Mês: maio 2018



Classificação heroica do Maringá FC

O Maringá FC tirou à fórceps a classificação para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Não será exagero adjetivar como heroica a conquista do Tricolor se levarmos em conta o empate em 1 a 1 com a Caldense nas Minas Gerais, com um jogador a menos desde os 14 minutos da segunda etapa. É resultado do sério trabalho que o grupo capitaneado pelo treinador Fernando Marchiori desenvolveu no projeto de ascender com a equipe para a terceira divisão nacional.

Etapa vencida de uma guerra que continua. À frente o Caxias, do Rio Grande do Sul. Não é pouco adversário, mas o time da Cidade Canção tem condições de avançar. O retrospecto recente favorece o pessoal dos Pampas. O time Grená é dos poucos invictos da competição e se classificou no seu grupo com cinco vitórias, em seis possíveis, e um empate. Porém, para os pessimistas de plantão, a reflexão seguinte: na fase anterior, a distribuição do chaveamento não permite uma dimensão exata das forças. Significa que pode ser maior o grau de dificuldade para se chegar em segundo no grupo que ser o primeiro em outro.

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Brasil na Copa: favorito não, mas com chances

Inegável que no âmago do torcedor mais apaixonado pela seleção (e nem são tantos assim) existe um temor de que o time brasileiro repita o vexame proporcionado em 2014 quando, nas semifinais, foi massacrado pelos alemães no fatídico 1 a 7. Mas são remotas as chances daquilo reacontecer.

O Brasil não vai a Rússia com o favoritismo que tinha na bagagem em outras Copas, mas suas possibilidades não diferem das grandes escolas mundiais como Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica e até Argentina.

Entre os relacionados por Tite há nomes sem perfil de jogadores de Mundial (Fagner, Taíson, Fred, Cássio, por exemplo), mas são peças que jamais serão usadas e compõem o grupo apenas por interesse mercantil de empresários mancomunados com dirigentes da CBF ou ‘amigos pessoais’ do treinador.

Em favor do Escrete Canarinho o fato de que o grupo tem uma inquestionável harmonia adquirida ao longo das Eliminatórias. O treinador quase nunca fugiu da formação por ele considerada titular. Convocou ‘trocentos’ nomes por conveniências mercantis, mas jogaram sempre os 11 que todo o País tem na ponta da língua. Têm o chamado entrosamento.

Acima da média só o Neymar e, vá, o lateral Marcelo. Os demais são jogadores experientes, maturados no futebol europeu e que podem sim, chegar em primeiro no torneio.

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As possibilidades matemáticas do Maringá FC

Há uma natural curiosidade em relação às chances do Maringá FC se classificar à segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D após o confronto do próximo domingo, às 18h, diante da Caldense, em Poços de Caldas. São várias as possibilidades.

Vencendo por qualquer placar terá a vaga garantida com 11 pontos independentemente de outros resultados. No caso de empatar o confronto, o time vai a nove pontos e assegura o primeiro lugar se o Madureira vencer o Linense, no interior paulista; será o segundo colocado da chave se o time de Lins não perder e neste caso precisa estar entre os 15 melhores segundos colocados.

Perdendo o jogo por 1 a 0, pode se classificar em segundo lugar na chave, deste que no grupo aconteça empate entre Madureira e Linense. Perdendo por 2 a 0 ou mais ficará sem chances. Lembrando que a qualificação dependerá de estar entre os 15 com melhores desempenhos entre os segundos colocados.

Atualmente com oito pontos, o MFC está na frente de seis equipes, se iguala a quatro delas e acima dele existem quatro times, entre os vice-líderes de grupos.

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MFC depende da própria força e da torcida

O Maringá FC começa decidir a sorte no Brasileiro da série D neste domingo, diante do Linense, às 16h, no William Davids. Depende da própria força.Um triunfo sobre o a equipe do interior paulista deixa o Tricolor com chaces reais de ser um dos 32 times que vão seguir (em mata-matas) na busca por uma das quatro vagas na terceira divisão nacional. Antes, no sábado, a Caldense visita o Madureira. No caso dos mineiros tropeçarem contra os cariocas, o Tricolor chega na rodada final, em Poços de Caldas, precisando de um empate para se garantir como, no mínimo, o segundo colocado da chave. É hora, então, de jogar com 12. Além aqueles que o técnico Marchiori escalar, será imprescindível o apoio do torcedor. O MFC provou até agora que tem elenco ao nível dos demais competidores na chave. Logo, com o fator torcida, a vitória fica mais à mão. Não é segredo que o rendimento de um grupo de jogadores com o estádio cheio amplia-se.

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