Autor: Francês



Novo exame facilita a detecção da tuberculose

Doença que já matou cerca de um bilhão de pessoa nos últimos 200 anos, a tuberculose ainda está na lista das dez principais causas de morte em todo o mundo.

Por esses motivos é importante detectá-la o quanto antes. Agora um novo teste desenvolvido nos Estados Unidos supera os métodos existentes no mercado e, além de detectar a doença em poucas horas, consegue indicar o grau de gravidade da infecção. Ela mensura isso por meio da análise das proteínas CFP-10 e ESAT-6 no sangue, geradas pelas bactérias da tuberculose somente durante infecções ativas.

A precisão do exame que em breve estará disponível no mercado é de 92% e representa um grande avanço, já que os testes tradicionais invasivos podem dar falsos negativos e levar dias para revelar o resultado.

A pesquisa que deu origem ao exame foi publicada na revista da Academia Nacional de Ciências dos EUA.

Comente aqui


Combinação de energéticos com álcool é perigosa

 

Apesar de popular, a combinação de bebidas alcoólicas com energéticos pode aumentar a possibilidade de acidentes e lesões, alerta uma pesquisa feita no Canadá. É que a cafeína dos energéticos acaba estimulando a um consumo de álcool maior do que o normal.

No Reino Unidos, uma das principais Ongs envolvidas com o alcoolismo, a Drink Aware, não recomenda esse consumo combinado, também pelos problemas de elevação da frequência cardíaca e da dificuldade de dormir.

Produto que teve seu consumo aumentado em cerca de 30% nos últimos anos entre os brasileiros, o energético oferecido para aumentar o consumo de álcool e a conta, resulta no “bêbado-ligado”, já que a cafeína retarda o efeito da bebida alcoólica.

De 13 pesquisas publicadas entre 1981 e 2016, cientistas da Universidade de Victoria identificaram em dez delas correlação entre consumo de álcool e energéticos e aumento nos riscos de acidentes e brigas.

Por conta de estudos sobre efeitos, organismos oficiais em vários países, como a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil, não recomendam misturar energéticos e álcool. Eles contêm altos índices de cafeína – normalmente cerca de 80mg em uma latinha de 250ml, o equivalente a uma caneca de café. Em comparação, uma lata de 330ml de Coca-Cola contém 32mg e uma de Diet Coke, 42mg.  E existem também versões mais “turbinadas”, em que uma garrafa de 60ml pode conter até 160mg de cafeína.

Uma das autoras desse estudo abrangente, a cientista Audra Roemer destaca ainda a questão comportamental: “É normal que, quando você está ingerindo bebida alcoólica, chega um ponto em que você se cansa e vai para casa. Mas quando ingere energético esse esgotamento fica mascarado. Você bebe mais e mais e, além do baque para o organismo, fica sujeito a comportamentos mais arriscados.”

Segundo a Associação Britânica de Bebidas Não Alcoólicas, altos níveis de cafeína podem resultar também em ansiedade, ataques de pânico e elevação da pressão sanguínea.

Comente aqui


Azeites: os puros e os adulterados

As denúncias sobre carne, linguiça e embutidos adulterados, podres, acenderam as atenções dos brasileiros e das autoridades responsáveis pela fiscalização sobre produtos alimentares.

Hoje à tarde foi interditada uma fábrica de doces em Paranavaí, onde os 20 funcionários trabalhavam em um ambiente sem qualquer higiene e ainda utilizando galões que continham agrotóxicos.

E a associação Proteste aproveitou a onda para investigar adulterações nas várias marcas de azeite de oliva à venda em supermercados.

De acordo com a entidade, entre as 24 marcas avaliadas, sete estavam fraudadas, contendo misturas de óleos vegetais e animais, produtos não indicados para o consumo em salada ou no pão. Uma das marcas inclusive não é extra virgem, embora a informação conste no rótulo.

As marcas adulteradas, segundo a Proteste: Tradição, Figueira de Foz, Torre de Quintela, Pramesa e Lisboa, todos importados. Por outro lado, a marcas Pramesa, Figueira de Foz e Tradição já são reincidentes na adulteração, tendo sido multadas anteriormente.

Como outras duas marcas de aceite adulterado não tiveram os nomes divulgados pois contam com liminares na Justiça impedindo essa divulgação, resta-nos divulgar os produtos aferidos como de qualidade. São os das marcas O-live, Carrefour Portugal, Qualitá , Filippo Berio, Borges, Cardeal, Cocinero, Gallo, La Española, La Violetera, Taeq, Serrata, Renata e Broto Legal Báltico.

Se a marca que você adquiriu não está aqui, é possível que seja uma das duas que proibiram a informação ao consumidor.

1 Comentário


Perigosíssimo, mercúrio está sendo banido do Brasil

A Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou ontem no Diário Oficial da União texto que proíbe em todo o território nacional, a fabricação, a importação, a comercialização e o uso em serviços de saúde de termômetros e esfigmomanômetros (medidores de pressão arterial) com coluna de mercúrio. A determinação passa a valer a partir de janeiro de 2019.

A decisão da diretoria colegiada da Anvisa vai retirar do mercado materiais de saúde que utilizam mercúrio na composição – entre elas, a proibição do uso de mercúrio em termômetros e medidores de pressão corporal com coluna de mercúrio e o uso de mercúrio e liga de amálgama não encapsulado em odontologia.

A decisão também inclui a proibição do uso desses equipamentos em serviços de saúde, que deverão fazer o descarte dos resíduos sólidos contendo mercúrio conforme normas definidas pela própria agência (RDC nº 306/2004) e por órgãos ambientais estaduais e federais.

A proibição dos termômetros e dos medidores de pressão com coluna de mercúrio, segundo a Anvisa, é resultado da Convenção de Minamata, assinada pelo Brasil e por mais 140 países em 2013 e que tem como objetivo eliminar o uso de mercúrio em diferentes produtos, como pilhas, lâmpadas e equipamentos para saúde.

A contaminação por mercúrio é tão grave que a exposição a 1,2 miligramas de mercúrio por algumas horas pode causar bronquite química e fibrose pulmonar em seguida. O mercúrio pode causar ainda, problemas ao sistema nervoso central e à tireoide, caso a exposição ao material ocorra por períodos longos.

Entre as formas existentes de mercúrio, há o metil-Hg, considerada a mais tóxica aos organismos superiores, em especial aos mamíferos. Ele se acumula no sistema nervoso central, causando disfunção neural, paralisia e pode levar à morte.

Termômetros e medidores de pressão com coluna de mercúrio já vêm sendo substituídos no Brasil por outras tecnologias. Por outro lado, como se trata de produto sem prazo de validade, é provável que algumas pessoas ainda possuam e utilizem, em casa, termômetros com mercúrio.

A agência também ressaltou que, como se trata de um produto sem prazo de validade, é possível que algumas pessoas ainda tenham termômetros com mercúrio em casa.

A quantidade da substância presente em termômetros de uso caseiro, segundo a Anvisa, não chega a ser comprometedora, mas, em caso de acidentes, a orientação é manter as seguintes precauções: não permita que crianças brinquem com as bolinhas de mercúrio, utilize luva e máscara e recolha com cuidado os restos de vidro em toalha de papel, coloque em recipiente resistente à ruptura para evitar ferimento e feche hermeticamente; localize as bolinhas de mercúrio e junte-as com cuidado, utilizando papel cartão ou similar; recolha as gotas de mercúrio com uma seringa sem agulha (as gotas menores podem ser recolhidas com fita adesiva);  transfira o mercúrio recolhido para recipiente de plástico duro e resistente, feche hermeticamente e cole um rótulo indicando o que há no recipiente.

Mais: recipientes que acondicionem mercúrio líquido ou seus resíduos contaminados devem estar armazenados com quantidade de água (selo hídrico) capaz de cobrir esses resíduos, para minimizar a formação de vapores de mercúrio; identifique o recipiente, escrevendo na parte externa “Resíduos tóxicos contendo mercúrio”; não use aspirador, pois isso vai acelerar a evaporação do mercúrio, assim como contaminar outros resíduos contidos no aspirador; coloque o recipiente em uma sacola fechada.

Para tirar de casa o produto recolhido, ou desfazer-se de termômetro com mercúrio, entre em contato com o serviço de limpeza urbana do seu município ou órgão ambiental (estadual ou municipal) para saber como proceder a entrega do material recolhido.

Comente aqui


Você sabe quando a carne está estragada?

 

A espetaculosa operação policial “Carne Fraca” colocou sob suspeita todos os frigoríficos do País. Hoje o que mais vemos em balcões e gôndolas de açougues e supermercados são clientes desconfiados, cheirando e apalpando carnes à venda.

Para piorar eles deixaram de acreditar nos prazos de validade, agora sabedores de que as carnes em processo de apodrecimento eram novamente embaladas depois de receber substâncias capazes de disfarçar cor e aparência.

E os consumidores precisam mesmo ficar alertas: carnes passadas ou contaminadas causam infecções gastrointestinais que podem ser graves em pessoas suscetíveis ou com o sistema imunológico comprometido como gestantes, idosos, crianças. Podem até levar à morte.

Já que não se pode confiar em embalagem, data de validade, cheiro, textura, aparência, inicialmente você pode desconfiar se o preço for abaixo do normal, uma vez que os produtos vencidos precisam ser vendidos rapidamente.

Mas existem algumas dicas:

Cheiro forte, textura viscosa, rançosa, manchas esverdeadas ou cinza indicam que a carne de porco ou de boi está estragada ou como se diz, passada.

No caso do frango, quando estragada se apresenta descolorida, viscosa, com odor azedo penetrante como o amoníaco. Também pode ter algumas nuances amareladas, esverdeadas. Mas para não errar, cheire a carne de frango. Se não tiver cheiro fresco, melhor não comprar.

O peixe tem a carne que mais estraga por maior necessidade de refrigeração. Se estragada apresenta o cheiro forte de amônia, a cor opaca, tons marrons, amarelados ou acinzentados. Se carne não estiver firme e as escamas saindo, não compre.

Segundo especialistas, o que denuncia uma carne estragada, mesmo que receba conservantes, corantes, é o cheiro. Não existe produto que mascare o cheiro da carne estragada.

Como às vezes você adquire a carne congelada, se ao cozinha-la o cheiro for muito forte, ruim, melhor descarta-la do que arriscar a saúde.

Comente aqui


Ministro busca novos medicamentos e referências hospitalares em Israel

 

Em visita oficial a Israel, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, vai a centros de referência hospitalar e discute possíveis colaborações para melhorar a saúde pública no Brasil.

Nesta segunda-feira o ministro conheceu as instalações de emergência e tratamento de casos de trauma do Hospital Sheba, preparado para eventos de fatalidades múltiplas, onde predominam as pesquisas e inovação em diferentes campos da medicina.

Também esteve no Centro de Simulação Médico Israelense (MSR), o serviço de atenção à saúde infantil no Hospital Wolfson e a residência para crianças atendidas pelo programa de cirurgias cardíacas “Save a Child’s Heart” do mesmo hospital.

No domingo o ministro já visitara o Hospital Universitário Rambam Health Care Campus, o maior centro médico no norte de Israel e responsável pelo atendimento de mais de dois milhões de habitantes bem como o hospital infantil e o complexo subterrâneo, que pode ser convertido em 72 horas em hospital de emergência com dois mil leitos.

Ricardo Barros reuniu com companhias israelenses do setor produtivo tais como ElMindA, Tytocare, C-Noga, Exalenz e Zebra-Med, que apresentam inovações em diagnóstico e tratamento em saúde. Também participou de encontros com representantes da empresa TEVA, multinacional farmacêutica especializada em desenvolvimento e produção de medicamentos genéricos, e das empresas israelenses Itamar Medical, Kamada e Savyon.

Na terça-feira, o brasileiro reunirá com o ministro da Saúde da Autoridade Palestina, Jawad Awad, para discutir oportunidades de cooperação em áreas como atenção hospitalar e serviços de urgência e emergência.

Comente aqui


Impotência sexual: o que causa e como tratar

 

 

A impotência sexual é o grande temor do homem brasileiro. Atinge até 40% dos homens acima dos 50 anos e pode ser tratada com medicamentos ou cirurgia de implante de prótese peniana.

 

Caracterizada pela incapacidade de obter ou manter uma ereção satisfatória para a atividade sexual, apesar da gravidade o problema não é irreversível, mas a vergonha afasta os pacientes dos tratamentos, bloqueando o acesso às técnicas desenvolvidas para revertê-lo.

 

Segundo um dos maiores especialistas do País, o urologista Filipe Tenório (Hospital Santa Joana Recife), como a ereção ocorre quando a primeira camada do vaso sanguíneo libera substâncias que dilatam os vasos, permitindo a passagem de sangue nos corpos cavernosos, qualquer lesão nessa camada, seja por diabetes, tabagismo ou pressão alta, impede a dilatação dos vasos e consequentemente a presença do sangue no pênis.

 

E as causas da disfunção podem ser orgânicas ou psicogênicas. Revela Tenório que “Na orgânica, ela é ocasionada por lesões nas artérias, veias e nervos ou pelo uso de drogas, anabolizantes, bebidas alcoólicas ou cigarro. Já na psicogênica, a impotência é provocada pelo excesso de ansiedade, stress e alto nível de adrenalina, que fecham os vasos sanguíneos, impedindo a circulação do sangue no corpo cavernoso do pênis”.

 

Por outro lado, a questão psicológica mesmo que não inicial, vai estar sempre envolvida: “Os homens associam a ereção à virilidade e masculinidade, o que gera um grau elevado de auto cobrança. Medo, stress, ansiedade e adrenalina em excesso podem agravar o quadro”, explica o especialista.

 

O tratamento apresenta um leque de opções: pode ser realizado através de terapia psicológica, medicamentos orais, medicamentos injetáveis e com cirurgia, para os casos mais graves em que o paciente não responde aos remédios. “A operação é chamada de implante de prótese peniana. Nela inserimos próteses infláveis ou maleáveis no corpo cavernoso do pênis e elas simulam o funcionamento natural do órgão. A taxa de sucesso e satisfação é altíssima”, afirma o médico.

 

É importante ressaltar que o tratamento deve ser realizado precocemente porque a ereção é necessária para o pênis se manter saudável. Se o paciente passa muito tempo sem ter ereção, as células ficam sem nutrientes e sem sangue rico em oxigênio. Assim, elas morrem e torna-se impossível de reverter. Além disso, a disfunção erétil  pode ser sinal de outras enfermidades mais graves que ainda não se manifestaram no corpo, como, por exemplo, o infarto do coração, alerta o médico.

Comente aqui


Fraudes em alimentos prejudicam a saúde dos brasileiros

 
 

Neste Dia do Consumidor, auditores fiscais federais agropecuários alertam a população quanto a produtos alimentares que oferecem risco à saúde. Pescados, orgânicos e queijos – principalmente os caseiros – se destacam entre alimentos com maiores riscos para os consumidores.

As fraudes vão desde a adulteração de selos de inspeção, troca de produtos e falta de certificação para orgânicos e nos casos dos pescados, a substituição é uma das principais irregularidades encontradas. “O bacalhau e o linguado estão entre os alvos. São trocados por peixes de menor valor, como o panga, o alabote e a polaca do Alasca. O polvo também é alterado por lulas gigantes, que, pelo tamanho de seus tentáculos (braços) e similaridade são facilmente confundíveis”, explica o auditor agropecuário Rodrigo Mabília.

Ele destaca que a fraude representa um sério problema de integridade econômica que afeta o bolso do consumidor, além de desrespeitar moralmente o direito de escolha pela espécie que deseja consumir. Mabília acrescenta que o problema está relacionado a crimes ambientais, com o envolvimento de espécies ameaçadas de extinção, além de aspectos nutricionais e de saúde pública.

O queijo é outro produto alvo de fraudes. O auditor federal agropecuário Cristovão Morelly dá algumas dicas. Além de observar a origem sanitária, como, por exemplo, se a marca é reconhecida e se no rótulo há dados do fabricante, bem como o selo do Serviço de Inspeção Oficial – SIF (federal), SIE (estadual) e SIM (municipal) –, é preciso cuidado em relação a outros aspectos: odores exalados, sujeiras presentes no produto e possíveis distorções no rótulo.

Atenção para os queijos ralados. Segundo Morelly, qualquer queijo passado por uma salga pesada ganha consistência para ser ralado. Os produtos clandestinos produzidos com leite cru, sem o processo de pasteurização, ou seja, sem aquecimento e alterações, também podem ser ralados, após o processo de salga. “Por ser feito com leite cru, o alimento ganha características indesejáveis como odor pútrido”, destaca o fiscal. Ele afirma que sujeiras no produto, até mesmo baratas, além de contaminações de inseticidas e raticidas, podem estar no queijo produzido em local clandestino, sem a devida higienização. Adição de amido de milho e uso de leite rejeitado pelas indústrias por estar vencido ou fora de qualidade também ocorrem em produções fraudulentas.

Já no caso dos orgânicos, a auditora federal agropecuária Vera Lucia Ferreira, afirma que principal característica do produto é seu sistema de cultivo sem a utilização de agrotóxicos, organismos geneticamente modificados, adubos químicos ou substâncias sintéticas que agridam o meio ambiente. “Ao adquirir algo orgânico, o consumidor está contribuindo para o fortalecimento de um novo modelo de produção que considera questões fundamentais como a otimização de recursos naturais, a sustentabilidade econômica e ecológica, a maximização dos benefícios sociais e a minimização da dependência de energia não renovável”, explica Vera, que é engenheira agrônoma.

Para o consumidor, não é fácil saber se o alimento é orgânico ou não. No entanto, existem formas de comprovar se o que está sendo ofertado cumpre com as exigências legais que podem garantir a qualidade orgânica. Nos mercados em geral, ressalta a auditora, o consumidor deve observar se o produto tem no rótulo o selo do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica (SisOrg) e se foi verificado por “Certificação por Auditoria” ou “Certificação por Sistema Participativo de Garantia”.

 

Sobre os Auditores Fiscais Federais Agropecuários

Estes profissionais são engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas que exercem suas funções para garantir qualidade de vida, saúde e segurança alimentar para as famílias brasileiras. Atualmente existem 2,7 mil fiscais na ativa, que atuam nas áreas de auditoria e fiscalização, desde a fabricação de insumos, como vacinas, rações, sementes, fertilizantes, agrotóxicos etc., até o produto final, como sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, produtos vegetais (arroz, feijão, óleos, azeites, etc.), laticínios, ovos, méis e carnes. Os profissionais também estão nos campos, nas agroindústrias, nas instituições de pesquisa, nos laboratórios nacionais agropecuários, nos supermercados, nos portos, aeroportos e postos de fronteira, no acompanhamento dos programas agropecuários e nas negociações e relações internacionais do agronegócio. Do campo à mesa, dos pastos aos portos, do agronegócio para o Brasil e para o mundo.

Comente aqui


Os mitos e verdades sobre alergias

 

Não importa a época do ano. A alergia é um problema que afeta cerca de 30% da população brasileira, segundo dos da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (Asbai).

Já outra informação – da Organização Mundial da Alergia – mostra que 40% da população mundial têm alguma alergia. E ainda estima que o número de asmáticos no mundo chegará a 400 milhões de pessoas até 2025.

“A alergia não tem cura, mas com algumas informações e dicas conseguimos controlar e viver tranquilamente”, menciona o Diretor de Comunicação da Sterilair, Felipe Prado.

O especialista separou alguns mitos e verdades sobre alergia e crises alérgicas. Veja abaixo:

Verdade – O ar poluído das cidades e as mudanças climáticas contribuem para o problema.

Mito – Bombinhas para asma fazem mal ao coração. As bombinhas possuem broncodilatadores que relaxam os músculos e melhoram a passagem do ar.

Verdade – Alergia é incurável, mas é controlável. Tratamentos à base de cloreto de sódio, água purificada e cloridrato de fexofenadina controlam a irritação.

Mito – Mulheres grávidas não podem usar remédios para asma ou rinite. Com indicação médica a gestante usar ingerir medicamentos.

Mito – Ar-condicionado faz mal para alérgicos. É importante saber usar o aparelho para ele não desencadear problemas. Então faça a limpeza periódica e mantenha a manutenção em dia para não sofrer com a poeira e bactérias.

Mito – Todo antialérgico dá sono. Só os anti-histamínicos clássicos de primeira geração, ou seja, os medicamentos mais antigos. Os medicamentos com novas fórmulas não causam sonolência e nem aumento de apetite.

Verdade – Produtos de limpeza causa alergia. Geralmente, os produtos para higienização doméstica contêm mais de um item em sua fórmula. Por vezes o corpo não identifica algum desses componentes, pode ser o cheiro, textura, acidez, etc.

Verdade – Crise alérgica pode levar à morte. Alergias a medicamentos, alimentos e a picada de insetos, como abelha e marimbondo, podem matar.

Verdade – Alimentos podem causar alergia. As alergias alimentares mais comuns na infância envolvem ovo, leite, amendoim, frutos do mar e soja. Já entre os adultos, são mais alérgicos a peixe, amendoim, frutos do mar e frutas secas.

Dicas para se manter longe das crises de espirro:

– Uma vez por ano, substitua os travesseiros velhos por novos;

– Tenha um esterilizador de ar;

– Vire o colchão da sua cama, pelo menos, a cada 15 dias;

– Use capas laváveis nos sofás;

– Para limpeza diária da casa, use água, sabão e produtos sem aromas fortes/neutros;

– Abra as janelas e deixe a casa ventilada pelo menos em um turno do dia;

– Troque as roupas de cama todas as semanas.

Sobre a Sterilair®
A Sterilair, maior empresa de esterilizadores do Brasil, está no mercado há 33 anos e o segredo do sucesso é fornecer um produto de qualidade´, acessível. Seu esterilizador de ar elimina cerca de 99,9% dos microorganismos aéreos.

Comente aqui


Maringaense vence concurso mundial de beleza fitness

 

A maringaense Juliete de Pieri venceu dia 9 nos Estados Unidos, a etapa mundial do Arnold Model Search, maior concurso de beleza fitness do mundo que tem a chancela do fisiculturista e astro de cinema Arnold Schwarzenegger.

Realizada em Columbus (Ohio), a competição reuniu candidatas de 15 países, pré-selecionadas em concursos nacionais.

Nascida em Maringá, Juliete tem uma coleção de 7 títulos de beleza, dentre eles o de Miss Mato Grosso, em 2010. Profissionalizada, grava clipes, é paga para divulgar produtos e já participou também de um filme.

Para ganhar o mundial, Juliete concorreu contra mais de mil candidatas, tendo recebido o troféu das mãos do próprio Schwarzenegger.

Segundo ela, desde que ganhou o título brasileiro em 2016 – mesmo não acreditando que venceria o concurso mundial – segue uma vida de atleta: musculação seis vezes por semana e uma dieta equilibrada. Nos dois meses que antecederam a competição em Ohio, priorizou as proteínas e excluiu os carboidratos da alimentação.

Comente aqui