Auxílio-doença: de cada 10 pagos, 8 são irregulares

O pente-fino que o governo está fazendo nos auxílios-doença pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) está resultando em grande economia para os cofres públicos. De cada 10 benefícios analisados, oito estão sendo suspensos por irregularidades, afirma o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira.

A operação contra irregularidades visa implantar eficiência sem “ralos” nos gastos públicos. Isso está sendo feito através de fiscalização intensiva sobre benefícios pagos pela Previdência Social,passando também pela desejada reforma, modernização e aprimoramento dos sistemas de tecnologia para controle das despesas estatais.

Precisamos dar maior eficiência à máquina pública, conter o desperdício e reverter a má alocação de recursos”, defende o ministro, complementando que todas as medidas tomadas pelo governo, seja do ponto de vista macro, seja do ponto de vista microeconômico, pavimentaram um caminho seguro para a retomada sustentada da economia.

Ele prevê que o crescimento econômico de 2018 poderá superar os 2,5%, mas tudo dependerá a aprovação da reforma da Previdência Social. Na opinião do ministro Oliveira, hoje há um quadro mais consciente do que meses atrás, avalizando a necessidade das mudanças no sistema de aposentarias: “Agora, o cenário é razoável e pode se tornar bom nos próximos dias. A reforma se tornou politicamente palatável”.

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Mercosul discute saúde pública em Foz

Ministros da Saúde de vários países reúnem nesta quinta-feira para discutir assuntos de interesse comum que ultrapassam as fronteiras nacionais.

Segundo o ministro da Saúde do Brasil, Ricardo Barros, será a 41ª Reunião de Ministros da Saúde do Mercosul que congrega Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai, Venezuela, e dos chamados Estados Associados: Chile, Peru, Equador, Bolívia e Colômbia.

Em pauta como assuntos principais: saúde sexual e reprodutiva, consumo de álcool, gestão de agrotóxicos e gordura trans. Durante a reunião, também está prevista a assinatura por parte dos governos brasileiros e uruguaio, de acordo de cooperação.

A reunião começará às 9 horas na Sala Araucária do Hotel Bourbon Cataratas e será encerrada às 12 horas, quando os ministros falarão à imprensa dos países participantes.

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HIV à solta no Brasil

Hoje é o Dia Mundial de Luta contra a Aids. Mas não é uma data para comemorar: a transmissão do vírus voltou a aumentar pelo descuido de jovens e agora também de idosos que não dão atenção aos alertas, deixando de utilizar camisinha nas relações sexuais.

A camisinha é necessária por que pelo rosto, aspecto físico, relacionamento, comportamento, etc., é impossível avaliar – ou diagnosticar – se alguém tem o vírus HIV.

Um agravante informado pelo Ministério da Saúde: no Brasil 160 mil pessoas têm o vírus e simplesmente não sabem. Talvez pior: outras 129 mil pessoas sabem que têm o vírus, mas tentam levar uma vida “normal”, sem procurar o necessário tratamento.

Outros 670 mil infectados já estão diagnosticados no país, a maioria se tratando. O total de pessoas com HIV é 830 mil.

É lógico que você conhece algum, ou alguns deles conscientes do problema, dos cuidados com a vida sexual e com a necessidade de tratar-se.

Mas será que todos os que participam de sua vida sexual no seu círculo de amizades sempre se cuidaram, sempre usaram camisinha, já fizeram exames…

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Câncer de pele é a ameaça do sol no final de ano

A maior exposição ao sol somada às altas temperaturas no final do ano recomenda cuidados dobrados com relação à pele para evitar os efeitos nocivos dos raios solares, uma das causas principais do aumento nos índices de tumores de pele entre a população brasileira. Segundo o Instituto Nacional do Câncer (Inca), somente no ano passado foram registrados 180 mil novos casos de câncer de pele, total que corresponde a 30% de todos os casos de tumores malignos no Brasil.

Os melanócitos e queratócitos (células da pele) são os principais envolvidos no processo de fotoproteção e quando expostos ao sol podem aumentar em número e tamanho. O câncer de pele ocorre quando há um crescimento excessivo dessas células que compõem a pele, podendo ser distinguidas em melanoma e não melanoma.

De acordo com a Dra. Daniela Pezzutti, oncologista do Centro Paulista de Oncologia – CPO (Grupo Oncoclínicas), em geral, as pessoas tendem a relacionar o câncer de pele exclusivamente ao melanoma. Contudo, 95% dos casos de tumores cutâneos identificados no Brasil são classificados como não melanoma, um índice que está diretamente relacionado à constante exposição à radiação ultravioleta (UV) do sol: “Geralmente, os principais sintomas de câncer não melanoma são lesões cutâneas com crescimento rápido, com sangramento, ulcerações que não cicatrizam, seguidas de coceira e algumas vezes dor aparentes em áreas muito expostas ao sol como rosto, pescoço e braços”, explica a Dra. Pezzutti.

É preciso estar alerta quanto a esses sinais e melhor, tomar precauções para evitar o câncer de pele. É preciso reforçar o uso do protetor solar diariamente, principalmente no rosto. Se a exposição aos raios solares for maior, como na praia ou piscina, por exemplo, é importante abusar do protetor no corpo todo, usar chapéus e evitar horários em que a incidência solar esteja mais forte. “Pessoas de pele clara, cabelos claros e sardas são mais propensas a desenvolver o câncer de pele. A idade é um fator que também deve ser considerado, pois quanto mais tempo de exposição da pele ao sol, mais envelhecida ela fica, aumentando também a possibilidade de surgimento do câncer não melanoma.”, destaca a Dra. Daniela.

Qualquer dúvida deve ser levada a um especialista (dermatologista) para acompanhamento das lesões cutâneas. A análise da mudança nas características destas lesões é de extrema importância para um diagnóstico precoce. O dermatologista tem o papel de orientar uma proteção adequada para descobrir os possíveis riscos que os raios solares de verão podem causar na pele.

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Dengue: Anvisa faz alerta contra vacina

A Anvisa, agência nacional responsável pela vigilância de saúde está recomendando que a vacina contra a dengue não seja tomada por pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue.

Segundo comunicado, o fabricante da vacina Dengvaxia, laboratório Sanofi-Aventis, apresentou informações preliminares e ainda não conclusivas, que apontam que indivíduos podem desenvolver formas mais graves da doença, quando usam a vacina sem ter tido contato prévio com o vírus da dengue.

Inicialmente, a bula da vacina será atualizada, enquanto a Anvisa avalia os dados completos dos estudos a serem apresentados.

Daí o impasse: tomo a vacina ou espero resultados? Segundo a Anvisa: “Neste momento, e até que a avaliação seja concluída, a recomendação é que a vacina não seja tomada por pessoas soronegativas, ou seja, pessoas que nunca tiveram contato com o vírus da dengue. Esclarecemos que este risco não havia sido identificado nos estudos apresentados para o registro da vacina na população para a qual a vacina foi aprovada”.

A Dengvaxia foi aprovada no Brasil em 28 de dezembro de 2015 e não é oferecida pelo Programa Nacional de Imunizações (PNI). Antes de seu registro, essa vacina foi estudada em mais de 40.000 pessoas em todo o mundo. Os ensaios clínicos seguiram os padrões estabelecidos por guias internacionais como “Guidelines for the clinical evaluation of dengue vaccines in endemic areas” da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Atualmente a vacina da Sanofi é a única aprovada no Brasil. O produto é indicado para imunização contra os 4 (quatro) subtipos do vírus da dengue. Para as pessoas que já tiveram dengue, o benefício do uso da vacina permanece favorável.

As informações preliminares sobre alteração do perfil de segurança da vacina foram apresentadas para a Anvisa nesta semana. A Agência já realizou uma reunião com a Sanofi e com o grupo de vacinas da Organização Mundial da Saúde para avaliar o caso.

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Azeite adulterado e perigoso inunda as gôndolas

Segundo maior importador mundial de azeites de oliva, o Brasil é também mercado para adulterações grosseiras com produtos que podem prejudicar a saúde do consumidor através de substâncias nocivas e até mesmo cancerígenas.

O Ministério Público Federal em São Paulo aciona a União e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para medidas necessárias contra as fraudes. Segundo esparsas medidas de combate realizadas pelo Ministério da Agricultura, as “falsificações” alcançam 80% dos produtos expostos nas gôndolas dos supermercados, principalmente aqueles adquiridos a granel e envasados aqui ou fora do país de origem.

Em muitos casos, apesar de o rótulo indicar “azeite de oliva virgem” ou “extravirgem”, o conteúdo é uma mistura de óleos ou pior: apenas óleo de soja agregado com azeite lampante, um óleo de baixa qualidade e mais barato para importação, extraído de azeitonas deterioradas ou fermentadas. Esse lampante é impróprio para o consumo humano, sem garantias para saúde do consumidor. Fiscalização do ministério, neste ano, encontrou empresas vendendo produtos com 85% de óleo de soja e 15% de lampante, e reprovou 45 das 140 marcas analisadas. Outro problema: a utilização, no envase, de óleo de bagaço de oliva bruto, que também não pode ser destinado diretamente à alimentação humana, pois é extraído, em geral, com o uso de solventes e pode conter substâncias cancerígenas.

Levantaram também as autoridades, que para dificultar a fiscalização que já é naturalmente ineficiente, várias empresas mudam de localização e até de estado, além de se valerem do recurso de lançar novas marcas. Para facilitar a fiscalização o MPF pede que o ministério edite uma norma técnica com regras para rastrear o azeite de oliva, desde sua eventual importação até a finalização do processo produtivo. Também exige um cadastro de pessoas e empresas envolvidas na importação, fabricação e envasamento de óleos vegetais, dando cumprimento à Lei 9.972/2000, regulamentada Decreto 6.268/2007, e que os dados cadastrados sejam compartilhados com a Anvisa e com as Vigilâncias Sanitárias Estaduais e Municipais. Tal registro, demonstrando a omissão – a troco de quê? – do poder público, não foi até hoje elaborado.

Como comprar um azeite legítimo? Sugestão que não representa garantia: que seja de marca tradicional, envasado no país de origem – que seja realmente produtor.

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LAM – a doença feminina que poucos médicos conhecem

A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara Federal aprovou esta semana a criação da Política Nacional de Conscientização e Orientação sobre a Linfangioleiomiomatose (LAM) – doença pulmonar pouco conhecida inclusive entre os médicos e que atinge mulheres em idade fértil, podendo causar obstrução brônquica e vascular, bem como formação de cistos.

A medida está prevista no Projeto de Lei 5078/16, do deputado Alan Rick (DEM-AC) e visa incentivar ações para capacitar profissionais da saúde quanto ao quadro sintomático e o diagnóstico diferencial da doença. Prevê ainda a criação de centros de referência para diagnosticar, tratar e acompanhar pacientes com LAM. E determina a implantação de um sistema nacional de coleta e processamento de dados sobre casos da enfermidade.

Segundo o texto, caberá ao SUS oferecer às portadoras de Linfangioleiomiomatose o acesso a todos os meios disponíveis para tratamento e controle da doença. A política deverá ser regulamentada pelo Executivo em 60 dias após a publicação da lei, se aprovada.

Segundo o deputado propositor “A Linfangioleiomiomatose é pouco conhecida mesmo entre os médicos pneumologistas, e como seus sintomas iniciais são semelhantes ao de muitas outras pneumopatias, muitas vezes o seu diagnóstico é tardio, perdendo-se a oportunidade de iniciar a terapia no início, quando é bem mais eficaz”.

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Anvisa libera genérico contra o câncer

Graças à liberação de registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último dia 20, já nas próximas semanas os pacientes que enfrentam o câncer de próstata poderão contar com nova e mais acessível alternativa de tratamento.

É o acetato de abiraterona, indicado para casos em que a doença já se espalhou e persiste. A indicação é que ele seja utilizado combinado com outros remédios, como o prednisona ou prednisolona.

Com o uso desse medicamento genérico, os tratamentos deverão ficar 35% mais baratos. Com a medida, os custos do tratamento devem ser reduzidos, já que os genéricos são cerca de 35% mais baratos.

A evolução dessa doença é impulsionada pela produção anormal de hormônios sexuais. Por isso, uma enzima presente no remédio inibe exatamente a produção desses hormônios para combater a doença.

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Dia da Consciência Negra: ministérios lançam campanha de saúde

 

Para marcar o Dia da Consciência Negra, o Ministério da Saúde, em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, lançou hoje em Brasília uma nova campanha publicitária voltada para a população negra. Com o slogan “O SUS está de braços abertos para a saúde da população negra”, a iniciativa visa a garantir o atendimento ético a pessoas pretas e pardas.

A população negra representa 54% dos brasileiros e detém indicadores que demonstram situações de vulnerabilidade no que diz respeito às doenças crônicas e infecciosas, tais como a anemia falciforme, o diabetes mellitus (tipo 3), a hipertensão arterial e a deficiência de glicose-6-fosfato desidrogenase.

De acordo com Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, 29,7% da população de cor clara avaliam sua saúde entre muito ruim e regular. Quando se trata da população negra e parda, esse índice sobe para 37,8%.

Cinco mil profissionais de saúde serão treinados com cursos e capacitação para o atendimento primário em comunidades quilombolas. O objetivo é fomentar a campanha “O SUS está de braços abertos para a saúde da população negra” e a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra.

Somente a partir deste ano foi instituída a obrigatoriedade da especificação do quesito cor/raça no preenchimento das fichas cadastrais para os usuários do SUS. Segundo o Ministério da Saúde, após a adequação dos sistemas, será possível construir um perfil epidemiológico por raça/cor no Brasil.

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Centro de Especialidades vai revolucionar o atendimento público de saúde

Reunião da vice-governadora Cida Borghetti com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e com o secretário de Saúde de Maringá, Jair Biatto, definiu a inauguração do Centro de Especialidades do Paraná em Maringá, para o próximo dia 15.

Com atendimento em horário prolongado, o Centro que será administrado pelo Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Setentrião Paranaense (Cisamusep) prevê, inicialmente, a realização de 20 mil procedimentos por mês, ou seja, uma oferta 60% superior à atual.  “Através do Centro o governo estadual estará proporcionando melhor atendimento em saúde à população. Serão médicos e funcionários de diversas áreas à disposição das pessoas que mais precisam de assistência rápida e com mais qualidade, além de ampliar ainda mais o polo de saúde de Maringá”, garante Cida Borghetti.

Localizado na mesma quadra onde estão localizados o Hospital Municipal, uma Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas e a unidade do Samu de Maringá, além do novo prédio haverá alto investimento na compra de equipamentos, compondo 19 consultórios médicos, sete consultórios odontológicos e 13 para atividades de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outras especialidades não médicas. Também três salas cirúrgicas para pequenos procedimentos, e setor de imagem completo com 15 salas de exames e uma sala de observação.

Reunião da vice-governadora Cida Borghetti com o ministro da Saúde, Ricardo Barros, e com o secretário de Saúde de Maringá, Jair Biatto, definiu a inauguração do Centro de Especialidades do Paraná em Maringá, para o próximo dia 15.

Com atendimento em horário prolongado, o Centro que será administrado pelo Consórcio Público Intermunicipal de Saúde do Setentrião Paranaense (Cisamusep) prevê, inicialmente, a realização de 20 mil procedimentos por mês, ou seja, uma oferta 60% superior à atual.  “Através do Centro o governo estadual estará proporcionando melhor atendimento em saúde à população. Serão médicos e funcionários de diversas áreas à disposição das pessoas que mais precisam de assistência rápida e com mais qualidade, além de ampliar ainda mais o polo de saúde de Maringá”, garante Cida Borghetti.

Localizado na mesma quadra onde estão localizados o Hospital Municipal, uma Unidade de Pronto Atendimento 24 Horas e a unidade do Samu de Maringá, além do novo prédio haverá alto investimento na compra de equipamentos, compondo 19 consultórios médicos, sete consultórios odontológicos e 13 para atividades de fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional e outras especialidades não médicas. Também três salas cirúrgicas para pequenos procedimentos, e setor de imagem completo com 15 salas de exames e uma sala de observação.

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