Autor: Francês



Atenção: começou a vacinação contra a dengue

 

Começou hoje no campus da Unicesumar com a presença do prefeito Ulisses Maia, do reitor Wilson de Matos Silva e autoridades da saúde, a

terceira etapa de vacinação contra a dengue no Paraná. O trabalho visa imunizar moradores nos 30 municípios onde a presença do mosquito transmissor é mais intensa.

Quem já tomou a primeira ou a segunda doses da vacina em etapas anteriores, deve retornar às unidades de saúde para completar o esquema vacinal, destaca o secretário de Saúde do estado, Michele Caputo Neto: “A população dos municípios que têm a vacina disponível deve lembrar que a imunização contra a dengue só está garantida com as três doses. Sabendo disso, é importante não deixar para a última hora e buscar a unidade de saúde o mais rápido possível”.

Estes os municípios e faixas etárias das pessoas que devem procurar vacinação:

De 9 a 44 anos: Paranaguá e Assai.

De 15 a 27 anos: Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu, São Miguel do Iguaçu, Boa Vista da Aparecida;,Tapira; Cruzeiro do Sul, Santa Isabel do Ivaí, Iguaraçu, Mandaguari, Marialva, Maringá, Munhoz de Mello, Paiçandu, Santa Fé, São Jorge do Ivaí, Sarandi, Bela Vista do Paraíso, Cambé, Ibiporã, Jataizinho, Londrina, Porecatu, Sertanópolis, Itambaracá, Leópolis, São Sebastião da Amoreir, Cambará e Maripá.

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Unicesumar sedia o lançamento da Campanha de Vacinação da Dengue

A Secretaria de Saúde de Maringá realiza nesta quarta-feira, o lançamento da terceira etapa da Campanha de Vacinação da Dengue. A cerimônia está marcada para 9h30, na Praça do Conhecimento, no campus da Unicesumar.

O lançamento da campanha conta com a presença do reitor da Unicesumar, Wilson de Matos Silva, do prefeito municipal, Ulisses Maia, do secretário municipal de Saúde, Jair Biatto e do chefe do Centro estadual de Epidemiologia, João Luís Crivellaro.

A atividade também tem a participação dos alunos do curso de Enfermagem da Unicesumar que aplicarão as vacinas. Podem ser vacinados, jovens com idades entre 15 e 27 anos e quem não recebeu ainda a segunda dose. A vacina é contraindicada para mulheres grávidas ou amamentando, pessoas com febre, imunodeprimidos e usando corticoide por mais de dez dias.

Vale lembrar que é obrigatório a apresentação de um documento original com foto ou CPF e a carteira de vacina. A partir da próxima segunda-feira, 25, até sexta-feira, 29, a Unicesumar também será um ponto de vacinação nos períodos da manhã e à noite.

A Campanha de Vacinação da Dengue abrangerá 30 municípios do Paraná e prossegue até o dia 27 de outubro

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Confederação quer proibir anorexígenos

A Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde quer que seja revogada a liberação para a fabricação e comercialização dos medicamentos conhecidos como remédios emagrecedores.

A CNTS questiona no Supremo Tribunal Federal, por meio de ação direta de inconstitucionalidade, a Lei 13.454/2017, que autoriza a produção, a comercialização e o consumo dos anorexígenos sibutramina, anfepramona, femproporex e mazindol.

A alegação argumenta haver amplo conhecimento sobre a ineficácia desses medicamentos e seus efeitos colaterais prejudiciais aos pacientes. Dessa forma, não visão da entidade, a lei desrespeita direitos e garantias individuais assegurados pela Constituição Federal, como o direito à saúde (artigos 6º e 196), à segurança e à vida (caput do artigo 5º) e a princípios como o da dignidade da pessoa humana (artigo 1º, inciso III).

Segundo a confederação, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) propôs, em 2011, a retirada do mercado da sibutramina e das outras substâncias, anorexígenos anfetamínicos, devido a seus graves efeitos adversos, como dependência física e psíquica, ansiedade, taquicardia, hipertensão arterial.

No entanto, “sem prévia motivação e justificação administrativa plausível, ou interesse público relevante”, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no exercício do cargo de presidente da República, sancionou a Lei 13.454/2017, “autorizando o uso de substâncias cujos efeitos colaterais e toxidade sobre o organismo humano são desconhecidos e colocam em risco a saúde da população”.

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Careca? Nova técnica garante cabelos naturais

Deixando para trás um passado literalmente cheio de cicatrizes, o transplante capilar entra agora na “Era da Naturalidade”, graças à evolução alcançada nos últimos anos. Ou: só ficará careca quem quiser.

Dentro de toda evolução nas técnicas cirúrgicas, destaca-se o nome do dermatologista brasileiro Arthur Tykocinski, que além de ser presidente do FISHRS Brasil (International Society of Hair Restoration Surgery), comandará cirurgias ao vivo, no 1° Workshop de Transplante Capilar FUE da ISHRS, que acontece entre os dias 1 e 2 de outubro, na Polônia.

”O procedimento tem como desafio demonstrar à comunidade médica internacional os avanços recentes na técnica FUE, sendo que a organização de um evento deste porte é complexa, especialmente por causa das cirurgias ao vivo. Também será o primeiro workshop, o que o torna ainda mais especial já que daremos atenção total a apenas uma das técnicas de transplante capilar”, comenta Tykocinski, que foi destaque no último Congresso Mundial quando uniu snowboard com técnicas cirúrgicas para explicar novo instrumento médico.

É a primeira vez que essa quantidade de cirurgias será realizada em um evento internacional. Serão dez pacientes com características diversas que ficarão até 8 horas no centro cirúrgico preparado exclusivamente para o evento. Segundo o especialista, todas as cirurgias são necessárias porque cada tipo de cabelo deve ter uma abordagem diferente na hora da retirada dos fios, para que o paciente não fique com cicatrizes visíveis e que tenha um aproveitamento maior dos enxertos removidos, chamados de unidades foliculares*).

“Na Europa a FUE não tem sido tão eficiente quanto deveria, há inúmeros casos de pacientes que ficaram com centenas de micro cicatrizes na região doadora, deixando o cabelo ralo e com aparência inestética após procedimentos mal realizados. Isso pode minar com a reputação da técnica FUE, que é vista como a ‘sem cicatriz’. Queremos que a qualidade do transplante capilar esteja sempre à frente de interesses adversos ao que é o ideal para o paciente. Com a técnica apropriada e instrumentos adequados, o transplante capilar não deixa marcas visíveis e é extremamente natural”, ressalta o Dr. Tykocinski.

Em uma sessão de transplante capilar FUE, podem ser transplantados até 5.500 fios, 30% a mais do que anteriormente, sem deixar cicatrizes ou diferenças visíveis de densidade. Apesar do tempo de cirurgia, o procedimento é minimamente invasivo sendo realizado apenas com leve sedação e anestesia local. A recuperação é em apenas sete dias e o resultado é permanente.

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Testosterona: quando o homem precisa repor?

 

Aos 50 e 60 anos os homens devem se preocupar mais com a saúde, realizar exames periódicos e prestar atenção aos sintomas do corpo que indicam doenças precocemente. Um dos problemas que podem ser detectados é a deficiência de testosterona. Com ela, os homens costumam sentir diminuição da libido, perda de massa muscular, aumento de massa gorda, fraqueza, dificuldade para dormir e disfunção erétil.

Segundo dados da Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), 20% a 30% dos homens com mais de 40 anos sofrem com a deficiência do hormônio e suas consequências. De acordo com um dos especialistas mais conceituados do país, o andrologista Filipe Tenório, da Clínica Andros Recife, a diminuição da testosterona devido à idade deve ser tratada se o homem apresentar sintomas ou complicações. Nestes casos, o tratamento é feito através da terapia de reposição hormonal, que, como o próprio nome sugere, é utilizada para suprir a falta do hormônio no corpo. “Para confirmar a deficiência de testosterona, o médico solicita um exame que mede os níveis do hormônio. Se a testosterona estiver baixa, menor que 350 ng/dL, constata-se o problema e então inicia-se o tratamento”.

A reposição pode ser feita através de injeções intramusculares ou com gel de testosterona, que é aplicado na pele diariamente. O médico afirma que a melhora dos sintomas ocorre em 1-2 meses na maioria dos casos, e que, usualmente, a reposição é necessária por toda a vida. “A avaliação com um especialista deve ser rigorosa para identificar se há alguma contraindicação ao tratamento. Além disso, o acompanhamento deve ser criterioso e constante, para avaliar a melhora dos sintomas e dos níveis de testosterona”, ressalta. As principais contraindicações para o tratamento são o desejo de ter filhos, já que a reposição de testosterona causa infertilidade, e a presença de câncer de próstata ativo.

Filipe Tenório alerta também para um erro que as pessoas costumam cometer ao falar da doença. “Muitos chamam erroneamente a deficiência de testosterona de andropausa, fazendo o paralelo com a menopausa feminina. Mas, ao contrário do que acontece com as mulheres, a redução da testosterona não ocorre em 100% dos homens e não é uma coisa normal. Ela deve ser tratada porque o paciente tende a ter mais complicações e, inclusive, aumenta o risco de morte”, afirma o especialista.

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SUS modernizado e eficiente economiza R$ 4 bilhões

“Já economizamos até agora R$ 4 bilhões comprando exatamente o que compramos o ano passado. Com isso ampliamos o acesso ao SUS, colocamos mais serviços credenciados, habilitados da atenção básica, na média e alta complexidade, e adquirimos muito mais medicamentos ampliando o acesso das pessoas a assistência farmacêutica”.

A afirmação é do ministro da Saúde, Ricardo Barros, também destacando a importância da informatização e integração das informações do SUS para combater os gastos desnecessários. “Com essa integração de informações nós vamos evitar o desperdício e a nova política de atenção básica vai permitir a solução de até 80 % dos problemas de saúde”.

Para quem não se recorda, a informatização do SUS tem muito a ver com Maringá. Funcionários graduados vieram de Brasília a Maringá, na administração anterior, para conhecer as qualidades do cartão de saúde aqui implantado.

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Camisinha vira estrela de videoclipe

 

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde informa que 827 mil pessoas vivem com HIV e aids no Brasil. Desse total, 372 mil ainda não estão em tratamento; 260 mil sabem que estão infectadas; outras 112 mil não sabem e principalmente nestá última estatística mora o perigo da propagaçãodo mal.

O levantamento mais recente mostra que a epidemia de Aids tem se concentrado principalmente entre populações vulneráveis e nos mais jovens. Destaca-se o aumento em jovens de 15 a 24 anos, sendo que entre 2006 e 2015 a taxa entre aqueles com 15 e 19 anos mais que triplicou, passando de 2,4 para 6,9 casos a cada 100 mil habitantes. Entre os jovens de 20 a 24 anos, a taxa dobrou, passando de 15,9 para 33,1 casos a cada 100 mil habitantes.

Por conta dessa conjuntura, buscando minimizar contaminação, o Brasil vem diversificando as ações dentro de um conceito de prevenção combinada, que inclui distribuição de preservativos masculinos e femininos, gel lubrificante, ações educativas e ampliação de acesso a novas tecnologias, como testagem rápida (incluindo fluido oral), profilaxia pós-exposição e profilaxia pré-exposição. As ações de prevenção focalizadas em grupos que concentram maior carga de infecção pelo HIV, como homens que fazem sexo com homens, profissionais do sexo, população trans, etc, vem sendo continuamente ampliadas. Um exemplo é o projeto Viva Melhor Sabendo, que consiste na testagem por pares utilizando teste rápido de fluido oral, que já realizou mais de 70 mil testes.

Os jovens também têm sido foco de campanhas de prevenção ao longo de todo o ano. O Ministério da Saúde desenvolve, em conjunto com as secretarias estaduais e municipais de saúde, ações e campanhas regionais e municipais por ocasião de eventos específicos destinados à juventude, como shows e festas regionais. Nos últimos anos, os jovens também foram alvo de grandes campanhas de prevenção durante o Dia Mundial de Luta contra a Aids (1º de dezembro) e Carnaval, com material específico dirigido a essas faixas etárias.

O Brasil tem avançado no controle da infecção, tendo alcançado melhoras significativas em todos os indicadores. O alcance das metas de 90% das pessoas testadas, 90% tratadas e 90% com carga viral indetectável até 2020, estabelecida pelo Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (UNAIDS), é um dos resultados mais expressivo das ações de combate ao HIV e aids no país.

No diagnóstico, o Brasil passou de 80%, em 2012, para 87%, em 2015, o que equivale a 715 mil pessoas. A ampliação da testagem é uma das frentes da nova política de enfrentamento do HIV e aids no país. Em 2015, foram realizados 8,5 milhões de testes. Os maiores incrementos foram observados na meta relacionada ao tratamento, que passou de 44%, em 2012, para 64%, em 2015, ou 455 mil pessoas. Na meta referente à redução da carga viral, o país passou de 75%, em 2012, para 90% em 2015, ou 410 mil pessoas.

Com vistas a impedir o avanço do HIV e da ainda, o Ministério da Saúde traz uma novidade na área de comunicação voltada principalmente para o público jovem. São Bento do Sapucaí, no interior de São Paulo, ficou pequena para a gravação do clipe “Corpo Sensual”, da cantora Pablo Vittar. A música é uma parceria com Matheus Carrilho, da Banda Uó. Já as cenas do videoclipe tiveram a parceria exclusiva do Ministério da Saúde e a participação dela, a estrela da ação: a camisinha do SUS. Sim, é isso mesmo, a camisinha do SUS!

O clipe conta a história de um casal que vive um romance arrebatador, ao som de uma batida dançante. Mas como em todas as situações que envolvem paixão e sensualidade, é importante lembrar da prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (IST). É a primeira vez que o Ministério da Saúde faz este tipo de publicidade de utilidade pública, em um videoclipe. Na linguagem publicitária, isso se chama product placement. E a escolha da Pablo para esse novo passo de divulgação não foi à toa. Ela é uma das maiores artistas da atualidade, tem grande aceitação entre os jovens e conversa diretamente com o público a ser atingido pela campanha da camisinha.

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Saúde abre crédito de R$ 10 bilhões para entidades filantrópicas

 

 

As entidades filantrópicas terão um novo recurso financeiro para reestruturar suas unidades de saúde a partir do próximo ano. Acaba de ser sancionada a Lei nº 7.606/2017 criando o Programa de Financiamento Específico para Santas Casas e Hospitais Sem Fins Lucrativos que atendem o SUS (Pró-Santas Casas).

O montante de R$ 10 bilhões será operado pelos bancos oficiais federais (BNDES, CEF e BB) em duas linhas de crédito em um prazo de cinco anos, estará disponível para a reestruturação patrimonial das entidades filantrópicas que se encontram em crise financeira ou incremento do capital de giro.

O acesso ao Pró-Santas Casa independe da existência de saldos devedores ou da situação de inadimplência das entidades em relação a outras operações de crédito existentes, desde que os recursos liberados sejam utilizados integralmente para o pagamento dos débitos em atraso. “O governo já financia, por meio de Caixas Hospitais, mais R$ 4 bilhões no refinanciamento de dívidas e investimentos das Santas Casas. Atualmente são R$ 21 bilhões em dívidas com bancos, fornecedores, impostos. Com a linha de crédito, eles passarão a ter mais tranquilidade para condução deste trabalho tão importante”, enfatizou o ministro da Saúde Ricardo Barros.

Segundo o ministro, “Esse projeto é um reconhecimento às Santas Casas e Hospitais Filantrópicos que correspondem a mais de 50% de todos os atendimentos do SUS. Eles são os mais eficientes na relação custo-benefício e um exemplo de solidariedade”.

A rede filantrópica engloba 1.708 hospitais que prestam serviços para o SUS, sendo responsável por 36,86% dos leitos disponíveis, 42% das internações hospitalares e 7,35% dos atendimentos ambulatoriais realizados no âmbito do SUS. Além disso, as entidades beneficentes são responsáveis por 49,35% do total de atendimentos no SUS.

Outro fator que demonstra a importância do setor filantrópico para a rede pública de saúde é que em 927 municípios brasileiros a assistência hospitalar é realizada unicamente por um hospital beneficente. Essas instituições também são responsáveis por executar o maior quantitativo de cirurgias oncológicas, cardíacas, neurológicas, transplantes e outros procedimentos de grande porte, atingindo um percentual total de 59,35% das internações de alta complexidade no SUS.

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Estudo detalha o sexo em tempo de pornografia online

Depois das surpresas do relatório Kinsey, nos anos 1930, acaba de ser realizado e divulgado nos Estados Unidos, um novo e detalhado estudo sobre costumes sexuais. Publicado na revista PLOS One, foi feito com 975 homens e 1.046 mulheres), 91% deles heterossexuais, e dá pistas interessantes nestes tempos de pornografia onlineCinquenta tons de cinza.

Liderado por uma professora da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de Indiana Debby Herbenick, o objetivo da pesquisa do grupo de cientistas foi medir o impacto da trilogia erótica com enfoque no sadomasoquismo, uma das preocupações do grupo de cientistas.

A conclusão: embora “todo mundo” tenha lido os livros ou visto os filmes baseados na obra de E.L. James, poucos realmente se animaram a experimentar os jogos eróticos apresentados, ficando patente os comportamentos que mais atraem, inclusive os homens, são os românticos e afetuosos.

As práticas mais comuns, com porcentagem de pessoas (homens e mulheres) que disseram ter realizado ao menos uma vez na vida:

Sexo vaginal: 88,5%

Receber sexo oral: 84,8%

Fazer sexo oral: 82,7%

Assistir a filme pornô: 70,9%

Ver revistas com imagens de sexo explícito: 66,2%

Ler histórias eróticas: 57,2%

Masturbação mútua: 55,2%

Vestir lingerie ou roupas íntimas sensuais para o parceiro: 51,8%

Ir a um clube de striptease: 44,2%

Sexo em espaços públicos: 44,1%

Penetrar o parceiro no ânus: 42,6% (só homens responderam)

Usar um vibrador: 41,9%

Masturbação em frente ao parceiro: 41,5%

Flertar com alguém via SMS ou chat: 37,9%

Receber nudes: 33,7%

Ler guias ou livro de autoajuda sobre sexo: 33,1%

Receber ou dar palmadas (spanking): 31,9%

Mandar nudes: 25,5%

Usar um chicote (para bater ou apanhar): 23,7%

Ser penetrado no ânus: 23,8%

Representar um papel (roleplay): 23,7%

Amarrar ou ser amarrado: 21,1%

Chupar ou lamber os pés do parceiro: 18%

Usar um sex toy anal: 17,2%

Usar pílulas ou suplementos para melhorar a performance: 14,2%

Fazer sexo a três: 13,9%

Fazer sexo pela internet: 12,1%

Fazer sexo em grupo: 8,8%

Usar aplicativos de celular relacionado a sexo: 8,8%

Ir a uma festa de sexo ou de swing: 5,8%

Frequentar aula ou workshop para aprender sobre sexo: 3,6%

Ir a uma festa ou casa BDSM (sadomasoquista): 3,4%

Porcentagem de pessoas (homens e mulheres) que disseram se sentir muito atraídas pelas práticas sexuais abaixo, independentemente de terem feito ou não:

Fazer sexo vaginal: 71,3%

Ficar abraçado: 52,8%

Receber sexo oral: 51,6%

Fazer sexo com mais frequência: 49%

Beijar bastante durante o sexo: 46,1%

Fazer sexo de forma carinhosa: 43,9%

Fazer ou receber uma massagem antes do sexo: 40,1%

Dizer palavras doces e românticas durante o sexo: 39,9%

Ver o parceiro se despir: 37%

Fazer sexo em um quarto de hotel: 36,2%

Fazer sexo em outras partes da casa: 35,3%

Deixar o ambiente mais romântico antes do sexo: 33,2%

Ficar nu com o parceiro na sauna ou em uma hidromassagem: 31%

Assistir a um filme romântico: 31%

Fazer sexo oral: 30,9%

Vestir lingerie ou roupa íntima sexy: 27,3%

Ver o parceiro se masturbar na sua frente: 21,1%

Receber massagem junto com o parceiro: 20,9%

Falar e ouvir “palavras sujas”: 20,4%

Assistir a filmes pornôs: 18%

Usar um vibrador: 17,6%

Flertar com alguém via SMS ou chat: 14,4%

Ler histórias eróticas: 14,3%

Morder ou ser mordido: 13,7%

Fazer sexo mais agressivo: 13,5%

Observar outros fazendo sexo: 12,2%

Masturbar-se na frente do parceiro: 11,7%

Vendar ou ter os olhos vendados: 11,5%

Fazer sexo onde pode ser ouvido por terceiros: 11,3%

Receber ou mandar nudes: 10,6%

Estimular o ânus do parceiro com os dedos: 9,7%

Ver revistas com imagens de sexo explícito: 9,6%

Representar um papel (roleplay): 9,5%

Ter o ânus estimulado pelos dedos do parceiro: 9,2%

Fazer sexo anal: 9%

Receber ou dar palmadas (spanking): 8,9%

Amarrar ou ser amarrado pelo parceiro: 8,5%

Fazer sexo a três: 7,2%

Fazer sexo onde pode ser visto por terceiros: 7,2%

Fazer sexo pelo telefone com o parceiro: 7%

Usar um anel no pênis (penis ring): 6,2%

Fazer sexo com um estranho: 6,1%

Ia a um clube de striptease: 6%

Usar um chicote (para bater ou apanhar): 5,8%

Usar sex toy anal: 5%

Lamber/chupar o pé do parceiro ou ter o pé lambido/chupado: 4,8%

Fazer sexo em grupo: 4,7%

Fazer sexo pela internet: 3,7%

Frequentar aula ou workshop para aprender sobre sexo: 3%

Experimentar dor como parte do sexo: 2,6%

Ir a uma festa de sexo ou de swing: 2,3%

Ir a uma festa ou casa BDSM (sadomasquista): 1%

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Além de caro o cigarro mata uma de cada dez pessoas

 

 

                             O Brasil registrou uma queda significativa no consumo de tabagismo diário: os homens saíram de 29% para 12%, já as mulheres de 19% para 8%, de acordo com a pesquisa da revista científica The Lancet, que analisou mais de 195 países no período de 1990 a 2015.

No entanto, a redução do tabaco está sendo feita de maneira progressiva após muitas doenças e mortes serem associadas ao fumo. A alta taxa de fumantes fez com que órgãos públicos elegessem hoje, 29, como data de combate mundial ao fumo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), é importante deixar o tema sempre na ativa, pois o tabagismo é considerado um problema de saúde pública. Trata-se de uma das principais causas de mortes que podem ser evitadas.

O especialista Dr. Marcos Samano (Hospital Moriah) alerta que os riscos decorrentes do uso do tabaco são maiores que muitas pessoas imaginam: “Os milhões de brasileiros expostos ao cigarro estão propícios a desenvolver mais de 50 problemas de saúde que vão de problemas cardiovasculares como infarto, hipertensão arterial, derrame cerebral; passando por problemas pulmonares como enfisema e fibrose pulmonar e incluindo diversos tipos de cânceres como o de boca, de laringe e de pulmão, que por sinal, é o que mais mata”.

De acordo com outro estudo da publicação científica The Lancet, o cigarro está ligado a uma em cada 10 mortes no mundo. “São números bem preocupantes e vale ressaltar sempre o quão mal faz à saúde fumar. Para se ter uma ideia, somente na fumaça do cigarro são encontradas mais de quatro mil substâncias tóxicas, sendo várias delas cancerígenas”, alerta o médico.

Para incentivar a acabar com o vício, selecionamos 6 dicas básicas para iniciar a batalha contra o cigarro:

                                                            Peça ajuda a um especialista

Um médico experiente na cessação do tabagismo poderá ajudar a encontrar maneiras de parar de fumar de forma natural. Ele pode aconselhar métodos para driblar o vício que a nicotina causa afetando o cérebro. Além disso, é essencial contar com o apoio da família e amigos. Quanto mais incentivo melhor, pois a pessoa ficará engajada e determinada.

                                                           Tenha autocontrole

Sabemos que não é fácil parar de fumar e muito menos se controlar para não cair na tentação de fumar pelo menos um cigarro. Mas tenha isso como determinação, seja firme. É difícil mas valerá a pena, afinal, você se livrará de muitas doenças, além de economizar.

                                                            Pare gradualmente

Muitas vezes, parar de forma radical e ter autocontrole, como comentamos acima, é difícil. Mas você pode parar aos poucos e ir se livrando das toxinas. Conte quantos cigarros você fuma por dia, e coloque a redução como meta, que no dia seguinte será um a menos e assim sucessivamente.

                                                            Mude a sua rotina

Não temos formas mágicas para se livrar do tabagismo, mas atitudes simples auxiliam muito nesse momento. Então, evite lugares com fumantes, se você tem o hábito de fumar após um café, diminua também este hábito, ou qualquer outro que esteja relacionado a sua vontade de fumar.

                                                            Prepare seu físico

Uma das coisas que o cigarro causa é o cansaço e o sedentarismo. É a hora da virada! Pratique exercícios, esportes, caminhadas, danças, enfim alguma atividade que você goste e ocupe seu tempo além de cuidar de forma espontânea do seu corpo.

                                                           Substitua a vontade de fumar por alguma comida saudável

Mantenha ao seu alcance alguns alimentos quando sentir vontade de fumar. Seja uma bala sem açúcar, um copo de água, gengibre, suco, entre outros. Essa substituição diminuirá a sensação de fome que pode ser confundida, muitas vezes, com a vontade de fumar.

 

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