Quem não faz sexo vive mais, diz estudo

Uma pesquisa feita pela Universidade de Sheffield, na Inglaterra, aponta que a reprodução desgasta o ser humano e “rouba” preciosos anos de vida. Ou seja: quem não faz sexo por toda a vida pode ter maior longevidade.

O estudo foi feito observando besouros, que foram divididos em dois grupos. Aqueles que acasalavam todos os dias viviam menos do que aqueles que nunca acasalavam. “O mecanismo não é o mesmo em humanos, mas o princípio é. Nos besouros, o acasalamento liberava hormônios necessários para produzir espermas nos machos e óvulos nas fêmeas, e esse hormônio tinha um efeito negativo no sistema imunológico”, explicou o pesquisador Michael Siva-Jothey, que liderou o estudo, ao jornal The Scotsman.

Então, os pesquisadores concluíram que, ao fazerem sexo, os besouros e, seguindo essa lógica, os seres humanos, enfraquecem o sistema imunológico, o que diminui o tempo de vida com o passar do tempo.“Freiras tendem a ter uma expectativa de vida maior de mulheres com filhos, e a maioria das pessoas conhece alguém que tem uma tia solteirona que parece viver para sempre.

A pergunta é: por quê?”, diz Michael. Ele acredita que o que foi visto nos besouros pode ser aplicado aos seres humanos.

Outro estudo, publicado anteriormente na revista britânica Current Biology, também apontou resultados semelhantes. O artigo revelou que, há centenas de anos, os eunucos – homens que eram castrados – viviam até 19 anos a mais que homens da mesma classe social que praticavam sexo. Essa pesquisa acredita que o hormônio masculino, a testosterona, pode reduzir a expectativa de vida.

Outra constatação dos pesquisadores, em resposta aos artigos na imprensa: a maioria das pessoas diz que se sente muito melhor com a prática do sexo, do que sem ele.

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Câncer: vacinação de meninos de 12 a 14 anos

Começou ontem em Maringá a campanha de Vacinação contra HPV para meninos de 12 e 13 anos de idade. A vacina está disponível nos 34 postos da Secretaria de Saúde.

A vacinação contra o papilomavírus humano é gratuita e consiste na aplicação de duas doses com intervalo de seis meses. A campanha é realizada desde 2014 para imunizar meninas de 9 a 23 anos e garotos.

De acordo com o secretário de Saúde, Jair Biato, a campanha objetiva reduzir o vírus entre meninos e meninas, reduzindo assim os casos de câncer de colo de útero e de vulva, além de proteger os homens contra cânceres de pênis e garganta e verrugas genitais.

O HPV é um vírus que se instala na pele ou em mucosas, podendo causar câncer e útero e verrugas. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de colo de útero é o terceiro mais incidente no Brasil. No Paraná, esse tipo de câncer matou 333 pessoas em 2015 e 258 em 2016.

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Ministério da Saúde libera R$ 19 milhões para Maringá e região

 

Com a otimização dos gastos públicos, o Ministério da Saúde conseguiu liberar R$ 402,7 milhões ao estado do Paraná. São recursos referentes a emendas parlamentares e investimentos do Governo Federal destinados ao custeio de 671 serviços/leitos que estão em funcionamento e não contavam com contrapartida ou qualificação da pasta no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

O anúncio foi feito pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, hoje, em reunião com prefeitos e gestores de saúde em Curitiba, depois de ter liberado R$ 19 milhões para a Maringá e região, R$ 3 milhões específicos para diminuir as filas de consultas especializadas, durante reunião realizada na prefeitura de Maringá, no sábado.

No total, são 671 serviços distribuídos em 76 municípios que estão sendo contemplados pela iniciativa. Prioridade do ministro nos primeiros 200 dias à frente da pasta, a otimização de gastos alcançou uma eficiência econômica total no país de R$ 1,9 bilhão, possibilitando aumentar a assistência à população no âmbito da rede pública de saúde.

Com essa eficiência na gestão estamos conseguindo reaplicar recursos na saúde de todo o Brasil. Muitas entidades do Paraná e Curitiba foram contempladas e os recursos já estão disponíveis para uso desses estabelecimentos. Estamos renovando a frota do SAMU também. São 340 novas ambulâncias para o país, sendo 23 para o Paraná e 5 para Curitiba. Tenho certeza que vamos avançar muito na qualidade dos atendimentos em saúde daqui em diante e podem esperar novos anúncios, porque meu compromisso é uma eficiência de R$ 3 bilhões no primeiro ano de gestão”, destacou Ricardo Barros.

Dos R$ 402,7 milhões liberados para o Paraná, R$ 138,2 milhões beneficiam serviços como leitos de UTI e SAMU, voltados para os atendimentos de urgência e emergência, e custeio de serviços hospitalares e ambulatoriais voltados à assistência especializada, incluindo os atendimentos de média e alta complexidade. Para incrementar o repasse, ainda foram liberados R$ 264,5 milhões referentes a emendas parlamentares. Também estão sendo beneficiadas mais 11 UPAs em 11 municípios, com custeio anual na ordem de R$ 19,7 milhões.

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Ministro da Saúde entrega R$ 3 milhões para especialidades em Maringá e região

Maringá recebe neste sábado do Ministério da Saúde, recursos para diminuir as filas de consultas de especialidades médicas em 30 municípios da região.

O repasse está marcado para 9 horas no auditório da prefeitura, onde se reunirão os novos prefeitos dos 30 municípios da região da Amusep.

Responsável pela conquista do benefício, o ministro da Saúde Ricardo Barros assina pessoalmente os repasses que somam R$ 3 milhões. Maringá que tem a metade dos habitantes da região (400 mil pessoas), recebe R$ 1,5 milhão, e os demais 29 municípios outro R$ 1,5 milhão.

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Cuidado com o mel “direto do produtor”

A Vigilância Sanitária teve auxílio da Polícia Federal para apreender , anteontem, mel e outros produtos “naturais” em Ibiporã, região de Londrina.

O mel e os produtos eram envasados em garrafas usadas de pinga, potes de maionese e latinhas, lavados em um tanque comum e sem qualquer higiene, ao lado de ração animal, veneno e até fezes de cachorro.

Segundo fiscais, o responsável pela residência comprava o mel de produtores da região, embalava e vendia para pequenos mercados e estabelecimentos à beira de rodovias e ambulantes, que diziam ter recebido as mercadorias “diretamente do produtor”.

Foram apreendidos 600 litros de mel de qualidade duvidosa, além de pomadas e produtos vendidos como “estimulante sexual” e para o tratamento de reumatismo, sem o devido registro no Ministério da Saúde.

A fiscalização vai inutilizar os “remédios” e pelo menos o mel terá alguma utilidade: será despejado no sistema de esgoto, para alimentar as bactérias da rede.

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Cigarro libera venenos e câncer

Mais de 10 mil pessoas morrem, por dia, em consequência do cigarro. Os produtos presentes no cigarro provocam mais de 50 doenças e são um fardo para as estruturas de saúde pública, consumindo grande fatia de recursos que poderiam socorrer a população não fumante.

O cigarro é um assassino terrível. Com menos de 10cm, mata o fumante aos poucos, através de aproximadamente 4.720 substâncias nocivas.

Considerado a principal causa de morte evitável pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o hábito de fumar é tratado com o status de epidemia mundial.

As substâncias que cada cigarro exala ao ser aceso atingem todo o corpo do fumante, começando por irritação nos olhos, nariz e garganta e paralisam os cílios dos brônquios que levam o ar ao pulmão.

O cigarro contém metais pesados, traços de agrotóxicos, alcatrão, solventes orgânicos e muitas outras substâncias com uma característica comum: todas são tóxicas, venenosas para o organismo de quem fuma e de quem estiver próximo.

Veja quais são e como agem algumas dessas substâncias:

Pesticidas: conjunto de substâncias presente no tabaco que são absorvidas pelo fumante; os resíduos do pesticida chamado DDT irritam as paredes do estômago e provocam náuseas; outra parte das substâncias tóxicas são metabolizadas no estômago, gerando gastrite, úlcera e até mesmo câncer;

Monóxido de carbono (CO): igual ao gás inflamável expelido pelos escapamentos de carros, se liga às hemácias do sangue e impede o transporte eficaz de oxigênio no corpo; por esse motivo é que muitos fumantes reclamam que ficam com dores de cabeça quando ficam algumas horas sem fumar;

Plutônio: metal radioativo utilizado em armas nucleares, é um fator de câncer no pulmão, além de ter efeito cumulativo o que prejudica também o funcionamento dos rins. Os cigarros também têm carbono 14, urânio e chumbo também radioativos;

Metais pesados, nitrosaminas e policíclicos: cada cigarro contém arsênio e cádmio que se concentram no fígado, rins e pulmões por um período que pode variar de 10 a 30 anos. São metais associados a câncer de pulmão, esôfago, língua (nitrosaminas), mama (policíclicos aromáticos) e de próstata (metais pesados);

Cianeto de hidrogênio: gás incolor utilizado no combate a pragas, cupins e baratas, combina com o ferro da hemoglobina e bloqueia a recepção do oxigênio pelo sangue, sendo que em alta concentração pode matar por sufocamento químico;

Benzopireno: facilitador de combustão no papel do cigarro, é um componente que reage com o DNA humano e interfere na reprodução das células.Estudo comprovou que o simples contato da substância na boca de cobaias foi suficiente para que elas desenvolvessem tumores;

Níquel: mesmo material usado para produzir aço inoxidável, moedas e pilhas alcalinas, ao ser inalado cria depósitos no fígado, rins, coração, pulmões, ossos e dentes. Também provoca alterações no estômago, além dos casos de infecções respiratórias e câncer;

Cetonas: do mesmo grupo da acetona, produto entorpecente, inflamável, quando inalado mesmo em pequenas quantidades irrita a garganta e causa tonturas e dores de cabeça. E em grandes quantidades pode causar uma intoxicação grave e a morte;

Terebentina: extraída da resina de pinheiros, esta substância tóxica é diluente e removedora de tintas a óleo. Inalada provoca imediata irritação nos olhos, vertigem, desmaios e lesões no sistema nervoso.

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Caso Conasens: Nardi diz estar à disposição da Polícia Federal

O Ministério da Saúde emitiu hoje à tarde, nota sobre a operação policial que deteve pessoas em Foz do Iguaçu, e que envolveria também o maringaense Antonio Carlos Nardi – secretário executivo da pasta – por suspeição sobre atos administrativos praticados há dois anos, quando presidia a organização nacional dos secretários municipais de Saúde.

O próprio Nardi diz estar disponível para qualquer esclarecimento, e a nota tem o seguinte teor: “Nesta manhã (15/12), a Polícia Federal solicitou informações ao Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems) sobre a realização do 30º Congresso de Secretarias de Saúde do Paraná. O evento, realizado em Foz do Iguaçu, em dezembro de 2014 por meio de convênio com a OPAS. A prestação de contas já foi apresentada e aprovada pela entidade, no valor de R$ 285 mil.

Toda a documentação solicitada foi encaminhada às autoridades policiais. Na época do Congresso, Antônio Nardi era presidente do Conasems. Atualmente, ocupa o cargo de secretário-executivo do Ministério da Saúde. Ele está à disposição das autoridades para fornecer todas as informações necessárias.

O Conasems, entidade sem fins lucrativos, é representante legal dos secretários municipais de saúde nos fóruns de discussão das políticas públicas do setor. Sempre apoiou a realização de congressos organizados pelas secretarias municipais de saúde em todo o país.”

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Planos de saúde acessíveis: sai o primeiro estudo

O Grupo de Trabalho criado pelo Ministério da Saúde para elaboração de novas propostas de planos de saúde individuais acessíveis à população encerrou suas atividades na última sexta-feira.

As sugestões apresentadas serão avaliadas juridicamente e, em seguida, encaminhadas para Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), órgão responsável por legislar a área e, por isso, avaliar a pertinência das propostas e sua possível implantação.

O GT reuniu representantes de mais de 20 instituições ligadas à Saúde Suplementar. Ao todo, foram 60 dias de trabalho e seis reuniões presenciais.

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Frutas e verduras: você pode estar comendo veneno

No almoço ou jantar você se sente saudável ao se servir daquela salada bonita, colorida! Você presume que está se alimentando bem, mas na verdade pode estar consumindo uma dose diária e homeopática de venenos.

Isso é o que foi descoberto e está sendo discutido pelos deputados estaduais do Rio Grande do Sul. A Frente Parlamentar Gaúcha em Defesa da Alimentação Saudável está pedindo providências aos órgãos de fiscalização de alimentos, depois que uma reportagem coletou e mandou examinar produtos repassados pela Ceasa – que existe em todo o Brasil e também em Maringá – para supermercados, quitandas e também feirantes.

Segundo laudos de laboratórios especializados, 45% das amostras de alface, pepino, cenoura, pimentão e morango estavam impróprias para o consumo humano devido à presença de resíduos de agrotóxicos, em quantidades acima do limite máximo aceitável, alguns proibidos no Brasil.

Enquanto a fiscalização não abre o olho em Maringá e no Estado, uma dica: a partir deste mês de dezembro a cidade tem uma feira que comercializa exclusivamente produtos orgânicos. A feira ocorre aos domingos pela manhã, ao lado do Instituto Estadual de Educação, em frente a catedral.

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Começa a soltura de mosquitos contra a dengue, zica e chikungunya

Os primeiros mosquitos estéreis desenvolvidos em um programa inédito pela empresa Forrest Innovations com o apoio do Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar) devem ser soltos ainda neste mês em Paranaguá, uma das regiões mais afetadas pelas doenças causadas pelo Aedes aegypti.

O objetivo é mostrar que será possível, já neste verão, amenizar os efeitos da dengue,da zika e a chikungunya, em Paranaguá”.

Soltos, os milhares de mosquitos estéreis competirão na natureza com os mosquitos selvagens, o que acarreta na consequente redução da proliferação do mosquito, inclusive das fêmeas, que são as transmissoras das doenças. Com o projeto, a tendência é que haja a queda da incidência do mosquito em até 90%.

No início do projeto foi feita a coleta de ovos do mosquito. Depois de eclodidos, receberam alimentação com produtos que garantem 100% da sua esterilidade. Depois são soltos em voo rasante em um avião que vem dos EUA somente para o projeto-piloto.

Depois de Paranaguá o projeto será estendido a Maringá e outros municípios que sofram com a incidência das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

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