Mês: junho 2014



O ‘compadrismo’ alemão que não fez nenhum mal

 

 

Na vitória da Alemanha nesta quinta-feira sobre os Estados Unidos, antes da bola rolar, a tensão era em torno da circunstância que envolvia o confronto. Um empate classificaria os dois selecionados em detrimento de Portugal que tinha chance de vaga, desde que desbastasse o mau saldo de gols que acumulava desde a goleada sofrida exatamente diante dos alemães na abertura do torneio por 4 a0. Falou-se em honradez germânica que deveria ser explicitada com um jogo disputado de forma normal onde os dois times buscassem a vitória com todas as suas possibilidades.

Nos discurso de Joachin Low, comandante alemão, e do também alemão Klismann, que capitaneia a esquadra norte-americana, estava contida essa intenção. Rolou a bola e o que se viu foi um jogo com cuidados velados para que o frigir dos ovos não resultasse em ninguém voltando para a casa com eventual benefício aos portugueses.

Certo é que Portugal não se ajudou e de nenhuma forma conquistaria a classificação, que em verdade não mereceu, por vencer a modesta Gana de forma tão mirrada. Mas que a conveniência foi praticada pelos colegas alemães, lá isso foi. Como qualquer outro ser humano faria pois o corporativismo é inerente das criaturas humanas.

A seleção da Alemanha, na avaliação deste escriba é grande favorita para a condição de finalista (mais até que o Brasil) é infinitamente melhor que a equipe ianque. Agrupa sete jogadores do Bayer de Munich e seis doBorussia, apenas os finalistas da Champions League de 2013 com o primeiro campeão e que neste 2014 também fizeram significativas campanhas na glamourosa competição. Logo, se não ‘ tirasse o pé’ como fez, a Alemanha poderia ter feito muito mais que o 1 a 0 que ficou no placar após os 90 minutos. Então, sem ter sido de forma descarada, os alemães praticaram sim o ‘compadrismo’. Duvido (e o dó) que se os lusitanos lá no jogo deles tivessem competência para um placar mais contundente que lhes garantisse a classificação no critério saldo de gols, que o resultado fosse diferente de empate entre os técnicos confrades. Afinal, Low e Klismann são vizinhos de quintal, se aquecem na mesma sauna e seus filhos vão juntos para a escola. Não conheço quem faria de forma diferente, mas que houve falcatrua. (ainda que sem prejuízo a ninguém) nesse jogo, houve.

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Maringá FC na trilha certa para o Brasileiro da Série D

 A máxima de que se aprende com os erros é insofismável, menos, porém, que uma outra que podemos inventar com base nela que é: ‘repetir os acertos é indicador de sabedoria’. Quando montou a equipe para o Estadual da Primeira Divisão deste 2014 – no qual fez brilhante campanha e só não ficou com o título por lhe ter faltado sorte maior, diretoria e comissão técnica do Maringá FC fizeram as chamadas contratações a dedo. Todos os jogadores que foram atraídos para o elenco tinham retrospecto que os recomendavam. Não eram conhecidos, figurões, nem estavam no planos de grandes clubes brasileiros, mas em seus respectivos históricos detectava-se eficiência. Eram titulares de onde estavam vindos.

Também foi acertada, comprovou-se, a manutenção da comissão técnica e a renovação com boa parte do elenco da conquista da Divisão de Acesso.

Há indicativo de que a mesma prática será adotada na montagem (ou reformulação) do elenco para as disputas em busca de vaga na terceira divisão nacional. A começar pela permanência de Claudemir Sturion e seus pares. Dos nomes anunciados, todos tiveram algum tipo de destaque em suas equipes anteriores. No caso dos quatro jogadores que estão vindo do Arapongas, exceto o goleiro, os demais eram frequentadores da equipe titular.

Os reforços até agora são: o goleiro Daniel Oliveira (ex-Arapongas); o zagueiro Gustavo (ex-Marcílio Dias – SC); os laterais-direitos Thiago Gasparino (ex-Monte Azul – SP) e Paulinho (ex-Metropolitano – SC); o volante Eurico (ex-Brusque – SC); os meio-campistas Gabriel Pimba, Rafael Mineiro e Ruy (todos ex-jogadores do Arapongas); e os atacantes Baiano (ex-J.Malucelli) e Tardelli (ex-Caldense-MG).

 

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Maringá FC trilha no caminho certo

 

A máxima de que se aprende com os erros é insofismável, menos, porém, que uma outra que podemos inventar com base nela que é: ‘repetir os acertos é indicador de sabedoria’. Quando montou a equipe para o Estadual da Primeira Divisão deste 2014 – no qual fez brilhante campanha e só não ficou com o título por lhe ter faltado sorte maior, diretoria e comissão técnica do Maringá FC fizeram as chamadas contratações a dedo. Todos os jogadores que foram atraídos para o elenco tinham retrospecto que os recomendavam. Não eram conhecidos, figurões, nem estavam no planos de grandes clubes brasileiros, mas em seus respectivos históricos detectava-se eficiência. Eram titulares de onde estavam vindos.

Também foi acertada, comprovou-se, a manutenção da comissão técnica e a renovação com boa parte do elenco da conquista da Divisão de Acesso.

Há indicativo de que a mesma prática será adotada na montagem (ou reformulação) do elenco para as disputas em busca de vaga na terceira divisão nacional. A começar pela permanência de Claudemir Sturion e seus pares. Dos nomes anunciados, todos tiveram algum tipo de destaque em suas equipes anteriores. No caso dos quatro jogadores que estão vindo do Arapongas, exceto o goleiro, os demais eram frequentadores da equipe titular.

Os reforços até agora são: o goleiro Daniel Oliveira (ex-Arapongas); o zagueiro Gustavo (ex-Marcílio Dias – SC); os laterais-direitos Thiago Gasparino (ex-Monte Azul – SP) e Paulinho (ex-Metropolitano – SC); o volante Eurico (ex-Brusque – SC); os meio-campistas Gabriel Pimba, Rafael Mineiro e Ruy (todos ex-jogadores do Arapongas); e os atacantes Baiano (ex-J.Malucelli) e Tardelli (ex-Caldense-MG).

 

A máxima de que se aprende com os erros é insofismável, menos, porém, que uma outra que podemos inventar com base nela que é: ‘repetir os acertos é indicador de sabedoria’. Quando montou a equipe para o Estadual da Primeira Divisão deste 2014 – no qual fez brilhante campanha e só não ficou com o título por lhe ter faltado sorte maior, diretoria e comissão técnica do Maringá FC fizeram as chamadas contratações a dedo. Todos os jogadores que foram atraídos para o elenco tinham retrospecto que os recomendavam. Não eram conhecidos, figurões, nem estavam no planos de grandes clubes brasileiros, mas em seus respectivos históricos detectava-se eficiência. Eram titulares de onde estavam vindos.

Também foi acertada, comprovou-se, a manutenção da comissão técnica e a renovação com boa parte do elenco da conquista da Divisão de Acesso.

Há indicativo de que a mesma prática será adotada na montagem (ou reformulação) do elenco para as disputas em busca de vaga na terceira divisão nacional. A começar pela permanência de Claudemir Sturion e seus pares. Dos nomes anunciados, todos tiveram algum tipo de destaque em suas equipes anteriores. No caso dos quatro jogadores que estão vindo do Arapongas, exceto o goleiro, os demais eram frequentadores da equipe titular.

Os reforços até agora são: o goleiro Daniel Oliveira (ex-Arapongas); o zagueiro Gustavo (ex-Marcílio Dias – SC); os laterais-direitos Thiago Gasparino (ex-Monte Azul – SP) e Paulinho (ex-Metropolitano – SC); o volante Eurico (ex-Brusque – SC); os meio-campistas Gabriel Pimba, Rafael Mineiro e Ruy (todos ex-jogadores do Arapongas); e os atacantes Baiano (ex-J.Malucelli) e Tardelli (ex-Caldense-MG).

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