Brasil na Copa: favorito não, mas com chances

Inegável que no âmago do torcedor mais apaixonado pela seleção (e nem são tantos assim) existe um temor de que o time brasileiro repita o vexame proporcionado em 2014 quando, nas semifinais, foi massacrado pelos alemães no fatídico 1 a 7. Mas são remotas as chances daquilo reacontecer.

O Brasil não vai a Rússia com o favoritismo que tinha na bagagem em outras Copas, mas suas possibilidades não diferem das grandes escolas mundiais como Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica e até Argentina.

Entre os relacionados por Tite há nomes sem perfil de jogadores de Mundial (Fagner, Taíson, Fred, Cássio, por exemplo), mas são peças que jamais serão usadas e compõem o grupo apenas por interesse mercantil de empresários mancomunados com dirigentes da CBF ou ‘amigos pessoais’ do treinador.

Em favor do Escrete Canarinho o fato de que o grupo tem uma inquestionável harmonia adquirida ao longo das Eliminatórias. O treinador quase nunca fugiu da formação por ele considerada titular. Convocou ‘trocentos’ nomes por conveniências mercantis, mas jogaram sempre os 11 que todo o País tem na ponta da língua. Têm o chamado entrosamento.

Acima da média só o Neymar e, vá, o lateral Marcelo. Os demais são jogadores experientes, maturados no futebol europeu e que podem sim, chegar em primeiro no torneio.

Um comentário sobre “Brasil na Copa: favorito não, mas com chances

  1. fugengio 10 de julho de 2018 11:55

    Barbaridade, como voce não entende nada de futebol, Neycai, kkkkkk, que saudade fazem paulo Pucca, Osvaldo dos Santos.

Deixe um Comentário

Seu endereço de e-mail não será publicado.