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FPF muda tabela do Estadual – notas

Mudanças na tabela
A Federação Paranaense de Futebol confirmou alterações na tabela do Campeonato Estadual de 2019. A partida entre Coritiba e Maringá FC, da segunda rodada, que seria realizada às 21h30, foi antecipada para 20h. O primeiro Atletiba do ano também sofreu alteração. Seria no dia 30 de janeiro e foi transferido para o dia 6 de fevereiro, uma quarta-feira, às 21h30, na Arena da Baixada. O jogo terá transmissão da RPC para o Paraná. O jogo será em uma quarta-feira e pela quarta rodada da Taça Barcímio Sicupira, a primeira fase do Paranaense. O Athletico está no Grupo A, e o Coritiba no Grupo B.
Para a quinta rodada a mudança foi nos confrontos Coritiba x Londrina, que seria no domingo e será no sábado, e Paraná x Athletico, na ordem inversa.

Reforço do Furacão
O meia Léo Cittadini, revelado pelo Santos e com passagem pela Ponte Preta, é o novo reforço do Athletico Paranaense. O jogador de 24 anos assinou com o Rubro-Negro até dezembro de 2021. Cittadini integra o grupo principal, que se reapresentou na segunda-feira (14). Também ex-Santos, outros refroços do Furacão são o zagueiro Robson Bambu e o volante Dudu.

Crias do Coxa
Duas das principais revelações do Coritiba que se destacaram na Europa estão voltando para o Brasil. Os laterais Adriano e Rafinha, hoje com 34 e 33 anos, respectivamente estão na mira de importantes clubes do País. Rafinha, do Bayer de Munique já teria um acerto com o Flamengo. No Velho continente ele passou também pelo Schalke 04, da Alemanha e Genoa, da Itália. Não vem sendo titular no maio clube e alemão, mas frequentemente entra na segunda etapa. Já Adriano desperta interesse do Santos. Atualmente no Besiktas, da Turquia, o jogador fez história com passagens por Sevilla e Barcelona, clube que defendeu até 2016.

Ganso na Vila
O Santos até que aceitaria repatriar o meia Paulo Henrique Ganso, que foi descartado pelo São Paulo e está disponível após período no francês Amines. Mas é pouco provável que o ‘craque’ volte para a Vila Belmiro, segundo sua própria mulher deixou claro nas redes sociais. Giovanna Costi, ‘cara metade’ do jogador, revelou que seu marido não quer trabalhar com Jorge Sampaoli, atual técnico do Peixe. Ocorre que quando o argentino treinou o Sevilha ele acabou encostando o profissional, atitude que segundo ela, atrapalhou em muito a carreira dele no futebol europeu.

Dagol no Tubarão
O atacante Dagoberto, depois da excelente passagem em 2018 pelo Londrina, deve permanecer no clube da Capital do Café, embora exista interesse do Paraná Clube. O jogador foi o artilheiro da Série B do Brasileiro com a camisa londrinense fica no LEC se o apelo do gestor do clube, Sérgio Malucelli, for atendido pela torcida. O dirigente quer que cinco mil adeptos se inscrevam no programa de sócio torcedores lançado nesta semana. Isso acontecendo, Dagoberto será contratado para a temporada de 2019.

Elenco do Verdão
No site oficial do Palmeiras o elenco do decacampeão brasileiro está atualizado pra 2019 com 36 jogadores vestindo a nova camisa, que a partir deste ano é de outra fornecedora de material esportivo. Mas a diretoria já anunciou que vai reduzir o grupo com empréstimos de até seis jogadores. O meia argentino Alcione é um dos que já tem destino certo. Ele será emprestado ao Rosario Central, da Argentina, por um ano. A estreia do Palmeiras será no dia 20, diante do RB Brasil, fora de casa. No último domingo, em atividade fechada à imprensa, a equipe venceu jogo-treino contra o Comercial, com gol de Borja.

A esquada esmeraldina
Goleiros: Weverton, Fernando Prass e Jailson; laterais: Mayke, Marcos Rocha, Victor Luis, Diogo Barbosa e Fabiano; zagueiros: Edu Dracena, Luan, Gustavo Gómez, Antônio Carlos, Nico Freire e Juninho; volantes: Bruno Henrique, Felipe Melo, Thiago Santos, Jean e Matheus Fernandes
Meias: Lucas Lima, Moisés, Gustavo Scarpa, Hyoran, Guerra, Zé Rafael e Raphael Veiga; atacantes: Dudu, Deyverson, Borja, Arthur Cabral, Carlos Eduardo, Felipe Pires, Erik, Yan e Willian

Cariocas em Manaus
O primeiro clássico do Campeonato Carioca, que será disputado por Botafogo e Flamengo no próximo dia 26, às 19h, pode ser realizado fora do estado. A oferta é de R$ 400 mil para cada clube com todas as despesas pagas. O Botafogo, como manante, depende de aceitação do rival para com frimar a partida na Arena Amazônia. No Brasileiro de 2014 as equipes se enfrentaram no estádiol manauara e o Alvinegro venceu por 2 a 1 com gols de Rogério e Wallyson; Eduardo da Silva descontou para o Urubu.

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Athletico Paranaense, definitivamente, um dos ‘grandes’

Não há critério estabelecido para a definição do que é, no futebol brasileiro, um clube verdadeiramente grande. A dissertação que se segue tem a finalidade de enquadrar o agora Athletico Paranaense como um dos que merecem essa denominação no País.
Com a conquista da Copa Sul-Americana, ao superar nos pênaltis o Junior Barranquilla da Colômbia, na quarta-feira, o Furacão se credenciou para fazer parte da seleta galeria dos chamados ‘gigantes’ brasileiros na mais apaixonante das modalidades esportivas.
Numa análise simples, poder-se-ia dizer que grandes são os integrantes da elite que disputam a Série A do Campeonato Brasileiro. Mas se esse mote for adotado, equipes como América-MG, Vitória e Paraná Clube teriam essa condição. No entanto elas foram rebaixadas, junto com o Sport, para a Série B em 2019. Então, esse status seria repassado para os emergentes Fortaleza, CSA, Avaí e Goiás? Não, ser ‘grande’ é algo maior que isso.
Vamos, então, eleger os 20 melhores de acordo com o ranking anualmente divulgado pela Confederação Brasileiros de Futebol. Mas os mecanismos que a entidade usa parar definir esta lista , convenhamos, não merece lá muito crédito, seguindo o que faz a ‘mãe’ Fifa. Pela classificação da CBF teríamos que ‘engolir’ como grandes, considerando o universo de 20 agremiações, equipes como Chapecoense, Bahia, Vitória, Ponte Preta, América-MG e Coritiba. São tradicionais siglas, mas longe de merecerem constar na lista em questão.
Manda o bom senso que para definir os ‘grandes’ do País sejam estabelecidas regras básicas. A primeira delas é que detenham títulos nacionais; a outra manda estar na disputa pela hegemonia em seus respectivos Estados e a definitiva é possuir troféus conquistados além-fronteira. É isso, ter sido campeão do continente, coisa que o Rubro-Negro paranaense conquistou após 94 anos de fundação.
Neste caso, ficam fora da disputa times que estão na primeira divisão nacional, já que 20 será um número descartável. Desde que foi criado, em 1959, o Campeonato Brasileiro já consagrou 17 clubes diferentes como campeão nacional: Palmeiras (10 vezes); Santos (8 vezes); Corinthians (7 vezes); São Paulo (6 vezes); Flamengo (5 vezes); Cruzeiro, Fluminense e Vasco da Gama (4 vezes cada); Internacional (3 vezes); Bahia, Botafogo e Grêmio (2 vezes cada); Atlético Mineiro, Atlhetico Paranaense, Coritiba, Guarani e Sport (1 vez cada).
Tiremos desta relação, para encontrar os verdadeiramente grandes, aqueles que, infelizmente para seus torcedores, nunca passaram de fronteiras internacionais. Então, menos Bahia, Coritiba, Guarani e Sport. Fluminense e Botafogo foras campeões de torneios que justificam a condição de feitos internacionais oficialmente. O Tricolor faturou a Copa Rio Internacional em 1952 e o Alvinegro abiscoitou o título da Copa Conmebol em 1993, correspondente à atual Sul-Americana.
E estão definidos os grandes do futebol nacional, numa equação que resulta em 13 clubes. Nesta ordem, considerando títulos mundiais, além de maior número de Libertadores: São Paulo, (Mundiais de 1992, 1993, 2005), Corinthians (2000 e 2012), Santos (1962 e 1963), Internacional (2006), Grêmio (1983) e Flamengo (1981); Palmeiras, Fluminense, campeões em 1951 e 1952, respectivamente, da Copa Rio Continental (para alguns com peso de Mundial de Clubes); Cruzeiro, Vasco da Gama, Atlético-MG, Athletico Paranaense, e Botafogo.

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Maringá FC estreia contra Rio Branco no WD

PARANAENSE 2019
Maringá FC estreia
contra Rio Bra nco
no Willie Davids
A Federação Paranaense de Futebol (FPF) divulgou no início da noite desta segunda-feira (19) a tabela de jogos do Campeonato Paranaense de 2019. O Maringá FC estreia em casa, no dia 20 de janeiro,diante do Rio Branco de Paranaguá. Em seguida o Tricolor sai para vistar o Coritiba. Os outros jogos em casa serão contra Paraná Clube e Cascavel FC. O time vai jogar em campos rivais contra Cianorte e Cascavel CR, nesta primeira fase de turno único. No grupo do MFC estão Atlético-PR, Londrina, Operário, Foz do Iguaçu, e Toledo; o outro tem. Na segunda fase as equipes se enfrentam dentro da chave . Veja os jogos:

 

Primeira Taça – Barcímio Sicupira Júnior

1ª Rodada – 19/01/2019 e 20/01/2019 – sábado e domingo

  • Atlético-PR x Cascavel CR
  • Foz do Iguaçu x Coritiba
  • Cascavel FC x Toledo
  • Paraná x Operário-PR
  • Cianorte x Londrina
  • Maringá x Rio Branco-PR

2ª Rodada – 23/01/2019 e 24/01/2019 – quarta e quinta

  • Cascavel FC x Atlético-PR
  • Cianorte x Operário-PR
  • Toledo x Rio Branco-PR
  • Coritiba x Maringá
  • Paraná x Foz do Iguaçu
  • Cascavel CR x Londrina

3ª Rodada – 27/01/2019 – domingo

  • Maringá x Paraná
  • Operário-PR x Cascavel CR
  • Rio Branco-PR x Atlético-PR
  • Coritiba x Toledo
  • Foz do Iguaçu x Cianorte
  • Londrina x Cascavel FC

4ª Rodada – 30/01/2019 – quarta-feira

  • Operário-PR x Cascavel FC
  • Atlético-PR x Coritiba
  • Toledo x Paraná
  • Cianorte x Maringá
  • Foz do Iguaçu x Cascavel CR
  • Londrina x Rio Branco-PR

5ª Rodada – 02/02/2019 e 03/02/2019 – sábado e domingo

  • Paraná x Atlético-PR
  • Cascavel FC x Foz do Iguaçu
  • Toledo x Cianorte
  • Cascavel CR x Maringá
  • Rio Branco-PR x Operário-PR
  • Coritiba x Londrina

6ª Rodada – 10/02/2019 – domingo

  • Londrina x Paraná
  • Atlético-PR x Cianorte
  • Cascavel CR x Toledo
  • Maringá x Cascavel FC
  • Rio Branco-PR x Foz do Iguaçu
  • Operário-PR x Coritiba

Semifinal da 1ª Taça

  • Jogo Único – 17/02/2019 – domingo – 1º colocado A x 2º colocado A
  • Jogo Único – 17/02/2019 – domingo – 1º colocado B x 2º colocado B

Final da 1ª Taça

  • Jogo Único – 24/02/2019 – domingo – Vencedor C ou D x Vencedor D ou C

2ª Taça – Dirceu Krüger

1ª Rodada – 02/03/2019, 09/03/2019 e 10/03/2019 – sábado, sábado e domingo

  • Operário-PR x Londrina
  • Atlético-PR x Toledo
  • Foz do Iguaçu x Maringá
  • Paraná x Cascavel FC
  • Cianorte x Coritiba
  • Cascavel CR x Rio Branco-PR

2ª Rodada – 17/03/2019 – domingo

  • Maringá x Atlético-PR
  • Toledo x Operário-PR
  • Londrina x Foz do Iguaçu
  • Coritiba x Cascavel FC
  • Rio Branco-PR x Paraná
  • Cianorte x Cascavel CR

3ª Rodada – 20/03/2019 e 21/03/2019 – quarta e quinta-feira

  • Maringá x Londrina
  • Foz do Iguaçu x Toledo
  • Paraná x Cianorte
  • Cascavel CR x Coritiba
  • Cascavel FC x Rio Branco-PR
  • Atlético-PR x Operário-PR

4ª Rodada – 23/03/2019 e 24/03/2019 – sábado e domingo

  • Paraná x Cascavel CR
  • Operário-PR x Maringá
  • Toledo x Londrina
  • Coritiba x Rio Branco-PR
  • Cianorte x Cascavel FC
  • Atlético-PR x Foz do Iguaçu

5ª Rodada – 31/03/2019 – domingo

  • Maringá x Toledo
  • Londrina x Atlético-PR
  • Foz do Iguaçu x Operário-PR
  • Coritiba x Paraná
  • Cascavel FC x Cascavel CR
  • Rio Branco-PR x Cianorte

Semifinal da 2ª Taça

  • Jogo Único – 03/04/2019 – quarta – 1ª colocado A x 2º colocado B
  • Jogo Único – 03/04/2019 – quarta – 1ª colocado B x 2º colocado A

Final da 2ª Taça

  • Jogo Único – 07/04/2019 – domingo – Vencedor C ou D x Vencedor D ou C

Final do Campeonato

  • Jogo de ida – 14/04/2019 – domingo – campeão 1ª Taça ou 2ª Taça x Campeão 2ª Taça ou 1ª Taça
  • Jogo de volta – 21/04/2019 – domingo – campeão 2ª Taça ou 1ª Taça x Campeão 1ª Taça ou 2ª Taça

 

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Terceirona começa em ‘pequeno’ estilo

A Terceira Divisão do Campeonato Paranaense começou no final de semana evidenciado os problemas que as equipes vão enfrentar na temporada. O Grêmio Maringá foi a Campo Largo vencer o Grecal, por 0 a 2, com apenas 14 jogadores inscritos do BID da CBF. Dois eram goleiros. Logo, o técnico Gerson Lente pode fazer apenas uma substituição ao longo do jogo. Isso seria um problema se o adversário não tivesse problemas ainda maiores: os donos da casa só conseguiram registrar 10 jogadores. Então, entraram em campo com um homem a menos; na segunda etapa tiveram, aos 11 minutos, expulsão do zagueiro Rafael. Jogaram o restante te da partida com 9 atletas. O público total foi de 70 pessoas.

Os times: Grecal – Lima; Iury, Diego, Rafael e Matheus do Ó; Krisman, Heros, Lucca e Willian; Matheus Lima e …mais ninguém. Técnico: Danilo Fiuza.

Grêmio Maringá – Rudi; Rigoni, Cão, Everson e Gabriel; Renan Camponez, Lucas, Gilberto e Célio (Marcos Roberto); Vagner e Wellington Renan. Técnico: Gerson Lente.

O Alvinegro folga na próxima rodada e seu próximo compromisso será no domingo seguinte, como mandante, diante do Verê. O local da partida não foi confirmado, já que o Willie Davids, passando por reformas, não está disponível.

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Coxa dispensa técnico no vestiário

Ficar no empate sem gol com o lanterna do Campeonato Brasileiro em casa foi fatal para o técnico Eduardo Baptista. O treinador do Coribiba perdeu o emprego nos vestiários do Couto Pereira na madrugada deste sábado quando seus comandados não conseguiram passar pelo Sampaio Corrêa em jogo da 20ª rodada da competição.

O resultado arremessou o Alviverde (que tinha chances de chegar ao G4, no caso de vitória), para a 10ª posição classificação, com 29 pontos.

No comunicado lacônico que a diretoria coxa branca distribuiu, ninguém apareceu para entrevistas, foi anunciado que Tcheco e Márcio Goiano assumem interinamente o comando técnico da equipe que no sábado vai enfrentar o Atlético-GO, em Goiânia.

Também foram demitidos o auxiliar técnico de Baptista, Gustavo Bueno, o executivo de futebol, Augusto de Oliveira, e o gerente de futebol, Pereira, ex-zagueiro do próprio clube.

Desde meados de abril no comando da equipe, Eduardo Baptista, que tinha sido demitido da Ponte Preta, pegou o time na oitava colocação, com seis pontos. Perdeu duas posições no período, após 18 partidas, com seis vitórias, oito empates e quatro derrotas. O aproveitamento foi 48,1%, com 21 gols marcados e 18 sofridos.

Quem também não se deu bem na sexta-feira foi o Londrina. Estreando o técnico Roberto Fonseca, o Tubarão foi a Varginha perder para o Boa Esporte por 1 a 0, com gol anotado aos 45 minutos da segunda etapa. O LEC continua na zona de degola com 21 pontos.

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Um Tite não é Umtiti

A França está na final da Copa do Mundo na Rússia por ter Umtiti; o Brasil não, por ter Um Tite. Mestre na condução da palavra, hipérbole no louvor de coisas que todos veem não merece louvor algum, o técnico da seleção brasileira está sendo estranhamente poupado do fracasso que o selecionado brasileiro experimentou nesta edição do Mundial. Não merece. Antes, é digno das mesmas execrações que foram destinadas a Felipão e Dunga, antecessores dele.

Nos casos dos dois também gaúchos, as diretrizes eram as mesmas seguidas pelo atual comandante que, parece ser consenso, vai continuar com o leme da nau do futebol brasileiro. Convocar jogadores por conveniências mercantis foi prática comum dos três treinadores, seguindo a cartilha dos ‘mercadores’ da CBF.

É inconcebível um país com as tradições que tem o Brasil em Copas do Mundo, ir para as disputas do principal torneio da modalidade no planeta com elenco constituído por taysons, freds, fagneres, paulinhos, renatos augustos e outros nomes. Ao longo da preparação, e na trajetória do inexpressivo torneio das Eliminatórias Sul-Americanas, é até difícil listar os jogadores medíocres que foram convocados para usar a camisa verde-amarela. Um tal de Smile foi convocado!

As justificadas eram risíveis: ‘está fazendo um puta campeonato ucraniano!”; ‘na China ele arrebenta!’; ‘é reserva no Barcelona, mas quando entra acaba com o jogo!”. Ora, os campeonatos da Ucrânia e da China têm nível técnico bem abaixo do Catarinense e ser reserva num grande da Europa é indicativo de que ao cara falta talento. Em verdade os chamamentos buscavam favorecer interesses de empresários criminosamente ligados aos dirigentes cebeefianos.

É preciso estancar esse estranho ritual de preterir bons jogadores que atuam no País, em favor de outros que ficam com as vagas apenas por estarem no exterior sob o manto de influentes empresas.

Por isso perdemos a Copa. Por sorte nas quartas, diante da Bélgica. Tivéssemos passado, contra a França de Umtiti os brasileiros de Tite certamente dariam vexame parecido com o de 2014.

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Uruguai ou França, tanto faz

Dos cruzamentos prováveis que terá o Brasil, desde que supere a Bélgica, na fase de semifinais, Uruguai e França têm o mesmo peso no que concerne a serem algozes do selecionado nacional. Por ‘qualidade’ o trauma com os Sul-Americanos é mais dolorido. Não fosse o 1 a 7 da Copa passada diante da Alemanha, a derrota mais contundente do futebol nacional seria o ‘maracanazo’ de 1950 quando, na final da Copa no Brasil, os da casa perderam por 2 a 1 para a esquadra celeste então capitaneada por Obdúlio Varela. No então maior estádio do Mundo ‘ouviu-se’ um silêncio de 200 mil pessoas.

Noutros combates os brasileiros se vingaram homeopaticamente em competições menos expressivas — Eliminatórias e Copa América — chegando a uma supremacia incontestável. Por Copa do Mundo o duelo único, depois da tragédia, foi em 1970: 3 a 1 ‘pra nóis’. O Brasil tem cinco títulos e o Uruguai e bicampeão mundial (1930/50); em Olimpíadas a Celeste venceu duas vezes (1924/28) e o Brasil uma (2016).

Por quantidade de vezes o entrave é com a França: a seleção brasileira caiu diante dos azuis em três oportunidades, das quatro em que se enfrentaram. O único triunfo brasileiro foi na semi de 1958 quando o jovem Pelé marcou três gols; depois foram fracassos em 1986, nos pênaltis (Sócrates e Júlio César desperdiçaram cobranças); 1998, na final em que o Fenômeno ‘amarelou’ (3 a 0); e 2006, nas quartas de final, derrota por 1 a 0 com gol de Thierry Henry marcando o tento enquanto Roberto Carlos ‘ajeitava’ os meiões.

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Os ‘pés vermelhos’ de Tite na Rússia

É seleta a lista de paranaenses que ostentaram a condição de titulares na seleção brasileira em disputas de Copa do Mundo. Para esta Copa da Rússia, lá esteve na estreia contra a Suíça o zagueiro Miranda, de 33 anos.

O jogador é natural de Paranavaí, mas não jogou pelo time da cidade, o tradicional ACP. Encaminhado ainda adolescente ao Coritiba, frequentou as categorias de base do clube e se profissionalizou em 2004. Pelo Alviverde disputou 57 partidas e em 2005 se transferiu para Sochaux-FRA. Depois teve passagens pelo São Paulo e Atlético de Madrid. Atualmente, é titular Internazionale de Milão.

No atual grupo é um dos jogadores que por mais vezes foram lembrados por Tite, atrás apenas do meia Willian.

Fernandinho, de 33 anos nasceu na cidade de Londrina. Mas, como Miranda, também não defendeu o time principal da cidade, o Londrina Esporte Clube. Foi forjado na base do PSTC e ao 14 anos se transferiu para o Atlético Paranaense. No time da Baixada, como profissional, atuou por 83 jogos no período entre 2003 e 2005. Teve passagem pelo Shakthar Donetsk da Ucrânia e atualmente defende Manchester City do técnico Pep Guardiola.

Na história de Copas anteriores, num dos destaque que nasceram no Estado foi o volante Kleberson, titular no selecionado que em 2002 conquistou o pentacampeonato. Nascido em Uraí, o volante teve trajetória bem parecida com a de Fernandinho a partir do PSTC. Foi para a base do Atlético-PR, lá também se profissionalizou e depois defendeu Manchester United, Flamengo e clubes dos Estados Unidos.

O mais assíduo foi o meia Dirceu, nascido em Curitiba, formado pelo Coritiba e com passagens por Botafogo, Fluminense, Vasco, Atlético de Madrid e Verona. Foi titular nas Copas de 1974 e 1978; em 1982 esteve entre os convocados de Telê Santana, mas jogou apenas o primeiro tempo contra a Rússia. Estaria na Copa de 1986, não fosse uma lesão adquirida durante treinamento ao se chocar com o goleiro Paulo Vítor que acabou resultado em corte, substituído pelo são-paulino Edivaldo

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Ao Maringá FC faltou ‘matar o jogo’

Em partida na qual Paulinho Moccelin foi o grande destaque, o Maringá FC ficou no empate diante do Caxias, no domingo, por 1 a 1, e permitiu ao adversário levar a decisão da vaga à terceira fase do Brasileiro da Série D para a Serra Gaúcha. Foi um bom jogo, com movimentação intensa nas duas etapas e emoção de sobra para o público razoável que compareceu ao Willie Davids (1.767 pessoas no total).

Ficou evidente que o MFC tem elenco para bater de frente com o time gaúcho e trazer do Rio Grande a classificação. Não será, é claro, fácil, mas é possível. Corrigir uma deficiência que permeou o time também na fase classificatória é imprescindível: perder em demasia chances de fazer gols. Vi o jogo ao lado de um simpático e apaixonado torcedor que usou por, no mínimo, cinco vezes, a expressão proferida da forma mais enfática “mata o jogo pelamordeDeus!!!”

Os times eram iguais no desenrolar do confronto com eficiências em pontos extremos. O Tricolor com mais posse de bola, criando chances de abrir o placar e parecendo ‘dono do jogo’; os caxienses seguros na marcação, organizados taticamente, cometendo poucos erros e perigosos nos contragolpes.

É possível que esses comportamentos sejam repetidos na partida de volta no próximo domingo no Estádio Centanário, em Caxias do Sul, com as posições invertidas. Lá, é certo, os grenás é que serão mais ofensivos. Vai daí, que os maringaenses têm chances, jogando fechadinhos, de encontrar o momento de “matar o jogo pelamordeDeus!!!”

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Classificação heroica do Maringá FC

O Maringá FC tirou à fórceps a classificação para a segunda fase do Campeonato Brasileiro da Série D. Não será exagero adjetivar como heroica a conquista do Tricolor se levarmos em conta o empate em 1 a 1 com a Caldense nas Minas Gerais, com um jogador a menos desde os 14 minutos da segunda etapa. É resultado do sério trabalho que o grupo capitaneado pelo treinador Fernando Marchiori desenvolveu no projeto de ascender com a equipe para a terceira divisão nacional.

Etapa vencida de uma guerra que continua. À frente o Caxias, do Rio Grande do Sul. Não é pouco adversário, mas o time da Cidade Canção tem condições de avançar. O retrospecto recente favorece o pessoal dos Pampas. O time Grená é dos poucos invictos da competição e se classificou no seu grupo com cinco vitórias, em seis possíveis, e um empate. Porém, para os pessimistas de plantão, a reflexão seguinte: na fase anterior, a distribuição do chaveamento não permite uma dimensão exata das forças. Significa que pode ser maior o grau de dificuldade para se chegar em segundo no grupo que ser o primeiro em outro.

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