse estranho ritual de preterir bons jogadores que atuam no País, em favor de outros que ficam com as vagas apenas por estarem no exterior sob o manto de influentes empresas.

Por isso perdemos a Copa. Por sorte nas quartas, diante da Bélgica. Tivéssemos passado, contra a França de Umtiti os brasileiros de Tite certamente dariam vexame parecido com o de 2014.

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Uruguai ou França, tanto faz

Dos cruzamentos prováveis que terá o Brasil, desde que supere a Bélgica, na fase de semifinais, Uruguai e França têm o mesmo peso no que concerne a serem algozes do selecionado nacional. Por ‘qualidade’ o trauma com os Sul-Americanos é mais dolorido. Não fosse o 1 a 7 da Copa passada diante da Alemanha, a derrota mais contundente do futebol nacional seria o ‘maracanazo’ de 1950 quando, na final da Copa no Brasil, os da casa perderam por 2 a 1 para a esquadra celeste então capitaneada por Obdúlio Varela. No então maior estádio do Mundo ‘ouviu-se’ um silêncio de 200 mil pessoas.

Noutros combates os brasileiros se vingaram homeopaticamente em competições menos expressivas — Eliminatórias e Copa América — chegando a uma supremacia incontestável. Por Copa do Mundo o duelo único, depois da tragédia, foi em 1970: 3 a 1 ‘pra nóis’. O Brasil tem cinco títulos e o Uruguai e bicampeão mundial (1930/50); em Olimpíadas a Celeste venceu duas vezes (1924/28) e o Brasil uma (2016).

Por quantidade de vezes o entrave é com a França: a seleção brasileira caiu diante dos azuis em três oportunidades, das quatro em que se enfrentaram. O único triunfo brasileiro foi na semi de 1958 quando o jovem Pelé marcou três gols; depois foram fracassos em 1986, nos pênaltis (Sócrates e Júlio César desperdiçaram cobranças); 1998, na final em que o Fenômeno ‘amarelou’ (3 a 0); e 2006, nas quartas de final, derrota por 1 a 0 com gol de Thierry Henry marcando o tento enquanto Roberto Carlos ‘ajeitava’ os meiões.

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Os ‘pés vermelhos’ de Tite na Rússia

É seleta a lista de paranaenses que ostentaram a condição de titulares na seleção brasileira em disputas de Copa do Mundo. Para esta Copa da Rússia, lá esteve na estreia contra a Suíça o zagueiro Miranda, de 33 anos.

O jogador é natural de Paranavaí, mas não jogou pelo time da cidade, o tradicional ACP. Encaminhado ainda adolescente ao Coritiba, frequentou as categorias de base do clube e se profissionalizou em 2004. Pelo Alviverde disputou 57 partidas e em 2005 se transferiu para Sochaux-FRA. Depois teve passagens pelo São Paulo e Atlético de Madrid. Atualmente, é titular Internazionale de Milão.

No atual grupo é um dos jogadores que por mais vezes foram lembrados por Tite, atrás apenas do meia Willian.

Fernandinho, de 33 anos nasceu na cidade de Londrina. Mas, como Miranda, também não defendeu o time principal da cidade, o Londrina Esporte Clube. Foi forjado na base do PSTC e ao 14 anos se transferiu para o Atlético Paranaense. No time da Baixada, como profissional, atuou por 83 jogos no período entre 2003 e 2005. Teve passagem pelo Shakthar Donetsk da Ucrânia e atualmente defende Manchester City do técnico Pep Guardiola.

Na história de Copas anteriores, num dos destaque que nasceram no Estado foi o volante Kleberson, titular no selecionado que em 2002 conquistou o pentacampeonato. Nascido em Uraí, o volante teve trajetória bem parecida com a de Fernandinho a partir do PSTC. Foi para a base do Atlético-PR, lá também se profissionalizou e depois defendeu Manchester United, Flamengo e clubes dos Estados Unidos.

O mais assíduo foi o meia Dirceu, nascido em Curitiba, formado pelo Coritiba e com passagens por Botafogo, Fluminense, Vasco, Atlético de Madrid e Verona. Foi titular nas Copas de 1974 e 1978; em 1982 esteve entre os convocados de Telê Santana, mas jogou apenas o primeiro tempo contra a Rússia. Estaria na Copa de 1986, não fosse uma lesão adquirida durante treinamento ao se chocar com o goleiro Paulo Vítor que acabou resultado em corte, substituído pelo são-paulino Edivaldo

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Ao Maringá FC faltou ‘matar o jogo’

Em partida na qual Paulinho Moccelin foi o grande destaque, o Maringá FC ficou no empate diante do Caxias, no domingo, por 1 a 1, e permitiu ao adversário levar a decisão da vaga à terceira fase do Brasileiro da Série D para a Serra Gaúcha. Foi um bom jogo, com movimentação intensa nas duas etapas e emoção de sobra para o público razoável que compareceu ao Willie Davids (1.767 pessoas no total).

Ficou evidente que o MFC tem elenco para bater de frente com o time gaúcho e trazer do Rio Grande a classificação. Não será, é claro, fácil, mas é possível. Corrigir uma deficiência que permeou o time também na fase classificatória é imprescindível: perder em demasia chances de fazer gols. Vi o jogo ao lado de um simpático e apaixonado torcedor que usou por, no mínimo, cinco vezes, a expressão proferida da forma mais enfática “mata o jogo pelamordeDeus!!!”

Os times eram iguais no desenrolar do confronto com eficiências em pontos extremos. O Tricolor com mais posse de bola, criando chances de abrir o placar e parecendo ‘dono do jogo’; os caxienses seguros na marcação, organizados taticamente, cometendo poucos erros e perigosos nos contragolpes.

É possível que esses comportamentos sejam repetidos na partida de volta no próximo domingo no Estádio Centanário, em Caxias do Sul, com as posições invertidas. Lá, é certo, os grenás é que serão mais ofensivos. Vai daí, que os maringaenses têm chances, jogando fechadinhos, de encontrar o momento de “matar o jogo pelamordeDeus!!!”

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Classificação heroica do Maringá FC

O Maringá FC tirou à fórceps a classificação para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Não será exagero adjetivar como heroica a conquista do Tricolor se levarmos em conta o empate em 1 a 1 com a Caldense nas Minas Gerais, com um jogador a menos desde os 14 minutos da segunda etapa. É resultado do sério trabalho que o grupo capitaneado pelo treinador Fernando Marchiori desenvolveu no projeto de ascender com a equipe para a terceira divisão nacional.

Etapa vencida de uma guerra que continua. À frente o Caxias, do Rio Grande do Sul. Não é pouco adversário, mas o time da Cidade Canção tem condições de avançar. O retrospecto recente favorece o pessoal dos Pampas. O time Grená é dos poucos invictos da competição e se classificou no seu grupo com cinco vitórias, em seis possíveis, e um empate. Porém, para os pessimistas de plantão, a reflexão seguinte: na fase anterior, a distribuição do chaveamento não permite uma dimensão exata das forças. Significa que pode ser maior o grau de dificuldade para se chegar em segundo no grupo que ser o primeiro em outro.

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Brasil na Copa: favorito não, mas com chances

Inegável que no âmago do torcedor mais apaixonado pela seleção (e nem são tantos assim) existe um temor de que o time brasileiro repita o vexame proporcionado em 2014 quando, nas semifinais, foi massacrado pelos alemães no fatídico 1 a 7. Mas são remotas as chances daquilo reacontecer.

O Brasil não vai a Rússia com o favoritismo que tinha na bagagem em outras Copas, mas suas possibilidades não diferem das grandes escolas mundiais como Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica e até Argentina.

Entre os relacionados por Tite há nomes sem perfil de jogadores de Mundial (Fagner, Taíson, Fred, Cássio, por exemplo), mas são peças que jamais serão usadas e compõem o grupo apenas por interesse mercantil de empresários mancomunados com dirigentes da CBF ou ‘amigos pessoais’ do treinador.

Em favor do Escrete Canarinho o fato de que o grupo tem uma inquestionável harmonia adquirida ao longo das Eliminatórias. O treinador quase nunca fugiu da formação por ele considerada titular. Convocou ‘trocentos’ nomes por conveniências mercantis, mas jogaram sempre os 11 que todo o País tem na ponta da língua. Têm o chamado entrosamento.

Acima da média só o Neymar e, vá, o lateral Marcelo. Os demais são jogadores experientes, maturados no futebol europeu e que podem sim, chegar em primeiro no torneio.

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As possibilidades matemáticas do Maringá FC

Há uma natural curiosidade em relação às chances do Maringá FC se classificar à segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D após o confronto do próximo domingo, às 18h, diante da Caldense, em Poços de Caldas. São várias as possibilidades.

Vencendo por qualquer placar terá a vaga garantida com 11 pontos independentemente de outros resultados. No caso de empatar o confronto, o time vai a nove pontos e assegura o primeiro lugar se o Madureira vencer o Linense, no interior paulista; será o segundo colocado da chave se o time de Lins não perder e neste caso precisa estar entre os 15 melhores segundos colocados.

Perdendo o jogo por 1 a 0, pode se classificar em segundo lugar na chave, deste que no grupo aconteça empate entre Madureira e Linense. Perdendo por 2 a 0 ou mais ficará sem chances. Lembrando que a qualificação dependerá de estar entre os 15 com melhores desempenhos entre os segundos colocados.

Atualmente com oito pontos, o MFC está na frente de seis equipes, se iguala a quatro delas e acima dele existem quatro times, entre os vice-líderes de grupos.

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