Mês: junho 2018



Os ‘pés vermelhos’ de Tite na Rússia

É seleta a lista de paranaenses que ostentaram a condição de titulares na seleção brasileira em disputas de Copa do Mundo. Para esta Copa da Rússia, lá esteve na estreia contra a Suíça o zagueiro Miranda, de 33 anos.

O jogador é natural de Paranavaí, mas não jogou pelo time da cidade, o tradicional ACP. Encaminhado ainda adolescente ao Coritiba, frequentou as categorias de base do clube e se profissionalizou em 2004. Pelo Alviverde disputou 57 partidas e em 2005 se transferiu para Sochaux-FRA. Depois teve passagens pelo São Paulo e Atlético de Madrid. Atualmente, é titular Internazionale de Milão.

No atual grupo é um dos jogadores que por mais vezes foram lembrados por Tite, atrás apenas do meia Willian.

Fernandinho, de 33 anos nasceu na cidade de Londrina. Mas, como Miranda, também não defendeu o time principal da cidade, o Londrina Esporte Clube. Foi forjado na base do PSTC e ao 14 anos se transferiu para o Atlético Paranaense. No time da Baixada, como profissional, atuou por 83 jogos no período entre 2003 e 2005. Teve passagem pelo Shakthar Donetsk da Ucrânia e atualmente defende Manchester City do técnico Pep Guardiola.

Na história de Copas anteriores, num dos destaque que nasceram no Estado foi o volante Kleberson, titular no selecionado que em 2002 conquistou o pentacampeonato. Nascido em Uraí, o volante teve trajetória bem parecida com a de Fernandinho a partir do PSTC. Foi para a base do Atlético-PR, lá também se profissionalizou e depois defendeu Manchester United, Flamengo e clubes dos Estados Unidos.

O mais assíduo foi o meia Dirceu, nascido em Curitiba, formado pelo Coritiba e com passagens por Botafogo, Fluminense, Vasco, Atlético de Madrid e Verona. Foi titular nas Copas de 1974 e 1978; em 1982 esteve entre os convocados de Telê Santana, mas jogou apenas o primeiro tempo contra a Rússia. Estaria na Copa de 1986, não fosse uma lesão adquirida durante treinamento ao se chocar com o goleiro Paulo Vítor que acabou resultado em corte, substituído pelo são-paulino Edivaldo

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Ao Maringá FC faltou ‘matar o jogo’

Em partida na qual Paulinho Moccelin foi o grande destaque, o Maringá FC ficou no empate diante do Caxias, no domingo, por 1 a 1, e permitiu ao adversário levar a decisão da vaga à terceira fase do Brasileiro da Série D para a Serra Gaúcha. Foi um bom jogo, com movimentação intensa nas duas etapas e emoção de sobra para o público razoável que compareceu ao Willie Davids (1.767 pessoas no total).

Ficou evidente que o MFC tem elenco para bater de frente com o time gaúcho e trazer do Rio Grande a classificação. Não será, é claro, fácil, mas é possível. Corrigir uma deficiência que permeou o time também na fase classificatória é imprescindível: perder em demasia chances de fazer gols. Vi o jogo ao lado de um simpático e apaixonado torcedor que usou por, no mínimo, cinco vezes, a expressão proferida da forma mais enfática “mata o jogo pelamordeDeus!!!”

Os times eram iguais no desenrolar do confronto com eficiências em pontos extremos. O Tricolor com mais posse de bola, criando chances de abrir o placar e parecendo ‘dono do jogo’; os caxienses seguros na marcação, organizados taticamente, cometendo poucos erros e perigosos nos contragolpes.

É possível que esses comportamentos sejam repetidos na partida de volta no próximo domingo no Estádio Centanário, em Caxias do Sul, com as posições invertidas. Lá, é certo, os grenás é que serão mais ofensivos. Vai daí, que os maringaenses têm chances, jogando fechadinhos, de encontrar o momento de “matar o jogo pelamordeDeus!!!”

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