Ao Maringá FC faltou ‘matar o jogo’

Em partida na qual Paulinho Moccelin foi o grande destaque, o Maringá FC ficou no empate diante do Caxias, no domingo, por 1 a 1, e permitiu ao adversário levar a decisão da vaga à terceira fase do Brasileiro da Série D para a Serra Gaúcha. Foi um bom jogo, com movimentação intensa nas duas etapas e emoção de sobra para o público razoável que compareceu ao Willie Davids (1.767 pessoas no total).

Ficou evidente que o MFC tem elenco para bater de frente com o time gaúcho e trazer do Rio Grande a classificação. Não será, é claro, fácil, mas é possível. Corrigir uma deficiência que permeou o time também na fase classificatória é imprescindível: perder em demasia chances de fazer gols. Vi o jogo ao lado de um simpático e apaixonado torcedor que usou por, no mínimo, cinco vezes, a expressão proferida da forma mais enfática “mata o jogo pelamordeDeus!!!”

Os times eram iguais no desenrolar do confronto com eficiências em pontos extremos. O Tricolor com mais posse de bola, criando chances de abrir o placar e parecendo ‘dono do jogo’; os caxienses seguros na marcação, organizados taticamente, cometendo poucos erros e perigosos nos contragolpes.

É possível que esses comportamentos sejam repetidos na partida de volta no próximo domingo no Estádio Centanário, em Caxias do Sul, com as posições invertidas. Lá, é certo, os grenás é que serão mais ofensivos. Vai daí, que os maringaenses têm chances, jogando fechadinhos, de encontrar o momento de “matar o jogo pelamordeDeus!!!”

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