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MFC depende da própria força e da torcida

O Maringá FC começa decidir a sorte no Brasileiro da série D neste domingo, diante do Linense, às 16h, no William Davids. Depende da própria força.Um triunfo sobre o a equipe do interior paulista deixa o Tricolor com chaces reais de ser um dos 32 times que vão seguir (em mata-matas) na busca por uma das quatro vagas na terceira divisão nacional. Antes, no sábado, a Caldense visita o Madureira. No caso dos mineiros tropeçarem contra os cariocas, o Tricolor chega na rodada final, em Poços de Caldas, precisando de um empate para se garantir como, no mínimo, o segundo colocado da chave. É hora, então, de jogar com 12. Além aqueles que o técnico Marchiori escalar, será imprescindível o apoio do torcedor. O MFC provou até agora que tem elenco ao nível dos demais competidores na chave. Logo, com o fator torcida, a vitória fica mais à mão. Não é segredo que o rendimento de um grupo de jogadores com o estádio cheio amplia-se.

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A largada insossa do Brasileiro na Série D

A estatística da rodada inaugural do Brasileiro da Série D, no grupo do Maringá FC, adia para a próxima semana o início real da competição. Dentro da chave que promete equilíbrio, houve de fato equilíbrio. Ninguém ganhou, ninguém perdeu. Empate no WD entre MFC e Caldense (1 a 1) num confronto em que cada uma das equipes jogou um tempo. Iguaizinhas, iguaizinhas! Nas poucas virtudes e nos pontuais defeitos. Em Conselheiro Galvão, no Rio de Janeiro, pelo que informam as redes sociais dos que viram o jogo entre Madureira e Linense (0 a 0), o fato se repetiu.

Então, vamos esperar pala segunda volta. O reformulado time maringaense (convenhamos, melhorou em relação ao que terminou o Estadual), vai sair duas vezes para enfrentar Linense e Madureira, nos dois próximos sábados. Dependendo dos pontos que garimpar nesta excursão, poderá ficar em situação confortável para garantir a vaga como líder da chave. Ocorre que em seguida o time do técnico Fernando Marchiori terá esses dois adversários como rivais no WD. Depois, para fechar a fase, visitará o time de Poços de Caldas.Com empenho e um mínimo de sorte será, sim, possível passar para os mata-matas da segunda fase.

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Goleada histórica, mas missão cumprida

Nunca, desde a fundação do Maringá FC, em 2010, o time tinha sofrido tão humilhante derrota como a de domingo passado, ao cair frente o Atlético-PR, por 5 a 0 na Arena da Baixada. É certo que o Tricolor jogou diante da equipe com melhor desempenho na competição, teve um jogador expulso e não pode contar com quatro de seus titulares, mesmo assim foi de doer na alma da torcida tricolor. Serviu, a derrota, para a afirmação de que o técnico Fernando Marchiori acertava com o time titular que vinha mantendo. Quando ficou sem a formação que ele considera ideal o desastre se abateu sobre a equipe. Com um elenco de reconhecidas limitações — desde a montagem a própria diretoria alardeava que constituiu o time dentro das possibilidades orçamentárias – o MFC chegou até além do que se propunha. O objetivo de evitar o descenso, prioridade no discurso do coerente Fernando Marchiori, foi alcançado com algumas rodadas de antecedência; a vaga para a Série D (caso o time não suba para a C neste ano) está assegurada e são concretas as possibilidades do clube ficar entre os paranaenses que vão à Copa do Brasil em 2019. A distribuição das vagas será feita a partir da divulgação por parte da CBF do ranking nacional de clubes neste 2018 e os maringaenses apostam na quarta melhor campanha pelo Estadual para merecer estar entre os participantes. Convenhamos, foi melhor que a encomenda.

Classificação            P J V E D GP GC SG

1 Atlético-PR            25 11 7 4 0 18 4 14

2 Foz do Iguaçu       21 11 6 3 2 15 9 6

3 Paraná Clube        18 11 5 3 3 14 11 3

4 Maringá FC           17 11 5 2 4 14 10 4

5 Cianorte                 17 11 4 5 2 15 12 3

6 Coritiba                  14 11 4 2 5 11 13 -2

7 Londrina                14 11 3 5 3 14 12 2

8 Cascavel                 13 11 4 1 6 12 15 -3

9 Toledo                    13 11 3 4 4 9 12 -3

10 Rio Branco          10 11 2 4 5 16 28 -12

11 Francisco Beltrão 9 11 3 0 8 9 14 -5

12 Prudentópolis     8 11 1 5 5 8 15 -7

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Fernando Marchiori e as metas atingidas com o MFC

O Maringá FC, já abordamos neste espaço, vem ‘vencendo campeonatos’ gradualmente na atual temporada. Decorrência de acertos da diretoria no planejamento do clube. Entre as medidas acertadas, a contratação e manutenção do técnico Fernando Marchiori. Um profissional dos mais corretos, estudioso do futebol e coerente, coisa rara nesse meio onde existem muitos oportunistas e ‘enganadores’. O chefe da comissão técnica maringaense não se limita a escalar jogadores. Ele, desde que chegou, teve envolvimento na formação do elenco, detectou e se livrou de peças que eram nocivas ao grupo e foi sempre um exemplo de comprometimento com a agremiação. O resultado está na posição que o clube ocupa no Estado. Independentemente de chegar ou não à condição de finalista desta Taça Caio Junior, o Tricolor tem muito a comemorar: descartou a possibilidade de queda para a Segunda Divisão, medo maior da maioria (se não de todas) as equipes do interior a cada ano; assegurou a condição de disputar o Brasileiro da Série D em 2019 (isso se não ascender para a Série C neste ano) e tem matemáticas chances de ser um dos paranaenses na Copa do Brasil na próxima temporada. Convenhamos, não é pouca coisa.

COPA DO BRASIL

O Paraná tem direito a três vagas na Copa do Brasil em 2019. Todas serão definidas pela colocação na classificação geral do Campeonato Estadual. Fosse hoje, estariam credenciados para a competição o Coritiba (já é finalista por ter vencido a Taça Dionísio Filho), Atlético-PR e Foz do Iguaçu. Essa ordem muda no caso de um dos semifinalistas entre Maringá FC, Paraná Clube e Londrina, decidir o Estadual com o Coritiba. Isso acontecendo o Foz do Iguaçu perde a vaga.

Mas há possibilidade de o Estado ter número maior de participantes. No final deste ano, a CBF vai divulgar o seu ranking nacional. Os dez primeiros colocados têm vagas na Copa do Brasil, independente de colações nos estaduais. No caso de paranaenses se qualificarem nesta condição, o Estado poderá ter até cinco vagas, como aconteceu na atual temporada quando Coritiba, Atlético-PR, Paraná Clube, Londrina e Cianorte disputaram o torneio.

Esse critério da CBF para a destinação de vagas na Copa do Brasil, exclui os times que se garantirem via campeonatos estaduais; também são descartados os oito classificados para a Libertadores e os vencedores de torneios regionais, casos da Copa Verde e Copa do Nordeste, além do campeão da Série B. Neste 2017, por exemplo, o Londrina se classificou por esse critério sendo apenas o 45º no ranking nacional.

PARANAENSE – TAÇA CAIO JUNIOR

Quarta-feira – 21/3

Paraná Clube 1 x 0 Maringá FC

FC Cascavel 2 x 1 Coritiba

Cianorte 1 x 4 Foz do Iguaçu

Prudentópolis 3 x 1 Francisco Beltrão

Toledo 1 x 1 Atlético-PR

Londrina 4 x 1 Rio Branco

CLASSIFICAÇÃO                P    J    V    E    D    SG

Grupo A

1 Paraná Clube                13    5    4    1    0    6

2 Maringá FC                  9      5    3    0    2    4

3 Foz do Iguaçu              9      5    3    0    2    3

4 Cianorte                        7      5    2     1    2    0

5 FC Cascavel                 3       5    1    0    4    -6

6 Coritiba                        3       5     1   0    4    -7

Grupo B

1 Atlético-PR                  11      5      3     2    0     8

2 Londrina                      8       5     2     2     1     4

3 Toledo                          8       5       2     2     1     1

4 Francisco Beltrão       6       5      2     0     3     1

5 Prudentópolis             5       5       1     2     2    -1

6 Rio Branco                  3       5        1      0     4     -13

CLASSIFICAÇÃO GERAL   

1 Atlético-PR                 25       11       7       4       0       14

2 Foz do Iguaçu             21       11       6       3       2        6

5 Paraná Clube              18        11       5       3       3       3

3 Maringá FC                 17        11        5       2      4        4

4 Cianorte                      17        11        4         5     2        3

6 Coritiba                      14          11        4       2       5        -2

8 Londrina                     14         11        3        5      3          2

9 FC Cascavel                 13          11        4       1      6         -3

7 Toledo                         13             11         3        4       4       -3

10 Rio Branco                10           11          2          4          5       -12

11 Francisco Beltrão     9           11         3         0       8        -5

12 Prudentópolis          8             11            1      5       5       -7

REBAIXADOS

Francisco Beltrão e Prudentópolis

SEMIFINAIS

Domingo – 25/3

16h – Paraná Clube x Londrina

20h – Atlético-PR x Maringá FC

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Os ‘campeonatos’ do Maringá FC no Campeonato

Há, embutidos no Campeonato Paranaense, vários campeonatos. Vencê-los gradualmente é a missão de uma equipe que tem a proposta do Maringá FC que é chegar à condição intermediará entre os clubes do País. Posição que ocupa o Londrina, por exemplo: integrante da Série B nacional, frequentador assíduo da Copa do Brasil e merecedor de ‘convite’ para fazer parte da Primeira Liga (foi campeão, inclusive).

Pois bem. O MFC já venceu o primeiro destes ‘campeonatos’. Ao passar pelo Foz do Iguaçu, na quarta-feira, o Tricolor saiu da disputa para evitar o descenso. Seus 15 pontos na classificação geral lhe dão o conforto de não ser mais alcançado pelo penúltimo colocado. Ufa!, certamente desabafou o visionário técnico maringaense, Fernando Marchiori, que na aurora da temporada declarou que sua meta, por conta das limitações que se apresentavam, era esta.

Mas a competição continua e os maringaenses focam outro ‘campeonato’ dentro do Campeonato. Qual é? A Copa do Brasil. Antes mesmo de pensar em vencer a Taça Caio Junior Filho e se consolidar como finalista do Estadual, o Maringá FC tem esse objetivo. O mais democrático dos torneios no País destina projeção para equipes emergente e, com o mínimo de desempenho em campo dá uma considerável compensação financeira. O próprio Maringá FC já provou deste licor quando em 2015 chegou à segunda fase do torneio passando pelo Madureira e enfrentado o Santos em dois confrontos (2 a 2 e 1 a 0). Essa trajetória curta pôs nos cofres do clube a maior receita do daquele ano.

Tem ainda objetivos menos glamourosos que são outros ‘campeonatos’ e que estão ao alcance do time da Cidade Canção: Brasileiro da Série D em 2019 (se o time não subir para a C neste ano); Campeão do Interior; indicação para a Primeira Liga, etç, etç e etç. Todos estes ‘troféus’ estarão na galeria do clube com tacada única, que seria a conquista do Paranaense, posto que o time esteve próximo em 2014 quando foi vice, na tarde de triste memória quando, nos pênaltis, perdeu em casa para o Londrina.

 

CLASSIFICAÇÃO GERAL        P     J    V    E    D  SG

1 Atlético-PR                                20   8   6    2    0   8

2 Foz do Iguaçu                           15    8   4    3    1   3

3 Maringá FC                               14    8   4    2    2   5

4 Cianorte                                     14    8   3    5    0   5

5 Coritiba                                      11     8   3   2   3   0

6 Toledo                                        11     8   3    2    3   -1

7 FC Cascavel                               10    8   3    1    4   -1

8 Paraná Clube                            9      8   2   3   3   -1

9 Londrina                                    7      8   1    4    3   -3

10 Rio Branco                              7      8   1    4    3    -5

11 Francisco Beltrão                  6      8    2    0    6   -3

12 Prudentópolis                        4      8   0    4    4   -7

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As chances (reais) dos paranaenses na Série D do Brasileiro

A CBF optou por colocar em chaves distintas as equipes dos Estados para a distribuição do grupamento da Série D do Campeonato Brasileiro. Desta forma acabou por não regionalizar a competição em sua primeira fase, impondo despesas maiores de deslocamento das equipes.

Assim, Maringá FC, Cianorte e Prudentópolis estão em grupos com equipes de diferentes Estados. No caso do time maringaense (Grupo 14), os adversários são Caldense (MG), Madureira (RJ) e Linense (SP). Todas as agremiações disputam a divisão de elite em seus respectivos estaduais. Mas são, na atual temporada, campanhas medianas. O time de Poços de Caldas é antepenúltimo colocado na classificação da primeira fase no Campeonato Mineiro; o Madureira terminou a Taça Guanabara com a pior campanha entre os cariocas e o Linense, embora dispute o forte Campeonato Paulista, faz a pior campanha entre todos os 16 participantes com apenas cinco pontos ganhos em oito rodadas disputadas.

Na chave do Cianorte estão Novo Hamburgo (RS), Tubarão (SC) e Ferroviária (SP). O time gaúcho é o 10º colocado no Estadual, o Tubarão, no Catarinense, está em 8º lugar e a equipe de Araraquara, no Paulistão, tem nove pontos e briga para evitar o descenso

No Grupo do Prudentópolis estão São José (5º colocado no Gauchão), Brusque (5º colocado no Catarinense) e o Mogi Mirim, que disputa a Série A-3 do Campeonato Paulista e convive com ameaça de cair para a Segunda Divisão.

Não é, portanto, missão impossível para nenhum dos paranaenses repetir o feito do Operário de Ponta Grossa que no ano passado subiu para a Série C, embora não tenha conseguido ascender para a elite do Estadual.

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Maringá FC vira o turno sem pressão

CAMPEONATO PARANAENSE
Vencer o Francisco Beltrão por 1 a 0 na última quarta-feira, no Estádio Willie Davids, deu ao Maringá FC uma situação de relativo conforto no fechamento do primeiro turno. Embora não tenha conseguido pontuação suficiente para fazer a semifinal da fase, a Taça Dionísio Filho, o time galgou posições para ficar fora da zona de descenso na classificação geral.
Quinto colocado no Grupo A, com 8 pontos, o Tricolor tem a 6ª posição na somatória geral, que vai determinar o rebaixamento de duas agremiações ao término da competição.
Os maringaenses ficam à frente de Rio Branco (7), Londrina (6), Paraná Clube, Toledo (5), Francisco Beltrão e Prudentópolis (3).
Na partida de quarta-feira diante do Beltrão, o MFC venceu com gol anotado pelo zagueir Alex Fraga aos 31 minutos da segunda etapa. Após cobrança de escanteio por Washington, Fraga acertou potente chute para anotar o tento solitário.
“Conseguimos uma vitória muito importante na base da superação e diante de muitas dificuldades. São pontos que nos ajudam a permanecer na série A e brigar por uma Série D ou até mesmo Copa do Brasil”, disse após o jogo o técnico Fernando Marchiori.
O Maringá FC jogou com Ednaldo, Danilo, Alex Fraga, Egon, Luan (Thiago Cristian), Carlão, Fabrício, Lucão (Washington), Edmar (Chimbinha), Paulinho Moccelin e Bruno Batata. O público foi de 973 torcedores.
O próximo compromisso da equipe de Maringá será no dia 4 de março, diante do Coritiba, na largada do segundo turno (Taça Caio Júnior), quando as equipes vão se enfrentar em partidas dentro próprio grupo. A chave dos maringaenses tem ainda Foz do Iguaçu, Cascavel, Cianorte e Paraná Clube.

PRIMEIRO TURNO

Taça Dionísio Filho

Quarta-feira –

Maringá FC 1 x 0 Francisco Beltrão

Prudentópolis 1 x 1 Cianorte

Toledo 0 x 2 Coritiba

Cascavel 2 x 1 Londrina

Atlético-PR 0 x 0 Foz do Iguaçu

Rio Branco 2 x 0 Paraná Clube

CLASSIFICAÇÃO              P    J   V     E   D    SG

Grupo A

1 Foz do Iguaçu                 12   6    3    3    0    3

2 Coritiba                           11    6    3    2    1    5

3 FC Cascavel                    10    6    3    1    2    3

4 Cianorte                          10    6    2    4    0   3

5 Maringá                          8     6     2    2    2    0

6 Paraná Clube                5      6     1     2    3    -3

GRUPO B

1 Atlético-PR                    14    6     4     2    0    6

2 Rio Branco                     7      6    1     4     1    1

3 Londrina                       6       6    1     3    2    -2

4 Toledo                           5       6    1     2    3     -4

5 Francisco Beltrão        3       6    1     0    5    -6

6 Prudentópolis             3       6    0    3     3     -6

SEMIFINAIS

Domingo – 18/2

17h Foz do Iguaçu x Coritiba

17h Atlético-PR x Rio Branco

FINAL

Domingo – 25/2

16h Vencedor 1 x Vencedor 2

SEGUNDO TURNO

Taça Caio Junior

Grupo C

1ª rodada –

Domingo – 4/3

16h Coritiba x Maringá FC

16h Cianorte x Paraná Clube

16h Foz do Iguaçu x FC Cascavel

Grupo D

Sábado – 3/3

16h Atlético-PR x Francisco Beltrão

16h Londrina x Prudentópolis

16h Rio Branco x Toledo

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Maringá FC x Beltrão, no WD, com ingressos mais baratos

Maringá FC e União de Francisco Beltrão se enfrentam nesta quarta-feira, às 21h45, no Estádio Willie Davids, em jogo que fecha o primeiro turno (Taça Dinísio Filho) do Campeonato Paranaense da Primeira Divisão. O encontro opõe equipes que não tem chances de classificação para as semifinais desta primeira fase.

O atrativo para o torcedor está na promoção que a diretoria Tricolor faz em relação ao preço dos ingressos que terá redução de 50% com direito à frequentar qualquer setor. Assim, a entrada custará R$ 24 (inteira) e R$ 12 (meia) para as cadeiras cobertas e arquibancadas.

Em campo o Maringá FC tenta se reabilitar do resultado ‘ruim’ que teve na rodada anterior, sábado passado, quando apenas empatou em 1 a 1 com o Rio Branco de Paranaguá. Com isso o time ficou sem chances de lutar por uma das vagas nas semifinais da fase.

Mas há ‘outro campeonato’ em disputa, e deste, maringaenses e beltrãonenses fazem parte. É a o que briga para evitar o descenso à Divisão de Acesso em 2019. Na classificação geral da competição, após os dois turnos, as duas equipes com piores campanhas serão punidas com a degola. Com 5 pontos ganhos, o MFC é o 7º colocado, à frente de Paraná Clube e Toledo (com igual pontuação, mas piores nos critérios de desempate), Rio Branco (4), Francisco Beltrão (3) e Prudentópolis (2).

O técnico Fernando Marchiori não revelou a formação titular, mas a tendência é que se repita a escalação anterior com Fábio; Danilo, Alex Fraga, Egon e Luan; Carlão, Fabrício, Lucão e Everton; Paulinho Moccelin e Batata.

O União Francisco Beltrão vem de derrota fora de casa quando foi superado pelo Foz do Iguaçu por 1 a 0. Após estrear em casa surpreendendo o Paraná Cube, venceu por 2 a 1, a equipe que tem comando do técnico Ivair Cenci contabilizou uma sequência de quatro derrotas contra Coritiba, Cascavel, Cianorte e Foz do Iguaçu. A escalação provável é com Marcos Paulo; Spice, Casimiro, Júnior e Thiaguinho; Paulo Henrique, Sato, Sorbara e Max; Lucas Vieira e Rodolfo.

Murilo Ugolini será o árbitro da partida com os assistentes Denise Akemi Simões e José Rafael Junio de Araújo. David Heric Pinho atua como como quarto árbitro.

CLASSIFICAÇÃO P    J    V    E    D    GP    GC    SG

Grupo A

1 Foz do Iguaçu 11  5    3    2    0    6    3    3

2 Cianorte         9    5    2    3    0    7    4    3

3 Coritiba          8    5    2    2    1    6    3    3

4 FC Cascavel  7    5    2    1    2    6    4    2

5 Maringá        5    5    1    2    2    5    6    -1

6 Paraná         5    5    1    2    2    5    6    -1

GRUPO B

1 Atlético-PR  13    5    4    1    0    7    1    6

2 Londrina       6    5    1    3    1    6    7    -1

3 Toledo          5    5    1    2    2    3    5   -2

4 Rio Branco    4    5    0    4    1    7    8    -1

5 Francisco Beltrão 3    5    1    0    4    2    7    -5

6 Prudentópolis    2    5    0    2    3    1    7    -6

Quarta-feira – 14/2

21h45 Maringá FC x Francisco Beltrão

21h45 Prudentópolis x Cianorte

21h45 Toledo x Coritiba

21h45 Cascavel x Londrina

21h45 Atlético-PR x Foz do Iguaçu

21h45 Rio Branco x Paraná Clube

SEMIFINAIS

Domingo – 18/2

17h 1º do Grupo A x 2º do Grupo B

17h 1º do Grupo A x 2º do Grupo B

FINAL

Domingo – 25/2

16h Vencedor A x Vencedor B

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Maringá FC ‘entra no campeonato’

Com o empate no centro-sul, no domingo, diante do Prudentópolis (0 a 0), o Maringá FC ‘entrou no campeonato’ no fechamento da quarta rodada do Paranaense. Após o susto de largar perdendo os jogos contra Atlético-PR e Londrina, em campos rivais, por imposição de uma tabela madrasta, o Tricolor se reencaminhou na competição fazendo o dever de casa contra o Toledo (vitória por 3 a 1, no Willie Davids), e a igualdade na sequência, no campo do rival. Dentro da projeção prudente do técnico Fernando Marchiori de que o time está na competição com o objetivo de evitar a queda para a Divisão de Acesso (e recebe injustas críticas de alguns por pensar assim), o Tricolor se posiciona numa linha intermediária com um certo conforto. No seu grupo tem consideráveis chances de ficar pelo menos com a segunda colocação e, desta forma, fazer a semifinal da fase; na fuga do descenso (classificação geral), se vê acima de quatro concorrentes: Francisco Beltrão, Rio Branco, Prudentópolis e Francisco Beltrão.

Na equilibrada chave dos maringaenses, a liderança é do Foz do Iguaçu, com 8 pontos; Cascavel é vice-líder, com 7, Cianorte tem 6 e Coritiba 5. O Maringá soma 4 pontos. Observe que a diferença é sempre mínima de um para o outro.

Assim, considerando que seis pontos serão disputados para terminar a etapa, as chances do MFC, que joga duas vezes em casa contra equipes que têm números inferiores e ele, Rio Branco e Francisco Beltrão (3 pontos), não são desprezíveis.

Os rivais na briga -pelas duas vagas que garantem participação nas semifinais da Primeira Taça, têm caminhos menos fáceis, em tese. Vejam: Foz do Iguaçu – Joga em casa contra o Francisco Beltrão e sai para pegar o Atlético-PR; Cascavel – joga duas vezes em casa, mas diante de Atlético-PR e Londrina, líder e vice-líder da outra chave, respectivamente; Cianorte – recebe o Toledo e visita o Prudentópolis; o Coritiba será visitante, contra o Londrina, e joga em casa frente ao Toledo, mas deve perder mando de campo por conta dos atritos no Atletiba de domingo passado.

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GEM – título de 1977 completa 40 anos; onde está o troféu?

Onde está o troféu do GEM de campeão em 1977?

O troféu referente ao título de campeão do Paranaense de 1977 conquistagdo pelo Grêmio Maringá está em local incerto. Com a desativação do clube, a partir de 1996, todo o patrimônio histórico da agremiação se diluiu, levando para acervos pessoais de ex-funcionários ou simplesmente desprezado em galpões que acomodaram a massa falida do clube. A reportagem entrou em contato com Osmar Braguim, último presidente da agremiação enquanto ativa. Segundo ele, a sala de troféus do alvinegro teria sido transferida para um armazém do Vale Azul, clube de campo que pertencia ao Alvinegro, e de lá não se teve mais notícias. “Ouvi dizer que o barracão onde estavam os troféus pegou fogo. Mas não sei exataamente o que aconteceu”, observou.

Além da taça de 1977, o Grêmio de Esportes Maringá recebeu do conselho Deliberativo do Grêmio Esportivo Maringá (campeão de 1963 e 1964) os canecos destas duas conquistas, além do troféu pelo título do Torneio Centro Sul x Norte Nordeste, título que decidiu com o Sport Recife em 1969 conquistando-o com duas vitórias por 3 a 0. Todas as taças desapareceram.

 

SALVE, SALVE, ALVINEGRO DO NORTE

Título histórico do Grêmio

Maringá completa 40 anos

  • Foi a última vez que o futebol da Cidade Canção conquistou um troféu na elite do Estado l Recorde de público jamais foi batido * Partida disputada no Estádio Couto Pereira, em 2 de outubro, terminou com o placar de 1 a 1 garantindo as faixas de campeão aos maringaenses

Neste dia 2 de outubro, o futebol profissional de Maringá comemora os 40 anos de um dos seus mais gloriosos feitos. Foi nesta data que a cidade experimentou pela última a vez a sensação de conquistar um título da principal divisão do futebol profissional do Estado.

De existência curta, mas intensa, o Grêmio de Esportes Maringá foi responsável pelo feito quando, em duelo com o Coritiba, sagrou-se o campeão da temporada de 1977. A partida final foi disputada no Estádio Couto Pereira e para o Alvinegro bastava um empate, já que no jogo anterior, no Willie Davids, tinha vencido por 1 a 0, com gol de Itamar. O confronto entrou se fixou na história por ser o evento que maior público levou ao estádio municipal. Foram 33 mil e 40 pessoas registradas pelas catracas, recorde que jamais será batido já que a capacidade da praça esportiva foi reduzida e hoje comporta apenas 21 mil torcedores.

No jogo do título o objetivo foi alcançado com o empate em 1 a 1, novamente gol do predestinado Itamar, que foi o goleador do ano com 14 gols marcados.

Fundado em 19 de dezembro de 1974, e com as atividades encerradas 22 anos depois, o Alvinegro surgiu para ocupar espaço deixado pelo Grêmio Esportivo Maringá, das mesmas cores, bicampeão do Estado nos anos de 1963/64 e campeão do torneio Robertinho, em 1969, por ação e força de lendas como Maurício, Evir, Zuring, Roderley, Garoto, Edgar, Oliveira e Pinduca.

Iniciativa do dirigente Elnio Silveira Polhman, o Apucarana, o novo GEM surgiu a partir de associação com o Maringá Esporte Clube, de cores azul e branca, e do amador Operário Esporte Clube. Do primeiro ficou com o Vale Azul Iate Clube e do OEC herdou o direito de se instalar na Brinco da Vila. Em 1975, sem o estádio Willie Davids, interditado para a troca de gramado, o time mandou seus jogos no Estádio Brasil de Marialva; no ano seguinte, de volta ao estádio municipal maringaense, ‘indicou’ que poderia entrar na briga pelo título, mas foi apenas o sétimo na classificação geral, tendo como destaque o atacante Paquito, artilheiro da temporada com 25 gols.

E veio o Ano da Graça. Em 1977, após uma primeira fase trôpega na disputa do Grupo Norte, com apenas quatro vitórias, cinco empates e cinco derrotas, o time precisou disputar a repescagem se manter na competição. O Alvinegro, que tinha no meio-campista Didi sua principal atração e contratou para esta fase o atacante Itamar, passou pelos concorrentes Paranavaí, 9 de Julho e Umuarama, de forma invicta e decidiu a permanência na competição com o campeão do Grupo Sul, o Rio Branco de Paranaguá: 3 a 0 no WD e 1 a 1 no litoral.

Assim, o Galo se qualificou para o quadrangular semifinal. No turno, vitória sobre o Atlético-PR, no WD, com gol de Itamar e público de 27.029 torcedores; empate na capital diante do Colorado em 1 a 1, outra fez gol de Itamar, e a conquista da condição de finalista com a épica vitória sobre o Coritiba em Maringá por 2 a 1 — gols de Didi e Freitas; Adílson fez para os visitantes – com 33.040 pagantes.

O returno teve vitória em Curitiba por 0 a 1 contra o Atlético-PR. Nivaldo marcou o gol; em casa, contra o Colorado frustrante empate em 2 a 2. Itamar e João Marques fizeram os gols (Torino e Edu pelo Colorado) e 17.253 torcedores pagaram ingressos. Na sequência o time faz no Couto Pereira partida que valeria o título, mas perde para o Coritiba por 2 a 1 (Washington e Adilson para o CFC e Nivaldo pelo GEM) e com isso permite uma final com os coxas brancas. No primeiro choque decisivo o estádio Willie Davids apanhou público de 27 mil torcedores. No primeiro tempo Aladim desperdiçou um pênalti e aos 29 minutos da segunda etapa Itamar escora cruzamento de Freitas e define o placar. O técnico Wilson Francisco Alves escalou Vagner; Valdir, Nilo, Cléber e Albérico; Didi, Nivaldo e Ferreirinha (João Marques); Freitas, Itamar e Marquinhos (Bugrão).

Na grande final, na capital, o empate servia aos maringaenses, enquanto o Coritiba precisava do triunfo para forçar uma terceira partida que seria disputada em Londrina. O Galo não dispunha de duas peças de sua ‘trindade’ do meio de campo. Suspensos, Didi e Ferreirinha cederam vagas para Assis e João Marcos. Gols só primeiro tempo. Washington para o Coritiba, aos 12, e Itamar, cobrando falta, aos 37 minutos. Fizeram o histórico duelo Vagner; Valdir, Nilo, Cléber e Albérico; Assis, Nivaldo e João Marques; Freitas, Itamar e Marquinhos (Golê).

 

CAMPANHA DO GEM NO ESTADUAL DE 1977

1ª fase entre os dias 27/3 e 15/6

GEM 2 (0) x (1) 2 Paranavaí

Matsubara 1 (1) x (0) 0 GEM

GEM 2 (1) x (2) 0 9 de Julho

Londrina 2 (0) x (2) 2 GEM

GEM 3 (2) x (1) 0 Umuarama

GEM 0 (1) x (1) 0 União Bandeirante

Centenário 1 (2) x (2) 0 GEM

Obs. entre parênteses o resultado no returno

Repescagem, entre os dias 21/6 e 24/7

Paranavaí 0 (0) x (5) 3 GEM

9 de Julho 1 (0) x (2) 1 GEM

GEM 5 (1) x (0) 0 Umuarama

Finais da repescagem nos dias 14/8 e 21/8

GEM 3 (1) x (1) 0 Rio Branco

Quadrangular semifinal, entre os dias 28/8 e 18/9

GEM 1 x 0 Atlético-PR

Colorado 1 x 1 GEM

GEM 2 x 1 Coritiba

Atlético-PR 0 x 1 GEM

Grêmio 2 x 2 Colorado

Coritiba 2 x 1 GEM

Finais, nos dias 25/9 e 2/10

GEM 1 x 0 Coritiba

Coritiba 1 x 1 GEM

Entenda por que tantos grêmios

23 de dezembro de 2016, às 19:29Cláudio Viola 1 Comentário

ENTENDA POR QUE TANTOS GRÊMIO

Historicamente o futebol profissional de Maringá é dividido em fases. E elas são distintas, embora ancoradas numa denominação básica que é Grêmio. A Primeira Divisão do Campeonato Paranaense (fiquemos apenas em nível de elite da competição) teve em épocas diferentes três agremiações representando Maringá com a sigla GEM, o que não representa nenhuma ligação entre as instituições.

O Grêmio Esportivo Maringá tem sua fundação em setembro de 1961. Foi campeão paranaense em 1963 e 1964, tendo conquistado em 1969 o torneio Robertinho, equivalente à segunda divisão nacional. Em 1971, no dia 1º de agosto, fez sua última partida perdendo para o Jandaia no Willie Davids por 0 a 1.

Nos Estaduais de 1972 e 1973 representou Maringá na competição o azul e branco Maringá Esporte Clube.

Em 1974 surgiu o ‘segundo’ Grêmio. Essa agremiação, alvinegra como as anteriores, sobreviveu até 1996. Fez seu jogo final perdendo por 0 a 1 para o Londrina, numa partida disputada em Arapongas já que, com dívidas na FPF, não podia jogar no Estádio Willie Davids.

No biênio 1997/98, a Cidade Canção foi representada no Campeonato Paranaense pelo Maringá FC (não o atual) que tinha as cores verde (predominante), preta e branca. Era o Lobo, que sucumbiu com apenas dois anos de existência.

O ‘terceiro’ Grêmio, esse que existe até hoje, também alvinegro, surgiu em junho de 1998. Impedido de usar a mesma grafia do grêmio anterior (Grêmio de Esportes Maringá), passou a ser conhecido como Grêmio Maringá GEM. No mesmo ano disputou a Copa Paraná, competição da qual foi campeão no ano seguinte vencendo o Londrina na final por 2 a 1, no WD; em 2000 participou da Copa Sul-Minas (com o Coritiba, Juventude-RS e Cruzeiro). Embora tivesse disputado um torneio nacional, o acesso à Primeira Divisão do Paranaense só aconteceu em 2001. Em 2002, no final da temporada, foi vendido para o empresário Aurélio Almeida que teria pago o equivalente a R$ 190 mil para ter direitos sobre a marca Grêmio Maringá S/S. Ficou na primeira divisão até 2004 quando foi rebaixado e até hoje não conseguiu voltar.

 

 

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