Patrulha do Som promete rigidez contra a poluição sonora

A Ouvidoria da Prefeitura de Maringá registrou, somente neste ano, 530 reclamações de poluição sonora, fora outras que são feitas diretamente à Polícia Militar.

A irritação provocada por som alto muitas vezes resulta em discussões com vizinhos, brigas e até tragédias, já que as pessoas são levadas a tentar por fim ao problema invasivo, de alçada das autoridades do município.

Partindo do som crescente das reclamações, a Patrulha do Som de Maringá sai a campo, depois de desativada oito meses, quando os abusos multiplicaram.

Ainda nesta semana os integrantes da Patrulha do Som terão uma nova reunião com promotores de Justiça para discutir as ações da força-tarefa. O objetivo é formatar o protocolo de ações que não fiquem só em orientação e conscientização, pois não estarão lidando com crianças, mas com infratores maiores de idade, cuja condição de cidadãos embute responsabilidade sobre o que praticam, especialmente o que estiver errado.

A Patrulha portará aparelhos para medir a poluição sonora e as multas poderão variar de R$ 141 a R$ 2.500, além de multa de trânsito (se for o caso) e apreensão de equipamentos.

Algo que nunca a Patrulha resolve e que deveria procurar resolver a partir de agora é a questão dos escapamentos propositalmente barulhentos. Muitos motociclistas que devem ter alguma pecinha solta dentro do capacete deveriam voltar para casa à pé, pois cada motocicleta tem escapamento mais barulhento e insuportável que toda a avenida Colombo em horário de rush.

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